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Rapper T.I incentiva os seus seguidores a abandonarem o consumo de carne

Rapper T.I | Foto: Reprodução

O famoso rapper T.I anunciou que abandonou o consumo de carne vermelha e frango, pouco antes de completar 40 anos.

O rapper T.I – cujo nome é Clifford Joseph Harris Jr. – completou seus 40 anos em 25 de setembro e reafirmou em entrevista para a revista Men’s Health que chegar a esta idade o fez repensar seu estilo de vida e torna-lo mais saudável.

Ele explica que para ajudar a manter a longevidade treina de três a cinco dias na semana e que mantem sua geladeira cheia de produtos frescos como morangos e abacaxis e não consome proteína animal.

“Parei de comer carne vermelha, parei de comer frango”, comenta o rapper. “Na verdade, tornei-me pescetariano em 2016 ”.

T.I. confirmou sua alimentação em 2018 durante uma entrevista no HeadKrack. Depois de ser questionado se ele já havia experimentado almôndegas suecas da IKEA, o rapper disse: “Eu não como carne”.

Além da longevidade que e tornar-se mais saudável, T.I disse que:  “Sinto que não estou cansado ao longo do dia”.

Rappers abandonam o consumo de carne

No mundo do rap, T.I não é o único que buscou remover aos poucos a carne de sua vida. O rapper americano ganhador do Grammy, Jarmaine Dupri, eliminou carnes, laticínios e ovos de sua alimentação após participar de uma purificação de 25 dias.

“A energia que eu tinha, a maneira como me sentia, eu apenas tentei descobrir naquele momento como eu poderia manter esse mesmo sentimento. E as pessoas diziam, ‘bem, você deveria ser vegano’ ”, disse ele para uma campanha da People for the Ethical Treatment of Animals – PETA, em 2018. “O estilo de vida vegano, para mim, é o melhor estilo de vida. E eu quero colocar o mundo nisso ”, conta Dupri.

Também o vocalista do Wu-Tang Clan, RZA, é vegano. Ele fez a mudança em seu estilo de vida há mais de 20 anos. Durante um episódio de 2019 do podcast “Joe Rogan Experience”, ele explicou o que significa ser vegano:  “Nenhum animal precisa morrer para eu viver, ok?”.

Outro artista que não consome proteína de origem animal, é o integrante do grupo “Black Eyed Peas” o Will.i.am, que em vídeo divulgado em suas redes sociais, ele salienta que não sente nenhuma falta de consumir carnes: “Eu sou vegano e não sinto falta de bifes. Você sabe o que eu estou dizendo? Eu não sinto falta de bifes! Não sinto falta de bifes, não sinto falta de frango, não sinto falta de peixe. Eu sou vegano. ”


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Gatinho é resgatado com 16 kg e ganha nova família após campanha

A ONG iniciou uma campanha para conseguir tutores responsáveis para o gatinho Symba, de 6 anos, que precisava entrar urgentemente em uma dieta restrita e começar a praticar exercícios físicos diários para perder os quilos em excesso.

Gatinho obeso no colo de funcionárias da organização
Funcionários da ONG fez uma campanha nas redes sociais para conseguir novos tutores para o gatinho obeso (Foto: Reprodução / Mega Curioso)

No abrigo, os funcionários tentavam motivar Symba em rodas de caminhada, mesmo que, a todo custo, ele tentasse fugir do exercício.

Para ficar no peso ideal para sua estrutura corporal, o gatinho precisa perder metade do seu peso atual. Mas, felizmente, graças ao esforços da instituição, ele já tem uma família muito amorosa para ajudá-lo a conquistar seu novo estilo de vida.

Pais e garotinha posam com Symba dentro de caixa de transporte, após adoção
Família decidiu adotar o gatinho Symba após ver suas fotos na INternet (Foto: Reprodução / Mega Curioso)

Após verem as fotos de Symba na Internet, uma família decidiu adotá-lo. Ele assinaram um termo de compromisso se comprometendo a levar o Symba regularmente no veterinário para consultas, além de continuar com a dieta em casa e exercícios físicos.

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Estudo mostra que o número diabetes felina dobrou desde o ano passado no Reino Unido

Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Obesidade em gatos é uma das maiores causas de obesidade (Foto: Rex)

Tutores que alimentam em excesso seus gatos podem estar contribuindo para o aumento de casos de diabetes felina, número este que dobrou desde 2016 no Reino Unido.

Segundo um estudo feito pela Argos Pet Insurance, o número de diabetes em gatos aumentou mais de 130%.

Os tutores gastam em média o valor de 1.800 libras, o equivalente a 7.180 reais, em gastos com atendimento veterinário para tratar a doença. De acordo com o estudo essa quantia é três vezes maior do que a do ano passado.

Foto: Yahoo Notícias

“O número de gatos que fazem tratamento para diabetes mais do que duplicou com relação ao ano passado. Este é um preocupante indicador do aumento da obesidade animal no Reino Unido. Esperamos que esses dados abram os olhos dos tutores de gatos. Muitos deles provavelmente não percebem que estão dando guloseimas demais para seus animais domésticos”, afirmou Maia Boylla, da Argos Pet Insurance.

Outros fatores como castração, idade avançada e estilo de vida sem exercícios, também contribui para o surgimento da doença.

Segundo o consultor veterinário da Argos Pet Insurance, Andrew Moore, a diabetes é mais comum em gatos mais velhos. “Os sintomas da diabetes incluem o aumento da micção, da sede, do apetite e a perda de peso inexplicável”, explica ele.

De acordo com Moore, o tratamento da doença é feito através de medicamento ou injeções, mas para evitar a ocorrência da diabetes em seu gato, o médico dá uma dica: “os tutores devem sempre tomar medidas para manter seus gatos em forma e saudáveis”.

 

 

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Cães são ótimos parceiros para praticar exercícios

Rômulo Lagares, professor de aikido e seu boxer Kibu. Foto: Jair Amaral/EM/D.A Press
Rômulo Lagares, professor de aikido e seu boxer Kibu. Foto: Jair Amaral/EM/D.A Press

Ele não é apenas uma companhia carinhosa e sempre disposto a dar atenção. Quem tem um cachorro em casa pode contar com um amigo ideal para espantar a monotonia e levar uma vida saudável. É que, não importa a raça, macho ou fêmea, os cães são ótimos parceiros para praticar exercícios. E não pense que é só caminhada ou corrida. Muitos deles estão dispostos a estar ao seu lado seja para pegar onda, andar de skate, de bike ou mesmo entrar em ação e o ajudá-lo na sua performance, como fazia o boxer Kibu, de 10 anos, que treinava aikido com seu tutor, Rômulo Lagares, de 41 anos, professor da arte marcial. “O boxer é protetor sem ser agressivo. Tem perfil equilibrado, é dócil, atlético e extremamente confiável. Meu mestre japonês me falou que treinar com cachorro grande e bravo melhora a esquiva, o reflexo, a agilidade e muito mais. Sempre pensei nisso e me apaixonei pelas características do boxer.”

Rômulo, que é dono da escola BuTokuDen Aikido, lembra que Kibu, ao longo dos anos, perdeu energia, ficou idoso, mas sempre foi seu parceiro ideal. “Encontrei o amigão da minha vida. Quando ficou adulto levava-o para treinar e começamos a lutar. A confiança era total. Ele nunca me atacou com raiva. Rosnava, ouriçava os pelos, mas jamais me machucou, só uns arranhões. Já não puxava tanto o ritmo do treino, pegava mais leve. E é impressionante o quanto minha técnica evoluiu. O incrível é que Kibu sabia como se comportar comigo, com uma criança ou com uma mulher, dosava sua força e adorava visitas. Em casa, ele tinha o terraço à disposição e sua cama era um tatame. E vivia à minha volta.”

Infelizmente, antes do fechamento desta edição, Kibu morreu. Depois de 10 anos de parceria, Rômulo está sem chão, triste. “Meu amigão foi embora. Fiz minha prova do quarto dan num sábado, ele me acompanhou, e pareceu esperar pelo resultado. Fui aprovado e, no domingo, ele morreu. Há sete anos, quando fiz o exame para o terceiro dan, treinei com ele. O amigão ficava o tempo todo atrás de mim, dormia na porta do meu quarto, a falta é gigantesca. O que me conforta é que ele não sofreu, não ficou doente, deitou para descansar e se foi. Acho que foi coração. Essa matéria será uma homenagem. Fico feliz.”

Na água

Num ritmo mais calmo, a empresária Luciana Mascarenhas Hermeto tem nos fins de semana a companhia da SRD Rebeca em cima de sua prancha de stand up paddle por uma hora e meia enquanto se exercita na Lagoa dos Ingleses. “Nós a chamamos de ‘bichonlata’, já que a avó dela tinha pedigree, era bichon frisé, mas namorou com dois SRDs, assim como sua mãe, que era inteligente, aquática e minha companhia em todas as aventuras, inclusive pelas cachoeiras. A Rebeca é da pá virada, tem 11 anos, uma senhorinha, mas muito moleca, mesmo sem tanto pique.”

Luciana conta que há um ano se apaixonou pelo esporte e, arrasada por deixar Rebeca sozinha em terra e com medo de perdê-la (não queria prendê-la), a saída foi tê-la como companheira. “Ela adora, cai na água, às vezes, faz bagunça no barro e é um caos, mas se diverte. Outras vezes, ela fica com preguiça e foge. Mas sempre vai numa boa e fica quietinha, mesmo no frio. No calor, paro um pouco para ela se refrescar. Só não gosto que nade muito porque tem otite e é muito peluda.” Mas Luciana ressalta que a parte mais gostosa é a “Rebeca ser uma vira-lata inteligente, que adoece pouco, carinhosa, que faz a alegria dos meus dois netos, que pintam e bordam com ela”.

Palavra de Especialista

Izabela Gomes – veterinária, com especialização em ortopedia e fisioterapia

“Assim como as pessoas fazem avaliação física antes de começar a treinar, é preciso levar seu cachorro ao veterinário. Lembre-se de que nem sempre é possível fazer tudo com ele. Mas ter a companhia dele na hora da malhação é uma parceria e tanto, uma troca bacana para o tutor e para o animal. Só é preciso atenção com as diferenças de raças. As que mais preocupam são cães braquicefálicos, aqueles com focinho achatado, como o buldogue e o pug. Eles têm maior dificuldade em respirar e baixa resistência. Então, a corrida não é indicada porque demoram na troca do gás carbônico com o oxigênio e demoram a dissipar o calor, correm risco de hipertermia. Basta tomar cuidado. Para eles, recomendam-se atividades leves, como as caminhadas. Mas mesmo o cachorro com massa genética para a corrida, como o whippet, precisa ser treinado. O fundamental é o tutor estar atento e decifrar os sinais do animal. Tem de perceber o limite, se está ofegante, se é preciso parar e dar água. Assim, seu cão pode ir para quase todo lugar. Pescar, andar de bicicleta, na prancha, na corrida ou caminhada. Ele é uma companhia e tanto e, na verdade, também precisa se exercitar, é da sua natureza não ficar parado.”

Fonte: Diário de Pernambuco

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Aumentam casos de obesidade em cachorros

(Foto: Joaquim Cavalcanti)
(Foto: Joaquim Cavalcanti)

O aumento no registro de casos de obesidade canina tem causado preocupação aos médicos veterinários e tutores de cães neste município. Apenas no período de janeiro a julho deste ano, o número de animais atingidos pela patologia cresceu cerca de 30%. O problema, segundo os especialistas, é causado por dois fatores: a baixa qualidade no alimento ofertado ao animal e a falta de condicionamento físico.

Atividades físicas variadas podem ser praticadas diariamente com os cães, desde as brincadeiras com o próprio tutor até as aulas com adestradores especializados em comportamento canino.

“Há tutores  que, equivocadamente, servem a seus cães todo o tipo de alimento”, afirma o veterinário Francisco Herivelto Bezerra Silva, da Clínica Pet Saúde, destacando, ainda, a falta de conhecimento da maioria dos tutores em relação à carga nutricional diária que um cão deve ingerir. “A maioria dos tutores acha que o cão, quanto mais gordo, mais saudável. É um grande erro pensar dessa maneira. O cão precisa, na verdade, ingerir alimentos que lhe proporcionem um equilíbrio diário de nutrientes”, explica.

Entre os grandes vilões da saúde canina, alerta Herivelto Bezerra, a ingestão de massas, pães, arroz e, até mesmo, doces, são os que mais contribuem para o surgimento da obesidade. “Quem alimenta seu cão com pães e massas não sabe o malefício que está criando ao animal. Os carboidratos dilatam o estômago do cão que, num animal de porte médio, possui capacidade para cerca de 800 gramas de alimento. Já no caso do arroz, para cada 100 gramas ingeridas, há produção de 200 gramas de glicose”, explica o veterinário.

Outro que alerta para a necessidade de uma boa alimentação animal é o adestrador André Saretta. Com ampla experiência no ramo, ele garante que quanto mais alimento desnecessário for dado ao animal, mas difícil será reeducá-lo. Os animais, conforme diz, também necessitam de uma boa dose diária de exercícios. “O correto seriam caminhadas de uma hora, pelo menos duas vezes ao dia, preferencialmente pela manhã e ao entardecer. Desta forma, além de acelerar o metabolismo do animal, são fortalecidos músculos e ossos”, avalia.

André Saretta, que também é tutor de animais das raças Boxer, Pitbull e Bull-Mastiff, explica que a quantidade de alimento ministrado pelo tutor, na maioria dos casos, também precisa ser repensada. “Claro que vai depender muito da faixa etária do animal. Se o cão ainda for um filhote, vai precisar ser alimentado de quatro a cinco vezes por dia. Se já estiver na fase adulta, duas refeições diárias serão suficientes”, diz. Ele também salienta a necessidade de brincadeiras entre cão e tutor, como uma das formas de combate à obesidade. “Quanto mais brincadeiras houver entre o tutor e o cão, mais movimento o animal fará. Isso queima a gordura que poderá estar acumulada, auxiliando a perda de peso do cão”, explica ele.

O veterinário Heriberto Bezerra lembra que a obesidade animal pode gerar uma série de distúrbios, prejudicando a saúde dos animais. “Quando o cão está em sobrepeso, significa que o volume de gordura no animal está superior aos níveis desejados. Isso pode gerar uma série de problemas. Principalmente se o acúmulo de gordura estiver alojada no coração e no fígado do animal”, salienta.

Também é preciso cuidado redobrado em animais castrados. Fêmeas nesta situação tendem a engordar mais facilmente. Por isso é preciso maior atenção à quantidade e qualidade da alimentação ofertada.

Entre os principais problemas gerados à saúde animal pela obesidade, a possibilidade do aumento de riscos durante atos cirúrgicos ascendem a “luz amarela” para os veterinários. Isso porque a maioria dos órgãos do animal aumenta o volume de atividade para manter o maior volume de massa existente.

Joelhos e articulações também podem ficar comprometidos. O desgaste nestas regiões cresce consideravelmente quando o animal está acima do peso, podendo gerar artrites, por exemplo. Também podem surgir problemas nos pulmões ocasionando danos respiratórios. Neste caso, quanto maior o volume de massa corpórea o animal possuir, menos espaço o órgão pulmonar terá para ser expandido pelo ar, deixando de captar oxigênio suficiente para o fornecimento das células.

(Foto: Joaquim Cavalcanti)
(Foto: Joaquim Cavalcanti)

Doenças cardíacas

Pode surgir, ainda, o aumento da pressão arterial, com risco iminente de problemas cardíacos, e distúrbios gastrointestinais. “Quem cria animais precisa entender o tamanho dessa responsabilidade. É fundamental se preocupar com a realização de exercícios físicos e com boa alimentação, além do carinho que também precisa ser oferecido aos animais diariamente”, defende André Saretta.

Cerca de 20 raças de cães possuem predisposição à obesidade. As raças Pug, Mastiff, Dogue Alemão, Golden Retriever e Labrador são algumas das quais o criador necessita um cuidado ainda maior. Na luta contra o excesso de peso também é recomendado que sejam oferecidas pequenas porções de alimentos durante todo o dia. “Dessa maneira o organismo do cão apresentará uma sensação de saciedade, evitando que ele ingira comida em excesso e acabe engordando”, concluiu o adestrador.

Alerta para os tutores
Médicos veterinários e adestradores apontam que os exercícios físicos e as brincadeiras diárias com os cães são essenciais à sua saúde física, emocional e psicológica. Juntamente a isto, a oferta de ração em quantidade certa faz como que o cão fique livre da obesidade. Quando filhote, o cão pode ingerir maior quantidade de ração ao longo do dia. Na fase adulta, duas vezes ao dia são suficientes. Do contrário, o animal tende a ficar com acúmulo de gorduras no corpo, o que provoca uma série de outras doenças, tais como problemas cardíacos e nas articulações e ossos. Algumas raças são mais predispostas à obesidade.

Fonte: Diário do Nordeste

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