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Simples exame pode evitar maiores complicações nos rins dos animais

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Assim como nos humanos, a idade traz desafios para a saúde dos animais. Uma das principais ameaças é a doença renal crônica – os rins começam a perder sua função até que, uma hora, praticamente param de filtrar substâncias tóxicas. A questão é que hoje só se pega o problema quando ele avançou bastante. Eis que surge uma promessa no horizonte: Fernanda Chicharo Chacar, doutoranda da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, identificou uma proteína no xixi dos cães capaz de indicar lesões renais em estágio inicial. Ou seja, um simples exame de urina apontaria os primeiros passos do transtorno.

“O diagnóstico precoce contribui para o controle do quadro. E os animais podem ser acompanhados antes mesmo do surgimento dos sintomas”, revela. Aliás, especula-se que o método também seja útil aos gatos.”A técnica não está disponível, mas, com ajustes e novos estudos, talvez vire uma possibilidade futura na prática clínica”, diz Fernanda.

Fatores de risco:
– Idade
– Deficiência congênita
– Uso de remédios tóxicos aos rins, como anti- -inflamatórios

Sintomas:
– Sede excessiva
– Aumento da quantidade de urina
– Vômito
– Falta de apetite
– Diarreia
– Perda de peso sem motivo aparente

Prevenção e tratamento:
– Mantenha o animal hidratado
– Evite dar remédios ao animal sem orientação
– Consulte periodicamente o veterinário

Fonte: Saúde Abril

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Saúde: atenção na alimentação dos animais para evitar colesterol

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A obesidade também tem se tornado preocupante no reino animal e é semelhante à humana ao se tratar de causas e consequências. Os cães, por exemplo, correm um risco grande de sofrerem com diabete e colesterol alto. Contudo, diferente dos seres humanos, eles não escolhem o próprio estilo de vida.

De acordo com a veterinária Ana Campos, são os tutores que devem estipular uma alimentação adequada para o animal, como, por exemplo, devem cuidar a quantidade dos alimentos e, ainda, evitar alimentação gordurosa. Também é necessário evitar agrados diários como doces, pães, bolachas, iogurtes, frutas em excessos e petiscos indesejáveis. “Os animais devem ser estimulados para brincadeiras, passeios, evitando assim o sedentarismo”, sugere.

A profissional explica que tanto os cães quanto os gatos podem apresentar aumento de colesterol no sangue, denominado hiperlipidemia. Os animais com hiperlipidemia podem ter dor abdominal, vômitos, diarreia, problemas oculares e convulsões. No caso da diabete, é uma condição que afeta a concentração sanguínea da glicose, um tipo de açúcar. “A diabete ocorre quando o organismo do cão produz uma quantidade insuficiente de insulina ou não a processa corretamente”, comenta.

Quando os cães sofrem de diabete e colesterol alto, segundo a veterinária, podem desenvolver algumas doenças como a pancreatite, AVCs, derrames, hipertensão, convulsões, doenças hepáticas e nos rins.

Além disso, a diabete causa cegueira no animal e qualquer machucado demora para fechar. “Sem contar os danos, muitas vezes fatais, que a doença causa nos rins e coração”, complementa.

Como detectar?
Segundo Ana, para descobrir se o cão tem diabete ou colesterol, por exemplo, é preciso fazer no animal exames periódicos de dosagem sanguínea de colesterol, glicose e triglicérides, principalmente em animais mais velhos e obesos.

Ao se tratar de diabete, a profissional recomenda observar se o cão, ou até mesmo o gato, bebe mais água do que o normal; urina com mais frequência; produz mais urina por dia; tem ‘acidentes’ em casa; apresenta fome sempre, mas mantém ou perde peso e se tem olhos turvos.

Para evitar o colesterol e diabete, a veterinária ressaltar que é importante cuidar da alimentação, proporcionar ração de boa qualidade e evitar exageros. A prática de exercícios também contribui na prevenção da obesidade.

O tratamento para o animal que tem diabete ou colesterol começa com a mudança na alimentação do animal. Em alguns casos mais severos, segundo Ana, o animal deve ser internado e acompanhado por algum médico veterinário a ponto de necessitar, na maioria das vezes, de medicações específicas.

Curiosidade
As raças mais vulneráveis a terem diabete são Poodle, Dachshund, Schnauzer, Beagle, Golden, Retriever, Labrador, Spitz e Samoieda. Contudo isso não significa que as demais raças não desenvolvam a doença. Vale ressaltar que a diabete sempre é uma ameaça aos cães mais velhos, não importa a raça, e às fêmeas com problemas hormonais.

Fonte: Folha do Mate

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Especialista explica como evitar problemas emocionais em cães

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Que os animais domésticos têm sentimentos, isso todo mundo já sabe. Mas, assim como o animal tem sentimentos positivos, ele também está vulnerável a desenvolver problemas emocionais. Neste caso, o veterinário do Clube de Cãompo, Aldo Macellaro, explica, principalmente no caso dos cães, como os tutores podem detectar e combater os sintomas de problemas comportamentais e quais os tratamentos indicados para essa doença.

Fatores contribuintes
“Vários fatores podem contribuir para que o cão seja mais suscetível aos problemas comportamentais e emocionais. Um deles é saber em qual ambiente os pais dele foram criados. Por exemplo, se a cadela foi maltratada durante a gravidez, seus filhotes serão mais suscetíveis a terem problemas durante seu desenvolvimento” comenta o Aldo Macellaro, veterinário do Clube de Cãompo.

De acordo com Macellaro, alguns fatores podem denunciar se o cão tem ou pode vir a ter problemas emocionais, como depressão, excesso de medo, dificuldade em se socializar em ambientes externos, ingestão de fezes, lambedura, micção involuntária, destruição de objetos, latido excessivo e agressividade que são alguns dos sintomas que merecem atenção dos tutores.

O Segredo
“É da natureza do cão viver em matilha, em bando. Então, se o animal apresenta algum tipo de problema desta natureza, os tutores precisam ajudá-lo a adotar uma nova rotina, como atividades físicas e programas de socialização com outros cães” comenta Macellaro, que complementa “existem vários períodos naturais que os cães atravessam durante seu desenvolvimento em que as oportunidades de apresentação de novas situações devem ser feitas, sempre de uma maneira positiva, para se adquirir o equilíbrio emocional na vida adulta”.

Para que o cão se sinta a vontade, ele precisa se familiarizar e estabelecer relações positivas com novos ambientes, se adaptando a tudo que está ao seu redor. Nesse caso, os tutores desempenham um papel fundamental de não pressionar ou obrigar o cão a algo que naquele momento ele não está preparado ainda. “Esse é um tipo de atitude que pode aflorar no animal sensações negativas” explica o veterinário.

Hotéis e casas especializadas
Nesse caso, procurar a ajuda de profissionais especializados em comportamento canino é uma boa saída. “No caso do Clube de Cãompo, por exemplo, existe uma rotina de “Day Care”, que estimula os cães à socialização, além de atividades educacionais e recreativas. Essa interação leva bem estar físico e emocional para o animal. Além das atividades, ter um local com bastante espaço é fundamental para o cão brincar e se socializar. No hotel fazenda são 60.000m² de área verde, que ajuda ainda mais no tratamento” finaliza Aldo.

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Veterinária dá dicas de como evitar que animais domésticos fiquem gripados

(Foto/Reprodução)
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Os animais domésticos também ficam mais gripados no inverno e, por isso, os tutores devem ficar atentos aos sintomas das doenças respiratórias, que podem evoluir para uma pneumonia grave e levar à morte.

“Tanto os cães quanto os gatos estão mais predispostos a apresentar doenças respiratórias virais, especialmente os filhotes e, em alguns casos, podem ocorrer infecções bacterianas secundárias, com o desenvolvimento de pneumonia, que pode levar à morte”, afirma a professora Sílvia Regina Ricci Lucas, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP). Se o animal apresentar sintomas como tosses, espirros, febre, ausência de apetite e falta de disposição por mais de dois dias, os tutores devem levá-lo ao veterinário.

Os agentes causadores da gripe em cachorros e gatos são diferentes dos que atacam as pessoas. Nos cães, a infecção respiratória mais comum é a traqueobronquite (tosse dos canis ou gripe canina). Entre os agentes causadores estão o vírus parainfluenza e a bactéria Bordetella bronchiseptica. A veterinária Marcia Lembo afirma que a doença é transmitida com facilidade de focinho para focinho. “Se entre dez cães houver um com a tosse canina, os outros vão pegar”, diz. Por isso, Marcia orienta os tutores de cães a evitar passear em praças com aglomerações dos animais e nos horários mais movimentados.

Há outras doenças que comprometem as vias respiratórias dos cães como a cinomose (paramixovírus) e a hepatite infecciosa canina (adenovírus). “Além disso, os cães podem apresentar quadros respiratórios alérgicos que também se manifestam com tosse e, nessa época do ano, com a diminuição da umidade relativa do ar, tornam-se mais suscetíveis a complicações como pneumonias”, afirma Sílvia Ricci.

Marcia afirma que os gatos normalmente têm rinotraqueíte. “Estando o animal vacinado, a recomendação é evitar corrente de ar, choque térmico na saída do banho, por exemplo”, diz. A doença pode apresentar sintomas leves até quadros mais graves. “Os quadros mais graves podem ainda ser complicados pela infecção concomitante com outros vírus como o da leucemia felina e o da imunodeficiência felina (duas viroses que levam a quadros de imunodeficiência adquirida)”, diz Sílvia Ricci.

Para tratar a gripe podem ser indicados simplesmente repouso acompanhado da ingestão de vitaminas, antibióticos e até uma internação.

Veja como prevenir as doenças respiratórias dos animais:
Sintomas
Tosse, espirros, secreção nasal e ocular que varia de serosa (aquosa) a mucopurulenta (espessa, amarelada), olhos avermelhados, diminuição do apetite, febre e prostração.

Prevenção:
– Deixar os animais, principalmente os cães de grande porte, em locais protegidos nos dias mais frios, especialmente durante a noite;
– Vacinação com acompanhamento profissional, para que o veterinário avalie a necessidade das vacinas e o intervalo entre as aplicações;
– Utensílios como comedouros e bebedouros devem ser individuais;
– Lavar as mãos após o trato de cada animal;
– Banhos apenas quando necessário (nos horários mais quentes do dia, com água morna e secagem com secador);
– Em canis e gatis, animais com secreções oculares, nasais e espirros devem ser isolados dos sadios e tratados até sua completa recuperação.

Fonte: Pet Rede

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Cães em situação de rua vão ganhar coleiras refletivas para evitar acidentes em Criciúma (SC)

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Coleiras refletivas serão colocadas nos cachorros em situação de rua para que os motoristas possam ver os animais durante a noite, evitando acidentes. Além disso, as coleiras vêm com uma etiqueta escrito “me adote”, para as pessoas identificarem que os cãozinhos são abandonados.

“Está escrito ‘me adote’ para que as pessoas entendam que os cachorros estão em situação de rua e que eles precisam de um lar”, comenta a protetora independente do grupo Unidos pelos Animais, Liziane Vitali.

A iniciativa surgiu após Joana Meller, também membro do grupo, ler uma matéria na internet que falava na implantação das coleiras refletivas na Índia para evitar acidentes durante a noite.

“A intenção é ajudar os cachorros de rua a não morrerem atropelados. Às vezes nem morrem, mas as pessoas deixam eles na rua, negligenciam, e acabam morrendo”, ressalta Joana.

De acordo com Joana, no início, ela e sua mãe fabricaram 30 coleiras. Agora estão apenas disponíveis para o grupo de WhatsApp dos membros que já cuidam de animais de rua. “Já comprei mais material para gente continuar com a confecção e já tenho as etiquetas com ‘me adote'”, informa.

As coleiras fabricas estão na casa de outra integrando do Unidos pelos Animais, Maria Claudete Clemes, mais conhecida por Detinha. “Minha casa é ponto de encontro. As pessoas vêm aqui pegar as coleiras”, conta. No mês de agosto o grupo vai às ruas colocar coleiras nos cachorros que estão abandonados.

Caso você se interesse pelas coleiras e queira colocar nos cãozinhos perto da sua casa, entre em contato com Liziane Vitali pelo telefone (48) 9964-4565.

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Fonte: Portal Satc

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Mobilização tenta evitar a morte de quase 200 animais em Curitiba (PR)

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Protetores de animais estão se mobilizando nas redes sociais para tentar evitar a morte de aproximadamente 200 animais, que foram resgatados na manhã de terça-feira (31) durante uma fiscalização de equipes da Prefeitura de Curitiba a uma área de invasão na Reserva do Bugio, situada na Área de Proteção Ambiental do Rio Barigui, no bairro Tatuquara. No local vivem cerca de 10 famílias que criavam de maneira irregular centenas de animais que posteriormente eram comercializados.

No local foram encontrados dois cavalos, seis ovelhas, sete vacas e 50 aves (galinhas, gansos, patos, perus e marrecos), que foram acolhidos por equipes da prefeitura ainda na mesma tarde. Outros 130 porcos, que ainda estão na área de invasão, deverão ser encaminhados para matadouros posteriormente. Segundo a prefeitura, os animais eram criados em meio ao lixo hospitalar e, por isso, apresentam riscos à saúde caso sua carne ou derivados sejam consumidos. “Os animais estavam sendo criados em meio ao lixo, inclusive hospitalar, sem nenhum controle fitossanitário, sendo impróprios para o consumo humano por oferecer risco à saúde”, explicou o médico veterinário Fabiano Cruzara, coordenador da ação.

Grupos de proteção se mobilizam para evitar as mortes
Várias correntes e mobilizações em grupos de proteção nas redes sociais pedem que os animais não sejam mortos. Centenas de pessoas compartilharam as informações sobre o caso e demonstram indignação com a indução à morte. “É só não comercializar a carne e derivados, prefeitura. Deixem os animais vivos. Cavalos não são usados para consumo. Para que matar os animais?”, dizia uma das postagens.

O Grupo Força Animal, de Curitiba, se prontificou a acolher todos os 64 animais resgatados na tarde de terça-feira em seu rancho, localizado na Região Metropolitana de Curitiba. O grupo entrou em contato com a prefeitura desde que tomou conhecimento do caso para formalizar a proposta e evitar a posterior morte dos animais. De acordo com o grupo, a equipe jurídica deve percorrer órgãos públicos na quinta-feira (2) para protocolar por escrito o pedido de tutela dos animais resgatados. Ainda segundo eles, a coordenação da Rede de Proteção Animal de Curitiba garantiu que, até que a questão seja resolvida, nenhum animal será morto.

Prefeitura analisa caso
De acordo com a assessoria da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, o caso está sendo analisado judicialmente para verificar se a doação desses animais é legal.

Apenas depois da análise legal do caso é que a prefeitura irá entrar em contato com o grupo de protetores para se posicionar se a doação desses animais é correta e não trará nenhum tipo de risco à saúde, informou a assessoria. Até que seja tomada uma decisão, os animais ficarão em um período de quarentena de 10 dias. Até lá, eles permanecem abrigados no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Fonte: A12

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Cães de pequeno porte têm facilidade para sofrer fraturas. Veja como evitar

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Uma das ocorrências ortopédicas nas clínicas e centros veterinários da Pet Center Marginal mais recorrentes são as fraturas envolvendo cães de pequeno porte, após quedas dentro da própria casa. Populares, esses pequeninos podem apresentar problemas depois de um simples pulo do sofá ou da cama.

“Imagine um cão com menos de 3 kg, como um Pinscher, por exemplo, caindo de uma altura de pouco mais do que 60 cm, distância convencional de uma cadeira. Não fica difícil imaginar os problemas de saúde que esse tipo de queda pode provocar?”, questiona a veterinária Adriana Valente, especialista em ortopedia da Pet Center Marginal.

Além do Pinscher, raças como Yorkshire, Chihuahua, Spitz, Lhasa Apso, Shitzu e Maltês são as mais propensas a acidentes por causa de quedas em casa. “Antes esses cães não ficavam tanto tempo dentro de casa; hoje não só fazem parte da família, como também têm grande participação na rotina, e muitas vezes os tutores se esquecem de que eles são movidos pelo instinto e pela curiosidade”, pondera.

Ao caírem, esses pequenos animais podem fraturar principalmente as patas dianteiras. De acordo com a Dra. Adriana, grande parte das quedas são de camas, sofás, mesas e até do colo: “Essas raças apresentam alto índice de fraturas de rádio e ulna que são ossos bem finos localizados nas patas dianteiras”.

Além de chorar por causa da dor, o tutor pode reconhecer a fratura, pois o animal deixa de andar como antes, passa a mancar, não apoiando mais a pata no chão. “Nesses casos, é importante levar o cão imediatamente ao veterinário para que seja realizado um raio-x. A dor é forte, tão intensa como acontece conosco, quando quebramos um osso”, alerta a veterinária.

Embora os tratamentos em ortopedia veterinária tenham evoluído, já que hoje é possível recorrer a uma série de implantes que são fixados ao osso fraturado, a recuperação desse tipo de problema é complexa. “Esse processo irá depender da boa vontade e dedicação do tutor, já que o cão não ficará de repouso por livre e espontânea vontade. Costuma ser uma fase em que o animal exige muita atenção, pois deve evitar alguns tipos de atividades dependendo do diagnóstico e tratamento instituído. Após uma cirurgia, por exemplo, em geral, um mês de repouso é o tempo mínimo necessário para que o osso possa consolidar”, esclarece.

Para prevenir esse tipo de acidente, a veterinária aconselha o tutor a evitar que esses animais frequentem lugares altos desde a fase de filhote. Outra sugestão são escadas, encontradas em pet shops, próprias para isso. Já no caso dos gatos, as telas em apartamentos são indispensáveis.

Fonte: Bonde

 

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Saiba como proteger seu animal contra o câncer de pele

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

As altas temperaturas dos últimos dias reforçam cada vez mais a necessidade da proteção solar. E para os animais não é diferente. O câncer de pele também pode afetá-los, e a doença chega a ser até mais agressiva do que nos humanos.

“Os animais precisam sair para os passeios em horários apropriados e cuidar com a exposição solar. O sol é importante porque ela fixa o cálcio nos ossos, e converte a vitamina D necessária. Mas é importante que a exposição seja antes das 9h e depois das 16h”, explica a veterinária.

Algumas raças são mais propensas a este tipo de tumor, como pit bull e bullterrier. Em relação aos gatos, aqueles que são mais branquinhos ou que têm pele de cor rosa merecem atenção.

O câncer de pele pode dar alguns sinais típicos, e geralmente começa com uma dermatite solar. “Pode existir alguma queimadura na pele, deixando a pele mais grossa e espessa. Depois disso, pode ser que apareça alguma ferida aberta, e a formação de uma crosta vermelha. Na sequênciaas feridas abertas vão aumentando”, explica Rhéa.

Os locais mais afetados no corpo dos cães são abdômen, ponta de nariz, região em volta dos olhos e ponta das orelhas: são lugares com menos pelo e maior exposição solar. Nos gatos, a ponta do nariz e da orelha merecem proteção especial.

De acordo com a veterinária, já existem protetores solares para animais prontos para comprar e nas farmácias de manipulação. “O ideal é um fator de proteção solar acima de 30, que deve ser aplicado quatro vezes ao dia”, resume.

Se o animal for diagnosticado com a doença, é importante que ele fique sob os cuidados de um veterinário. “Quanto antes for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, maiores as chances de sucesso.”, finaliza.

Com informações de Paraná Shop.

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Formiga argentina emite substâncias para evitar ser enterrada viva

Vida de formiga não é brincadeira, mas ter de ficar o tempo todo gritando as companheiras “Estou viva! Não me joguem no lixo” já é demais. E foi precisamente isso o que descobriram pesquisadores liderados por Dong-Hwan Choe, da Universidade da Califórnia em Riverside. Integrantes de uma espécie de formiga argentina, a Linepithema humile, emitem constantemente substâncias que avisam suas companheiras para não tratá-las como um cadáver.

A pesquisa está na edição desta semana da revista científica “PNAS”. A limpeza do formigueiro e o descarte de cadáveres é uma medida importante para evitar doenças entre os insetos. Acontece que, na verdade os bichos emitem constantemente o sinal cadavérico, só que ele é normalmente suprimido por duas outras substâncias. Uma hora após a morte, essas moléculas deixam de estar presentes na cutícula das formigas. Experimentos comprovaram que, quando animais vivos são lavados para retirar tais substâncias, eles acabam sendo levados para o lixão da colônia de qualquer maneira.

Fonte: Ambiente Brasil

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