Notícias

Denúncias de violência contra animais aumentam 81,5% no estado de SP em 2020

Pixabay

As denúncias de violência contra animais aumentaram 81,5% no estado de São Paulo de janeiro a julho de 2020, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Foram 12.581 ocorrências neste ano, ante 6.932 em 2019. Os dados foram obtidos pela da agência Fiquem Sabendo por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Os casos denunciados à Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (DEPA) nos primeiros sete meses de 2020 superaram o número de denúncias feitas em todo o ano de 2019, quando 12.065 ocorrências foram registradas.

O levantamento mostra uma média de 59 denúncias por dia em 2020. Todas são analisadas de maneira simultânea pelas polícias Civil e Militar. Parte delas, no entanto, não se confirmam e, por isso, não dão origem a boletins de ocorrência.

“Por vezes, os denunciantes, vizinhos ou anônimos denunciam maus-tratos, mas a razão é apenas perturbação, como cachorro latindo. Feita a verificação, constata-se que não há qualquer sinal de maus-tratos”, explicou ao Yahoo o departamento da Polícia Civil do estado de São Paulo.

De março a julho, a média de denúncias é de 2 mil por mês. No mesmo período de 2019, a média mensal era de 968 registros. O aumento ocorreu justamente após o início da quarentena de combate ao coronavírus. Antes da pandemia, de janeiro a fevereiro, foram 1.100 por mês, em média.

Dentre os casos que sofreram aumento durante a pandemia estão os abandonos. Para a fundadora da ONG Amigos de São Francisco, Gabriela Masson, a perda de empregos gerada pela crise é uma das questões que motivaram a prática criminosa.

“Algumas pessoas não conseguiram mais manter os animais, o que é um novo agravante que a pandemia trouxe”, disse.

Mas se por um lado os abandonos aumentaram, por outro cresceu também a quantidade de pessoas interessadas em adotar cães e gatos. Em maio, a entidade registrou recorde de adoções. Foram 72 animais adotados – número superior à média de todos os meses anteriores, desde à fundação da ONG, há oito anos.

“Quem tinha planos para adotar acelerou o processo, e quem às vezes nem tinha essa vontade acabou repensando. Até animais em categorias mais difíceis para adoção, como os adultos e mais idosos, encontraram um novo lar”, comemorou Gabriela.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Lei da Califórnia que proíbe a venda de produtos testados em animais entra em vigor

Foto: PETA
Foto: PETA

A Califórnia é um estado que vem se mostrando progressivamente favorável aos animais, e o começo deste ano traz consigo início de uma nova lei que proíbe quaisquer produtos cosméticos que utilizem testes em animais.

O estado está liderando essa mudança, juntando-se a alguns outros países que adotaram o mesmo tipo de restrições, e agora o Congresso dos EUA está seguindo essas mesmas etapas. Democratas e republicanos da Califórnia estão avançando com um projeto de lei que também pode limitar produtos testados em animais em todo o país, mas grupos de ativistas dos direitos animais estão defendendo uma brecha no projeto de lei do Congresso.

A Dra. Alka Chandna, que trabalha para a PETA, passou metade da vida lutando pelos direitos animais. Sua missão começou há quatro décadas, quando ela se juntou à equipe de jornal do campus estudantil.

“Isso aconteceu há quase 40 anos, e eu nunca esquecerei”, disse Chandna.
Foi nessa época que ela leu pela primeira vez um artigo sobre experimentação animal, que levou à sua decisão de escrever sobre crueldade e libertação animal.

“Fiquei chocada ao saber que não apenas os animais eram usados em tais testes, mas quão horríveis eram esses experimentos”, disse Chandna.

Quando jovem, ela começou a tentar expandir as proteções para animais, o que incluía sua prioridade na luta que era a proibição de testes cosméticos em animais.

“Coelhos cegos, animais mutilados, cientistas esfregando cosméticos na pele depilada e raspada de porquinhos-da-índia”, disse Chandna.

Enquanto obtinha seus mestrados e doutorados em matemática, ela juntou-se a movimentos e dedicou seu tempo à luta pelos direitos animais. Ela também começou a evitar marcas de maquiagem populares que ainda usavam testes em animais como Clinique, Estee Lauder e Maybelline. Chandna agora usa marcas amigas dos animais como Elf e Urban Decay.

Alguns anos depois, Chandna se mudou para a Califórnia para trabalhar e acabou seguindo sua verdadeira paixão pelos direitos animais ao ingressar na PETA. Em 2018, ela ficou emocionada ao ver o governador da Califórnia, Jerry Brown, aprovar uma lei que proibia a crueldade animal em produtos cosméticos.

Apenas um ano depois, neste 116º Congresso, democratas e republicanos da Califórnia co-patrocinaram um projeto semelhante, chamado Humane Cosmetics Act. No entanto, a Dr. Chandna diz que há uma brecha nele.

“Como os produtos que estão sendo testados nos laboratórios do governo chinês podem ser rotulados como ‘livres de crueldade’, isso pode confundir os consumidores e permitir que as empresas continuem se apresentando como livres de crueldade, quando na verdade não estão”, disse Chandna.

Na lei estadual da Califórnia, Chandna disse: “Não vemos uma brecha no que o governador Jerry Brown assinou e, portanto, estamos muito felizes com isso”.

Chandna disse que espera que os legisladores fechem a brecha nos testes chineses antes de aprovar a lei.

“É errado sujeitar os animais a sofrimento, dano e morte, apenas por causa de um novo batom, sombra ou rímel”, disse Chandna.

Ela disse que um dia, os EUA e todos os outros países, incluindo a China, tornarão ilegal o uso de animais para testes cosméticos e disse que a China já tem planos para isso. Além disso, Chandna diz que poderia abrir a porta para outros produtos que se afastam de testes em animais, como xampus e produtos de limpeza de cozinha.

A lei do governador Brown de restringir produtos testados em animais entra em vigor em 2020. Até agora, o projeto da Lei de Cosméticos Humanos tem apoio bipartidário e há uma versão dele tramitando no Senado americano.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Nova York proíbe o comércio e a importação de partes de girafa

Foto: Pixabay/Alexas Fotos
Foto: Pixabay/Alexas Fotos

O estado de Nova York, nos Estados Unidos, proibiu o comércio de partes do corpo de girafas. É o primeiro estado do mundo a fazê-lo, relata a ONG Humane Society dos Estados Unidos (HSUS).

No início deste mês, o governador de Nova York, Andrew M. Cuomo, assinou o projeto de lei – apresentado pelo membro da assembleia da cidade, Steve Englebright, e pela senadora Monica Martinez – transformando-o em lei.

O projeto foi apresentado inicialmente após uma investigação da HSUS, que descobriu que pelo menos 51 revendedores nos Estados Unidos estavam vendendo peças e produtos de girafas na internet. Verificou-se que as empresas de Nova York vendiam vários produtos – incluindo cabos de facas de osso de girafa e capas de bíblias feitas com pele de girafa.

As girafas são uma espécie vulnerável, com apenas 68 mil indivíduos maduros atualmente na natureza. A destruição de habitats, a caça pela carne de animais selvagens (carne-da-mata) e a caça de troféus contribuíram para o declínio das espécies de girafa. Os EUA, especificamente, contribuíram significativamente com a última ameaça.

De acordo com a Humane Society International, todos os dias, pelo menos um troféu de girafa é importado para os EUA. Nos anos entre 2006 e 2015, cerca de 40 mil artigos de girafa foram trazidos para o país.

Nova York em defesa dos animais

“Agradecemos ao governador Cuomo e Nova York por protegerem as girafas hoje”, escreveu Kitty Block – presidente e CEO da HSUS – em um comunicado à imprensa no início deste mês. “Agradecemos a eles por mostrar como os estados podem desempenhar um papel na conservação dessa importante espécie”.

Ela continuou: “Nenhuma girafa deveria morrer por um cabo de faca ou um casaco, e não podemos deixar de agir para acabar com o papel de nossa nação no tráfico de partes do corpo de girafas”.

Não é a primeira vez que Nova York defende os animais este ano. Em novembro, a cidade de Nova York proibiu o “foie gras”. A iguaria francesa é feita mediante a exploração e o sofrimento de patos e gansos que são alimentados à força até que seus fígados se expandam para um tamanho não natural.

Em julho, o estado de Nova York se tornou o primeiro a proibir a amputação de garras de gatos. O processo – chamado onicectomia – envolve a amputação dos dedos de um gato até a primeira articulação, para que eles não arranhem móveis ou humanos. O procedimento tem sido amplamente criticado por razões de bem-estar animal.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Cachorrinha desaparecida por doze anos é encontrada a mais de mil quilômetros de casa

Foto: CBS News
Foto: CBS News

Uma cachorrinha da raça fox terrier chamado Dutchess (Duquesa) que desapareceu em 2007 de sua casa na Flórida, Estados Unidos, foi encontrada a mais de 1.000 milhas (cerca de 1,5 mil km) de distância, na cidade de Pittsburgh, estado da Pensilvânia. A cadelinha de 14 anos foi encontrada faminta e tremendo.

A pessoa que encontrou Dutchess a levou para o abrigo da ONG de proteção animal Humane Animal Rescue, onde a rastrearam até sua tutora, Katheryn Strang, por meio de seu microchip.

Strang e sua família, com o tempo, passaram a acreditar no pior, pensando que sua amada cachorrinha havia sido morta nas ruas movimentadas de Orlando, onde moravam na época. Strang fez questão de manter suas informações de contato atualizadas no microchip de Dutchess, nunca perdendo a esperança de que algum dia ela fosse encontrada. “Ela era como minha filha”, disse ela à CBS News.

Quando eles receberam a ligação, mal podiam acreditar que ela não só fora encontrada depois de perdida por mais de dez anos, como também fora encontrada a mais de 1.600 quilômetros de casa.

O microchip é uma das muitas maneiras pelas quais você pode manter seus companheiros não humanos seguros caso se percam. De acordo com o AKC Reunite, um serviço que ajuda a localizar animais perdidos, animais com microchips têm 20 vezes mais chances de serem encontrados.

A American Animal Hospital Association também possui uma ferramenta de pesquisa universal para ajudar a localizar animais domésticos com microchip.

Os animais domésticos são parte de nossas famílias e é sempre devastador perdê-los. Atenção redobrada e responsabilidade com cães e gatos ou qualquer animal doméstico é dever de todo tutor, além de ajudar a reduzir o número de animais em situação de rua. Com tantos animais que já precisam de casas, esses cuidados são essenciais para os que os tutores de animais garantam que seus companheiros não se tornem um deles.

Foto: CBS News
Foto: CBS News

Lembrando sempre que animais não são produtos para serem vendidos, são seres sencientes, capazes de amar, sofrer, sentir e compreender o mundo ao seu redor. Ao decidir aumentar a família com um membro não-humano não compre, adote. Há milhares de cães e gatos a espera de um lar.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Mais de 40 cães e gatos são evacuados de abrigo para escapar de incêndio na Califórnia

Foto: Justin Sullivan/Getty Images
Foto: Justin Sullivan/Getty Images

O abrigo da ONG SPCA de Sacramento, nos Estados Unidos, recebeu 42 cães e gatos da Humane Society do Condado de Sonoma por causa das evacuações do “Kincade Fire”, incêndio florestal de proporções históricas que vem devastando a região. O fogo teria iniciado segunda-feira (21) de manhã e já atingiu cerca de 267 km²  forçando mais de 180 mil moradores da região a deixar suas casas.

A Humane Society do Condado de Sonoma teve que evacuar seu abrigo de Santa Rosa por causa da velocidade e abrangência que tomaram as chamas do incêndio. A SPCA de Sacramento disse que recebeu uma ligação no último domingo, dia 27, pedindo por ajuda e respondeu imediatamente.

Ao total o abrigo transferiu 20 cães e 22 gatos. Esses animais estavam disponíveis para adoção em abrigos de Sonoma e vão procurar por novos lares na região de Sacramento agora, de acordo com a SPCA.

Em 2019, 530 animais foram transferidos para a SPCA de Sacramento vindos de abrigos sobrecarregados ou em crise.

A SPCA afirma que os animais transferidos do Condado de Sonoma estarão disponíveis para adoção em breve. Alguns desses animais estão no vídeo abaixo.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Hospitais veterinários oferecem abrigo gratuito a cães desabrigados pelos incêndios

Foto: Stephen Lam/Reuters
Foto: Stephen Lam/Reuters

Hospitais veterinários estão oferecendo assistência gratuita em toda a Califórnia para animais domésticos que foram deslocados ou atingidos pelos incêndios que avançam em todo o estado. Na segunda-feira à tarde (28), mais de uma dúzia de incêndios foram contabilizados queimando na região. O Getty Fire, em Los Angeles, e o Kincade Fire, no condado de Sonoma, já expulsaram milhares de famílias de suas casas.

“Em emergências e catástrofes, a VCA (rede de hospitais veterinários que esta oferecendo ajuda) está aqui para oferecer aos tutores e aos animais uma alternativa rápida e um espaço seguro e confortável para deixar seus companheiros peludos e saberem que seus animais domésticos serão bem cuidados”, disse o Dr. Todd Lavender, Presidente da VCA Animal Hospitals and Petcare Services. “Com vários incêndios em todo o estado, todos os hospitais da VCA na Califórnia estão ampliando a hospedagem gratuita para que as famílias possam se concentrar na emergência”.

A assistência de hospedagem é oferecida com base no espaço disponível para as vítimas dos incêndios florestais em todos os hospitais da Califórnia. Os tutores podem localizar um hospital mais próximo de sua residência por meio do site da VCA.

Devido à extensão das ordens de evacuação e impactos do fogo, a disponibilidade de hospedagem pode ser limitada em algumas instalações das clínicas. Desta forma, as famílias são fortemente encorajadas a ligar com antecedência e confirmar se há espaço disponível.

A central dos hospitais veterinários está monitorando de perto os incêndios florestais em todo o estado e seu impacto nas famílias que possuem animais domésticos para poder acolher da melhor forma aqueles que necessitarem e proverem os recursos adequados.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Governador da Califórnia assina lei que proíbe a venda de peles e apresentações com animais em circos

Foto: Associated Press
Foto: Associated Press

Governador da Califórnia assina lei que proíbe a venda de peles e apresentações com animais em circos

A Califórnia será o primeiro estado americano a proibir a venda e a fabricação de novos produtos de pele de animais e o terceiro a proibir a animais em performances de circo sob um par de leis assinadas no sábado (12) pelo governador Gavin Newsom.

A lei das peles impede os residentes do estado de vender ou fabricar roupas, sapatos ou bolsas com peles a partir de 2023.

Grupos de direitos animais aplaudiram a medida como uma posição contra práticas desumanas. A proposta foi vigorosamente contestada pela indústria de peles de bilhões de dólares nos EUA, e o Conselho de Informação da Pele da América já ameaçou processar o governo.

A medida segue a assinatura da legislação de Newsom que torna a Califórnia o primeiro estado a proibir a armadilhas de peles (usadas para capturar animais que serão mortos e cujas peles serão extirpadas) e segue as proibições de vendas de peles nos estados de Los Angeles e San Francisco.

Foto: Associated Press
Foto: Associated Press

“A Califórnia é líder no que diz respeito ao bem-estar animal, e hoje essa liderança inclui a proibição da venda de peles”, afirmou Newsom em comunicado. “Mas estamos fazendo mais do que isso. Estamos declarando ao mundo que belos animais selvagens, como ursos e tigres, não têm lugar em fios de trapézio ou pulando nas chamas”, disse o governador em um pronunciamento.

A proibição de peles não se aplica a produtos usados para fins religiosos ou tribais. E exclui a venda de couro, pele de cachorro e gato, couro de vaca, pele de veado, ovelha e cabra e qualquer coisa preservada por meio de taxidermia.

A medida pode representar um golpe significativo para a indústria de peles que produz produtos de animais, incluindo martas, chinchilas, coelhos e outros animais. A indústria de peles de varejo dos EUA alcançou 1,5 bilhão de dólares em vendas em 2014, esses são os dados mais recentes disponíveis no Fur Information Council.

Designers de moda como Versace, Gucci e Giorgio Armani pararam ou afirmam que planejam parar de usar peles.

Foto: Associated Press
Foto: Associated Press

Sob a lei da Califórnia, há uma multa de até 1.000 dólares estipulada por múltiplas violações.

Grupos de direitos animais disseram que os animais podem estar sujeitos a inalação de gases venenosos, eletrocussão e outras ações desumanas, tudo na intenção de obter seus pêlos.

O grupo de defesa dos direitos animais Direct Action Everywhere disse que está trabalhando com ativistas para aprovar projetos semelhantes em cidades de todo o país, incluindo Minneapolis e Portland, Oregon, e esta otimista que a lei da Califórnia incentive a ação por parte de mais países em todo o mundo.

“As pessoas comuns querem ver animais protegidos, não abusados”, disse Cassie King, organizadora do grupo de Berkeley.

Animais em circos

A Califórnia também se une a Nova Jersey e Havaí para proibir a maioria dos animais de apresentações circenses.

A lei isenta cães, gatos e cavalos domesticados e não se aplica a rodeios.

Os circos têm diminuído em popularidade há décadas. O ato mais conhecido, o Ringling Bros. e o Barnum & Bailey Circus, encerraram suas atividades em 2017 após 146 anos de apresentações.

Foto: Wire Feeds
Foto: Wire Feeds

Autoridades estaduais dizem que pelo menos dois circos que incluem animais vivos estavam programados para se apresentar na Califórnia este ano. Pelo menos 18 circos não usam animais, incluindo o Cirque du Soleil.

Inicialmente, os críticos advertiram que a proposta era muito ampla e impactaria feiras de condados, resgates de animais selvagens ou organizações de reabilitação. Em resposta, os legisladores restringiram a definição de circo para incluir “uma performance diante de uma plateia ao vivo, na qual o entretenimento que consiste em uma variedade de atos como acrobatas, aéreoistas, palhaços, malabaristas ou acrobacias é a principal atração ou principal negócio”.

A lei inclui multas de até 25 mil dólares por dia para cada violação.

O senador democrata Ben Hueso foi o autor da medida, o político ressalta que animais selvagens em circos sofrem treinamento cruel e confinamento quase constante.

A ONG PETA elogiou as duas novas leis.

“Hoje é um dia histórico para os animais na Califórnia, incluindo aqueles que foram obrigados a se apresentar em circos, ou esfolados vivos por causa de sua pele ou pelo”, disse em comunicado o vice-presidente executivo da PETA, Tracy Reiman.

Também neste sábado, Newsom assinou legislação, proposta pelo deputado democrata Todd Gloria, que visa ajudar a proteger os cavalos da morte em matadouros. A lei exige que os operadores públicos e privados dos matadouros publiquem novas sinalizações, mantenham declarações juramentadas e publiquem informações de identificação on-line a partir de 1º de janeiro.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Projeto de lei da Califórnia propõe reciclar 75% dos plásticos até 2030

A Califórnia espera diminuir o número de plásticos de uso único nos próximos anos. O projeto de lei tem dois objetivos: reduzir as embalagens o máximo possível e garantir que todas as embalagens de uso único fabricadas e vendidas no estado americano a partir de 2030 sejam recicláveis ou compostáveis.

Uma praia cheia de lixo
Foto: Dustin Woodhouse/Unsplash

O projeto de lei também afirma que, até 2030, até 75% dos plásticos serão reduzidos.

Uma em cada oito pessoas nos Estados Unidos vivem na Califórnia – por isso, a decisão do estado americano terá grande impacto no país.

Em uma audiência no dia 10 de setembro, a autora do projeto de lei, Lorena Gonzalez, criticou o uso do plástico. “Enquanto as comunidades locais da Califórnia tentam reduzir o excesso das embalagens plásticas desde os anos 80, contribuintes e governos locais ainda gastam mais de 420 milhões (quase dois bilhões de reais) de dólares anualmente para limpar os lixos das ruas, ralos, parques e rios. Essa limpeza, além de cara, não consegue acompanhar o uso do plástico, que continua a crescer”, disse ela.

O estado vem sendo pioneiro em questões ambientais. Em 2018, o governador assinou um projeto de lei que proíbe o uso de canudos de plásticos em restaurantes e, em 2014, as sacolas plásticas também foram proibidas.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Estudo revela que esquilos “escutam” a comunicação de pássaros para se proteger

Pesquisas mostram que a técnica de prestar atenção às informações trocadas entre outras espécies é mais difundida e ampla do que se pensava entre os animais


Por Nicola Davis*

Pesquisas mostram que a técnica de prestar atenção às informações trocadas entre outras espécies é mais difundida e ampla do que se pensava entre os animais

Uma recente pesquisa descobriu que os esquilos escutam as conversas dos pássaros canoros para descobrir se a aparência de um predador é motivo de alarme.

O estudo aponta que animais, incluindo esquilos, sintonizam “gritos” de alarme de outras criaturas, enquanto alguns observam sinais específicos de outra espécie com a qual eles coexistem para avaliar o perigo.

Mas os pesquisadores sugerem também prestar atenção na conversa cotidiana entre outras espécies, como uma maneira de avaliar se há problemas em andamento.

“Este estudo sugere que a ‘espionagem’ de informações públicas sobre segurança entre as espécies é mais difundida e mais ampla do que se pensava originalmente”, disse o professor Keith Tarvin, co-autor do estudo do Oberlin College, Ohio.

Escrevendo na revista Plos One, Tarvin e os colegas relataram como fizeram sua descoberta observando 67 esquilos cinzentos enquanto pesquisavam áreas diferentes nos parques e regiões residenciais de Oberlin.

Após 30 segundos de observação de um esquilo, os pesquisadores reproduziram uma gravação da vocalização de um falcão de cauda vermelha, que durou alguns segundos – e seu comportamento nos próximos 30 segundos foi monitorado.

Os resultados revelaram que, nos 30 segundos após ouvir o barulho do falcão, os esquilos aumentaram a porcentagem de seu tempo “vigilante” – mostrando comportamentos como congelamento, fuga ou em pé – em comparação com antes da vocalização, enquanto também procuravam com mais frequência vigiar o ambiente, segundo o The Gaurdian.

Os pesquisadores reproduziram então uma gravação de três minutos de várias espécies diferentes de pássaros cantando e tagarelando para os esquilos ouvirem.

A equipe observou que esses pássaros canoros costumavam desconfiar de falcões de cauda vermelha e eram conhecidos por enviar alarmes uns aos outros em resposta a esses falcões, bem como a predadores que os atacavam, além de esquilos. No entanto, eles conversam quando havia pouco sinal de ameaça.

Foram analisados os resultados de 28 esquilos que ouviram a tagarelice dos pássaros e 26 esquilos que ouviram barulho ambiente – os primeiros tinham escapado antes que os dados pudessem ser coletados.

Levando em conta as respostas dos animais ao barulho do falcão e se eles estavam em uma árvore ou no chão, a equipe descobriu que os esquilos que foram ouviram os pássaros “conversando” erguiam a cabeça com menos frequência durante a gravação do que aqueles que ouviam o ruído ambiente e o número dessas “olhadas pra cima” diminuíram mais rapidamente ao longo do tempo.

Os esquilos mostraram níveis semelhantes de comportamento vigilante durante os dois tipos de gravação, mas aqueles expostos à conversa de pássaros pareciam reduzir esse comportamento mais rapidamente do que aqueles expostos ao ruído ambiente.

“O reconhecimento da ‘conversa dos pássaros’ como um sinal de segurança provavelmente é adaptável, pois os esquilos que podem reduzir com segurança seu nível de vigilância na presença da ‘conversa de pássaros’ também podem, presumivelmente, aumentar o sucesso da busca por alimentação”, escreveram os autores.

Dr. Jakob Bro-Jorgensen, ecologista da Universidade de Liverpool que não participou do estudo, disse que a pesquisa mostra que os animais podem avaliar o risco de predação não apenas de ‘chamadas de alarme’, mas também de sinais sem alarme, mesmo de espécies que eles não costumo sair com.

“O estudo chama atenção para a forma como os animais podem coletar informações de seu ambiente, usando pistas que, à primeira vista, podem parecer irrelevantes”, disse ele. “E isso faz você se perguntar como o impacto cada vez mais difundido das atividades humanas nas paisagens sonoras naturais pode comprometer a sobrevivência da vida selvagem de maneiras que sequer imaginamos”.

*Traduzido por Eliane Arakaki

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Nova York se torna o segundo estado americano a proibir o uso de sacolas plásticas

Foto: WWF
Foto: WWF

Segundo a Associated Press, ativistas ambientais acreditam que os nova-iorquinos usem cerca de 23 bilhões de sacolas plásticas todos os anos.

Legisladores do estado de Nova York nos Estados Unidos proibiram a utilização da maioria de embalagens e sacolas plásticas de uso único nas vendas do varejo na intenção de diminuir o transtorno causado pelo material na poluição marinha.

A ideia foi implementada pelo governador Andrew M. Cuomo e pode ser a segunda proibição em todo o estado depois que a Califórnia baniu as sacolas em 2016.

O Havaí possui também uma proibição efetiva, a proibição de Nova York deve começar em março próximo. A lei proibirá o fornecimento de sacolas de uso único pelas lojas aos clientes, pois além dos itens não serem biodegradáveis eles têm efeitos terríveis na vida selvagem e no meio ambiente.

Essa proibição inclui exceções, como sacolas de comida usadas por restaurantes, sacolas usadas para embrulhar mercadorias e sacolas para vendas a granel, sacolas de roupas, sacolas de jornal e que se espera que façam parte do orçamento do estado.

Além disso, a regulação possui um componente adicional que permitirá que os municípios cobrem uma taxa de cinco centavos em sacolas de papel, receita que será oferecida ao Fundo de Proteção Ambiental e um fundo separado para receber sacolas reutilizáveis para os clientes.

O governador é explícito ao apontar que essas sacolas estragaram a paisagem local e entupiram os canais da região, ressaltando a importância de “defender nossos recursos naturais para as gerações futuras”.

O senador Todd Kaminsky disse acreditar que, de vez em quando, todos nós estaremos tentando voltar ao que era antes e as pessoas podem se mostrar surpresas porque isso não era uma coisa comum. No entanto, ele expressou que está feliz que Nova York esteja na liderança desse tipo de tomada de decisão sendo um dos primeiros estados a proibir as sacolas plásticas.

Além disso, muitos estados tomaram medidas alternativas para proibir outras mercadorias plásticas recentemente, e os legisladores havaianos projetaram uma combinação de leis que adotam linha dura contra a maioria dos itens plásticos dentro do comércio doméstico, enquanto uma proposta em Maryland pode transformar a região no principal estado dentro da nação a proibir completamente os recipientes de comida de embalagens de fenil etileno.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Cachorra caminha 32 km para encontrar família que a abandonou após a mudança

Foto: One Green Planet
Foto: One Green Planet

A cachorrinha Cathleen tem seis anos de idade e apesar de não ter raça definida, ela claramente possui uma mistura da raça de cães dos Grandes Pirineus, cães grandes e dóceis. A cadelinha foi entregue a alguém em Praga, Oklahoma (EUA), depois que sua família decidiu se mudar para uma nova casa em Seminole, no mesmo estado, a apenas 20 quilômetros de distância da antiga residência.

Diante disso o que a determinada Cathleen fez? Ela andou, andou e andou e não uma vez apenas, mas ida e volta para a casa de sua família em um esforço para encontrar aqueles que amava. É difícil mesmo de imagina o quão doloroso essa situação e esse esforço foram para Cathleen.

Felizmente, Humane Society de Seminole levou Cathleen para o abrigo da ONG na intenção de ajudar a cachorrinha preterida a encontrar uma nova casa para ela. “Seu coração quer estar com eles, mas eles não podem mantê-la. Nós agora intervimos para ajudar Cathleen em sua próxima jornada ”, escreveu o abrigo.

Foto: One Green Planet
Foto: One Green Planet

Descrita como um exemplo de fidelidade e amor à sua família, Caitlin recebeu pedidos de adoção de todos o país – e ela encontrou o lar perfeito, com uma família muito amorosa e que jamais a abandonará. Cathleen em breve estará indo para o Texas para começar sua nova vida.

Milhões de cães e gatos desabrigados vagam pelas ruas no mundo todo, sempre é possível fazer algo para garantir que os animais amorosos e fiéis, assim como Cathleen, também tenham seu final feliz.

Quando uma família pensa em receber um companheiro de quatro patas em sua casa, a adoção pode tirar um desses animais das ruas ou dos abrigos. Animais não são produtos para serem comprados.

A adoção é um compromisso vitalício. Se por algum motivos for impossível adotar um animal, os abrigos e ONGs sempre estão precisando de voluntários para ajudar em uma variedade de tarefas. Animais se beneficiam de carinho e amor e estão sempre pronto a recebê-los e oferecê-los.

Embora a viagem de Cathleen não tenha tido o resultado que ela desejava, a cachorrinha encontrou uma nova família e será muito feliz ao lado deles. Porém muitos animais em situação de rua não tem a mesma sorte.

Não vire o rosto ou finja que não viu ao se deparar com um animal em situação de rua em necessidade, eles sofrem, amam, sentem fome, criam vínculos e adoecem como nós. Toda vida é valiosa e colaborar para o bem comum, tanto de humanos como de animais, nós tornam pessoas melhores.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Justiça obriga União e Estado a dar assistência a jumentos na Bahia

A Justiça Federal obrigou a União e o Estado da Bahia a dar assistência veterinária e garantir abrigo, alimentação e água a centenas de jumentos encontrados em janeiro em situação de maus-tratos na zona rural do município de Canudos.

Foto: Reprodução / Correio 24 Horas

A decisão da juíza federal Arali Maciel Duarte, da 1ª Vara Federal Cível da Bahia, que também foi a responsável por proibir, por meio de liminar, que os jumentos sejam mortos na Bahia, atende a um pedido de ONGs de proteção animal que estão com a tutela dos jumentos, que têm enfrentado dificuldades para garantir o bem-estar desses animais devido à baixa quantidade de doações recebidas para arcar com os gastos.

De acordo com as ONGs, há 427 jumentos precisando de ajuda – pouco mais da metade mantida no confinamento em situação de maus-tratos, que era de cerca de 800 animais. Os demais morreram, segundo as entidades, devido a uma doença metabólica sem cura desenvolvida por terem sido maltratados. As informações são do Correio 24 Horas.

A Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou que “já foi intimada da referida decisão e está avaliando as medidas judicias que serão adotadas”. O governo da Bahia não se posicionou.

Segundo a decisão da juíza, o Estado da Bahia deve “informar sobre a possível emissão de GTAs [guia de trânsito que atesta também a sanidade do animal] para deslocamento de jumentos no Estado da Bahia após deferimento da liminar ou qualquer outro tipo de autorização relativa ao jumento neste Estado” e a União e o Estado devem tomar as “providências necessárias ao cadastro e chipagem dos jumentos, de modo que possa haver um controle da quantidade e origem desses animais” e adotar “providências no sentido de dar assistência e proteger os jumentos que estão na propriedade”.

A bióloga Patrícia Tatemoto, representante no Brasil da The Donkey Sanctuary, ONG britânica que trabalha de forma global na defesa dos jumentos e que tem ficado entre os municípios Salvador e Canudos para ajudar os animais, afirmou que os jumentos estão bem cuidados, mas que os recursos estão escassos.

“Estamos com dois veterinários cuidando dos animais, fazendo exames. Há comida e água, mas os recursos estão acabando e dependemos muito de doações, que estão ocorrendo, mas por conta da grande quantidade de jumentos ainda precisamos de mais, e o que chega está sendo gasto”, disse.

Cerca de 600 amostras de sangue foram coletadas dos jumentos para realização de exames, segundo a doutora em equinos, a zootecnista Chiara Albano, professora da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e integrante do Fórum Nacional de Defesa Animal. Os resultados ainda não foram divulgados.

“As amostras de sangue ficaram no laboratório da Adab [Agência de Defesa Agropecuária da Bahia] aguardando os reagentes para que os exames fossem realizados”, escreveu Chiara Albano num relatório sobre os jumentos.

Chiara acredita que “existe interesse do governo da Bahia em segurar os exames, por custo também, mas principalmente por questões comerciais com os chineses. Se houver caso de AIE [anemia infecciosa equina], o governo pode ter sérios problemas nas barreiras alfandegárias. Apesar de a AIE não ser uma zoonose, este exame é exigido para a exportação de carne ou pele de equídeos pela China”.

A advogada Gislane Brandão, que coordena a Frente Nacional de Defesa dos Jumentos, disse que a ausência do resultado dos exames está atrapalhando a adoção dos jumentos. “Sem ter informações sobre a saúde dos animais, não tem como fazer as adoções”, declarou.

Na internet, uma campanha de arrecadação de fundos está sendo realizada. O dinheiro será usado para custear o arrendamento rural, empregados, alimentação, água, veterinários, castrações, remédios, vacinas, exames e transporte para adoções, as quais serão realizadas quando os jumentos estiverem saudáveis.

Para doar, basta acessar o site do Catarse. A campanha já arrecadou cerca de R$ 20 mil, mas pelo menos R$ 10 mil já foram usados com cuidados com os jumentos, especialmente com o arrendamento da área onde eles foram abrigados.

“As doações que temos recebido são muito válidas, mas os custos são grandes. Por isso, precisamos que o Estado e a União arque com os custos”, disse Gislane.

​Read More