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Atleta vegano de 63 anos incentiva as pessoas a se juntarem a campanha Veganuary

Foto: Vegan for Life/Plant Based News
Foto: Vegan for Life/Plant Based News

Um atleta vegano de força (fisiculturismo) – que nunca comeu produtos de origem animal – está pedindo às pessoas que experimentem uma dieta baseada em vegetais, descrevendo a mudança para o veganismo como “uma das coisas mais nobres” que as pessoas podem fazer.

John Machin se uniu à Veganuary – uma ONG global sediada no Reino Unido, que incentiva as pessoas a experimentarem uma alimentação vegana no mês de janeiro numa campanha que existe desde 2014 – para motivar as pessoas a assinarem o compromisso de 31 dias se alimentando à base de vegetais.

Ele se junta a uma série de outros ativistas pelos direitos animais, incluindo Joaquin Phoenix, Alicia Silverstone, Mayim Bialik, Evanna Lynch, Monami Frost, George Monbiot, Jason Gillespie e muitos outros que apoiam a iniciativa.

“É fantástico”

“Eu admiro muito as pessoas que adotaram o veganismo em suas vidas”, disse o atleta em comunicado enviado ao Plant Based News (PBN).

Foto: Vegan for Life/Plant Based News
Foto: Vegan for Life/Plant Based News

“É uma grande mudança de estilo de vida, nunca passei por isso, sempre fui vegano, então acho que é uma das coisas mais nobres que você pode fazer é mudar o hábito de uma vida, todas as emoções associadas com ele, apenas pelo bem dos animais. É fantástico”.

“Resultados físicos espetaculares”

Machin falou sobre sua impressionante força física no início deste ano, dizendo que queria derrubar mitos sobre veganos serem “pálidos, fracos e magros” em um comunicado enviado ao PBN.

Ele disse: “Espero mostrar que o oposto exato disso pode ser verdadeiro. Com 63 anos, também posso demonstrar que a vida de alguém que come apenas alimentos à base de vegetais oferece resultados físicos duradouros e espetaculares”.

“Sou vegano desde a infância. Naquela época, pessoas como eu eram conhecidas como comedores exigentes. Se meus pais me davam algo de um animal, como carne ou laticínios, eu me sentia enojado; eu nem pensava em comê-lo. Eu sabia que isso me deixaria fisicamente doente”.

“Isso causou certa consternação e aos cinco anos, fui informado, de forma grave e séria por nosso médico que, a menos que começasse a comer carne e laticínios, não viveria até os 10 anos. Acho que ele errou feio ao afirmar isso”.

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Notícias

Morre a porquinha que inspirou Miley Cyrus a se tornar vegana

Foto: Instagram/Miley Cyrus
Foto: Instagram/Miley Cyrus

A porquinha doméstica de Miley Cyrus faleceu. A cantora e compositora vegana homenageou Pig Pig, anteriormente conhecida como Bubba Sue, em suas redes sociais.

“É muito triste dizer … minha querida amiga Pig Pig faleceu”, escreveu Cyrus em seu stories no Instagram. “Eu sentirei falta de você para sempre. Obrigado por tantas risadas e bons momentos menina”.

Cyrus adotou a porquinha em 2014, na época ela revelou em um post no Instagram que estava dando boas vindas ao “mais novo membro da família”.

A porca foi nomeado Bubba Sue, mas foi renomeado mais tarde naquele mesmo ano de “Pig” ou “Pig Pig” (ela respondia a ambos, de acordo com Cyrus, mas não a “Pig Pig Pig”). A cantora disse que a própria porquinha foi quem “legalmente mudou seu nome”.

A adição à família fez Cyrus a “mamãe mais feliz de todas”, de acordo com seu Instagram. Pig Pig acompanhou a artista em seu jato particular, apareceu na capa de revistas com Cyrus, e até impediu a cantora de sair em turnê.

Cyrus disse a Howard Stern em 2017: “Literalmente, a única razão pela qual eu não estou em turnê é por causa desses porcos. Isso mostra o quanto eu amo esses animais”.

Pig Pig morou na casa de Cyrus até que a porca ficou grande demais e a casa se tornou pequena para ela. Pig Pig foi então levada para um grande recinto ao ar livre, em parte para mantê-la mais confortável e em parte porque os cães de Cyrus estavam “ficando um pouco aterrorizados” com o animal.

No ano passado, Cyrus tinha 16 animais vivendo com ela, incluindo vários cães resgatados, um dos quais, era um beagle que foi resgatado de um laboratório de testes em animais.

O amor de Cyrus pelos animais foi o que motivou sua alimentação à base de vegetais, que ela adotou no mesmo ano em que Pig Pig entrou em sua vida. Quando ela parou de comer carne anos atrás, a cantora comentou no Instagram que as pessoas não precisam comer “animais mortos” e acrescentou que “tudo o que entra no meu corpo está vivo”.

Ano passado Cyrus recebeu o prêmio “Celebrity Advocate Award” (Prêmio de Celebridade Ativista, na tradução livre) no Animal Rights National Conference (Conferência Nacional dos Direitos Animais) por ter “uma voz forte em defesa dos animais”.

Os organizadores da conferência disseram que a estrela “não apenas fala em defesa dos animais, mas também promove o estilo de vida vegano”.

Celebridades veganas e porcos

A cantora e compositora vegana Ariana Grande também tem uma porca doméstica em sua vida (assim como vários cães resgatados). A porquinha se chama Piggy Smallz e apareceu no clipe da música de Grande, “Breathin”. Piggy Smallz tem seu próprio Instagram, onde ela acumula quase 600 mil seguidores.

Grande disse aos fãs que Piggy Smallz é sua “porca de apoio emocional”. No começo deste ano, a cantora deu uma festa para celebrar seu álbum “Thank u, next”. Piggy Smallz estava presente ao lado de alguns petiscos de bacon vegano.

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Desobediência Vegana

Moda: use o que você tem!

Estou cansada de ouvir falar em tendências, modas, etc. A cada momento surge um novo blog de moda, mas não há muita originalidade.

Geralmente inspirados em celebridades que se vestem mal para caramba!

Roupas antiquadas com cara de moda, peles, couro, péssimo gosto, e principalmente falta de um estilo pessoal, fazem as pessoas parecerem manequins vestindo roupas iguais.

Meu guarda roupa: levei tempo para perceber o que me cai bem.

A moda a cada dia nos diz o que vestir e espera que gastamos o que não temos para ter a roupa do momento. Mas a mulher esperta não vai por aí. Investe seu dinheiro em coisas importantes e se vai se dar um mimo, não compra bobagens.

Tenho visto mulheres modernas se vestindo como suas avós. E se consideram super “In”. Só que isso só cola para os 10% que estão antenados nesse assunto, que sinceramente não interessa muito, o restante vai ver uma vovozinha ali.

Sapatos: desses aí, já reduzi a metade por conta do conforto. Nenhum de couro.

A mulher é alvo de piadas por conta de ser apaixonada por sapatos, etc. Crescemos usando todo tipo de sapato, até que um dia nos damos conta de que nossos pés fazem parte do corpo. Tem gente que usa sapato sem meia, nunca consegui entender como conseguem.

E quando eu descobri que posso usar coisas bonitas e confortáveis, minha vida mudou!

Não uso couro, nem peles. Uso uma marca de sapatos super confortável que ganhei da sogra. É feita em materiais sintéticos, reciclados e confortável como nunca vi!

Também faço uma visitinha a brechós pelos animais. Neste domingo terá o brechó da Bichos e Amigos: http://www.bichoseamigos.org.br

Já comprei muitas roupas “de marca” que depois acabo revendendo.

Gosto de usar o que tenho!

E acho que um guarda roupa deve ser composto do que a gente usa. Aqueles “básicos que todo mundo tem que ter” variam de pessoa para pessoa e não servem a todos os estilos de vida.

Quanto mais simples nosso estilo de vida, mais seremos amigos do ambiente e dos animais. Mais seremos econômicos e elegantes e mais tempo teremos para o que importa.

No meu caso, é viver bem e ajudar os animais.

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Artigos

Estilo de vida ou de morte?

Alguns humanos amam muito o livre arbítrio, e, por vezes, anunciam ser esta a diferença substancial entre “nós” e os não humanos: a livre determinação. Até que procede. Essa falta de disposição para fugir àquilo que a natureza programou em cada animal é o que pode levar um herbívoro a morrer de fome na frente do cadáver de uma vaca. Contrariamente, é a disposição para romper com a própria natureza que leva o homem a prejudicar a sua própria vida usando drogas, p. ex. De fato, uma bela distinção. Entretanto, nada há que autorize alguém a fazer dessa diferença um meio de justificação de coisas absolutamente terríveis. Coisas como penalizar inocentes com as responsabilidades e consequências advindas da prática abusiva de seu próprio livre arbítrio. Mais ou menos assim: estou aqui, fumando, entupindo minhas artérias, ingerindo substâncias carcinogênicas e, óbvio, como eu gozo de livre arbítrio, vou imputar as implicações dessa minha conduta aos não humanos. Estão aí para isso.

Nos laboratórios farmacêuticos mundo afora, desenvolvem-se variados testes com animais. O discurso que mais se propaga indica que os cientistas-experimentadores estão ocupados na busca de remédios para doenças até hoje incuráveis. Todavia, a verdade é que os laboratórios mais se empenham na produção de uma multiplicidade superabundante de produtos que já existem no mercado, e boa parte desses testes é voltada para o segmento de cosméticos.

Os animais, é claro, não têm nada a ver com as escolhas perniciosas que os próprios humanos articulam. Quem aí tem colesterol alto? Por quê? É justo testar medicamentos com a finalidade de amenizar tais males, sendo que eles já são evitáveis na origem? Tudo para inventar novas drogas que sejam idôneas para afastar as sequelas decorrentes de seu descontrolado estilo de viver. É quase um “viver” enquanto as opções desenvolvidas começam a apontar para um “morrer”. Isso para os humanos, posto que para os outros, os não humanos, a regra é nascer, não escolher e não viver.

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Notícias

Nova série trata com ironia estilo de vida verde e vegano

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Uma nova animação que estreou nos Estados Unidos essa semana, The Goode Family, lança um olhar irônico sobre o estilo de vida das famílias que se preocupam com o meio ambiente e o impacto de seu estilo de vida. Criada por Mike Judge (King of the Hill, Beavis e Butt-head, Office Space), John Altschuler e Dave Krinsky (King of the Hill, Blades of Glory), a animação é feita para refletir essa nova fase do jeito americano de ser e as dificuldades de se adaptar.

O casal Gerald e Helen são veganos, dirigem um carro híbrido e reciclam tudo o que é possível. Até mesmo o cachorro da família é vegano. Mas nem tudo vai bem na clã, que enfrenta problemas com os filhos, família e vizinhos em seu zelo pelo politicamente correto.

O New York Times escreveu que o programa é engraçado, mas que poderia ter sido lançado na década de 1990, quando ainda havia pessoas que duvidavam do aquecimento global. Hoje sobraram poucos que acham que um estilo de vida verde é bobagem esquerdista, disse a publicação. O Los Angeles Times concordou e afirmou que o momento não é apropriado para se debochar dos esforços para reduzir a pegada de carbono.

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