Notícias

Músico Lenny Kravitz é vegano e afirma que cultiva maior parte de sua comida

Lenny Kravitz em sua fazenda | Foto: Reprodução Instagram

O mundialmente famoso cantor, compositor e ator Lenny Kravitz revelou em entrevista que é vegano e que cultiva a maior parte dos alimentos que consome.

Em entrevista para revista Men’s Helth, o cantor descreveu sua rotina, que inclui exercícios diários e uma alimentação livre de crueldades, onde consome a maior parte dos alimentos in natura, ou seja, sem cozimento.

Kravitz mostrou ainda os alimentos que mantem estocados em sua estufa, que incluem maçãs açucaradas, limões, quiabo, abacate e alecrim fresco recém colhido por ele mesmo.

“Aqui está minha geladeira… O que temos é verde e mais verde: pepinos, mangas, brócolis, couve, folhas de salada”, disse Kravitz.

Além disso, o musico conta a facilidade que morar nas Bahamas o proporcionou para que pudesse adotar o estilo de vida vegano e cultivar seus próprios alimentos.

Ele disse: “Uma grande bênção de morar aqui nas Bahamas é que posso cultivar minha própria comida”, e acrescentou “então tenho um jardim de onde vem a maior parte dessa comida. Como você pode ver, sou vegano e consumo os alimentos principalmente crus”.

O músico, ativo nas redes sociais, busca sempre promover seu estilo de vida vegano para seus seguidores, especialmente no Instagram, que conta com mais de 3,4 milhões deles.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Foram investidos $1,5 bilhão em proteínas de origem vegetal em 2020

Proteínas de origem não animal | Foto: Reprodução Pixabay

As empresas que investem na produção de proteínas de origem não animal levantaram cerca de US $ 1,5 bilhão nos primeiros sete meses de 2020. Mais especificamente, as empresas dedicadas à tecnologia de fermentação receberam um recorde de US $ 435 milhões em financiamento de capital de risco no mesmo período, ante US $ 274 milhões em 2019, segundo relatório do The Good Food Institute.

Este crescimento rápido aclama o papel emergente da fermentação microbiana como um ‘terceiro pilar’ da indústria de proteína alternativa, ao lado das proteínas de origem vegetal.

Empresas como a Impossible Foods e Perfect Day foram as pioneiras em alternativas saborosas e sustentáveis ​​à proteína animal usando a tecnologia de fermentação.

Mudança benéfica para todos

Atualmente, várias das maiores empresas de alimentos e ciências biológicas do mundo estão explorando o apetite crescente do consumidor por produtos livre de crueldades. Gigantes como DuPont e DSM estão trabalhando em proteínas alternativas derivadas da fermentação, enquanto a maior empresa de carnes do mundo, a JBS, está usando a fermentação para desenvolver sua nova marca, Planterra Foods.

Segundo o diretor do The Good Food Institute, Bruce Friedrich, comenta “a capacidade da fermentação de produzir proteínas com eficiência pode ajudar a alimentar o mundo, aliviando significativamente a desnutrição global.” E completa:

“Proteínas vegetais fermentadas também podem fornecer as experiências sensoriais e os mesmos perfis nutricionais que produtos animais, mas sem a gama de custos externos que vêm com a produção animal industrial. Além de não contribuir às mudanças climáticas ao crescimento da resistência aos antibióticos e doenças zoonóticas.”


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Documentário mostra que o consumo de carne é a principal causa do desmatamento na Amazônia

Banner do documentário “Takeout” | Foto: Reprodução Google

Não há praticamente um dia em que a floresta Amazônica não esteja pegando fogo.

Milhares de incêndios queimam e devastam a maior floresta tropical do mundo a cada ano. Só em 2019, foi batido o recorde no número de focos de incêndio e desmatamento na Amazônia, mais de 906.000 hectares foram perdidos. Segundo o monitoramento do desmatamento do Projeto Andino Amazônia, 4.500 quilômetros quadrados da floresta amazônica foram desmatados entre 2017 e 2019 e depois queimados, 65% desse desmatamento ocorreu somente em 2019.

Mesmo o fogo sendo parte natural de muitos ecossistemas, eles não ocorrem naturalmente em florestas tropicais como a Amazônia. A grande maioria – senão todos, segundo estudos – dos incêndios que ocorreram na floresta Amazônica foram iniciados por ação humana, com finalidade agropecuária, principalmente para a criação de pasto de alimentação animal.

E se não houvesse mais a floresta Amazônica?

A floresta amazônica desempenha um papel importante na regulação dos ciclos de oxigênio e carbono do mundo. Produz cerca de 6% do oxigênio do mundo e absorve 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano (aproximadamente 5% das emissões globais anuais).

Animais, plantas e humanos enfrentariam consequências terríveis se a floresta Amazônica desaparecesse. Dez por cento das espécies do mundo vivem lá – incluindo animais e plantas. Há uma razão pela qual a Amazônia é comumente referida como “o pulmão da terra”.

Além disso, a maioria dos medicamentos prescritos – incluindo medicamentos contra o câncer – são derivados diretamente de plantas da floresta tropical, que não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo.

Qual a causa do desmatamento?

No documentário, Takeout: The Documentary –  disponível na plataforma iTunes – , o cineasta indicado ao Emmy Michael Siewierski expõe as reais razões por trás do desmatamento da floresta Amazônica. Os incêndios florestais, a poluição, a morte e deslocamento de animais, o impacto ecológico e econômico sobre os povos indígenas e a extinção de ecossistemas completos e espécies vegetais se resumem a uma coisa: a demanda mundial por carne.

“A cobertura da mídia sobre a destruição catastrófica da Amazônia não mostra o quadro completo”, afirma Siewierski. “Com o Takeout, eu queria mostrar como as escolhas que fazemos sobre o que comemos e consumimos a milhares de quilômetros de distância impactam diretamente neste ecossistema. ”

O filme foi co-produzido com o músico e ativista americano Moby, um vegano que passou a vida defendendo questões relacionadas aos direitos dos animais e à crise climática. Seu envolvimento com o filme foi um ato de divulgação, conta Moby. Embora tenha passado a vida defendendo um estilo de vida vegano, incluindo questões correlatas como a agricultura e corrupção, ele diz reconhecer que nem todos estão cientes das terríveis consequências que uma alimentação de origem animal pode ter em relação ao meio ambiente, mas que a adotar um estilo de vida vegano seria um grande passo para a não destruição da floresta.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Idoso de 98 anos pede que casas de repouso sirvam refeições veganas

Roy Burdin adotou um estilo de vida vegano em uma época que poucos tinham coragem. (Créditos: Vegetarian for Life/Youtube)

O britânico Roy Burdin, veterano da Segunda Guerra Mundial de 98 anos de idade, se uniu à organização Vegetarian for Life para pedir opções veganas nas refeições de casas de repouso para idosos. Ele contou ao jornal local Lancashire Post que é vegano desde os 60 anos e que, naquela época, poucos vegetarianos deixavam de consumir produtos de origem animal, como laticínios, e que isso era considerado um passo avançado.

Burdin vive de forma independente e é grato por poder fazer suas próprias escolhas quanto a alimentação, por isso, luta por opções veganas em casas de repouso para que outras pessoas possam ter a mesma liberdade de escolha. O senhor explica que as refeições veganas não precisam ser extremamente complicadas. “Um simples e honesto homus” é uma de suas refeições favoritas.

Ele vê poucos ponto negativos em seguir uma dieta vegana. Ele contou ao jornal que, em uma conversa com o gerente de um restaurante vegetariano, perto da cidade em que vive, ele brincou: “A única desvantagem de ser vegano é que vivemos muito mais”, disse o senhor.

​Read More