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Aplicativo 99Taxis procura carro que aceite transportar animais

Gratuito para Android e iOS, 99Taxis é aplicativo de solicitação de taxi presente em mais de 300 cidades do país (Foto: Divulgação)
Gratuito para Android e iOS, 99Taxis é aplicativo de solicitação de taxi presente em mais de 300 cidades do país (Foto: Divulgação)

Popular aplicativo para chamar taxis, o 99Taxis ganhou recentemente recursos de personalização. A partir de agora, o usuário pode também, ao solicitar um táxi, pedir por um carro com porta-malas grande, por um táxi especial ou, ainda, por um taxista que aceite transportar animais de estimação.Essa última conveniência, entretanto, pode ter um custo adicional, em função do regulamento de táxi em cada município.

Gratuito e disponível para dois dos principais sistemas operacionais, Android e iOS, o 99Taxis aceita dinheiro, cartão de crédito, débito, PayPal e Voucher Corporativo, no caso de empresas que tenham contrato com o app.

Como outros programa similares no mercado, seu sistema funciona com base no GPS do smartphone e encontra o táxi mais próximo da posição do usuário a partir deste dado. Para pedir um carro basta selecionar o ponto de partida, a forma de pagamento e, caso desejado, pedir pelos opcionais ou fornecer um ponto de referência. Uma vez que a solicitação é aceita, o usuário recebe informações como nome do taxista, placa do carro e modelo, e pelo próprio app pode acompanhar a chegada do taxista em tempo real no mapa.

O app também permite que o cliente faça contato com o taxista em caso de atraso ou um outro imprevisto. Pelo programa é possível ligar para o motorista ou mesmo enviar mensagens pré-programadas. Os mais de 60 mil taxistas disponíveis na plataforma são regulamentados e verificados pela 99Taxis. O serviço está presente em 300 cidades brasileiras.

Fonte: Tecnologia

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Estimacão 2013 em Sorocaba (SP) é realizado neste domingo

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O Estimacão Sorocaba 2013 será realizado neste domingo, dia 1º de setembro, das 9h às 13h, no Parque das Águas. O evento gratuito promove diversas atividades que reúnem famílias inteiras e seus animais domésticos para um dia de muitas brincadeiras, lazer e diversão.

O evento oferece uma série de serviços para o bem-estar dos animais e das famílias, tais como orientação veterinária, adoção de animais, espaço infantil, show de agility, adestramento e obediência, orientações sobre vacinas, além de distribuição de brindes, pipoca e algodão doce.

Tem também o concurso de cães que premia 5 categorias diferentes: maior cão, menor cão, mais fashion, mais exótico e mais parecido com o dono. Os cães vencedores serão premiados com troféu.

O evento ocorre na Av. Dom Aguirre, s/nº – Jardim Abaeté.

Fonte: Itu

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Cães e gatos devem fazer check-up periodicamente como prevenção

Como membros da família, cães e gatos precisam estar sadios. Por isso, vacinar é a segurança de que os animais estarão livres de doenças. Mas além das vacinas, as consultas veterinárias também são importantes para manter um prontuário de saúde dos animais, fazendo com que o médico veterinário identifique as necessidades do animal, facilitando diagnósticos e a constatação de sintomas.

O médico veterinário é o profissional mais preparado para identificar um problema de saúde animal e dar início a um tratamento, que, à regra, sempre que realizado no início, favorece a cura mais rápida. Segundo a veterinária Isabella Vincoletto, o ideal é que os tutores de animais os levem saudáveis aos consultórios veterinários pelo menos uma vez por ano, assim a dose anual das vacinas polivalentes para cães e gatos e anti-rábica podem ser aplicadas.

As vacinas fazem com que o organismo produza anticorpos (células de defesa) específicos contra os principais agentes que causam doenças em cães e gatos. Estando vacinados, caso os animais entrem em contato com esses agentes, os anticorpos estarão prontos para combater as doenças.

De acordo com a médica veterinária, o esquema vacinal e o tipo de vacina a ser utilizado podem variar de acordo com cada especialista. O programa deve ser iniciado nos filhotes entre 45 a 60 dias de idade, sendo os reforços feitos anualmente, durante toda a vida do animal. “As vacinas previnem doenças infecciosas nos cães como raiva e cinomose, que acometem o sistema nervoso; parvovirose e coronavirose, doenças gastrintestinais; parainfluenza e adenovirose, doenças respiratórias; hepatite infecciosa e leptospiroses, doenças sistêmicas.

Os gatos também devem ser vacinados, para a prevenção de doenças, como raiva, panleucopenia, uma doença gastroentérica, rinotraqueíte, clamidiose e calicivirose, doenças respiratórias.

Fonte: Jornal Mogi News

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Família do Paraná adota um tatu como animal de estimação

"Tutu" foi acolhido pela família (Imagem: Reprodução/TV Globo)

A família Pimentel, de Braganey, no Oeste do Paraná, adotou um tatu como animal de estimação. Há oito meses, o ‘Tutu’ foi encontrado sozinho em uma rodovia da região. A mãe da tatu morreu atropelada na mesma estrada.

Quando era menor, o tatu era alimentado com leite em uma colher. Hoje, ele tomou conta da casa. Tem cama, ganha banho, colo e é considerado um membro da família.

“É o irmão mais novo”, diz Claudinei Pimentel, o filho dos Pimentel.

Fonte: G1

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Meu animal morreu. E agora?

Perder o bichinho de estimação, seja cão, gato ou pássaro, é sempre doloroso. Depois da morte, aparece um problema: o que fazer com o corpo?

Enterrar os animais é a prática mais comum: pesquisa do Instituto de Geociência da USP (Universidade de São Paulo) revelou que 60% dos animais mortos no Estado são enterrados pelos tutores, 20% são jogados na rua ou levados à prefeitura, 13% são entregues a uma clínica veterinária e 7% são colocados em sacos de lixo ou caçambas.

O problema de enterrar o animalzinho está no líquido gerado na decomposição. “O necrochorume contém bactérias e microorganismos que podem contaminar o solo, lençol freático e poços artesianos”, explicou o veterinário Paulo Salzo.

Para o especialista, colocar os restos mortais em sacos de lixo é errado. “Se a pessoa não pode pagar pela cremação, deve entregar o corpo ao veterinário, que enviará para ser cremado gratuitamente pela prefeitura”.

No Grande ABC, Santo André, São Bernardo, São Caetano, Mauá e Diadema recebem, juntas, cerca de 440 corpos de animais por mês. Alguns são destinados à cremação e outros passam por processo de desinfecção antes de serem enviados aos aterros sanitários. O serviço é gratuito.

Em Santo André, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) recolhe cerca de 250 animais por mês, sendo 70% cães. Para solicitar o serviço, basta ligar no telefone 115.

São Bernardo recolhe 30 animais de pequeno porte (até 50kg) mensalmente. Eles são enviados para o aterro sanitário e destinados à vala séptica. O interessado deve ligar para 4366-3660.

O Centro de Controle de Zoonoses de São Caetano recebe cerca de dez animais por mês, que são incinerados. O atendimento pode ser feito pessoalmente no centro ou pelo número 156.

Em Diadema, os animais são retirados por empresa terceirizada e destinados a incineração junto com lixo hospitalar. São recolhidos, em média, 50 animais por mês. Para solicitar o serviço é preciso entrar em contato pelo 4072-9222.

Em Mauá, que recolhe cerca de 100 bichos mensalmente e os encaminha para incineração, a coleta é feita pela empresa Lara, por meio do telefone 4544-1077.

A Prefeitura de Ribeirão Pires afirmou que não realiza o serviço e Rio Grande da Serra não respondeu.

Cremar animais custa até R$ 3.200

Terminar o casamento após 20 anos não é fácil. Quando aconteceu com a professora Sueli Labruna Villela, 61 anos, ela começou fazer terapia, mas abandonou assim que descobriu método mais eficaz de se recuperar: cães.

Boni e Bruce, irmãos da raça poodle, foram os responsáveis pelo resgate da auto-estima de Sueli. “Eles eram a alegria da casa. Até festa de aniversário fiz para os dois!”, relembrou.

Mas bichos de estimação morrem logo: em 2008 Boni faleceu, vítima de problemas cardíacos. Em novembro do ano passado foi a vez de Bruce, após série de AVCs (acidentes vasculares cerebrais).

Ambos foram cremados no Pet Memorial, em São Bernardo, único local do Grande ABC a oferecer o serviço. Apesar de ser a maneira mais indicada de lidar com os restos mortais, a cremação é cara: vai de R$ 1.200 a R$ 3.200, dependendo do modelo da urna. São nove opções, que vão desde as ecológicas (que podem ser enterradas no solo) até exemplares com pequenas esculturas no formato da raça do animal.

O gerente do Pet Memorial, Manoel Garrote, explica que o valor é referente à cremação individual. Para quem não quer levar a urna, é possível deixá-lo no cinerário. Nesse caso, o espaço custa R$ 2.500 e pode ser enfeitado com fotos, coleiras e brinquedinhos do pet.

Segundo Garrote, qualquer animal pode ser cremado, mas o mais comum é mesmo o cão – 70% das 280 cremações mensais.

O cliente pode optar ainda pela modalidade na qual as cinzas do animal não são devolvidas. “Nesse caso, cremamos três ‘amiguinhos” juntos pelo custo de R$ 750 cada. Depois jogamos as cinzas no nosso jardim”, afirmou.

Fonte: DGABC

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Família australiana tenta manter crocodilo como animal de estimação

John Casey acusa governo de tentar tirar crocodilo. Disputa começou depois da morte de Alf, pai de John

John acusa governo de tentar tirar crocodilo (Foto: Reprodução)

O australiano John Casey, de 49 anos, entrou em uma disputa com o governo do estado de Queensland, na Austrália, para tentar manter um crocodilo de estimação que pertencia a seu pai, segundo reportagem do jornal australiano Townsville Bulletin.

Casey, que mora em Proserpine, disse que o governo está tentando tomar o crocodilo que seu pai Alf deixou de “herança” para a família. Ele contou que tinha dois anos de idade, em 1963, quando seu pai passou a cuidar do crocodilo chamado “Charlie”.

Depois da morte de Alf, a família não teve a permissão renovada. Casey alega que o governo não renovou a permissão, porque quer tomar “Charlie” de sua família para poder colocá-lo em um jardim zoológico. As informações são do G1.

Fonte: Correio

Nota da Redação: Manter um animal selvagem em cativeiro, longe de seu habitat, sem liberdade nem condições de vida naturais já constitui violência o bastante. Tratar este animal como um objeto, sendo disputado como herança da família, é caracteristicamente o retrato de como humanos ainda estão atrasados no reconhecimento do valor da vida dos animais. A geração de filhos que recebeu a “herança” poderia ter dado um passo evolutivo e menos egoísta, procurando a melhor solução para o animal. No entanto vemos que mais uma vez não há saída digna para o crocodilo, que, se não continuar com a família, será transferido para outro cativeiro –  o zoo.

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Maltratar animais mesmo ‘sem crueldade’ passa a ser crime na Espanha

Por Lilian Regato Garrafa   (da Redação)

Graças à entrada em vigor da recente reforma do Código Penal, a partir do dia 23 maus-tratos sem agravante de crueldade passaram a ser considerados como crimes

(Foto: Reprodução/AnimaNaturalis)

Maltratar um animal doméstico, mesmo sem agravante de crueldade passou a ser considerado crime a partir do dia 23 de dezembro na Espanha e será punido com penas que variam de três meses a um ano de prisão e restrição de um ano a três anos para trabalhar em qualquer emprego relacionado com animais.

Isto foi possível graças à entrada em vigor da recente reforma do Código Penal. Até agora, o artigo 337 do Código Penal considerava como crimes apenas atos de quem “maltratasse animais com crueldade e injustificadamente, provocando morte ou ferimentos que produzissem uma grave deficiência física”.

De acordo com informações da AnimaNaturalis, esta infração será penalizada com três meses a um ano de prisão e proibição de um a três anos para o exercício do comércio, profissão ou negócio que seja relacionado com os animais.

A reforma do Código Penal mantém as penas, mas elimina a exigência de crueldade para garantir maior proteção aos “animais domésticos ou domesticados”, uma vez que “dificultava significativamente a aplicação” do crime.

(Foto: Reprodução/AnimaNaturalis)

Além disso, o Código Penal inclui outras novidades relacionadas com os animais, como abandonar um animal de estimação de maneira que “coloque sua vida ou a integridade física em risco”, agora com punição de 15 dias a 2 meses em vez dos 10 a 30 dias.

E declaração à Servimédia, Daniel Golden, advogado especializado em direito dos animais, disse que, com essa alteração, podem-se considerar crimes tanto matar um cão com um tiro quanto não levar um animal de estimação ao veterinário sabendo que ele está doente e que pode acabar com ferimentos graves ou morto.

“Já denúncias processuais em que se disparou contra um animal, mas, como ele morreu com o primeiro tiro, considerou-se que não houve crueldade e o acusado foi absolvido. Com a nova versão, este caso seria claramente uma sentença de condenação”, afirmou.

Golden, que gerencia a página web www.abogadodeanimales.com, considerou “positiva” a mudança no Código Penal, mas ressaltou que se trata de “reforma insuficiente, porque as penas ainda são muito brandas”, tendo defendido seu endurecimento.

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Dicas sobre procedimentos com animais para tutores que viajam durante as férias

Com o fim de ano se aproximando, confira algumas dicas sobre procedimentos com os animais na hora de viajar.

Transporte

Viagens longas podem causar estresse aos animais, por isso alguns cuidados são essenciais.

De carro: Se seu animal não está acostumado a andar de carro, a dica é apresentar o veículo para ele. Dê algumas voltinhas alguns dias antes da viagem. Os animais deverão ser acomodados no banco de trás, com fluxo de ar e temperatura adequada. Não deixe que o animal coloque a cabeça para fora do carro – além de perigoso para ele, o condutor do veículo poderá ser multado caso tenha fiscalização na estrada. Existem hoje no mercado três produtos indispensáveis para uma viagem com animais: você pode escolher entre cinto de segurança próprio para cães, caixinha de transporte, ideais para gatos, ou ainda grades de proteção.

De ônibus: a companhia rodoviária deverá ser consultada com antecedência, já que cada empresa tem a sua regra. Em geral, as empresas aceitam apenas animais de pequeno porte e que estejam em caixas de transporte.

De avião: Para viagens nacionais, o Ministério da Agricultura exige atestado de vacinação e de saúde emitidos por um médico veterinário. Para viagens internacionais é necessário que seja solicitado ao Ministério da Agricultura o Certificado Zoo-Sanitário Internacional. Consulte o Consulado do país de destino para verificar quais as exigências para a entrada do animal. Os animais deverão ser transportados em caixas de transportes, que lhes permitam espaço suficiente para que consigam se levantar e se virar. Algumas companhias aéreas permitem que animais de pequeno porte viagem junto com os passageiros. Consulte a empresa para verificar quais as dimensões e tipos de caixas de transporte, se há necessidade de sedação e reserva de número de animais por vôo. Não esqueça de levar o bichinho ao veterinário para verificar se sua saúde está em ordem. Além disso, é importante que o animal se sinta bem e confortável na caixa de transporte. Faça a adaptação dois dias antes da viagem: coloque um brinquedo ou petiscos dentro da caixa e tente fazê-lo dormir ali por no mínimo duas noites, isso ajudará a diminuir o estresse durante a viagem.

(Foto: Reprodução/Criativa)

Alimentação

O ideal é que os animais estejam em jejum de água e comida de no mínimo duas horas antes da viagem. Isso evita que eles passe mal durante o percurso. Forneça nas paradas um mínimo de água (só para molhar a boca), apenas para refrescar se estiver muito calor.

Antes da viagem

Faça com que o bichinho faça xixi antes de sair de casa, pois dificilmente ele fará durante a viagem. Tempo prolongado sem urinar pode causar infecções urinárias e obstrução de uretra.

Paradas

Em viagens longas e quentes, faça paradas a cada três horas para que o animal beba água. Urine e estique as patas. Pare o carro sempre na sombra, deixe as janelas abertas o suficiente para ventilar sem que o cão consiga escapar. Durante uma viagem, os gatos não devem sair da caixa de transporte, pois, se estiverem estressados com o movimento, barulhos e novas situações, eles podem fugir.

Gatos

Caso o gato recuse água devido ao estresse, dê a ele o caldinho de uma ração úmida (latinha) ou semiúmida (sachê).

Medicação

Consulte um médico veterinário para indicação de medicamentos caso o animal sofra de enjôo, estresse ou excitação. Alguns medicamentos podem diminuir esses sintomas.

Doenças

Consulte o médico veterinário para verificar a vermifugação do animal. A dilofilariose ou verme do coração, uma doença parasitária dos cães, mas que também pode afetar os gatos, é frequente em locais como praias e sítios.

Se ele fica e você vai…

Hospedagem

Os animais podem ser deixados em hotéis para cachorros, em parentes próximos ou mesmo na própria casa, quando há alguém para cuidá-los. A escolha do lugar dependerá do animal e do tutor. Hotelzinho é uma boa opção para animais sociáveis e de fácil adaptação. Quando alojados em hotéis, é importante que o tutor conheça o local e as atividades realizadas para exercitar e distrair o animal. Quando são deixados em casa de parentes ou mesmo na própria casa, é mais difícil se sentirem deprimidos. Caso fiquem em casa sozinhos é necessário que o responsável pela comida e água dê um pouquinho de atenção para que o pet não se sinta tão solitário. Além disso, brinquedos também ajudam. Normalmente, em cães, é difícil ocorrer alguma coisa mais grave. O mais comum é a perda de peso devido à má ingestão dos alimentos. Os gatos, no entanto, podem desenvolver a lipidose hepática, que ocorre, muitas vezes, após situação de estresse – e pode ser fatal.

Alimentação segura

Para que o animal sofra menos com a mudança de rotina inclua petiscos na alimentação diária. Para os animais que ficam hospedados em hotéis, é muito importante que o tutor deixe a ração a que o pet está acostumado, para evitar transtornos gastrointestinais.

Não o deixe sozinho

Não deixe o seu animal sozinho em casa sem nenhum cuidado. A água e a alimentação em “estoque” não são garantias de que não haverá falta de suprimentos para o animal. Deixá-lo por muito tempo sozinho também pode aumentar o estresse que já esta sendo causado pela ausência do tutor e pela mudança na rotina. Também não vale abandonar o pobre do bichinho que não tem culpa se o hotel não aceita animais. Abandono é crime, e a pena é a detenção de três meses a um ano e multa.

Fonte: Criativa

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Sociedade civil cobra políticas públicas efetivas de proteção aos animais, em Ijuí (RS)

Foto:Reprodução/Ijuhi

Em nova reunião para debater a lei que tramita na Câmara de Vereadores e que trata da criação de uma UVZ (Unidade de Vigilância em Zoonoses) no município de Ijuí, RS, a comissão de políticas públicas da câmara, presidida pela vereadora Rosane Simon, buscou construir uma agenda de consenso entre as entidades e o executivo para a questão do direito dos animais e da estrutura do canil municipal.

Apesar da ausência de algumas entidades convidadas e principalmente de um representante do governo municipal, houve avanços significativos nesta etapa.

“Saímos com o consenso de que, mais cedo ou mais tarde, a prefeitura terá que tratar desta questão, até porque, uma série de normatizações, regulamentações e leis estão impondo ações definitivas que estão além do controle de zoonoses, como prevê o projeto atual, mas que englobam a totalidade do problema. E aí precisamos incluir o controle populacional com ações de castração e chipagem dos animais e também ações educativas que promovam a guarda responsável, campanhas de adoção e de conscientização da sociedade sobre o direito animal”, argumentou a vereadora Rosane Simon. As entidades presentes lamentaram a ausência do executivo, já que foi definido na reunião anterior que elas trariam suas propostas sistematizadas para apresentarem aos presentes nesta etapa.

Para Dulci Matte, da AAAI (Associação dos Amigos dos Animais de Ijuí) é necessário produzir uma legislação ampla na qual novos projetos possam ser agregados. “Além da legislação, precisamos de uma estrutura que nos possibilite qualificar e ampliar as ações”.
Marlova Klohn, da APV (Associação dos Protetores da Vida), entende que qualquer ação deve ser a partir da criação de uma estrutura física. “O canil não existe. Do jeito que está não é possível realizar, dentro das normatizações existentes, nenhuma ação de castração, por exemplo. Precisamos primeiro criar uma infraestrutura, que seja adequada a legislação e partir dela criar projetos de controle da população, de controle de zoonoses e também educativos”.

O vereador Rubem Carlos Jagmin sugeriu que uma comissão fosse conversar com o prefeito. “Vamos marcar uma reunião no gabinete executivo, com os vereadores e as entidades, para construirmos um projeto conjunto, porque vejo que vocês nos trouxeram muitas informações importantes”.

O entendimento é que o projeto ideal englobe as Secretarias de Saúde, Meio Ambiente e Educação. Como exemplo, ambas as entidades apresentaram propostas e questões que consideram relevantes balizadas por ações e projetos já existentes em outros municípios como Curitiba/PR, Taubaté/SP e Cachoeira do Sul/RS.

A iniciativa de se reativar o Fórum de Saúde e Bem-Estar Animal foi reavaliada. Como sugestão, as entidades pediram que, a fim de fortalecer a causa, o tema fosse estruturado dentro do Conselho de Meio Ambiente, agregando as entidades relativas ao tema neste conselho.

Como encaminhamentos, além de solicitar ao executivo a reestruturação do Conselho de Meio Ambiente, abrindo espaço para as entidades que tratam do direito dos animais, será marcada uma audiência com o prefeito para solicitar a retirada do projeto da UVZ de tramitação e a construção de uma agenda conjunta entre governos e entidades para a construção de um projeto mais amplo e abrangente.

“Tivemos uma reunião muito positiva e estamos avançando de maneira muito clara e propositiva. A sociedade civil, representada pelas entidades, e a câmara de vereadores construíram um consenso que compreende as limitações fisico-financeiras do município, mas que propõe uma agenda para avançarmos nesta questão. Dependemos obviamente da vontade política do executivo municipal em ampliar este debate, mas tenho a certeza que o Sr. Prefeito nos dará apoio e será nosso parceiro”, concluiu a vereadora Rosane Simon.

Fonte:Ijuhi

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Saiba como escolher um bom veterinário para o seu animal

Eles são os responsáveis por cuidar e prevenir problemas de saúde em nossos animais de estimação. Consequentemente, são eles que nos ajudam a manter a qualidade de sua vida e longevidade . Diante de tamanha responsabilidade, nada mais justo que eles tenham um dia especial dedicado a eles.

O Dia do Veterinário passou a ser comemorado em 9 de setembro de 1933, depois que o então presidente da República, Getúlio Vargas, criou uma lei que normatizou a atuação dos médicos no Brasil. Desde então a data é reconhecida em todo território nacional, com o objetivo de homenagear os bons profissionais.

Mas, como em toda profissão, nem todos os que se formam merecem nossa confiança. Nesse sentido, o Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV – SP) deixa claro que existe uma série de cuidados na hora de encontrar um profissional. Segundo o órgão, o passo mais importante é checar se ele tem registro para a profissão, que é obrigatório. No caso de São Paulo, isso pode ser feito diretamente no site do Conselho.

Os animais adultos devem ser levados ao veterinário anualmente para um check up e vacinação (Foto: Flickr/ CC – daphne31)

Feito o primeiro passo, o CRMV ressalta ainda que os tutores devem procurar por profissionais com os quais possam manter um bom relacionamento. “O veterinário se assemelha a um pediatra, pois atende um paciente que não pode falar por si mesmo e precisa da voz de seu responsável para externar suas necessidades ao profissional”, esclarece. Por isso, a importância de procurar um médico que lhe inspire confiança.

Especializações e conduta inadequada

Além do registro profissional e ter um bom relacionamento com seus pacientes, o veterinário pode ter também alguns extras, como especializações. O CRMV esclarece que nem sempre é necessário ter um profissional especializado, no entanto, em animais com doenças preexistentes, como problemas cardíacos ou ortopédicos, procurar um médico com experiência na área é recomendado.

Já os veterinários especializados em cães e gatos atendem ambos os animais sem distinção de raça ou idade. No caso dos gatos, já existem clínicas especializadas somente em felinos.

Independentemente da área de atuação do médico, o CRMV lembra que existe um canal onde os tutores podem fazer reclamações ou denúncias de práticas inadequadas da profissão. Se ele tiver alguma denúncia contra a conduta do profissional que o atendeu, deve encaminhá-la por escrito, com identificação, assinatura, prova ou indício de prova ao Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Lembrando que é extremamente necessário que o responsável leve seus animais ao veterinário. Quando filhotes, o ideal é que sejam levados uma vez por mês, sendo que a partir do quarto mês, quando ele toma a vacina antirrábica, pode ser levado anualmente só para reforçar a dose e fazer um check-up.

Fonte: PetMag

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Viagem com cães exige precauções

Com o feriado do Dia da Independência na próxima terça-feira, milhares de famílias já estão se preparando para cair na estrada e aproveitar o final de semana prolongado. E como o melhor amigo canino também precisa de descanso, por que não levá-lo junto?

Mas saiba que, antes de acertar os últimos detalhes da viagem, alguns cuidados devem ser tomados para o passeio não terminar em um hospital veterinário. Segundo o médico Marcel Pereira, mesmo em viagens curtas, o animal pode ficar suscetível a certas doenças, por isso a importância de um check-up.

O veterinário reforça que, se o destino for o litoral, o tutor deve ter cuidado com casos de dirofilariose, causada por vermes que se alojam no coração. Nesse sentido, um médico pode indicar a prevenção adequada para o animal. Já no caso de quem vai para o campo, a atenção deve ser voltada para a leptospirose e cinomose. Para todos os casos, apenas a vacinação com, no mínimo, 14 dias antes da viagem garante a proteção dos cães.

Além da imunização, outro detalhe para o qual o dr. Marcel chama a atenção são os costumeiros enjoos que acometem os pets, principalmente, em viagens mais longas. Nesses casos, um veterinário pode prescrever uma medicação adequada, lembrando que deixar o animal em jejum três horas antes da viagem pode evitar vômitos.

Outro cuidado que deve ser tomado é com o calor excessivo dentro do veículo. “É importante conferir se o animal não está sofrendo com a temperatura e, se for o caso, viajar com os vidros abertos e fazer paradas frequentes, para permitir que o animal beba água e possa estabelecer sua temperatura corpórea”.

Acidentes e emergência

Dr. Marcel oferece outras dicas. “Recomendo sempre fazer uma caminhada longa com o cão, cerca de 45 min a 1 hora, antes da viagem, para que ele fique mais tranquilo”. Outra sugestão do médico é fazer paradas regulares (a cada 2 a 3 horas) para que o cão, assim como nós, possa esticar as pernas e fazer suas necessidades.

Lembrando que pequenos acidentes podem ocorrer durante o passeio, então manter um kit de primeiros socorros também é uma boa ideia. “Um kit básico, com curativo, tesoura e esparadrapo pode ajudar no caso de pequenos cortes e arranhões, especialmente para os tutores mais preocupados e cautelosos”.

Fonte: Petmag

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Você é o Repórter

Conheça Kitty, a gatinha mochileira

Julie
gataemia@gmail.com

Um casal francês que está caminhando pelo mundo “foi adotado” por uma linda gatinha que, ao que tudo indica, compartilha com os novos tutores o mesmo prazer pela aventura.

Kitty foi encontrada no meio da estrada na Louisiana e nunca mais deixou Laetitia e Guillaume. Com 4 meses e meio, faz parte da família desde o primeiro mês de vida quando mal enxergava. Muito inteligente, fica na mochila sem coleira e salta de um saco para outro enquanto a dupla caminha.

Ela nunca cai e, quando se sente em perigo, volta para um dos sacos. Muitas vezes caminha ao lado e imita o som de um corvo quando vê um! Kitty é vacinada e tem passaporte para voltar para a França no final dessa grande aventura. Certamente é a primeira gatinha do mundo a caminhar 15 mil km!

Kitty é talvez a gata mais aventureira do mundo. Ela e o casal de exploradores estão viajando a pé de Miami, EUA, para Ushuaia, no sul da Argentina.

Estão atualmente na Colômbia, rumo ao sul. Kitty é muitas vezes vista descansando na mochila transportada por Guillaume, enquanto vão na estrada. Até criaram um guarda-chuva, para dar sombra à gata. Kitty gosta da viagem, tanto quanto o casal.

Ela muitas vezes sobe até o ombro do tutor para conseguir uma boa olhadela de cada novo cenário.

(clique nas imagens para ampliar)

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