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Eventos e palestras na internet celebram o Dia Mundial pelo Fim do Especismo

Pixabay/Ben_Kerckx

Em 29 de agosto celebra-se o Dia Mundial pelo Fim do Especismo. A data será marcada por eventos e palestras que terão como objetivo conscientizar a sociedade acerca dos direitos animais.

A entidade Ética Animal realizará palestras no dia 28 de agosto em três idiomas diferentes para tratar das razões para se rejeitar o especismo e as implicações dessa rejeição. “Continuamos a série de eventos na internet que temos realizado nos últimos meses. As palestras serão ministradas o 28 de agosto em horários diferentes em três idiomas diferentes: em espanhol, português e inglês (a palestra em inglês será repetida duas vezes, para que pessoas de diferentes fusos horários possam assistir)”, disse o grupo.

O especismo é uma prática discriminatória contra determinadas espécies de animais. Conforme explicou a entidade, trata-se de dar aos seres de espécies diferentes uma consideração moral diferente por razões injustas. “Até hoje, como consequência do especismo, muitos animais não humanos sofrem sérios danos nas mãos humanas. Da mesma forma, aqueles animais não humanos que se encontram em outras situações também são seriamente afetados por esta forma de discriminação. Isso acontece no caso dos animais no mundo selvagem que sofrem significativamente por diferentes motivos (tanto antropogênicos quanto por danos naturais), diante da indiferença dos humanos. Além disso, muitos animais não humanos são tratados comparativamente pior do que outros animais não humanos, o que também é uma forma de especismo”, afirmou.

As palestras serão realizadas nas páginas da Ética Animal no Facebook. Para conferir a programação completa, com datas, horários e links de acesso, clique aqui.

Eventos presenciais também serão realizados no Brasil. A manifestação do grupo Direct Action Everywhere (DxE) São Paulo foi marcada para o dia 29, às 14 horas. Os ativistas se encontrarão na Estação Paraíso do Metrô. A cidade também receberá uma ação promovida pelo coletivo Vozes em Luto, no dia 30, das 14h às 17h, em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp).

No dia 30, o DxE Rio de Janeiro também realizará um ato. O ponto de encontro será a Escola Municipal Cícero Penna, onde os manifestantes estarão às 10h30. Eles sairão do local, situado na Avenida Atlântica com a República do Peru, e caminharão até o Arpoador.


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Evento mundial pelo fim do especismo contará com manifestação no RJ

Manifestação contra o especismo realizada pelo DxE RJ em 2019 (Divulgação)

O “Direct Action EveryWhere – DxE RJ” está organizando uma manifestação que irá integrar o evento mundial pelo fim do especismo. Marcado para o dia 30 de agosto, o ato será realizado das 10h às 14h30, no Rio de Janeiro. 

O ponto de encontro será o Colégio Cícero Penna. De lá, os manifestantes caminharão até o Arpoador. Outros países também realizarão atos em defesa dos animais.

“O especismo é a ideologia que considera que a vida e o interesse dos animais podem ser desprezados simplesmente porque eles são de outra espécie. A noção de especismo pode ser compreendida por analogia com o racismo ou o sexismo; o especismo tende a excluir os animais do círculo de consideração moral”, explicou Marcus Paulo Mourão, fundador e presidente do DxE RJ.

“O antiespecismo se interessa pela noção da igualdade animal, ou seja, leva em consideração os interesses de todos os indivíduos sensíveis”, completou.

Vegano, o ativista defende a expansão do “círculo de consideração moral” da sociedade de modo que os animais sejam levados em consideração – todos eles, inclusive os que são explorados e mortos para consumo humano.

“A igualdade animal pode verdadeiramente ser compreendida através da premissa de que todos os animais possuem um valor inerente, e que o possuem de maneira igual. O valor inerente é o valor próprio do individuo, que é independente de toda utilidade desse último ao outro. O princípio de justiça exige também que todo ser senciente seja sempre tratado de maneira a respeitar seu valor inerente. Uma das consequências é que tal ser não deve jamais ser tratado simplesmente como um meio para chegar a um fim, e que é necessário socorrer a todo ser senciente que sofre uma injustiça”, explicou.

Para que os direitos dos animais sejam considerados verdadeiramente, deve-se por fim a práticas exploratórias e cruéis. “A consideração real dos interesses dos animais implica na abolição de práticas nas diversas esferas, quer seja no lazer (caça esportiva, touradas, circos com animais, zoos), na indústria alimentar (pecuária, suinocultura, avicultura, matadouros, pesca) ou na ciência (experiências em animais)”, reforçou o ativista.

“A prática especista que causa o maior número de vítimas é a do consumo de produtos de origem animal. Como efeito, 64 milhões de animais terrestres são mortos a cada ano no mundo. E durante o mesmo lapso de tempo, em torno de 1 bilhão de peixes morrem sufocados nas redes de pesca. Visto em números, os peixes são os primeiros a sofrer a injustiça do especismo”, acrescentou.

Contrários a essa matança, ativistas se uniram para realizar a manifestação – que já contou com uma edição anterior, promovida em 2019. Neste ano, por conta da pandemia de coronavírus, o DxE RJ pede que os manifestantes que decidirem aderir ao ato usem máscaras e mantenham distância um dos outros, em respeito às regras de distanciamento social.


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Espanha irá matar quase 100 mil visons por conta da pandemia de coronavírus

(Foto: Fur Free Alliance)

Quase 100 mil visons irão perder suas vidas na Espanha por conta da pandemia de coronavírus. Não bastasse viverem vidas miseráveis ao serem explorados pela indústria de pele, agora eles serão mortos por determinação de autoridades da região espanhola de Aragón.

A ordem foi dada após a comprovação de que os visons foram infectados pelo coronavírus. O secretário regional de Pecuária, Joaquín Olona, informou à agência France Presse, nesta quinta-feira (16), que “um total de 92.700” animais serão mortos.

Os visons vivem em uma fazenda na cidade de Puebla de Valverde que estava paralisada desde o dia 22 de maio após sete trabalhadores serem diagnosticados com Covid-19. Um teste realizado em 13 de julho concluiu que 87% dos animais testaram positivo para o vírus.

Como o surto na fazenda teve início após um funcionário se infectar fora do local, as autoridades suspeitam que os visons foram infectados pelo trabalhador. Portanto, por causa de uma infecção advinda de um humano, os animais terão seu direito à vida usurpado.

O caso revela o especismo brutal existente não só na Espanha, mas em todo o mundo. Tratados como objetos, animais são explorados, torturados, submetidos a viver presos em gaiolas, suportando imenso sofrimento para, por fim, terem suas vidas ceifadas como se elas de nada valessem.


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Jornalista da GloboNews incentiva consumo de jabuti ao comentar sobre reintrodução da espécie em floresta

Jorge Pontual afirmou que a carne de jabuti “parece ser uma delícia” durante o “Olhar em Pauta”, da GloboNews, e foi repreendido pelo apresentador do quadro


A reintrodução de 28 jabutis-tinga no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, realizada 200 anos após a espécie desaparecer do local, foi tema do quadro “Olhar em Pauta”, da GloboNews. A ação, promovida pelo Refauna, um projeto de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (URFJ) e de outras instituições de ensino, que permitiu que jabutis-tinga fossem reintroduzidos pela primeira vez em um parque brasileiro, foi elogiada pelos jornalistas, com exceção de Jorge Pontual, que aproveitou a ocasião para incentivar o consumo da carne dos jabutis.

Jorge Pontual (Reprodução/GloboNews)

Após quatro dos cinco jornalistas que participaram do debate elogiarem o projeto de reintrodução da espécie, Pontual citou uma receita de guisado de jabuti que, em sua opinião, é “interessante” e “parece ser uma delícia”. A atitude do jornalista foi repreendida pelo apresentador do “Olhar em Pauta”, Marcelo Cosme.

“Estava olhando um vídeo de como se faz guisado de jabuti. É interessante. É a carne do jabuti picadinha, depois você tempera e serve na própria casca, acompanhado de uma farofa, parece ser uma delícia”, afirmou Jorge Pontual.

Inconformado com o posicionamento do jornalista, Marcelo Cosme o questionou: “você está falando sério?”. Pontual, por sua vez, respondeu que a informação sobre o guisado estava “no site do G1”. “Mas esses ai a gente não pode comer não, esses ai a gente tem que preservar”, concluiu Cosme.

Moradora do Rio de Janeiro, a psicóloga e ativista vegana Vera Maria Cabreira criticou o posicionamento de Jorge Pontual. “Deveria ter ficado de boca fechada e pensado antes de prestar tão grande desserviço à vida, à natureza e aos animais, que estão sendo exterminados graças à irresponsabilidade, ganância e cruel covardia do maior predador do planeta: o ser ‘desumano’, que pensa que os animais estão aí para nos servir”, disse.

Jabuti-tinga (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Nota da Redação: incentivar o consumo da carne de um animal é, por si só, uma atitude antiética e cruel, mas se torna ainda pior quando esse incentivo é feito em um contexto no qual está sendo defendida a preservação da espécie em questão. Condenar animais a sofrimento e matá-los não é “interessante”, como sugeriu o jornalista. Interessante é promover a conscientização da sociedade acerca dos direitos animais para que, aos poucos, possamos construir um mundo mais ético.


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Senador vegano apresenta projeto que visa acabar com a criação de animais em escala industrial

Foto: Jose Luis Magana/AP
Foto: Jose Luis Magana/AP

Na terça última (16), o senador americano pelo estado de Nova Jersey e também candidato democrata à presidência, Cory Booker, apresentou o texto da Lei de Reforma do Sistema Agrícola (FSRA), um novo projeto de lei que visa acabar a criação de animal da agricultura industrial em larga escala.

A FSRA proíbe a abertura de novas operações concentradas de alimentação (consumo) por animais (CAFOs) em larga escala e limita o crescimento das CAFOs existentes no setor de carnes e laticínios. O projeto também visa eliminar gradualmente as maiores CAFOs – conforme definido pela Agência de Proteção Ambiental – até 2040 e responsabilizar os grandes frigoríficos pela poluição que eles causam.

Com seu projeto de lei, Booker espera proteger pequenos criadores de animais, que muitas vezes são contratualmente vinculados e explorados por grandes corporações. “As grandes fazendas industriais são prejudiciais às comunidades rurais, à saúde pública e ao meio ambiente e principalmente aos animais. Devemos começar imediatamente a transição para um sistema mais sustentável e humano”, afirmou Booker – que é vegano desde 2014.

A FSRA reservaria 100 bilhões de dólares do orçamento do país ao longo de dez anos para ajudar os ex-proprietários da CAFOs a fazerem a transição para o que o projeto descreve como “melhores formas de criação de animais”, como a criação de bois e vacas livres na pastagem, o cultivo de culturas especializadas ou a produção de commodities orgânicas”.

O ideal seria que os animais não fossem explorados por sua carne ou pelos produtos extraídos seus corpos, pois são vidas e não produtos para serem comercializados, mas rumo a uma sistema mais justo e humano de convívio com estes seres, passos como legislações que protegem os animais são ganhos rumo a um objetivo maior: a igualdade de condições e o respeito total à toda e qualquer forma de vida. As informações são do VegNews.

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Ativistas protestam fazendo um funeral pelos perus mortos no Natal

Foto: Direct Action Everywhere/PA
Foto: Direct Action Everywhere/PA

Ativistas pelos direitos animais realizaram um funeral para todos os perus mortos no Natal em um corredor de carne de um supermercado.

Os clientes de uma filial da rede de mercados Sainsbury’s em Brighton, East Sussex, Inglaterra foram confrontados com uma cena extraordinariamente sombria de pessoas enlutados vestidos de preto que revestiam o corredor do estabelecimento na quarta-feira (11).

Os manifestantes estavam silenciosamente carregando cartazes com frases como “10 milhões de perus são mortos no Natal só no Reino Unido” para destacar a “violência de uma refeição tradicional de Natal”.

Foto: Direct Action Everywhere/PA
Foto: Direct Action Everywhere/PA

A manifestação foi organizada pelo grupo de direitos animais Direct Action Everywhere (DxE), que anteriormente realizou um protesto envolvendo ativistas que se fecharam em gaiolas para destacar o sofrimento dos animais em testes de laboratório.

Em uma página do Facebook para o evento, DxE escreveu: “Natal, para os humanos, pode ser um momento de alegria, mas para outras espécies, pode ser um período de horror”.

Um porta-voz da Sainsbury’s confirmou que o grupo visitou a loja em Brighton por um breve tempo e seguiu em frente pacificamente.

“Usamos o método de interrupção para chamar atenção imediata para os seres que foram mortos apenas para que seus corpos pudessem estar à venda em uma prateleira”, disse um porta-voz do DxE.
“Estamos atacando o sistema contaminado pelo especismo e lutando por mudanças sistemáticas em vez de mirar apenas em indivíduos”.

O “especismo” é uma forma de discriminação que envolve o tratamento de membros de uma espécie, como os humanos, como moralmente mais importantes que outras.

Foto: Direct Action Everywhere/PA
Foto: Direct Action Everywhere/PA

Em setembro, um ativista do DxE levou um soco no rosto de um cliente da rede de fast food, Pizza Express, quando o grupo invadiu o restaurante da cadeia para protestar.

Um grupo separado de ativistas, não afiliado ao DxE, realizou uma vigília à luz de velas do lado de fora da fazenda de St. Werburgh, em Bristol, na quarta-feira (11), para lamentar a morte de nove perus mortos para jantares de Natal.

“Há muita raiva pelos perus estarem mortos, mas nós apenas queremos que as pessoas tenham uma forma pacífica de extravasar seu sofrimento”, disse Sarah Nicol, organizadora da vigília à BristolLive.

A fazenda foi pressionada a cancelar um evento de leilão na Turquia na semana passada, após protestos e mensagens de ativistas. As informações são do Independent.

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Joaquin Phoenix estrela campanha contra o especismo na Califórnia

Foto: Liam Gilliver
Foto: Liam Gilliver

Um enorme outdoor pró-vegano com o ator do filme Coringa, Joaquin Phoenix, foi exposto em Los Angeles, Califórnia (EUA).

O imenso pôster, que promove uma mensagem anti-especismo, mostra uma imagem de Phoenix com uma galinha ao lado do slogan: “Somos todos animais”.

O outdoor da campanha, que foi lançado inicialmente no início deste ano na Times Square em Nova York, foi criado em colaboração com a ONG vegana PETA, que trabalhou com Phoenix em muitas campanhas em defesa de vários animais.

Olhos de outro animal

Falando sobre o projeto quando foi apresentado em Nova York, Phoenix disse: “Quando olhamos o mundo através dos olhos de outro animal, vemos que por dentro somos todos iguais – e que todos nós merecemos viver livres do sofrimento”.

Foto: Liam Gilliver
Foto: Liam Gilliver

A PETA acrescentou: “A PETA está garantindo que nossa mensagem de igualdade e empatia se destaque da ‘maior e melhor’ maneira possível (referindo-se ao tamanho gigantesco do outdoor”.

“A campanha intensa de Joaquin terá localização privilegiada em uma das atrações turísticas mais visitadas do mundo, convidando os mais de 300 mil visitantes que passam pela praça todos os dias a considerar a mensagem pelo ‘fim do especismo'”.

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Caçador morre ao ser atacado pelo veado que ele havia baleado

Foto ilustrativa | Getty Images
Foto ilustrativa | Getty Images

Um homem que caçava veados em uma floresta perto de Yelleville, Arkansas, Estados Unidos, morreu ao verificar se o animal no qual ele havia atirado estava morto.

Thomas Alexander, 66 anos, morreu na terça-feira, depois de atirar no animal com um rifle de cano curto, disseram as autoridades.

“Eu trabalho para a Comissão de Caça e Pesca há 20 anos e é uma das coisas mais estranhas que eu já vi acontecer”, disse o porta-voz da agência Keith Stephens à KYTV sobre o incidente.

Stephens disse que parece que Alexander estava se aproximando do veado caído quando o animal se levantou de pronto e o atacou: “Não sei quanto tempo ele deixou o animal lá, mas ele foi verificar se estava morto. E evidentemente não estava”.

Foto: Roller-Burns Funeral Home
Foto: Roller-Burns Funeral Home

“O animal o atacou e ele teve vários ferimentos no corpo”, disse ele.

Alexander conseguiu entrar em contato com familiares, que pediram uma ambulância, mas depois o caçador morreu em um hospital local.

As autoridades dizem que não está claro se Alexander morreu pelos ferimentos infligidos pelo cervo ou por uma emergência médica como um ataque cardíaco.

“Acredito que não haverá uma autópsia, então talvez nunca saibamos o que realmente aconteceu”, disse Stephens.

Não há informações sobre o estado de saúde do cervo.

Nota da Redação: A ANDA é contra todo tipo de atividade que envolva tirar a vida de um animal, especialmente a caça. Animais são seres sencientes, capazes de sentir, amar, sofrer e compreender o mundo ao seu redor. Tirar sua vida ou seu direito à liberdade é uma violência injustificável e inaceitável.

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Vaca que caiu do caminhão de matadouro e fugiu por três horas, ganha o direito à liberdade

Foto: Warriors4life/Instagram
Foto: Warriors4life/Instagram

Uma vaca em uma fuga desesperada pela vida causou caos em uma rodovia depois de cair da traseira de um caminhão que estava a caminho de um matadouro que passava por uma estrada movimentada.

Os carros que trafegavam rumo à cidade foram interrompidos durante o pico da manhã de sexta-feira na Rodovia Monash, no sudoeste de Melbourne, Austrália, quando a pista da direita foi fechada e o limite de velocidade caiu para 40 km/h.

A polícia foi chamada para gerenciar o tráfego por volta das 6h30 e prendeu a vaca a uma cerca no meio da estrada, enquanto esperavam os resgatadores de animais Warriors 4 Wildlife chegarem com um transporte especializado.

Após encurralado o animal ficou pastando pacificamente na faixa mediana, perto da Clyde Road, mas desconfiado, ficou resistente quando os socorristas tentaram convencê-lo a entrar no veículo, causando um impasse de três horas.

Após resgatada a vaca foi levada a um veterinário para um exame completo de saúde.

A ONG que atua em defesa dos animais, o nomeou de Clyde em homenagem à via nas proximidades em que o bezerro foi encontrado, acreditasse que o animal caiu de um caminhão que seguia rumo ao matadouro, segundo o 10 Daily.

As equipes de resgate disseram que ele se tornará parte da família, juntando-se a outras vacas e a uma série de outros animais que vivem no abrigo.

Seres sencientes

A fuga desesperada desse animal, que provavelmente experimentou todos os horrores de uma vida em confinamento, servindo apenas aos propósitos de lucro dos seres humanos, deixa evidente o quanto esses seres são capazes de sentir, sofrer, e compreender o que se passa com eles.

Exploradas durante toda a sua vida para produção de leite, vivendo grávida e submetidas a inseminações subsequentes, sem poder ver seus filhos ou mesmo desfrutar do sol e da liberdade, essas vacas vivem existências miseráveis.

Foto: Farm Sanctuary/Twitter
Foto: Farm Sanctuary/Twitter

Quando os filhotes são do sexo feminino, o que representa lucro, elas terão o mesmo destino de suas mães, ou seja, passarão a vida toda presas, servindo aos propósitos comerciais humanos. Quando bezerros são destinados à morte imediata ou vendidos à industria de carne.

Compreendendo a realidade de suas existências há diversos registros de vacas que choram ao seguir para o matadouro e outras que se jogam de caminhões em alta velocidade quando têm a oportunidade de escapar. Elas arriscam suas vidas para poder escapar ao seu destino.

Vacas são seres sencientes, elas sentem, amam, sofrem, tem capacidade de criar vínculos duradouros e compreender o mundo ao seu redor.

A melhor maneira de não contribuir com o sofrimento desses animais é adotar uma alimentação vegana. Estes seres não são comida para servirem de alimento ou produtos para serem vendidos. São companheiros de planeta, com o mesmo direito à vida a que temos nós, seres humanos.

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Dia Mundial dos Animais: segue viva a luta por justiça e compaixão por todas as espécies

Imagem de Gerhard Gellinger por Pixabay
Imagem de Gerhard Gellinger por Pixabay

O Dia Mundial dos Animais é celebrado anualmente em 4 de outubro. A data foi escolhida em 1931 durante um congresso ambiental em Florença, na Itália. A escolha foi feita em homenagem a São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais, cujo dia é celebrado em 04 de outubro.

A data é celebrada em vários países como uma oportunidade de reflexão sobre a forma como tratamos os animais, e as possíveis maneiras de melhorar a vida destes seres sencientes em todo o mundo. Para comemorar este dia, indivíduos, comunidades e organizações não-governamentais se reúnem para celebrar todas as espécies de animais que são companheiros de planeta dos seres humanos, porém tidos como inferiores, explorados e mortos indiscriminadamente.

A cada ano, cerca de 70 bilhões de vacas, porcos, galinhas, perus e outros animais sencientes são enjaulados, amontoados, privados, drogados, mutilados e macerados nas fazendas industriais de criação de animais do mundo todo, os dados são da ONG FARM. Como se isso não fosse sofrimento o bastante, eles são brutalmente mortos para servir de alimento aos humanos. Inúmeros animais aquáticos são capturados e sufocados por imensas redes de arrasto, para que os mercados possam vender e os restaurantes possam servir filé de peixe ou atum.

Esses números significam que muito mais animais são mortos por seres humanos para alimentação do que por todas as outras razões combinadas, incluindo caça, experimentação (testes em animais) e abrigos que praticam eutanásia.

A maioria desses animais é criada em fazendas industriais, onde passam a maior parte de suas vidas confinados, mutilados e alimentados artificialmente para crescerem tanto e tão depressa, que muitos deles literalmente sofrem até a morte. Mesmo os animais criados em pequenas fazendas familiares sofrem muitos desses abusos, e todos os animais criados para alimentação enfrentam uma morte horrível.

Galinhas criadas em granjas são alimentadas com hormônios químicos tão potentes que suas articulações não suportam o peso que essas aves atingem. Por isso muitas ficam paraplégicas ou se arrastam para andar. Elas mal podem se mover, tornando os 20 dias que dura em média sua curta visa, de puro sofrimento e tortura.

Porcos e porcas são confinados em espaços mínimos, onde quase não conseguem se mover. Inseminadas artificialmente, essas mães mal podem ver seus filhos que mamam entre grades afastados do corpo da mãe.

Vacas exploradas até a exaustão para produzir leite, vivem grávidas, passando o dia com máquinas de sucção instaladas em suas mamas e quando dão a luz, caso sejam bezerros fêmeas serão condenadas a uma vida de exploração e no caso de machos o final é pior ainda, pois são mortos por não poderem gerar lucro (leite) ou mortos pela indústria de vitela (carne de bezerro).

Isso sem falar nos animais que são explorados na indústria do entretenimento como baleias e golfinhos em parques aquáticos, elefantes dando passeios em suas costas, sendo abusados por circos, “treinados” com choques e ganchos afiados. Esses animais são obrigados a fazer truques antinaturais para entreter uma plateia de turistas ávida por diversão sádica.

Leões são catalogados e precificados por agências de viagens que promovem caças ao troféus e após selecionados por seus algozes, são soltos em campo para serem perseguidos e mortos em um jogo frio e cruel, onde o animal sempre perde.

Cada um desses animais, torturados e assassinados, é capaz de experimentar prazer, afeto e alegria, além de tristeza, solidão e dor. Eles compreendem o mundo ao seu redor e sentem todo o peso de uma existência condenada ao sofrimento.

Que este Dia Mundial dos Animais possa trazer um pouco de compaixão ao coração dos homens e mais justiça e paz para a vida desses animais, que subjugados pela espécie humana, sofrem em silêncio e indefesos todos os tipos de atrocidades.

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Imagens mostram ovelhas sendo espancadas e jogadas contra a parede em matadouro

Ovelhas no matadouro | Foto: Animal Aid
Ovelhas no matadouro | Foto: Animal Aid

A filmagem perturbadora foi feita pela ONG Animal Aid nas instalações do matadouro Farmers Fresh, em Wrexham, no País de Gales


Por Eliane Arakaki

O cotidiano de matadouros, fazendas de criação e granjas já foi flagrado e documentado inúmeras vezes, denunciados por ONGs e grupos de proteção animal que por meio de investigações secretas conseguem expor ao mundo a realidade desses “antros de morte”.

Nesta última denúncia, uma câmera escondida capturou imagens em um matadouro mostrando ovelhas sendo jogadas de costas com toda violência, pisoteadas e mortas de forma cruel em um matadouro galês, provocando uma investigação sobre bem-estar animal.

A filmagem angustiante, capturada por ativistas da ONG Animal Aid, também mostra uma ovelha enfiando a cabeça e ficando presa na correia transportadora (esteira rolante), enquanto uma segunda é agarrada e espancada quando tenta fugir.

Uma investigação no matadouro Farmers Fresh, em Wrexham, no País de Gales, foi lançada pela Foods Standard Agency, responsável por monitorar como eles tratam os animais.

Atenção, imagens fortes:

Também ocorre quando o governo galês continua se recusando a tornar obrigatória a instalação de câmeras de vigilância interna nos matadouros, apesar de já ser um requisito na Inglaterra e na Escócia.

A filmagem perturbadora, divulgada exclusivamente para o Daily Mail, mostra ovelhas tentando se esconder em um canto, enquanto os trabalhadores as arrastam pelas pernas e pescoço para uma correia transportadora para serem mortas.

Também é mostrado um funcionário espancando as ovelhas para impedir que elas escapem, enquanto uma delas é arremessada na esteira transportadora de cabeça para baixo e deixada se debatendo com as pernas agitando-se no ar.

O tratamento grosseiro dispensado às ovelhas momentos antes de sua morte continua mesmo quando um veterinário entra na sala.

Final da esteira rolante, onde as gargantas dos animais são cortadas | Foto: Animal Aid
Final da esteira rolante, onde as gargantas dos animais são cortadas | Foto: Animal Aid

Quando atingem o topo da esteira, as imagens mostram as ovelhas sendo espetadas repetidamente na cabeça e nas pernas por ganchos afiados antes que suas patas traseiras sejam presas a uma segunda correia transportadora.

Atordoamento inadequado de ovelhas significa que elas ainda podem estar conscientes quando sua garganta é cortada pela máquina.

O gerente de campanha da ONG Animal Aid, Tor Bailey, disse: “Nesta fábrica de matança acelerada, os problemas eram extensos e generalizados”.

“A crueldade praticada pelos trabalhadores é flagrante, mas acreditamos que a administração e o veterinário do matadouro também são imensamente culpáveis, pois falharam em impedir que esses incidentes chocantes ocorressem”.

Ovelhas sendo chutadas na esteira rolante | Foto: Animal Aid
Ovelhas sendo chutadas na esteira rolante | Foto: Animal Aid

“Sem nossas câmeras secretas instaladas, essa situação terrível poderia ter continuado, sem controle algum, sabe-se lá por quanto tempo”.

“Estamos pedindo ao governo galês que introduza circuito interno de câmeras de vigilância obrigatório monitorado de forma independente e sem demora em todo o país.”

Depois de ver as imagens, um porta-voz da FSA (Departamento de Vigilância) disse que eles têm funcionários no matadouro permanentemente para monitorar o bem-estar dos animais e introduziram verificações adicionais.

“Agimos rapidamente para aumentar nossa presença no matadouro mostrado nas filmagens e introduzir verificações adicionais e garantir que o bem-estar animal estivesse sendo protegido”.

Ovelha em posição desconfortável sendo preparada para a morte | Foto: Animal Aid
Ovelha em posição desconfortável sendo preparada para a morte | Foto: Animal Aid

O departamento responsável afirma que uma investigação criminal foi iniciada e está em andamento.

Vidas e não produtos

Animais são seres sencientes, capazes de sentir, sofrer, criar vínculos profundos e compreender o mundo ao seu redor.

O desespero desses animais em relutar ao serem colocados na esteira rolante que os levaria a morte é um claro sinal de que sabiam o que os esperava.

O cheiro de sangue, o desespero dos demais, a agressividade dos funcionários, tudo isso contribui para que o sofrimento dessas ovelhas e de todos os animais em matadouros seja extremo e esmagador.

Infelizmente a crença especista* de que esses seres são inferiores aos seres humanos e por isso podem ser explorados e mortos, leva a cenas como as mostradas nessa matéria.

A melhor maneira de ajudar os animais e evitar esse tipo de sofrimento imposto a eles é adotar uma alimentação vegana. Deixando de criar demanda para este mercado sádico, mostramos respeito ao animais e ainda contribuímos com o planeta.

*O termo especismo foi criado em 1970 por Richard D. Ryder um psicólogo, defensor dos direitos animais e escritor britânico, que usou o termo para definir a forma de discriminação que se baseia na ideia de que pelo fato do ser humano considerar outros seres inferiores, ele ignora seus interesses em não sofrer, inclusive negando-lhes o direito à vida.

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Proposta prevê liberação do aumento de porcos mortos nas fazendas de criação

Foto: Adobe
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As instalações e fazendas de criação de porcos nos Estados Unidos preparam-se para exceder o número de porcos que podem ser legalmente mortos por hora sob uma nova proposta de regulamentação.

O governo federal tem recebido as demandas de fazendas de criação em larga escala de porcos para reduzir o número de inspeções e remover os “limites de velocidade” possibilitando a morte de mais porcos por hora.

Atualmente, as fazendas e matadouros não podem exceder 1.106 porcos mortos por hora, pois os inspetores devem examinar os corpos dos animais e remover quaisquer peças que possam causar danos aos consumidores.

Os defensores da nova proposta argumentam que os porcos criados para o mercado de carne têm cerca de seis meses de idade e pesam 250 e são “geralmente saudáveis”, por isso não precisariam de inspeção.

Eles disseram ao New York Times que: “A eliminação das velocidades máximas acrescentaria flexibilidade aos cronogramas de produção das fábricas e aos níveis de pessoal”.

“Paradoxo”

Preocupações têm sido levantadas, particularmente sobre os efeitos que o aumento de velocidade poderia ter sobre os trabalhadores e a saúde pública, com pessoas argumentando que a nova proposta está “agindo para o benefício financeiro dos gigantes do processamento de carne”.

Foto: Philiplymbery
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“O fato de que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) seja responsável pela segurança alimentar é um paradoxo”, disse Deborah Berkowitz, ex-oficial sênior da Administração de Segurança e Saúde Ocupacional.

“Os USDA sempre esteve ali para promover a indústria. Seu foco principal é aumentar os lucros do setor de frigoríficos e aves que eles regulam”.

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