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Apresentadora Ellen DeGeneres lança marca de pele falsa e livre de animais

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A apresentadora e amante dos animais, Ellen DeGeneres, acaba de lançar uma marca de peles artificiais chamada UnHide.

A empresa firmou parceria com a ONG de proteção animal internacional, The Humane Society dos Estados Unidos, para oferecer vários cobertores livres de crueldade, com planos de criar itens de vestuário no futuro.

“Pare de usar peles”

“Quero que as pessoas parem de comprar e usar peles, é simples assim. O material que usamos nos produtos UnHide é macio, quente e confortável e espero que as pessoa o vejam como uma ótima alternativa”, disse DeGeneres à revista PEOPLE.

Os rendimentos de todas as compras feitas serão doados à Humane Society, afirma o site da UnHide.

“Coma menos carne”

A estrela, que costumava ser vegana, mas admitiu comer peixe e ovos no ano passado, disse recentemente que notou muitas pessoas conversando sobre a redução do consumo de carne – o que ela chamou de “ideia fantástica”.

Em um vídeo postado no Twitter, Degeneres disse: “É uma ótima ideia para o planeta. É uma ótima ideia para a sua saúde. É uma ótima ideia para a saúde dos animais, então coma menos carne!”.

“A menos que você já seja vegano e não coma carne, então isso é excelente para você, então nem precisa prestar atenção nisso”.

“Mas para as pessoas que comem carne, tente comer menos, faça um esforço, coma menos carne, uma vez por semana ou nenhuma por semana. Ou se você come carne todas as noites, substitua – coma menos, pelos animais e pelo planeta. As informações são do Plant Based News.

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Pelo de guaxinins explorados na China é vendido como pele artificial em mercados australianos

Foto: Shuttertock/Janet Griffin
Foto: Shuttertock/Janet Griffin

Peles de animais explorados e torturados estão sendo comercializadas como peles artificiais ou “peles mistas” e expostas em dois mercados populares na Austrália.

Conforme revelado por várias investigações e vídeos produzidos por ONGs que atuam em defesa dos direitos animais, a indústria da pele causa sofrimento incalculável aos animais explorados por seu pelo. Obrigados a viver em gaiolas superlotadas e imundas, onde mal podem se mexer a vida inteira, raposas, visons, guaxinins e minks são esfolados, torturados e mortos das formas mais cruéis.

Testes forenses mostraram que peles de guaxinins e cães-guaxinins, que são eletrocutados até a morte ou esfolados vivos no comércio de peles da China, estavam sendo vendidas nos mercados australianos South Melbourne Market e no Queen Victoria Market, de acordo com o The Age.

Queen Victoria Market | Foto: TripAdvisor
Queen Victoria Market | Foto: TripAdvisor

As ONGs que atuam em defesa dos direitos animais, Animal Justice Party e o Four Paws, coletaram 12 itens dos mercados e os enviaram para testes no laboratório especializado em vida selvagem Forensic Science and Wildlife Matters.

Uma barraca no South Melbourne Market estava vendendo gorros com rótulos onde se lia “peles mistas”, mas os testes mostraram que “os pelos desse item indicavam que eram consistentes com o guaxinim (Procyon lotor) ou o cão-guaxinim (Nyctereutes procyonoides) também conhecido como tanuki”.

No mercado de Queen Victoria, um dono de barraca tinha uma jaqueta enfeitada com peles, descrita como peles artificiais, mas os testes mostraram resultados semelhantes aos dos gorros vendidos no sul de Melbourne.

O dono da barraca disse que não rotulou de forma errada a jaqueta e que o item tinha pelo falso. Ele acrescentou que compra seus itens de um atacadista e não muda os rótulos.

Tanuki ou cão-guaxinim | Foto: ALFREDO ESTRELLA/AFP/GETTY IMAGES
Tanuki ou cão-guaxinim | Foto: ALFREDO ESTRELLA/AFP/GETTY IMAGES

Stan Liacos, CEO do Queen Victoria Market, disse ao Daily Mail Australia em matéria de 21 de novembro: “Todos os comerciantes do Queen Victoria Market são obrigados a cumprir as regras do mercado e toda a legislação e diretrizes relevantes relacionadas ao direito do consumidor”.

“Certamente não toleramos a venda de bens que não estejam em conformidade com os regulamentos de crueldade contra animais e encaminhamos o assunto às autoridades relevantes para uma investigação mais aprofundada”.

Danielle Bleazby, gerente executiva do mercado de South Melbourne, disse: “O mercado de South Melbourne não tinha conhecimento de nenhum produto de peles não certificado sendo vendido ou de qualquer identificação incorreta de produtos e estará investigando as denúncias”.

South Melbourne Market | Foto: TripAdvisor
South Melbourne Market | Foto: TripAdvisor

“Embora os produtos com peles não sejam proibidos no South Melbourne Market, é necessário que os donos das barracas forneçam a certificação de que os itens de peles genuínos que eles estocam são produzidos eticamente como subproduto de outro setor, por exemplo indústria de produção de carne”.

“Uma auditoria recente em maio de 2019 estabeleceu que todos os produtos de peles genuínos vendidos no mercado tinham a certificação exigida”.

A lei torna ilegal para as empresas enganar ou representar falsamente seus produtos – um empresário pode ser multado em até 500 mil dólares e uma empresa em até 10 milhões.

Clientes e políticos ficaram indignados com a revelação.

“Se for verdade, esses relatórios são terríveis. Ninguém deve lucrar com o bárbaro comércio de peles. O governo de Andrews deve explicar se esse comércio ocorreu em algum dos mercados de Victoria e, em caso afirmativo, como será encerrado imediatamente”, disse o líder da oposição vitoriana Michael O’Brien.

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Estilista vegana Stella McCartney lança coleção com casacos de pele falsa feita de milho

Foto: Stella McCartney
Foto: Stella McCartney

Stella McCartney está lançando um casaco de pele artificial sustentável feito de um novo material chamado Koba.

No desfile de moda da primavera de 2020 da estilista em Paris, a modelo Natalia Vodianova usava um casaco preto de pelúcia de Koba, de acordo com a Vogue Business. A pele feita de Koba possui 37% de materiais à base de vegetais, incluindo poliéster misturado com um subproduto do milho. Fiel ao estilo de moda sustentável praticado por McCartney, material pode ser reciclado no final do ciclo de vida da pele.

“Eu acho que moda também envolve o futuro, e você não precisa sacrificar seu estilo pela sustentabilidade”, disse McCartney nos bastidores do desfile. “Eu queria tentar desenvolver uma pele falso que fosse prioritariamente mais sustentável”.

Do que são feitas as peles artificiais?

Um número crescente de designers de luxo abandonou o uso de pele de animais nos últimos anos, incluindo Versace, Gucci, Jean Paul Gaultier e Diane von Furstenberg. Em março passado, a Amsterdam Fashion Week anunciou que a pele esta permanentemente banida de seus desfiles. O tratamento dos animais pela indústria de peles é o fator determinante na maioria das decisões.

“Pele? Eu estou fora disso. Eu não quero matar animais para fazer moda. Isso é errado”, disse Donatella Versace em uma entrevista em março de 2018 à revista The Economist’s 1843.

No entanto, muitos defensores da indústria de peles argumentam que a pele falsa é menos sustentável. Geralmente ela é feita de plástico como poliéster virgem ou acrílico. Nenhum desses materiais é biodegradável. Mas designers como McCartney estão ajudando a liderar a mudança em direção a peles artificiais sustentáveis.

Casaco de pele falsa (Koba) | Foto: Stella McCartney
Casaco de pele falsa (Koba) | Foto: Stella McCartney

“O poliéster não tem a mesma qualidade que queremos e o modacrílico (tecido sintético feito de (acrilonitrila) não nos dá a sustentabilidade desejada”, disse Claire Vogue Bergkamp, diretora mundial de sustentabilidade e inovação de Stella McCartney, à Vogue Business. “Estamos trabalhando para preencher lacuna”.

Futuro sustentável da pele falsa

O Faux Fur Institute (Instituto da Pele Falsa), com sede em Paris, também está trabalhando para fazer a ponte entre a moda livre de crueldade e a moda ecológica. A organização desenvolveu o SMARTFUR, um roteiro para tornar a pele vegana mais sustentável.

De acordo com a declaração de sua missão, a entidade declara que “a dependência de matérias-primas à base de óleo para peles artificiais não pode ser ignorada. Acreditamos que todos os desenvolvimentos no campo dos sintéticos à base de vegetais, poliéster e acrílico reciclados oferecem novas opções”.

O instituto lançou o OPENFUR, um concurso que desafia os designers a desenvolver peles sustentáveis usando fibras sintéticas e à base de vegetais.

O Faux Fur Institute está trabalhando em pareceria com várias organizações, incluindo o artesão de peles veganas sustentáveis ECOPEL, que criou o Koba com um desenvolvimento colaborativo usando as fibras da DuPont Sorona. Segundo a empresa, a pele de Koba emite 63% menos gases de efeito estufa do que aquelas feitas de poliéster convencional. A pele falsa desenvolvida pelo ECOPEL chamou a atenção de vários designers de luxo, incluindo McCartney.

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Polícia descobre que comida vendida como vegetariana continha carne em sua composição, na Tailândia

Lotes de comidas que eram vendidas como vegetarianas são apreendidos em Bangkok (Reprodução/Vida Vegetariana)

Em Bangkok, capital da Tailândia, a polícia fez uma apreensão de comida que estava sendo vendida como vegetariana durante o Festival Vegetariano, mas foi constatado que havia carne em sua composição.

O investigador da Divisão de Proteção ao Consumidor, Saichon Timsin, admitiu que este não é um crime grave. Entretanto, declarou que “para os vegetarianos, isso é um problema seríssimo”. Ele é o responsável pela apreensão da comida que era vendida como sendo livre de carnes durante um evento.

As autoridades locais constataram que os alimentos tinham a intenção de imitar o sabor das carnes. Porém, encontrou-se um “ingrediente secreto” para intensificar o sabor. A fraude foi então divulgada pela polícia e por agentes de saúde.

A investigação levou a polícia a prender Prayad Saenyabut depois que descobriu-se que sua empresa, a Yong Pun Vegetariana Co, suposta importadora de comida sem carnes, distribuía comida vegetariana falsa para várias lojas e supermercados locais.

Os resultados das amostras indicaram que as “almôndegas vegetarianas sabor camarão e caranguejo” continham traços de DNA de peixe. Com um mandato de busca, as autoridades inspecionaram e apreenderam ainda um lote inteiro contendo produtos da empresa Bang Khun Thian.

Outros 17 produtos também foram apreendidos no centro de distribuição de uma terceira empresa. Os “produtos imitação de carne” continham frango marinado, pato defumado e presunto. A companhia enfrenta dois processos por vender comida vegetariana falsa e utilizar rótulos inapropriados para os alimentos. A punição se dá por 6 a 10 anos de cadeia, e uma multa que pode chegar até 100 mil baht (moeda local).

A polícia continuará investigando. Entretanto, alertam para que os vegetarianos evitem consumir produtos que pareçam ou que imitem o gosto de carne para que não corram riscos.

Fonte: Vida Vegetariana

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