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Simon Cowell diz que a alimentação à base de vegetais o tornou um pai melhor

Simon Cowell com a parceira Lauren Silverman | Foto: See Li
Simon Cowell com a parceira Lauren Silverman | Foto: See Li

O produtor e músico Simon Cowell diz que mudar seus hábitos, seu estilo de vida e sua alimentação ao adotar o veganismo melhorou sua vida em todos os sentidos, principalmente no familiar.

A estrela do programa X Factor, cujo filho Eric tem cinco anos, disse a mudança no seu regime alimentar, particularmente, lhe deu mais energia para “acompanhar” o menino irrequieto.

Além de mudar sua alimentação, Cowell também passou a tomar cerveja de baixa caloria, perdendo cerca de 10 kg no processo.

“Aumento de disposição”

“Minha memória está melhor, minha energia está mais alta. E quando você tem uma criança de cinco anos, precisa acompanhá-la desde o minuto em que acorda, pois esses pequenos querem estar em todo lugar ao mesmo tempo”, disse Cowell aos repórteres no ITV Palooza.

“A energia dele é inacreditável. Quando ele acorda, fica tipo ‘papai, papai, papai’ e, antes de dormir, ‘papai, papai, papai'”.

“Então, eu estava ciente do fato de que precisava acompanhá-lo em termos de energia, e alguém recomendou isso (veganismo) como o caminho certo a seguir. Eu tentei e me apeguei a mudança, é uma das coisas mais fáceis que já fiz”.

“Se entregue por inteiro”

Cowell revelou inicialmente que estava considerando adotar uma dieta baseada em vegetais em uma entrevista ao The Sun em abril deste ano. Na época, ele abandonou carne, laticínios, trigo e açúcar – prometendo largar o peixe e “se entregar por inteiro”. Agora, de acordo com vários relatórios, sua dieta é 100% vegetal.

Ele acrescentou: “É muito mais fácil do que as pessoas imaginam. Como eu costumava tomar iogurte de manhã, mudei para iogurte com leite de amêndoa. Coloco leite de amêndoa no chá também”.

“Tenho mais energia e foco e não foi difícil. Não gosto de usar a palavra dieta porque é por isso que nunca fiz dieta antes – a palavra dieta me deixa infeliz”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

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Hambúrguer da empresa Beyond Meat
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Ex-executivo da Coca-Cola assume liderança de desenvolvimento de empresa vegana

O ex-vice-presidente de vendas da Coca-Cola, Charles (“Chuck”), Muth, foi nomeado chefe de desenvolvimento da empresa vegana Beyond Meat.

Em sua posição na Coca Cola, Muth liderou uma equipe que conseguiu um aumento de 2000% na receita entre 2014 e 2016.

Hambúrguer da empresa Beyond Meat
Foto: Reprodução, VegNews

Agora ele será responsável pelo crescimento dos esforços de expansão de distribuição de varejo e serviços de alimentação da Beyond Meat.

“Chuck possui experiência na condução de crescimento substancial de marcas grandes e pequenas”,disse o CEO da Beyond Meat Ethan Brown.

“Nossa ambição é trazer nossas carnes vegetais para o centro da alimentação da América e tenho toda a confiança na habilidade de Chuck de traçar o caminho entre esse objetivo e os consumidores”, acrescentou, segundo a VegNews.

A Impossible Foods – empresa concorrente da Beyond Meat -recentemente reforçou sua equipe com a inclusão do diretor científico David Lipman, um cientista muito citado e que já trabalhou na indústria da carne.

Após receber um investimento de capital não revelado da empresa de carnes Tyson Foods em 2016, a Beyond Meat expandiu rapidamente sua distribuição no Whole Foods Market, Ivy League University Yale, nos restaurantes Veggie Grill e, mais recentemente, no Oregon’s Next Level Hamburguer.

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Executivo municipal realizará 1ª Conferência dos Direitos dos Animais em Rio Grande (RS)

O Executivo Municipal realizará juntamente com a Coordenadoria Municipal de Defesa dos Direitos Animais (CMDDA) e Secretaria de Município do Meio Ambiente (SMMA), a 1ª Conferência dos Direitos dos Animais nos dias 12 e 13 de setembro, no Salão Nobre da Prefeitura.

A Conferência será aberta à participação popular, com vistas à proposição, debates e formulação de diretrizes para a construção da Política Municipal de Defesa dos Direitos Animais.

Segundo o Coordenador da CMDDA, Bruno Bozzetti, o objetivo da 1ª Conferência é providenciar, implementar e estruturar a Política Pública de Defesa e Proteção dos Animais. Ele afirma, ainda, que por meio desta Conferência será formado o Comitê Gestor, o qual será conduzido e composto por membros do Poder Executivo, representantes da sociedade civil, além do Fundo Municipal. Sabendo que este último garantirá recursos para a manutenção da Política Pública. Não esquecendo, é claro, que este projeto vai ao encontro de todos os envolvidos, já que a luta em defesa dos animais é de todos.

Por isso, é importante também informar que o Edital para o credenciamento das Clínicas Veterinárias interessadas continua em aberto, conforme informações no site.

De acordo com Bruno Bozzetti, no referido credenciamento já existe uma Clínica credenciada e outra está em processo. Além disso, Bozzetti anuncia que no Concurso Público da Prefeitura, com Edital previsto ainda para este mês, já constam dois cargos para Médicos Veterinários que irão atuar na Coordenadoria em questão.

Bruno reafirma que, a Coordenadoria está elaborando um contrato emergencial para a contratação de Médicos Veterinário, através de um Projeto de Lei elaborado pelo Executivo Municipal e repassado para a Câmara de Vereadores, nas próximas semanas.

Por fim, vale ressaltar que, a coordenadoria já vem efetuando a compra de medicamentos e instrumentos cirúrgicos para atendimento Clínico e Veterinário dos animais, assim firmando-se uma estrutura de planejamento antecipado.

Fonte: Prefeitura Municipal do Rio Grande

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Você é o Repórter

A luta pela criação de promotoria de defesa animal em SP continua

Izolina Ribeiro
através da Rede Bichos

Se você, assim como eu, reivindica uma promotoria para Defesa dos Animais na cidade de SP, entre em nossa página e ajude a conseguirmos mais adesões à causa.

Foi requerido pelo representante do Legislativo paulista, Dep. Fernando Capez, a criação da Promotoria de Defesa Animal no Estado de São Paulo, mas o Poder Executivo não está dando a devida importância a causa.

Todos os procedimentos legais necessários para a criação da Promotoria de Defesa Animal já foram tomados.
Vamos nos unir para mostrar efetivamente a sua real importância.

Assine a petição e divulgue. Essa luta também é sua!

http://www.causes.com/causes/598930-promotoria-de-defesa-animal?m=6ce63a5c

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Autoridades são cobradas a solucionar situação dos animais abandonados em Ijuí (RS)

MP prorroga prazo para que prefeitura de Ijuí resolva urgências no canil

A vereadora Rosane Simon acompanhou na tarde desta sexta-feira (08), reunião no Ministério Público de Ijuí, que retomou o debate sobre o Termo de Ajuste de Conduta entre o MP e o executivo de Ijuí para determinar responsabilidades do executivo sobre o local.

O TAC foi estabelecido há mais de um ano, mais muito pouco foi cumprido. Estiveram presentes, além da promotora Diolinda Kurrle Hannusch, o vice-prefeito Ubirajara Machado Teixeira, o veterinário responsável pela UVZ, Ortiz Schröer Junior e os integrantes da APV (Associação dos Protetores da Vida) Marlova Klohn e Fábio Mariani.

A promotora Diolinda Hannusch lembrou alguns pontos do TAC que não foram cumpridos, dentre eles questões estruturais emergenciais que poderiam até dispensar licitação para sua execução, como o cercamento adequado do local. Outros pontos principais não cumpridos pelo executivo são uma política de castração de animais e também ações educativas junto a comunidade. A promotora relatou que, em reunião marcada com os presidentes de bairro, tratará também desta questão.

Marlova Klohn expôs a necessidade urgente de iniciar a castração dos animais e pediu autorização para que a APV, de forma voluntária, pudesse realizar as cirurgias. Há hoje no canil cerca de 20 machos não castrados. Marlova pediu que o executivo procurasse a UNIJUI, através do curso de veterinária, para uma parceria com relação as castrações. A promotora e o executivo informaram que a UNJUI, através de ofício, informou desinteresse nesta parceria. A representante da APV relatou também as dificuldades de acesso e as péssimas condições do canil. “O local é apavorante! Temos dificuldade em conseguir novos voluntários porque as pessoas vão uma vez e não voltam”, disse. Além da péssima estrutura, o local fica distante cerca de 11Km do centro de Ijuí, o que torna difícil a presença de visitantes em busca de adoção.

Muito dos problemas que envolvem os animais são de responsabilidade da própria sociedade. Ações educativas devem orientar a população sobre suas responsabilidades em não deixar animais soltos pelas ruas e também quanto a castração e o cuidado com animais no cio. Ortiz Junior disse que ações estão em planejamento e que ainda no mês de abril, uma reunião será marcada com os agentes de saúde para que orientem os moradores nos bairros com relação a este tema. Ortiz Junior propôs também uma reunião mensal com o voluntariado para planejar e organizar ações.

Como resultado da reunião um aditivo ao TAC foi assinado entre as partes estabelecendo um prazo de 30 dias para que o executivo faça o cercamento adequado do local e para que se inicie a castração de animais. Caso haja a necessidade de licitação, o município tem 20 dias para abrir o processo licitatório.

“Mais de um ano se passou sem que questões básicas fossem resolvidas, como o cercamento e a manutenção do local. Espero que agora a prefeitura cumpra este novo prazo. Continuo afirmando que o local é inapropriado e defendendo que um novo projeto deveria ser estudado, não só como estrutura, mas também como uma ampla política pública para a questão”, finalizou a vereadora Rosane Simon.

Fonte: Vermelho

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Sacrifício de animais em Neuquén mobiliza o país em defesa dos animais

Por Danielle Bohnen (da Redação – Argentina)

A medida cruel  tomada pelo governo da província de Neuquén a respeito do sacrifício de centenas de cães abandonados estendeu-se pelos quatro cantos do país. Hoje, é o assunto mais discutido entre associações, protetores e artistas nas redes sociais Facebook e Twitter.

As autoridades, que nunca se preocuparam com uma política de castração dos animais e de educação da população, alegam que o sacrifício é necessário, pois trata-se de uma medida sanitária de emergência a fim de controlar a epidemia de leptospirose.

Segundo o vereador Francisco Baggio, em entrevista para o programa de rádio El Locutor, “a cidade tem 130 mil cães, 100 mil a mais do que é permitido pela Organização Mundial da Saúde. A zona de ‘La Meseta’ é um bairro rural muito abandonado e no meio do lixão municipal com grandes problemas ambientais. Nessa região, vivem 185 famílias e 1.100 cães. Ali, foram comprovados casos de leptospirose e o órgão de saúde deu o alerta sanitário. Dessa forma, o intendente [Matín Farizano] apresentou o projeto para ser aprovado. Todos nós, vereadores, votamos favoravelmente ao projeto, o qual trazia em uma das medidas o sacrifício dos cães ‘sem tutor’, pois transmitem a leptospirose”.

Francisco Baggio. Foto: Reprodução/ NTR

A população neuquina, com absoluta razão, mostra-se relutante em aceitar a medida. O assunto é tema de destaque em diversos meios de comunicação nacionais, nos em que se questiona a necessidade da medida e se representa realmente uma solução eficiente para o problema da província.

Em análise das redes sociais, reflete-se a magnitude da discussão sobre o tema, a maioria das opiniões se opõe à implementação da medida e exigem a castração dos cães. Artistas do país inteiro estão aderindo às campanhas e apelos ao governo neuquino em voltar atrás da decisão sobre sacrifício. Inclusive Susana Gimenez, apresentadora do programa SG da emissora Telefe, considerada diva da Argentina, dedicou alguns minutos do seu programa para o tema, rogando às autoridades que “revejam a necessidade do sacrifício dos animais”.

Susana Gimenez/ Foto: Reprodução

Além disso, desde quando a medida foi publicada, diversas passeatas, manifestações e protestos têm sido organizados por todo o país, por protetores independentes e associações de proteção animal. A última manifestação, organizada no dia 1 deste mês, contou com mais de 300 pessoas que, junto aos seus animais de companhia, manifestaram-se na capital da província de Neuquén, que leva o mesmo nome, em frente ao Palácio do Governo. Associações protetoras de animais de 12 províncias do país se mobilizaram a fim de reverter a medida aprovada. As manifestações geraram um debate a respeito da polêmica envolvida no assunto. Sociedade e Estado discutem a eficácia da medida e procuram uma solução eficiente e viável para controlar a epidemia sem ter que aplicar a eutanásia.

Foto: Reprodução/ Luis Garcia

A decisão de matar os animais, tomada pelo intendente Martín Farizano, tornou-se um problema para o Executivo, devido às proporções em nível nacional a que chegou. Na última terça-feira, dia 3, o chefe de gabinete, Aníbal Fernandez, enviou uma nota oficial e uma série de recomendações ao intendente Farizano, depois de um protesto em frente a sua casa, quando manifestantes fizeram uma vigília com velas durante a noite. “Saberá senhor intendente que os cães abandonados não nascem como os fungos depois da chuva. Se existe um excesso de população canina não controlado, é porque não foram tomadas medidas do caso antes, utilizando adequadamente os recursos”, disse na nota.

Vigília em frente à casa de Fernandez. Foto: Diário de Rio Negro

Segundo Fernandez, “o sacrifício como método de controle de qualquer população só aumenta o número dessa população a médio prazo (…); além de ser inútil, ineficaz e ineficiente, essa medida é também cruel, antiética e, principalmente, desnecessária. Tudo isso é um assassinato massivo”. O intendente Farizano negou que a intenção do Executivo seja voltar a permitir o sacrifício de animais, como ocorria até 2002, justificando que “há uma autorização específica para ‘Meseta’ e ‘por quatro meses’.” Fernandez diz que a notícia lhe provocou “estupor, desagrado e assombro quanto a tudo que está acontecendo ultimamente em relação à suspensão da lei 9.476, que declara Neuquén uma província não eutanásica”.

Até o momento não se sabe quando a medida será posta em prática, com os 220 primeiros cães recolhidos na semana passada, entregues pelos próprios tutores. Então, uma coletiva de imprensa foi organizada pelo intendente Matín Farizano e pelo diretor do Zoonoses e Vetores de Neuquén, Gustavo Bossio, a fim de aclarar o que acontecerá com os 220 cães recolhidos da região de “Colonia Nueva Esperanza”.

Foto: Reprodução/ Diário Rio Negro

Na semana passada houve uma reunião entre os representantes da Comissão Municipal, vereadores e membros do gabinete municipal, onde foi analisada a situação de “Colonia Nueva Esperanza” e foi decidido pelo sacrifício dos 220 primeiros cães recolhidos. Ao contrário do que foi dito na coletiva de imprensa. Segundo Farizano, “ainda nenhum cão não foi sacrificado, vamos esgotar todas as possibilidades para não chegarmos a isso”. Bossio afirmou que “este foi, é e continuará sendo um município não eutanásico. A não ser por um momento específico como o caso da leptospirose. Primeiro trabalharemos a fim de saber se os cães estão doentes e depois será determinado se será necessário o sacrifício ou não”. Afirmou ainda que “o que será feito, sem dúvida, é o tratamento destes cães, já que cada um deles representa uma problemática particular”. Agregou, ainda, que “o objetivo do município é preservar a saúde da população humana, evitando a proliferação da epidemia”. Portanto esses animais não serão sacrificados sem prévia constatação de que portam a bactéria.

Farizano na coletiva de imprensa. Foto: Reprodução/ Leo Petricio

Depois do alerta sanitário, o município iniciou um trabalho de ação conjunta com governo da província, órgãos nacionais e organizações da sociedade civil para a prevenção da epidemia. A primeira medida foi a confecção de um manual de procedimento, elaborado de acordo com as sugestões do Ministério de Saúde da Província, que seguem as indicações da Organização Mundial da Saúde, em relação a casos de leptospirose.

O foco foi controlado e o trabalho teve continuidade de forma coordenada para prevenir novos casos.“Todas as etapas estão sendo cumpridas. Já foi realizada a desratização, estamos realizando a limpeza e secando os charcos de água. Durante este fim de semana, foram retirados 17 caminhões de lixo, que são foco de proliferação da doença.”, disse Farizano. E agregou que “há uma clínica veterinária itinerante no local, onde estão fazendo a esterilização e vermifugação dos cães”.

Foto: Reprodução/ Diário Rio Negro

O que a população espera é que a decisão momentaneamente cancelada de matar os 220 cães seja permanente e que as informações transmitidas na coletiva de imprensa não sejam apenas uma manobra política para levar a cabo a primeira proposta de acabar com a vida de 1.100 inocentes. As associações continuarão com as manifestações e protestos até que uma decisão final e campanhas eficientes sejam postas em prática.

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