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Estudantes produzem cordel como forma de protesto contra a vaquejada

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Estudantes de Mobilização Pública e Direitos Animais produziram uma obra de cordel para manifestar contra a vaquejada, defendendo em forma de versos que a prática não é cultura.

Os alunos fazem parte do Grupo de Estudos Sobre Direitos Animais e Interseccionalidades (Gedai), localizado em Brasília (DF).

Com o apoio de voluntários e ativistas dos direitos animais, já foram impressos 500 exemplares do cordel “A Tortura da Vaquejada”, para ser distribuído em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), apoiando a Ação Direta de Inconstitucionalidade (AD 5728) que questiona a Emenda Constitucional (EC), mais conhecida como a PEC da Vaquejada, prevista para julgamento pelo STF em 5 de novembro.

“Entidades que lutam pelos direitos animais em todo o país pedem que a emenda seja declarada inconstitucional, pois a prática da vaquejada é extremamente cruel com os animais, conforme julgados anteriores no STF”, menciona o Gedai.


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Com apenas 60 animais ainda vivos, a vaquita marinha está à beira da extinção

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O Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) advertiu nesta sexta-feira (13) que a vaquita marinha (Phocoena sinus) está à beira da extinção, já que de acordo com dados do Comitê Internacional para a Recuperação da Vaquita (Cirva) estima-se que em dezembro de 2015 só restavam 60 exemplares.

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O WWF explicou que a vaquita, o mamífero marinho mais ameaçado do planeta, morre em redes usadas para capturar camarão e peixes, e informou que apesar de nos últimos anos as autoridades mexicanas terem aumentado significativamente os esforços para deter a pesca ilegal da totoaba, outra espécie em perigo que continua sendo predada, mais vaquitas continuam morrendo durante sua pesca.

O fundo ressaltou que em 2014 haviam 97 vaquitas; ou seja que 40% de sua população morreu no último ano.

“Praticamente se perdeu um ano nos esforços para salvar a vaquita. As 60 vaquitas que a Cirva estima que sobreviviam em dezembro provavelmente se reduziram mais 20%, porque ficaram presas e se afogaram na pesca descontrolada da totoaba entre janeiro e abril de 2016”, disse Omar Vidal, diretor-geral do WWF México.

A vaquita é endêmica da parte mais setentrional do Golfo da Califórnia. É o menor cetáceo (grupo que inclui baleias e golfinhos) que existe.

Fonte: UOL

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Espécie de cão quase extinta começa a ressurgir na Coreia

A raça de cachorro sapsaree, que sofreu com décadas de ocupação japonesa na Coreia do Sul, ficando quase extinta, começa a ressurgir em grande número no país. Eles, que eram mortos por militares japoneses durante o período de colonização japonesa (1910-1945) para a produção de casacos com seu pêlo, são muito valorizados na Coreia por sua lealdade.
Os sapsaree foram quase extintos, sobrando apenas 8 exemplares na década de 80 Foto: Reuters

O nome sapsaree significa “os cachoros que afastam espíritos do mal e os infortúnios”. No meio da década de 1980, apenas oito exemplares da raça estavam vivos, segundo Ha Ji-Hong, professor da Universidade Nacional de Kyungpook, na Coreia do Sul. E foi graças ao professor que a raça voltou a existir em bom número: ele combinou técnicas de reprodução com avançadas tecnologias de DNA para ajudar a espécie.

“Reproduzir os sapsaree com apenas oito exemplares vivos não foi fácil”, disse Ji-Hong. A raça é uma das três nativas da Coreia do Sul, junto à Jindo e à Poongsan. Os primeiros registros da existência dos sapsaree datam do período entre 37 a.C. e 668 d.C.

O pai do professor montou um canil para proteger os poucos cachorros sobreviventes durante os anos 60, com aproximadamente 30 cachorros vivendo no local. Quando Ji-Hong voltou para o país após estudar nos Estados Unidos, apenas oito ainda estavam vivos.

Após 5 anos de pesquisa e tentativas de reprodução, a população de sapsarees cresceu para 500. Ele e sua equipe pegaram mostras de DNA de cada cachorro para a reprodução.

Fonte: Terra

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