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Pela primeira vez, Justiça do Piauí determina resgate de cão maltratado

Após ser resgatado, o cachorro foi encaminhado para o abrigo de uma ONG de proteção animal


Um cachorro que vivia em condições de maus-tratos foi resgatado na sexta-feira (8) em Teresina, no Piauí. O resgate foi realizado para cumprir uma decisão judicial.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

O caso foi denunciado à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). Após policiais vistoriarem o local da denúncia e comprovarem os maus-tratos, a delegada Edenilza Viana, titular da DPMA, acionou a Justiça.

Pela primeira vez no Piauí, o resgate de um animal maltratado foi determinado pela Justiça. O mandado foi expedido em 48 horas pelo juiz titular da Central de Inquéritos de Teresina, Luiz Henrique Rêgo. As informações são do G1.

De acordo com a polícia, o cachorro era mantido amarrado 24 horas em uma coluna com uma corrente curta, exposto ao calor intenso, sem sombra, e recebia pouca água e comida. Ele foi encontrado bastante magro.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Levada à Central de Flagrantes de Teresina, a tutora do cão deve responder pelo crime de maus-tratos a animais, previsto na Lei de Crimes Ambientais.

Após ser resgatado, o cachorro recebeu o nome de Salvador e foi encaminhado para a Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa). O animal será submetido a exames e, após se recuperar dos maus-tratos, será disponibilizado para adoção.


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Zoo de Buenos Aires registra 119 mortes após promessa de fechar em 2016

Em 2016, o prefeito de Buenos Aires anunciou que o zoológico de 140 anos da capital argentina seria desativado e transformado em um ecoparque. A notícia animou os defensores do bem-estar animal, porém, dois anos após a promessa, a sensação de negligência em relação aos animais perdura.

Em julho deste ano, uma girafa de 18 anos, chamada Jackie, e um raro rinoceronte branco, chamado Ruth, morreram com um intervalo de apenas dez dias. Ativistas pelos direitos animais e o ex-diretor do zoo, Claudio Bertonatti, acreditam que ambas as mortes foram causadas por negligência da equipe.

Além das recentes mortes, 119 animais morreram entre o período que o zoo anunciou que encerraria suas atividades e 23 de junho de 2018. Outros 12 escaparam, 15 foram libertados e 241 foram transferidos durante esse tempo.

Em 2016, o prefeito de Buenos Aires anunciou que o zoológico da capital seria desativado e transformado em um ecoparque, mas não cumpriu sua promessa.
Elefantes Pupi e Kuki em seu recinto no zoo em novembro de 2016. (Foto: Eitan Abramovich/AFP/Getty Images)

Na época em que anunciou o fechamento do local, o prefeito de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, reconheceu que a situação do zoo era “degradante para os animais”. Ele anunciou que o local seria gradualmente transformado em um ecoparque, com foco em educação e conservação, e que a maioria dos animais seria transferida para reservas naturais. Autoridades da cidade disseram que o ecoparque também forneceria refúgio a animais resgatados do tráfico.

Mas, segundo Bertonatti, o ecoparque não está nem perto de corresponder às expectativas. O local atualmente está fechado para reformas até novo aviso e não possui previsão de término.

O zoo era uma das atrações turísticas mais populares da cidade, apesar de seus recintos extremamente pequenos e antigos, de sua proximidade a uma estrada barulhenta e de fatalidades amplamente noticiadas, como a do urso polar Winner, que morreu devido ao calor que fazia em dezembro de 2012 – a temperatura chegou aos 45,5 graus.

Recentemente Bertonatti apresentou uma declaração formal pedindo às autoridades que determinassem a causa das fatalidades. Uma autópsia confirmou que Jackie tinha cólica e úlcera perfurada no momento da morte, enquanto Ruth sofria de várias infecções. “Estas condições foram provavelmente o resultado de má gestão e estresse consequente das obras em andamento nos recintos”, afirmou Bertonatti. Em sua declaração, ele também chamou a atenção para vídeos feitos por informantes anônimos que mostravam ratos e baratas nos recintos.

(Foto:Michael Vince KIm)

“Na minha opinião, as infecções que causaram a morte de Ruth foram causadas pelos ratos e pelas condições insalubres dentro dos recintos”, disse a ativista dos direitos animais e coordenadora do SinZoo, um grupo ativista que promove a abolição dos zoológicos na Argentina, Malala Fontan. Ela também reforçou que os animais ficam expostos a muito estresse devido às reformas em andamento e às demissões de seus cuidadores habituais”.

 

No final de semana de julho, ativistas do SinZoo se reuniram em frente ao ecoparque em dois protestos pedindo “não mais mortes nem relocações [de animais] para outros zoos”.

“O zoológico de Buenos Aires fechou, mas os animais ainda permanecem atrás das grades”, disse Fontan. “Nada mudou lá, exceto o nome.”

Nota da Redação: Zoológicos e outros locais que aprisionam animais devem ser completamente extintos. Casos como Zoológico de Buenos Aires servem para alertar a população mundial sobre a injustiça e crueldade escondida atrás de zoológicos e outros locais que mantém animais em cativeiro apenas para divertimento humano. É preciso clarear a consciência para entender e respeitar os direitos animais. Eles não são objetos para serem expostos e servirem ao prazer de seres humanos. Apesar das boas intenções ao instaurar o fechamento do estabelecimento, o fato de nada ter mudado para a maioria do animais enclausurados, representa muito mais uma ação política do que uma real preocupação com a situação dos animais em cativeiro.

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Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)
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Cachorro tem duas patas amputadas por falta de cuidados com seus pelos

Apesar de dar muito amor, algumas pessoas não têm condições financeiras para manter e cuidar de um cachorro da forma que eles precisam para ter uma boa saúde e até demoram para pedir ajuda quando os animais precisam. Porém, é importante lembrar que até a falta de cuidados básicos, como banho e tosa, podem causar problemas de saúde graves.

O cãozinho Bobb, um poodle, vivia com tutores sem teto. Por não terem condições financeiras para cuidar do cão, o animal passou cerca de 10 anos sem receber uma tosa sequer. Durante todo esse tempo, os pelos do cachorro foram crescendo e formando vários nós até se tornar um enorme emaranhando que passou a afetar a sua saúde.

Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)
Cãozinho hoje tem 13 anos e se adaptou muito bem a sua condição. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

No final de 2015, Bobb foi encontrado e levado pelo controle de animais, em Los Angeles, por conta das condições em que ele estava sendo mantido. Em seguida, o cachorro foi resgatado pelo grupo de resgate e cuidados Synergy Animal Rescue, que o levou para receber os cuidados específicos que precisava.

A primeira coisa feita foi tosar o animal e livrá-lo de todo aquele excesso de pelos que o estava mantendo preso e em um estado terrível. Porém a situação era mais grave do que todos imaginavam.

O cãozinho tinha tantos nós, que alguns simplesmente cortaram sua circulação em duas de suas patas, a esquerda de trás e a direita da frente, que estava praticamente pendurada, presa apenas pelos nós. Ambas as patas tiveram que ser amputadas.

O pequeno cachorro também precisou arrancar vários dentes, que estavam podres e em péssimo estado. Depois de todo esse tratamento, Bobb era um cãozinho completamente diferente, tanto por fora quanto por dentro. Ele estava mais leve e mais feliz.

Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)
Cãozinho viveu cerca de 10 anos sem ser tosado nem uma vez. (Foto: Reprodução / Facebook Amaze-Bobb)

Uma mulher chamada Megan Lundberg se ofereceu para dar lar temporário para o pequeno animal. Porém, ela e seu marido se apaixonaram por Bobb e decidiram adotá-lo de vez.

Hoje com 13 anos de idade, Bobb vive muito feliz com seus pais humanos, irmãos caninos e irmãos felinos em um lar cheio de amor. Ele passou por fisioterapia, se adaptou muito bem a sua nova condição e se acostumou a andar de um lado para o outro com duas patas, o que faz com muita facilidade e rapidez.

Fonte: Portal do Dog 

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Apuração sobre mortes de animais no zoo de Goiânia é concluída

A Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente – Dema concluiu hoje (2) o inquérito que apurou a morte de 81 animais no zoológico de Goiânia (GO). A Dema concluiu que não houve dolo (intenção de matar) na morte dos animais, que iniciou há cerca de um ano.

No  relatório que vai acompanhar os autos que  serão encaminhados à Justiça, o delegado Luziano de Carvalho, titular da Dema, esclareceu que não há nenhuma conexão entre as mortes, que tiveram causas diferenciadas, que vão desde anemia, predação, doenças, anestesia para exames clínicos e estresse pós-captura.

De acordo com Luziano de Carvalho, a investigação começou a partir da morte de uma das girafas, cujo exame complementar mostrou traços de uma substância conhecida por chumbinho no organismo do animal, a uma dosagem de 0,155 PPM (partes por milhão), quantidade insuficiente para provocar a morte da girafa.

O animal morreu, segundo o relatório policial, de anemia.

Com informações do Goiás Agora

Nota da Redação: Torna-se cada vez mais evidente o fato de que o confinamento de animais em zoológicos é uma crueldade que os faz morrer lentamente. Além da grande violência de terem sido retirados da natureza, o estresse causado pela contato humano nas visitações colabora muito para o agravamento desse quadro. Além do mais, crianças visitam esses animais e aprendem desde cedo o desrespeito e não percebem o sofrimento que vivem, acreditando que ali são felizes. Pais conscientes não levam seus filhos ao zoológico. Animais devem viver em liberdade, junto à natureza. O ser humano não pode impor aos animais o mesmo destino que escolheu para si: viver separado e em desarmonia com o meio natural.

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Cachorro fica preso em portão de residência na Grande SP

Cachorro preso no portão de residência na Grande SP. Foto: N. Rodrigues/ Futura Press

Um cachorro da raça poodle ficou preso no portão de uma casa na manhã desta quarta-feira (17) em Guarulhos, na Grande São Paulo.

O tutor do cão não apareceu para resgatar o animal, que foi retirado pelo centro de zoonoses do portão na avenida Nova América no bairro Jardim Santa Célia. O cachorro foi levado para receber cuidados.

Fonte: eBand

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Lontra é encontrada em condomínio e morre por falta de cuidados

imagem de lontra que morreu

Uma lontra, mamífero de hábitos noturnos, foi encontrada na última terça-feira (16) no condomínio Mar Mediterrâneo, no bairro Coroa do Meio, em Aracaju, Sergipe. O pequeno animal foi capturado por um funcionário dos prédios que entrou em contato com o Corpo de Bombeiros e a Polícia Ambiental.  Mas ninguém compareceu ao local e o animal acabou morrendo, nesta quinta-feira (18), por falta de cuidados.

*com informações do portal Nesse Instante

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