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Eventos e palestras na internet celebram o Dia Mundial pelo Fim do Especismo

Pixabay/Ben_Kerckx

Em 29 de agosto celebra-se o Dia Mundial pelo Fim do Especismo. A data será marcada por eventos e palestras que terão como objetivo conscientizar a sociedade acerca dos direitos animais.

A entidade Ética Animal realizará palestras no dia 28 de agosto em três idiomas diferentes para tratar das razões para se rejeitar o especismo e as implicações dessa rejeição. “Continuamos a série de eventos na internet que temos realizado nos últimos meses. As palestras serão ministradas o 28 de agosto em horários diferentes em três idiomas diferentes: em espanhol, português e inglês (a palestra em inglês será repetida duas vezes, para que pessoas de diferentes fusos horários possam assistir)”, disse o grupo.

O especismo é uma prática discriminatória contra determinadas espécies de animais. Conforme explicou a entidade, trata-se de dar aos seres de espécies diferentes uma consideração moral diferente por razões injustas. “Até hoje, como consequência do especismo, muitos animais não humanos sofrem sérios danos nas mãos humanas. Da mesma forma, aqueles animais não humanos que se encontram em outras situações também são seriamente afetados por esta forma de discriminação. Isso acontece no caso dos animais no mundo selvagem que sofrem significativamente por diferentes motivos (tanto antropogênicos quanto por danos naturais), diante da indiferença dos humanos. Além disso, muitos animais não humanos são tratados comparativamente pior do que outros animais não humanos, o que também é uma forma de especismo”, afirmou.

As palestras serão realizadas nas páginas da Ética Animal no Facebook. Para conferir a programação completa, com datas, horários e links de acesso, clique aqui.

Eventos presenciais também serão realizados no Brasil. A manifestação do grupo Direct Action Everywhere (DxE) São Paulo foi marcada para o dia 29, às 14 horas. Os ativistas se encontrarão na Estação Paraíso do Metrô. A cidade também receberá uma ação promovida pelo coletivo Vozes em Luto, no dia 30, das 14h às 17h, em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp).

No dia 30, o DxE Rio de Janeiro também realizará um ato. O ponto de encontro será a Escola Municipal Cícero Penna, onde os manifestantes estarão às 10h30. Eles sairão do local, situado na Avenida Atlântica com a República do Peru, e caminharão até o Arpoador.


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Rainha da Inglaterra abandona o uso de peles após se tornar alvo de críticas pelo mundo todo

Photo: Julian Calder
Photo: Julian Calder

A rainha Elizabeth II abandonou definitivamente o uso de peles de verdade este ano e vai optar por peles que não sejam de origem animal no futuro, de acordo com sua estilista principal, Angela Kelly.

Segundo Kelly, que escreveu um livro de memórias contando sua experiência ao lado da rainha, Elizabeth II decidiu tirar oficialmente as peles de seu guarda-roupa real em resposta à mudança de atitudes da sociedade e ao sofrimento dos animais na indústria de pele.

Além disso, de acordo com a revista Vogue, “nos últimos anos, sua escolha de usar peles de verdade tem sido severamente criticada pela opinião pública”.

Imitação de pele

Em entrevista à Vogue, Kelly disse: “Se Sua Majestade participar de um evento ou compromisso em um local de clima particularmente frio, deste ano em diante, peles falsas serão usadas para garantir que ela fique aquecida”.

A rainha não é a primeira realeza a evitar o material: a duquesa de Sussex, Meghan Markle, também não usa peles de animais por razões éticas.

“Parabéns”

“Os tempos estão mudando e parabenizamos a rainha por ter mudado com eles”, disse Connor Jackson, CEO do grupo de advocacia Open Cages, em um comunicado enviado ao site Plant Based News.

“Todo mundo, da realeza ao comprador comum na rua, sabe que não precisamos abusar e matar animais para parecermos luxuosos”, disse o comunicado.

“Encorajamos o governo do Reino Unido a seguir os passos da rainha e usar o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) como uma chance de proibir a importação de peles para o país para sempre”.

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Cidade da Califórnia proíbe prática de montar em ovelhas em rodeios

Foto: In Defense of Animals
Foto: In Defense of Animals

A cidade de Alameda, na Califórnia, Estado Unidos, foi elogiada por defensores dos direitos animais e pela população por aprovar uma lei que proíbe montar ovelhas, prática comum na região.

Montar ovelhas, também conhecido como “rebentamento de carneiros”, é um evento que acontece em rodeios na cidade, no qual crianças montam em ovelhas, que lutam para se libertar delas.

A proibição foi aprovada após uma audiência do Conselho de Supervisores do Condado de Alameda no início desta semana, durante o qual a atividade foi condenada como cruel por especialistas em veterinária e defensores dos direitos animais.

Campanha

A organização de defesa dos direitos animais, In Defense of Animals, trabalhou com a ONG Coalition para que Alameda se tornasse uma cidade mais humana e para que a população e as autoridades apoiassem a medida. Os grupos convidaram os ativistas e residentes do local a escrever para os membros do conselho pedindo que aprovassem as novas regras.

Foto: In Defense of Animals
Foto: In Defense of Animals

Embora as ONGs tenham elogiado a diretoria na aprovação da nova lei, elas dizem que “algumas das práticas mais cruéis de rodeio da região ainda não foram abordadas” e propuseram uma medida que proibiria esporas e correias, bem como amarras e cordas nas panturrilhas dos animais.

“Primeiro passo importante”

“A proibição de montar ovelhas em Alameda é um primeiro passo importante”, disse Matthew Hamity, diretor de campanhas e assuntos legislativos de defesa dos animais, que estava presente para dar testemunho na reunião, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Não descansaremos até que as práticas mais cruéis do rodeio sejam abolidas. A amarração das panturrilhas e o uso de correias e esporas nos flancos de animais em eventos de montagem de cavalos causam rotineiramente ferimentos graves e até morte”.

“A maré está virando contra a exploração e abuso de animais para entretenimento”, acrescentou Marilyn Kroplick M.D., presidente da In Defense of Animals. “Os maus-tratos chocantes a ovelhas, bezerros e cavalos no rodeio são tão prejudiciais e significativos quanto a crueldade infligida às orcas no SeaWorld e aos elefantes nos circos”.

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Gorilas formam laços sociais semelhantes aos criados por humanos

Um estudo realizado pela Universidade de Cambridge concluiu que os gorilas formam laços sociais de forma bastante semelhante aos humanos. A pesquisa foi publicada na revista Proceedings of the Royal Society B.

Esses animais, que criam grupos de velhos amigos e membros da família, são muito mais complexos do que se imaginava. A espécie é conhecida por formar pequenas unidades familiares compostas por um macho dominante, várias fêmeas e seus filhotes.

Foto: Pixabay

Como os gorilas passam a maior parte do tempo em meio a florestas densas, há uma grande dificuldade para realizar estudos comportamentais. Para o estudo divulgado recentemente, foi feita uma análise de dados coletados em anos de trocas sociais entre centenas de animais da espécie gorila-ocidental-das-terras-baixas.

Especialistas investigaram a frequência e a duração de cada interação observada entre os gorilas nos momentos em que eles se reuniram para comer plantas aquáticas. As informações são da AFP.

Com o estudo, os pesquisadores conseguiram descobrir que, além da família próxima, os gorilas formam uma camada social de “família estendida” com 13 membros em média. Foram registrados também grupos maiores, com uma média de 39 gorilas. Apesar de não serem parentes, os animais de cada grupo interagem de maneira consistente com os outros.

“Uma analogia com as primeiras populações humanas pode ser uma tribo ou povoado pequeno, como uma aldeia”, disse Robin Morrison, líder do estudo e antropólogo biológico da Universidade de Cambridge.

Indícios de que a espécie construa ainda uma camada social mais ampla, semelhante aos encontros anuais ou festivais promovidos em sociedades humanas, foram descobertos. Neste caso, tratam-se de reuniões nas quais dezenas de gorilas se unem para se alimentar de frutas.

De acordo com Morrison, os gorilas podem ter desenvolvido habilidades de reunião para colaborar com a manutenção de uma “memória coletiva” que tem como objetivo rastrear alimentos difíceis de serem encontrados.

Segundo os autores do estudo, o sistema de alinhamento de grupos dos gorilas é surpreendentemente semelhante ao que é realizado por humanos. Além disso, outras espécies também possuem tal habilidade social, como os babuínos, as baleias e os elefantes.

“Nossas descobertas fornecem ainda mais evidências de que esses animais ameaçados de extinção são profundamente inteligentes e sofisticados, e que nós humanos talvez não sejamos tão especiais quanto gostaríamos de pensar”, disse Morrison.


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Festas noturnas em zoos são flagrantes de mais crueldade contra os animais

ZSL London Zoo | Foto: secretldn
ZSL London Zoo | Foto: secretldn

Como se não bastasse serem privados de sua liberdade e presos em cativeiros, distantes de seus habitats naturais e de suas famílias, sendo obrigados a servir de entretenimento humano, os animais agora tem que suportar barulho, bagunça e intrusos em sua hora de descanso noturna.

“Zoo nights”- um evento apenas para adultos, onde o SLZ London Zoo (zoológico de Londres) serve álcool e toca música alta – foi criticado e acusado de representar um “flagrante crueldade contra animais”.

A vegana e ativista pelos direitos animais, Abbie Andrews, criou uma petição pedindo que o zoológico cancele o evento, que recebeu quase 500 assinaturas em menos de 24 horas.

Sem consideração pelos animais

“Este é um evento recorrente onde o zoológico é basicamente transformado em uma boate noturna, com música tocando alto e álcool sendo vendido, sem nenhum cuidado com os animais como mostram os incontáveis incidentes que ocorreram nos anos anteriores”, disse Andrews.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A petição afirma que incidentes anteriores ocorridos no zoológico incluem pessoas tentando entrar em locais cercados e protegidos, pessoas derramando cerveja sobre os tigres, pinguins sendo perseguidos e supostamente feridos, e borboletas sendo esmagadas.

Absolutamente nenhuma consideração

“Não há absolutamente nenhuma consideração pelos animais que já são mantidos no zoológico contra sua vontade, é tudo para os consumidores e visando lucro e dinheiro”, diz o texto da petição.

“A última coisa que esses animais precisam é estar cercados de pessoas bêbadas e música alta. Esse evento foi renomeado várias vezes sem nenhuma indicação de que seja cancelado de uma vez por todas.”

Convite do evento | Foto: ZSL Zoo
Convite do evento | Foto: ZSL Zoo

Andrews está pedindo ao público para assinar a petição antes de junho, quando o evento ocorrerá todas as sextas-feiras do mês.

O ZLS London Zoo disse: “Temos medidas rigorosas em vigor e bem-estar animal é sempre uma prioridade ao planejar nossos eventos. Em todos os eventos Zoo Nights, temos um oficial de bem-estar animal junto com nossos tratadores especialistas que cuidam de nossos animais. Nós também monitoramos os níveis sonoros para garantir que sejam cumpridas todas as políticas relevantes.

“No Zoológico ZSL de Londres, nossos animais vêm em primeiro lugar. Durante o dia, ou em eventos especiais, nossos especialistas veterinários, funcionários do zoológico dedicados e especialistas em bem-estar animal são dedicados a garantir que fornecemos tudo o que precisam para se manter saudáveis, estimulados e em forma”.
O zoológico também alegou que os supostos incidentes foram “reportagens altamente sensacionalistas” e que “nenhum visitante jamais feriu um animal nem entrou em um cercado de animais”.

Zoológicos – fábricas de morte

Todo tipo de cativeiro, sem exceções, causa prejuízos aos animais. Estes seres sencientes nasceram livres, com a natureza por habitat, e nenhum local ou nenhuma justificativa (como proteção das espécies e reprodução assistida) pode isentar o crime que esse fato representa.

Além do sofrimento psicológico e físico, dos traumas, da perda de vontade de viver e uma série e outros sintomas ligados a privação da liberdade, os animais ainda são afastados de seus bandos, suas estruturas sociais, seus vínculos consanguíneos e amorosos.

Sim, eles criam vínculos, são capazes de amar, sofrer, sentir, compreender o mundo ao seu redor e responder a estímulos externos. Essa capacidade de sentimento e consciência foi registrada sob o título de senciência animal e conta com a aprovação cientifica de especialistas do mundo que assinaram a Convenção de Cambridge em 2012.

Dessa forma essa evidencia científica só torna o sofrimento de nossos companheiros de planeta ainda maior e nossa culpa ainda mais condenável e vexatória.

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Jornalismo cultural, Notícias

Prefeito cria Semana da Consciência Vegana no Canadá

Por David Arioch

Semana da Consciência Vegana termina no domingo com o Kelowna VegFest 2019 (Foto: Kelowna Vegan Festival/Divulgação)

O prefeito de Kelowna, na Colúmbia Britânica, Colin Basran, criou a Semana da Consciência Vegana na cidade, a pedido dos coordenadores do Kelowna VegFest. A iniciativa que inclui a oferta de eventos e outras atividades até domingo, quando será realizado o tradicional festival vegano local, é uma forma de aproximar mais as pessoas da realidade do veganismo.

Esta semana, além de mostrar como o veganismo é possível, ainda serão oferecidas palestras sobre como se tornar um empreendedor vegano, nutrição vegana no esporte e jornada rumo ao desperdício zero. “Nossa equipe está profundamente comovida ao ver uma comunidade vegana se unindo”, enfatiza a direção do restaurante vegano Naked Cafe.

No domingo, pelo menos 70 expositores vão participar do Kelowna VegFest, que também oferece palestras, aulas de ioga, apresentações musicais e oficinas de culinária. Segundo a organização do evento, Kelowna está se tornando conhecida por ser vegan-friendly, e hoje é fácil encontrar opções para veganos na cidade de pouco mais de 130 mil habitantes.

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Destaques

Burros são explorados para servir bebida em casamentos

Foto: Jornal Metro
Foto: Jornal Metro

Burros são animais selvagens, extremamente inteligentes e dóceis, esses equinos parentes dos cavalos são explorados pelos humanos para transporte e movimentação de cargas, turistas, e mais recentemente como garçons de festas.

Uma empresa americana chamada Little Burro Events (Eventos Pequeno Burro, na tradução livre), com sede na Califórnia (EUA), aluga seus dois mini-burros – Zoey e Burrito – para qualquer ocasião especial, celebrações, aniversários e casamentos, amarrando cestas em suas costas com as quais os animais circulam pela festa servindo e entretendo os presentes.

Obrigados a carregar diversas (e pesadas) garrafas de bebidas distribuídas em cestas pelas laterais de seu corpo, colocadas em cestas coloridas, que terão que carregar durante o evento para o qual foram contratados os animais são explorados em silêncio e inúmeras vezes. Com o objetivo fútil e cruel de servir os convidados e a ficar andando pelo ambiente com o peso a tiracolo, fantasiados com enfeites desconfortáveis e incômodos os animais são usados como enfeite pela empresa gananciosa.

A empresa vende o serviço cruel anunciando 90 minutos em que os animais “farão rondas na festa, carregando as bebidas e copos e posarão para fotografias com os seus convidados”.

O site diz: “Nós somos a principal companhia de mini-burros para bebidas do norte da Califórnia e ficaríamos honrados em fazer parte de sua ocasião especial. Há uma variedade de opções de eventos e podemos personalizar qualquer evento para torná-lo ainda mais especial e inesquecível”.

Foto: Jornal Metro
Foto: Jornal Metro

Dedicados a ganhar dinheiro às custas dos animais, os empresários vendem abertamente as qualidades dos burros como se eles fossem produtos a serem utilizados e dispostos como for do gosto do cliente.

“Com a natureza dócil dos burros em miniatura e suas adoráveis personalidades, você verá quão rapidamente eles fazem de um bom evento um evento memorável e especial sobre o qual todos falarão nos próximos anos. Vestidos para impressionar, esses pequenos burros certamente tocarão os corações de muitos “.

“Mas, como você pode imaginar, usar o trabalho e as qualidades dos animais para tornar o seu grande dia especial, não é barato”.

“Se você quer ter Zoey ou Burrito no seu baile, vai custar mil dólares por uma hora (mínimo) ou 1.500 dólares por 90 minutos”.

“E se você quiser ter o par de burrinhos, eles custarão 2 mil dólares por uma hora e 3 mil por 90 minutos. O site continua: “Você pode ter certeza de que os burros chegarão pelo menos 30 minutos antes do evento e estarão limpos, com acessórios colocados e prontos para trabalhar”.

Os pobres animais são oferecidos e descritos como mercadorias dispostas em prateleiras prontas para serem compradas e descartadas desde que se pague o preço por elas.

“Haverá de um a dois manipuladores por animal para ajudar a servir a bebida do evento, com direito a fotos, e para responder a quaisquer perguntas relacionados aos nossos amados pequenos burros”.

Os explorados alegam ainda que os pequenos burros “normalmente” podem carregar metade do seu peso, mas que eles limitam a carga a 45 libras (cerca de 20 kg) por razões de segurança. “Eles carregaram tudo: garrafas de água, cerveja, barris de vinho, champanhe, tequila e materiais de marketing. Se não for muito pesado, pode ser tão criativo quanto você gostaria”, diz a empresa.

Foto: Jornal Metro
Foto: Jornal Metro

E os exploradores vão mais longe mencionando até as necessidades orgânicas dos animais, avisando que os burros vão até a festa “equipados” com sacos coletores que são específicos para coletar a “bagunça”.

“Little Burro Events irá tornar sua festa única”, concluem os empresários inescrupulosos.

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Notícias

Investigação revela sofrimento de renas exploradas em eventos natalinos

Uma investigação feita por uma agência de proteção animal revelou o tratamento chocante de renas mantidas em cativeiro no Reino Unido.

Câmeras escondidas colocadas pela Animal Aid flagraram um trabalhador chutando uma rena em duas ocasiões diferentes, além de xingar inúmeras vezes o animal, no Kent Reindeer Center.

Ainda, várias renas no Cheshire Reindeer Lodge tinham costelas visíveis, demonstrando não estarem sendo alimentadas devidamente. Além disso, o seu acesso ao ar livre parecia consistir em “apenas um quintal árido”.

As renas têm um desejo inato de vagar, mas nas fazendas de renas em cativeiro, elas têm apenas uma pequena fração do espaço de que precisam.

Denúncias revelaram as péssimas condições em que renas são mantidas em cativeiro (Foto: Plant Based News)

Esses animais são muitas vezes vindos da Suécia, Finlândia e Noruega. Eles são altamente usados em eventos festivos de gruta e desfiles de renas, e infelizmente, alguns estão morrendo prematuramente.

A Animal Aid acredita que algumas dessas mortes podem estar ligadas à exposição de doenças de animais de criação britânicos. Eles são frequentemente submetidos a um regime de viagens extensivo, sendo transportados a todo momento.

Dados do governo revelaram através de um pedido de Liberdade de Informação que as renas mantidas no Reino Unido perecem de uma série de questões generalizadas, incluindo parasitas, problemas digestivos e gástricos, desnutrição, condições de desgaste e nervosismo.

“Nossas investigações revelaram o sofrimento chocante desses animais inocentes”, disse Tor Bailey, gerente de campanhas de animais, em um comunicado enviado à Plant Based News.

“As renas são animais selvagens sensíveis, não produtos para serem exibidos e usados ​​para entretenimento humano”.

“Eu gostaria de pedir ao público em geral que não apoie eventos que apresentem animais em cativeiro ao vivo e que encontre outras maneiras mais amigáveis ​​aos animais de aproveitar o período festivo”, ele completa.

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Você é o Repórter

‘COMO? Espaço Vegano’ comemora 3 anos do projeto com eventos

No mês de maio o ‘COMO? Espaço Vegano’ completa três anos de ações em busca da difusão e experimentação da filosofia vegana.

Na trajetória do espaço, estão contabilizados dezenas de eventos, entre eles feiras, festas, encontros, workshops, palestras, cursos, rodas de conversa, simpósio e fórum, estes dois últimos realizados em parceria com a Unicamp.

Professores-doutores, pesquisadores, cientistas, nutricionistas, endocrinologistas e jornalistas estão entre os muitos convidados que já passaram pelo COMO? e deixaram suas contribuições pela causa da filosofia vegana.

‘COMO? Espaço Educador Vegano’ realiza eventos em comemoração aos 3 anos do projeto
‘COMO? Espaço Educador Vegano’ realiza eventos em comemoração aos 3 anos do projeto

Nomes como os da jornalista Silvana Andrade (ANDA), das Profa Dra Filósofa Sonia T. e Profª Drª Paula Brugger (ambas da Universidade Federal de Santa Catarina), da Drª Pediatra Tatiana G. J. Vargas Balleroni, do Prof Dr Daniel Martins de Souza (Biologia- Unicamp) do Prof Dr Daniel Venâncio (Universidade Federal de Uberlândia/MG), do neurocientista canadense Dr Philip Low, das nutricionistas Maricilda Bóbbo e Priscila Menezello, da Drª Juliana Gabriel (endocrinologista), cursos com o(a)s chefs vegano(a)s da Caju Caju (SP), Aeté (SP), Doce Vegana (RJ) já emprestaram seus conhecimentos desde 2015.

Os coordenadores do COMO?, Maria Castellano e Cabeto Rocker Pascolato, criaram uma agenda de atividades que vão desde workshop de animação até a discussão do papel da maternidade no século XXI, passando por um encontro de escritores infanto-juvenil, além de uma palestra sobre leis, ativismo e direitos legais para quem pratica resgate de animais abandonados ou advindo de maus-tratos.

Eventos

Dias 9, 16, 23 e 30/5 (19h às 21h)

Workshop de animação – Com Mariana Santos e Gabrielle Paparelli.

As duas profissionais, que tem passagem nas produções do Peixonauta, Monica Toys, Neymar Jr, entre outras animações conhecidas nacionalmente, vão apresentar o mundo da animação em todos os segmentos possíveis de trabalho: Roteiro; Storyboard; Criação de personagem; Criação de cenários; Animação; Sonoplastia ; Edição ; Direção e Produção. Os alunos farão uma pequena animação no final do curso que será postada em canal da internet. Inscrições pelo cabetorockerproducoes@gmail.com, sendo R$ 100,00 pelos 4 módulos.

Dia 12/5 (10h às 18h)

Encontro de literatura vegana infanto-juvenil – com Prof Severino Antonio e Profª Katia Tavares, Giovana Umbuzeiro Valente, Prof Dr Rafael D. O. Venâncio, Hermes Petrini, Maria Castellano, Eliana Trujillo e Henrique Piacente Talarico.
Roda de conversa com os autores, ilustradores, lançamento de livros, cultura e arte reunidos num evento com entrada franca ao público.

Dia 19/5 (15:30h às 18:30h)

As outras mães … e eu? – Com Marô Camargo e Alessandra Campos
Um encontro no formato world café para colocar na mesa as questões da maternidade no século XXI. Como sair da “síndrome da mãe perfeita” para sermos a melhor mãe possível para nossos filhos? E o papel do homem na maternidade? E se você não quer ser mãe? Como sair da culpa para buscar mais aceitação em nossas vidas? Essas e outras perguntas farão parte do evento. O evento aceita contribuição consciente.

Dia 26/5 (16h às 19h)

Leis, ativismo e direitos animais– com os advogados Dr Rodrigo Martins e Drª Alessandra Eloísa Battáglia. Os participantes poderão tirar suas dúvidas de como proceder, dentro das leis vigentes no país, em situação de exploração, maus-tratos e crueldades praticados contra os animais não humanos. ONG´s, instituições, órgãos públicos, leigos, tutores e cuidadores poderão desfrutar dos conhecimentos dos dois profissionais. Entrada franca.

Outras ações e eventos poderão ser realizadas por encaixe mediante as propostas que nos chegam. Contato: Cabeto Rocker Pascolato (19) 99128-5656.

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Destaques, Notícias

Milhares de vacas são mortas em rituais e eventos públicos

Outros eventos tradicionais são a Caçada Real, realizada anualmente em Janeiro, os Festivais de Marula, em Março e a cerimônia de dança Reed, que ocorre em Agosto.

Foto: APA News

Os tradicionalistas sul-africanos também participam da maioria desses eventos tradicionais anuais, porque, além de serem de um país vizinho, algumas das atividades classificadas como “culturais” e praticadas na Suazilândia também ocorrem na África do Sul.

O mais frequentado dos eventos é a Dança de Reed, onde cerca de 100 mil mulheres dançam diante da realeza e de convidados e ocorre uma cerimônia de Oração Nacional de Incwala, com a participação de cerca de 40 mil guerreiros tradicionais  durante três meses.

Na cerimônia, o rei Swazi é mantido isolado enquanto realiza rituais tradicionais. Infelizmente, a caçada real é realizada após cada quatro anos e guerreiros tradicionais fazem uma expedição de caça para reduzir os animais selvagens que vivem no país.

Foto: Lewis & Ruby Happenings

Os Festivais Anuais da Marula têm principalmente mulheres, que saem para colher a fruta da marula para marcar o lançamento oficial da primeira fruta da época.  Após o festival, os guerreiros são convidados a fazer colheitas nas propriedades do rei.

A Tibiyo Taka Ngwane, uma empresa de propriedade da família real da Suazilândia, revelou que, em oito meses, bois e vacas avaliados em US$ 375 mil foram mortos para alimentar os participantes e convidados de cinco dos eventos tradicionais nacionais.

Segundo o Journal du Cameroun, os registros financeiros divulgadas pela companhia apontam que cerca de 600 mil pessoas foram alimentadas durante os eventos que ocorreram entre Dezembro de 2016 e Agosto de 2017.

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Você é o Repórter

Evento de carnaval vai reunir tutores e animais em Aracajú (SE)

Organizadores esperam receber cerca de quatro mil visitantes (Foto: Lá Fora Pet Park/Divulgação)

A segunda edição do do ‘Pré-CarnavAU – Lá Fora Pet Park’ pretende reunir tutores e animais em Aracaju (SE). O evento será realizado no sábado (4) e domingo (5), das 16h30 às 21h, no espaço montado no estacionamento próximo à Portaria B do Shopping Jardins. A entrada será gratuita e algumas atividades terão bilheteria própria.

O evento terá área de adoção, desfiles, lojas e adestradores. A expectativa dos organizadores é receber cerca de quatro mil visitantes acompanhados dos animais nos dois dias de evento.

Para participar os animais deverão estar com as vacinas atualizadas e o uso de coleiras guias será obrigatório durante toda a permanência no espaço.

Fonte: G1

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Em Manaus, protesto pede fim da exposição de animais silvestres em eventos públicos

Foto: Dio Dias
Foto: Dio Dias

Membros da Organização Não Governamental de Proteção, Adoção e Tratamento Animal (Pata), com o apoio de outras entidades, realizaram qaem Manaus, uma manifestação pacífica pedindo o fim da exposição de animais silvestres em eventos públicos.

O ato, marcado pelas redes sociais, aconteceu na praça do São Jorge, bairro de mesmo nome, na Zona Oeste, em frente ao zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) do Exército Brasileiro, onde a onça pintada ‘Juma’ foi morta logo após participação no evento de passagem da tocha olímpica por Manaus, na última segunda-feira (20).

Os manifestantes também reivindicaram esclarecimentos acerca da morte do animal, morto com um tiro de pistola, na cabeça, por investir contra um dos militares que a conduziam para a jaula, ao término do evento.

De acordo com a organizadora do protesto, Joana D’arc, será feito uma ação pública para que medidas legais sejam tomadas.

“Não somos contra o trabalho do Exército e o projeto de resgate das onças pintadas. Somos contra esses animais estarem em eventos públicos, porque isso causa estresse ao animal”, afirmou lembrando do fato acontecido com Juma. “Se ela não estivesse lá, não teria acontecido nada disso. Queremos esclarecimentos porque não sabemos se eles tinham autorização”, completou.

Ela salienta, ainda, que caso não haja mudança, a tendência é que manifestações semelhantes continuem ocorrendo. “Onde explorarem animais, nós estaremos presentes lutando e sempre lembrando a eles o que aconteceu com a Juma”.

O grupo protocolou junto ao Comando Militar da Amazônia (CMA) um requerimento pedindo explicações sobre o ocorrido, mas ainda não obteve resposta. Outro documento foi endereçado ao Ministério Público para que tome providências.

A comerciária Lucia Neves, diz que não faz parte de nenhum movimento específico, mas concorda que animais não devem ser usados em eventos públicos. Segundo ela, o trabalho do Exército em resgatar animais é sensacional e que o aconteceu com a onça Juma poderia ter sido evitado.

Fonte: Em Tempo

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