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Cão reencontra tutora curada da Covid-19 após esperá-la por dias em hospital

Foto: Reprodução/Inter TV

Bob viveu dias de angústia com a internação de sua tutora, diagnosticada com Covid-19. Internada em uma unidade de saúde e, depois, transferida para um hospital em Rio Bonito, no Rio de Janeiro, Érica Pereira, de 38 anos, viveu incertezas durante o difícil tratamento para o coronavírus. Mas as dificuldades deram lugar à alegria na última semana, quando a paciente recebeu alta médica. Em frente ao hospital, estava aquele que jamais a abandonaria: seu cachorro.

No momento do reencontro, Bob pulou em sua tutora e abanou o rabo repetidas vezes, demonstrando a felicidade que sentia por estar novamente envolto pelos braços carinhosos de Érica, agora curada da covid-19.

A história de companheirismo desse dupla, no entanto, vai além da espera de Bob. Isso porque o cão não só esperou sua tutora, como deu um jeito de entrar dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para procurá-la e também a acompanhou dentro da ambulância na qual Érica foi colocada quando precisou ser transferida para Hospital Regional Darcy Vargas por ter sofrido um agravamento em seu estado de saúde.

Internada no início de agosto na UPA e transferida no dia 6 do mesmo mês para o hospital, Érica contou o tempo todo com a lealdade de Bob. No hospital, ela ficou entubada por 17 dias, um longo período para o animal, que sentia falta da tutora.

Foto: Reprodução/Inter TV

“Foi uma paciente difícil de tirar da ventilação. Tentamos três vezes. Teve alta para a enfermaria, mas com um grau de força muscular muito baixo. Hoje [segunda] ela já consegue ficar em pé e se movimentar […] pronta para as atividades normais da vida diária”, afirmou o fisioterapeuta Jesus Vander Clevelares, em entrevista ao RJTV.

No dia em que a transferência foi realizada, a enfermeira Vanessa Aguiar publicou imagens nas redes sociais que mostram o cachorro dentro da ambulância e também na UPA. Com os olhos atentos à procura da tutora, Bob chorava por não estar ao lado dela.

“Lealdade! Chegou cedo com sua tutora, ficou chorando aguardando. No primeiro sinal de saída dela para a transferência, lá estava ele na primeira oportunidade pra ficar pertinho”, escreveu a enfermeira. “De fato, ninguém pode se queixar da falta de um amigo e amor, quando se tem um cão. Humanize, é possível!”, completou.


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Destaques, Notícias

Abandonado na neve, cão espera durante dois meses por tutor que o deixou

Foto: Reprodução/Siberian Times

Covardemente abandonado na neve, um cachorro passou frio durante dois meses enquanto aguardava pelo retorno de seu tutor. Ele acreditava que quem o deixou para trás retornaria para buscá-lo e, por isso, negou-se a sair do local. O caso aconteceu na Rússia.

O tutor do animal viajou em uma navio que saiu do porto de Magadan, às margens do Mar de Okhotsk, e deixou o cão no local. Pessoas que se solidarizaram com o sofrimento do cachorro o alimentaram durante os 60 dias.

Após tanto sofrimento, o animal foi resgatado, segundo informações acordo do “Siberian Times”, por um grupo de proteção animal. Para conseguir retirar o cachorro do local, foi necessário sedá-lo.

Ao acordar no abrigo, o animal ficou agitado e tentou fugir, demonstrando vontade de retornar para o local do abandono, ainda na esperança de reencontrar seu tutor. No entanto, aos poucos, ele foi acalmado.

Foto: Reprodução/Siberian Times

“O cão estava vivendo no limite do gelo com o mar por dois meses, recusando-se a sair dali”, afirmou um porta-voz do grupo responsável pelo resgate.

Após ser resgatado, o animal recebeu o nome de Hachiko, em homagem ao cachorro japonês que esperou pelo tutor, no mesmo ponto, durante nove anos. A história comovente tornou-se um filme estrelado pelo ator Richard Gere.

No entanto, a vida reservava um final feliz para o Hachiko russo, que não só encontrou uma nova família, como recebeu um novo nome: Chernysh (Pretinho, em tradução livre).


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Capivara ferida aguarda resgate há quase uma semana em São Paulo

O animal está com uma corda presa ao seu abdômen que cortou sua pele, causando um ferimento


Uma capivara ferida está há quase uma semana esperando por resgate na região da ciclovia da Marginal Pinheiros, em São Paulo.

Reprodução / Twitter

Mariana Aidar encontrou o animal com uma corda presa ao abdômen no último dia 20 e, desde então, monitora a capivara. Segundo ela, a corda cortou a barriga do animal.

De acordo com a denunciante, na segunda-feira (25) uma ação de resgate fracassada por realizada por ela e por outro ciclista. Juntos, eles tentaram cercar a capivara para retirar a corda, mas não conseguiram. As informações são do portal R7.

A Guarda Civil Metropolitana afirmou que “por meio da unidade ambiental, esteve nesta segunda no período da tarde no perímetro das ciclovias entre as pontes Ary Torres e Cidade Universitária, porém o animal citado não foi localizado”.

Ainda segundo a GCM, o resgate de capivaras requer o apoio de técnicos da Divisão da Fauna Silvestre da Secretaria do Verde e Meio Ambiente.

Para resgatar o animal, o correto é instalar um brete – espécie de gaiola de porte grande – e depois sedar a capivara para retirar a corda. Caso necessário, o animal deve ser internado e, posteriormente, devolvido ao local do resgate.

De acordo com a CPTM, foram realizadas “rondas na tentativa de socorrer o animal e prestar o socorro devido, apesar de ser uma medida paliativa”. A companhia disse ainda que protocolou um pedido de resgate na Polícia Ambiental.

Em um comunicado, a empresa afirmou que “está à disposição para interromper o tráfego de bicicletas na ciclofaixa do Rio Pinheiros e prestar todo o auxílio aos técnicos dos órgãos ambientais durante a captura”.


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Cão é adotado após esperar um mês por tutor que morreu em hospital

Negão, como passou a ser chamado, chegou ao hospital junto de seu tutor, que morreu no mesmo dia em que foi internado


O cachorro que ficou por um mês em frente ao Centro Integrado de Atenção Médico Sanitária (Ciams) do Setor Urias Magalhães, em Goiânia (GO), à espera de seu tutor que morreu, foi adotado.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Na última quinta-feira (14), a dona de um quiosque de cana-de-açúcar, que há dias cuidava do animal em frente ao hospital, decidiu levá-lo para casa para que ele não ficasse sozinho no feriado, já que não teria movimento no local. Maria Azevedo, no entanto, afirmou que não poderia adotar o cachorro porque já é responsável por outros três animais.

Durante o final de semana, o cachorro desapareceu. Negão, como passou a ser chamado, foi encontrado na casa do vizinho de Maria, que decidiu adotá-lo.

“Estou pensando em levar para a casa da minha mãe, disse a ela que ele é engraçadinho e tudo. […] Ela disse: ‘A hora que você quiser, pode trazer’. Só estou esperando meu tio chegar para levar ele”, contou ao G1 o assessor de moda Geilson do Espirito Santo da Silva, novo tutor de Negão.

Lealdade

Leal ao seu antigo tutor, que vivia em situação de rua, Negão chegou ao hospital junto do homem, que morreu no mesmo dia em que foi internado. Desde então, o cachorro não saiu do lugar.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Maria Azevedo foi uma das pessoas que passou a cuidar do cachorro, que ficou triste após perder seu tutor. Desde que conheceu o animal, ela começou a torcer para que ele fosse adotado por uma boa família.

“Ele está precisando de cuidados, está depressivo, muito triste. Não sei se é devido às dores no corpo, porque ele está machucado, ou tristeza pela falta do tutor”, disse ao G1 a comerciante antes do cachorro ser adotado.


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Cachorro vive há um mês em frente a hospital à espera de tutor que morreu

Desde que chegou ao local, o cachorro está deprimido, provavelmente por sentir saudade de seu tutor, que vivia em situação de rua e morreu logo após ser internado


Um cachorro está vivendo há um mês em frente ao Cais Urias Magalhães, em Goiânia (GO), à espera de seu tutor. O homem, que estava em situação de rua, chegou ao local acompanhado do animal, mas morreu no mesmo dia em que foi internado. Desde então, o cão não sai da frente da unidade de saúde, esperando seu grande amigo voltar.

Foto: Lis Lopes/G1

A história de Negão, como passou a ser chamado, comoveu os funcionários do hospital e os comerciantes da região.

“Ele fica bem na entrada, aonde o paciente entrou, ele ficou. Como ele não podia entrar aqui, ficava bem na porta de vidro”, contou ao G1 a auxiliar administrativa do Cais, Rose Ribeiro.

Ao perceber que o animal não sairia do local, Maria Azevedo, dona de uma banca de caldo de cana que fica em frente ao hospital, passou a cuidar do cachorro, que está sempre abatido, provavelmente por sentir saudade do tutor.

“A gente dá comida, remédio, trata dele e tenta fazer o que pode, mas ele acaba sofrendo maus-tratos na rua. Ele está precisando de cuidados, está depressivo, muito triste. Não sei se é devido às dores no corpo, porque ele está machucado, ou só tristeza pela falta do tutor mesmo”, afirmou.

Francisco Azevedo, marido de Maria, também ajuda a cuidar do animal. “Nos primeiros dias ele estava bem assustado. Procurei cuidar dele, dar carinho, água, já que ele estava tão solitário. Depois ele foi acostumando com a gente”, contou.

Como já tem duas cadelas, Maria não consegue adotar Negão. Além dele, ela cuida de outro cão em situação de rua, que está com câncer e precisa ser operado.

“A gente espera que alguém o adote, porque está difícil aqui para gente cuidar dele. E ele é porte grande, então precisa de um lugar com espaço”, comentou.

Foto: Lis Lopes/G1

A comerciante Thamera Katiuscia, que faz tratamento na unidade de saúde há um mês, sempre vê Negão no local.

“Trago comida para ele, trouxe vermífugo também. Já tem um mês que venho e o vejo por aqui. Torço para que alguém se sensibilize e o adote. Eu, infelizmente, não posso”, disse.

A história do cachorro também comoveu o guarda municipal Ediel Fernandes Souza, que trabalha no local.

“O tutor dele chegou aqui mal e veio a óbito no mesmo dia, e o cachorro ficou na porta como se estivesse esperando uma resposta. Agora ele vai adaptando com o pessoal daqui, mas nem sempre ele tem o tratamento que ele precisava ter se tivesse um tutor”, relatou.


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Cachorro permanece em estrada à espera dos tutores durante quatro anos

O cachorro passou a viver na beira de uma estrada após se perder de seus tutores


Durante quatro anos um cachorro permaneceu na margem de uma estrada esperando pelos seus tutores. A situação comovente aconteceu na Tailândia.

Foto: Reprodução/TV Jornal

O animal passou a viver na estrada após se perder de sua família durante uma viagem. Por um tempo, seus tutores procuraram por ele, mas acabaram desistindo.

Comovida com o sofrimento do animal, uma mulher passou a alimentá-lo. Ela não conseguiu, porém, retirá-lo do local, então cuidava dele da maneira como podia. As informações são do portal TV Jornal.

A persistência do cachorro, no entanto, levou uma outra pessoa a fazer um vídeo dele para divulgar sua história. As imagens repercutiram e chegaram até seus antigos tutores, que o reconheceram e foram até o local para buscá-lo.

O final desta história, porém, teve uma reviravolta. Isso porque, apesar de ter ficado feliz ao rever sua família, o cachorro não quis ficar com eles e optou pela companhia da mulher que cuidou dele nos últimos anos.


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Cães esperam por tutora internada há uma semana em frente a hospital

Dois cachorros esperam há uma semana pela tutora em frente ao Hospital São Paulo, em Xanxerê (SC). Roseli vive em situação de rua com os animais, que são seus companheiros.

Foto: Reprodução/NSC TV

O caso comoveu a comunidade e os funcionários do local, que acionaram uma ONG de proteção animal para pedir ajuda. Desde então, voluntários da entidade passaram a ir ao hospital diariamente para cuida dos cães.

“Chamou a atenção porque eles estavam querendo adentrar na porta de emergência. É como nós humanos, né? A gente espera que nossos familiares saiam, voltem ao contexto familiar”, disse ao G1 a assistente social do hospital, Maquieli Casaril.

O voluntário Vagner Ribeiro contou que, apesar dos cuidados que estão recebendo, os cachorros estão se negando a comer por estarem deprimidos, com saudade da tutora. “Viemos aqui para dar uma manutenção neles, trocar a coleirinha, botar antipulgas, dar vermífugo para eles, manter a saúde deles boa”, disse Ribeiro.

“A gente reza muito que ela se recupere, até porque é uma saúde, é uma vida e esses cães aqui até ultimamente não têm comido. A gente vê vários pontos de ração aqui em volta do hospital, mas eles não comem, eles querem a dona deles”, completou o voluntário.

Roseli está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde que foi levada ao hospital, no dia 20 de julho.


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Destaques

Cão espera todos os dias do lado de fora de sala de aula pelo seu amigo professor que morreu

Buboy espera por seu amigo | Foto: Metro UK/Reprodução
Buboy espera por seu amigo | Foto: Metro UK/Reprodução

Um cão fiel esteve esperando do lado de fora de uma sala de aula todos os dias por seu amado amigo humano que morreu recentemente.

Um vídeo comovente mostra o cão sentado na frente a uma sala de aula de uma universidade, esperando para ser recebido pelo professor Carmelito Marcelo.

O amigo de quatro patas arranha a porta na esperança de que Carmelito venha abri-la, mas infelizmente isso jamais vai acontecer de novo.

Carmelito, de 58 anos, se tornou amigo do cão em situação de rua, Buboy, há mais de dois anos, enquanto lecionava no Mabalacat City College, em Pampanga, nas Filipinas.

Tornou-se uma rotina para Buboy ir à sala de aula do professor para comer de manhã e voltar na hora do almoço para um lanchinho e petiscos.

Buboy ficava em volta do campus e vigiava os prédios à noite.

Infelizmente, Carmelito parou de ir à escola lecionar quando sofreu um derrame no início deste mês e faleceu no sábado último, 18 de maio.

Nas últimas duas semanas, o cão leal vem até a sala de aula todas as manhãs, esperando para cumprimentar o professor.

Professor Carmelito | Foto: Metro UK/Reprodução
Professor Carmelito | Foto: Metro UK/Reprodução

A atitude de Buboy tocou o coração dos alunos de Carmelito e eles decidiram levar o cachorro para a igreja onde o corpo do professor esta sendo mantido.

Em um ponto durante a reunião, Buboy se inclinou na beira do caixão aberto de Carmelito e choramingou com ganidos baixos e doloridos enquanto olhava para o corpo do professor.

Buboy então chegou ao chão e se colocou na frente do caixão, deitando.

O último adeus | Foto: Metro UK/Reprodução
O último adeus | Foto: Metro UK/Reprodução

O estudante Mark Christian Arceo, que tirou as fotos e fez o vídeo do momento, postou o conteúdo nas redes sociais e escreveu: “‘Um cachorro é a única coisa na terra que mais te ama do que ele ama a si mesmo’ – Josh Billings”.

“É difícil e triste ver o cachorro esperando por seu amigo. Ele não sabe que seu companheiro especial foi embora e não vai retornar”.

Foto: Metro UK/Reprodução
Foto: Metro UK/Reprodução

“Todo mundo se uniu para ajudar com a alimentação de Buboy. A equipe, alunos e professores estão fornecendo comida para ele”.

Os funcionários da faculdade Mabalacat City College disseram que agora planejam ajudar a conseguir um novo lar para Buboy.

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Cadela abandonada espera meses pelo retorno de seu tutor

Uma foto de uma cadela olhando através de um rio em Bangcoc, Tailândia, está repercutindo na internet. A cadela esperou no cais por meses, depois que caiu de um barco que estava com seu tutor.

Foto: MY DOGS/YouTube

De acordo com os moradores locais, a cadela passou a revirar comida do lixo e dormir nos cantos, mas se recusava a deixar a área. Muitos estranhos a alimentaram e a acariciaram enquanto ela rotineiramente esperava, na esperança de ver seu tutor novamente.

Mas mesmo depois que a história se tornou viral nas mídias sociais, o tutor da cadela não apareceu.

Com o passar das semanas, ela começou a ficar mais fraca. O desespero chegou e ela percebeu que o único barco que queria ver nunca iria passar.

Uma mulher chamada Thanawan não podia mais ver a situação miserável da cadela. De alguma forma ela fez amizade com ela e a levou para casa, dando-lhe o nome de “ThaReua”, que significa “Pier”. Com amor inabalável e cuidado de Thanawan, ThaReua lentamente deixou para trás a ansiedade de ser abandonado. Hoje, ela abraçou sua nova família com todo o coração.

Confira o vídeo abaixo sobre a história comovente de ThaReua.

Fonte: I Love My Dog

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Animais esperam tutor voltar após serem abandonados

Segundo estudos, os cães veem as famílias humanas como seu próprio grupo, onde encontram segurança, abrigo e alimentação.

Histórias sobre abandonos de animais, infelizmente, não são raras. Diariamente vemos estampadas nos jornais notícias de cachorros que foram largados nas ruas por terem ficado grandes demais, velhinhos demais ou até mesmo doentes demais. Mas também não são incomuns as histórias sobre estes cães que, mesmo abandonados, continuam a esperar por seus tutores.

Foto: Pixabay

“Muitos cães – talvez metade dos que vivem no Ocidente – que moram em lares urbanos têm um grande problema ao serem deixados sozinhos em algum momento de suas vidas”. Explica o biólogo britânico John Bradshaw em seu livro Cão Senso, que investiga o comportamento do animal. “E esse problema pode durar semanas ou meses. Eles precisam da companhia das pessoas. “

Moldados por nós

Isso acontece porque, após serem domesticados, cerca de 11.000 anos atrás, a evolução dos cães aconteceu ao lado do homem. Inicialmente, esses animais que viviam em matilhas chegaram aos acampamentos atrás de restos de comida e foram sendo moldados por nós.

Aqueles que exibiam características mais úteis ao convívio humano – capacidade de caçar, pastorear rebanhos, defender territórios, fazer companhia – foram acolhidos e passaram sua herança genética adiante. Ao longo do tempo, a aproximação entre os homens e os animais chegou a tal ponto que eles passaram a nos identificar como integrantes das antigas matilhas. Ou seja, de seu próprio grupo.

“As pesquisas mais recentes falam em uma ‘convergência evolutiva’, o que significa que o animal não seria o que é, hoje, sem nós. Ele encara a família humana como o seu grupo, no qual encontra segurança, abrigo e alimento. Por isso, ficar distante desse ambiente causa muito sofrimento para os cães”. Explica a especialista em comportamento animal Carolina Rocha, do Pet Anjo, um site de serviços para animais em São Paulo.

Rotina

Além da falta da companhia, os cachorros são também muito ligados à rotina. Sua existência se dá em torno das horas certas para dormir, comer, passear, brincar. Ou aguardar o tutor chegar do trabalho. Quando esses hábitos são alterados, o animal costuma ter dificuldades para se adaptar. “Quando a família, que é responsável por manter a rotina do cão, fica distante, ele nota que há algo errado e pode ficar triste, ansioso e até parar de se alimentar”, diz Carolina.

Como a percepção de tempo dos cães é diferente da humana – está mais ligada aos ciclos de luminosidade que a períodos como dias ou anos. Ele pode passar muito tempo aguardando os tutores sem saber se a espera foi de horas, semanas ou meses. Assim, quando o animal é abandonado e deixa de comer, ele pode ficar abatido e fraco.

Hormônio do amor

“O vínculo entre homens e cães é muito antigo e forte. Por isso conhecemos episódios de cachorros que esperam o tutor mesmo depois que ele já morreu. Ou aguarda que a família que se mudou retorne. A quebra desse vínculo costuma ser difícil para os animais”, diz Carolina. “Há dados científicos que revelam que essa ligação se dá também por meio do afeto, com a medição em cães dos níveis de oxitocina, conhecido como o ‘hormônio do amor’. Não é possível dizer que ele sente a intenção do abandono, mas certamente a ruptura lhe causa bastante sofrimento.”

Fonte: Vida Pet News

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Cachorro espera por tutora internada em frente à maternidade na Bahia

Um fato curioso está chamando a atenção de pacientes, funcionários e pessoas que passam pelo Hospital da Mulher, em Feira de Santana, na Bahia. Um cão faz campana na porta da maternidade à espera da tutora que entrou para ter bebê e continua internada.

(Foto: Ed Santos/Acorda Cidade)

Bem cuidado e com coleira, o cão está bem tranquilo e paciente aguardando a saída da mulher. Gilberte Lucas, presidente da Fundação Hospitalar, órgão que administra o hospital, contou à reportagem do Acorda Cidade que funcionários já até tentaram retirar o cachorro do estacionamento, mas que ele não sai de jeito nenhum.

“O pessoal ficou comovido com a situação dele e algumas pessoas estão dando água e comida. Ele continua esperando a mulher no estacionamento do ambulatório, que é o local de saída dos pacientes quando têm alta”, disse.

Ninguém sabe mais informações sobre a história do cachorro, nem o nome dele.

A amizade e o carinho dele com a tutora fortalece ainda mais o ditado que o cão é o maior amigo do homem e nesse caso, o melhor amigo da mulher e do bebê dela.

Fonte: Acorda Cidade

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Cão perdido espera tutores em frente a fazenda em São Francisco de Paula (RS)

Desde a última terça-feira (13), um cão espera pelos seus tutores em frente a um portão que dá acesso a uma fazenda na zona rural do município de São Francisco de Paula, na Serra do Rio Grande do Sul. Isso é o que acredita o policial civil aposentado Edi Paulo Dalbosco, que mora na região e tem visto o animal constantemente no local.

Cachorro espera pelos tutores em frente a fazenda (Foto: Edi Paulo Dalbosco/Arquivo pessoal)

Para Dalbosco, o cachorro espera pelos proprietários da fazenda, que costumam passar apenas os finais de semana no local. “Tem um pessoal que tem um sítio, fazenda, que vem no fim de semana e volta para a cidade. Provavelmente o cachorro se perdeu, seguiu o rastro até o portão e ficou ali esperando. Tentei chamar ele aqui para a minha morada, onde tenho mais dois, mas ele preferiu ficar”, contou o aposentado em entrevista ao G1.

Dalbosco não acredita que o cachorro tenha sido abandonado. Preocupado, ele levou água e comida para o cão e até chegou a consultar vizinhos, mas ninguém soube dizer se o cachorro era tutelado por alguma família que mora na região. O aposentado espera, agora, que os proprietários da fazenda sejam, de fato, tutores do cão, e retornem no próximo final de semana.

O cão que está perdido junto dos cachorros tutelados pelo aposentado (Foto: Edi Paulo Dalbosco/Arquivo pessoal)

Próximo à fazenda passa um córrego, onde o cachorro tem matado a sede. Ele não corre risco no local onde está, segundo Dalbosco, já que a localidade é tranquila.

Informações sobre os tutores do cão podem ser repassadas a Edi Paulo Dalbosco pelo telefone (54) 99954-9644.

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