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Explorado desde a infância, leão morre aos 18 anos em zoo no Paraná

Foto: Pedro Ribas/SMCS

Simba, um leão explorado desde a infância para entretenimento humano, morreu na manhã da última segunda-feira (3) no Zoológico Municipal de Curitiba, no Paraná.

A prefeitura da cidade alegou que a causa da morte foi velhice. O leão era reduzido à condição de “principal atração” do local, o que o colocava no mesmo nível de um objeto em exposição usado para entreter o público.

Simba tinha 18 anos de idade, viveu todos eles trancafiado no zoológico. Visitantes que passaram pelo local se divertiam ao ver o animal inocente aprisionado.

A administração do zoo informou ao G1 que o leão tinha dificuldades para se locomover e que todas medicação para as dores que sentia por conta de problemas nas articulações.

Ele chegou ao zoológico ainda filhote, após ser resgatado de uma casa onde era mantido em cativeiro, o que configura crime ambiental. Não bastasse todo o sofrimento que vivenciou por ter sido privado da vida em liberdade, o leão ainda foi forçado a se reproduzir em cativeiro, trazendo ao mundo Leona e Nala, leoas que nasceram condenadas à vida no cárcere. Elas vivem no zoológico há quase 14 anos.

Zoológicos x santuários

Após o resgate, o foco principal deve ser reabilitar o animal silvestre para devolvê-lo à natureza. Em casos específicos em que a soltura não é possível, santuários devem ser o destino do animal.

Zoológicos são locais que visam o lucro e o entretenimento e que aprisionam animais e os reproduzem, condenando filhotes a uma vida inteira de aprisionamento para entreter visitantes que enxergam diversão na tristeza dos animais – como apontado por especialistas, movimentos repetitivos e sinais de estresse são comuns nesses animais (um fotógrafo viajou o mundo para registrar o estado depressivo da fauna silvestre que vive em zoológicos – confira aqui).

Foto: Gaston Lacombe

Além dos recintos pequenos e inadequados, muitas vezes feitos de cimento, os zoológicos submetem os animais a condições antinaturais ao forçá-los a suportar o barulho e a presença de muitos visitantes.

Nos santuários, os animais são mantidos em ambientes que tentam ao máximo simular o habitat, e não são expostos ao público. Exceções existem apenas em casos de instituições que precisam abrir para visitação para arrecadar fundos para manter os animais – nesses casos, as visitas são realizadas em dias determinados, de maneira responsável para não estressar os animais, com monitoramento e número reduzido de pessoas.

Como o objetivo dos santuários é promover bem-estar aos animais que não podem retornar à natureza, não há foco no entretenimento humano e, portanto, não há reprodução para que filhotes não sejam condenados a uma vida no cativeiro apenas para serem vistos pelas pessoas.

Basta observar animais retirados do zoológicos e levados a santuários – os que são mantidos pelo Rancho dos Gnomos, por exemplo – para notar a diferença que faz dar ao animal um local digno para viver. As mudanças são visíveis, como mostram as fotos abaixo, da ursa Marsha, que viveu no Rancho dos Gnomos. Conhecida como a ursa mais triste do mundo por viver num zoo, ela se transformou após ser levada ao santuário, onde viveu uma vida feliz por 10 meses, até morrer em decorrência de um tumor.

Foto: Rancho dos Gnomos

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Elefante explorado para transportar turistas morre de exaustão no Sri Lanka

O elefante se recusou a andar antes do início da quarta viagem que faria e caiu pouco depois dos turistas descerem de cima dele


O projeto internacional Moving Animals denunciou a morte de um elefante por exaustão no Sri Lanka. O animal morreu após transportar três grupos de turistas em um único dia de calor intenso e o caso, que repercutiu internacionalmente, é investigado.

Foto: Moving Animals/Ape Rata

Explorado para transportar turistas, o animal morreu no dia 16 de outubro em um safári em Sigiriya. As informações são do portal UOL.

Kanakota tinha 18 anos. No habitat, a espécie vive até 60 anos. “Nenhum animal deveria sofrer para entreter turistas”, escreveu o Moving Animals nas redes sociais. “Até que os turistas se recusem a andar de elefante, mais destes gigantes gentis vão continuar sofrendo e morrendo de exaustão”, completou.

Os turistas pagam 30 euros – o equivalente a cerca de R$ 134 – para serem transportados pelos elefantes. A viagem dura cerca de uma hora, segundo o jornal britânico Metro, e tem como destino um sítio histórico de Sigirya.

No dia em que morreu, o elefante se recusou a andar antes do início da quarta viagem e caiu pouco depois dos turistas descerem de cima dele.

“O verdadeiro problema está nas leis de direitos dos animais do Sri Lanka, que não são atualizadas desde 1907. Como é um destino turístico popular, as leis são completamente inadequadas para lidar com os desafios atuais”, publicou o Moving Animals. “Uma pessoa considerada culpada de crueldade animal recebe uma multa de apenas cem rúpias [cerca de R$ 2,20]”, disse.

Uma investigação do Moving Animals encontrou indícios de que os elefantes explorados em safáris são mantidos acorrentados e espancados com ganchos de metal presos a hastes.

Além do Sri Lanka, outros países exploram elefantes para transporte, como Nepal, Índia, Laos, Camboja e Tailândia.


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Maltratado e sob intenso estresse, elefante reage e fere 18 pessoas em festival religioso

Cercados por barulhos aos quais não estão acostumados, multidões, som alto, carros, os animais ainda carregam luzes e ornamentos sobre o corpo enquanto são obrigados a desfilar em procissões


 

Foto: Derana TV
Foto: Derana TV

Elefantes são animais selvagens, acostumados a viver em grupos com hierarquia social, e estrutura de família, estes mamíferos gigantes criam vínculos entre si e sua manada caminha por longas distâncias na natureza.

Subordinar um elefante à vontade humana, enchendo-o de adereços pesados e obrigando-o a desfilar por horas carregando humanos nas costas no meio de multidões é explorar e maltratar esses gigantes gentis.

Não é de se admirar que pressionado pelo stress, barulho, sofrimento e maus-tratos, esse elefante tenha se revoltado com seu destino e iniciado uma fuga desesperada ferindo quem estivesse em seu caminho.

Mais de uma dúzia de participantes do festival ficaram feridos após um elefante que participava de uma procissão budista no Sri Lanka entrou em tumulto.

A procissão que acontecia em Kotte, perto da capital do país, começou com um ministro do governo colocando uma relíquia sagrada em um caixão decorado em cima de um elefante enfeitado com roupas vermelhas brilhantes.

Mas rapidamente o ritual se tornou um desastre, quando o elefante avançou para a multidão, fazendo com que alguns dos adoradores aterrorizados corressem diretamente para outro que depois disso ficou aterrorizado também.

Imagens mostraram que um homem montado nas costas do elefante por pouco evita ser pisoteado depois de ser derrubado quando o enorme animal se dirige diretamente para a multidão.

Autoridades de dois hospitais da região disseram que 18 pessoas feridas foram trazidas após o tumulto, incluindo mulheres e pelo menos duas crianças, e 16 deles já tiveram alta.

Foto: Derana TV
Foto: Derana TV

O acidente é mais um flagrante de crueldade animal relacionada aos elefantes no Sri Lanka, depois que fotos surgiram no mês passado, mostrando uma elefanta esquelética de 70 anos forçada a vestir um traje enorme e colorido, para esconder seu corpo magro e judiado.

Segundo a Fundação Save Elephant, Tikiri foi um dos 60 elefantes forçados a trabalhar por 10 noites seguidas no festival budista Esala Perahera em Kandy.

Foto: Derana TV
Foto: Derana TV

O fundador da organização, Lek Chailert, disse em um post nas redes sociais no Dia Mundial do Elefante: ‘Ninguém via seu corpo esquelético ou sua condição enfraquecida, por causa da roupa que ela usou.

“Ninguém via as lágrimas em seus olhos, feridos pelas luzes brilhantes que decoravam sua máscara, ninguém via sua dificuldade de andar enquanto suas pernas estão presas para que ela caminhe.”

Foto: Saengduean Lek Chailert
Foto: Saengduean Lek Chailert

Um porta-voz da Relíquias do Dente Sagrado, um templo budista que recebe o festival, disse anteriormente ao Metro que “sempre se preocupa com os animais” e confirmou que Tikiri havia sido examinada por um médico especialista em elefantes.

Foto: Saengduean Lek Chailert
Foto: Saengduean Lek Chailert

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Bebê golfinho explorado morre durante apresentação de show em parque aquático

m golfinho executa truque para o público no Dolfinário de Varna | Foto: Amanda Viajando
Golfinho executa truque para o público no Golfinário de Varna | Foto: Amanda Viajando

Um golfinho bebê morreu em um parque aquático búlgaro após dar sinais de estar “sobrecarregado” com os truques antinaturais e acrobacias que era obrigado a fazer.

O animal tinha apenas nove dias de idade quando faleceu no Varna Dolphinarium, localizado na Bulgária, informam veículos de mídia local.

A pequena criatura indefesa teria morrido na frente de uma plateia lotada, espectadores contam que uma equipe de funcionários os conduziu de forma apressada para fora da arena de shows no momento do ocorrido.

Um dos visitantes que estava na plateia, Bisser Lyubenov, disse à BTV Novinite: “Houve um distúrbio, e de repente os golfinhos pararam de brincar e fazer truques”.

A mãe golfinho e seu bebê (quando vivo) nadam em torno de um pequeno tanque no parque | Foto: BTV2
Mãe golfinho e seu bebê (quando vivo) nadam em torno de um pequeno tanque no parque | Foto: BTV2

O corpo do bebê podia ser visto pelos visitantes do café do parque, de acordo com outra telespectadora do show.

Não ficou claro do que exatamente o bebê golfinho morreu, mas os especialistas culparam as condições no golfinário, a vida em cativeiro, e a exploração diária a que os animais eram submetidos em troca de comida.

Os golfinhos do parque são forçados a se apresentar quatro vezes ao dia durante a alta temporada de verão, quando levas de turistas visitam o golfinário.

E apesar da pouca idade, o bebê golfinho foi forçado a se apresentar com os adultos, afirmam relatos.

Comentários de internautas no Facebook criticaram ferozmente a atração, chamando-a de “tortura” por explorar e sobrecarregar os animais.

O incidente provocou indignação nas mídias sociais e uma petição pedindo o fechamento do parque está sendo divulgada.

“Eu vi o show uma vez e ainda estou horrorizado com a forma como os golfinhos são tratados! É claro que é conseguido um grande lucro às custas dos animais que são forçados a se apresentar com muita frequência”, escreveu uma pessoa no Facebook.

Dias após a morte dos golfinhos, a ONG Four Paws, que atua em defesa dos animais alertou a mídia búlgara sobre outra questão que enfureceu ainda mais os amantes dos animais.

Um grupo de legisladores propôs uma mudança na lei existente de proteção aos animais, que tornaria legal o ato de manter os dois leões-marinhos atualmente usados para “beijar” turistas em fotos na atração e participar de shows ao vivo.

“Se shows com leões-marinhos puderem acontecer, isso será um inferno para os animais”, diz Gechev. “Os legisladores precisam mudar a maneira de pensar e, em vez disso, seguirem na direção oposta, proibindo ou limitando as apresentações existentes com golfinhos e demais animais marinhos”.

Yavor Gechev, da Four Paws, disse à BBC News que cinco golfinhos e uma foca morreram no parque nos últimos cinco anos.

Cinco filhotes de golfinhos e um leão-marinho morreram aqui nos últimos cinco anos | Foto: BISSER LYUBENOV/BTV
Cinco filhotes de golfinhos e um leão-marinho morreram aqui nos últimos cinco anos | Foto: BISSER LYUBENOV/BTV

Ele destacou que a terrível contagem de mortes estava bem acima da média, acrescentando: “Isso significa categoricamente que as condições não atendem nem aos padrões mínimos para manter esses animais”.

“Os animais estão lutando para sobreviver lá, eles não estão apenas vivendo”.

Sabe-se que os golfinhos nascidos em cativeiro têm uma taxa de mortalidade mais alta do que os nascidos na natureza, com entre 50 e 75% morrendo já no primeiro ano de vida.

Estudo comprovam também que mamíferos inteligentes, como orcas e golfinhos, são vítimas de sofrimento mental em cativeiro.

Comportamentos compulsivos como automutilação, movimentos repetidos sem finalidade, como nado em círculos ou sem rumo definido e movimentos compulsivos como bater a cabeça contra grades ou portões nos tanques onde são confinados são observados e classificados como exemplos de sofrimento mental agudo, chamado de zoocose.

Uma orca que vivia em cativeiro no Sea World chamada Tilikum matou três pessoas durante o tempo em que esteve no parque.

Orca Tilikum no SeaWorld | Foto: Reuters
Baleia orca Tilikum no SeaWorld | Foto: Reuters

Pelo mundo

Hoje é amplamente reconhecido no mundo todo que o cativeiro é prejudicial para os cetáceos, cuja natureza altamente inteligente e socialmente complexa exige a liberdade do mar aberto.

Com a exceção notável da Espanha, que possui um grande número de golfinhos em cativeiro, a tendência predominante na Europa é o fechamento de tais instalações.

No Reino Unido, os shows com golfinhos em cativeiro pararam há mais de 25 anos, após uma campanha de direitos animais altamente popular.

Muitas sociedades fora da Europa também estão rejeitando a ideia de golfinhos sendo mantidos em cativeiro. Em junho, o parlamento do Canadá aprovou uma lei federal conhecida como “Free Willy”, que proíbe baleias, golfinhos e botos de serem criados ou mantidos em parques marinhos.

Nos EUA, o SeaWorld – que proibiu seu controverso programa de criação de orcas em 2016 – vem enfrentando críticas recentemente por seu tratamento de golfinhos, com especulações crescentes de que ele se concentrará em passeios de emoção, enquanto os animais em cativeiro terão um papel cada vez menor no futuro.

E, em um gesto expressivo, a Índia não ficou apenas na proibição de shows envolvendo golfinhos em 2013 – mas declarou os animais como “pessoas não humanas”, que deveriam ter seus próprios direitos específicos.

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Cavalo desmaia na rua ao puxar carroça lotada de turistas no calor

As imagens do vídeo comovente mostram o momento em que um cavalo desmaia na rua depois de ser forçado a puxar uma carroça cheia de turistas em um calor escaldante.

A filmagem foi compartilhada pela ativista dos direitos animais Julie Marie Cappiello, no vídeo são vistos duas pessoas trabalhando para libertar o cavalo do equipamento a que ele esta preso, cordas e arreios usados para puxar o vagão, enquanto ele permanece no chão após seu desmaio em Charleston, Carolina do Sul (EUA).

O relatório oficial descreve que o animal “tropeçou e caiu” no asfalto.

O cavalo em questão, chamado Big John, foi mais tarde recolhido da rua, colocado em pé novamente e depois se recuperou.

Os funcionários da Charleston Carriage, que exploram Big John, insistem que cuidam muito bem de seus animais e que sua saúde é regularmente monitorada.

Mas a testemunha Elizabeth Fort não aceitou a versão do relatório e pediu um exame imparcial do que aconteceu com Big John.

Uma mulher que narra o vídeo pode ser ouvida dizendo “Crianças na carruagem”.

O cavalo caiu.

“Ele não deveria estar trabalhando. Inacreditável”.

As pessoas que trabalham para desamarrar o cavalo quase foram atropeladas por um carro passando, com alguém que ouviu dizer: “Danem-se todos” em resposta.

Trabalhadores do Corpo de Bombeiros de Charleston podem ser vistos chegando ao local, com a mulher que esta filmando pedindo aos presentes que parem de acariciar o cavalo e deixem-no em paz.

O clipe termina com o cavalo ainda deitado na rua. As temperaturas na cidade ficaram em torno de 30C neste verão.

O vídeo de Cappiello foi compartilhado 62 mil vezes, com milhares de comentários em que pessoas acusavam os donos da empresa de passeios e as pessoas que estavam na carruagem e que participaram e colaboram para este tipo de crueldade.

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Elefante luta contra suas correntes antes de desmaiar e morrer em parque nacional indiano

Foto: NewsLions
Foto: NewsLions

Explorados até as últimas consequências os elefantes são utilizados na indústria do turismo e também no dia a dia dos indianos, para transportar cargas e em celebrações religiosas.

Livres e altamente sociais por natureza, esses animais inteligentes e belos são submetidos a vontade humana sem o mínimo respeito por sua individualidade, mortos por caçadores por seu marfim ou por troféus, outras vezes obrigados a carregar turistas em suas costas ou serem vestidos de adereços e fantasias e terem seus corpos pintados para enfeitar eventos.

Desrespeitados, agredidos e cruelmente acorrentados esses animais tem mortes tristes e solitárias, a maioria das vezes antes da previsão natural de vida de um elefante em estado selvagem, presos eles morrem afastados dos seus iguais e de seu habitat

Esse é o caso de Drona, um elefante indiano de 37 anos que teve sua morte documentada em um vídeo triste e chocante.

Após a morte do elefante os mahouts (tratadores e manipuladores de elefantes) na Índia acusaram as autoridades de negligência quando as imagens de vídeo surgiram e se propagaram pelas mídias sociais, mostrando o animal explorado para trabalho desmaiando e em seguida morrendo.

Esses manipuladores (fruto da cultura local de exploração aos animais), disseram à mídia local que já haviam notado que o elefante, identificado em relatórios pelo nome de Drona, não estava bem, mas seus pedidos por um veterinário ficaram sem resposta.

O vídeo comovente foi filmado na última sexta feira, 26 de abril, no Nagarahole National Park, no estado de Karanatka (Índia), no sudoeste do país.

Foto: NewsLions
Foto: NewsLions

Homens são vistos jogando baldes de água no imenso elefante, numa tentativa desesperada de ajudá-lo, que se agita em suas correntes, trêmulo e já quase sem equilíbrio ou forças para se manter de pé.

Sua perna esta presa por uma corrente que ele tenta em vão se librar com a tromba.

O elefante então desmorona sob seu peso de quatro toneladas e cai sob seu lado esquerdo.

Oficiais do campo de elefantes disseram que Drona morreu quando foi beber água em um tanque, e de repente desmoronou.

Ele teria mostrado sintomas de alguma doença desde a manhã de sexta-feira.

O primeiro mahout a ver Drona morto disse que suspeitava que um ataque cardíaco fosse a causa, porém não há dados oficiais ou médicos divulgados.

Foto: NewsLions
Foto: NewsLions

Esta prevista a realização de uma autópsia por veterinários para determinar a causa da morte do elefante.

Drona ganhou fama em 2017 e 2018 quando carregou o howdah dourado, ou platfrom, em procissões para marcar o festival religioso hindu de Dasara na cidade de Mysuru.

A cavalgada anual de 15 elefantes coloridos trazidos da floresta de Nagarahole é o destaque da procissão religiosa de cinco quilômetros.

Onde os animais são obrigados a carregar humanos e adereços religiosos por todo o percurso

A morte é uma cena triste de ser presenciada em qualquer espécie, o momento em que a vida deixa um corpo é marcante e cruel, porém real.

Drona encerra sua jornada de exploração e crueldade e finalmente esta livre de seus captores.

Infelizmente da pior maneira possível.

Mortes de elefante na Índia

Acidentes de trem, caça ou envenenamento são algumas das causas, mas a eletrocussão, sozinha, causou mais de 60% das mortes, segundo dados obtidos sob a Lei de Direito à Informação (RTI).

A ANDA já noticiou sobre os perigos das cercas elétricas e cabos de força para os elefantes. Usadas como bloqueio, as cercas impedem a entrada de animais e humanos indesejados em propriedades e protege o gado e a vida selvagem que ali habitam, as também tem um efeito colateral letal: ela mata elefantes e dezenas de outras espécies.

Desde 2009 até 31 de dezembro de 2018, 565 elefantes morreram devido à eletrocussão, de acordo com os dados da Divisão de Projetos do Ministério do Meio Ambiente e Florestas.

Outros 151 elefantes morreram em acidentes com trens, enquanto 150 foram caçados e mortos, afirmou o ministério. O envenenamento foi a causa da morte de 62 elefantes.

“O gasto orçamentário total para o ano fiscal de 2018/2019, sob o censo ‘Projeto Elefante’, para proteger os elefantes, seu habitat e corredores e para abordar questões de conflitos e bem-estar dos elefantes cativos é de 30 crore”, disse Ranjan Tomar, advogado de Noida (New Okhla, uma cidade satélite de Delhi). As informações são do New Indian Express.

No entanto, o número de mortes de elefantes devido à caça (150) difere do divulgado pelo Departamento de Controle de Crimes contra a Vida Selvagem (WCCB).

O WCCB declarou em janeiro que 429 elefantes foram caçados e mortos desde 2008 no país.

Tomar, também ativista da vida selvagem e dos direitos humanos, disse que a diferença provavelmente se deve ao fato de que os números do Projeto Elefante são limitados a reservas, enquanto os dados do WCCB são para todo o país.

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Urso explorado por zoológico é covardemente morto após fuga

Um urso explorado pelo Eifel Zoo, em Lünebach, no oeste da Alemanha, foi covardemente morto a tiros após fugir do zoológico. No momento da fuga, escaparam também dois leões, dois tigres e um jaguar.

(Foto: Iliuta Goean / Shutterstock.com)

Os outros animais, entretanto, foram encontrados e levados de volta para o zoológico em segurança.

Uma equipe formada por policiais, bombeiros e médicos veterinários foi responsável pelas buscas. Utilizando drones, eles conseguiram localizar os animais. As informações são do portal G1.

De acordo com a mídia alemã, a fuga ocorreu depois que uma forte chuva provocou enchentes durante a noite que danificaram as jaulas nas quais os animais eram mantidos aprisionados.

O zoológico foi criado em 1965 e mantém atualmente cerca de 400 animais em confinamento, explorados para  um entretenimento humano que atrai para o local 70 mil pessoas por ano.

Nota da Redação: a ANDA repudia não só a atitude covarde do zoológico, que acabou por tirar uma vida, como também a existência de zoológicos e quaisquer outros lugares que lucrem em cima do aprisionamento de animais e, por isso, recomenda o boicote a esses locais. Manter animais silvestres em jaulas, condenando-os a um ambiente extremamente inadequado, sem que tenham a oportunidade de ter contato com a natureza e com outros animais da espécie, privando-os da liberdade, é um ato extremamente cruel que se torna ainda pior quando é utilizado para lucrar, como é o caso dos zoológicos. Santuários são os lugares indicados para animais que não têm condições de voltar à natureza e não instituições que acreditam ter o direito de explorá-los para entretenimento humano. 

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Boi acorrentado salta de alegria após caminhar em liberdade pela 1ª vez em sua vida

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Gut Aiderbichl
Foto: Gut Aiderbichl

O vídeo se tornou viral em todo o mundo. Na Áustria, um militante da associação de proteção animal, Aiderbichl, orquestrou a libertação de várias bois que passaram suas vidas inteiras acorrentadas em uma fazenda.

Foto: Gut Aiderbichl
Foto: Gut Aiderbichl

Nesta sequência comovente, vista por mais de 22 milhões de pessoas, o ativista liberta Bandit, um boi jovem e temeroso, do recinto onde ele foi mantido desde seu nascimento.

O animal conseguiu, pela primeira vez, andar e se mover sozinho; um prazer tão simples e essencial do qual ele – como muitas vacas e bois em todo o mundo – sempre foram privados.

A euforia de Bandit foi imediata: livre de suas correntes, ele começou a saltar e dançar, saboreando cada passo. Sua indescritível alegria é contagiosa.

Estas cenas são capazes de tocar vários corações e são um lembrete de que a indústria da carne é sinônimo de um inferno para as centenas de milhares de animais em todo o mundo que nunca terão a chance de deixar suas jaulas, informou o Holidog Times.

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A dura jornada de um protetor para resgatar um bebê chimpanzé explorado por zoo no Iraque

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Spencer Sekyer
Foto: Spencer Sekyer

Manno passou a maior parte de sua infância no Zoológico Duhok no Curdistão do Sul, região autônoma do Iraque. Mas, se tudo ocorrer conforme o planejado, ele voltará em breve ao cerrado africano e passará o resto de sua vida em um santuário, brincando com outros chimpanzés resgatados.

Spencer Sekyer, professor da escola secundária Sherwood Park, logo se viu cuidando do chimpanzé de um ano todas as manhãs no  Zoológico Duhok. “Eu aparecia e ele acabava ia até mim, pulava por cima de mim e adormecia em meus braços”, disse descrevendo o vínculo entre eles com a palavra ”amor”.

Na época, Manno, gostava de comer sementes de girassol, abraçar e escalar. De acordo com o Instituto Jane Goodall, os chimpanzés e os seres humanos estão tão intimamente relacionados que nosso DNA difere em menos de 2%.

Assim como os seres humanos, os  bebês chimpanzés precisam de suas mães para segurança, carinho e cuidados constantes. Eles também dormem juntos em ninhos durante os primeiros cinco anos.

Manno só experimentou esse vínculo com a mãe brevemente. Ele foi sequestrado de sua família quando tinha cerca de seis meses e sua família provavelmente foi morta pela sua carne.

O Animals Lebanon, um grupo de resgate de animais selvagens, acredita que Manno nasceu na África central no início de 2013 e foi traficado para o Oriente Médio naquele mesmo verão.

No zoológico, Sekyer disse que conversas sinceras com o proprietário sobre rotas e preços levaram-no a acreditar que ele tinha se envolvido com o contrabando de animais. Sekyer enviou uma série de e-mails para notificar a Interpol, o Departamento de Estado dos EUA e o FBI, mas logo concentrou seus esforços em Manno.

Dormindo próximo a jiboias

Segundo ele, as condições de vida do chimpanzé são precárias. Os visitantes provocam o chimpanzé, às vezes tentando fazê-lo fumar cigarros.

Foto: Spencer Sekyer
Foto: Spencer Sekyer

Quando chegava a hora de voltar ao seu recinto, do tamanho de uma grande jaula de pássaros, Manno gritava e se apegava firmemente a Sekyer. À noite, ele dormia em uma gaiola empilhada em cima de uma caixa de jiboias – algo que o aterrorizava, disse o professor.

Embora ele acredite que Manno deve estar em seu habitat natural, socializando com outros chimpanzés, está muito preocupado com seu futuro: “Ele ficará em uma pequena gaiola abandonada pelo resto de sua vida ou vão vendê-lo pelo maior lance ou ocorrerá um incidente significativo no zoológico.”

Quando Sekyer deixou o Curdistão iraquiano há três anos, ele decidiu salvá-lo. “Quando eu saí, disse: ‘Vou libertar aquele chimpanzé, vou libertar Manno’. Eu não poderia deixá-lo para trás”, relatou.

Encontro com Jane Goodall assegura novo lar para Manno

Foto: Spencer Sekyer
Foto: Spencer Sekyer

Durante os três anos seguintes, Sekyer retomou sua vida no Canadá, ensinando estudos sociais no Sherwood Park e dando as boas-vindas a um pequeno bebê no mundo.

Apesar de enfrentar muitos obstáculos, ele nunca parou de trabalhar para libertar Manno. Como fez contato com inúmeras pessoas e organizações, essa possibilidade tornou-se cada vez mais palpável.

Quando a renomada primatóloga Jane Goodall palestrou em um evento em Edmonton, Sekyer se juntou à longa fila de pessoas esperando para conhecê-la.

Ele usou sua interação breve com Goodall para compartilhar a história de Manno e a reunião finalmente garantiu um novo lar para o chimpanzé no Santuário Chimpanzee Sweetwaters em Nanyuki, no Quênia.

Sekyer também se juntou a Jason Mier, diretor executivo da Animals Lebanon, que mergulhou nas muitas tarefas necessárias para a transferência.

Mier negociou com funcionários do governo e do zoológico, adquiriu licenças e vistos, garantiu que os requisitos médicos fossem atendidos e encontrou voos adequados. Os esforços diminuíram ainda mais à medida que a ameaça do Estado Islâmico exigia cada vez mais atenção por parte das autoridades.

Mas foi o contato com a autora e ativista Cheryl Benard que finalmente garantiu a libertação de Manno. Ela chamou a atenção do primeiro-ministro curdo Nechirvan Barzani sobre a situação do chimpanzé.

“Ele disse que está feito e que Manno será libertado”, disse Sekyer.

Outros resgates

Foto: Spencer Sekyer
Foto: Spencer Sekyer

Este não será o primeiro animal resgatado por Sekyer de uma zona de conflito. Enquanto ensinava no Afeganistão em 2012, o professor cuidou de uma cachorra abandonada e seus filhotes.

Depois que retornou ao Canadá, ele e sua esposa arrecadaram dezenas de milhares de dólares e eventualmente levaram os cães para Calgary, onde havia novas famílias à espera dos cães para acolhê-los em lares definitivos.

Apesar de garantir a liberdade de Manno, a liberação real é uma operação complicada, com muitos obstáculos a atravessar antes que o chimpanzé seja colocado com segurança em um avião para Nairóbi.

Embora Mier tenha resgatado muitos animais, ele ainda conduz um “ensaio geral” para verificar tudo o que está sob seu controle. “Ao mesmo tempo, o Estado Islâmico e os combates em Mosul certamente não facilitam isso. Nós tentamos minimizar o número de pessoas que sabem sobre o nosso movimento, não há muito o que podemos fazer, então precisamos aceitar isso e nos concentrar em nossa tarefa”, disse.

Se a missão desta semana for bem sucedida, será apenas o começo para Manno. Ele terá que permanecer 24 horas em uma caixa em trânsito, passar semanas de quarentena e, em seguida, reintegrar-se à comunidade de chimpanzés, informou a CBC.

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Leopardo explorado em zoo reconstrói sua vida pelas mãos de ativistas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Four Paws
Four Paws

O leopardo Bakari não nasceu com uma vida muito esperançosa.Em 2010, ele foi explorado por um zoológico alemão como entretenimento. Arrancado de sua mãe ainda recém-nascido, o filhote minúsculo foi obrigado a ir a um jantar de Natal para que os convidados pudessem tirar fotos com ele.

Como muitos filhotes usados para selfies, Bakari foi considerado inútil por seus tutores depois que começou a crescer. Quando tinha apenas dois meses, o Zoológico Tierpark Nadermann decidiu que não tinha “espaço” para o filhote que tinha criado propositadamente e o despejou.

Para muitos filhotes, a história termina nesse ponto e, às vezes, eles desaparecem ou acabam passando suas vidas em pequenas gaiolas em jardins zoológicos de beira da estrada. Bakari teve um pouco mais sorte e acabou num santuário na Holanda chamado Stichtung Pantera.

Mas como ele foi sido separado de sua mãe quando era muito pequeno, ele tinha que ser criado por seres humanos, o que pode causar danos psicológicos em animais selvagens. Embora o santuário estivesse com ele, o local passava por problemas financeiros terríveis, muitos dos cercos dos animais estavam danificados, mas o santuário não tinha condições de melhorá-los.

Bakari passou três anos crescendo em uma gaiola pequena enquanto o santuário lutava para sobreviver. Finalmente, em 2013, o santuário contatou a Four Paws International para pedir ajuda.

Four Paws
Four Paws

Quando a organização chegou ao local, a equipe reconheceu que a situação de Bakari precisava de sérias melhorias. “[Ele foi] colocado em um pequeno recinto que estava diretamente adjacente às cercas com leões, não era uma boa experiência para ele, pois leões são seus inimigos naturais”, disse a Four Paws em um comunicado.

A equipe rapidamente começou a trabalhar para melhorar a sua habitação. “Bakari tem um novo recinto grande e enriquecido com troncos de árvores e a oportunidade de saltar, esgueirar-se e esconder”, disse o grupo.

Depois de três anos sendo o “leopardo que ninguém queria”, como a Four Paws o descreveu, Bakari finalmente começou a se recuperar.

“Bakari está mudando de uma forma positiva. Ele está mais forte e começa a se encontrar e desenvolver seu comportamento e instintos naturais”, disse Simone Schuls, a nova responsável do site para o santuário, que foi renomeado Felida, em um comunicado ao The Dodo.

Four Paws
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Mas ainda não era a vida que Bakari merecia. Felida tinha espaço limitado para as dezenas de animais que os antigos gerentes haviam abrigado. Enquanto o recinto de Bakari se expandia, ainda era apenas uma fração de seu território na natureza.

“Seu comportamento mostra que Bakari está pronto para mais. O espaço limitado em Felida infelizmente não pode lhe oferecer isto”, disse a Four Paws.

Nos últimos anos, a Four Paws International tem trabalhado para transferir os animais que poderiam viajar – aqueles que não eram muito velhos ou doentes demais – para o Lionsrock, seu santuário na África do Sul, onde os grandes felinos poderiam finalmente voltar à vida que havia sido tirada deles.

Finalmente, neste mês, foi a vez de Bakari. A equipe passou vários meses treinando-o para entrar em sua caixa de viagem voluntariamente para que ele não enfrentasse o risco da anestesia antes de viajar.

Four Paws
Four Paws

Recentemente, ele entrou deu seus primeiros passos no solo da África do Sul. Embora ele esteja em um recinto temporário, o leopardo está rapidamente se preparando para sua nova casa. Imagens mostram sua felicidade brincando na grama e explorando todas as novas áreas Lionsrock tem para oferecer.

Seu novo recinto será 100 vezes maior do que sua casa em Felida e, como os leopardos são solitários, ele terá bastante espaço para si mesmo.

Seis anos atrás, Bakari foi essencialmente descartado ainda filhote. Mas agora, pela primeira vez, ele será capaz de correr livremente, subir em muitas árvores e prosperar no ambiente projetado especialmente para ele. “Nós não queremos nada mais do que lhe dar uma nova vida em Lionsrock. A África é seu lar”, observou Schuls.

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Notícias

Pinguim explorado como entretenimento pelo SeaWorld perde suas penas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/NBC 6
Reprodução/NBC 6

A água fria não é uma preocupação comum para a maioria dos pinguins. Porém, para Wonder Twin, um pinguim-de-adélia que está perdendo suas penas, a baixa temperatura da água dentro do recinto de vidro em que vive no SeaWorld Orlando na Flórida (EUA) é outro fator que agrava a angústia de sua vida em cativeiro.

O SeaWorld criou uma roupa de mergulho para Wonder Twin para imitar suas penas perdidas, embora não esteja claro por que ela começou a perdê-las.

Os pinguins são animais complexos, sociais, com personalidades e traços diferentes e o parque arrancou Twin de seu habitat e a separou de sua família  da mesma forma que faz com outros pinguins.

É provável que o imenso estresse e tristeza da exploração em um ambiente sujo, não natural esteja matando Twin, assim como muitos outros animais confinados  no SeaWorld.

Os pinguins não querem viver em tanques apertados que não são em nada semelhantes aos seus ambientes naturais. Na mesma exibição que Wonder Twin é explorada, foi feito um  vídeo que mostra um pinguim tentando fugir desesperadamente, mas que é jogado de volta no tanque.

O SeaWorld não se importa com os pinguins ou com os outros animais em seus parques. As orcas abusadas possuem marcas em seus corpos e os leões-marinhos que estão ficando cegos devido à exposição excessiva aos raios ultravioleta, de acordo com a PETA.

Nota da Redação: Criar um traje para o pinguim para conquistar o público não contribui em nada para acabar com o sofrimento dos animais usados como entretenimento.  Por isso, é fundamental nunca visitar o SeaWorld e estabelecimentos semelhantes que lucram às custas do sofrimento e da morte dos animais confinados. 

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Elefante explorado pelo turismo revida agressão sofrida

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Alamy
Reprodução/Alamy

Um incidente recente envolvendo um elefante explorado pela indústria do turismo revela os terríveis abusos que os animais são obrigados a suportar. Em um campo no Camboja, um elefante extremamente angustiado por ter que transportar turistas em suas costas até a exaustão matou o seu adestrador.

Nos momentos que antecederam o incidente, o elefante recusou-se a se submeter às ordens do homem que, em um ato de extrema crueldade, o espancou com um gancho de metal em sua cabeça para controlá-lo. Desesperado, o elefante jogou o homem no ar, o pisoteou até a morte e fugiu. Depois ele foi encontrado e tranquilizado por autoridades. Porém, não foi divulgado se o elefante continuaria sendo explorado para entretenimento ou seria resgatado.

Reprodução/ PETA
Reprodução/ PETA

É doloroso e não natural para os elefantes transportarem os turistas em suas costas. Estes  animais enfrentam maus-tratos inimagináveis. As mentes, os corpos e os espíritos dos filhotes são sistematicamente “quebrados” em um processo bárbaro chamado phajaan.

Os bebês são arrancados de suas mães, amarrados com cordas e cabos e trancados dentro de jaulas estreitas. Eles não recebem alimentos, água e não conseguem dormir. Além de todo esse horror, são impiedosamente espancados por dias para que se submetam às ordens de seres humanos.

O abuso não termina nos campos de treinamento. Uma vez que os espíritos dos animais são quebrados, provavelmente eles irão passar o resto de suas vidas trabalhando até o ponto de exaustão.  Eles são espancados com bullhooks, um instrumento de tortura usado para adestrar os elefantes e alguns não sobrevivem à crueldade e à carga de trabalho exaustiva, informou a PETA.

Nota da Redação: Os animais explorados pela indústria do turismo são obrigados a enfrentar um enorme sofrimento que deixa marcas profundas em seus corpos e em suas mentes. Para acabar com essa crueldade, é fundamental que o público se conscientize e deixe de financiar atividades que usam animais como entretenimento. Estas vidas não foram feitas para servir seres humanos, mas para desfrutar da liberdade e cumprirem seus próprios propósitos.

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