Destaques, Notícias

Cachorrinho é salvo após ser abandonado em caixa de papelão

The Dodo Little But Fierce, Jackson’s Story

Um filhote de cachorro foi abandonado em San José, na terceira cidade populosa do estado americano da Califórnia (EUA). O animal foi encontrando dentro de uma caixa de papelão por Ashley, que passava pela rua.

Após ouvir gritos fracos vindo do cachorro, a moradora resolveu levá-lo para casa. Quando abriu caixa a mulher se deparou com um filhote muito pequeno e fraco. Imediatamente, ela ligou para um veterinário local que ensinou o que fazer com o filhote até que ele pudesse vê-los no dia seguinte.

O cachorro que recebeu o nome de Jackson, tinha apenas 3 semanas de vida, o ideal era estar com sua mãe. Por conta disso, o filhote não conseguia regular a temperatura do corpo nem comer sozinho, ele precisava ser cuidado e cuidado 24 horas por dia. No dia seguinte, o veterinário instruiu Ashley sobre o que fazer para cuidar adequadamente de Jackson.

A dupla foi para casa e Ashley apresentou Jackson a seu gato, Dan. O gatinho ensinou Jackson a brincar, mas Ashley percebeu que algo estava errado com Jackson e ligou para o veterinário para marcar uma consulta de emergência para o cachorrinho.

O veterinário descobre o possível motivo do abandono insensível de Jackson e parte o coração de Ashley. Ainda assim, ela se recusa a desistir do cachorrinho.


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Notícias

Cadela abandonada presa à corrente pesada se cura de traumas após resgate

Foto: Stray Rescue of St. Louis

Uma cadela da raça pit bull foi condenada por seus antigos tutores a um destino cruel: o abandono. Para sua sorte, uma entidade de proteção animal estava disposta a retirá-la da situação terrível que lhe foi imposta.

Como se não bastasse ter sido descartada como se fosse um objeto quebrado, Fallon Marie, como passou a ser chamada, foi deixada na rua com uma corrente pesada presa ao seu pescoço, o que lhe causava incômodo.

Encontrada no estado norte-americano do Missouri, a pit bull foi resgatada por uma voluntária do Stray Rescue of St. Louis. Bastante assustada, ela se protegia do sol embaixo de um carro quando foi localizada.

Foto: Stray Rescue of St. Louis

Inicialmente, a cadela hesitou em se aproximar da voluntária. “Olha o que eu trouxe”, disse a mulher ao se referir ao petisco usado para atrair Marie, que, desconfiada, comeu. “É muito gostoso, não é?”, afirmou a voluntária, que aos poucos conquistou a confiança da pit bull.

Levada ao abrigo da instituição, Marie finalmente se libertou da corrente, que pesava mais de 4 kg. Cercada de cuidados e carinho, ela passou a perceber que estava em boas mãos e se permitiu abandonar seus traumas e sorrir aliviada.

Confira um pouco da história de Fallon Marie no vídeo:


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Cachorro salva a vida de sua família durante incêndio à residência

Foto: Reprodução / WVTM 13

Um cachorro da raça dogue alemão salvou a vida de seus tutores durante um incêndio que atingiu a casa da família em Shelby County, no Tennessee (EUA).

O cão dormia em seu canil dentro do imóvel quando percebeu que a casa estava em chamas. Para alertar os tutores, Ralph começou a latir. Não fosse o heroísmo do animal, todos poderiam ter morrido.

“Sem Ralph, acho que não teríamos conseguido nos salvar”, disse Derek Walker, tutor do cachorro. Com a ajuda de Ralph, Derek, sua esposa Maria Gilbert e os dois filhos do casal conseguiram sair da casa.

“Ele estava em seu canil dentro de casa e nós o ouvimos latir. Ele geralmente não faz barulho à noite. E era um tipo diferente de latido”, contou o tutor.

Ao acordar com os latidos do cão, Derek percebeu que a casa estava em chamas e que o fogo estava se alastrando rapidamente. “Eu comecei a gritar ‘fogo’ para levantar todo mundo’. Minha esposa se levantou e pegou nossos filhos, tirando-os de lá”, disse.

Foto: Reprodução / WVTM 13

Apesar da casa estar tomada por fumaça, o cachorro e seus familiares conseguiram escapar em segurança, sem sofrer qualquer tipo de queimadura. Como os alarmes de incêndio só soaram tardiamente, a ação de Ralph foi primordial para salvar a todos.

“Havia tanta fumaça que não sei se teríamos conseguido sair”, afirmou Derek. “Sem Ralph, acho que não teríamos conseguido. Não acho que meu filho teria sobrevivido”, completou.

O heroísmo do cachorro foi elogiado até mesmo pelo chefe do Batalhão do Corpo de Bombeiros de North Shelby, Robert Lawson. Segundo ele, a família poderia “ter sofrido ferimentos ou mortes” se não tivesse sido alertada pelo dogue alemão. “Como um apaixonado por animais que sou, estamos muito gratos por Ralph”, concluiu.


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Cadela cega presa em cano vive reencontro emocionante com tutora após resgate

CBS 3

Trixie viveu momentos difíceis após sair do quintal de sua casa e se perder. Para a família da cadela, também não foi fácil conviver com a angústia gerada pela falta de notícias sobre o paradeiro do animal. O desespero, no entanto, deu lugar à felicidade quando Trixie foi encontrada e voltou para casa.

Presa em um cano de uma obra realizada por uma construtora nos Estados Unidos, a cadela estava assustada e suja quando foi localizada. Cega, quase surda, e com 15 anos de idade, ela sofreu bastante após desaparecer. Mas o sofrimento chegou ao fim no momento do resgate e a cadela não só ficou feliz ao voltar para os braços de sua tutora, como demonstrou gratidão ao homem que a resgatou. Deitada em seu colo, Trixie se acalmou.

Após o desaparecimento da cadela, Kathie Iannuzzi iniciou buscas em todos os locais próximos a sua casa, mas não encontrou sua companheira de quatro patas, que havia escapado pela cerca do quintal e entrado dentro de um tubo de drenagem de 15 polegadas.

Idosa, com certa dificuldade de locomoção, cegueira e problemas de audição, Trixie poderia ter sido condenada à morte pelo acidente, não fossem as pessoas que ouviram o seu choro angustiado. O pedido de socorro da cadela foi atendido pela MOR Construction, empresa responsável pela obra que rapidamente enviou uma equipe ao local com ferramentas úteis para o resgate.

CBS 3

Preocupados com o estado de saúde da cadela, os funcionários da construtora foram ágeis. Eles sabiam que não poderiam perder tempo e usaram um equipamento com uma câmera robótica acoplada para identificar com exatidão o local em que Trixie estava presa dentro do cano.

Após encontrar o ponto exato em a cadela estava, a equipe iniciou as escavações e fez um corte no cano para salvá-la. O operador de câmera Bob Market contou à emissora de televisão CBS 3 que a cadela demonstrava estar brava no início do resgate, mas que logo se acalmou. “Assim que coloquei as mãos sobre ela e a puxei para fora, ela se derreteu no meu colo”, disse.

No local do acidente, Kathie esperava ansiosa pela cadela, recebida por ela imediatamente após o resgate. Ainda suja e assustada, Trixie ganhou o abraço reconfortante de sua tutora, que chorou ao reencontrar sua companheira.

Apesar do acidente, a cadela passa bem e se recupera em seu lar. O buraco pelo qual ela teve acesso ao cano foi fechado para que acidentes do tipo não voltem a acontecer.


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Cachorro salva a vida de beija-flor ferido e faz amizade com a ave

Foto: Reprodução Youtube / Ed Gernon

Um beija-flor teve sua vida salva por um cachorro em Whittier, na Califórnia (EUA). Rex também foi salvo quando foi adotado por Ed Gernon e agora retribuiu o que recebeu dando uma chance a ave.

O cão passeava com o tutor quando encontrou o beija-flor ferido. Caído no chão, cercado por formigas, ele parecia invisível, mas não para Rex. A atitude do cachorro, que não saiu de perto da ave, chamou a atenção de Ed.

Comovido com o gesto de Rex, seu tutor decidiu ajudar o beija-flor. “Ele era uma criatura minúscula, muito frágil. Parecia que todos queriam acabar com ela, mas Rex só queria protegê-la. Entendi que precisava ajudar”, disse.

Foto: Reprodução Youtube / Ed Gernon

Hummer, como passou a ser chamado o beija-flor, foi resgatado e levado a uma clínica veterinária. Após semanas de cuidados, ele se recuperou.

O resgate levou a ave a criar um verdadeiro laço de amizade com o cão. Hoje, o beija-flor voa livremente pela casa, mas escolhe ficar perto de Rex, que também adora seu amigo.


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Rapper Common afirma que o veganismo mudou a sua vida

Divulgação

Em entrevista para Vogue, o ativista e cantor de hip-hop, Common, conhecido por suas letras que abordam sobre amor próprio e espiritualidade, revelou que deixou de consumir carne há muito tempo.

O cantor admite que foi influenciado pelo produtor musical KRS-One, que é referência em vegetarianismo no contexto da cultura hip-hop dos anos 80.

Nos anos 1990, Common aderiu uma dieta totalmente livre de crueldade contra animais e como começou a se exercitar para ter uma vida mais saudável. Hoje o rapper garante que com essa mudança passou a ser mais focado, empático e amoroso.

Common conta que essa tornou-se a verdadeira base um estilo de vida melhor e mais feliz e que ao perceber isso, passou a ter mais controle sobre si mesmo.

Além de não consumir mais produtos de origem animal, o ativista passou a ter uma alimentação mais saudável, eliminando frituras e alimentos ricos em calorias vazias.

Durante uma entrevista à revista Vogue, Common falou sobre seu novo canal no YouTube, o Com+Well, focado em suas experiências sobre como alcançar uma qualidade de vida melhor.


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Animais são abandonados durante incêndios florestais nos Estados Unidos

Gato resgatado no estado norte-americano da Califórnia (Foto: Reprodução / Globonews)

Mais de 200 mil pessoas deixaram suas casas por conta dos incêndios florestais que atingem o estado norte-americano da Califórnia. Com isso, muitos animais foram abandonados à própria sorte.

Comovidas com o sofrimento desses animais, pessoas que atuam no resgate de cães e gatos se uniram para salvá-los. Centenas de animais já foram resgatados.

O abandono em meio às queimadas condenou muitos animais a sofrerem queimaduras graves. Outros foram resgatados com problemas respiratórios causados pela fumaça e pelo fogo.

Especialistas acreditam, porém, que as equipes não estejam dando conta de salvar todos os animais, especialmente cães e gatos, que foram abandonados. A suspeita é que muitos deles ainda estejam presos dentro das casas atingidas pelo fogo.

Os que tiveram a oportunidade de serem retirados dos imóveis agora aguardam para retornar para suas famílias. Uma força-tarefa está sendo realizada para identificar e localizar os tutores.

Em um hospital veterinário no Oregon, estado no qual mais de meio milhão de pessoas foram vítimas dos incêndios, profissionais estão publicando fotos dos animais resgatados nas redes sociais em uma tentativa de localizar suas famílias.


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Cão é adotado após tutor abandoná-lo por considerar o animal “burro”

Foto: Reprodução Facebook / Muttville Senior Dog Rescue

“Ele é burro”, esta foi a frase usada por um norte-americano para abandonar um poodle de 18 anos em um abrigo. Idoso, o cachorro foi descartado quando mais precisava de proteção e cuidados. Seus antigos tutores não imaginavam, porém, que o amor negado por eles seria entregue ao animal em dobro não só pelos voluntários do abrigo, mas pela nova família do cão, que logo foi adotado.

Figgy superou a expectativa de vida de cães da raça poodle, que costumam viver, em média, entre 12 e 15 anos. E se para seus antigos tutores os 18 anos do cachorro não eram motivos para comemorar, para Eileen, sua nova tutora, não faltaram razões para celebrar o presente que era ter um novo membro em sua família.

Abandonado no Muttville Senior Dog Rescue, em San Francisco, no estado norte-americano da Califórnia, Figgy comoveu os voluntários do abrigo, que sabiam o quão difícil seria encontrar alguém disposto a adotar um animal de idade tão avançada.

Eles ficaram ainda mais abalados quando souberam dos argumentos que o antigo tutor do poodle usou para justificar o abandono. Sua esposa não gostava do cachorro, que tem artrite e é muito “burro”. Foram essas as duras palavras do homem, que tratou Figgy como um objeto descartável.

O problema, no entanto, não era o poodle, mas sim a forma distorcida como ele era visto por sua antiga família – o que foi resolvido pela ONG, que providenciou uma nova tutora para o cachorro capaz de enxergá-lo com os olhos do coração e, assim, ver apenas qualidades no animal.

Foto: Reprodução Facebook/ Muttville Senior Dog Rescue

A entidade sabia que, na verdade, o abandono de Figgy tinha sido motivado por sua idade avançada. Idoso, ele precisa de cuidados especiais, tem menos resistência a doenças e demanda mais recursos financeiros. Nada disso, entretanto, era um problema para Eileen, que o levou para casa.

Para impedir que o poodle terminasse sua vida em uma baia solitária do abrigo, os voluntários da instituição entraram em contato com Eileen. Membro da equipe de voluntariado do Muttville Senior Dog Rescue, ela é conhecida por dar abrigo a cachorros idosos para lhes oferecer um fim de vida digno e repleto de amor.

Ao ser contatada pela ONG, a norte-americana não pensou duas vezes. E para sua surpresa, ao chegar no abrigo Eileen percebeu que Figgy parecia esperar por ela. Isso porque os dois experimentaram um vínculo de afeto imediato no momento em que se conheceram.


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Orca que viveu luto ao carregar filhote morto por dias dá à luz novamente

Orca Tahlequah e seu filhote foram vistos juntos (Foto: Katie Jones/Center for Whale Research)

A orca que ficou mundialmente famosa após ser flagrada carregando seu filhote morto deu à luz novamente. No último sábado (5), o novo filhote foi visto ao lado da mãe no estreito de Juan de Fuca, na fronteira oeste entre os Estados Unidos e o Canadá.

Foram cerca de 18 meses de gestação até o nascimento do filhote, que aparenta ser “saudável e precoce”, segundo o Center for Whale Research (Centro de Pesquisas de Baleias, em tradução livre).

Tahlequah, como foi batizada, carregou seu filhote morto por 17 dias em 2018, impedindo que o animal afundasse na água. A cena gerou forte comoção por registrar o doloroso luto de uma mãe.

Apesar de não ser possível apontar o dia exato em que o novo filhote nasceu, pesquisadores estimam que o nascimento tenha ocorrido na última sexta-feira (4). A estimativa foi feita com base em características do animal.

De acordo com o centro de pesquisas, um grupo grande de orcas foi visto a algumas milhas de distância da mãe com o filhote e, por isso, pesquisadores acreditam que eles podem passar a viver juntos.

Em 2018, Tahlequah percorreu 1,6 mil quilômetros segurando o corpo de seu filhote. Na época, cientistas temeram a possibilidade da orca permanecer depressiva e, por isso, parar de se alimentar. No entanto, após 17 dias ela deixou de carregar seu filho.

A alimentação das orcas é uma questão preocupante. Variações na migração de salmões tem causado a escassez desses peixes, que servem de alimento para as orcas. Com a dificuldade para se alimentar, as gestações e a sobrevivência dos filhotes são afetadas.


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Caçador é morto por cervo um dia depois de ferir o animal com um tiro

Pixabay/Imagem Ilustrativa

Um caçador foi morto por um cervo no estado norte-americano do Oregon. O animal que chifrou o pescoço de Mark David havia sido ferido pelo caçador no dia anterior.

Enquanto participava de uma caçada em uma propriedade privada na companhia do dono da fazenda, o caçador atirou em um cervo, que fugiu ferido.

A Polícia Estadual do Oregon informou ao jornal Fox News que David e o fazendeiro retornaram ao local no dia seguinte para procurar o cervo.

Ao se deparar com os caçadores, o animal chifrou David no pescoço para se defender. O cervo, no entanto, também foi morto. Não há detalhes sobre a forma como a morte ocorreu.

Os policiais afirmaram que o fazendeiro “tentou ajudar David, mas ele sofreu ferimentos fatais e morreu”.


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Destaques

Família faz festa para comemorar aniversário de cadela adotada

Bibi e Dora são grandes amigas (Foto: Juciane Tutes/Arquivo pessoal)

Dora, uma labrador de sete anos de idade, ganhou uma festa para comemorar seu aniversário. Adotada por uma família de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a cadela é o xodó da casa.

Há um ano, depois que uma das cadelas da família morreu, a artesã Juciane Tutes acabou adotando Dora. “A gente perdeu a Mortadela. Aí a gente disse que não ia ter mais cachorro. De repente, a gente já estava procurando um filhote. A Mussarela estava muito sozinha”, contou.

Em entrevista ao G1, Juciane revelou que soube da história da labrador e decidiu dar uma chance a ela. Hoje, Dora e Bibi, filha da artesã, são grandes amigas.

“Tinha aquele pré conceito por ser grande. Mas quando eu vi a foto, fiquei encantada, fiquei louca. Então fomos buscá-la. Quando a gente chegou, ela veio correndo, quase derrubou a Bibi. Ela queria amor e a gente tinha muito amor para dar. Pronto, casou”, disse.

Dora nasceu nos Estados Unidos e foi parar no Mato Grosso do Sul. No entanto, sua família novamente se mudou, indo viver no Canadá, e não levou a cadela, que passou a procurar um novo lar. E encontrou.

“Ela atende a todos os comandos em inglês. É uma lady. Dócil. Um bebezão, o xodó da Bibi”, afirmou a artesã.

A adoção foi tão especial que, na ausência da data de nascimento da cadela, que não consta na carteira de vacinação, Juciane escolheu o dia em que Dora foi adotada para celebrar o aniversário dela: 25 de agosto.

Segundo a artesã, Bibi pediu à mãe que a festa tivesse um tema e Juciane não pensou duas vezes: “eu disse ‘amor'”. “Ela questionou e eu expliquei: a gente não adotou a Dora porque a gente tem muito amor?”, disse. “Foi muito engraçado. A gente se divertiu”, completou.


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Milhares de cães usados como bombas foram mortos na Segunda Guerra Mundial

Cão com máscara de gás na Primeira Guerra Mundial (Wikimedia Commons)

Não foram apenas os humanos que pagaram caro pelas guerras do passado. Os animais, inocentes e vulneráveis, foram explorados e mortos sem piedade. Na Segunda Guerra Mundial, bombas eram explodidas acopladas a corpos de cachorros, tirando a vida de milhares deles.

As crueldades promovidas pelos exércitos contra os animais, no entanto, surgiram antes disso. Registros de meados de 1.100 a.C. mostram elefantes sendo explorados para o transporte de cargas pesadas. Pombos, ratos e morcegos também eram tratados como mensageiros e sentinelas.

Esse papel também foi desempenhado, à força, pelos cães, que também foram explorados na Primeira Guerra Mundial como “patrulhadores”. Os soldados colocavam máscaras de gás nos animais e os obrigavam a se expor a risco para farejar vítimas humanas da guerra.

Na Segunda Guerra Mundial, os maus-tratos se intensificaram. Inicialmente, os cachorros eram submetidos a treinamentos anti-naturais pelos soviéticos para que aprendessem a carregar explosivos até o território inimigo. As informações são do portal Aventuras na História.

Na época, eles foram denominados “cães anti-tanque”, porque carregavam as bombas até os veículos blindados. A explosão era acionada à distância. No entanto, o método cruel, que colocava os cães em risco, mostrou-se ineficaz porque os animais às vezes deixavam as bombas longe dos inimigos ou eram notados por eles.

Elefantes forçados a carregar cargas pesadas na Alemanha, em 1945 (Wikimedia Commons)

Foi então que os soldados soviéticos decidiram tirar os cães da condição de risco para colocá-los em um patamar ainda pior: o da morte. Eles ensinaram os cachorros a irem o mais próximo possível dos tanques. Quando chegavam ao destino, os cães eram explodidos junto com as bombas.

Com a explosão sendo acionada ainda com as bombas acopladas aos corpos dos animais, milhares de cachorros perderam suas vidas graças à ignorância e à crueldade humana.

A prática, na época, foi vista com bons olhos pelo exército dos Estados Unidos, que ao invés de repudiar tamanha barbárie, decidiu copiá-la e passou a treinar cães em meados de 1943 para enviá-los à morte.


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