Histórias Felizes, Notícias

Garotinha com necessidades especiais se apaixona por gatinho rejeitado por todos

Foto: Isabel Gonzalez Asensio
Foto: Isabel Gonzalez Asensio

Laura é uma garotinha espanhola de 14 anos que acabou de fazer um novo amigo, e sua reação não poderia ser mais doce.

A adolescente sofre de um distúrbio hereditário raro que afeta seu desenvolvimento neurológico e físico. Após ler sobre o assunto a mãe de Laura, Isa Gonzalez Asensio, decidiu encontrar um animal de estimação para fazer parte da família.

O gato Lou vivia há anos no abrigo. Ele foi resgatado pela equipe local, porém ninguém queria adotá-lo por ser grande e idoso. Mas a mãe de Isa sentiu algo especial no felino e resolveu adotar Lou.

Este vídeo comovente foi gravado no dia em que Laura e Lou se conheceram – e os sorrisos em seus rostos deixam pouca dúvida de que esse encontro realmente era para ser.

A união e o laço especial dos dois amigos mudou a vida de Lou também. De acordo com seus ex-cuidadores da Lorca Animal Rescue, ele estava tendo sérios problemas para encontrar um lar e uma família, segundo informações do The Dodo.

“Não entendíamos por que Lou não conseguiu encontrar uma família, sendo um gato tão dócil e afetuoso. Mas agora entendemos tudo”, escreveu a ONG e abrigo na internet.

Foto: Isabel Gonzalez Asensio
Foto: Isabel Gonzalez Asensio

“Ele estava esperando a pequena Laura, que é o nome deste anjo maravilhoso, e sua mãe Isa. Obrigado, Isa, por abrir seu coração um pouco mais e dar essa oportunidade a Lou”.

A presença de um animal na vida de qualquer pessoa é uma oportunidade maravilhosa de receber e dar amor de forma única. Visite abrigo de animais de sua cidade para saber mais sobre a adoção de um animal doméstico sênior.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

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Notícias

Dia Mundial do Idoso: animais com idade avançada precisam de cuidados especiais

Foto: labsafeharbor from Pixabay
Foto: labsafeharbor from Pixabay

Cães idosos têm necessidade de cuidados diferentes dos de um cão mais jovem. Esse fato não causa surpresa, uma vez que as atitudes, o comportamento e a disposição do animal mudam após um certo tempo. Mas como saber quando seu companheiro canino é considerado idoso?

Veterinários afirmam que depende de cada cão individualmente. Em geral, os cães maiores envelhecem mais rápido que os menores. Um cão da raça dog alemão dinamarquês é considerado sénior quando atinge 5 ou 6 anos, enquanto um cachorro da raça chihuahua provavelmente chegará a meia idade e provavelmente não será considerado sênior até seus 10 ou 11 anos.

Cães de raças grandes se encaixam em algum lugar no meio disso. Um cão da raça golden retriever pode ser considerado sênior entre seus 8 e 10 anos de idade. Genética, nutrição, meio ambiente; todos estes fatores desempenham um papel fundamental na rapidez com que um cão envelhece.

Segundo a médica veterinária dra. Lorie Huston, existem alguns sinais que podem ser esperados à medida que um cão envelhece. O animal pode desenvolver artrite ou outras doenças degenerativas que causam lentidão no movimento. Ele pode não ser capaz de andar por distâncias muito longas ou brincar por tanto tempo quanto antes e pode se cansar mais facilmente. O peludo pode também ter dificuldade em se levantar ou encontrar uma posição confortável para dormir. Ele pode ficar relutante em subir e descer escadas ou ter dificuldade em entrar e sair do carro.

Sem os devidos cuidados, as doenças dentárias podem representar um problema, principalmente para animais mais velhos. Veterinários encontram evidências de doenças dentárias em muitos animais domésticos aos 2 ou 3 anos de idade, segundo o PetMD. Se nada for feito para cuidar da boca e dos dentes do cão, quando estiver idoso, ele poderá até ter perder alguns dentes. A doença dentária pode ser dolorosa, fazendo com que o cachorro evite ou tenha dificuldade em comer suas refeições. Isso pode resultar em perda de peso e um pelo desgrenhado.

“Os problemas dentários certamente não são o único fator que pode levar à perda de peso. Cães idosos frequentemente sofrem de doença renal, hepática, cardíaca e outras condições que podem resultar em perda de peso”, afirma a dra. Lorie Huston.

Por outro lado, alguns cães idosos podem ter o problema oposto. Com a idades eles se tornam menos ativos, basicamente passando a ficar o tempo em suas camas ou no sofá da casa e, como resultado disso, ganham peso. A obesidade é um problema sério de saúde canina em todas as idades e com os cães idosos não é diferente.

O que você pode fazer para ajudar seu cão idoso? Aqui estão algumas dicas segundo site PetMD:

Agende visitas regulares ao veterinário

Seu cão precisa ser examinado pelo menos uma vez por ano, isso se estiver saudável, pois muitas doenças ficam ocultas e não são aparentes. É importante lembrar de que é muito mais barato prevenir doenças do que tratá-las.

Peça uma avaliação da condição corporal do animal durante cada visita ao veterinário

A condição corporal é crucial para determinar se o seu cão idoso está acima do peso, abaixo do peso ou com um peso corporal ideal. Na verdade, você também deve pedir ao seu veterinário para lhe mostrar como avaliar a condição corporal do seu cão em casa.

Alimente seu cão idoso com uma ração de alta qualidade

Aprenda também a ler o rótulo da comida (ou ração) para cães e escolha uma dieta apropriada para a idade e o estilo de vida do seu cão.

Use a alimentação para manter seu cão mais velho com o peso ideal

Cães com excesso de peso têm maior incidência de doenças como diabetes, doenças cardíacas, doenças de pele e até câncer. Seu veterinário pode ajudá-lo a escolher uma dieta apropriada para o seu cão, especialmente porque cães com excesso de peso devem ser alimentados com cuidado para garantir que todas as necessidades nutricionais sejam atendidas e, ao mesmo tempo, permitir a perda de peso. Por exemplo, dietas especializadas com menos calorias e com alto teor de L-carnitina estão disponíveis para cães obesos ou com sobrepeso. Uma dieta com uma mistura de carboidratos ou carboidratos mistos, cuidadosamente escolhida também pode ajudar a manter seu cão com excesso de peso satisfeito.

Considere fortalecer a dieta do seu cão idoso com ácidos graxos, como DHA e EPA

Eles demonstraram ser úteis para cães com problemas de mobilidade devido a artrite ou outras doenças articulares. Suplementos como glucosamina e condroitina também são benéficos para cães idosos.

Considere uma dieta especial se o seu cão mais velho tiver uma doença cardíaca ou renal

Por exemplo, dietas com baixo teor de sódio às vezes são recomendadas para cães com doenças cardíacas, enquanto dietas que ajudam a controlar o fósforo, cálcio e outros níveis de eletrólitos são dadas a cães com doença renal. Seu veterinário pode ajudá-lo a escolher a melhor comida para o seu cão, com base na situação individual do animal.

Cuide da saúde dental do seu cachorro

Escovar os dentes do seu cão pode parecer uma ideia boba, mas pode ajudar a manter a boca do peludo saudável. Se você não pode escovar, existem petiscos e brinquedos que ajudam a manter os dentes limpos.

Exercite seu cão idoso

Pode ajudar a manter seu cão mais velho no peso ideal e suas articulações e músculos saudáveis. No entanto, adapte as necessidades do exercício do seu cão às suas necessidades individuais. Para um cão de raças grandes, caminhar pelo quarteirão provavelmente significa que o passeio está apenas começando, mas para um pequeno chihuahua, uma caminhada rápida pelo quarteirão pode ser uma longa caminhada. Se o seu idoso não estiver acostumado a se exercitar, comece devagar e aumente gradualmente a intensidade – e somente depois de consultar um veterinário. Além disso, tenha cuidado com cães de nariz curto (braquicefálicos), como cães das raças pug e bulldog em dias quentes.

Dê muitos brinquedos ao seu cão idoso para mantê-lo ocupado

Os quebra-cabeças de comida (bolas com grãos de ração ou petiscos dentro que conforme movimentadas vão liberando o alimento), por exemplo, não são apenas úteis para entretenimento, mas também para fins de perda de peso.

Forneça ao seu cão mais velho acomodações especiais também

Por exemplo, cães com artrite podem se beneficiar de roupas de cama macias e existem camas especiais para cães idosos ou mantas e cobertores para dormir “mais macio”. As rampas podem ser usadas para facilitar a movimentação nas escadas, se elas não puderem ser evitadas. Colocando carpetes ou tapetes sobre pisos de superfície dura pode ajudar seu cão artrítico a se equilibrar e facilitar sua locomoção.

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Destaques, Notícias

Cães e gatos precisam de cuidados especiais no outono

Foto: VIPADO/Reprodução
Foto: VIPADO/Reprodução

Hoje, dia 20 de março, começa oficialmente o outono. Para aqueles que estavam cansados do calor constante e das temperaturas altas, a mudança de estação representa um alívio. Com a promessa de um clima mais ameno e alteração na paisagem verde, com a queda das folhas de algumas árvores, a temporada traz renovação de cenários e sensações.

Embora se por um lado a queda do calor e o tempo mais fresco sejam bem-vindos, os tutores devem ficar atentos aos cuidados com seus animais, nessa época do ano.

Animais domésticos exigem alguns cuidados especiais para evitar doenças, principalmente as respiratórias e articulares.

A estação traz consigo dias mais frios e chuvosos. Quem tem cachorro precisa ficar atento pois a mudança de temperatura, com o ar mais frio nas madrugadas e manhãs, os peludos podem ficar suscetíveis a alguns probleminhas de saúde

O outono exige cuidados especiais com os animais de estimação

Animais idosos sofrem mais com a umidade e o frio característicos da estação, esses fatores aumentam os sintomas de dor em cães e gatos, principalmente nas juntas. O tutor precisa prestar atenção e caso perceba que seu companheiro de 4 patas está sofrendo deve levá-lo ao veterinário. Um profissional vai examiná-lo, indicando assim, o melhor tratamento.

A gripe é uma das principais ameaças trazidas pela mudança de tempo. Ela pode ser prevenida com a vacinação do animal. Outras infecções também podem acontecer em virtude da queda de temperatura.

Outra boa dica é usar roupas próprias para animais, principalmente, se o cão tem pelo curto. Também é bom evitar que o animal, mesmo agasalhado, durma em locais com correntes de vento e exposto ao sereno. No caso do banho, evite os horários bem matinais ou noturnos. E importante também não deixar o animal se secar sozinho ao vento.

Alguns pontos que devem ser observados:

– Alergias de outono

É comum os cães terem erupções alérgicas na pele durante o outono. Caso o cão tenha espirrado mais que o de costume, comesse a bufar, roncar e dar sinais de coriza, ele pode estar manifestando uma alergia ou rinite. Se houver suspeita de reação alérgica, o animal deve ser levado ao veterinário o quanto antes.

– Manter o cão ativo

Nos dias mais frios, muitas pessoas passam a levar seus cães para passear com menor frequência. É importante que o cachorro mantenha o mesmo nível de atividade que tinha no verão. Se o desanimo começar no outono, há chances de piorar no inverno, o que pode prejudicar o companheiro canino. O animal pode aproveitar o clima mais brando, cheirar as folhas que caem das árvores e, principalmente, manter os níveis de exercício e lazer, que são tão importantes para ele.

– Problemas oftalmológicos

Durante essa época do ano os problemas nos olhos dos animais também aumentam. O tempo seco reduz a quantidade de lágrimas produzidas, deixando-os mais vulneráveis à poluição, aos vírus e às bactérias. É importante manter a higiene da região dos olhos sempre em dia.

– Cuidado com carrapatos

A infestação de carrapatos nos cães é outra situação típica do outono. Isso acontece porque as pastagens ficam mais secas, favorecendo, e muito, a multiplicação da população desses parasitas. Portanto é preciso prevenir essa exposição, mantendo os animais mais afastados dos campos, pelo menos nesse período.

Comprimidos e medicamentos tópicos que protegem os cães e gatos de carrapatos e demais também são uma forma de proteger os peludinhos.

Seguindo essas dicas, é possível aproveitar o tempo fresco ao lado do amigo peludo de todas as horas. O importante é sempre estar atendo ao animal, e caso qualquer alteração incomum aparecer, tratá-la o quanto antes.

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Fantasia, calor, barulho: o que saber antes de levar seu cachorro ao bloquinho de Carnaval

Cachorro em bloco no Rio | Foto: Christophe Simon/AFP
Cachorro em bloco no Rio | Foto: Christophe Simon/AFP

Carnaval é alegria, mas também barulho, aglomeração, calor. Antes de ir a bailes e bloquinhos com o seu melhor amigo de quatro patas, o tutor deve tomar alguns cuidados e lembrar que nem todo animal se sente confortável com roupinhas e no meio de multidões.

A principal preocupação é com o barulho. Como a audição dos cães é mais sensível, um animal que não esteja acostumado com sons altos pode ficar muito incomodado no bloquinho e apresentar mudanças de comportamento –ficar inquieto, agressivo, trêmulo e até mostrar resistência para continuar o passeio.

Para o veterinário Jorge Morais, diretor da rede Animal Place, o melhor seria evitar ambientes onde o som cause dificuldade para as pessoas conversarem, o que indica barulho demais para o animal.

Além disso, há animais que não gostam de muita interação social, e a movimentação de pessoas pode ser fator de estresse. “Costumo dizer que a principal recomendação é respeitar os limites e características do seu animal”, afirma a veterinária Tatiana Braganholo, gerente de serviços técnicos da MSD Saúde Animal.

Fantasias, obrigatórias para fazer bonito na folia, podem não ser bem aceitas pelos animais de estimação. Roupas e adereços não devem, por exemplo, ser pesadas, quentes ou limitar os movimentos do animal.

“Podemos partir do pressuposto que o cão já está fantasiado de cão e o gato já fantasiado de gato. Então, o ideal seria apenas um adereço. Um lacinho, um pingente ou uma bandana já seria o suficiente, sem causar muito incômodo ou estresse para o animal doméstico”, diz Morais.

O tingimento de pelos deve ser evitado. Caso o tutor opte pela coloração, deve fazer em local confiável, com produto específico para animais.

Segundo o veterinário Mario Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, o procedimento pode causar alergia e irritações de pele. “Tem que ter muito cuidado para tingir os pelos dos animais.”

Glitter e espumas são proibidos. “Todas essas substâncias são tóxicas, e uma brincadeira de pintar o pelo do animal ou jogar espuma em cima dele pode acarretar em sérios problemas de saúde”, afirma a veterinária Amanda Peres, da DogHero.

O calor também é motivo de apreensão. Muitos eventos acontecem durante o dia, e a combinação sol, solo quente, fantasia e multidão pode ser um perigo para o animal. Se ele não estiver bem hidratado, pode sofrer hipertermia, que é o aumento excessivo da temperatura do corpo —e, em situações extremas, leva à morte.

“No verão, principalmente quando você vai para uma aglomeração muito grande de pessoas, pode dificultar a troca de calor, e o animal desenvolver a hipertermia . O tutor deve usar o bom senso. Assim como o tutor prefere usar roupas leves no calor, deve ser também com o animal. Procure sair com ele horários com menor temperatura, de preferência no final da tarde ou início da noite certo, evite transitar em asfalto quente pode, pois causam queimaduras no pé do animal e mantenha o animal sempre hidratado”, recomenda Morais.

Outro risco é que o cachorro machuque os coxins —as almofadas das patinhas— com o solo quente. “Portanto, se você quiser levar seu animal a algum bloquinho, prefira aqueles que acontecem de manhã ou no final do dia e os menos lotados”, diz Tatiana.

A temperatura pode afetar, principalmente, cães de focinho curto –como buldogues, shih-tzus e boxers–, que têm respiração mais delicada, de acordo com a veterinária Carolina Filippos, da a Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária de SP).

Fonte: Folha de S. Paulo

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Um dos gatos especiais
Notícias

Idosa dedica vida ao cuidado de gatos especiais

Vários gatos precisam de medicação e visitas veterinárias constantes e cada um deles tem uma necessidade especial individualizada. Porém, todos algo em comum: encontraram um lar amoroso graças a Suellen.

Um dos gatos especiais
Foto: Suellen Duga

Dar aos gatos um lugar para chamar de lar é algo que ela tem feito a vida inteira. Na década de 1970, Suellen encontrou gatinhos recém-nascidos em arbustos do lado externo do prédio onde morava.  Sem perceber a mãe deles à vista, ela estava determinada a ajudar.

Ela usou uma garrafa de spray nasal para alimentá-los e se empenhou pela sua sobrevivência. Ela os levou para o escritório durante o dia para que pudesse alimentá-los e arriscou seu trabalho pelo bem-estar deles.

“Eu não estava enganando ninguém na verdade, todos sabiam que eles estavam lá, mas ninguém me denunciou para a gerência”, contou ao iHeartcats.

Os gatinhos não apenas sobreviveram, como receberam lugares permanentes na casa e no coração de Suellen.

“É claro que, quando chegou a hora de adotá-los, eu não poderia me separar com eles”, afirmou.

Suellen adorou gatos durante toda a sua vida e possuía uma loja local de alimentos naturais junto com o marido há 20 anos. Em 2007, ela estava pronta para uma mudança e começou a atuar como voluntária no Westfield Homeless Cat Project.

Gato acolhido pela idosa
Foto: Suellen Duga

“Havia gaiolas empilhadas umas nas outras no chão de concreto. Para uma mulher de 62 anos, ficar com as mãos e os joelhos em um chão de concreto frio não era a melhor forma de fazer coisas, mas eu queria muito ajudar os gatos”, explicou.

Quando os pequenos recém-nascidos precisavam ser alimentados com mamadeiras, ela nunca hesitou em levá-los.

“Eu sabia que a comunidade tinha apoiado minha loja por mais de 20 anos e senti a necessidade de retribuir. Parece corajoso, mas é assim que eu conduzo minha vida”, acrescentou.

O trabalho árduo e a dedicação de Suellen lhe deram o cargo de Coordenadora de Adoção do abrigo. Ela facilitou inúmeras adoções de gatos, mas possui um lugar especial no coração para os gatos com necessidades especiais.

Ela esclarece que os gatos deficientes do abrigo são muitas vezes ignorados pelos potenciais tutores. E, se eles são adotados, muitos são devolvidos ao local. “Eu simplesmente não aguento que isso aconteça repetidamente”, desabafou. Suellen começou a abrir sua casa para cuidar dos animais especiais.

Grupo de gatinhos que dividem o lar construído pela idosa
Foto: Suellen Duga

Muitos dos 12 gatos que atualmente dividem a casa de Suellen já foram  negligenciados. Ela faz tudo por eles e transformou sua residência para se ajustar às suas necessidades. A “parede do gato” é um lugar para onde eles podem ir e “distanciarem-se de tudo”.

Julie, que não pode andar sem se inclinar, tem uma caixa de areia especial e a caixa de areia de Roo possui uma rampa. Ela também possui uma gaiola sobre rodas que carrega de um quarto para o outro.

Suellen usa um vaporizador comercial e uma máquina de limpeza de piso especial para manter a casa limpa e os gatos saudáveis. Quando ela não está cuidando da família felina em casa, a idosa trabalha em um segundo emprego à noite para arcar com as despesas do veterinário. Ela também tem uma apólice de seguro de vida de US$ 5 mil para garantir que eles sejam bem atendidos caso morra antes deles.

“Quase espero que eu vá antes porque suas perdas são tão desoladoras para mim – o pior de tudo. Amo tanto a todos”, concluiu a idosa, cuja história é uma inspiração para os amantes de animais em todo o mundo.

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Idosa dedica vida ao cuidado de gatos com necessidades especiais

Vários felinos requerem medicação regular e visitas ao veterinário. Cada gato possui uma necessidade especial única, mas todos têm uma coisa em comum: encontraram um lar amoroso graças a ela.

Um dos gatos especiais cuidados pela idosa
Foto: Suellen Duga

Oferecer aos gatos um lugar para chamar de lar é algo que a idosa Suellen tem feito durante toda a vida.

Na década de 1970, Suellen encontrou gatinhos recém-nascidos fora de seu apartamento. Sem encontrar a mãe dos filhotes, ela estava determinada a ajudar.

Ela alimentou-os e se dedicou à sua sobrevivência, arriscando até mesmo seu trabalho pelo bem-estar deles.

“Eu não estava enganando ninguém na verdade, todos sabiam que eles estavam lá, mas ninguém me levou à gerência”, conta.

Os gatinhos não só sobreviveram, como ganharam lugares permanentes na casa e no coração de Suellen. “Claro que quando chegou a hora de adotá-los, eu não podia me separar com eles”, diz.

Ela os amou a vida toda e administrou uma loja local de alimentos naturais juntamente com seu marido durante 20 anos. Em 2007, ela estava pronta para uma mudança e começou a ser voluntária no Westfield Homeless Cat Project.

Gatinho vive com mais 11 felinos resgatados
Foto: Suellen Duga

“Havia gaiolas empilhadas umas nas outras no chão de concreto. Para uma mulher de 62 anos, ficar de joelhos em um chão de concreto frio não era a melhor maneira de fazer as coisas, mas eu queria muito ajudar os gatos”, explica.

Quando os gatinhos recém-nascidos precisaram ser alimentados com mamadeiras, ela nunca hesitou em acolhê-los.

“Eu sabia que a comunidade tinha apoiado minha loja por mais de 20 anos e senti a necessidade de retribuir. Parece corajoso, mas é assim que eu conduzo minha vida”, afirma ao I heart cats.

O trabalho duro e a dedicação de Suellen eventualmente lhe fizeram conquistar o cargo de coordenadora de adoção do abrigo. Ela facilitou inúmeras adoções de gatos, mas reserva um lugar especial no coração para os felinos com necessidades especiais.

Ela ressalta que os gatos deficientes do abrigo são muitas vezes ignorados pelos potenciais tutores. E, se eles são adotados, muitos são devolvidos ao local.

“Simplesmente não aguento que isso aconteça repetidamente”, desabafa.

Suellen começou a abrir sua residência para promover os animais com necessidades especiais.

Grupo de gatinhos que vive na residência
Foto: Suellen Duga

Muitos dos 12 gatos que atualmente compartilham o lar da idosa são “adoções falhas”. Ela faz tudo o que pode por eles e transformou sua casa para acomodar suas necessidades.

A “parede de gato” é um lugar onde seus companheiros podem ir e “distanciar-se de tudo”.

A gata Julie, que não pode caminhar sem se inclinar, possui uma caixa de areia especial e a caixa de areia de Roo é equipada com uma rampa. Ela também possui uma gaiola sobre rodas que carrega de um quarto para o outro.

Suellen usa um vaporizador comercial, uma máquina especial de limpeza de piso, um aspirador de pó e seu “balde e esfregão antigos” para manter a casa limpa e os gatos saudáveis.

Quando ela não está cuidando de sua família felina, trabalha em um segundo emprego à noite para pagar as despesas com o veterinário. Ela também possui uma apólice de seguro de vida de US$ 5 mil para garantir que os felinos sejam bem cuidados caso faleça antes deles.

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Você é o Repórter

aráveis, cachorras especiais procuram uma família em SP

Teka
tcavarese@hotmail.com

Foto: Divulgação

Duas lindas cachorras SRD foram abandonadas no Parque 9 de Julho, na zona Sul de SP. Inseparáveis, a cachorra marrom tem aproximadamente 5 anos, está com câncer nas mamas e já está em tratamento no veterinário, pois não quer se alimentar. Já a cachorra branca tem cerca de 1 ano de idade, está com suspeita de pneumonia ou cinomose.
A protetora que resgatou as cachorras precisa de ajuda de custo para pagar o tratamento e estadia das meninas na clínica veterinária.

Quem puder colaborar dando abrigo ou fazendo qualquer doação financeira, por favor, entre em contato com Teka (11) 96416-6019.

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Cachorras especiais se tornam inseparáveis e dão seus primeiros passos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Faith Wright

Ativistas encontraram uma husky siberiana abandonada em um parque do Texas (EUA) em maio de 2016, que arrastava suas pernas e mal conseguia ficar de pé.

O filhote de um ano, mais tarde chamado Elsa Rose, foi levado para a Austin Pets Alive (APA), onde a equipe do local teve que tomar a difícil decisão de amputar as patas traseiras e imóveis cachorrinha devido à pressão que faziam sobre suas pernas dianteiras.

A equipe médica determinou que Elsa tinha uma condição conhecida como síndrome do nadador, caracterizada pela falta de força nas pernas e  incapacidade de ficar de pé.

Ela passou por uma cirurgia e desde então tem feito grandes avanços na fisioterapia. Agora, está se recuperando com a ajuda de sua tutora adotiva, uma mulher chamada Faith Wright.

Foto: Faith Wright

Entretanto, as deficiências de Elsa não diminuíram sua vontade de lutar. Recentemente, ela foi capaz de levantar sozinha pela primeira vez e agora está aprendendo a andar com as pernas dianteiras, disse Wright.

“Ela é uma das cadelas mais felizes e mais resistentes que já conheci. É amigável com crianças, gatos e cães. Fica muito animada quando um novo gatinho ou cãozinho  vem para casa se juntar a ela como um animal adotivo e frequentemente pode ser vista trocando carinho com eles”, completou.

Um desses animais adotivos é Danali, um filhote de boxer de cinco meses. Danali se juntou à casa de Wright no final de janeiro de 2017. Foi amor à primeira vista entre as duas cadelas e um estímulo de confiança muito necessário para Danali – que foi encontrada com uma bala alojada em sua espinha.

“Ela era muito tímida e assustada quando veio pela primeira. Uma vez que eu a coloquei com Elsa Rose, ela ficou tão feliz e a seguiu por todos os lados”, contou Wright.

Foto: Jane Caruso Dahm

Infelizmente, a bala foi incapaz de ser removida da coluna de Danali e ela provavelmente estará em uma cadeira de rodas para o resto de sua vida, os veterinários disseram a Wright. No entanto, sua alegria em socializar com outros filhotes tem sido uma ajuda importante durante a recuperação, motivando-a a permanecer ativa.

Stanley Coren, psicólogo, professor e escritor focado no comportamento de cachorros, disse à Psychology Today que os cães tendem a aprender e construir seu próprio comportamento com outros cães. Esse fenômeno é conhecido como um “comportamento alelomimético”, de acordo com Coren, que é essencialmente um “grupo de comportamento coordenado que depende de uma inclinação inata para os cães quererem ficar com outros cães, seguir sua liderança e fazer o mesmo”.

Isso sugere que Danali não está apenas ganhando força quando acompanha Elsa Rose,  mas também que está aprendendo a usar seu corpo ao observar outra cadela com deficiência.

Foto: Faith Wright

“[Elsa Rose] aprendeu a usar a porta de cães muito cedo e ainda continua a rastejar para que possa ir para fora quando quer. [Danali], também, aprendeu a usar a porta porque não quer ficar longe de Elsa Rose. Ela late e chora se eu a levo primeiro e depois voltar para buscar Elsa Rose”, relatou Wright.

O par recentemente encontrou uma nova irmã adotiva, Starfish, um filhote de pit bull de seis meses que também tem síndrome de nadador. Starfish foi encontrada abandonada dentro de uma caixa em um parque antes de ser levado para a APA.

Ela não é capaz de se movimentar tão facilmente quanto os outros filhotes, mas adora se aninhar com suas irmãs adotivas e Wright, que se refere a ela como “um porco foca”.

Foto: Faith Wright

“Ela cheira e grunhe como um porco o tempo todo. Ela fica muito feliz quando os seres humanos estão ao seu redor e gosta de chamar a atenção”, revela a tutora.

Na verdade, uma das atividades favoritas de Starfish é receber carinho de um ser humano e tirar uma longa soneca.

Atualmente, as três cachorrinhas estão fazendo terapia física várias vezes por semana no Austin Veterinary Emergency e Specialty Center e estão aprendendo a usar suas cadeiras de rodas também. Wright construiu seu próprio equipamento de terapia física em casa para continuar trabalhando com Elsa Rose, Danali e Starfish.

Foto: Faith Wright

Estas meninas especiais têm recebido os melhores cuidados possíveis, a fim de encontrar lares definitivos. Enquanto isso, elas estão conseguindo se divertir brincando umas com as outras quando não estão se acariciando. Algumas de suas atividades favoritas incluem comida enlatada e muito carinho e atenção, disse Wright ao The Dodo.

Eles gostam particularmente de se deitar em frente à lareira. Danali foi colocada para adoção, enquanto Elsa Rose e Starfish continuam a terapia que as preparara para seus novos lares.

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Notícias

Cabritos especiais podem voltar a andar graças à compaixão de ativistas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Goats of Anarchy/Facebook

Se você já teve o prazer de passar o tempo com uma cabra, sabe que elas são irresistivelmente adoráveis. Estes animais pequenos são o epítome da felicidade e do entusiasmo e sempre parecem saltar e brincar.

Porém, nem todas as pessoas apreciam esses animais e, infelizmente, as cabras são comumente sujeitas a horríveis vidas nas indústrias da carnes e laticínios. Em face desta negligência e abuso, porém, existem alguns indivíduos inspiradores que se empenham para dar às cabras uma vida melhor.

O Goats of Anarchy, por exemplo, é um santuário sem fins lucrativos cuja missão é resgatar e reabilitar cabritos com necessidades especiais. Não importa o problema de saúde, as cabras estão em boas mãos no local. Por isso, não é nenhuma surpresa que o santuário esteja fazendo o possível para ajudar dois cabritos fêmeas a andar novamente.

Emma e Josie nasceram prematuramente e sua mãe não tinha leite para lhes dar. As duas foram incapazes de ficar de pé ou caminhar e ficaram deitadas em suas barrigas por três semanas. O Goats of Anarchy acredita que, como elas estavam deitadas em suas barrigas com as pernas dianteiras espalhadas para o lado, suas pernas começaram a crescer dessa maneira.

Estranhamente, agora as pernas têm começado a crescer invertidas, então os ativistas criaram talas para corrigir isso. Ter talas nas pernas é compreensivelmente frustrante para as meninas, mas o santuário está fazendo o que pode para manter Emma e Josie confortáveis.

Foto: Goats of Anarchy/Facebook

Um apoiador do estabelecimento doou gentilmente uma cadeira de bebê e agora Emma e Josie podem ser apoiar enquanto se recuperam.

Josie tem trabalhado duro para andar novamente. Ela ficou em pé pela primeira vez em três semanas, segundo o One Green Planet.

As duas também estiveram ocupadas com seus exercícios matutinos. Como seus pés traseiros são atrofiados, a equipe do Goats of Anarchy também construiu um balanço para ajudá-las a se habituarem a usar as pernas.

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Destaques, Notícias

Gato com problemas cerebrais cuida de gatinhos especiais e emociona a todos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Reprodução/Mike Franks, YouTube

Derecho era um gatinho minúsculo de sete semanas quando chegou ao Friends of Felines Rescue Center (FFRC) em 2012 e decidiram nomeá-lo depois que uma tempestade atingiu Ohio (EUA) na época.

O gatinho sofria de hipoplasia cerebelar (CH), uma doença neurológica que causa desequilíbrio em gatos, na qual eles sacodem as cabeças, caem facilmente e são incapazes de andar em linha reta. Eles têm que levantar as patas para cima em uma altura realmente alta para caminhar firmemente.

Ele pode balançar quando anda, mas Derecho não é diferente de qualquer outro gato. Na verdade, ele recebeu o nome depois da tempestade por ser tão fantástico.

O gatinho tem lutado contra as adversidades desde sua chegada à FFRC. Jacci Moss, membro do abrigo, disse: “Ele aprendeu a abrir as pernas para ter equilíbrio. Ele oscila e se agita, cai e continua outra vez – e, por meio de pura determinação, chega aonde quer ir”.
Derecho encontrou sua vocação enquanto vivia no abrigo, que é cuidar e confortar outros gatinhos como ele, que podem não saber exatamente como é viver com uma desordem cerebral.

“Ele banhou e cuidou de muitos gatinhos que precisaram dele como seu tio Derecho. Ele é o guardião da paz – um menino muito gentil”, continuou Jacci.

Foto: Reprodução/Mike Franks, YouTube

Os voluntários no abrigo foram todos inspirados pela determinação do gato de viver uma vida “normal”, apesar de suas diferenças, e eles assumiram a responsabilidade de cuidar de outros gatos com hipoplasia, dando-lhes todas as ferramentas de que precisam para superar suas deficiências.

Derecho é um exemplo do que é preciso para prosseguir com a vida. Uma coisa que ele nunca fez é sentir pena de si mesmo. Mas este gato valente não só conforta novos gatinhos levados para o abrigo. Ele também inspira pessoas que precisam de uma motivação.

Foto: Reprodução/Mike Franks, YouTube

“Conheço uma pessoa que mantém uma foto de Derecho perto dela enquanto lida com seu tratamento de quimioterapia, pensando que se Derecho pode fazer o que faz, então ela também pode ser determinada e passar por seus tratamentos”, relatou Jacci.

Depois de quase quatro anos na FFRC, Derecho é o residente que é cuidado por todos e é o pai adotivo de todos os novos gatinhos, até que eles sejam colocados em lares definitivos. Ele dirige o show e conquista todo mundo com suas brincadeiras lúdicas e sua coragem. Ele é tão forte que subir em árvores e em brinquedos não é mais um problema.

Jacci e a equipe da FFRC nunca o deixariam. Ele ensinou-lhes tanto sobre viver com uma deficiência e como isso não precisa ser um problema, a menos que as pessoas ou animais sintam pena de si mesmos:

“Nós resistimos à tempestade de Derecho e agora ele é nosso sol”, concluiu Jacci, segundo o Holidog Times.

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Notícias

Gatinhas com deformidades nas pernas são salvas pela compaixão

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto; PR Group
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Cuidar de três gatinhas pode ser trabalhoso. Michonne, Phyllis e Fleur Bunny têm apenas nove semanas de idade, mas essas garotas peludas gostam de fazer bagunça.

Katina Balson diz que suas deformidades nas pernas, conhecidas como hipoplasia radial, criam desafios especiais em sua residência no oeste de Brisbane (Austrália), que funciona como um abrigo para gatos.

“Elas precisam ser alimentadas na mão a cada refeição porque estão tendo problemas para alcançar seu prato e tendem a derrubar o conteúdo dele “, disse.

A alimentação na mão é um trabalho confuso e um pouco complicado. Em geral, é necessária uma hora para fazer com que elas comam e bebam.

Foto; PR Group
Foto; PR Group

Se não fosse por Balson e sua equipe de resgate, as gatinhas teriam se afogado em uma fazenda em Millmerran, no Darling Downs, a oeste de Brisbane.

A mãe delas, negligenciada e desnutrida, tinha HIV que foi sexualmente transmitido por outro felino.

“Fico triste com a sujeira da terra. Temos várias pessoas do campo que não parecem considerar que os animais têm sentimentos. Isso é muito terceiro mundo, elas foram tiradas de alguém ia afogá-las, como fazem nessas fazendas “, disse Balson.

Foto; PR Group
Foto; PR Group

As gatinhas enfrentaram problemas no início da vida, nasceram com antebraços, alguns sem ossos ou ossos parcialmente formados.
Porém, Balson as acolheu em meados de novembro e dedicou 20 anos de sua vida a cuidar de gatos negligenciados.

Suas contas médicas são exorbitantemente caras e uma campanha foi criada para arrecadar dinheiro ( até agora US$ 15 mil foram arrecadados). Isso ainda está aquém dos US$ 18 mil necessários para pagar raios-X e novos modelos de perna a cada duas semanas.

Encontrar um novo tutor, que seja capaz de pagar as contas médicas elevadas dos filhotes é outro desafio para Balson, que dirige o Cat Cuddle Cafe em Red Hill e cuida de 19 gatos em sua casa nas proximidades de Paddington, reportou o Daily Mail.

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Gatinhas com problemas neurológicos recuperam a energia com a ajuda de cadeiras de rodas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Casey Christopher
Foto: Casey Christopher

Estas são Blossom, Bubbles e Buttercup. Você pode conhecê-las como as “Meninas Superpoderosas” e esse é exatamente o apelido que este trio de gatinhas corajosas recebeu.

Todas possuem hipoplasia cerebelar, uma condição neurológica que causa movimentos espasmódicos e descoordenados. O caso das gatinhas é tão grave que elas mal conseguem caminhar sozinhas.

Foto: Casey Christopher
Foto: Casey Christopher

Elas estão sendo cuidadas pelo The Kitten Rescue Nursery, onde ficaram conhecidas anteriormente como “The Wobblies” até que um voluntário desenvolveu ferramentas para ajudá-las.

Ele construiu três cadeiras de rodas especiais que permitem que estas lutadoras se movam por conta própria e também servem como terapia física para desenvolver habilidades motoras fundamentais.

Foto: Casey Christopher
Foto: Casey Christopher

Graças às suas novas rodas, as gatinhas estão mais fortes do que nunca. Desde que usaram as cadeiras, Blossom, Bubbles e Buttercup passaram por uma transformação: de filhotes que mal podiam se movimentar a gatinhas altamente empenhadas que podem levantar suas cabeças, brincar com suas patas dianteiras e usar suas pernas traseiras para se coçar, segundo o People Pets.

Agora que o trio está ficando mais forte e, em breve, estará à procura de um lar de acolhimento especial ou definitivo que esteja aberto e preparado para assumir animais com necessidades extras, já que estas gatinhas ainda têm mais amor para dar aos que estiverem ao seu redor.

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