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Famílias reencontram animais um mês após explosão no Líbano

Reprodução/Instagram/@animalslebanon

Os últimos dias têm sido de grande emoção para famílias que puderam rever seus animais após a explosão em Beirute, no Líbano. A tragédia, ocorrida há pouco mais de um mês, separou cães e gatos de seus tutores, mas a saudade finalmente chegou ao fim.

A explosão aconteceu no porto de Beirute em um depósito de nitrato de amônio no dia 4 de agosto. Vários animais foram afetados pelo acidente, incluindo os que vivem em um abrigo nas proximidades do local.

Diante da situação, mais de 300 voluntários da ONG Animals Lebanon se uniram para resgatar cães e gatos e, mais de um mês depois, esses animais puderam voltar para os braços de seus tutores. Os reencontros foram emocionantes.

Reprodução/Instagram/@animalslebanon

O trabalho da entidade inclui a busca por animais desaparecidos. Parte deles ficou ferida, outros fugiram assustados. Para viabilizar as ações, uma campanha de arrecadação de fundos foi realizada pela Animals Lebanon nas redes sociais.

O dinheiro está sendo usado para promover os cuidados necessários aos animais resgatados. No Instagram, a entidade divulga as ações realizadas para comprovar que os recursos estão sendo usados em prol dos animais.

Confira vídeos dos reencontros abaixo:

 

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ONG promove reencontro entre animais e tutores separados por explosão no Líbano

Reprodução/YouTube/The National

Uma entidade de proteção animal que resgatou animais após a explosão que devastou a cidade de Beirute, no Líbano, promoveu o reencontro entre os resgatados e seus tutores. A ação da ONG trouxe um pouco de alegria em meio ao caos gerado pelo acidente.

Os animais se perderam de seus tutores em razão de uma grande explosão, ocorrida na última terça-feira (4). A suspeita é que um depósito de nitrato de amônio explodiu. O lugar onde o fertilizante ficava guardado está situado na zona portuária de Beirute.

A explosão deixou mais de 4 mil pessoas feridas e matou mais de 100 delas. Um abrigo para animais também foi atingido. Cães e gatos ficaram feridos, assustados e abalados psicologicamente com o estrondo.

O diretor executivo da ONG Animais do Líbano, Jason Mier, contou ao portal Notícias ao Minuto que levar os animais de volta a suas famílias trouxe felicidade em um momento em que o Líbano enfrenta dificuldades.

Um vídeo (confira abaixo) registrou o reencontro entre um cachorro e seu tutor. “Ô meu Deus, bom menino!”, é possível ouvir uma pessoa dizer enquanto o animal pula no homem, demonstrando o quão feliz estava por rever quem tanto ama.

“Até hoje, já tivemos mais de 40 pessoas trabalhando numa ação que teve início às 20 horas da noite passada [quarta-feira, 5]. O objetivo é continuar, eu sei que estamos fazendo coisas boas e sei que estamos fazendo as pessoas felizes”, disse Jason.

Não há dados oficiais sobre o número de animais mortos, feridos e separados de seus tutores por conta da explosão. Nas redes sociais, libaneses pedem ajuda para encontrar animais desaparecidos.


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Potro ganha prótese após perder a perna em explosão de mina

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Um jovem cavalo que vive na Síria voltou a andar depois de ter recebido um membro protético especialmente produzido para ele. O potro perdeu a perna direita dianteira na explosão de uma granada.

O potro, chamado Sham al-Agha, foi atingido pela granada há vários meses, quando o regime do presidente Bashar al-Assad bombardeou a cidade de Aleppo como resultado da guerra civil que ocorre na região.

Foto: AFP/Getty Images
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Os veterinários sírios conseguiram recuperar o animal com uma perna substituta, que foi colocada no animal graças a uma operação de risco pois a clínica fica em uma região controlada pelos rebeldes perto da fronteira com a Turquia.

O membro foi inteiramente projetado e fabricado localmente por um centro médico que produz membros protéticos na área.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

A perna substituta é removível e, em algumas fotos tiradas ontem, o potro é visto descansando no chão sem a prótese.

Aleppo passou por alguns dos piores episódios de violência e destruição na guerra civil na Síria, que matou mais de 400 mil pessoas no total e deslocou centenas de milhares de outras.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

A instituição de caridade de resgate de animais, a SPCA, diz que “inúmeros animais perderam suas vidas” na guerra da Síria, que ocorre desde 2011.

Próteses

Felizmente desenvolvimento tecnológico na área de próteses tem crescido a cada dia, segundo a Mosaic Science. Isso é uma ótima notícia, e não apenas para os amantes dos animais, visto que os conhecimentos obtidos nas pesquisas veterinárias podem também servir para incrementar as próteses humanas, tornando-as cada vez mais bem adaptadas à nossa fisiologia.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Para que o animal se acostume com as próteses, é necessário que ele entenda para que elas servem e que veja o benefício que trazem, caso contrário o novo membro pode mais atrapalhar do que ajudar. Além de patas, diversas outras partes dos corpos dos bichos vêm ganhando substitutos quando preciso. É o caso de bicos de aves, cascos e nadadeiras de tartarugas e até mesmo revestimentos protetivos para evitar que animais com alguma deficiência causem ferimentos em si mesmos.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

A ciência pode dar uma assistência cada vez maior tanto ao ser humano quanto a outros seres vivos que dividem os ambientes conosco. A área da prostética animal é bastante ampla, e está apta a dar ótimos frutos para quem se aventurar por ela e, principalmente, para os bichos que um dia possam precisar desse tipo de apoio. E nessa onda, todos nós também nos beneficiamos.

Foto: AFP/Getty Images
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Destaques

Quase 50 mil animais foram mortos pelo governo britânico em 7 anos de pesquisa militar

Animais são explorados e mortos covardemente em experimentos militares | Foto: Pixabay/ Annette Meyer
Animais são explorados e mortos covardemente em experimentos militares | Foto: Pixabay/ Annette Meyer

De acordo com informações do jornal Daily Mirror, os experimentos, que fazem parte do programa de pesquisa do Ministério da Defesa, envolviam injetar armas biológicas em macacos, atirar e explodir porcos e forçar outros animais a respirarem gases que afetam o sistema nervoso.

Esses experimentos levaram 48.400 animais à morte no Laboratório Militar de Ciência e Tecnologia de Defesa, em Wiltshire (Inglaterra), entre 2010 e 2017.

Em um teste, os macacos foram injetados com antraz, enquanto os pesquisadores monitoraram o nível de dor dos animais e a quantidade de tempo que eles levavam para morrer, segundo o relatório.

Em outro experimento, os animais explorados como cobaias tiveram o agente nervoso VX aplicado às suas costas, a fim de determinar como outro químico, bionecrófago, mudaria os efeitos da droga.

Os animais que sobreviveram ao teste foram mortos de qualquer maneira e dissecados, afirma o relatório.

Alguns animais eram forçados a respirar gás de mostarda, um carcinógeno que queima os pulmões, causando inchaço e formação de bolhas ao fechar as vias aéreas.

Para testar a eficácia da armaduras corporais, os porcos eram envolvidos em armaduras-teste antes que os explosivos fossem ativados.

Após as explosões, os cientistas avaliariam os porcos para ver quais partes do corpo estavam protegidas e quais estavam danificadas.

Animais são privados e sua liberdade e forçados a ingerir componentes químicos nocivos | Foto: White Coat Waste Project
Animais são privados de sua liberdade e forçados a ingerir componentes químicos nocivos | Foto: White Coat Waste Project

Na Dinamarca, o exército britânico também utilizou experimentos com “tecidos vivos”, em que porcos são baleados em diferentes partes do corpo com rifles, acompanhados por médicos do Exército que lutam para manter os animais vivos.

Questionado sobre esses testes pelo Daily Mirror, o Ministério da Defesa disse: “O DSTL é responsável por desenvolver e criar tecnologia indispensável para proteger o Reino Unido e suas forças armadas”.

“Isso não poderia, atualmente, ser alcançado sem o uso de animais em pesquisa. O DSTL está comprometido em reduzir o número de experimentos com animais”

No entanto, as organizações de direitos animais discordam e chamam esses tipos de testes desnecessários e absolutamente cruéis

“Os animais sofrem e morrem em tantos tipos diferentes de experiências, mas há algo especialmente obscuro e perturbador nas experiências de guerra”, disse a gerente da Campanha Anti-viviseccção de Animais, Jessamy Korotoga.

“Expor deliberadamente animais vivos a compostos químicos nocivos, explosões simuladas e patógenos biológicos que são conhecidos, e de fato desenvolvidos para causar sofrimento extremo e morte, é moralmente inconcebível”.

“Uma sociedade civilizada, no século 21, não deve se envolver em práticas tão macabras e terríveis”, concluiu a ativista.

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Novo simulador pode pôr fim aos testes navais que envolvem explosão de porcos

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Um novo simulador pode pôr fim aos testes militares e navais realizados pela marinha real em porcos e outros animais.

Desenvolvido por um cientista do Reino Unido, o simulador foi projetado para substituir a necessidade de testes “lentos e caros” para tratamentos de lesões pulmonares. Os testes geralmente se concentram em lesões causadas pela exposição às ondas de choque supersônicas que se irradiam de explosões.

Os animais são expostos a essa violência absurda constantemente para que os pesquisadores possam analisar o resultado do impacto em seus tecidos e órgãos.

O Dr. Mainul Haque, da Escola de Matemática e Física da Universidade de Portsmouth, desenvolveu o simulador em colaboração com o consultor Timothy Scott, da Royal Navy Intensive Care.

Até agora, testes militares usaram porcos e outros animais para simular como essas ondas de choque afetam o corpo e qual a melhor maneira de tratar lesões subsequentes. No entanto, como foi apontado pela organização de direitos dos animais PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), os porcos e os seres humanos são muito diferentes.

O Dr. Mainul Haque, da Escola de Matemática e Física da Universidade de Portsmouth, desenvolveu o simulador em colaboração com o consultor Timothy Scott, da Royal Navy Intensive Care.

Até agora, testes militares tem usado porcos e outros animais para simular como essas ondas de choque afetam o corpo e qual a melhor forma de tratar as lesões subsequentes à agressão. No entanto, como foi apontado pela organização de direitos dos animais PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), os porcos e os seres humanos são muito diferentes.

A PETA relatou no passado que até mesmo oficiais do exército dos EUA admitiram que “ainda não há evidências de que a utilização e o impacto em tecidos vivos de animais salva vidas”.

Dr. Haque explicou os benefícios de usar um simulador em vez de animais vivos para a Medical Device Network, (Rede de Dispositivos édicos, na tradução livre). Ele explicou: “Um modelo computadorizado pode nos permitir executar o maior número de testes de tratamentos possíveis que precisamos para qualquer tipo de cenário”.

O médico passou a informação crucial de que os experimentos podem ser realizados “sem a necessidade de pesquisas com animais vivos”.

Scott apontou em um estudo separado que um simulador não é apenas mais barato, mas também “requer aprovação ética menos rigorosa”.

Ele acrescentou que também poderia “alcançar cenários que são inatingíveis em pesquisas com animais vivos ou humanos, como por exemplo várias vítimas com vários eventos de lesão”.

A nova tecnologia se estende além da simulação de vítimas. Também pode prever como os corpos humanos reagem ao acúmulo interno de fluidos, o que muitas vezes é fatal, já que não é detectado.

Os militares às vezes usam porcos para simular ferimentos humanos

Testes militares com animais ao redor do mundo

A ideia de usar simuladores em experimentos militares não é nova.

Em 2017, os deputados Hank Johnson, do partido Democratas, e Tom Marino, dos Republicanos., Apresentaram um projeto de lei contra testes com animais. O Washington Examiner informou que o projeto de lei “exigiria que os militares usassem apenas“ métodos baseados em humanos ”para treinar membros do serviço”.

Johnson abraça o entendimento de que as simulações são absolutamente melhores em custo-benefício. Ele disse: “Pode custar mais para um simulador do que para um animal vivo em termos de desembolso inicial”.

Johnson acrescentou: “você só pode usar esse animal uma vez, mas o simulador pode ser usado repetidamente. Então, em longo prazo, é melhor. ”

Em 2014, a Agência Norueguesa de Pesquisa Animal (NARA) rejeitou um pedido do exército norueguês para usar animais em exercícios de treinamento. Foi a primeira vez na história da agência que tal rejeição foi feita.

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Elefante que perdeu a perna em explosão de mina terrestre ganha prótese sob medida

Mosha no santuário na Tailândia, onde também funciona o primeiro hospital para elefantes do mundo | Foto: Friends of the Asian Elephant Foundation
Mosha no santuário na Tailândia, onde também funciona o primeiro hospital para elefantes do mundo | Foto: Friends of the Asian Elephant Foundation

Quando Mosha, um elefante asiático, tinha apenas sete meses de idade, pisou em uma mina terrestre perto da fronteira entre a Tailândia e a Birmânia.

O bebê elefante foi levado imediatamente para o hospital veterinário e entrou às pressas em cirurgia. Os veterinários conseguiram salvar a vida dela, mas infelizmente grande parte de sua perna teve que ser amputada.

Os veterinários sabiam que Mosha não sobreviveria na natureza com três pernas, e por isso trouxeram-na para a Friends of the Asian Elephant Foundation (Fundação Amigos do Elefante Asiático, na tradução livre), onde também funciona o primeiro hospital para elefantes do mundo. A elefoa rapidamente se instalou no santuário e fez amizade com os outros elefantes.

Conforme Mosha crescia, ficava evidente que ela estava pendendo para um dos lados de seu corpo. Ela estava colocando dois terços de seu peso na pata dianteira esquerda, e estava começando a se inclinar anormalmente para este lado o que levou os funcionários do santuário a ficarem preocupados com ela.

Quando Mosha fez dois anos de idade, o santuário decidiu chamar o cirurgião ortopedista Therdchai Jivacate. O dr. Therdchai é um mestre em próteses, tendi produzido mais de 20.000 membros para humanos e pequenos animais como cães e gatos. Porem, o especialista nunca havia feito um membro protético para um elefante antes, mas isso não o intimidou e ele decidiu que estava pronto para o desafio.

“A maneira como ela andava era desequilibrada e sua coluna ia se curvar”, disse o dr. Therdchai. “Ela teria morrido”, conclui ele.

O cirurgião-ortopedista dirigiu-se ao santuário e iniciou o processo de criação do primeiro membro protético de elefantes. Foram necessárias muitas tentativas e também erros, mas Therdchai conseguiu criar uma perna confortável e que aguentasse o peso de Mosha.

Quando o especialista colocou a prótese pela primeira vez em Mosha, ela ficou confusa e tentou arrancá-la de si com a tromba. Demorou em torno de doze horas para que Mosha aprendesse a andar com a perna protética, mas logo ficou evidente que ela adorava sua nova perna.

Havia apenas um problema: Mosha rapidamente superou o peso que seu membro protético poderia suportar.

Em poucos anos, ela passou de 1300 libras (cerca de 589 kg) para mais de 4000 libras (aproximadamente 1.800 kg). Mas isso não se tornou um problema pois Therdchai ficou feliz em fazer outro membro para ela. E quando ela superou esse membro, ele fez outra.

Nos últimos quinze anos, Mosha passou por mais de nove membros em prótese. Therdchai faz melhorias cada vez que cria um novo membro. Agora, os membros protéticos são muito mais resistentes e conseguem manter o peso de Mosha equilibrado.

“Mosha parece se lembrar de Therdchai. Ela fica animada toda vez que ele vem nos visitar”, conta a equipe do santuário

“Os animais não tem como pedir que façamos próteses de pernas para eles, mas eu realmente queria presentear Mosha com uma”, disse o dr. Therdchai. “Eu acho que ela sabe que sou eu que faço suas próteses, pois cada vez que eu vou ao hospital de elefantes ela faz uma pequena saudação levantando a tromba no ar.”

Em abril de 2018, Mosha recebeu sua mais nova perna protética. Ela agora já é capaz de andar sobre a perna nova como uma profissional.

Mosha e dr. Therdchai juntos: "ela procura pelos doces nos meus bolsos", confessa ele
Mosha e dr. Therdchai juntos: “Ela procura pelos doces nos meus bolsos”, confessa ele

O dr. Therdchai é um cirurgião ortopédico excelente e um ser humano cheio de compaixão, ele deu a Mosha a chance de correr e brincar com todos os outros elefantes. Muitos teriam se calado, se omitido ou fingido que não era com eles, mas o poder de uma simples atitude positiva, pode mudar o rumo de várias vidas.

“Eu acho que isso significa muito para ela, pois agora ela pode ter uma vida normal, como deveria ser”, finaliza ele.

Para saber mais sobre o dr. Therdchai e Mosha, confira o vídeo abaixo:

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1998: criança tenta secar gata no micro-ondas e animal morre

Uma gata morreu após ser colocada por uma criança dentro de um micro-ondas. Entretanto, o triste episódio, ocorrido em 1998, não teve má intenção. José Bernardo Ferreira, na época com seis anos, não pretendia fazer mal ao animal. Num ato de inocência, ele acreditou que poderia secar a gata, a qual ele havia dado banho, colocando-a no micro-ondas. O caso aconteceu no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e foi registrado em uma reportagem de Cristina Rigitano, publicada no Notícias Populares em 28 de julho de 1998 e divulgada esta semana pela Folha de S. Paulo.

A gata Bolinha (Foto: Reprodução)

Era domingo de manhã. Bolinha, a gata, estava suja, e Bernardo decidiu, então, dar um banho no animal. O menino estava sozinho em casa, já que a mãe havia ido à igreja e deixado o filho dormindo. Após lavar a gata, Bernardo colocou-a no micro-ondas, na intenção de secá-la para evitar que ela adoecesse.

“Meu sobrinho, coitadinho, estava bem-intencionado. Só queria secar a gatinha”, contou a tia de Bernardo, a comerciante Joana Barbosa Gomes.

O garoto deu banho na gata no quintal de casa e, em seguida, a colocou sentada no prato giratório do eletrodoméstico. Em um minuto, a cabeça do animal explodiu. De acordo com Joana, a criança ficou bastante assustada com a tragédia.

Título da reportagem do “Notícias Populares” sobre a morte da gata, em 28 de julho de 1998 (Foto: Folhapress)

Ao voltar da igreja, a mãe do menino o encontrou desesperado, chorando e gritando muito. “A desgraça já estava feita”, contou a tia, que lembrou ainda que o garoto pedia pela gata. “Quero minha Bolinha de volta”, ele dizia. Bernardo havia ganhado a gata três meses antes do ocorrido. “Foi uma coisa muito triste”, disse Joana.

Maria, mãe da criança, afirmou que ensinou Bernardo a mexer no micro-ondas por considerar o aparelho mais seguro que o forno comum, por não ter fogo. Mas ela não imaginava que um acidente tão grave pudesse acontecer.

Aumento da pressão do crânio

Ao publicar a reportagem, em 1998, o Notícias Populares explicou que o aumento da pressão interior do crânio da gata, causado pelas ondas eletromagnéticas emitidas pelo eletrodoméstico, pode ter sido responsável por provocar a explosão da cabeça do animal. Provavelmente, o crânio de Bolinha não suportou a pressão interna e, por isso, explodiu.

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Paul Watson comemora o sucesso de operação contra pesca ilegal na Indonésia‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

A Marinha indonésia e a Ministra de Relações Marítimas declaram o Viking como um monumento permanente da dura lei do país para com barcos de pesca ilegal. Foto: Facebook/Paul Watson
A Marinha indonésia e a Ministra de Relações Marítimas declaram o Viking como um monumento permanente da dura lei do país para com barcos de pesca ilegal. Foto: Facebook/Paul Watson

“Todo sucesso efetivo é seguido pelo criticismo de uma maioria”, escreveu o Capitão Paul Watson em sua página no Facebook.

Essa foi a frase de introdução a um post no qual ele comenta o fim da mais recente operação da Sea Shepherd, a Icefish, que perseguiu e destruiu navios que pescavam ilegalmente nas águas da Indonésia, conforme publicado pela ANDA. Veja a tradução do post a seguir, na íntegra:

“A operação Icefish chegou ao fim. A frota Bandit Six foi inteiramente destruída. Com o afundamento do VIKING hoje pela Marinha da Indonésia; o do Thunder há onze meses atrás, e com as recentes apreensões do Yong Ding e do Songhua no Cabo Verde, a do Perlon na Malásia e do Kunlun no mês passado no Senegal, toda a frota que atuava nos oceanos do Sul deixará de atuar.

E a ‘cereja do bolo’ foi a prisão na última semana, na Espanha, de seis integrantes da família Vidal, que está por trás da operação de crime organizado que comanda esses navios.

Os pescadores do Thunder foram multados em 15 milhões de euros, e a família Vidal estará pagando outros 10 milhões em multas. O capitão do Thunder recebeu uma pena de três anos de prisão, e seus dois funcionários, sentenças de dois anos cada um em uma prisão de São Tomé.

Esta foi uma das campanhas mais importantes da Sea Shepherd em uma longa história de quarenta anos – e uma na qual tivemos total sucesso.

Apesar desta incrível campanha, nós estamos sendo alvo dos usuais comentários negativos e críticas.

Entretanto, estou respondendo a algumas dessas críticas com esse post.

1. ‘Por que você afundou esse navio? Por que não o reciclou? Por que não o converteu em um navio de preservação?’

Resposta: Porque o mesmo não era de propriedade da Sea Shepherd. E nós não o afundamos. Ele estava sob posse legal do governo da Indonésia. A decisão de afundá-lo foi deles e não nossa. A política da Indonésia é a de afundar toda e qualquer embarcação ilegal de modo a garantir que nunca pesque de novo em suas águas, enviando um recado a qualquer um que pense que pode fazer isso é basta pagar uma multa se for pego. O navio foi afundado pela metade, e a outra metade ficou submersa como um monumento contra a pesca ilegal e como um aviso para os pescadores.

2. ‘A Sea Shepherd apoia esta decisão de afundar esses navios?’

Resposta: É relevante se apoiamos ou não. Esta não é uma decisão que tem que ser tomada pela Sea Shepherd. O nosso trabalho é encontrar, perseguir, capturar e conduzir esses navios às autoridades competentes – neste caso, da Indonésia. A Sea Shepherd não julga e nem executa.

3. ‘Esses navios estão agora poluindo o oceano, como vocês apoiam isso?’

Resposta: Nós tivemos pessoas no local para observar. Os navios foram completamente esvaziados de óleo, combustível e outros poluentes. Eles foram afundados mas não completamente, e irão se tornar recifes artificiais de corais, servindo de estrutura para o bem estar da vida marinha. A nossa opinião é a de que os afundamentos estão sendo feitos de forma responsável. Foi permitido à Sea Shepherd inspecionar o interior dos navios antes dos mesmos serem afundados, e observar o processo.

4. ‘Certamente haverá alguma poluição’

Resposta: Sempre há alguma poluição. Quando você dirige o seu carro, você contribui com 34% de todas as micropartículas plásticas dos oceanos, que são advindas de pneus de automóveis e, por algum motivo, vão parar no mar. Nenhuma poluição visível foi observada por nossa tripulação após o afundamento.

5. ‘Como você pode ficar tão exaltado com o fato de um navio ser afundado?’

Resposta: Pelo fato de que nem o Thunder nem o Viking virão a matar animais de espécies ameaçadas novamente. Há uma possibilidade dos outros quatro navios serem capturados e reaproveitados, e fazerem parte das embarcações de caça outra vez. Nós ficaremos de olho nesses quatro, mas nós sabemos que não precisamos mais nos preocupar com esses dois. Eles foram permanentemente aposentados. A ameaça às populações inteiras de peixes ‘toothfish’ do Antártico e da Patagônia era real, e esse é o motivo pelo qual estamos extremamente excitados ao ver a apreensão de quatro e a destruição de dois.

6. ‘Esses navios poderiam ter sido dados a pescadores pobres ao invés de serem afundados. Por que você não direcionou essas embarcações a pessoas que precisavam delas?’

Resposta: A Sea Shepherd é uma organização que trabalha pela preservação da vida marinha. Nós representamos os nossos clientes, e os nossos clientes nesse caso são os peixes ‘toothfish’. O bem estar dos pescadores não é um assunto a cargo da Sea Shepherd. Não há pesca comercial sustentável em nenhum lugar do mundo, e acreditamos que nós precisamos de uma moratória muito longa sobre toda a pesca comercial, para permitir que os oceanos se recuperem por eles mesmos.

7. ‘E quanto aos pescadores que estavam trabalhando nesses navios? Você levou embora o seu sustento? Você não sente culpa por isso?’

Resposta: Não, nós não nos sentimos culpados, como não sentimos culpa quando traficantes de drogas e ladrões de banco são presos e privados de seus ‘trabalhos’. Além disso, a maioria dos empregados das tripulações eram essencialmente escravos. Quando a tripulação do Thunder foi resgatada, a maioria das pessoas parecia aliviada por ter sido removida do navio. Eles foram todos enviados para os seus lares, custeados por grupos de direitos humanos.

Estou plenamente convicto de que algumas pessoas irão encontrar mais coisas negativas a dizer sobre a destruição do Viking. Não importa o que façamos, nós recebemos críticas mas, francamente, não nos importamos. Nosso trabalho é derrubar as atividades ilegais que exploram a vida marinha, e o que realizamos com a Operação Icefish foi fantástico. Nós temos literalmente salvado as vidas de milhares de peixes do Antártico e da Patagônia e ao mesmo tempo ajudamos a fechar uma frota inteira de navios piratas, vendo os donos e funcionários sendo presos. Esse caso está 95% encerrado. Nós estamos apenas esperando pelo julgamento da família Vidal para considerarmos 100% concluído.

A Sea Shepherd vem sendo considerada o movimento de preservação marinha mais agressivo, mais efetivo e mais firme do planeta. A organização fez história nos últimos 15 meses – uma frota inteira desativada, 72 quilômetros de redes confiscadas, a mais longa perseguição de um caçador na história marítima e a atenção do mundo todo focada na pesca ilegal dos mares do Sul, na escravidão a bordo desses navios e a mensagem de que os nossos oceanos estão sendo séria e perigosamente explorados.

Nós estamos ansiosos para ver mergulhadores explorando essa relíquia no futuro, e que esses navios afundados sejam uma fonte de entrada de dólares de turistas para auxílio das pessoas locais.

O navio VIKING é, agora, um lar para os peixes. “

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Moradora de prédio em que houve explosão se emociona ao receber seus gatos

Mariana Dandara (da Redação)

Foto: Gabriel de Paiva / O Globo
Foto: Gabriel de Paiva / O Globo

Nesta manhã (18), houve uma explosão no décimo andar do prédio Canoas, em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro.  Renata Mesquista, moradora do aparamento 704 e tutora de dois gatos, se emocionou ao receber, das mãos de um dos bombeiros, os dois felinos, que ficaram presos na cozinha. As informações são do O Globo.

“Estou desde cedo desesperada, pensando neles e que ninguém iria pegá-los. Disseram que a estrutura das cozinhas havia arriado e eles estavam justamente nela. Felizmente o Tom está aqui”, afirmou, ao receber um dos gatos.

Nina, a outra gata, foi entregue a sua filha, Aline Aguiar, de 13 anos, que também se emocionou ao ter a gata em seus braços. “Minha mãe, desesperada, me pegou o quarto e saímos correndo. Depois pensamos neles. Está tudo bem”, disse.

Uma calopsita foi resgatada do apartamento 1.402.

Já Nicole Lang, tutora do vira-lata Jack ainda aguarda notícias do animal, chorando muito, em clara demonstração de preocupação e tenta se informar com os bombeiros a respeito do paradeiro do cão. “Eu o chamei, mas ele não veio. Deve ter se escondido”, contou.

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Cachorra sobrevive à explosão de casa e fica 5 meses esperando seu tutor

Mesmo ferida, a cachorra se recusava a deixar sua casa. (Foto: Reprodução / Daily Mail UK)
Mesmo ferida, a cachorra se recusava a deixar sua casa. (Foto: Reprodução / Daily Mail UK)

Nos Estados Unidos, uma cachorra ficou 5 meses esperando seu tutor, que jamais voltaria.

A fabricação ilegal de fogos de artifício causou a explosão da casa onde ela morava. Wiley Mitchell Jr, o tutor da cadela, faleceu alguns dias após o acidente. Outra pessoa ficou gravemente ferida e dois cachorros morreram.

A cadela, que agora recebeu o nome de Asha, também ficou ferida mas se recusava a deixar o local. Os vizinhos tentaram resgata-la diversas vezes, mas não conseguiam. Então, pediram ajuda ao The Rescue Project.

A casa ficou destruída por causa da explosão. (Foto: Reprodução / Daily Mail UK)
A casa ficou destruída por causa da explosão. (Foto: Reprodução / Daily Mail UK)

As primeiras tentativas não foram bem sucedidas, mas graças ao esforço e à insistência do grupo a cachorra foi resgatada da casa destruída.

O líder do projeto Lori Iamb contou que a família nunca voltou à casa por causa da tragédia.

Agora, Asha está sob os cuidados da ONG Great Plains SPCA, que está analisando a gravidade de seus ferimentos, já que a cachorra ficou meses sem tratamento.

Assim que a cachorra se recuperar fisicamente, a equipe vai procurar um novo lar para ela.

Fonte: Portal do Dog

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Animais salvos de explosão conseguem novos lares em Lagoa, Portugal

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Ricky e Smokey, o cão e o gato que sobreviveram a uma explosão de gás numa casa em Lagoa, onde morreram os dois moradores, foram adotados.Tal como o Correio da Manhã (CM) noticiou, Ricky, o cão de raça pastor alemão, foi descoberto no meio dos escombros depois da brutal explosão na habitação.

“Tinha ferimentos nas pernas traseiras e ficou com o pelo queimado”, recordou na altura ao CM Isabel Searle, do grupo de defesa de animais Born Algarve, que recolheu o animal e o levou a um veterinário depois de ter sido salvo pelos Bombeiros de Lagoa. Estava numa casa de acolhimento temporário e foi agora adotado definitivamente, em conjunto com o gato Smokey, que foi encontrado 36 horas depois e ficou surdo devido à explosão. As duas vítimas, Grynn e Paul, foram cremadas e as cinzas espalhadas na propriedade onde aconteceu a explosão.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Sábado

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Corpo de baleia explode devido a concentração de gases em seu interior

(Foto: Reprodução/YouTube/Johan Joensen)
(Foto: Reprodução/YouTube/Johan Joensen)

Uma baleia cachalote que estava morta na costa das Ilhas Faroe, pertencentes à Dinamarca, “explodiu” e jogou sangue e vísceras por todos os lados quando um biólogo abriu a barriga do  animal.

O animal, que havia morrido de causas naturais, foi encontrado encalhado. Um biólogo, pertencente ao Museu Nacional das Ilhas Faroe, foi em direção à carcaça para abrir o abdômen da baleia para depois preservar seu esqueleto, que seria exposto.

No entanto, devido à quantidade de gás no interior do corpo do animal, assim que o corte é feito, ocorre uma explosão, fazendo o biólogo assustado sair correndo local. Apesar do incidente, o homem não se feriu.

O vídeo que registra o momento da explosão da baleia foi visto mais de 470 mil vezes.

Fonte: G1

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