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Cadela abandonada presa à corrente pesada se cura de traumas após resgate

Foto: Stray Rescue of St. Louis

Uma cadela da raça pit bull foi condenada por seus antigos tutores a um destino cruel: o abandono. Para sua sorte, uma entidade de proteção animal estava disposta a retirá-la da situação terrível que lhe foi imposta.

Como se não bastasse ter sido descartada como se fosse um objeto quebrado, Fallon Marie, como passou a ser chamada, foi deixada na rua com uma corrente pesada presa ao seu pescoço, o que lhe causava incômodo.

Encontrada no estado norte-americano do Missouri, a pit bull foi resgatada por uma voluntária do Stray Rescue of St. Louis. Bastante assustada, ela se protegia do sol embaixo de um carro quando foi localizada.

Foto: Stray Rescue of St. Louis

Inicialmente, a cadela hesitou em se aproximar da voluntária. “Olha o que eu trouxe”, disse a mulher ao se referir ao petisco usado para atrair Marie, que, desconfiada, comeu. “É muito gostoso, não é?”, afirmou a voluntária, que aos poucos conquistou a confiança da pit bull.

Levada ao abrigo da instituição, Marie finalmente se libertou da corrente, que pesava mais de 4 kg. Cercada de cuidados e carinho, ela passou a perceber que estava em boas mãos e se permitiu abandonar seus traumas e sorrir aliviada.

Confira um pouco da história de Fallon Marie no vídeo:


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Cadela cega presa em cano vive reencontro emocionante com tutora após resgate

CBS 3

Trixie viveu momentos difíceis após sair do quintal de sua casa e se perder. Para a família da cadela, também não foi fácil conviver com a angústia gerada pela falta de notícias sobre o paradeiro do animal. O desespero, no entanto, deu lugar à felicidade quando Trixie foi encontrada e voltou para casa.

Presa em um cano de uma obra realizada por uma construtora nos Estados Unidos, a cadela estava assustada e suja quando foi localizada. Cega, quase surda, e com 15 anos de idade, ela sofreu bastante após desaparecer. Mas o sofrimento chegou ao fim no momento do resgate e a cadela não só ficou feliz ao voltar para os braços de sua tutora, como demonstrou gratidão ao homem que a resgatou. Deitada em seu colo, Trixie se acalmou.

Após o desaparecimento da cadela, Kathie Iannuzzi iniciou buscas em todos os locais próximos a sua casa, mas não encontrou sua companheira de quatro patas, que havia escapado pela cerca do quintal e entrado dentro de um tubo de drenagem de 15 polegadas.

Idosa, com certa dificuldade de locomoção, cegueira e problemas de audição, Trixie poderia ter sido condenada à morte pelo acidente, não fossem as pessoas que ouviram o seu choro angustiado. O pedido de socorro da cadela foi atendido pela MOR Construction, empresa responsável pela obra que rapidamente enviou uma equipe ao local com ferramentas úteis para o resgate.

CBS 3

Preocupados com o estado de saúde da cadela, os funcionários da construtora foram ágeis. Eles sabiam que não poderiam perder tempo e usaram um equipamento com uma câmera robótica acoplada para identificar com exatidão o local em que Trixie estava presa dentro do cano.

Após encontrar o ponto exato em a cadela estava, a equipe iniciou as escavações e fez um corte no cano para salvá-la. O operador de câmera Bob Market contou à emissora de televisão CBS 3 que a cadela demonstrava estar brava no início do resgate, mas que logo se acalmou. “Assim que coloquei as mãos sobre ela e a puxei para fora, ela se derreteu no meu colo”, disse.

No local do acidente, Kathie esperava ansiosa pela cadela, recebida por ela imediatamente após o resgate. Ainda suja e assustada, Trixie ganhou o abraço reconfortante de sua tutora, que chorou ao reencontrar sua companheira.

Apesar do acidente, a cadela passa bem e se recupera em seu lar. O buraco pelo qual ela teve acesso ao cano foi fechado para que acidentes do tipo não voltem a acontecer.


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Animais são abandonados durante incêndios florestais nos Estados Unidos

Gato resgatado no estado norte-americano da Califórnia (Foto: Reprodução / Globonews)

Mais de 200 mil pessoas deixaram suas casas por conta dos incêndios florestais que atingem o estado norte-americano da Califórnia. Com isso, muitos animais foram abandonados à própria sorte.

Comovidas com o sofrimento desses animais, pessoas que atuam no resgate de cães e gatos se uniram para salvá-los. Centenas de animais já foram resgatados.

O abandono em meio às queimadas condenou muitos animais a sofrerem queimaduras graves. Outros foram resgatados com problemas respiratórios causados pela fumaça e pelo fogo.

Especialistas acreditam, porém, que as equipes não estejam dando conta de salvar todos os animais, especialmente cães e gatos, que foram abandonados. A suspeita é que muitos deles ainda estejam presos dentro das casas atingidas pelo fogo.

Os que tiveram a oportunidade de serem retirados dos imóveis agora aguardam para retornar para suas famílias. Uma força-tarefa está sendo realizada para identificar e localizar os tutores.

Em um hospital veterinário no Oregon, estado no qual mais de meio milhão de pessoas foram vítimas dos incêndios, profissionais estão publicando fotos dos animais resgatados nas redes sociais em uma tentativa de localizar suas famílias.


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Caçador é morto por cervo um dia depois de ferir o animal com um tiro

Pixabay/Imagem Ilustrativa

Um caçador foi morto por um cervo no estado norte-americano do Oregon. O animal que chifrou o pescoço de Mark David havia sido ferido pelo caçador no dia anterior.

Enquanto participava de uma caçada em uma propriedade privada na companhia do dono da fazenda, o caçador atirou em um cervo, que fugiu ferido.

A Polícia Estadual do Oregon informou ao jornal Fox News que David e o fazendeiro retornaram ao local no dia seguinte para procurar o cervo.

Ao se deparar com os caçadores, o animal chifrou David no pescoço para se defender. O cervo, no entanto, também foi morto. Não há detalhes sobre a forma como a morte ocorreu.

Os policiais afirmaram que o fazendeiro “tentou ajudar David, mas ele sofreu ferimentos fatais e morreu”.


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Família faz festa para comemorar aniversário de cadela adotada

Bibi e Dora são grandes amigas (Foto: Juciane Tutes/Arquivo pessoal)

Dora, uma labrador de sete anos de idade, ganhou uma festa para comemorar seu aniversário. Adotada por uma família de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a cadela é o xodó da casa.

Há um ano, depois que uma das cadelas da família morreu, a artesã Juciane Tutes acabou adotando Dora. “A gente perdeu a Mortadela. Aí a gente disse que não ia ter mais cachorro. De repente, a gente já estava procurando um filhote. A Mussarela estava muito sozinha”, contou.

Em entrevista ao G1, Juciane revelou que soube da história da labrador e decidiu dar uma chance a ela. Hoje, Dora e Bibi, filha da artesã, são grandes amigas.

“Tinha aquele pré conceito por ser grande. Mas quando eu vi a foto, fiquei encantada, fiquei louca. Então fomos buscá-la. Quando a gente chegou, ela veio correndo, quase derrubou a Bibi. Ela queria amor e a gente tinha muito amor para dar. Pronto, casou”, disse.

Dora nasceu nos Estados Unidos e foi parar no Mato Grosso do Sul. No entanto, sua família novamente se mudou, indo viver no Canadá, e não levou a cadela, que passou a procurar um novo lar. E encontrou.

“Ela atende a todos os comandos em inglês. É uma lady. Dócil. Um bebezão, o xodó da Bibi”, afirmou a artesã.

A adoção foi tão especial que, na ausência da data de nascimento da cadela, que não consta na carteira de vacinação, Juciane escolheu o dia em que Dora foi adotada para celebrar o aniversário dela: 25 de agosto.

Segundo a artesã, Bibi pediu à mãe que a festa tivesse um tema e Juciane não pensou duas vezes: “eu disse ‘amor'”. “Ela questionou e eu expliquei: a gente não adotou a Dora porque a gente tem muito amor?”, disse. “Foi muito engraçado. A gente se divertiu”, completou.


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Milhares de cães usados como bombas foram mortos na Segunda Guerra Mundial

Cão com máscara de gás na Primeira Guerra Mundial (Wikimedia Commons)

Não foram apenas os humanos que pagaram caro pelas guerras do passado. Os animais, inocentes e vulneráveis, foram explorados e mortos sem piedade. Na Segunda Guerra Mundial, bombas eram explodidas acopladas a corpos de cachorros, tirando a vida de milhares deles.

As crueldades promovidas pelos exércitos contra os animais, no entanto, surgiram antes disso. Registros de meados de 1.100 a.C. mostram elefantes sendo explorados para o transporte de cargas pesadas. Pombos, ratos e morcegos também eram tratados como mensageiros e sentinelas.

Esse papel também foi desempenhado, à força, pelos cães, que também foram explorados na Primeira Guerra Mundial como “patrulhadores”. Os soldados colocavam máscaras de gás nos animais e os obrigavam a se expor a risco para farejar vítimas humanas da guerra.

Na Segunda Guerra Mundial, os maus-tratos se intensificaram. Inicialmente, os cachorros eram submetidos a treinamentos anti-naturais pelos soviéticos para que aprendessem a carregar explosivos até o território inimigo. As informações são do portal Aventuras na História.

Na época, eles foram denominados “cães anti-tanque”, porque carregavam as bombas até os veículos blindados. A explosão era acionada à distância. No entanto, o método cruel, que colocava os cães em risco, mostrou-se ineficaz porque os animais às vezes deixavam as bombas longe dos inimigos ou eram notados por eles.

Elefantes forçados a carregar cargas pesadas na Alemanha, em 1945 (Wikimedia Commons)

Foi então que os soldados soviéticos decidiram tirar os cães da condição de risco para colocá-los em um patamar ainda pior: o da morte. Eles ensinaram os cachorros a irem o mais próximo possível dos tanques. Quando chegavam ao destino, os cães eram explodidos junto com as bombas.

Com a explosão sendo acionada ainda com as bombas acopladas aos corpos dos animais, milhares de cachorros perderam suas vidas graças à ignorância e à crueldade humana.

A prática, na época, foi vista com bons olhos pelo exército dos Estados Unidos, que ao invés de repudiar tamanha barbárie, decidiu copiá-la e passou a treinar cães em meados de 1943 para enviá-los à morte.


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Imagem de duas crianças lendo livros em meio a uma floresta
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Nova Jersey (EUA) torna obrigatórias aulas sobre mudança climática nas escolas

Imagem de duas crianças lendo livros em meio a uma floresta
Pixabay

No próximo ano, os estudantes de todos os níveis de ensino em todas as escolas públicas de Nova Jersey (EUA) aprenderão sobre mudanças climáticas.

No começo de junho, o Conselho de Educação adotou “padrões científicos das novas gerações” a serem incorporados ao aprendizado dos alunos de Nova Jersey. Esta nova revisão inclui o ensino sobre mudanças climáticas em todas as matérias.

Isso inclui ciência, estudos sociais, artes, educação física, ciência da computação, carreiras profissionais e alfabetização. O novo currículo entra em vigor no ano escolar de 2021-22.

“Quase todas as escolas abordam o tema da mudança climática”, diz Glenn Branch, vice-diretor do Centro Nacional de Ciência e Educação, fundado em 1981. A organização sem fins lucrativos trabalha para garantir que os estudantes recebam uma educação precisa e efetiva acerca dos assuntos: evolução e mudanças climáticas.

Branch explica que o que Nova Jersey está fazendo é inovador. É o primeiro Estado na nação a incorporar a crise, integrando o assunto em todos os temas e em todos níveis de ensino. “Isso significa que praticamente todos os professores de escolas públicas de Nova Jersey estão sendo encorajados a debater o assunto com seus alunos num contexto apropriado e educacional”.

Educação sobre mudança climática em todas as matérias

Tammy Murphy, primeira-dama de Nova Jersey, esposa do governador Phil Murphy, liderou o esforço. Murphy é uma das membros-fundadores do Fundo de Ação da realidade climática do antigo vice-presidente Al Gore.

“Décadas de tomadas de decisões míopes levaram a esta crise e, agora, devemos fazer tudo o que pudermos para ajudar as nossas crianças a resolvê-la”, disse Murphy.

“Esta geração de estudantes irão sentir os efeitos da mudança climática, mais do que qualquer outra”, continua. “ É decisivo que seja provido a cada estudante a oportunidade de estudar e entender a crise climática através de uma lente compreensiva e interdisciplinar.”

Preparando professores para a educação sobre mudança climática

Uma pesquisa de 2016, publicada na Science, descobriu que os professores de ciência frequentemente omitiam ou dedicavam menos tempo a assuntos “socialmente controversos”, como mudança climática e evolução, por medo de repercussões negativas.

Esta mesma pesquisa descobriu que 30% dos docentes afirmam que a crise climática é “provavelmente devida a causas naturais”.

Para 31%, a ciência ainda não estabeleceu as causas das mudanças climáticas. Entretanto, 97% dos cientistas mais importante concordam que a atividade humana é a força motriz.

“Será positivo para os estudantes de Nova Jersey serem lembrados da realidade da mudança climática, por meio dos estudos, e estarem aptos a pensar sobre isso em diferentes ângulos disciplinares”, diz Branch. No entanto, a maior parte da educação sobre a mudança climática ainda vai acontecer nas aulas de ciência. Ele acrescenta que “Nova Jersey terá de desprender tempo e esforço – e dinheiro – equipando seus professores para que eles possam cumprir com os novos padrões exigidos.”


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Pesquisadores avistam orca branca no Alasca: ‘incrivelmente rara’

Foto: Reprodução/Instagram @worldtravelstephanie

Uma orca branca foi avistada na costa do Alasca, nos Estados Unidos, no início deste mês. Extremamente rara, a aparição do animal empolgou pesquisadores.

A bordo da embarcação Northern Song, a equipe avistava um grupo de orcas a aproximadamente 400 metros de distância quando percebeu que uma delas era branca.

“Houve um suspiro coletivo de todos no barco”, disse ao jornal Anchorage Daily News a estudante de biologia marinha Stéphanie Hayes.

Segundo ela, trata-se de um “avistamento único na vida”, já que baleias com leucismo são “incrivelmente raras”. Hayes reforçou que “até mesmo pesquisadores nunca esperam ver uma em suas carreiras”.

O leucismo é uma condição genética que gera perda parcial da pigmentação. No caso do albinismo, perde-se totalmente a pigmentação. A raridade destes animais é tamanha que os pesquisadores acreditam que existam entre 5 e 10 orcas brancas na natureza.

Batizada de Tl’uk, o nome da orca significa “lua”. A escolha se deve a sua coloração acinzentada, semelhante à cor lunar.

“Tl’uk parece ser um membro saudável de seu grupo, e damos as boas-vindas a ele em seu primeiro avistamento documentado no Alasca”, concluiu Hayes.


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Menino encontra lares para cães idosos: ‘ele faz o possível para que se sintam amados’

Foto: Arquivo Pessoal / Maria Henry Gay

Com apenas 9 anos de idade, Robbie tem muito a ensinar aos adultos. E é exatamente isso que ele faz ao conscientizar as pessoas sobre a importância de adotar cães idosos. Sem novos tutores, os cachorros passam o resto de suas vidas em uma baia de abrigo, condenados à solidão.

Morador da Flórida, nos Estados Unidos, o menino é voluntário da ONG Flagler County Humane Society, na Flórida (EUA). No local, ele ajuda a doar cães idosos e investe seu tempo para fazer carinho em cada um deles.

Não é atoa que Robbie se comporte assim. Adotado há dois anos pelo casal Maria e Charles, ele sofreu muito até encontrar sua família e não quer que os animais passem pelo mesmo sofrimento que ele.

Quando era um frágil bebê, o garoto foi espancado pelos seus pais biológicos. Levado ao hospital, Robbie foi internado. Os traumas, porém, foram transformados por ele em superação.

Foto: Arquivo Pessoal / Maria Henry Gay

“Ele sabe o que é não ser amado e cuidado. Ele é a criança mais esperançosa, otimista e genuinamente amorosa que conheço, embora não tenha absolutamente nenhuma razão para ser assim”, afirmou Maria.

Além do coração bondoso, Robbie também é dono de uma força única. Quando perdeu Buffy, sua cadela que morreu, ele sofreu bastante e a abraçou até seu último suspiro, mas se manteve firme para ajudar outros animais que precisam dele.

“As pessoas não querem cachorros mais velhos. Eles só querem filhotes pequeninos. Meu filho não pode adotar ou ajudar todos a serem adotados, mas faz o possível para que se sintam amados”, concluiu Maria.

Foto: Arquivo Pessoal / Maria Henry Gay
Foto: Arquivo Pessoal / Maria Henry Gay

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Cães desfrutam da liberdade após passarem a vida presos em correntes

Reprodução/YouTube

Dois cachorros tiveram suas vidas transformadas por um projeto social que os libertou das correntes que os mantiveram presos durante anos.

Mama e Oreo foram resgatados por uma idosa após serem abandonados por seus tutores. Apesar de amá-los e querer o melhor para eles, Belinda vive em um bairro pobre nos Estados Unidos e não conseguia abrigá-los senão através das correntes.

No entanto, isso mudou quando Lori Hensley, do grupo “Coalition to Unchian Dogs”, soube do caso. Uma equipe foi enviada à casa de Belinda e construiu um abrigo para que os cachorros pudessem viver soltos. Os animais também foram castrados e vacinados.

E bastou tirá-los das correntes para que a expressão facial de Oreo e Mama mudasse por completo. Os olhares tristes ficaram no passado e deram lugar a cachorros felizes, que correram de um lado para o outro, celebrando a tão sonhada liberdade.

Reprodução/YouTube

“Construímos uma cerca para Belinda e seus cães, colocamos palha para eles porque Belinda vive sozinha em um dos bairros mais pobres de Durham e não tem carro”, disse Lori. “Os cães serão bem alimentados e viverão cheios de amor”, completou a voluntária, que se comprometeu a trazer mais palha para os animais em dias frios para que eles possam se aquecer.

O grupo “Coalition to Unchian Dogs” atua na Carolina do Norte e se dedica a melhorar a vida de cachorros em situação de vulnerabilidade. Além de libertá-los de correntes, os voluntários oferecem serviços de castração e vacinação. Também são feitas doações de ração.


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Cadela com deficiência encontra um lar após ser salva de matadouro

Foto: Instagram / emmarooonlyhastwo

Após viver momentos terríveis em um matadouro de cachorros na China, a dálmata Emma Roo teve sua vida transformada pela adoção. Na cidade chinesa de Xi’An, a cadela teve suas patas dianteiras e parte dos dedos traseiros mutilados, o que lhe obrigou a viver com sequelas definitivas. Além da deficiência, ela também tinha cortes nas orelhas e no rabo.

Apesar de ter apenas oito meses de idade quando foi resgatada, a cadela já conhecia de perto o lado mais sombrio do ser humano. Seu sofrimento, porém, chegou ao fim em 2017. Retirada do matadouro, ela foi levada a uma clínica veterinária em Pequim.

Após receber os cuidados necessários, Emma foi adotada. Porém, dois anos depois, a família a devolveu como se ela fosse um objeto descartável. Foi então que voluntários norte-americanos decidiram levá-la aos Estados Unidos.

Foto: Instagram / emmarooonlyhastwo

Ao saber da história da cadela, Misha Rackcliff Hunt sentiu que ela tinha que se tornar um membro de sua família. A jovem de 27 anos, moradora de Charleston, na Carolina do Sul, levou a dálmata para casa e passou a dedicar-se a curar seus traumas, que eram muitos.

“Emma tem medo de qualquer som de motosserra, como secadores de cabelo, aspiradores de pó e cortadores de grama. Quando eu a trouxe para casa, ela gritou toda vez que saiu do quarto. Ele sempre protegeu sua comida e seus brinquedos. Em um ponto, ela até manteve peças aleatórias das minhas roupas porque ela estava com medo que elas fossem tiradas”, contou Misha.

Decidida a não desistir da cadela, Misha contratou um terapeuta para ajudá-la. Com o reforço, a socialização de Emma tem funcionado e aos poucos ela tem se adaptado.

Foto: Instagram / emmarooonlyhastwo

A tutora também conseguiu uma cadeira de rodas e próteses para a cadela, que consegue se locomover de maneira mais confortável com a ajuda dos equipamentos. Com eles, ela faz passeios e se diverte. Seu lugar preferido é a praia.

“A praia é perfeita para ela porque pode correr livremente na areia fofa. Na verdade, chorei quando vi o quão feliz ele estava”, concluiu Misha.

Foto: Instagram / emmarooonlyhastwo
Foto: Instagram / emmarooonlyhastwo

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Homem funda santuário para abrigar animais salvos de matadouros

Reprodução/Instagram littlebearsanctuary

Construído na Flórida, nos Estados Unidos, ‘Little Bear Sanctuary’ (Santuário do Ursinho, em tradução livre) é o lugar onde animais que estavam condenados à morte podem respirar aliviados. Em paz, eles vivem suas vidas sem o peso da crueldade que lhes foi imposta no passado.

O local foi criado por Christopher Vane, de 58 anos, para homenagear sua mãe, que era apaixonada por animais e morreu seis meses antes da inauguração do santuário.

O abrigo resgatou, desde 2017, mais de 150 animais, dentre porcos, ovelhas, vacas, galinhas, cabras e tartarugas. O objetivo é dar a esses seres inocentes o amor que foi negado a eles quando eram explorados para consumo.

Salvos de matadouros, os animais vivem uma vida tranquila na fazenda. Antes do local ser criado, Christopher trabalhou como assistente médico, corretor de imóveis e técnico veterinário.

Reprodução/Instagram littlebearsanctuary

Para conseguir manter os animais, ele criou uma campanha de arrecadação de fundos na internet. Segundo o fazendeiro, cuidar de animais é o trabalho mais difícil que ele já teve, mas também o mais gratificante.

“Nós realmente queremos trazer a comunidade para perto, queremos que as pessoas venham visitar, queremos ter um espaço lindo para os visitantes”, disse Christopher para o portal Today.


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