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Cães são explorados em estudo sobre coronavírus liderado por universidade brasileira

Pixabay

Cachorros estão sendo explorados em um estudo internacional liderado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) que tem o objetivo de treiná-los para que identifiquem o cheiro do coronavírus em pessoas infectadas.

Realizada pela Escola Nacional Veterinária de Alfort, na França, a pesquisa pretende comprovar que o faro dos cachorros é capaz de detectar a doença. Caso isso se concretize, esses animais devem ser forçados a cheirar até 500 pessoas por dia.

Participam do experimento cachorros cedidos por uma instituição que os submete a treinamentos anti-naturais para que eles executem comandos que não realizariam de maneira espontânea.

A iniciativa, que integra o Projeto Internacional Nosaïs, tem o apoio da Secretaria de Saúde de Paudalho, que disponibilizou equipes para coletar material de voluntários com síndrome respiratória.

O material é enviado a São Paulo, onde os cachorros estão sendo treinados. Até setembro, deve ser realizada a fase de coleta de secreções – 100 delas já foram coletadas, sendo que uma parte ficou no Recife e outra foi enviada à capital paulista.

Na segunda etapa, dois cachorros devem ser levados a Paudalho, onde serão forçados a farejar pessoas em salas monitoradas. A terceira e última fase consiste em levar os cães para locais com aglomeração de pessoas.

Exploração animal

Cachorros existem por propósitos próprios, não para atender às demandas humanas. Solucionar a crise do coronavírus e interromper as contaminações é uma obrigação dos seres humanos, não dos animais.

Forçar cães a aprender comandos anti-naturais para que sejam submetidos à exaustiva atividade de cheirar até 500 pessoas por dia beneficia única e exclusivamente os humanos, não havendo nenhuma benefício para os cachorros, que terão suas vontades boicotadas ao serem forçados a não realizar seus próprios desejos para agir como máquinas a serviço das pessoas – o que eles não são.

O coronavírus surgiu em um mercado de animais vivos e mortos na China – o que torna tudo ainda pior. É justo causar uma pandemia por conta da exploração animal e, em seguida, seguir explorando animais para tentar interromper essa pandemia?


 

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Cachorros serão explorados para farejar coronavírus em humanos

Pesquisadores britânicos vão submeter cachorros a treinamentos anti-naturais para explorá-los para farejar pessoas infectadas pelo coronavírus. Cães são animais com o olfato bastante apurado. Essa característica, no entanto, existe para benefício próprio, não para ser explorada por humanos.

Pixabay/Mxart

O treinamento será realizado em parceria com a ONG Medical Detection Dogs, a Escola de Higiene e Medicina e a Universidade de Durham. O objetivo é combater a Covid-19 e o governo britânico já foi contactado sobre o projeto.

A entidade envolvida no treinamento já submeteu outros cães a experiências exploratórias que visavam detectar doenças como câncer, Parkinson e infecções bacterianas. As informações são da agência AFP.

Como os cães também são capazes de perceber alterações sutis na temperatura da pele, eles serão explorados também para identificar potenciais febres.

O objetivo é colocar os cães em condição de trabalho forçado, por meio do qual esses animais deverão farejar indivíduos para indicar se eles estão contaminados pela doença. A prática seria usada com pessoas que chegam ao país ou que pretendem ir para outros espaços públicos.

Nota da Redação: Animais existem para seus próprios propósitos, não para atender aos desejos humanos. Submetê-los a trabalhos forçados em prol das pessoas é exploração.


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Cãozinho resgatado e adotado descobre câncer em tutora

O cãozinho resgatado Menius é considerado um herói por sua tutora, após detectar a presença de células cancerígenas em uma de suas mamas.

Foto: Joanne Lowen

A professora aposentada de 60 anos, Joanne Lowen, declarou em uma entrevista ao Daily Mail no último dia 04 que tem muito a agradecer a seu amado cãozinho Menius, pois foi devido as repetidas “farejadas” que o animalzinho dava em seus braços somadas a uma recente luta contra a doença que levaram a aposentada a procurar um médico. O caso ocorreu na Inglaterra.

Ela afirma que acredita que cães têm habilidades incríveis. “Já tinha ouvido falar de cães que farejavam doenças e sendo a ‘louca dos cães’ que sou, decidi fazer um check-out. Se não fosse por ele, eu teria esperado até a minha próxima mamografia que seria dentro de dois ou três anos, o que é muito tempo”, declarou Lowen.

Quando chegou ao consultório, Joanne relatou que podia sentir um caroço abaixo do braço, ao invés de contar que estava ali devido as “farejadas” de seu cachorro. Apesar do exame físico do médico não detectar nenhuma anomalia, devido ao histórico da mulher com a doença, ele solicitou que ela fizesse exames no Hospital Medway, em Gillingham.

E para a surpresa de Joanne, os resultados dos exames deram positivos, diagnosticando os estados iniciais de carcinoma lobular invasivo, um tipo de câncer que começa nas glândulas produtoras de leite (lóbulos) das mamas. “Cheguei em casa e a única coisa que pensei em fazer foi em abraçar bem forte Menius”, lembra a professora.

Joanne recebeu os devidos tratamentos para a doença e em junho de 2019 realizou a operação para se livrar do tumor no Hospital KIMS em Maidstone, após 10 dias a aposentada recebeu o laudo de que nenhuma célula cancerígena sobreviveu ao seio ou se transportou para outro órgão. Eventualmente, Joanne precisou passar por uma radioterapia para garantir que nenhum câncer fosse deixado para trás.

A aposentada relatou que Menius foi encontrado na Grécia quase morto, com ferimentos graves, costelas e patas traseiras quebradas e rótulas deslocadas. O cãozinho resgatado que estava exausto e faminto pesava apenas 8kg e provavelmente havia sido torturado e espancado por seus antigos tutores.

A princípio Joanne o havia resgatado com o intuito de conseguir uma família para ele, no entanto, após tudo que passaram, seria impossível se separar de seu cãozinho herói. “Tenho um vínculo instantâneo com Menius, não tem como ele ir a lugar nenhum”, afirmou a aposentada.

Foto: Joanne Lowen

Em uma entrevista ao Metro, Joanne explicou que um veterinário da Grécia havia dito que Menius precisava aumentar a massa muscular devido a sua fraqueza, principalmente nas patas traseiras que estavam quebradas.

“Os veterinários acreditam que ele deve ter sofrido dores horríveis. Suas pernas estavam tão fracas que ele não conseguia se manter de pé, não possuía músculos lá. Toda vez que ele se mexia dava pra ver seus joelhos saltando”, acrescentou Joanne.

Atualmente Menius mora com Joanne e outros dois irmãozinhos resgatados, Hector e Spiros e regularmente faz hidroterapia para cães com o intuito de ganhar massa muscular em suas patinhas traseiras. Ele vive feliz agora sob os cuidados amorosos de sua nova mamãe.

Foto: Joanne Lowen

Como os cães detectam câncer e outras doenças com seu olfato?

Por terem o olfato mais sensível e apurado cães conseguem captar com certa facilidade “compostos orgânicos voláteis”, que são liberados desde os estados iniciais de câncer como os de ovário, pulmão e colorretal.

Alguns estudos científicos mostraram que os cachorros conseguem separar amostras de sangue e tecido coletadas de pacientes com câncer de ovário e de pessoas saudáveis, detectar câncer de próstata através do cheiro da urina do tutor ou mesmo a presença da doença em mamas ou pulmões através do hálito do paciente.

Se um cachorro identificar qualquer sinal da doença em seu tutor ele poderá alertá-lo de diversas formas através de cheiros ou mesmo lambidas suaves nas mãos ou pés. Vale a pena ficar atento as diferenças no comportamento do animal e observar se outros sintomas da doença estão presentes como a fadiga, dores e perda de peso.

Especialistas relatam ainda que cães treinados conseguem ajudar particularmente mulheres com câncer de ovário já que esse tipo da doença não possuí um programa de triagem e quando descoberto já se encontra em fases avançadas.


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Cães explorados para farejar bombas morrem após maus-tratos na Jordânia

Os cachorros são enviados para a Jordânia pelos Estados Unidos e vivem sem assistência médica e instalações adequadas, além de serem expostos ao risco de morte frequentemente


Pelo menos 10 dos 100 cachorros explorados para farejar bombas na Jordânia morreram devido a maus-tratos. Eles foram enviados ao país pelos Estados Unidos entre 2008 e 2016, segundo relatório norte-americano divulgado recentemente.

Foto: DR

Além da alta taxa de mortalidade, dados indicam falta de assistência médica e instalações insuficientes para abrigar os cães.

Em abril de 2016, uma visita ao local onde os animais vivem, feita por autoridades, constatou que os cães estavam sob constante ameaça de contágio por parvovirose canina, doença fatal.

“A polícia está perdendo os cães com frequência para a doença e não tem os cuidados médicos necessários para tratá-la ou para manter os cachorros saudáveis”, afirmam as autoridades no relatório.

Apesar disso, o programa continuou existindo e até o ano passado foram enviados pelo menos 60 cachorros para a Jordânia. Informações do Washington Post indicam que o Departamento não colocou fim ao programa por causa dos “esforços relacionados à segurança nacional focados na proteção dos interesses americanos”. Autoridades norte-americanas afirmam que parar de explorar os cães e colocá-los sob risco de morte impactaria negativamente as ações de combate a ameças terroristas.

O senador norte-americano Leahy Patrick J. afirmou ao Washington Post que “é imperativo que eles [os cães] sejam tratados adequadamente”. O político, no entanto, não defende o fim do programa, embora admita que as vidas dos cachorros “são colocadas em risco todos os dias no campo”.


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Égua é encontrada morta amarrada em um poste, em Faro, Portugal

08
Divulgação

Uma égua foi encontrada morta, na zona do Bom João, em Faro, Portugal. Tinha sido deixada atada, no dia anterior, a um poste de madeira, juntamente com outro cavalo, para pastarem num terreno próximo. A corda que tinha ao pescoço teria estrangulado o animal durante a noite.

“É uma situação recorrente. Já no ano passado tinha morrido um cavalo na mesma zona, mas de fome. Estava muito magro e não aguentou”, conta ao CM um dos transeuntes que encontrou a égua atada a um poste, já sem vida, na zona do Bom João, nas traseiras do supermercado LIDL.

Sem se querer identificar, com receio de represálias, a testemunha revela ainda que a égua tinha sido vista com vida na noite anterior, juntamente com um outro cavalo, a pastar num terreno abandonado. De manhã, já estava morta, tapada por um plástico, ainda atada ao poste de madeira, e com a corda à volta do pescoço.

O outro cavalo já não estava no local. Uma patrulha da PSP deslocou-se ao terreno e contactou a veterinária municipal, que também esteve no local. O tutor do animal foi identificado e ficou responsabilizado pela remoção do cadáver da égua.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Correio da Manhã

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Animais abandonados serão esterilizados e vacinados em Faro, Portugal

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

O primeiro projeto de esterilização, tratamento e estudo genético e comportamental de animais abandonados no concelho de Faro está em marcha, no âmbito de uma parceria entre a Câmara Municipal de Faro e a Associação Animais de Rua.

As ações preparatórias decorreram entre os dias 21 e 24 de Novembro para rastreio de toda a população animal localizada na Ilha de Faro, apresentada como uma “zona problemática no que diz respeito à existência de núcleos populacionais errantes, e que por isso será alvo da primeira campanha”.

Nesta ação prévia, a Associação Animais de Rua fez mobilizar para o terreno oito técnicos especialistas que fotografaram e registram 161 cães e gatos, criando assim as condições para que a campanha de esterilização e vacinação dos animais decorra naquela zona “com maior organização, celeridade e método”.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Para preparação prévia dos munícipes, a Câmara de Faro informa que os trabalhos deverão decorrer nas duas últimas semanas de Fevereiro de 2014.

A campanha também poderá incidir sobre os animais abandonados, também eles potencial foco de disseminação de parasitas, sem custos para o seu tutor.

Inédito em Faro, este entendimento com a Animais de Rua faz parte de um projeto mais alargado, que conta com o apoio da organização internacional não-governamental Dog’s Trust.

O objetivo é alargar as áreas de atuação a todas as zonas do concelho, de forma a controlar todos os núcleos populacionais procurando assim interferir positivamente no equilíbrio entre a natureza e o concelho.

“Na impossibilidade de alocar recursos humanos próprios, a Câmara Municipal de Faro pensa assim ter encontrado a melhor solução para um problema que é do domínio da saúde pública”, salienta a autarquia.

Com efeito, os programas CED (captura, esterilização e adoção) têm provado a sua eficácia em toda a Europa. “Cabe agora aos técnicos da Associação Animais de Rua replicar este sucesso no nosso concelho, com o total apoio do Município”, conclui a Câmara de Faro.

*Esta notícia foi, originalmente, escrita em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Sul Informação

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Campanha de esterilização de felinos será realizada em Portugal

Iniciativa do Hospital Animal do Sul, em Faro

Com o objetivo de contribuir para a diminuição do número de animais abandonados, e ainda, tendo em vista evitar o recurso ao abate de animais capturados pelos serviços competentes, o que desde logo configura um problema social grave que não tem sido assumido pela sociedade, o Hospital Animal do Sul preparou uma campanha de esterilização de felinos.

A campanha vai realizar-se para esterilização de gatos e gatas durante o mês de abril deste ano, a preços acessíveis, sendo necessário aos tutores inscreverem-se diretamente no Hospital Animal do Sul ou pelo telefone 289 818 000, das 09h às 21h horas nos dias úteis e das 10h30 às 13h e das 15h às 19h0 horas aos domingos, sábados e feriados.

Para mais informação, os interessados devem entrar em contato com o Hospital Animal do Sul do CSAF- Centro de Saúde Animal de Faro, sito na Rua Jornal Correio do Sul, 11 A, em Faro (tel: 289 818 000).

Fonte: Diárionline

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Cão atropelado fica 4 horas no chão do quartel dos bombeiros esperando atendimento


Cão ficou junto à maca. (Foto: Reprodução)

Um cão atropelado ficou no chão do quartel dos bombeiros de Faro, em Portugal, durante 4 horas, enquanto esperava que o colocassem noutro local.

O cão labrador foi levado na madrugada de quinta-feira, 10 de fevereiro, pela veterinária municipal, para o quartel do Serviço de Proteção Civil e Bombeiros de Faro, após ter sido atropelado. O cão foi sedado e colocado num lugar sem condições para tratamento de animais, junto de uma maca. Apenas às 8h é que foi transferido para o canil de S. Francisco de Assis, em Loulé, que tem um protocolo com a Câmara de Faro por falta de canil na capital algarvia.

“Foi um caso pontual, mas reconhecemos que é crítico e que não é a situação ideal, por causa disso temos apoiado várias associações do concelho que ajudam animais”, explicou fonte da autarquia, acrescentando que se prevê a construção de um canil “a partir do próximo ano”.

Fonte: CM Jornal

Nota da Redação: Inaceitável, principalmente tratando-se de uma corporação cuja essência do trabalho é salvar vidas.

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Cães usam o faro para identificar reações humanas

Os cachorros são extremamente sensíveis a cheiros e sabores — coisas tão importantes para eles quanto a comunicação verbal ou a visão para os humanos.

Assim, quando um tutor volta da rua cheio de novos cheiros e gostos, seja da mão daquele colega de trabalho que foi cumprimentado ou da sujeira do banco de metrô em que sentou, ele está oferecendo ao seu cachorro um festival de sensações.

Se seu cão quer saber por onde você andou, isso significa, claro, que ele vê algo de especial em você. Mas eles gostam de cheirar e lamber mesmo desconhecidos.

“Saber do papel do odor para eles mudou minha forma de pensar sobre a maneira alegre com que minha cachorra cumprimentava um visitante, indo diretamente na região genital dele”, diz Alexandra Horowitz, da Universidade Columbia (EUA).

O comportamento da cachorra de Horowitz, que está lançando no Brasil o livro “A cabeça do cachorro” (BestSeller), faz todo sentido, diz.

As regiões genitais, assim como a boca e os sovacos, produzem muitos odores — e logo ensinamos às crianças a importância de lavá-las bem. Estando a boca e os sovacos geralmente mais distantes do cachorro, não é difícil imaginar que área ele vai atacar.

“Não deixar que um cão cheire um visitante equivale, entre humanos, a vendar-se na hora de abrir a porta para um estranho”, diz a cientista.

Para um cão, cada pessoa tem um cheiro inconfundível, o que faz com que eles nos identifiquem pelo odor. Humanos conseguem usar o nariz para saber, por exemplo, se alguém fumou, mas cachorros vão muito além.

Eles podem saber se você fez sexo, e até saber quem e quantas pessoas estavam junto. Ao se aproximar da sua boca, conseguem identificar o que você comeu.

Mais do que isso, cachorros sentem cheiro de medo.

“Gerações de crianças foram alertadas para nunca mostrar medo diante de um cão estranho”, diz Horowitz.

Não era à toa. Quando assustados, suamos, e o odor do nosso corpo entrega o pavor. Além disso, a adrenalina é inodora para nós, mas não para bichos de faro aguçado.

Não se sabe direito quais substâncias eles aprenderam a reconhecer, mas alguns cientistas propõem que, pelos estudos feitos, eles acertam mais que muitos doutores humanos.

Com informações da Folha de SP

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Cães são capazes de detectar câncer de próstata com o faro

O fiel amigo do homem, o cão, segundo um estudo efetuado por investigadores do hospital Tenon em Paris, na França, poderá conseguir através do faro que é 100 mil vezes superior ao olfato humano, ajudar na identificação do câncer de próstata.

Os investigadores de Tenon observaram que os cães conseguiam detectar corretamente a presença do câncer de próstata em 63 das 66 amostras de urina.

O fato dos cães conseguirem detectar corretamente a presença de câncer de próstata sugere que o temor poderá eliminar compostos orgânicos voláteis existentes na urina. Desta forma poder-se-á produzir um teste à urina que detecte o tumor, substituindo as atuais análise ao sangue.

Existem também estudos anteriores ao do Hospital Tenon que mostraram que os cães poderão ser capazes de detectar o câncer de mama e de pulmão.

Com informações do IP Jornal

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Você é o Repórter

Restaurante é fechado por vender carne

Gabriel Bitencourt

gcbitencourt@gmail.com

Foto: Reprodução/ blog Gabriel Bitencourt
Foto: Reprodução/ blog Gabriel Bitencourt
Foto: Reprodução/blog Gabriel Bitencourt
Foto: Reprodução/blog Gabriel Bitencourt
Foto: Reprodução/blog Gabriel Bitencourt
Foto: Reprodução/blog Gabriel Bitencourt
Foto: Reprodução/blog Gabriel Bitencourt
Foto: Reprodução/blog Gabriel Bitencourt

Notícia de novembro de 2009: Dois restaurantes foram fechados, no Bom Retiro, em São Paulo, por vender carne de cachorro. Havia motivos de ordem legal – abatedouro clandestino e a proibição, no Brasil, de abate de cachorro para o consumo. Foram presos.

O fato causou comoção, não pelo aspecto legal, mas pelo cultural. “Nossa, eles pegavam cachorros na rua, matavam e vendiam a restaurantes que os ofereciam cozidos ou assados a seus clientes”, espantam-se os leitores da notícia. E é este aspecto que quero abordar, o lado ético-cultural da relação dos seres humanos para com os animais.

Detalhe da notícia: os proprietários eram coreanos e os frequentadores do restaurante, via de regra, também eram. Na Coreia, a carne de cachorro é vendida e consumida normalmente.

Em visita à Itália, certa vez vi, no espaço destinado à venda de carnes de uma grande cadeia de supermercados, um setor só para a venda de carne de cavalo.

Considerando todos estes fatos, do ponto de vista ético, pergunto: que diferença faz comer carne de vaca, de porco, de cachorro, avestruz, macaco, gato…? Aliás, o porco é, por exemplo, um animal domesticável, inteligente, limpo e usado, inclusive, na Europa, para farejar trufas, dado o fato de que seu faro seria mais apurado do que o dos cachorros.

Em meu ponto de vista, diferença ética nenhuma. Há, evidentemente, diferenças culturais (porco aqui, pode, cachorro não) e relativas aos impactos ambientais que provocam (o gado provoca mais impacto do que a criação de galinhas).

Notícia de novembro de um ano futuro: fico imaginando um cenário dado por uma mudança de postura ético-cultural-ambiental onde a espantosa notícia seria essa: Restaurante fechado por vender carne.

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Você é o Repórter

Ativistas encontram animais com patas quebradas em vaquejada de Xerém (RJ)

Simple Zé
libertacaoanimal@yahoogrupos.com.br

Ativistas da Frente Abolicionista de Rodeios do estado do Rio (FARO-RJ) presenciaram o sofrimento de dois bois que tiveram suas patas fraturadas durante a Vaquejada de Xerém, na manhã do último domingo, 16 de agosto. Eles estavam em um caminhão que os levaria agonizantes do distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, até Juiz de Fora (MG), em uma viagem de cerca de 170 quilômetros, onde seriam sacrificados em um abatedouro.

A ausência da veterinária responsável pela Vaquejada atestou a desorganização e o descaso em relação aos animais utilizados no evento. Com a chegada da veterinária, um dos animais, já no curral, recebeu a eutanásia, procedimento que, segundo as próprias autoridades da defesa sanitária presentes no local, não poderia ser realizado naquelas condições de assepsia. O outro animal misteriosamente sumiu, não tendo mais sido visto pelos ativistas no momento da eutanásia do primeiro.

Os ativistas foram expulsos da área dos currais no momento da morte do animal, sendo proibidos de conferir se o procedimento havia sido realizado corretamente. Alguns ainda tentaram filmar o que ocorria de longe, mas logo um caminhão foi estacionado na frente dos currais, impossibilitando o registro pelas câmeras. O animal foi içado por uma retro-escavadeira, já morto, e removido do local.

Mais cenas de abuso e violência durante o transporte dos animais foram presenciadas. Tendo que atravessar um rio para chegar ao curral, alguns bois caíam na água e eram pisoteados pelo restante do rebanho. Nos currais eram armazenados sem nem mesmo espaço para se moverem.

Cerca de quatro ativistas, a veterinária do evento e um agente da fiscalização sanitária, foram encaminhados à 61ª Delegacia de Polícia, em Xerém, onde foi feito o registro de ocorrência alegando maus-tratos e os depoimentos, após cerca de 5 horas de espera, foram colhidos. A vaquejada, cujo início ocorreria às 11h da manhã, começou com 6 horas de atraso e sem a presença da veterinária responsável, contrariando o previsto por lei.

Outras imagens de maus-tratos típicas das Vaquejadas foram captadas na arena. A regra do “jogo” estipula que, em uma arena de cerca de 150 metros, o boi seja solto, tendo o vaqueiro que derrubá-lo em uma área estipulada e marcada por duas linhas. Derrubado, quando ainda correndo em velocidade, por um puxão de rabo, o animal cai bruscamente rolando no chão, podendo acarretar fraturas nas patas e no pescoço que custarão a sua vida. O site Vaquejadas.com, ao explicar como ocorrem esses ?espetáculos? , deixa clara a natureza brutal dessa prática que exige ser chamada de esporte: ?O boi será julgado de pé. Deitado, somente caso não tenha condições de levantar-se? .

Assista a brutalidade com que foi tratado um dos bois com a pata fraturada:

httpv://www.youtube.com/watch?v=IUF_u8GwHvw

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