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Estudantes produzem cordel como forma de protesto contra a vaquejada

Divulgação

Estudantes de Mobilização Pública e Direitos Animais produziram uma obra de cordel para manifestar contra a vaquejada, defendendo em forma de versos que a prática não é cultura.

Os alunos fazem parte do Grupo de Estudos Sobre Direitos Animais e Interseccionalidades (Gedai), localizado em Brasília (DF).

Com o apoio de voluntários e ativistas dos direitos animais, já foram impressos 500 exemplares do cordel “A Tortura da Vaquejada”, para ser distribuído em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), apoiando a Ação Direta de Inconstitucionalidade (AD 5728) que questiona a Emenda Constitucional (EC), mais conhecida como a PEC da Vaquejada, prevista para julgamento pelo STF em 5 de novembro.

“Entidades que lutam pelos direitos animais em todo o país pedem que a emenda seja declarada inconstitucional, pois a prática da vaquejada é extremamente cruel com os animais, conforme julgados anteriores no STF”, menciona o Gedai.


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Jornalismo cultural, Notícias

Ativistas levam palestra sobre veganismo para escola de PE

Movimentos 269life Nordeste e Vozes em Luto Nordeste ministraram palestra sobre veganismo e direitos animais na Erem Oscar Carneiro, em Camaragibe


Esta semana, os movimentos 269life Nordeste e Vozes em Luto Nordeste ministraram palestra sobre veganismo e direitos animais na Escola de Referência em Ensino Médio Oscar Carneiro, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife (PE).

Os ativistas discorreram sobre o tema, tiraram dúvidas dos estudantes e distribuíram lanches veganos (Fotos: 269life Nordeste/Vozes em Luto Nordeste)

Os dois grupos foram representados pelos palestrantes e ativistas Allan Victor, Athos Vinícius, Fernanda Alcântara e Laura Lopes. Para um público de 80 estudantes, eles discorreram sobre o tema, tiraram dúvidas dos estudantes, distribuíram lanches veganos e utilizaram como background o documentário australiano “Dominion”, de Chris Delforce.

O filme que tem aproximadamente duas horas de duração explora seis facetas primárias da relação humana com os animais – animais de companhia, vida selvagem, pesquisa científica, entretenimento, vestuário e alimentos. A obra se propõe a questionar a moralidade e a validade do nosso domínio sobre o reino animal.

“O documentário foi exibido como pano de fundo para que pudéssemos expor a realidade que a indústria do holocausto animal esconde. Ficamos muito gratos pela oportunidade, porque buscamos a intersecção das lutas sociais e humanas com a luta vegana abolicionista, e mais uma vez propagando que o veganismo é possível e acessível para todos”, informam.

Ao final, eles avaliaram a recepção dos estudantes como muito positiva e agradeceram à direção da escola e sua equipe pedagógica pelo apoio, cortesia e preocupação em preparar uma mesa com sucos e frutas para os ativistas. “Também agradecemos ao ativista Athos que fez toda a mediação com a escola para que o evento ocorresse”, destacam.


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Universidade de Cambridge remove quadro que mostra animais mortos

Foto: Joe Giddens/PA Wire/AP
Foto: Joe Giddens/PA Wire/AP

Uma pintura retratando imagens perturbadoras representando animais mortos foi removida de um refeitório da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Os alunos expressaram estar horrorizados ao jantar ao lado da pintura a óleo do século XVII “The Fowl Market”, do pintor flamengo Frans Snyders – que foi doado à universidade pelo Museu Fitzwilliam.

“Alguns estudantes se sentiam incapazes de comer no refeitório porque o quadro estava na parede”, disse um porta-voz do Museu Fitzwilliam ao The Telegraph. “As pessoas que não comem carne acham as imagens repulsivas. Elas pediram para que o quadro fosse retirado”.

A obra de arte será exibida em uma futura mostra no museu, focada na cultura alimentar entre os anos de 1500 e 1800.

“Muitas pessoas estão se voltando para o vegetarianismo e o veganismo como uma escolha política, ética e alimentar, pois repensamos nossa relação com os animais e seu tratamento em um mundo industrializado”, disseram as curadoras Victoria Avery e Melissa Calaresu, sobre a remoção da pintura.

“As escolhas alimentares não são determinadas apenas por preocupações políticas sobre o que comemos, mas também agravadas pelas ansiedades morais que ressoam em torno da alimentação, autoimagem, excesso de consumo e nosso corpo”, complementaram.

A Universidade de Cambridge também está se juntando a uma lista crescente de instituições de ensino que se comprometeram a remover a carne de seus menus devido às crescentes preocupações com as mudanças climáticas.

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Promotora defende cardápio vegano implementado em escolas na Bahia

O Programa Escola Sustentável oferece aos alunos opções éticas, sustentáveis e saudáveis


A promotora Leticia Baird defendeu o cardápio vegano nas escolas públicas da Bahia. Instituições de quatro municípios – Serrinha, Teofilândia, Biritinga e Barrocas – foram contempladas com a alimentação livre de origem animal graças a importante atuação da promotora.

Foto: Terrence McCoy – Washington Post

A iniciativa é uma diretriz do Ministério Público da Bahia, estabelecida em 2018 em prol da sustentabilidade. Após os municípios serem convidados a assinar um termo de ajustamento de conduta, carnes, ovos e leite estão sendo progressivamente retirados da merenda escolar. Pasta de amendoim, pão vegano, carne de soja e outros alimentos vegetais estão sendo inseridos na alimentação dos alunos.

Atualmente, 40% do cardápio é de origem vegetal. O objetivo é que, no futuro, seja 100%. O projeto é apoiado pela ONG Humane Society International, que defende causas ambientais. As informações são da Gazeta do Povo.

No YouTube, a promotora aparece em vídeos nos quais defende os animais e alerta para o “perigo quase irreversível” dos dejetos de matadouros que contaminam a água e o solo. Ao jornal Washington Post, Letícia afirmou que, na Bahia, “encontrou uma culinária baseada em raízes, e que todos os nutrientes que ela precisa estão nos vegetais, além de estar tentando cortar o glúten”.

“Se uma alimentação à base de vegetais é mais barata financeiramente, custa menos para o meio ambiente e fornece igual suporte nutricional, por que o governo vai ter que comprar carne?”, defende. “Aquecimento global tá aí, emissão de gases do efeito estufa está aí, e qual é hoje a maior fonte de degradação ambiental atrelada a aquecimento global e gases poluentes? Sistema de produção alimentar”, completa.

O Programa Escola Sustentável foi idealizado pelo Ministério Público não só para garantir mais sustentabilidade, mas também para combater doenças causadas por produtos de origem animal, como a obesidade, o colesterol e a pressão alta. O órgão pretende, também, fomentar a agricultura familiar na região através do projeto.

“Modernamente, as entidades de pesquisa mais renomadas, inclusive The Lancet, que é a maior revista de publicação de medicina hoje no mundo, é muito antiga, Harvard, Stanford, Oxford, promovem esse tipo de alimentação”, diz a promotora. Segundo ela, o cardápio vegano garante melhorias na “qualidade da alimentação escolar, prevenção de doenças e melhor gestão de recursos públicos financeiros”.

“Não há na nossa legislação nenhuma norma que obrigue que a fonte seja de origem animal (…) os únicos itens obrigatórios são frutas e hortaliças. Não existe obrigatoriedade, não fala que é obrigatório usar ovo, leite, queijo, não existe”, continua.

Sobre a determinação feita em 2018 pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) a respeito da necessidade de haver proteína animal no cardápio escolar, Letícia disse que “isso foi já em 2018, quando o programa já tinha sido lançado, então não há norma, não há lei”.

Sobre as pessoas que insistem em criticar o programa, a promotora afirmou que “talvez, exista um desajuste de informação quanto ao que hoje diz a ciência com relação à eficiência nutricional de uma alimentação à base de vegetais”. “É um descompasso desses críticos no que, modernamente, se sustenta sobre viabilidade nutricional, numa alimentação a base de vegetais”, reforçou.

De acordo com a coordenadora do projeto na região de Biritinga, Valdiceia Leão, inicialmente o programa encontrou resistência de algumas famílias. “Realmente, houve um impacto, até pela questão da cultura, houve um choque, teve reação”, explica. “Nós dissemos aos pais que seria gradativo e que, ao passo que a criança ia comendo, ia se adaptando”. Orgulhosa, Valdiceia conta que a filha, de 9 anos, não come carne. “Ela não come nada de doce, eu não dou, não deixo de jeito nenhum. E ama verdura. Não come carne, eu não dou carne, nem frango”, diz.

Em entrevista à Gazeta do Povo, a promotora defendeu a manutenção do programa, que oferece aos alunos opções éticas, sustentáveis e saudáveis. Confira abaixo.

Quando vocês substituírem 100%, e as pessoas que não… de repente vai ter alguém que não vai concordar com isso. Como é que fica essa questão?

Primeiro que a gente não chegou lá no 100% ainda, a gente está teorizando.

Mas pode ter gente que hoje mesmo, com 40%, não concorde, não é?

Quando você chega no hospital, para ser atendida, você pergunta se a marca da aspirina que ele vai te dar é x ou y ou você quer saber se a aspirina vai ter o mesmo efeito? É o que eu estou tentando dizer, e que a sociedade brasileira tem uma dificuldade para entender, porque nós ainda vemos o poder público de uma forma pessoalizada. Dinheiro público, recurso público não pode ser visto de acordo com as minhas preferências, meu gosto. Não, dinheiro público é escasso, não tem dinheiro para todas as coisas, então tem que fazer o máximo com o mínimo.

Se isso se mostra producente, sobre todas as perspectivas quando comparado a uma outra opção, o poder público nem pode ter escolha, porque é regido pelo princípio da eficiência. Infelizmente, a eficiência não é um princípio muito observado na prática da administração pública, e talvez por isso haja tanta divergência e essas ponderações das pessoas.

Hoje, por exemplo, se uma criança quisesse uma alimentação dessa [vegana], como é que isso seria? Pense o inverso, uma criança que por razões, não de saúde, até porque o acordo do MP, o TAC, tem uma cláusula muito expressa, se houver uma recomendação médica, de que a criança objetivamente precisa fazer uso, o governo vai ter que dar, se aquilo faz parte da saúde, uma prescrição médica fundamentada. Mas e uma criança que seja vegetariana, se ela for comer hoje na escola, vai ter arroz com charque. E aí? Ninguém pensa o outro lado?

Mas então não seria justo equilibrar o cardápio? E quando chegar em 100%? E essas crianças que querem comer carne?

É aquilo que eu acabei de falar, que talvez você ainda não compreendeu, a gente está falando de recurso público.

Tá, mas o recurso…

Mas o que?! Você vai escolher se o governo vai comprar ambulância branca que custa 100 mil?

Mas quando chegar a 100% vai tender a um lado, ao veganismo. E o outro lado?

Não, a questão não é veganismo. É utilização de recurso público, é isso que eu sempre tento deixar claro.

Mas vão continuar existindo pessoas que querem se alimentar com carne, não é?

Que comam em casa com o seu dinheiro, porque aqui a gente está falando de recurso público.


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Escolas francesas vão servir um almoço sem carne por semana aos alunos

Foto: Friends of the Earth
Foto: Friends of the Earth

As escolas francesas vão passar a oferecer aos alunos pelo menos um almoço totalmente sem carne por semana, a partir de 1º de novembro.

O anúncio segue uma lei (“loi Egalim”) que foi aprovada em 2018 – e determina que todas as escolas devem oferecer aos estudantes pelo menos um almoço por semana que não contenha carne ou peixe.

Lei em vigor

Segundo o jornal Local France, o porta-voz do Greenpeace, Laure Ducos, disse: “Houve muito pouca informação divulgada pelo ministério responsável e não houve publicação de decreto.

“Existem, portanto, algumas cidades que acreditam que essa medida não é obrigatória, porque não houve um decreto, mas isso não é verdade: a lei foi aprovada e é, portanto, importante recordar e cumprir essas obrigações”.

Rodrigo Arenas, presidente da Federação do Conselho dos Pais de Elèves – que trabalhou em parceria com o Greenpeace – acrescentou: “Também é papel da escola ensinar os alunos a comer menos carne em prol de sua saúde”.

“Ideia brilhante”

No início deste ano, o chef Jamie Oliver disse que seria “brilhante” se as escolas se tornassem vegetarianas durante uma entrevista ao The Herald Scotland, na qual ele promoveu seu novo programa de culinária Meat-Free Meals.

“Geralmente, o que uma criança e uma família precisam para ter uma alimentação saudável são os mesmos alimentos cujo consumo vai ajudar o planeta – mais vegetais, mais nozes, mais sementes, mais legumes”, acrescentou a estrela.

“Se eu tivesse uma varinha mágica,  David Attenborough e dizer: “Podemos fazer um programa chamado My Health, My Planet (Minha Saúde, Meu Planeta)?”. “Porque acredito de verdade que essa é a conversa mais necessária agora” concluiu o chef.

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Estudantes se unem para ajudar no combate a mudança climática

Foto: Plant Based News/Reprodução
Foto: Plant Based News/Reprodução

Conforme relatado pela ANDA anteriormente, a Goldsmiths University em Londres anunciou que removerá todos os produtos de carne bovina de seus cafés e lojas como parte de sua missão de se tornar neutra em carbono até 2025. A recém-nomeada diretora da Goldsmiths, Frances Corner, comentou que “declarar uma emergência climática não pode ser palavras vazias. ”

A medida segue outros institutos como a Universidade de Cambridge, que parou de servir carne bovina e cordeiro desde 2016 para promover “o consumo de mais alimentos vegetarianos e veganos”.

Em abril, o site Vegconomist informou que a cantina da Universidade de Berlim migrou para um cardápio totalmente vegano, e em novembro, o Lee Woo Sing College de Hong Kong anunciou, em colaboração com o Green Monday, o primeiro curso universitário dedicado ao estudo do estilo de vida vegano.

O CEO da empresa de produtos veganos, The Meatless Farm Co. (Fazenda Sem Carne, na tradução livre), Rob Woodall, disse que no início deste ano lançou a meta Meatless Consumption (Consumo Sem Carne). Woodall disse que, se todos os 2,3 milhões de estudantes britânicos trocassem um jantar à base de carne vermelha por mais jantar à base de vegetais a cada semana, isso reduziria o uso da terra em 380 mil hectares, uma área maior que o Lake District.

Foto: Plant Based News/Reprodução
Foto: Plant Based News/Reprodução

“A decisão da Goldsmith de proibir a carne bovina é uma aposta no terreno para instituições que querem combater as mudanças climáticas. Se todos os 2,3 milhões de estudantes britânicos fossem comer mais uma refeição por semana, economizaria 2,2 milhões de toneladas de gases do efeito estufa, o mesmo que tirar 600 mil carros das estradas, o que equivale a economizar água de 110 milhões de chuveiros por ano.

“No entanto, é preciso haver alternativas reais disponíveis para que os alunos possam fazer a sua parte sem passar por um ‘peru frio’. O desafio agora é garantir que as alternativas à carne à base de vegetais estejam facilmente disponíveis para que os alunos ainda possam desfrutar de um bom hambúrguer ou um alternativo de espaguete à bolonhesa”.

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Cachorro pede carinho com a pata e vídeo da cena viraliza na internet

Um cachorro usou a pata para pedir mais carinho a estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) logo após os jovens pararem de fazer cafuné no animal. A cena foi registrada em um vídeo (veja abaixo), que viralizou na internet.

Foto: Reprodução / Twitter / @mazolha

Nas imagens, três garotos fazem carinho no cachorro. Eles param quando a professora pede para que prestem atenção na aula. Insatisfeito, o cachorro levanta a pata para um dos jovens para mostrar que quer mais cafuné.

O vídeo, publicado no Twitter, foi visto por mais de 1,43 milhão de pessoas e compartilhado 30 mil vezes. As informações são do Portal do Animal.

“Esse vídeo é muito perfeito, a cara que o doguinho faz de que ‘ok prof, vou prestar atenção mas coleguinha só coça aqui rapidinho’”, disse uma internauta. “Essa reação [dos estudantes] é o mínimo que eu espero das pessoas quando um cachorro respira. Amo demais!”, comentou outra ao se referir ao carinho dos jovens com o cão.

Usuários do Twitter aproveitaram a publicação para relatar casos semelhantes que presenciaram. “Este doguinho apareceu na minha sala. Alguns o apelidaram de Dentinho, outros de Serotonina porque ele traz felicidade”, disse um internauta ao publicar a foto de um cachorro. “Esse é o cachorrinho que mora lá na minha escola, super carente, uma gracinha”, afirmou outro.

Confira o vídeo abaixo:


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Universitários desenvolvem aplicativo para combater caça de animais e são premiados

O trabalho intitulado “Curupira: ferramenta tecnológica de fiscalização participativa sobre ações ilícitas contra a fauna”, de autoria dos discentes Nilton Teixeira Brito Junior, Pablo Oliveira de Araújo Costa e Wellyson Vieira Dias do docente Bruno Pralon, foi contemplado com o Prêmio “Profa. Dra. Laíse de Holanda Cavalcanti Andrade” no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí em 1º lugar dentre os trabalhos apresentados na modalidade oral. O evento foi promovido pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e realizado entre os dias 20 e 22 de junho no Campus Ministro Reis Velloso em Parnaíba/PI.

Foto: Reprodução / UFPI

O trabalho apresentado no II Encontro de Etnobiologia e Etnoecologia do Piauí foi submetido para divulgar o aplicativo Curupira criado pelos discentes da UFPI, Campus Ministro Petrônio Portella em Teresina/PI, com o objetivo de permitir que as pessoas realizem denúncias de crimes contra animais silvestres e domésticos no estado do Piauí. A equipe que desenvolveu o aplicativo é formada pelos discentes Daniele Tertulino dos Santos, Nilton Teixeira Brito Junior, Joanara Aryelly de Sousa Oliveira, Pablo Oliveira de Araujo Costa e Luiza Ester Alves da Cruz do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e Pedro Ivo Soares Barbosa e Wellyson Vieira Dias do curso de Bacharelado em Computação da UFPI.

Segundo os estudantes, a ideia de criar o aplicativo nasceu durante o desenvolvimento de uma atividade da disciplina voltada para educação ambiental ministrada pelo professor Bruno Pralon e, posteriormente, o professor Wedson Medeiros juntou-se a equipe para finalizar o desenvolvimento do aplicativo. O aplicativo é o primeiro do tipo na América Latina e vai facilitar envio de denúncias sobre crime ambiental.

O aplicativo Curupira deve estar disponível para celulares com sistema operacional Android no segundo semestre de 2019 e o usuário poderá denunciar casos de crimes de caça, cativeiro e maus-tratos contra animais silvestres e ainda especificar que tipo de animais estão sendo alvo dos criminosos. O aplicativo terá um link direto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e o denunciante que poderá enviar fotos, informações detalhadas e a localização geográfica através do GPS do Smartphone. Importante destacar que as informações do denunciante serão sigilosas.

Fonte: UFPI


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Projeto indiano incentiva as pessoas a contarem histórias sobre as mudanças climáticas e a poluição do ar

“Queríamos simplificar o processo de divulgação dessas histórias e compartilhamos (isso) com as pessoas” (Foto: PLUC/Getty)
“Queríamos simplificar o processo de divulgação dessas histórias e compartilhamos (isso) com as pessoas” (Foto: PLUC/Getty)

Por David Arioch

Tamseel Hussain acompanhou com atenção a escalada da poluição do ar na Índia, que atingiu níveis alarmantes quatro anos atrás. Ele estava tão interessado em documentar o problema que, com um grupo de especialistas em redes sociais e storytelling, construiu a plataforma Let Me Breathe (Me deixe respirar, em tradução livre para o português).

O que começou como uma hashtag, usada pelos moradores de Nova Déli que queriam criar blogs para registrar a elevada poluição do ar, transformou-se hoje numa plataforma central, unindo histórias fragmentadas sobre poluição, mudanças climáticas e sustentabilidade em toda a Índia.

“Queremos ser parte da solução. A maioria das pessoas na Índia tem celulares. Pela resposta que estávamos vendo nas redes sociais, era evidente que as pessoas queriam contar as suas próprias histórias sobre poluição. Eram essas vozes que queríamos amplificar por meio da nossa plataforma e da nossa rede”, informa Hussein.

Hussein criou a iniciativa People Like Us Create (Pessoas como nós criam, em tradução livre), que utiliza vários formatos, incluindo TV e as plataformas Let Me Breathe, para contar histórias sobre poluição compartilhadas por todos — de agricultores a estudantes e catadores de lixo.

O projeto já teve a participação, por exemplo, de estudantes que falaram sobre como descobriram a existência de florestas ao redor das suas casas e sobre como a poluição afetava as árvores. Com isso, os jovens conectavam as suas histórias à narrativa global sobre sustentabilidade e a emergência climática.

Também contribuíram agricultores em Punjab, que queimavam raízes e caules dos arrozais após a colheita. “Percebemos que a queima estava causando muita poluição. E é importante destacar as histórias imparciais de agricultores envolvidos na prática”, conta Hussain.

De acordo com o indiano, em vez de culpar uns aos outros, esses agricultores aprenderam, com cursos sobre storytelling em celulares, a se manifestar e expressar suas preocupações.

“Queremos inspirar as pessoas a usarem os seus celulares para contarem histórias de poluição que talvez não recebam uma cobertura suficiente da mídia tradicional, mas que são cruciais para que as pessoas tomem decisões informadas”, reforça o idealizador.

E acrescenta: “Além disso, queríamos simplificar o processo de divulgação dessas histórias e compartilhamos (isso) com as pessoas, em apenas alguns passos simples. Foi aí que entrou a plataforma”.

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Touros jovens são torturados por crianças em arena

Foto: Pen News
Foto: Pen News

Imagens revoltantes de touros com menos de dois anos de idade sendo torturados até a morte por crianças na Espanha foram descritas como “impróprias para um país civilizado”.

As cenas ultrajantes foram filmadas ontem em uma arena em Córdoba, onde aprendizes de toureiros – alguns aparentemente menores – foram convidados a enfiar espetos nos filhotes de touros indefesos para entretenimento.

O vídeo mostra as orelhas de um dos animais moribundos sendo arrancadas e apresentadas a um matador infantil como troféu, enquanto outro menino recebe a cauda do animal.

As imagens também revelaram um estudante de toureiro – aparentemente um adolescente – que parecia ter sido ferido, com o rosto coberto de sangue conforme ele ataca o animal.

Segundo os ativistas das ONGs Animal Guardians e La Tortura No Es Cultura, a atividade bárbara é repetida anualmente em um evento chamado de “homenagem” às mulheres de Córdoba.

“Todo ano eles realizam essa luta com touros bebês e dizem que isso é feito como uma homenagem às mulheres de Córdoba”, disse Marta Esteban, da Animal Guardians.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

“Pouquíssimas pessoas comparecem, cerca de 2 mil em uma arena de touros com capacidade para 17 mil pessoas”.

“Eles também fazem isso para promover os alunos aprendendo touradas em diferentes escolas de toureiros na Andaluzia”, diz Marta.

Ela continuou: “A orelha e/ou a cauda dos animais são oferecidas aos toureiros se tiverem um bom desempenho e então estes “troféus” são dados ao público como um ‘presente’.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

Como pode ser visto no vídeo, um dos animais ainda está vivo quando a orelha é cortada. A outra orelha está se movendo enquanto eles fazem isso.

“Não temos como saber a idade exata dos estudantes de touradas envolvidos. Alguns parecem ter menos de 18 anos. Eles podem matar animais a partir de 14 anos.

“Então, esses meninos seriam os que realmente torturariam os touros adultos e se apresentariam na tourada”.
“Há espectadores de todas as idades e aqueles que são convidados para entrar na arena estão vestidos com suas roupas típicas de cordobenses para pegar as orelhas”.

Foto: Pen News
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Ela acrescentou: “Esta violência gratuita praticada contra seres nobres e inocentes é levada a cabo por jovens, alguns provavelmente menores de 18 anos e na presença de outros menores. Isso é impróprio para um país civilizado”.

“Exigimos que os políticos tomem medidas imediatas para que esse tipo de evento deixe de ocorrer em nosso país e as crianças e adolescentes sejam protegidos dessa violência”, afirma a ativista.

Ativistas alegam que a dor sofrida por esses jovens touros provavelmente teria sido pior do que a que os touros adultos sofrem em outras touradas, devido à inexperiência dos alunos.

Isso pode significar que os animais sofrem ataques e investidas malsucedidos que atingem seus órgãos internos sem matá-los, prolongando seu sofrimento.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

Como forma de protesto as ONGs estão convocando as mulheres para inundar os gabinetes dos chefes do Conselho em Córdoba com reclamações, dizendo a eles que elas não aceitam o espetáculo horrível e cruel feito em seu nome

Eles também estão pedindo às mulheres que usem a hashtag #NoQuieroTuHomenaje (eu não quero sua homenagem) nas mídias sociais.

Carmen Ibarlucea, presidente da La Tortura No Es Cultura, disse: “Realizar um ato de violência e tortura contra touros jovens em homenagem às mulheres é um insulto.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

“A mulher é por natureza protetora e compassiva, não uma amante do sadismo e da indiferença em relação ao sofrimento dos outros”, disse Carmen.

“Se você quiser prestar homenagem às mulheres, basta proibir esses shows em toda a Espanha e construir uma sociedade onde a cultura é livre de violência.”

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Jornalismo cultural, Notícias

Cerca de 250 estudantes terão festa de formatura vegana

Por David Arioch

A iniciativa é do professor Jason Scorse, presidente do programa de Política Ambiental Internacional do Instituto Middlebury (Foto: Divulgação/MIIS)

O Instituto Middlebury de Estudos Internacionais (MIIS), em Monterey, na Califórnia, vai realizar uma festa de formatura vegana para 266 estudantes em maio. De acordo com a instituição, o evento de graduação que contará com 1,6 mil convidados vai ser totalmente vegano.

Entre os pratos estão lanches de salada de substitutos de frango, sushi sem peixe, samosas de batata, crudités de vegetais, falafels, dolmades, homus, pitas e pratos gourmet à base de queijos vegetais.

A iniciativa é do professor Jason Scorse, presidente do programa de Política Ambiental Internacional do Instituto Middlebury. Scorse também instituiu uma política que estabelece que todos os eventos do instituto precisam oferecer pelo menos 50% de pratos veganos.

“Tenho muito orgulho de nossa instituição ter assumido o compromisso de promover alimentos à base de vegetais em todas as atividades do campus”, declarou Jason Scorse em comunicado enviado pelo Instituto Middlebury à imprensa.

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Estudantes de química criam réplica vegana de leite integral

Startup vegana se une a universitários para criar leite integral livre de animais | Foto: VegNews/Reprodução
Startup vegana se une a universitários para criar leite integral livre de animais | Foto: VegNews/Reprodução

A proprietária da empresa de produtos veganos e antialérgicos Awesome Bites, Jennifer Thai, de Houston, Texas (EUA), fez recentemente uma parceria com estudantes de química da Rice University para criar um leite a partir de sementes de linhaça e coco que se mantivesse estável e homogêneo (sem o uso de emulsificantes).

Thai foi a criadora da receita de leite – livre de laticínios – e afirma que o produto tem o mesmo gosto e a sensação ao paladar de leite integral, mas é feita com ingredientes à base de vegetais.

No entanto, a rápida separação dos ingredientes impediu que ela colocasse o produto no mercado comercialmente. O primeiro lote de Thai manteve sua integridade por sete dias antes dos componentes se separarem, mas a estabilidade do leite era imprevisível.

Idealmente, a Thai queria que o produto permanecesse homogêneo nas prateleiras por duas semanas a um mês sem a utilização de emulsificantes como a lecitina. No decorrer de um semestre, os alunos assumiram a solução de parte do problema para testar a mistura de ingredientes, como processá-los, a acidez e a moagem antecipada da linhaça.

Os alunos foram obrigados a seguir rigorosamente o método científico e manter notas abrangentes sobre os procedimentos adotados por toda parte. No final do semestre, eles apresentaram suas receitas à Rice University, onde puderam cozinhar e experimentar suas criações pela primeira vez.

“Na apresentação final, eles sugeriram alterações relativamente simples que, segundo eles, prolongariam a vida útil”, disse Michelle Gilbertson, professora da Rice University.

As mudanças incluíam mudar a proporção de linhaça para a quantidade de coco e a utilização de um filtro de metal no lugar de gaze. “Esta foi uma vitória para mim em todos os aspectos possíveis”, disse Thai.

A empreendedora planeja incorporar as soluções dos alunos em sua fórmula para criar um leite novo e melhorado que estará disponível em sua padaria e sorveteria com sede em Houston (que abre no próximo mês) em sabores como original, sem açúcar e horchata.

Uma vez que a nova versão for testada tanto para validade e como para separação (homogenização), Thai espera embalar e distribuir localmente o produto com o objetivo de longo prazo de expandir nacionalmente e internacionalmente.

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