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Rede de hospitais veterinários oferece exames de rotina a R$9,90

Foto: Reprodução
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Fazer exames de rotina nos animais domésticos é essencial para garantir bem-estar, prevenção de inúmeras doenças, além de oferecer ao animal uma velhice mais saudável.  Com o intuito de informar e conscientizar a população dos benefícios dos exames periódicos, a loja Pet Center Marginal lançou a Campanha “Medida Animal” onde clínicas veterinárias da Rede e o Hospital Veterinário Pet Center Marginal oferecerão avaliação de saúde ( teste de glicemia, score corporal e avaliação nutricional) por R$ 9,90.

Segundo Karina Mussolino, coordenadora técnica da Pet Center Marginal, “a ideia é alertar o tutor para a obesidade, problema que cresce entre os animais domésticos, e traz outras doenças, como diabetes, colesterol alto e males cardiovasculares”.

Fonte: Meu Pet

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Onça-pintada pode ser solta em reserva

Recapturada pela segunda vez, a onça-pintada passa por exames de rotina enquanto técnicos do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) estudam a melhor solução para o destino do animal.

A onça-pintada foi capturada no último dia 12, por uma das sete armadilhas instaladas pelo Cras na reserva do Parque do Prosa. O felino escapou do recinto em outubro do ano passado.

De acordo com o diretor de desenvolvimento do Imasul, Roberto Gonçalves, é possível que a onça seja solta em uma reserva na bacia do Paraná ou no Pantanal. “O protocolo exige que se façam exames para identificar o estado de saúde do animal. Estamos avaliando qual a melhor destinação para o animal. Se houver consenso da equipe, a onça poderá ser solta em um local seguro onde não cause acidentes com pessoas e que seja seguro para o animal também” afirmou Roberto. Na bacia do Paraná existe a reserva do Parque Estadual as Várzeas do Rio Ivinhema.

Técnicos do Imasul estão em contato com o Centro Nacional de Conservação de Grandes Predadores para estabelecer uma parceria. “Estamos vendo a possibilidade de adquirirmos uma coleira rádio satélite. Com a coleira, será possível reintroduzir o animal em uma ambiente natural e monitorar a onça via satélite” ressaltou Roberto.

A médica veterinária do Cras, Roberta Martins, afirmou que a onça está em bom estado. “A onça, após as primeiras avaliações clínicas, está em bom estado, apenas com algumas escoriações. Vamos fazer exames mais detalhados. Estamos tentando minimizar o estresse do animal e acompanhando a alimentação e o seu comportamento”, afirmou a veterinária.

A onça está pesando 40 quilos e tem aproximadamente oito meses. “A onça já demonstrou que consegue sobreviver sozinha, pois alimentou-se nestes dois meses que ficou solta. A nossa preocupação é soltar o animal em um local que não cause acidentes com pessoas”, avaliou Roberta.

Reforço na jaula

Élson Borges, coordenador do Cras, afirmou que a antiga jaula, de onde onça escapou, está sendo reforçada. “Onde a onça está hoje é um espaço reforçado, mas não é tão grande e apropriado quanto o recinto onde ela estava. O antigo espaço está sendo reestruturado e reforçado para receber felinos” frisou Élson.

O Cras tem, atualmente 10 felinos, sendo 9 onças pardas e uma onça pintada. O Centro vem recebendo melhorias para atender estes tipos de animais. Em 2009, o Cras abrigou, por três meses, um leão, encontrado em maus-tratos em um zoológico.

Fonte: Correio do Estado

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Saiba como ajudar seu cão a passar pela terceira idade canina

Diz a sabedoria popular que cachorro velho não aprende truques novos. Esse é um engano comum que muitos tutores de animais cometem. Os amigos caninos também ficam velhos, mas nem por isso não podem ter qualidade de vida na terceira idade. Algumas vezes, pequenos tratamentos podem melhorar bastante a vida do cão.

Esse é o caso do empresário Osvaldo Rodrigues da Conceição e sua cachorra Bianca. Ela deixou de comer, ficava cansada com facilidade e quase não se movimentava. Bastou um simples exame eletrocardiográfico para descobrir que ela tinha uma cardiomiopatia dilatada, ou seja, um aumento generalizado do coração, comum em cães com idade avançada. Bastou alguns comprimidos por dia para ela voltar ter uma vida saudável.

“É incrível que apenas alguns medicamentos mudaram a vida dela. Agora ela come normalmente, late bastante e corre de vez em quando. Realmente parece outra cadela”, diz o tutor.

Diagnóstico precoce

A veterinária Cláudia Gianfrancesco explica que a grande maioria dos problemas que os cães idosos possuem é facilmente tratável, se identificados com antecedência. “Muitas pessoas ignoram os problemas de seus cães por pensar se tratar uma coisa normal da idade avançada. Muitas vezes se consegue dar uma boa qualidade de vida e prolongar em alguns anos o tempo de vida dos animais”, explica.

Porém, chega um momento em que as doenças evoluem e não há um tratamento disponível que ajude os cachorros, embora haja muitos recursos como hemodiálises, tomografias e ressonâncias magnéticas.

A professora Adriana Nogueira de Sá passou por esse problema. Ela comprou duas fêmeas, das raças Dog Alemão e Basset Hound, e com o passar do tempo as duas tiveram problemas graves. A maior tinha insuficiência renal crônica e a menor, um tumor cerebral. Chegou um momento em que teve que tomar uma difícil decisão, fazer ou não a eutanásia.

“Mesmo com todos os remédios e tratamentos, chegou num ponto que a Dog Alemã não se levantava mais do canil e a Basset tinha incordenação motora e convulsões. Lógico que com os remédios elas viveram alguns anos a mais, mas estavam sofrendo muito e decidimos pela eutanásia. Na mesma semana sacrificamos as duas, foi a decisão mais difícil que já fiz na vida”, lamenta Adriana.

Cláudia conta que esse assunto da eutanásia é muito polêmico e que cabe ao veterinário instruir os tutores na melhor decisão a ser tomada. “Vai muito do conhecimento e da sensibilidade do médico veterinário. Damos conselhos e opções, mas a decisão final sempre é do tutor”, ressalta.

O que fazer

Como os seres humanos, os cães precisam de tempos em tempos de uma bateria de exames para identificar possíveis doenças que ainda estão no início. A partir do Check-up, é possível definir uma série de tratamentos disponíveis na medicina veterinária hoje.

“A partir do momento que se faz exames como eletrocardiograma, função renal e uma simples inspeção dentária podemos definir a melhor maneira de tratar o paciente. Hoje existem muitas opções de remédios e até rações especiais para vários problemas caninos. Um acompanhamento anual certamente prolongará a vida do seu cachorro”, conclui Claudia.

Fonte: EPTV

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