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Gatinha abandonada doente precisa de lar temporário no RJ

Chico

chico.doggielover.rio@chicodoggielover.com

A gatinha foi abandonada com esporotricose na Zona Norte do Rio de Janeiro, e precisa de um lar temporário onde possa receber o tratamento. A gatinha da da foto foi abandonada com esporotricose, uma doença fúngica, no bairro Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Ela atualmente está vivendo em frente à escola de música do bairro, onde tem sido ajudada por uma pessoa que fornece alimentos e custeará o tratamento da micose.

Agora a gatinha precisa de um lar temporário para realizar o tratamento e ficar saudável novamente.

Quem puder ajudar oferecendo lar temporário, entre em contato com Midian, através do telefone: (21) 7535-3060.

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Zoonoses alerta para aumento de casos de esporotricose em João Pessoa (PB)

O Centro de Zoonoses de João Pessoa (PB) alerta para o aumento de casos de esporotricose, principalmente na Zona Sul da capital. De acordo com a veterinária Suely Ruth, o número de casos aumentou 50% desde 2016 e tem atingido principalmente municípios com clima tropical, já que a doença é causada por um fungo e pode atingir gatos, cachorros e seres humanos.

Cachorro é um dos principais atingidos pela doença (Foto: Gui Soares/Arquivo Pessoal)

O Zoonoses ainda não considera surto, pois ainda não há uma notificação precisa da doença em João Pessoa. Segundo Suely, o fungo, já existente no solo, sofreu uma adaptação e passou a acometer também os felinos.

No início do seu surgimento, era conhecida como a doença do jardineiro, pelo contato direto com o solo. No entanto, com a adaptação, o fungo passou a atingir também os gatos e cachorros. Se o humano tiver um contato direto com o ferimento do animal contaminado, também pode contrair a doença.

Nilton Guedes, coordenador do Centro de Zoonoses de João pessoa, explica que a principal preocupação é a fácil contaminação da doença. Além disso, o controle é difícil, porque não há uma vacina ou medicamento que previne a doença.

Estudos já estão sendo realizados em parceria com o campus de Areia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), para tentar entender o fenômeno, já que não é um problema específico da Paraíba e tem atingidos também cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. A Instituição tem o papel de capacitar o Zoonoses e monitorar os casos para repassar para os agentes o trabalho de controle e vigilância.

Fonte: G1

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Gatinho em péssimo estado precisa de ajuda no Rio

Chico
chico.doggielover@gmail.com

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O gatinho da imagem está em condições terríveis, aparentemente com esporotricose e precisa de ajuda. Ele está Em Unamar, próximo a Cabo Frio, na Região dos Lagos do RJ. Precisa de resgate e cuidados. Quem puder ajudá-lo entre em contato com a Marcia através do telefone: 21 – 995714475.

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Epidemia de esporotricose exige atenção de tutores de animais domésticos

A veterinária Raquel Lopes com gatos na sede da Suipa – Analice Paron / Agência O Globo

A doença, que costuma vitimar gatos, embora também afete cães, é proveniente de um fungo, transmitida por arranhões ou mordidas, e é transmissível para humanos.

Supervisora veterinária da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), em Benfica, Raquel Lopes da Rocha explica que os tutores devem estar atentos às feridas dos animais, principalmente, no focinho, nas pontas das orelhas e na cauda.

“A doença vai abrindo várias feridas, que podem levar o animal a óbito. Neste caso, eles devem ser cremados, e não enterrados. A esterilização dos animais ajuda, porque eles contraem a doença uns dos outros quando vão em busca de fêmeas no cio. É o momento em que brigam e um animal contaminado infecta um saudável. Nos humanos, os sintomas são os mesmos: as feridas. Quem tem gatos ou cães e está com esse sintoma, assim como os animais, deve procurar um médico”, afirma.

A doença tem cura, mas o tratamento dura pelo menos seis meses. Subsecretária municipal de Defesa Animal, a veterinária Suzane Rizzo explica o que tem sido feito para minimizar os efeitos da epidemia.

“Temos uma parceria com o Instituto Jorge Vaistman (na Mangueira) para fazer os exames e diagnosticar a doença nos postos de castração, além de distribuir o medicamento para o tratamento. Já iniciamos este trabalho, com a distribuição para os animais do Campo de Santana, e já temos este tratamento também sendo feito na Fazenda Modelo. Diagnóstico e tratamento são oferecidos de forma gratuita pela prefeitura”, afirma.

Fonte: O Globo

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Alarme falso de esporotricose coloca vida de gatos em risco

Defensores da causa animal temem pela vida dos gatos do parque

Um comunicado da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que alega o risco de contaminação por esporotricose em gatos que vivem no Parque Municipal Américo Renné Gianetti, no Centro de Belo Horizonte , fez com que instituições de proteção animal se mobilizassem para evitar a chacina dos animais.

O Movimento Mineiro pelos Direitos Animais (MMDA) juntamente com outros órgãos de defesa se movimentam para evitar a matança de gatos e mostrar que o alarme é falso. Segundo a diretora da Bichos Gerais, Helenice Machado Mendes, em 2012 a ONG retirou cerca de 300 animais do local e os encaminhou para uma casa de passagem. Os que permaneceram no parque são assistidos e monitorados constantemente por protetores. “Nunca encontramos um só gato sequer com suspeita da doença e dizer que teremos uma epidemia é um completo absurdo”, afirma.

O problema, na opinião da diretora, é a falta de implementação de um programa efetivo de controle populacional no parque, isto é, a castração. Além disso, ressalta também a não implantação de um sistema de segurança que coíba o constante abandono de animais. “É preciso investir no aumento da vigilância e monitoramento por meio de câmeras para que os indivíduos que cometam esse crime sejam legalmente responsabilizados”, diz.

Apesar da Secretaria de Meio Ambiente declarar que o plano previsto é retirar todos os gatos do parque, castrá-los, microchipá-los e encaminhar a lares temporários e definitivos, além de promover a conscientização da população, ativistas que atuam no local temem o pior.

O medo é que cães que foram soltos no parque sirvam para espantar e até matar os gatos; moradores de rua estão recebendo dinheiro para dar sumiço nos animais e vários deles já desapareceram. Diante deste cenário, os ativistas já se preparam para entrar com ação civil pública junto ao Ministério Público para assegurar a permanência e segurança dos gatos no parque. No próximo domingo, dia 4, também será realizada manifestação no local.

Especialistas falam sobre a doença

Pouco conhecida, a esporotricose é provocada pelo fungo Sporotrix schenckii e acomete principalmente gatos, apesar de outros animais, entre eles cães e roedores, também poderem ser contaminados. Comum na região Sudeste, especialmente no Rio de Janeiro e São Paulo, é tida como uma zoonose – ou seja, pode ser transmitida dos animais para os seres humanos. O contágio pode ocorrer de várias maneiras, isso porque o fungo encontra-se na natureza e pessoas que trabalham com a terra como floricultores, mineiros, jardineiros e pedreiros são os mais predispostos a contrair a doença. “O fungo vive em locais como vegetais, solo, galhos de árvores, farpas de madeira e restos orgânicos e predomina em países tropicais, embora seja encontrado em todo o mundo”, explica a veterinária Márcia Moller, da clínica Clivet.

As principais fontes de contaminação são arranhadura e mordidas de animais e inoculação por farpas de madeira e espinhos. “O contágio pode acontecer independentemente da existência de animais no local, por meio do contato direto com o fungo existente na vegetação. Por isso, é importante sempre utilizar equipamentos de proteção como luvas e botas”, explica o médico Bernardo Gontijo, professor de dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Também é fundamental castrar os gatos para evitar brigas.

Os sintomas em humanos e animais são semelhantes e se caracterizam pela presença de lesões nodulares nas extremidades do corpo – mais especificamente, na cabeça e mãos nas pessoas, e patas e caudas nos animais. No entanto, apesar da gravidade, a doença tem tratamento realizado a base de antifúngicos como o Itraconazol e cura efetiva em ambos os casos. “O diagnóstico definitivo só pode ser obtido por meio da identificação do fungo em cultura de material obtido das lesões cutâneas. Já a duração do tratamento vai depender de cada caso, levando em média de quatro a seis semanas em humanos”, diz Bernardo.

Nos animais, um dos grandes problemas do fungo é ter os sintomas confundidos com feridas causadas por brigas entre gatos. Entretanto, em vez de cicatrizarem, os caroços se transformam em úlceras e o animal começa a apresentar falta de apetite, febre e prostração, podendo morrer. “Como o fungo atinge até mesmo os animais vacinados, é fundamental procurar ajuda profissional já nos primeiros sintomas, quando o êxito do tratamento é muito maior”, diz Ericka Homam Delayte, dermatologista veterinária. Por isso, não abandone, maltrate ou sacrifique o animal com suspeita da doença. Procure o tratamento adequado e se informe sobre os cuidados que deve ter para cuidar de seu pet, sem colocar em risco a própria saúde.

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Protetores reclamam da falta de medicamento para gatos com esporotricose no Rio de Janeiro (RJ)

Foto: Andrea Lambert

A falta de medicamento para animais com esporotricose, em sua maioria gatos, vem preocupando protetores de animais no município do Rio. A doença, causada pelo fungo Sporothrix schenckii, é transmitida pelos felinos aos humanos e também para cachorros e pode ser fatal para os animais se não tiver tratamento, que é feito com antifúngico e dura, em média, de quatro a seis meses. O comprimido itraconazol, que é usado no combate à doença nos animais, não está sendo distribuído pela prefeitura no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, em São Cristóvão, segundo a cuidadora Nataile Bougleux.

A estudante de veterinária, que cuida de 24 felinos com esporotricose resgatados de várias colonias do Rio, afirmou que a última vez que conseguiu pegar o medicamento, na unidade de São Cristóvão, foi em novembro. Ela disse que voltou ao local na última semana e não teve sucesso.

“Estive quarta-feira no posto e avisei que peguei medicamento só até o fim do ano passado e que esse ano não teve mais medicação. Uma mulher me informou que foi feita a compra de 100 mil comprimidos, mas que não tinha precisão de quando chegaria: ‘Pode chegar hoje, pode chegar amanhã, infelizmente não tenho uma previsão para te passar’. Ela me falou dessa forma. Já tinha ligado outro dia e, na ocasião, me disseram que havia chegado fazia uns 15 dias, mas que já havia acabado novamente”, afirmou.

Nataile contou que, em novembro — última vez em que conseguiu pegar o medicamento na unidade, foi informada por uma veterinária de lá que haveria remédios só até dezembro. Desde então não conseguiu mais nada.

“Tenho comprado por meio de uma farmácia de São Paulo, que vende num preço mais em conta. Tenho um gasto de quase R$ 1 mil por mês. Bem ou mal, ainda estou conseguindo comprar os remédios. Mas tem gente que não tem condições mesmo de pagar e não está conseguindo pegar o medicamento. Com isso, muita gente acaba abandonando os animais. É muito triste”, ressaltou.

Os gatos com esporotricose apresentam feridas, principalmente no rosto. Mas as lesões podem aparecer nas patas. Os ferimentos são profundos, não cicatrizam, têm pus e se espalham para o restante do corpo. O animal perde apetite, fica apático e pode ter secreção nasal.

Nataile destaca que a esporotricose está mal interpretada e falta informação, inclusive da prefeitura sobre a causa da doença ter disseminado tanto: “Por exemplo, se um gatinho com esporotricose morre, ele não pode ser enterrado em qualquer lugar, pois o local fica com o fungo. Isso não é divulgado. As pessoas abandonam os animais doentes. Ele é uma vítima, assim como nós. Eles têm que ser tratados. Abandoná-los não resolve o problema, pelo contrário, dissemina ainda mais a doença, assim como outras”.

Para a veterinária Andrea Lambert, da ONG Anida (Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais), a doença é tratada pela prefeitura como epidemia apenas na teoria, mas não na prática.

“Antes, a gente tinha o Programa de Proteção ao Animais Comunitários. Eram fornecidos medicamentos para os protetores que cuidavam dessas colônias. Há uns três meses, esses medicamentos não estão mais sendo repassados. Vive faltando medicamento nesses locais. Se é uma epidemia, deveria ter remédios suficientes, mais postos de atendimento, principalmente em áreas mais carentes, onde acontecem mais casos de abandono de animais. Além do controle com medicamentos, tem que ter uma campanha de castração, o que também ajuda a prevenir muitas doenças. São duas falhas, a do medicamento e a da castração”, enfatiza Andrea.

Procurada pela reportagem, a assessoria da Vigilância Sanitária disse apenas que os remédios já chegaram.

Entenda a  esporotricose

Em humanos, a infecção tem cura, mas pode provocar lesões gravíssimas na pele. Não há vacina ou qualquer medicamento preventivo contra a esporotricose. A transmissão para o homem acontece por meio de arranhões e mordidas do gato.

Os sinais de contaminação em humanos aparecem, na maioria das vezes, em forma de lesões na pele, que começam com um pequeno caroço vermelho e podem evoluir para uma ferida. Geralmente, surgem nos braços, nas pernas e no rosto, formando uma fileira de caroços ou feridas. Nesses casos, tutores de animais infectados devem procurar imediatamente o dermatologista.

O diagnóstico dos animais é feito por um veterinário, por meio de análise clínica. O fungo pode ser encontrado em terra úmida e, para evitar o contágio, as pessoas devem usar luvas ao manusear a terra.

Para prevenir a contaminação do gato, o ideal é manter o animal restrito, em casa ou no quintal, sem acesso à rua, onde ele pode ter contato com felinos infectados. A castração, nesse caso, ajuda bastante, pois castrados, os bichanos saem menos de casa.

Os animais contaminados espirram com frequência e têm feridas, principalmente na cabeça. Mas os machucados podem surgir também nas patas e no rabo. As lesões são profundas, não cicatrizam, têm pus e se espalham para o restante do corpo. O animal perde apetite, fica apático e pode ter secreção nasal.

Aumento de 400% no número de casos

Em 2016, a Vigilância Sanitária registrou aumento de 400% no número de animais diagnosticados com esporotricose, em sua maioria gatos. Foram feitos 13.536 atendimentos, 10.283 a mais do que em 2015, quando foram registrado 580 casos em humanos. O registro era de 516 pacientes com a infecção na pele em 2015; e 327 casos em 2014.

As unidades da prefeitura para tratamentos dos animais são o Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman (Avenida Bartolomeu de Gusmão 1.120, em São Cristóvão); e o Instituto Paulo Dacorso Filho (Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz).

Casos de esporotricose precisam ser comunicados ao Centro de Controle de Zoonoses do seu município. No Rio, o telefone é (21) 3395-1595. Outro contato pode ser feito com a Vigilância Sanitária do Rio de Janeiro, pelo telefone 1746 ou no site.

Na luta contra a doença, a Sociedade Brasileira de Dermatologia no Rio de Janeiro (SBDRJ) criou uma campanha online para orientar a população e médicos sobre o processo de notificação aos órgãos públicos. A cartilha está disponível no site da sociedade de dermatologia.

Fonte: O Globo

 

 

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Especialista explica como prevenir e tratar a esporotricose

Foto: Isabella Dib Gremião

No estado do Rio de Janeiro, entre 2013 e 2015, pelo menos 5 mil pessoas foram diagnosticadas com esporotricose, uma doença que atinge principalmente gatos, causada pelo fungo Sporothrix shenckii que vive naturalmente no solo. Nos animais, a doença se manifesta principalmente com a formação de feridas na pele, geralmente com pus, sem cicatrização e rápida evolução, podendo levá-los à morte. Já nos homens, ela pode ser diagnosticada pelo surgimento de pequenos caroços vermelhos sob a pele, principalmente nas áreas dos braços, pernas ou até mesmo no rosto. Com o tempo, podem também se transformar em feridas.

“Embora a micose afete outros animais, é muito mais comum nos gatos, que naturalmente acabam se transformando também nos principais transmissores do fungo aos homens”, diz o Biólogo Luiz Eloy Pereira, vice-presidente do Conselho Regional de Biologia (CRBio-01). Pereira conta que o contágio se dá geralmente por meio de escoriações na pele, como arranhões, provocadas pelas unhas dos felinos. “O fungo pode estar nas garras do animal, que ao arranhar uma pessoa acaba o transmitindo”, explica o Biólogo. “Ao notar qualquer possível sinal da doença, o ideal é procurar um médico”, completa.

Entre os homens, para evitar o contágio, a principal recomendação é que se faça uma boa higienização na área em que sofreu o arranhão. E, se houver qualquer suspeita da doença no gato, leve-o a um veterinário para, se confirmado o diagnóstico, dar início imediato ao tratamento. Geralmente ele é feito com o antifúngico itraconazol. Quanto mais rápido for realizado o diagnóstico e começar o tratamento, melhor. “Mas é importante que seja prescrito por um especialista. Pois há outros medicamentos que também podem ser indicados, e somente ele poderá apontar qual é o mais adequado”, alerta o vice-presidente do CRBio-01.

Outro apelo feito pelo Biólogo é que ao identificar a doença no gato, que o animal não seja abandonado. “Existe tratamento e o gato pode se recuperar. Mas para isso precisa receber os cuidados necessários. Além de evitar a proliferação da doença, o abandono também se caracteriza como maus tratos, e pode ser considerado até como crime”, conclui Pereira.

Fonte: Segs

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Gatinho debilitado com esporotricose e ferimentos precisa de ajuda no Oswaldo Cruz, no Rio

Luciana Loução
luciana.loucao@hotmail.com

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O pobre gatinho da imagem foi abandonado em situação precária próximo a uma casa no bairro Oswaldo Cruz, na zona Norte do Rio. O gatinho está sofrendo com esporotricose e um grave ferimento na cauda que gerou um alto de nível de miíases. Por compaixão ao animal, uma turista de uma cidade vizinha conseguiu que a o gatinho recebesse atendimento veterinário e fosse medicado. Mas ainda há muito a ser feito, ele precisará de um tratamento de seis meses para combater a esporotricose e também precisará amputar a causa.

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A turista que deu o cuidados iniciais ao gatinho em breve partirá e não encontrou ninguém que pudesse abrigá-lo e dar continuidade ao tratamento. Muitas pessoas se solidarizaram com a situação do animal e ofereceram doações financeiras e de medicamentos, mas infelizmente ninguém pode abrigá-lo. Ele precisa de um local seguro onde possa receber atenção, carinho e ter seu tratamento e assim ter a oportunidade de ser saudável e feliz novamente. Quem puder ajudar entre em contato com a Luciana através do e-mail: luciana.loucao@hotmail.com.

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Gatinho com esporotricose precisa de ajuda na Central do Brasil, no Rio

psicologa-holistica@hotmail.com

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O gatinho da imagem está em situação de abandono na Central do Brasil, região Central do Rio. Ele sofre de esporotricose, uma doença fúngica curável, e precisa de ajuda, pois corre grande perigo. Quem pediu ajuda foi um segurança que trabalha no Passeio Publico e sua base de trabalho é na Central. Quem puder ajudar entre em contato através do e-mail: psicologa-holistica@hotmail.com.

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Rio de Janeiro sediará seminário de esporotricose

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O Rio de Janeiro (RJ) enfrentou no primeiro semestre deste ano uma epidemia de esporotricose, doença causada por fungo e caracterizada por lesões na pele. Ela afeta principalmente gatos e pode ser transmitida aos humanos. Pensando neste problema, o presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais(CPDA) da OAB-RJ, Reynaldo Velloso e a veterinária Rosangela Ribeiro, gerente de programas veterinários da World Animal Protection, ONG reconhecida internacionalmente, reuniram-se recentemente na sede da OAB e acertaram a realização do I Seminário de Esporotricose e Tratamento Ético. Uma equipe de especialistas estará discutindo o tema e formas de controlar esta enfermidade de forma ética, humanitária e sustentável.

Saiba mais sobre a esporotricose:

No Rio, os animais suspeitos de infecção podem ser encaminhados para tratamento no Centro de Zoonoses Paulo Dacorso Filho ou à Unidade de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman. Para marcar consulta é preciso agendar um horário pelo telefone 1746. Caso a lesão seja observada na pele de uma pessoa, é necessário ir a uma unidade municipal de saúde.

De acordo com a prefeitura, nos primeiros seis meses deste ano foram registrados 824 casos de animais infectados no Rio. A esporotricose, também conhecida como doença do jardineiro, é causada pelo fungo Sporothrix schenckii, que é encontrado na vegetação. A contaminação ocorre quando o fungo entra em contato com uma ferida ou corte na pele durante a manipulação de plantas, terra, palha e madeira com farpas. O gato infectado, ou qualquer outro animal, pode transmitir a doença para o ser humano por meio de arranhões e mordidas.

Serviço: I Seminário de Esporotricose e Tratamento Ético
Data: 9 de dezembro,
Horário: de 09h. às 15h.
Local: Plenário da OAB – Av. Marechal Câmara, 150, 4/ andar, Centro – RJ
Entrada franca

O evento será transmitido ao vivo pela TV WEB OAB.

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Esporotricose: ninguém precisa ser sacrificado!

Sabe-se que a esporotricose ocorre com maior freqüência em pessoas que lidam com o solo e vegetais contaminados com o fungo Sporothrix schenckii muito comum em áreas de clima úmido e temperado. Os profissionais que correm mais risco são os jardineiros, floristas, horticulturistas e agricultores, embora exista relato de pessoas que se contagiaram trabalhando em áreas de pouca higiene.

A esporotricose também pode surgir em animais que tenham contato com plantas infectadas com o fungo ou em brigas com outros animais já contaminados, por isso uma boa solução é castrar seu animalzinho para evitar saídas por fêmeas no cio e, consequentemente, as brigas.

Adivinhar onde o fungo está instalado é impossível, daí o melhor a fazer é estar sempre com luvas ao entrar em contato com jardins, hortas, solos etc. Há algum tempo, esta doença era conhecida como a “doença da roseira” devido à infecção por corte de espinhos das plantas contaminadas.

A esporotricose pode ser curada de maneira fácil, como qualquer doença, ninguém precisa ser sacrificado por conta dela. O sinal mais comum da doença é o surgimento de um caroço avermelhado, dolorido, que vira uma ferida que não cicatriza e aumenta em número e tamanho. Nos animais os sintomas são os mesmos, em algumas pessoas podem surgir inchaço, vermelhidão e dor nas juntas. O tratamento pode durar de dois a seis meses, numa pessoa que tenha defesa normal a cura é total.

Segundo a Drª Andréa Lambert, muitas espécies, incluindo cavalos, gatos, cães, animais silvestres e o próprio homem podem adquirir esta doença através de pequenos ferimentos no contato com plantas contaminadas e a infecção ocorre quando há inoculação do fungo no tecido subcutâneo por meio de pequenos traumatismos. Ainda para a doutora, não há nenhuma razão para que um animal infectado seja perseguido, maltratado e eutanasiado, pois a esporotricose tem cura e quanto mais rápido o tratamento, mais fácil é a recuperação do animalzinho.

A transmissão da doença dos animais para o ser humano não é aceita por todos os autores, assim como a transmissão de pessoa para pessoa também não o é por outros tantos, mas é necessário que se tenha o cuidado de tratar corretamente os animais infectados e o homem para que a doença não se alastre desnecessariamente.

Cuidados para curar seu animalzinho, caso esteja infectado:

• Procurar um veterinário imediatamente;
• manter seu animalzinho isolado e dentro de casa;
• manusear seu animalzinho sempre com luvas, desinfetando com água sanitária o local onde ele esteja;
• não interromper o tratamento prescrito pelo veterinário até que o mesmo dê alta ao seu bichinho.

Quanto ao homem, se infectado, o caminho mais acertado é uma consulta a um dermatologista, que é o especialista indicado para diagnosticar as lesões que aparecem na pele. Como podem ver, a esporotricose não é motivo para sacrificar ninguém, caso contrário, não teríamos quem plantasse, colhesse, limpasse, construísse etc.

Higiene é a palavra-chave para que muitas zoonoses desapareçam do planeta. Povo limpo é povo desenvolvido e saudável. Exijam que seus municípios sejam tratados corretamente, afinal, os impostos que pagamos têm que servir ao povo e não servir para enriquecer prefeitos desonestos, a dengue que o diga!

Fontes:

Andréa de Jesus Lambert – médica veterinária CRMV-RJ 3123
http://www.unirio.br/ccbs/revista/cadbra2001/doen%E7a%20infecciosa.htm
http://www.sbdrj.org.br/epidemia_de_espo
http://www.manualmerck.net/?id=211&cn=1787

*Por Fátima Borges – Professora de Português e Teatro Infantil, Colunista, Artista Plástica e Poetisa

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Gata com esporotricose avançada sofre ameaça de morte por vizinhos e precisa de tratamento para sobreviver (RJ)

Fabiana
ghatyh@yahoo.com.br

No estado em que esta gata se encontra atualmente, se não for ajudada, vai morrer em breve! Esta foto é antiga, pois a esporotricose já evoluiu muito, se espalhou e carne dela já está toda podre. Quem pode ajudar? Ela se encontra no Rio de Janeiro.

A tutora  dessa gata está desempregada e tem outros 5 gatos. Atualmente a esporotricose já tomou boa parte do corpo dessa gata, com feridas profundas, a carne dessa gata está cheirando a podre. Ela está sofrendo muito, com dores insuportaveis e já está correndo risco de morrer.

Essa gata tem acesso à rua e, como a carne dela está apodrecendo toda, os vizinhos estão ameaçando dar chumbinho para ela.

Ela está sofrendo e está sem acompanhamento veterinário, sem remédios para a doença dela e sem alimentação adequada. Imaginem o sofrimento e a dor que essa gata está sentindo sem tratamento.

Esporotricose sem tratamento leva o animal à morte, mas antes o animal apodrece vivo . Ela pode viver se tiver tratamento adequado. Quem pode doar remédio Itraconazol para ela?

Ela precisa ter uma boa alimentação e não está tendo, quem pode doar AD, latinhas e ração para ela?

Quem pode levá-la a um veterinário? Quem pode resgatar e adotá-la paraela ter mais chances de viver, se tratar, ter uma vida tranquila e segura?

Contato da tutora da gata:
Sandra
Celular : (021)6809-6230
Casa : (021) 2655-9476

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