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Peixes se arriscam e buscam oxigênio em superfície de lagoa

Foto: Divulgação
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Essa semana, moradores da região do Parque Lagoas do Norte, foram surpreendidos por um fenômeno natural em uma das lagoas do local. Vários peixes estavam na superfície em busca de oxigênio. Inicialmente acreditava-se que eles estavam mortos, mas a administração do parque constatou que não houve morte dos peixes.

Desde as seis horas da manhã de terça-feira, 3, biólogos e zeladores do parque fazem o monitoramento e a transferência dos peixes para outra lagoa. De acordo com o chefe de manutenção do Parque, Renato da Silva, esta é a segunda vez que o fenômeno acontece.

“Hoje (ontem) logo cedo recebemos o telefone dos zeladores afirmando que uma grande quantidade de peixes estava na superfície da lagoa. Quando chegamos ao local verificamos que se tratava de um fenômeno em que os peixes buscam oxigênio devido vazão de água na lagoa, mas nenhum morre”, disse Renato.

O chefe ainda relata que a água da lagoa está sendo coletada para ser analisada e detectar se o fenômeno tem a ver apenas com a vazão da água, ou se envolve questões de poluição também.

Já de acordo com a bióloga Zelinda de Oliveira, o motivo da reação dos peixes é a falta de oxigênio na água. “A gente mesmo sofre com a baixa umidade do ar, imagine os animais. O oxigênio da água está muito baixo e eles foram para a superfície logo no início da manhã, devido ao sol não está tão forte. Fomos surpreendidos de ontem para hoje com isso, mas já estamos realizando a transição dos peixes para outra lagoa”, disse.

Os peixes foram levados por uma equipe do Parque para outra lagoa que não estava sofrendo do fenômeno, para evitar que morressem. “Estamos fazendo esse remanejamento enquanto equipamentos de areação não chegam e evite essa falta de oxigenação. A água está evaporando e existem outros tantos fatores que ocasionam, como contaminação, umidade do ar e falta de chuvas”, afirma Zelinda.

A lagoa recebe resíduos do esgoto, fazendo com que haja muitos nutrientes, pouca penetração de luz e pouco oxigênio dissolvido, por isso os peixes buscam oxigênio fora da água. “A prefeitura já iniciou o processo de saneamento básico da lagoa e vamos levar o esgoto para a estação do Pirajá, assim todas as lagoas receberão tratamento adequado”, conta Renato.

Fonte: Portal O Dia 

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Peixes morrem por falta de oxigênio em lago na Grécia

Pescador olha para peixes mortos no lago Ismarida, na Grécia. (Foto: Sakis Mitrolidis/ AFP Photo/ Divulgação)
Pescador olha para peixes mortos no lago Ismarida, na Grécia. (Foto: Sakis Mitrolidis/ AFP Photo/ Divulgação)

Cerca de 10 toneladas de peixes mortos flutuavam nesta quinta-feira (5) no lago Ismarida, próximo da cidade de Komotini, na Grécia, a 800 km de Atenas. Especialistas descobriram que as mortes devem-se à falta de oxigênio em algumas partes do lago.

O chefe da equipe que gerencia o lago, Manos Koutrakis, disse que autoridades ficaram perplexas quanto à falta de oxigênio na água. Antes, havia sido levantada a possibilidade de que os peixes tinham sido mortos por pescadores com dinamite.

Peixes morreram provavelmente devido à falta de oxigênio no lago Ismarida, na Grécia.(Foto: Sakis Mitrolidis/ AFP Photo/ Divulgação)
Peixes morreram provavelmente devido à falta de oxigênio no lago Ismarida, na Grécia.(Foto: Sakis Mitrolidis/ AFP Photo/ Divulgação)

Fonte: G1

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Peixes morrem por causa de algas na barragem dos Patudos em Portugal

A Câmara de Alpiarça vai colocar cerca de 150 pacotes de palha de cevada na barragem dos Patudos, em Portugal, para conter a entrada de algas que tem matado peixes na área. Os técnicos recomendam que se utilize palha de cevada porque esta, ao decompor-se, liberta um produto químico orgânico que ajuda a inibir o crescimento das algas que consomem grande parte do oxigênio da água, o que provoca a morte dos peixes. “Especialistas aconselharam-nos a colocar os pacotes em profundidade porque é no fundo que as algas se encontram”, justifica o vice-presidente Carlos Jorge Pereira.

A partir de 15 de Setembro vai ser colocada uma bomba de jato de água e também vão ser colocados pontos de arejamento ao longo da barragem para ajudar a oxigenar a água e preservar a vida dos peixes. O presidente da autarquia, Mário Pereira, garantiu que a situação da morte dos peixes na barragem está controlada e nunca mais voltou a acontecer.

A Administração Regional Hidrográfica do Tejo (ARH Tejo) tem realizado análises da água e o executivo municipal já pediu para que os dados sejam enviados para a autarquia para estar a par dos mesmos.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores 

Fonte: O Mirante

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Para ambientalista, mortandade de peixes deve-se a lançamento de efluentos tóxicos no rio

Em decorrência da mortandade de peixes ocorrida na última quarta-feira (08) , a presidente do movimento ecológico SOS Rio dos Sinos, Dione Moraes, e o engenheiro químico, João Boss, estiveram na região do incidente coletando amostras e fazendo observações.

Foto:Divulgação

“Fomos informados que havia grande quantidade de peixes mortos e presos nos remansos, além de muitos agonizando nas margens. Caminhamos um longo trecho pelas trilhas que margeiam o rio e encontramos muitos peixes de várias espécies como traíras, jundia, cascudo e inclusive uma espécie de rã que possui um ferrão, todos estava agonizando”, conta Dione.

Foram constatadas manchas nos animais, que não estavam presentes em peixes saudáveis.“O objetivo era comprovar os resultados das análises citotoxicológicas realizadas com a água do rio após a mortandade ocorrida no início de novembro deste ano.” Dione conta que esses peixes apresentaram características características como desorientação; haviam se perdido e batido nas margens do rio. A respiração deles estava ofegante, a barriga inchada, sem causa aparente”, conta a presidente do SOS. Ela destaca que ainda é necessário aguardar os demais resultados das análises, que devem estar prontos na próxima semana.

Segundo a ambientalista, a vazão de água do Rio dos Sinos está boa e o nível satisfatório, com correnteza bem forte, “o que chama mais atenção para o fato de ter ocorrido uma mortandade”, ressalta, lembrando que estas características deveriam ter mantido o nível de oxigênio suficiente para a vida das espécies.

Em um monitoramente realizado no dia 22 de novembro, Dione diz que o PH da água estava muito baixo e o nível de fósforo estava muito acima dos parâmetros considerados normais. Na ocasião, foram colhidas amostras de água próximo a captação de água da Comusa, no Arroio Luiz Rau (na ponte da Av.Pedro Dams Filho) e em São Leopoldo (em frente ao Clube de Regatas Humaitá).

Falta de oxigênio na água

Como citado acima, pelas características que o rio se encontrava, e pela falta de oxigênio da água constatada, a presidente do SOS Rio dos Sinos diz que tudo leva a afirmar que tenha sido depositado no rio uma grande quantidade de poluente “e com grande potencial de gerar impacto no meio ambiente aquático”, diz.

A hipótese se baseia nas constatações da água e pelos sintomas apresentados pelos peixes como hemorragia, desorientação e asfixia, o que contribui para a possibilidade levantada pela Secretaria de Meio Ambiente, em ter ocorrido lançamento de produtos de origem agrícola, utilizado nas plantações e descartado de forma ilegal.

Dione lembra que em 2006, ano em que houve grande mobilização pela morte de cerca de 90 toneladas de peixes, já havia sido flagrado um empreendimento de cultivo de arroz, que jogava a drenagem de suas lavouras diretamente no Rio dos Sinos

A ecologista espera que a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente tome as medidas cabíveis e “identifique os responsáveis por este crime ambiental, que coloca em risco a sobrevivência de todas as espécies que dependem do Rio”, ressalta.

Com informações do Novo Hamburgo.Org

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Peixes mortos aparecem no Rio Gravataí (RS)

Especialista acredita que poluição causou falta de oxigênio aos animais

Animais começaram a surgir nas margens do Rio Gravataí na quinta-feira. (Foto:Ronaldo Bernardi)

Desde quinta-feira, peixes das espécimes branca, pintado e judiá aparecem mortos nas margens do Rio Gravataí, próximo à ponte da BR-116, entre Porto Alegre e Canoas. Segundo os funcionários do Clube Náutico Albatroz, próximo do local, o problema é recorrente.

O engenheiro químico do serviço de emergência da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) Vilson Trava Dutra acredita que a falta de oxigênio tenha matado os animais. O órgão é responsável por monitorar o local.

Para Dutra, o problema começou com a chuva da semana passada. Em razão do alto índice pluviométrico, houve bombeamento de água pluvial e esgoto da zona norte de Porto Alegre para o canal de drenagem no Sarandi. As bombas foram acionadas para que a água pudesse ir para o Rio Gravataí. Dutra afirma que o lixo presente no canal provoca diminuição do oxigênio da água.

“Estamos na época em que esses peixes sobem do Guaíba para cá em busca de alimento e para procriação. Mas, ao chegarem aqui, se deparam com esgoto e morrem. A solução seria o tratamento de esgoto e não jogar lixo no canal de drenagem”, afirma o engenheiro.

Fonte: Zero Hora

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Fenômeno no mar provoca a morte de espécies marinhas no México

Por Raquel Soldera (da Redação)

Um misterioso fenômeno no mar é estudado por pesquisadores do Instituto de Limnologia da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Classificado como capa anóxica, já provocou a morte de várias espécies marinhas este ano.

Imagem: Debate.com
Imagem: Debate.com

O pesquisador de ictiologia da UNAM, Felipe Amezcua Martínez, indicou que, com base em amostras recentes de Teacapán, município de Escuinapa, no México, foram detectadas algumas porções de água não tinham oxigênio, matando 37 espécies diferentes de peixes que apareceram espalhados na costa.

A capa anóxica é a falta de oxigênio na água, ocasionada por correntes marinhas que trazem temperaturas geladas, com baixo oxigênio, matando os organismos. Martinéz explicou que a capa anóxica sempre existiu em Mazatlán. “No entanto, a sua área de extensão está aumentando cada vez mais”.

Entre as hipóteses desse aumento da capa anóxica está a mudança climática, que aumenta a temperatura do mar, e acredita-se também que pode ser um processo natural que se torna cada vez mais frequente devido à ação do homem.

Martínez disse que, ao recolher amostras da água, notaram que existe muito pouco oxigênio perto da superfície e das rochas brancas onde vivem os lobos-marinhos.

Ramón Morán Angulo, pesquisador de ecologia, afirmou que “a falta de oxigênio provocou a morte de aproximadamente 20 milhões de moluscos em Teacapán, em 2007. Recentemente, também se registraram casos de mortes de peixes”.

O oxigênio registrado nas águas da região vai de zero a 3 miligramas por litro, e a média de oxigênio adequada no mar é de 7 a 8 miligramas por litro.

Com informações de Debate.com

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Dez mil peixes morrem em rio de Xangai em apenas 5 minutos

Cerca de 10 mil peixes morreram em apenas cinco minutos em um dos rios de Xangai por causas desconhecidas, informou nesta segunda-feira o jornal oficial “Shanghai Daily”.

Mais de 100 moradores do município de Sanlin, na zona econômica especial de Pudong, começaram a pegar os peixes que flutuavam ao longo de cerca de 1,5 mil metros do rio para comê-los, mas desistiram, alarmados com a grande quantidade de animais que emergiam à superfície.

As primeiras investigações indicam que a causa da morte em massa foi devido à falta de oxigênio, mas os responsáveis ambientais da cidade ainda não sabem o que pode ter provocado o fenômeno, indicou o jornal oficial.

Entre as possibilidades, está a baixa pressão ou o efeito de uma estação de bombeamento de água construída há pouco tempo na parte alta do rio.

A China conta com alguns dos rios mais poluídos do planeta, como é o caso do Yang Tsé em sua desembocadura em Xangai e de seus afluentes na área.

Fonte:  IG

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Operação Peixe Vivo salva quase 10 mil peixes adultos e jovens de várias espécies

Continuando as ações de fiscalização, uma equipe da Unidade Regional do Naturatins – Instituto Natureza do Tocantins de Lagoa da Confusão realizou, recentemente, a segunda Operação Peixe Vivo. O salvamento aconteceu em um canal de irrigação de uma propridade rural, resultando na captura de 200 peixes.

Os tucunaré, piranha e traíra salvos foram soltos no rio Formoso, manancial próximo do local do salvamento e que oferece condições de sobrevivência aos peixes.

Esta é o segundo salvamento deste ano, o primeiro  também realizado pela Regional de Lagoa da Confusão, retirou quase 60 peixes que sofriam por insuficiência de água.

Dentre as espécies capturadas estavam aruanã, piau, mandi, piranha vermelha, piaba e tucunaré, além de oito pirarucus, espécie que corre risco de extinção.

Operação Peixe Vivo

Desde junho de 1997, o Naturatins desenvolve a Operação Peixe Vivo, que já realizou o salvamento de quase 10 mil peixes adultos e jovens de várias espécies, fadados à morte pela falta de oxigênio na água. A operação é uma ação emergencial em conseqüência da seca no Estado, onde muitos córregos, lagos e canais tiveram sua vazão de água reduzida. Ao serem localizados em áreas de risco, os peixes são transferidos para outro lugar, onde há maior vazão de água.

Fonte: O Girassol

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Peixes amanhecem mortos no Rio dos Sinos (RS)

imagem de peixes mortosPeixes mortos surgiram nesta manhã (23) no Rio dos Sinos, entre Canoas e Nova Santa Rita, próximo à ponte da BR-386, Rio Grande do Sul.  A causa atribuída foi o nível baixo no oxigênio da água, em virtude da carga orgânica lançada no leito aliada ao calor fora de época. Isso levou os cardumes a subirem à tona para tentar respirar, escapando das partes mais fundas, onde a matéria orgânica se concentra. Segundo a Prefeitura nova-santaritense, pelo menos uma centena de peixes mortos foi recolhida, a grande maioria pintados.

Técnicos do Serviço de Emergência Ambiental (Seamb) da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam) deslocaram-se nesta tarde para o local. Um químico e uma bióloga percorreram o rio buscando detectar as causas para a morte dos peixes. A causa mais provável para o ocorrido, segundo a fundação, é a carga orgânica lançada no leito, agravada pelo nível da água abaixo dos normal e pela elevação nas temperaturas nos últimos dias. Não há, até o momento, indicação de despejo industrial clandestino no rio.

Fonte: Diário de Canoas

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