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Aventureiros levam seus gatos para acampar e o resultado é fantástico

Os gatos tendem a ser preguiçosos, nada amigos de mudanças e pouco entusiastas por passeios ao ar livre. Mas se achava que era impossível levar o gato a acampar, desengane-se. Já há várias pessoas a fazê-lo e eles parecem apreciar bastante a calma de umas férias no meio da natureza.

Conheça alguns exemplos partilhados na página de Instagram Camping With Cats, que agrega várias fotografias publicados com a hashtag #campingwithcats, na galeria de imagens abaixo.

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*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Vídeo mostra os primeiros momentos do resgate no Instituto Royal

Era pouco depois de 1h de sexta-feira (18) quando um grupo de defensores dos direitos dos animais pulou os muros de um centro de pesquisas em São Roque, no interior de São Paulo.

Imagens mostram os primeiros momentos da invasão ao Instituto Royal.

“Pode entrar, pode entrar, tá cheio de filhote ali”, diz um dos integrantes do grupo.

“Olha só, olha a cara desse animal. Como a gente permite que isso continue existindo nesse país”, mostra outra pessoa do grupo defensor dos direitos dos animais.

Uma mulher entra na jaula para conseguir pegar os cãezinhos. O chão está cheio de sujeira.

Um cão é encontrado morto, congelado em um saco plástico.

“Ah, acharam cachorro morto, é? Sabia. Óbvio”, alerta um integrante.

Os Beagles são passados de mão em mão e distribuídos entre as pessoas. A adoção é feita na hora.

O protesto começou no dia 12 de outubro, quando um pequeno grupo se acorrentou aos portões do centro de pesquisas.

O número de pessoas foi aumentando e o clima ficou cada vez mais tenso, contou uma das ativistas, Adriana Greco. “Eu comecei a pedir para o pessoal vir para invadir mesmo, porque a gente tinha que fazer alguma coisa porque estava muito revoltante”, explicou.

No sábado (19), Adriana negou ter pedido a invasão.

“A gente não tinha intenção nenhuma de invasão. Quando eu subi, eu já não vi mais nada. Não sei quem levou. Eu não fiquei com nenhum, porque eu não fui lá pra isso”, conta Adriana.

Neste domingo, o advogado de Adriana mandou um email tentando impedir a exibição de imagens e de entrevistas de sua cliente.

De acordo com os princípios editoriais das Organizações Globo, o Fantástico avaliou que as declarações dela são de interesse público e essenciais para a reportagem.

Neste sábado (19), o grupo fez um novo protesto na porta do centro de pesquisas, que terminou em confronto com a polícia e carros incendiados.

As ativistas dizem que a manifestação era pacífica. “A gente sabe que alguns veículos foram incendiados, mas a gente não sabe como que isso aconteceu”, conta a ativista Jane Santos.

Os 178 cães retirados do instituto foram levados para as casas de diversas pessoas.

Em São Roque, um casal, que não quer se identificar, abrigou um filhote. “Você não está ali porque você quer escolher um cachorro, como se você fosse comprar ou adotar. Você tá ali por amor, entendeu? O que eu não quero para mim eu não quero para o meu próximo, seja ele uma pessoa, seja um animal”, explica o casal.

Na capital, São Paulo, um jovem está com seis cachorros. “Claramente eles sofreram muitos maus-tratos”, afirma o jovem.

A invasão foi no Instituto Royal, um dos mais importantes centros de pesquisas do país. Os estudos em animais eram feitos para testar produtos da indústria farmacêutica antes de eles serem usados por seres humanos.

A pedido do Fantástico, a gerente do Instituto analisou as imagens feitas após a entrada dos ativistas.

Fantástico: Doutora Silvia, conta pra gente. A gente tá vendo uma imagem ali, que parte do prédio que era?
Silvia: Essa é a recepção do prédio. Foram destruídos os computadores, a porta principal foi destruída. Eles levaram arquivos, eles levaram inclusive medicamentos.

Fantástico: Aí é o canil, porque está nessas condições, com essa sujeira?
Silvia: As baias estão sujas porque primeiro: nossos funcionários foram impedidos de trabalhar no dia anterior. Conforme 150 pessoas entram dentro de um lugar como esse, os animais se assustaram. Então essa quantidade de fezes e urina é justamente pelo estresse provocado por aquele ato. Eles estão acostumados desde que nascem a três, quatro pessoas, as mesmas. Nessa sala estão os futuros medicamentos que nós teríamos. Remédios para câncer, remédios para gastrite, remédios para dor de cabeça, antibióticos. Ali não tem cão, ali não tem animal nenhum. Ali é um laboratório de pesquisa e eles entraram e destruíram praticamente tudo”, explica a gerente do Instituto.

O diretor científico do Instituto Royal afirma que apenas remédios eram testados no local. “A indústria de cosméticos não usa animais. As indústrias sérias que trabalham com cosméticos não usam mais animais”, explica João Antônio Henriques.

Ele nega maus-tratos aos animais. “Absolutamente. Eram tratados com muito conforto, com muito cuidado”, afirma João Antônio.

Um dos Beagles com o jovem de São Paulo estava com a língua machucada. “A gente suspeita que seja em recorrência de algum trauma com muita dor, então ele acaba mordendo a língua”, diz um jovem.

“Houve uma briga dentro do canil num momento de recreação. Isso é uma coisa normal que acontece em qualquer canil”, afirma o diretor científico do Instituto.

Sobre o cão encontrado congelado, o pesquisador diz que a morte foi natural. “Estava congelado porque foi no final do dia e nós tínhamos que esperar que a veterinária, patologista, viesse para analisar o animal e verificar o motivo da sua morte”, explica o João Antônio.

A fiscalização das atividades do Instituto Royal era feita pelo Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal – o Concea – do Ministério da Ciência e Tecnologia.

O coordenador do órgão afirma que não havia irregularidades no local. “O Instituto Royal tinha todo o credenciamento para realizar as pesquisas com animais”, diz o coordenador do Concea, Marcelo Morales.

Segundo ele, o Brasil tem regras rígidas para proteger animais usados como cobaias.

“Nós temos que ter veterinários presentes. Esses animais quando passam por procedimentos têm que estar anestesiados”, esclarece o coordenador do Concea.

Após denúncias dos ativistas, um promotor público começou uma investigação para saber se os animais eram ou não vítimas de abusos. O trabalho foi interrompido após a invasão.

“Com essa invasão, grande parte de provas que poderiam ser angariadas para a nossa investigação foram destruídas”, revela o promotor Wilson Velasco Júnior.

Os testes em animais geram polêmica no mundo todo. Na internet, celebridades brasileiras apoiaram os ativistas que invadiram o instituto.

Para o representante do Ministério da Ciência, esse tipo de estudo é necessário.

“Todos os medicamentos que nós temos nas prateleiras das farmácias foram testados em animais. O Beagle é utilizado como padrão internacional. Ele tem uma similaridade muito grande com o organismo humano. Substituir o cão? Quem sabe no futuro. Mas a gente ainda está muito longe disso”, diz o coordenador do Concea, Marcelo Morales.

“A população tem que entender que o que nós fazemos ali é para benefício da própria população. Quando a pessoa tem uma dor de cabeça, ela vai na farmácia e toma um remédio. Agora como esse remédio chegou até a prateleira? Nós não somos matadores de cães, matadores de animais. Nós não somos esses monstros”, afirma a gerente do Instituto Royal.

“A gente se preocupa com eles. Eu sou a favor sim da ciência, do avanço da ciência, algumas coisas, mas eu sou totalmente contra. Eu posso ser leiga, mas eu não vejo similaridade em testar um produto em um animal e um ser humano”, diz uma das ativistas.

A polícia registrou dois boletins de ocorrência: um para investigar a denúncia de maus-tratos no Instituto e outro contra os ativistas, por furto.

“Eu não cometi crime, eu salvei uma vida”, disse uma das pessoas do grupo de defensores dos animais.

Segundo o delegado responsável pelo caso, quem estiver com um dos cães do Instituto Royal pode ser indiciado por crime de receptação.

Neste domingo, o deputado federal Protógenes Queiroz visitou o Instituto Royal e afirmou que a Câmara vai investigar as denúncias de violência contra os animais.

Neste sábado (19), os dois primeiros cachorros foram recuperados pela polícia, abandonados na rua.

Fonte: G1 

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Você é o Repórter

A verdade sobre a chimpanzé Kate na novela Caras e Bocas

Projeto GAP

projetogap@projetog ap.com.br

Esta é a primeira vez que falamos publicamente da novela Caras e Bocas, da TV Globo, que terminou no dia 8 de janeiro, após quase 10 meses de exibição e com altos índices de audiência.

Durante todo este tempo, acompanhamos a novela diariamente (apesar de não ser nosso costume) e também tivemos contato com a direção da Globo sob vários aspectos da mesma. A novela teve um mérito: mostrou o que os chimpanzés são capazes de fazer, sua inteligência, sua esperteza, sua capacidade de planejar o futuro, seus sentimentos, praticamente tudo sobre o que temos falado nos últimos 10 anos – sua humanidade.

No entanto, alertamos a Globo sobre o lado negativo da novela:  a falsa imagem deixada para a sociedade de que um chimpanzé pode viver na casa de humanos, andar pela rua, relacionar-se com qualquer tipo de pessoa sem que um acidente trágico ocorra (como já relatado em nosso site).

Agora que o programa Fantástico (exibido no dia 10 de janeiro) revelou que o destino de Kate foi o de voltar para o local de onde saiu – o Zoológico do Parque de Diversões Beto Carrero World, em um ilha mínima (180m2), exposta ao público – nos sentimos livres para contar a verdadeira história sobre o destino de Kate.

Durante o desenrolar da novela, a Rede Globo fez uma proposta ao filho de Beto Carrero para a compra de Kate. No início ele aceitou. A idéia era entregá-la ao Santuário do GAP em Sorocaba, onde moram sua mãe e dois de seus irmãos, e onde poderia desfrutar da vida longe da exploração comercial, sem visitação pública, em recintos de 1000m2 ou mais.

Quando a operação foi oficializada, a Globo deveria informar ao Beto Carrero World o destino final da Kate, por norma do IBAMA. A emissora, obviamente, não tinha qualificação para recebê-la, por não se tratar de um Mantenedouro de Fauna Exótica, como a Lei exige. Quando o Santuário do GAP foi mencionado, os responsáveis pelo parque de diversões não aceitaram. Por quê? Vamos relatar aqui um caso judicial que tivemos com Beto Carrero nos últimos anos e que motivou essa retaliação.

Caso ex- Circo Garcia: O Circo Garcia foi um dos circos com maior quantidade de chimpanzés no Brasil. Anos atrás chegou a ter 27 em jaulas dentro de duas carretas de transporte. Reproduziam intensamente, chegando a produzir uma dúzia de bebês em poucos anos.

O circo teve dificuldades financeiras mais de 5 anos atrás e terminou fechado. Sua proprietária, Carola Garcia, tinha aposentado os chimpanzés em uma pequena chácara em Vargem Grande Paulista, junto ao Santuário do GAP local, de propriedade de Selma e Sonia Mandruca, que mantinham uma relação de amizade com Carola.

Quando Carola adoeceu, ficou hospitalizada e recebeu a visita de Beto Carrero, fazendo-lhe mudar uma doação já realizada por ela, protocolada no IBAMA, dos 14 chimpanzés que lhe restavam e estavam na chácara. Ela sugeriu a divisão dos primatas ( 7 para cada local), mas a promessa não foi cumprida já que Carola morreu antes de os chimpanzés serem transferidos para qualquer lugar.

O IBAMA “lavou as mãos” e, apesar de ter um documento protocolado para a doação dos 14 chimpanzés para Sorocaba, não quis tomar partido. Ante essa situação e porque nós já estávamos cuidando daqueles infelizes chimpanzés há mais de um ano, decidimos, entre os Santuários de Sorocaba e do Paraná, pela compra da herdeira do espólio do Circo, a chácara com todos os chimpanzés e instalações. Foi tudo realizado transparentemente, com registro em cartório.  O IBAMA nos deu, então, os documentos para transferir os chimpanzés – uma parte para o Paraná e outros para Sorocaba.

Em uma medida surpresa e ocultando da Justiça que nós éramos os legítimos proprietários das instalações e dos chimpanzés, Beto Carrero entrou com uma ação judicial e conseguiu uma liminar para retirar os 7 chimpanzés que alegou pertencerem a ele por uma promessa da ex-dona do circo, falecida. Uma juíza de São Paulo deu a liminar e eles entraram com força policial e armas expostas no Santuário do Instituto Anami do Paraná, afiliado ao GAP, levando 5 chimpanzés. O Santuário do Paraná entrou com uma ação de restituição de posse e, após vários meses, conseguiu a vitória no Tribunal Regional de São Paulo. Fomos até lá e retiramos os chimpanzés seqüestrados por Beto Carrero.

Após o fracasso do intento de sequestro, eu me reuni com Beto Carrero em São Paulo para tentar acabar com as brigas e pedi que ele transferisse os 6 chimpanzés restantes – moradores de ilhas minúsculas de seu parque, por onde passa um trenzinho com visitantes a cada meia hora, infernizando a vida dos pobres primatas.

O teor daquela conversa foi muito positivo, mas a inesperada morte de Beto Carrero ocorreu uma semana após a nossa conversa. O filho de Beto tentou insistir com o processo dos 7 chimpanzés, porém, novamente perdeu o recurso semanas atrás, sendo fortemente desqualificado pelo Tribunal por sua tentativa de seqüestro dos chimpanzés. Uma ação indenizatória dos proprietários do Santuário, de vários milhões, corre no Judiciário do Paraná. Haviam pessoas idosas, com mais de 80 anos, que precisaram receber tratamento médico urgente após a invasão policial comandada pelos advogados de Beto Carrero quando levaram os 5 chimpanzés.

Quem é a Kate? A novela “Caras e Bocas” precisava de um chimpanzé macho. Como o único “em condições de ser usada” era Kate, resolveram escolhê-la e tratá-la como um macho na novela. Nos capítulos finais, inclusive, “arrumaram uma namorada” para a personagem, representada pela própria Kate, fazendo ambos os papéis.

Kate nasceu em um zoológico do interior de São Paulo. Ela e sua mãe Margarete foram transferidas ou vendidas para um Criadouro Comercial que existia na época. Kate terminou sendo vendida para um dos circos de Beto Carrero. A Margarete continuou tendo bebês, até chegar ao Santuário do GAP de Sorocaba, junto com seus dois últimos filhos: Noel (agora com 12 anos) e Emílio (com 10 anos).

O Silêncio: Nós não falamos nada até hoje, apesar de sermos questionados e até criticados por não dar nenhum posicionamento, porque a participação de um chimpanzé na novela tinha sido aprovada pelo IBAMA e sabíamos que pouco poderíamos fazer. Vale lembrar que o próprio IBAMA e seu setor de Fauna, publicamente, rechaçaram e condenaram o uso de animais nesse tipo de programa.

Sabíamos que a Globo usava muitos truques e recursos de computação para substituir o trabalho real do chimpanzé, o que reduzia seu stress. A maioria das pessoas, no entanto, não percebia. Praticamente nenhum dos atores contracenava realmente com Kate.

Por outro lado, a novela tinha o mérito de mostrar o delito do tráfico de animais, os maus tratos realizados pelos circos e o fato de Kate (“Chico”) ter fugido de um circo, além de dar a ele (Chico), como destino final, um Santuário para a Fauna Silvestre, como falado no último capítulo. Por este lado, existia sintonia entre a novela e os princípios do GAP.

No fim, o mais triste de tudo isso é o destino de Kate, de volta a um zoológico para ser explorada e enriquecer empresários que pouco se importam com a vida destes seres inocentes tão próximos a nós.

Dr. Pedro A. Ynterian

Presidente, Projeto GAP Internacional

www.projetogap.org.br

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Fantástico apresenta série que revela danos à natureza causados pelo plástico

O programa Fantástico, da TV Globo, anunciou uma nova série para 2010, que estreia no primeiro domingo de janeiro. O documentário “Oceans of Plastic” (Oceano de Plástico, em português), produzido pela francesa Java Filmes, mostrará o prejuízo que materiais plásticos causam à natureza.

A série revelará os danos à natureza causados pelo plástico, com entrevistas com pesquisadores, cenas de animais afetados pelo material, pesquisas sobre o impacto do plástico no meio ambiente, além de reportagens de André Junqueira, que mostrará os prejuízos ao território brasileiro.

Com informações de TV Repórter

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Você é o Repórter

Reportagem perniciosa exibida no Fantástico

Rosemary Ribeiro
rosetica2007@yahoo.com.br

Gostaria de demonstrar o meu desagrado quanto à apresentação da reportagem “Cachorro emite mais gás carbônico do que um carro”, exibida ontem, 20/12/2009, no Fantástico.

Acho lamentável esta reportagem, na medida em que é apresentada no domingo em horário nobre para milhares de telespectadores que não têm criticidade para refletir nem mesmo sobre sua condição de moradores do Planeta Terra. O Fantástico não se preocupou em mostrar quanto polui a produção de carne para o consumo do homem, nem mesmo abriu discussão sobre que direitos tem o homem de decidir sobre a vida de milhares de espécies que dividem a Terra com ele, inclusive o coitado do boi que vai parar em sua mesa todos os dias. Além disso, não se preocuparam em saber quantos animais de estimação iriam parar nas ruas, abandonados por seus tutores no dia seguinte a essa reportagem.

Nem mesmo se deram ao luxo de se preocupar o quanto isso pode agravar o problema de saúde pública em nosso país. Em vez de esclarecer sobre formas de diminuir o consumo dos recursos não renováveis e a produção do lixo, a repórter se preocupou em perguntar a tutoras de animais se não queriam se desfazer de seus animais. Para mim é muita demagogia!

Creio que os autores da reportagem deveriam se informar em sites idôneos sobre ecologia, antes de ficar copiando reportagens estrangeiras, que nada têm a ver com nossa realidade, apenas para aumentar o índice do IBOPE no domingo à noite.

Sugestão:
Sociedade Vegetariana Brasileira
http://www.svb.org.br/vegetarianismo/index.php?option=com_content&task=view&id=102&Itemid=224
Este site tem uma cartilha que pode esclarecer muito sobre a pecuária e seus efeitos sobre o meio ambiente.

Veja a matéria e reflita. Escreva para a Rede Globo e deixe sua posição. Precisamos questionar o que os meios de comunicacão induzem nossa população a fazer. A condição das outras espécies já está tão precária. Imagine só com o incentivo para que se abandonem os animais que ainda gozam de uma de uma certa indulgência de nós seres humanos…

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUI1421952-15605,00.html

Atenciosamente,
Rosemary Ribeiro

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Fantástico comete três erros com chimpanzé da novela

Por Fátima Chuecco  (da Redação)

O Fantástico apresentado no primeiro domingo deste mês conseguiu dar três informações erradas sobre Chico que, na verdade, é uma chimpanzé (fêmea) do Zoo de SP.

Primeiro chamou-a de “macaca” – sendo que, tratando-se de um primata sem rabo, não poderia ser chamado assim. Gorilas, chimpanzés, orangotangos e humanos são todos grandes primatas. Macacos são os primatas que possuem rabo, como o sagui, o mico-leão-dourado e outros.

Segundo erro: a repórter Renata diz que os cientistas alegam que os demais animais não têm sentimentos. Isso não é verdade. Há cada vez mais pesquisas e cientistas afirmando e provando o contrário. A chimpanzé deu uma prova incontestável disso na novela ao beijar o ator sem qualquer ensaio. Ela compreendeu o sentimento que ele interpretava e quis retribuir carinho e conforto. Foi emotiva.

Por último, uma das atrizes da mesma novela diz que a chimpanzé tem patas. Então a atriz também tem, porque ambas são da mesma espécie: grandes primatas evoluídos, ou seja, que se utilizam de ferramentas e possuem sistemas sociais complexos com formação de família e hierarquia.

Todos já devem ter visto em documentários chimpanzés operando computador, se reconhecendo no espelho e com dotes artísticos como pintura. A maioria aprende rápido a linguagem dos sinais.

Assista aqui a um vídeo que mostra alguns dos sentimentos mais presentes nos chimpanzés e… em todos os grandes primatas.

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