Notícias

Fazenda se torna refúgio de onças feridas em incêndios no Pantanal

Reprodução/Revista Época

Feridas, onças resgatadas dos incêndios que estão devastando o Pantanal encontraram um refúgio em uma fazenda em Corumbá (GO), onde funciona a base de operações do Instituto de Preservação e Defesa de Felídeos da Fauna Silvestre do Brasil em Processo de Extinção (NEX).

Atualmente, 22 onças e uma jaguatirica vivem no local. Vários desses animais foram levados à fazenda após serem vítimas do tráfico. Dois deles vieram do Pantanal.

O estágio de sofrimento vivido pelas onças-pintadas Amanaci e Ousado, em decorrência de queimaduras sofridas em meio aos incêndios, impressionaram até mesmo a equipe da entidade, que está acostumada a receber animais retirados de situação de risco.

“Me emociono a falar delas. Elas pisaram em brasas, sentiram muitas dores. É a prova da força das onças para suportar e sobreviver”, afirmou a presidente da ONG, Cristina Giani, em entrevista à revista Época.

Ousado estava ferido quando foi encontrado no Parque Estadual Encontro das Águas – o maior abrigo de onças-pintadas do mundo. Resgatado por uma equipe da Marinha do Brasil, ele foi encaminhado ao NEX com ferimentos nas patas.

Amanaci teve o mesmo destino, mas antes recebeu atendimento veterinário na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Ela foi encontrada dentro de um galinheiro na cidade de Poconé (MT) enquanto tentava fugir das queimadas. A onça sofreu ferimentos na barriga, na virilha e nas patas.

Reprodução/Revista Época

“Eles estavam em um estado horrível, não se alimentavam e sentiam muita dor. A onça é um bicho bravo e arredio, e não aceita ser subjugado. É como deve ser. No resgate da Amanaci ela estava deitada com as patas para cima, não reagia, não andava, não levantava para beber água, tremia muito e defendia as patas o tempo todo”, contou o veterinário do NEX, Thiago Luczinski.

Num primeiro momento, as onças receberam medicamentos fortes com base em opioide e morfina. “Agora eles não estão mais precisando de analgésicos tão fortes”, explicou o veterinário.

A cada dez dias, Amanaci recebe aplicações de células-tronco que visam recuperar o tecido das patas do animal, acelerando o processo de cicatrização. À Época, Luczinski explicou que a situação de Amanaci é a mais crítica, já que ela sofreu queimaduras de terceiro grau que afetaram os tendões e geraram uma lesão grave.

Como o caso de Ousado tem menor gravidade, as células-tronco não serão destinadas a ele. Para o tratamento, a escolha foi a ozonioterapia. “Os ferimentos são bem extensos, mas ele está se alimentando muito bem, voltou a caminhar, nos primeiros dias ele não ficava nem em pé e já ganhou peso”, contou o veterinário.

Reprodução/Revista Época

Os valores referentes ao tratamento de Ousado e Amanaci, incluindo os honorários dos veterinários, custa R$ 10,5 mil mensais – sem contar com o custo da aplicação de células-tronco, que está sendo realizada por meio de parceria.

E embora Ousado tenha mais chance de retornar à natureza que Amanaci, o veterinário se preocupa com a possibilidade de soltura em meio ao habitat devastado. “Onde ele estava não tem mais como voltar. Como soltar o animal em um lugar onde já não há mato, comida. Será muito mais complicado do que imaginamos”, disse.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Incêndio no Pantanal destrói 92% de fazenda considerada refúgio de araras-azuis

(Foto: Divulgação/Luciana Ferreira)

Reconhecida internacionalmente como refúgio de araras-azuis, a Fazenda São Francisco do Perigara, em Barão de Melgaço (MT), teve 92% da sua área destruída pelo fogo que devasta o Pantanal.

O município no qual a fazenda está localizada é o mais afetado pelos incêndios florestais que atingem o bioma. Foram 1.926 focos de queimada registrados apenas nos primeiros 15 dias de setembro, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A fazenda é o principal refúgio das araras-azuis no Estado de Mato Grosso e é responsável por abrigar 15% dos animais da espécie que vivem livres na natureza. Neiva Guedes, presidente do Instituto Arara Azul, contou ao Globo Rural que a fazenda é monitorada pela entidade desde 2001. No local, “dezenas de araras-azuis se reúnem todo final de tarde para pernoitar”.

Os focos de incêndio começaram a ser detectados na fazenda em agosto. Segundo Neiva, a situação atualmente é crítica. “Estão sendo feitos esforços para o controle do fogo, para que o dormitório e a parte do Pantanal não sejam atingidos, mas a situação é crítica e precisa de apoio de todas a forças públicas e privadas”, afirmou.

(Foto: Acervo pessoal/Ana Maria Barreto)

Mas não é só o fogo que coloca a existência dessas aves sob ameaça. A presidente da entidade cita ainda as alterações climáticas, a descaracterização do habitat e o tráfico de animais silvestres como importantes fatores que colocam as araras em risco.

Não se sabe ainda se as queimadas mataram araras-azuis que vivem na fazenda. Segundo Neiva, os adultos tendem a escapar, já que voam para fugir do fogo, “porém, ovos e filhotes podem morrer nos ninhos”. Na próxima semana, uma análise será feita para investigar as possíveis mortes.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Incêndio em fazenda mata 2 mil porcos explorados para consumo

Porcos machos vivem em espaço reduzidos, o que os condena a intenso sofrimento (Getty Images/iStockphoto)

Um incêndio de grandes proporções tirou a vida de aproximadamente 2 mil porcos em uma fazenda na cidade de Kilkeel, na região sul da Irlanda do Norte.

Explorados para consumo humano, os animais vivenciaram extremo sofrimento ao serem mortos pelo fogo, que teve início na última segunda-feira (7) por volta das 21 horas, no horário local – aproximadamente 17 horas no horário de Brasília.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas, mas não conseguiu salvar a vida dos porcos. O dono da fazenda disse à BBC que estava devastado e que era grato aos bombeiros pelo trabalho que fizeram.

O incêndio foi descrito pelo ministro da Agricultura, Edwin Poots, como “uma coisa absolutamente horrível de ter acontecido”. Ele ofereceu ajuda ao fazendeiro por meio do serviço veterinário do ministério.

Além da morte dos porcos, um funcionário da fazenda sofreu queimaduras leves e foi levado ao hospital para receber tratamento médico.

O padrão mundial de criação de porcos é bastante cruel e normalmente os submete a uma vida de aprisionamento em baias lotadas, o que os torna alvos fáceis do fogo em caso de incêndio por conta da ausência de rota de fuga.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Caçador mata amigo durante caçada e diz que o confundiu com javali

ADOBE STOCK

Paulo César da Silva, 43, foi morto a tiro por um amigo durante uma caçada realizada no último domingo (3) na Fazenda Paraíso, em Itanhandu, Minas Gerais. O autor do disparo afirmou que atirou após confundir Silva com um javali. O animal é a única espécie com caça liberada no Brasil. Por não serem nativos do país, os javalis sofrem nas mãos de caçadores que tiram suas vidas.

Após atirar no amigo, o caçador ouviu um grito, percebeu o equívoco e tentou socorrê-lo, mas não conseguiu por estar sozinho em uma mata fechada. Ele, então, retornou à fazenda e pediu que a polícia fosse acionada.

A dupla participava de uma caçada que tinha como objetivo matar um javali que havia sido visto por eles na região. Silva teria disparado contra o animal antes de ser alvejado por seu amigo.

Preso em flagrante, o caçador foi levado à delegacia. Ele será indiciado por homicídio culposo (sem intenção de matar). Aos policiais, o homem entregou uma espingarda calibre 28, 10 cartuchos intactos e um cartucho vazio. O corpo de Silva foi levado ao IML após a perícia técnica realizar seus trabalhos no local do crime.

A Polícia Militar informou que os caçadores têm registro para posse de arma, mas não para porte. A dupla também tem autorização do Ibama pra caçar javalis, mas não possui o Certificado de Registro (CR) de Caçador do Exército, necessário para o uso de armas de fogo.

Como o alvo dos caçadores é um animal tratado pelas autoridades brasileiras como um objeto sem valor, que pode ser torturado, maltratado e morto em caçadas, não houve responsabilização por crime ambiental. A caça ao javali é realizada como forma de controle populacional – no entanto, especialistas alertam que, além de cruel, a prática é ineficaz.

“Eles tinham autorização para ter arma em casa. Mas não tinham para transportar até o local da caçada. Nós acionamos a Polícia Militar Ambiental, mas não foi registrado crime ambiental pela morte do animal por se tratar do javali, que não é uma espécie da nossa fauna”, explicou o tenente da Polícia Militar, José Ednilson Marcelino da Silva.

O caçador foi liberado para aguardar em liberdade pelo julgamento pela morte de Silva.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Destaques, Notícias

Cachorro cuida de filhotes de cervos órfãos resgatados por sua tutora

Foto: Reprodução/Instagram/Bucky’s Porch

Sarge é um cão bastante especial. Desde que passou a conviver com os filhotes de cervos resgatados por sua tutora, a vida desses animais mudou. Órfãos, os cervos foram acolhidos por Sarge, que cuida deles com muita dedicação.

A primeira vez que o cachorro teve contato com um cervo foi há seis anos. Esses animais silvestres vivem, assim como Sarge, em uma fazenda em Ohio, nos Estados Unidos.

Cheryl Stephen, tutora dos animais, relevou ao portal Bored Panda que até mesmo o temperamento de Sarge mudou com a chegada dos cervos. Membro da família há 9 anos, o cachorro era um filhote brincalhão no passado, que adorava morder os dedos dos pés das pessoas. Isso mudou, no entanto, com o convívio com os filhotes resgatados por sua tutora.

Tudo começou quando o primeiro cervo foi levado para a fazenda. “Um amigo da família encontrou um bebê cervo no meio da rodovia. Ele esperou para ver se a mãe apareceria, mas isso nunca aconteceu. Ele sabia que nós amamos animais, então o trouxe para cá”, contou Cheryl.

Desde então, Sarge passou a se comportar como uma babá de cervos. Na fazenda, no entanto, vivem também outros animais, incluindo o boi Bucky, resgatado de um matadouro.

“Os animais aqui não são criados para virar comida. Nós os criamos para serem amados e celebrados, como todos os animais devem ser”, concluiu Cheryl.

Foto: Reprodução/Instagram/Bucky’s Porch
Foto: Reprodução/Instagram/Bucky’s Porch

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Destaques, Notícias

Homem larga emprego para fundar santuário para animais explorados para consumo

Reprodução/Instagram/@barnsanctuary

Dan McKernan, que trabalhava na área de tecnologia, abandonou seu emprego para se dedicar a dar uma nova vida a animais que só tinham conhecido o sofrimento. Após assumir uma fazenda que é de propriedade de sua família há 140 anos, ele decidiu transformar o local em um santuário.

O abrigo recebe animais denominados “de fazenda”, ou seja, aqueles que são frequentemente explorados e maltratados para fabricação de carne, ovos, leite e derivados.

Todos os animais levados para o santuário de McKernan sofrem algum tipo de abuso ou negligência e recebem uma nova chance de vida nas mãos do ex-executivo.

Reprodução/Instagram/@barnsanctuary

Para McKernan, é importante que cada animal seja tratado como um indivíduo, tendo seus direitos e necessidades respeitados. Assim, o objetivo do fundador do santuário é promover uma vida confortável para os animais resgatados, para que eles possam viver da maneira mais natural possível, seguindo seus próprios instintos.

Segundo informações são da CBS Austin, a história de McKernan e de seus animais será retratada pela série “Saved by the Barn”, do canal de TV por assinatura Animal Planet.

Conexão com os animais

Durante a quarentena de combate ao coronavírus, McKernan aconselha as pessoas a se conectarem com os animais. Segundo o fazendeiro, basta haver uma troca de olhares para o tutor saber o que o animal está pensando e criar uma relação de afeto e respeito com ele.

Nas redes sociais, o fundador do santuário compartilha o seu dia a dia ao lado dos animais que resgatou e expõe o amor existente entre ele e esses seres. O objetivo é sensibilizar a sociedade a respeito dos maus-tratos e da exploração imposta a animais como bois, vacas, porcos, galinhas, que suportam um sofrimento inimaginável por conta dos hábitos das pessoas, que seguem consumindo produtos de origem animal.

Reprodução/Instagram/@barnsanctuary

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Destaques, Notícias

Fotógrafo captura retratos intimistas de animais resgatados de matadouros

Ao contrário de cães e gatos, muitos animais de fazenda são destinados ao matadouro. A maioria de suas espécies vive e morre em fazendas industriais, onde nunca sai para respirar ar fresco; frequentemente, eles são mantidos em condições tão confinantes que nem conseguem se virar.

O fotógrafo Traer Scott contempla em seu novo livro Radiant: Farm Animals Up-Close and Personal um outro olhar desta história: os animais que foram resgatados do sofrimento e são acolhidos e respeitados.

Foto: Traer Scott

Uma nova vida

Igual a todos os animais domésticos, os animais de fazenda têm personalidades, sentimentos e desejos. Alguns dos animais apresentados no Radiant são tímidos, possivelmente devido à crueldade no passado, mas outros são extrovertidos e curiosos.

A maioria de nós nunca terá a chance de conhecer e nutrir um búfalo – ou vaca, ovelha, porco, lhama, galinha, pato ou peru -, mas através do Radiant podemos dar um passo mais perto para entender esses animais esquecidos.

Foto: Traer Scott
Foto: Traer Scott

Traer comenta sobre a intenção de seu mais novo trabalho:
“É impossível falar sobre animais de fazenda sem ter uma discussão sobre o que comemos, e a agricultura industrial é o elefante (ou, neste caso, a vaca) na sala. No entanto, Radiant não pressupõe ou exige que o leitor seja vegetariano ou vegano, atual ou aspirante. Estes são simplesmente retratos de criaturas que são frequentemente negligenciadas no escopo da expressão “eu amo animais” e geralmente vistas como um número e não como um indivíduo. Eles podem não ser tão emotivos externamente quanto os cães, tão fofinhos quanto os gatos, ou tão humanos quanto os humanos, mas qualquer fazendeiro pode dizer que eles têm tanta personalidade, mesmo que sejam um pouco menos portáteis e talvez um ácaro mais fedido.”


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

‘Fiquei impressionada’, diz mulher sobre louva-a-deus exuberante encontrado em jardim

Margaret Neville ficou encantada com um louva-a-deus encontrado no jardim de sua fazenda na África do Sul. O animal, que tem o corpo colorido, chamou sua atenção.

“Fiquei impressionada à primeira vista”, disse Neville ao The Dodo.

Margaret Neville

Ao ver o inseto, Neville o fotografou e mostrou a imagem para sua amiga, que também se apaixonou pelo louva-a-deus. “Quando o vi, pensei que era uma obra de arte requintada”, afirmou Kerri Martinaglia.

O animal é conhecido pela sua capacidade de se camuflar em ambientes florais. “Ela passou o mês inteiro de setembro vivendo na minha lavanda”, contou Neville. “Ela ainda está lá agora”, completou.

Margaret Neville

Após Martinaglia publicar a foto do animal nas redes sociais, muitos internautas ficaram impressionados.

Recentemente, outro animal da mesma espécie apareceu no jardim da fazenda. A expectativa de Neville é de que eles se reproduzam e outros insetos com igual exuberância nasçam.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Fotógrafa se torna vegana após fotografar animais resgatados do matadouro

A experiência mudou completamente a vida da fotógrafa, que se comoveu com o sofrimento animal


A fotógrafa Emma Obrien se tornou vegana após conhecer animais que foram resgatados do matadouro. Os animais vivem em um santuário atualmente.

Emma Obrien

Obrien gosta de usar seu trabalho para compartilhar suas experiências com outras pessoas e, desta vez, o que viveu a transformou, segundo o portal Bored Panda.

Entre os animais, ela conheceu, em novembro de 2019, dois bezerros. Segundo ela, as vacas foram “um alerta para escolher não ser mais um participante ativo no sofrimento dos animais”.

Especialista em fotos de cachorros, ela decidiu mudar o foco e retratar os animais do santuário Asher’s Farm Sanctuary, em Pretória, África do Sul.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Porcos praticam canibalismo em fazenda que se denomina de “alto bem-estar animal”

A situação deplorável dos animais foi revelada após uma ativista vegana iniciar uma investigação


Porcos foram flagrados praticando canibalismo em uma fazenda que se denomina de “alto bem-estar animal” em Ballymena, na Irlanda do Norte. As imagens foram divulgadas pelo Meat The Victims, um grupo de proteção animal.

Reprodução/Liza Blomfagra

O caso foi descoberto após a ativista vegana Tuesday Goti iniciar uma investigação. Ela afirmou, em entrevista ao jornal britânico Metro, que firmou um acordo com o responsável pela fazenda para que os porcos fossem resgatados. No entanto, só um porco foi salvo. “Não faz sentido libertar um porco que morrerá amanhã”, disse a ativista. As informações são do portal ND+.

“Uma das porcas tinha um buraco nos dois lados do corpo e estava sendo canibalizada. Eles a comiam ainda viva”, lamentou Tuesday. “Ela nem tinha forças para gritar, choramingava baixinho. Não havia o que pudéssemos fazer além de assistir”, completou.

A Red Tractor, organização responsável por fiscalizar a qualidade dos alimentos na Inglaterra, na Irlanda do Norte e no País de Gales, afirmou que o local havia sido inspecionado seis meses antes e que nenhuma irregularidade havia sido registrada. A entidade se comprometeu a apurar o caso para observar “a extensão dos problemas na fazenda”.

Reprodução/Liza Blomfagra
Reprodução/Liza Blomfagra

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Bode deficiente ganha minicadeira de rodas e passa a correr por todo o santuário

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

As imagens flagram o momento adorável em que uma cabra bebê com deficiência consegue andar em um curral com a ajuda de uma cadeira de rodas especialmente projetada para ela.

O Freedom Farm Sanctuary que fica na cidade de Middlebury, estado de Connecticut (EUA), é o lar de todos os tipos de animais, incluindo vacas, ovelhas, burros, perus e galinhas.

Os animais são resgatados normalmente devido a deficiências e condições que os tornam indesejados na indústria de carnes e laticínios (para sorte deles).

Billy, o bode, foi resgatado com apenas três semanas de idade, sofrendo de uma condição congênita que deixava as pernas traseiras paralisadas – o que significava que ele estava destinado à morte ainda bebê.

Desesperada para salvá-lo, uma mulher de bom coração alertou o santuário, que sabendo do caso o acolheu, cuidou dele e montou um par de rodas que devolveu a mobilidade ao Billy.

Agora, o bodezinho serelepe de apenas 12 meses passa seus dias brincando alegremente pela fazenda com seus novos amigos.

Outros animais que foram resgatados e levados para a fazenda incluem Amir, o cordeiro que usa cadeira de rodas e um bezerro chamado Nir, que usa uma perna protética.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

Uma ovelha chamada Gary usa sapatos especiais nos cascos e um cordeiro chamado Dani que usa aparelho para as pernas.

Danielle Meiri, gerente de atendimento médico para os animais no santuário, disse: “Acreditamos que todos têm o direito de viver em harmonia, paz e ser tratados com compaixão”.

“Nossa missão é salvar animais da indústria de alimentos e criar um espaço onde as pessoas possam encontrá-los e vê-los não como um produto em uma prateleira, mas como um ser único que é alguém e não algo”.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

“As pessoas amam Billy, ele abre corações e faz as pessoas sorrirem e darem risada”.

“Ele é um bode muito especial que faz todo mundo feliz e dá tanto amor quanto ele recebe”.

“Billy é uma estrela, todo mundo que o conhece se apaixona por ele. É impossível não se surpreender com ele. Seu espírito brilha tão intensamente e ele tem muito amor pela vida”.

“Ele é muito sociável e ama quem presta atenção nele – Billy gosta de todos os seus amigos humanos e também ama seus ‘colegas de quarto’ animais”.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

“Embora ele ande com a ajuda de uma cadeira de rodas e ainda seja bem pequeno, ele não deixa que isso o impeça de correr rapidamente pelos pastos, com suas orelhas brancas e macias voando ao vento”.

“Ele realmente é um exemplo para todos nós sobre como superar e aproveitar a vida, não importam as diferenças”.

Chicken Noa é outro animal que o Freedom Farm Sanctuary acolheu. A pobre ave estava tão gravemente ferida quando foi resgatada que não conseguia suportar seu próprio peso corporal ou voar.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

Danielle disse: “Noa tinha 40 dias quando chegou aos nossos cuidados”.

“Ela teve a infelicidade de nascer na indústria da carne e foi geneticamente modificada para crescer até o peso máximo no período mínimo de tempo, com o único objetivo de aumentar os lucros.

“Quando a resgatamos, ela ainda piava como o filhote que era, mas pesava três quilos – na natureza, uma galinha adulta não pesa nem dois quilos”.

“O peso anormal pressionou seus órgãos internos, causando dor nas pernas e nos pés e impossibilitou que ela fizesse a coisa mais básica que uma ave faz – usar as asas para voar”.

Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary
Foto: Kennedy News/Freedom Farm Sanctuary

A dedicada ativista, Danielle, disse que trabalhar no santuário cumpre um “propósito de vida” para ela que é cuidar e proteger os animais.

Danielle disse: “Desde a infância, tenho uma forte conexão e sentimentos fortes pelos animais e seu bem-estar”.

“Cuidar dos animais e estar perto deles sempre foi o meu propósito de vida”.

“Trabalhar em estreita colaboração com essas criaturas adoráveis, gentis e mágicas na fazenda, fortaleceu meus pensamentos sobre seus personagens e necessidades únicas”.

“Sempre farei o possível para cuidar deles, advogar pelo bem-estar desses seres sencientes e ser a voz deles o máximo que puder”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Vaca foge da fazenda onde vivia e se junta a manada de bisões

Rafal Kowalczyk/Facebook
Foto: Rafal Kowalczyk/Facebook

Histórias de fuga de animais de matadouros são inspiradoras, ainda mais em uma sociedade que injustamente os trata como produtos ou objetos. Em 2018, a emocionante história sobre o bezerro Freddie, que escapou de um matadouro em Nova York, nos Estados Unidos, em janeiro de 2016, teve uma atualização: ele agora vive no Santuário Animal Skylands em Wantage, Nova Jersey, onde é feliz e livre.

Outra história incrível foi a das seis vacas que escaparam de um matadouro em St. Louis e desde então encontraram um lar para sempre no The Gentle Barn Missouri. Outro final feliz inspirador.

É por isso que, quando a história de uma vaca na Polônia que escapou de uma fazenda e do destino que seria terminar sua vida em um matadouro e, desde então foi vista andando junto com um rebanho de bisões, merece um destaque especial.

Rafal Kowalczyk, diretor do Instituto de Pesquisa em Mamíferos da Academia Polonesa de Ciências, conseguiu tirar uma foto da vaca com sua nova manada nos campos da Floresta Bialowieza, no leste da Polônia.

Desde então, a foto se tornou viral, com milhares de pessoas amando e torcendo pela vaca rebelde. Um comentário dizia: “Da próxima vez que achar que algo me impede de realizar meus sonhos, lembrarei da vaca que se tornou um bisão”.

Embora seja a primeira vez que Kowalczyk vê uma vaca se juntar a um rebanho de bisões, também chamado de bisontes, ele alertou sobre os perigos de uma situação tão incomum. Por exemplo, se a vaca acasalar com um bisão do sexo masculino e engravidar, é possível que ela morra durante o parto, porque o bezerro híbrido seria maior que o tamanho normal do bezerro. Por causa disso, os cientistas provavelmente tentarão removê-la do rebanho no verão. A torcida é para que mesmo que ela deixe seus novos companheiros, continue a desfrutar de sua liberdade.

As vacas são animais extremamente inteligentes e emocionais. Como os humanos, as vacas desenvolvem laços fortes com seus filhos e têm melhores amigos. Elas até têm chamadas (mugidos) especiais para quem amam – da mesma forma que damos apelidos aos nossos amigos e familiares. A maioria das vacas e bois é tratada como mercadoria ficando incapazes de viver sua vida com o amor e a compreensão que merecem.

É reconfortante pensar que isso é algo que esta vaca entendeu (já que esses animais são, afinal, altamente inteligentes) e a inspirou a correr para se juntar a seus parentes selvagens e distantes.

Assim como nós humanos, tudo o que os animais desejam é a liberdade de viver em paz em lugar de serem condenados a uma vida de escravidão, presos pelas normas absurdas de uma sociedade especista (doutrina que coloca o homem como ser superior aos demais animais e por isso livre para dispor deles como bem entender). As informações são do One Green Planet.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More