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Pentágono planeja explorar animais marinhos geneticamente modificados em programa de espionagem

Os militares norte-americanos possuem planos de criar organismos marinhos geneticamente modificados que possam ser usados como espiões subaquáticos para os militares. O braço de pesquisa do Pentágono, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA), lançou um novo programa que visa explorar as “capacidades naturais de detecção” de animais marinhos para rastrear o tráfego de submarinos inimigos.

Foto: Lt. David Bennett / U.S. Navy

O projeto do Escritório de Tecnologias Biológicas da DARPA, denominado de programa Sensores Vivos Aquáticos Persistentes (PALS), pretende usar desde bactérias até peixes grandes para encontrar submarinos e registrar as reações naturais das criaturas aos veículos e enviar as informações para uma base externa.

Um comunicado de imprensa recente sobre o programa disse que iria “estudar organismos naturais e modificados (ênfase adicionada) para determinar quais poderiam oferecer um melhor apoio aos sistemas de sensores que detectam o movimento de veículos subaquáticos tripulados e não tripulados”.

“Além da onipresença, os sistemas de sensores construídos em torno de organismos vivos iriam oferecer uma série de vantagens em relação ao hardware. A vida marinha se adapta e responde ao seu ambiente, e se autoreproduz e se autossustenta. A evolução tem dado aos organismos marinhos a capacidade de sentir estímulos em vários domínios – tátil, elétrico, acústico, magnético, químico e óptico. Não é um obstáculo para os organismos que evoluíram caçar e escapar na escuridão”, afirma o comunicado, explicando o raciocínio do programa.

Atualmente, o programa busca propostas que ajudem a capturar as respostas dos organismos marinhos – tanto naturais quanto transgênicos – à presença de veículos subaquáticos, interpretar essas respostas e retransmiti-las para uma rede de dispositivos de hardware.

Embora o programa afirme que o uso de quaisquer organismos modificados exigiria “salvaguardas ambientais adequados para apoiar a implantação futura”, é altamente provável que um organismo marinho geneticamente modificado lançado no oceano esbarre em um organismo da mesma espécie  ou de uma semelhante cujos genes não foram alterados. Como os animais se reproduzem, isso aumentará o número de características geneticamente modificadas. Com o tempo, todo o oceano pode ser preenchido com criaturas geneticamente modificadas e isso pode resultar em enormes mudanças nos ecossistemas marinhos.

A DARPA alegou que criaria e testaria espécies modificadas somente em “instalações de biossegurança contidas”. Porém, como a revista VICE informa, “para realmente implantar espécies modificadas, as forças armadas teriam que libertá-las na natureza, onde elas poderiam expulsar ou extirpar espécies não modificadas”.

Outra preocupação com criaturas marinhas geneticamente modificadas é a possibilidade do consumo humano. Com a pesca e as capturas acidentais que ocorrem em todo o mundo, é inevitável que muitas pessoas acabem consumindo os animais transgênicos. Além disso, obrigar essas criaturas a atuarem como espiãs para os militares é extremamente cruel. Nenhum animal deve ser uma ferramenta para os humanos. Animais não devem ser tratados como objetos que podem ser alterados e usados devido às suas habilidades naturais. Eles devem ser valorizados pelo que são e por integrarem os ecossistemas oceânicos.

Conforme ressalta o Ecowatch, a DARPA precisa interromper o programa e investir seus recursos e habilidades em áreas tecnológicas mais benéficas. As repercussões de um programa como esse afetarão mais do que apenas os militares; isso prejudicará o oceano, seus animais e as pessoas que dependem dele.

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Golfinhos, esquilos e lagartos são explorados em programas de espionagem militar

Isso é o que o conselheiro militar iraniano, Hassan Firuzabadi, disse à imprensa recentemente. Seus comentários de Firuzabadi ocorreram após ser questionado sobre um grupo de ambientalistas presos desde o final de janeiro.

Foto: Michael Nichols, National Geographic Creative

De acordo com o Times de Israel, uma agência de notícias iraniana local divulgou que Firuzabadi disse que lagartos e camaleões foram encontrados com o grupo. Eles supostamente foram implantados para descobrir onde o Irã desenvolvia urânio

Firuzabadi diz que a pele dos lagartos pode atrair ondas atômicas e que  a espionagem falhou.  Esta não a primeira vez em que os animais são explorados em programas espionagem.

Em 2007, 14 esquilos foram encontrados com equipamentos de espionagem no Irã. Eles tinham algum tipo de gravação ou dispositivo de rádio utilizado para espionagem.

A polícia nacional confirmou saber sobre o caso, mas não divulgou mais dados sobre a origem dos esquilos vieram ou o que ocorreu com eles. A NPR entrevistou um ex-agente da CIA e o professor de animais selvagens John Koprowski, ambos estavam céticos quanto ao treinamento dos esquilos para esse objetivo.

Foto: Petty Officer First Class Brian Aho, Marinha dos EUA

Em 2015, o Hamas  afirmou ter encontrado um golfinho que espionava as forças israelenses. O Times of Israel informou que o animal tinha equipamentos de espionagem, incluindo câmeras e outros dispositivos.

Os detalhes do caso permanecem obscuros, mas a exploração dos golfinhos por militares ao longo dos anos é inegável.

Em 2014, quando a Rússia se apossou da Criméia e infiltrou uma unidade militar ucraniana, foram descobertos inúmeros “golfinhos de combate”. Acredita-se que os mamíferos marinhos sejam obrigados a encontrar alvos subaquáticos como minas ou a interromper a entrada de intrusos em locais restritos.

Na década de 1960, a Marinha dos EUA colocou em prática um programa semelhante. Em entrevista à National Geographic em 2014, um representante do programa de pesquisa de mamíferos marinhos da University of Hawaiidisse que os EUA não usaram golfinhos apenas como guardas, mas também para detectar minas subaquáticas. A ecolocalização de golfinhos é tão precisa que eles foram usados para substituir máquinas.

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Campanha de espionagem do SeaWorld é desmascarada: foi encontrado o funcionário que tentou incitar atos ilegais

Por Loren Claire (da Redação)

O trabalho da ONG PETA para nos informar sobre o Seaworld aparentemente causou tantos desgostos a empresa que foi criada uma campanha de espionagem corporativa.

Durante três anos, um homem que se dizia chamar ¨Thomas Jones¨ participou de protestos da ONG PETA no Seaworld, assim como de reuniões da organização; tentando se aproximar dos seus empregados. ¨Thomas Jones¨ também publicou mensagens hostis nas redes sociais, tentando incitar ações ilegais, tais como convocatórias para ¨queimar o Seaworld até os despojos¨ e ¨drenar os novos tanques do #Seaworld¨. As informações são do site Peta Latino.

Mas como mostrou o canal Bloomberg, a investigação feita pela ONG PETA sobre ¨Thomas Jones¨ revelou que ele é de fato Paul T. McComb, um empregado da área de recursos humanos da Seaworld de San Diego.

Thomas Jones do lado direito e Paul T. McComb na foto do lado esquerdo.
Thomas Jones do lado direito e Paul T. McComb na foto do lado esquerdo.

¨Jones¨se juntou ao Action Time da ONG PETA utilizando uma caixa postal em San Diego, a qual foi descoberta que estava registrada sob o nome de Ric Marcelino, o diretor de segurança do SeaWorld San Diego. Buscou constantemente obter informação do pessoal da ONG PETA sobre as manifestações contra o SeaWorld e, inclusive, chegou a se juntar aos apoiantes da ONG em uma manifestação contra o carro alegórico do SeaWorld no Desfile das Rosas em 2014. Mas mesmo sendo detido junto aos demais manifestantes que se sentaram em frente ao carro alegórico, desapareceu repentinamente quando os demais manifestantes foram identificados e liberados sob fiança. ¨Jones¨foi liberado inexplicavelmente sem nenhuma acusação, e seu nome sequer apareceu na lista de detidos.

Thomas Jones detido na manifestação
Thomas Jones detido na manifestação

Aqui está ¨Jones ¨no carro da policia a caminho da delegacia de policia de Pasadena, depois de ser ¨detido¨ enquanto ¨protestava¨ contra o carro alegórico do SeaWorld no Desfile das Rosas.

Foto: Divulgação
Foto: PETA

¨Jones¨se manteve ativo, assistindo a conferências sobre os direitos animais e perguntando se as manifestações eram patrocinadas pela ONG PETA. Mas, mais insidiosamente, tentou repetidamente incitar as pessoas que se opõem ao SeaWorld para agirem ilegalmente , afirmando que este é o momento para serem um pouco mais agressivos, de realizarem mais ações diretas e de tomarem as rédeas da situação, e sugeriu que os ativistas tocassem a buzina do lado de fora da casa do diretor do SeaWorld durante a noite. Inclusive chegou a organizar a sua própria manifestação baseada na ¨ação direta¨ – anunciando que seria mais emocionante que simplesmente segurar cartazes.

A opinião pública se colocou contra manter as orcas em cativeiro, e o SeaWorld precisa aceitar este fato e enviar suas orcas para santuários costeiros onde possam viver suas vidas em paz.

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Cegonha acusada de espionagem foi encontrada morta

A cegonha que foi detida pelas autoridades egípcias por suspeita de espionagem foi encontrada morta no sábado, informa a Associated Press.

Uma organização ambientalista egípcia denunciou no Facebook que o animal foi “comido por moradores”.

No entanto, o responsável das áreas protegidas do Egito, Mahmoud Hassib, garante que não foi esse o caso, mas admite que ainda não se sabe as causas da morte.

No mês passado, um homem levou a cegonha à polícia porque suspeitou que o dispositivo eletrônico que o animal tinha se tratava de uma tecnologia de espionagem.

Fonte: tvi24

Nota da Redação: O animal passa pelo stress de ser preso acusado de espionagem e depois é encontrado morto. Esta cegonha é mais uma vítima da ignorância de seres humanos que tratam animais como objetos e não dão a mínima para seus direitos.

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Cegonha presa por ‘espionagem’ é solta no Egito

Cegonha foi detida pela polícia no Egito por suspeita de espionagem (Foto: AP)
Cegonha foi detida pela polícia no Egito por suspeita de espionagem (Foto: AP)

A polícia egípcia libertou na quarta-feira (5) uma cegonha que foi presa por suspeita de espionagem. A ave havia sido detida na semana passada depois que um pescador de Qena, a 450 km do Cairo, avistou um dispositivo eletrônico anexado a suas penas.

Pensando que fosse uma “espiã”, ele capturou a cegonha e a levou para uma delegacia perto de sua casa, disse Mohammed Kamal, chefe de segurança na região de Qena. Agentes examinaram a ave, temendo que ela levasse um equipamento de espionagem. Após chamarem um veterinário, a confusão acabou resolvida. A cegonha levava apenas um localizador instalado por pesquisadores para monitorar o movimento migratório, disse Ayman Abdallah, chefe dos serviços veterinários em Qena. A cegonha foi solta na quarta-feira depois que a Associação de Ornitologia e de Proteção do Meio Ambiente da Hungria (MME) entrou em contato e informou às autoridades egípcias que havia colocado o localizador na ave. Segundo a MME, “as autoridades egípcias analisaram o caso e declararam que a ave não representava perigo à segurança nacional”.

Fonte: G1

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Autoridades detêm cegonha por suspeita de espionagem no Egito

Ave foi detida após suspeita de ser usada para espionagem (Foto: AP)
Ave foi detida após suspeita de ser usada para espionagem (Foto: AP)

Autoridades egípcias detiveram uma cegonha após suspeita de que a ave era um espião. A polícia afirma que um homem levou o animal para a delegacia de polícia em Qena, 450 quilômetros a sudeste do Cairo, na sexta-feira. Ele suspeitava que a ave era um agente infiltrado, pois levava consigo um dispositivo eletrônico.

O chefe de segurança em Qena, Mohammed Kamal, disse neste sábado que os funcionários examinaram o pássaro e o dispositivo. Kamal afirmou que o aparelho não era nem um explosivo nem um dispositivo de espionagem. A hipótese é de que o aparelho fosse um rastreador de vida selvagem.

Com os tumultos dos últimos meses no Egito, qualquer atividade vem causando suspeita em cidadãos e autoridades. No início do ano, um segurança registrou uma ocorrência na polícia depois de capturar um pombo que, segundo ele, carregava um rolo de filme.

Fonte: Terra

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Ave detida na Arábia Saudita por suspeita de espionagem será libertada

Os sauditas dizem que se trata de uma águia-de-cabeça-branca. Foto: Mike Blake/Reuters

O Governo da Arábia Saudita decidiu libertar uma ave – inicialmente noticiada como sendo um grifo mas, afinal, é uma águia – que estava “detida” há uma semana por espionagem a mando de Israel.

Segundo o site Emirates24/7, o príncipe Bandar bin Saud Al Saud zombou do caso que, na semana passada, foi noticiado pela imprensa internacional: um grifo com um GPS da Universidade de Telavive foi encontrado por um caçador numa zona rural perto da cidade saudita de Hyaal e acusado de fazer parte de uma estratégia sionista. Agora, a agência de vida selvagem da Arábia Saudita declara que, afinal, a ave não tem nada a ver com espionagem e que o dispositivo que trazia tinha apenas fins científicos.

“As informações de que esta ave está equipada com sistemas de espionagem israelita estão incorretas. O sistema que traz é identificado por satélites para conhecer os movimentos migratórios das aves e como se alimentam, com fins de investigação”, disse Saud aos jornalistas  sauditas locais, citado pelo site.

“Estes sistemas (GPS) são utilizados nas aves e em outros animais, incluindo mamíferos marinhos. A maioria dos países usa-os, incluindo a Arábia Saudita”, acrescentou.

Saud garantiu que pretendem libertar a ave “assim que forem verificados os sistemas que transporta. Não há necessidade de manter esta ave em cativeiro”, adiantou. Ainda não se sabe o que vai acontecer ao dispositivo de GPS da Universidade de Telavive.

De acordo com aquele site, Saud criticou a actuação dos media locais. “Alguns jornalistas sauditas apressaram-se a dar a notícia na esperança de ter um furo jornalístico, sem confirmar as informações. Não estou a defender Israel, mas precisamos ser claros… eles (os jornais) deveriam ter perguntado às autoridades competentes sobre o caso antes de publicar os artigos”.

As autoridades de Israel disseram-se surpreendidas e rejeitaram as acusações de espionagem, manifestando preocupação com o destino do animal. “O dispositivo não faz mais do que receber e armazenar dados básicos sobre as trajetórias do animal, sobre a altitude e velocidade que alcança”, explicou um ornitólogo da Autoridade israelita dos Parques e Natureza, citado pelo jornal israelita “Ma’ariv”, citado pela BBC.

Inicialmente, a ave foi assumida como sendo um grifo (Gyps fulvus). Mas agora, as informações sugerem que se trata de uma águia-de-cabeça-branca (Haliaeetus leucocephalus).

O jornal “Jerusalem Post” informou ontem que o diretor da Sociedade para a Proteção da Natureza, Dan Alon, está “muito feliz por saber da decisão de libertar a ave”.

Fonte:  Publico/Ecosfera

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Baleeiros japoneses serão proibidos de usar aviões e aeroportos australianos para espionagem

Por Raquel Soldera (da Redação)

Conforme divulgado nesta quinta-feira (4), a Oposição Federal da Austrália está preparando uma nova legislação para proibir baleeiros japoneses de usar aviões e aeroportos australianos para fins de espionagem sobre as ações da Sea Shepherd.

Aparentemente, os baleeiros japoneses estão fretando aeronaves na Austrália para seguir os navios da Sea Shepherd. Além disso, os baleeiros japoneses ainda utilizam recursos australianos para atividades baleeiras, em uma tentativa de sabotar os ativistas da Sea Shepherd.

Apesar de os navios baleeiros japoneses em si estarem proibidos de entrar em águas australianas, isto não impediu que o Japão continue a desafiar as autoridades australianas, tanto no Oceano Austral como em terra firme.

O porta-voz da Oposição Federal australiana, Greg Hunt, disse: “Os aviões estão decolando de aeroportos da Austrália para apoiar os baleeiros japoneses, capturando informações e espionando os manifestantes. É hora de acabar com os voos de reconhecimento em apoio aos baleeiros japoneses nas águas australianas”.

Hunt ainda desafiou o primeiro-ministro Kevin Rudd a cumprir a sua pré-promessa eleitoral de acabar com a caça das baleias.

A Senadora Rachel Siewert também apoiou a nova legislação, comentando: “O governo australiano diz que está tentando impedir a caça das baleias, mas uma das ações que podem tomar para ajudar no combate à caça é garantir que recursos australianos não sejam utilizados para auxiliar os baleeiros”.

Os navios da Sea Shepherd, Bob Barker e Steve Irwin, prosseguem na perseguição da frota baleeira japonesa no Oceano Antártico.

O Capitão Paul Watson, da Sea Shepherd, disse: “Avisamos aos baleeiros japoneses que não temos a intenção de ver as baleias morrerem sem nossa oposição e sem causar enormes custos financeiros para os seus assassinos. E estamos custando-lhes caro. Agradeço a Austrália por seu apoio contínuo”.

Com informações de Sea Shepherd e ABC

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