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Polícia fecha local usado para rinhas de galo em Fátima do Sul (MS)

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Na tarde de ontem (20) a Polícia Militar flagrou R.C.S de 32 anos morador na rua 02 de maio no bairro Katira em Fátima do Sul (MS), portando instrumentos utilizados para treinar galos de rinhas bem como material necessário para promover essas brigas. Segundo populares, o proprietário promovia esse tipo de evento recebendo diversos apostadores e negociando os animais.

Os Policiais ficaram admirados com tamanha crueldade do proprietário, que declarou que treinava os galos para brigarem por esta ser a natureza do animal e por isso montou uma arena onde eles passavam o tempo em rinhas cruéis, onde os melhores recebem altas quantias em apostas.

No local, foram encontrados 28 galos, uma espécie de arena que estava com muitas marcas de sangue indicando que há pouco tempo teria acontecido uma rinha de galo, havia também várias esporas de metal e plásticos resistentes para causar maior impacto nos ferimentos dos animais, além de agulhas e tesouras cirúrgicas e remédios para curar os animais feridos na rinha.

R.C.S ainda declarou que essa pratica é muito comum em Fátima do Sul e que ele era apenas um dos criadores, existindo vários outros que como ele cria e treina esses animais.

O Cenário do local causou ainda mais revolta aos Policiais ao verem várias lixas utilizadas para afiarem as esporas, a quantidade de sangue espalhado pela arena, inúmeras biqueiras de metal que colocadas no bico do animal dilaceram a carne e ainda o visível sofrimento dos animais que foram expostos a esse tipo de tortura.

O ato foi de uma crueldade assustadora e a População não pode compactuar com esse tipo de crueldade com os animais, se existe mais alguém praticando esse tipo de ação, a Polícia Militar através do telefone de emergência 190 receberá as denúncias e tomará as providências.

O autor dos maus tratos foi detido e encaminhado até a delegacia em Fátima do Sul, juntamente com o material apreendido.

Fonte: Fátima News

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Onça resgatada de armadilha em Fátima do Sul (MS) pode ter pata amputada

Uma onça pintada que foi resgata por policiais militares ambientais, em um barranco a cerca de 7 minutos da ponte do Rio Dourados, pode ter uma das patas amputada.

Pescadores informaram que haviam avistado uma onça parda adulta, que estava presa em um barranco do Rio Dourados. O animal, de porte adulto, macho, estava muito nervoso, pois estava ferido devido à pata dianteira direita ter ficado presa em uma cordinha utilizada para pegar capivara.

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(Foto: Divulgação)

Um pescador, conhecido como Clovis, relatou que estava retornando de uma pescaria quando viu o animal amarrado. “Fiquei surpreso ao ver o tamanho do animal tão próximo da cidade, no lugar que sempre estão vários pescadores, o animal é muito bonito, sendo muito raro vê-los tão de perto”, disse.

A Polícia Ambiental foi chamada para socorrer o animal que corre risco de ter uma pata amputada devido o grau de inchaço e aos ferimentos que o acidente causou.

Fonte: Fátima News

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Cavalo nasce com apenas três patas em Fátima do Sul (MS)

Foto: Reprodução/Fátima News

O nascimento de um cavalo nas proximidades da região conhecida como Barreirão, no município de Fátima do Sul, no MS, chamou a atenção dos proprietários do sítio, de moradores vizinhos e até mesmo de pessoas de outras localidades. O cavalinho nasceu com apenas três patas, sendo as duas dianteiras e uma traseira.

Jose Ramos, proprietário do sítio, disse que, apesar da anomalia, o animal aparentemente tem boa saúde e, mesmo com apenas seis dias de vida, tem demonstrado que a falta de um dos membros não prejudica seu deslocamento. “Ele se movimenta rapidamente e parece até que foi treinado pra andar com as três patas”, conta admirado o sitiante José Ramos.

A notícia do nascimento do cavalo de três patas, que já foi batizado com o nome de Manquinho, se espalhou e o fato está atraindo a atenção de curiosos. José Ramos disse que ficou com muita pena do potro assim que ele nasceu, mas agora está se adaptando. No entanto, garante que ele vai ter um tratamento diferenciado dos outros animais da propriedade.

Fonte: Correio do Estado

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