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Urso entra em residência, se tranca sem querer e aproveita para tirar um cochilo no closet

Foto: Associated Press
Foto: Associated Press

Autoridades afirmam que um urso negro, de alguma forma desconhecida por eles, acabou se trancando dentro de uma casa em Montana (EUA), para se aninhar em uma prateleira do closet da residência para um cochilo.

De acordo com os oficiais, o urso entrou na residência do bairro de Butler’s Creek na manhã de sexta-feira última (21) e acabou virando a tranca da porta, uma vez dentro da casa.

O urso começou a rasgar as roupas do closet da propriedade e os moradores rapidamente chamaram as autoridades em vida selvagem para ajudar com a situação com a qual eles não sabiam lidar.

Assim que os oficiais chegaram ao local, o animal se acomodou para dormir na prateleira do armário dentro do closet.

Policiais dizem que o urso não se incomodou nem um pouco quando eles bateram na janela e tentaram convencê-lo a sair.

Em um post no Facebook, os oficiais escreveram: “Ele lentamente se esticou, se espreguiçou longamente, bocejou e, sem nenhum ânimo ou vontade, olhou para a porta”.

“Eventualmente, a equipe de resgate foi capazes de abrir a porta na esperança de que ele descesse e saísse. No entanto, suas tentativas só receberam como resposta mais enormes bocejos de urso”.

Foto: Missoula County Sheriff's Office
Foto: Missoula County Sheriff’s Office

Os funcionários do Departamento de Peixes, Fauna Selvagem e Parques do estado de Montana tiveram que ser chamados para tranquilizar o urso para que ele pudesse ser reposicionado na natureza.

De acordo com o post do Facebook: “Os proprietários da casa estavam contentes pelo animal ter sido removido em perfeita saúde, mas não vão se esquecer tão cedo quando este convidado inesperado veio procurar a casa deles para um descanso”.

Foto: Missoula County Sheriff's Office
Foto: Missoula County Sheriff’s Office

Os moradores de Montana há muito convivem os ursos negros, que felizmente são populosos no estado.

Suas populações tem prosperado nos Estados Unidos, com 300 mil ursos no país – a maioria delas residindo em Montana e estados vizinhos, incluindo Idaho e Dakota do Norte.

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Comissão Nacional da OAB diz que explorar cães na caça ao javali é inconstitucional

Em audiência pública realizada na última terça-feira (18) na Câmara Federal, o presidente da Comissão Nacional de Proteção e Defesa dos Animais da OAB, Reynaldo Velloso, afirmou que a norma do Ibama que autoriza a exploração de cachorros na caça ao javali é inconstitucional.

Foto: Reprodução / Fauna Comunicação / JusBrasil

“A Instrução Normativa não só contraria o ordenamento descrito pela Constituição Federal, mas também a própria Lei de Crimes Ambientais. Estamos diante da terceirização da morte. Ao invés de promover o controle, o governo fomenta a matança, sem critérios, bastando apenas um simples cadastro. É a delegação do poder estatal sem maiores cerimônias. Um absurdo”, disse Velloso. As informações são do portal Fauna Comunicação, do JusBrasil.

“A Constituição Federal veda qualquer exposição dos animais às crueldades e a Lei de Crimes Ambientais tutela os animais contra maus-tratos. Como é possível o IBAMA fomentar esta prática? Deveriam se preocupar com o tráfico de animais e não apoiar a matança de cães.”, continuou.

O diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do IBAMA, João Riograndense, defendeu a norma e disse que o órgão está finalizando um sistema para controle do manejo do javali. Ele disse ainda que a instrução normativa foi analisada e aprovada pela AGU.

Durante o debate, Velloso questionou se o Ibama tem detalhes sobre os prejuízos causados, a quantificação dos danos, os impactos e a quantidade aproximadamente de javalis que vivem no Brasil. “Sem estas premissas não há o que se falar em”praga”ou discursos de prejuízos, pois nem se sabe onde acontece. Onde estão os gráficos pormenorizados e detalhados?”, disse o presidente da Comissão, referindo-se ao argumento do Ibama de que o javali é uma “praga” que deve ser combatida.

“Não estão controlando a entrada de cervos. Daqui há uns 10 anos teremos novamente o discurso de praga. Qual a intenção? Realizar um controle ou preparar um entretenimento?”, reforçou Velloso, que questionou ainda sobre quem introduziu o javali no Brasil. “A lei é permissiva. E as responsabilidades? Temos javali na Ilha Bela. Eles não voam nem nadam. Como foram parar lá?”, completou. O diretor do Ibama não respondeu aos questionamentos.

O biólogo Frank Alarcón, que também participou da audiência, afirmou que “estamos de volta aos tempos medievais, com estas práticas inconsequentes”. O gerente da Word Animal Protection, Maurício Forlani e a presidente da ONG Peludos, Arlene Lazzari, também estiveram presentes no debate, presidido pelo deputado Ricardo Izar (SP), que convocou a reunião. Outro debate deve ser convocada para agosto.


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