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Cadela morta é encontrada pendurada por fio de energia e tutora denuncia envenenamento

Uma cadela morta foi encontrada pendurada por um fio de energia elétrica em Dois Córregos (SP). Após um adolescente de 15 anos assumir ter pendurado o animal, a mãe dele disse ao Conselho Tutelar que a cadela foi envenenada. O garoto procurou a polícia e disse que o animal morreu na quarta-feira (24) e que no dia seguinte ele decidiu pendurá-lo, junto com dois amigos, ao invés de enterrar o corpo.

Foto: Arquivo pessoal

Ao denunciar o envenenamento, a mãe do adolescente disse ainda que dois cachorros de vizinhos também foram mortos da mesma maneira. As informações estão num boletim de ocorrência liberado na sexta-feira (26).

No documento, a mulher disse que a cadela era mesmo da família e que ela só descobriu depois que o filho e dois amigos dele penduraram o corpo do animal no telhado de uma propriedade abandonada de um antigo clube na Vila Bandeirantes.

Após a denúncia de envenenamento, a polícia solicitou que o corpo da cadela fosse submetido a um exame toxicológico para determinar a causa da morte. De acordo com o G1, o animal foi encaminhado para a Unesp de Botucatu (SP) e o resultado do exame deve sair em um prazo de até 30 dias.

A Polícia Militar e o fundador da ONG Amor e Respeito ao Animal, Alex Parente, estiveram no local em que a cadela foi encontrada morta. Os policiais afirmaram que o animal já estava sem vida quando eles chegaram à propriedade abandonada.

Moradores da região ficaram revoltados com a cena, assim como o presidente da ONG. A cadela estava amarrada por uma das patas traseiras.

“Quando vi a situação, além da raiva, vem a vontade de chorar. A gente se pergunta para onde está caminhando a humanidade”, desabafou Parente. “Uma sequência de fatos vêm acontecendo na cidade. Recentemente resgatei um da linha férrea e tiveram outros envolvendo envenenamento”, completou.


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Polícia tem suspeito de ter matado animais em Ribeirão Preto (SP)

A Delegacia de Proteção aos Animais de Ribeirão Preto (SP) já tem um suspeito de ter matado os animais no Morro de São Bento, no Jardim Mosteiro, em Ribeirão Preto, durante ação criminosa ocorrida na noite do último domingo (8). Segundo o delegado Norberto Bocamino, uma pessoa está sendo investigada, mas a polícia não pode passar detalhes para não atrapalhar as investigações.

Na manhã desta quarta-feira (11), mais um gato foi encontrado morto pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), durante buscas no Morro de São Bento. Ao todo, foram encontrados 35 gatos, uma cadela e quatro gambás mortos.

De acordo com a chefe do CCZ, Eliana Collucci, as buscas foram encerradas, pois toda área foi vistoriada e a chance de encontrar mais animais mortos é pequena.

A polícia ainda aguarda o resultado do exame toxicológico dos gatos.

Fonte: EP Ribeirão

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Matança de gatos em Ribeirão Preto (SP) pode ser maior

A advogada Walesca Maria, que é “cuidadora” dos gatos do Morrro de São Bento, no Jardim Mosteiro, em Ribeirão Preto (SP), acredita que pelo menos 46 gatos e uma cachorra foram mortos na noite do último domingo (8) e não apenas os 26 gatos encontrados mortos no local e recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), na segunda-feira (9).

A constatação foi feita após Walesca voltar ao local no dia seguinte à mortandade e sentir falta do restante. “Pelo menos dez gatos que ficavam na praça em frente ao Cristo e dez entre o teatro e o portão do bosque não apareceram para comer, como acontece diariamente. Além da ‘Priscila’, uma cachorrinha que se uniu aos felinos depois que o tutor, um mendigo, morreu”, diz.

De acordo com a chefe do CCZ, Eliana Collucci, serão enviadas equipes ao Morro de São Bento para fazer novas buscas na área e tentar localizar os animais desaparecidos.

A cuidadora afirma que há 11 anos ela alimenta os gatos no São Bento e nunca viu uma ação como esta. “É a primeira vez que presenciei um envenenamento em massa como esse aqui. Foi uma ação premeditada, tanto que a pessoa que fez isso não deixou nem resquícios”.

A possibildiade de envenenamento está sendo investigada pela Delegacia de Proteção aos Animais de Ribeirão Preto, que aguarda o resultado do exame toxicológico dos gatos e busca por um possível culpado. Esse tipo de ação é crime previsto no artigo 32 da Lei Ambiental, que trata da punição de abusos contra animais domésticos e silvestres.

Fonte: EP Ribeirão

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Polícia investiga chacina de gatos em Ribeirão Preto (SP)

Foto: Reprodução/EP Ribeirão

Vinte e seis gatos foram encontrados mortos no Morro de São Bento, no Jardim Mosteiro, em Ribeirão Preto (SP). O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) recebeu a denúncia na manhã desta segunda-feira (9) e recolheu os animais para apurar as causas da ocorrência.

Para o delegado responsável pela Delegacia de Proteção aos Animais em Ribeirão Preto, Norberto Bocamino, não restam dúvidas de que houve ato criminoso. O departamento aguarda, nos próximos dias, o resultado do exame toxicológico nos gatos, além dos que serão feitos pelo Instituto Adolpho Lutz com os restos de ração encontrados no local. “Por não ter sido morte natural, de qualquer forma esses animais foram exterminados”, afirmou.

Ele não descarta a hipótese de que outros gatos – a região é conhecida pela superpopulação de felinos – sejam encontrados mortos nos próximos dias. O próximo passo, segundo o delegado, é levantar informações sobre o culpado, que pode ser preso por crime previsto no artigo 32 da Lei Ambiental, que trata da punição de abusos contra animais domésticos e silvestres.

Funcionários da zoonozes recolhem 26 gatos mortos na região do Morro de São Bento, no interior de SP. Foto: Silva Junior/Folhapress

Segundo o encarregado de serviços do CCZ, Luís Carlos Martins de Oliveira, a suspeita de que os animais foram envenenados só poderá ser confirmada após resultado do exame toxicológico. “A gente não sabe. Como foi morte em massa, acreditamos que, possivelmente, tenham sido envenenados”, afirmou. Ele acrescenta que também serão feitos testes biológicos com cinco gatos no Instituto Pasteur, em São Paulo, para constatar a possibilidade, ainda que remota, de contaminação de raiva.

Fonte: EP Ribeirão

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