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Centenas de peixes apareceram mortos na foz do rio Onda em Portugal

Centenas de peixes apareceram mortos na foz do rio Onda, em Angeiras, Matosinhos, tendo a autarquia já alertado a Autoridade Marítima Nacional para uma descarga de esgotos presumivelmente provenientes de Vila do Conde.

De acordo com o comunicado da Câmara de Matosinhos, o alerta foi dado hoje às 07h45 pela equipa de vigilância da orla costeira da autarquia.

“A foz do rio Onda, em Angeiras, apresentava uma cor escura e acastanhada, e centenas de peixes mortos”, descreve.

A Câmara de Matosinhos disse que “ao que tudo indica, a descarga de esgotos terá sido feita ainda de madrugada”, sendo proveniente de 12 freguesias de Vila do Conde, na sequência de uma avaria das bombas da estação elevatória.”

Naquela que foi a “descarga de esgotos mais grave alguma vez ocorrida no rio Onda”, a Autoridade Marítima Nacional foi chamada local, tendo registado a ocorrência e enviado um auto para a Agência Portuguesa do Ambiente.

Desde junho de 2002 que os esgotos das freguesias de Aveleda, Mindelo, Vila Chã e Labruge estão integrados no sistema de drenagem e tratamento de águas residuais de Matosinhos, registando-se desde esse ano episódios esporádicos de descargas no rio Onda.

A autarquia recorda ainda que, em 2010, na sequência de uma descarga de esgotos semelhante, a Praia de Angeiras perdeu a Bandeira Azul.

“Apesar das avarias das duas bombas serem frequentes, a estação elevatória de Vila do Conde nunca teve qualquer tanque de retenção que impedisse a descarga direta no Rio Onda enquanto decorresse a reparação”, sublinha.

*Esta notícia é original de Portugal e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores portugueses

Fonte: RTP

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Redes clandestinas de esgotos provocam morte de peixes

Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da Companhia de Águas e Esgotos (Cedae) localizaram uma ligação clandestina de esgoto de uma loja de departamentos, da Barra da Tijuca, em uma galeria de águas pluviais, que pode ter provocado a morte de 10 toneladas de tilápias na Lagoa de Tijuca, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

A loja foi notificada pela Cedae e terá 30 dias para se interligar a rede coletora da companhia para formalizar a sua situação. O Inea vai aplicar multa à empresa, mas o valor ainda não foi definido.

De acordo com o biólogo Mário Moscatelli, que desenvolve o projeto Olho Verde, de monitoramento das lagoas de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, não existe apenas uma rede que despeja esgoto in natura nas galerias de águas pluviais na região do Saco Grande na Lagoa da Tijuca, entre o Barra Shopping e o condomínio Península na Barra da Tijuca.

“São mais de cinco redes de esgoto clandestinas que despejam esgoto sem tratamento na região do Saco Grande. Essa situação não é nova é recorrente e eu diria quase permanente. Somente no mês de julho eu recolhi 3 toneladas de peixes mortos no Saco Grande”, disse.

Mosacatelli declarou ainda que a situação é tão grave nas lagoas da Barra da Tijuca e Jacarepaguá que somente as tilápias que são mais fortes resistem à baixa oxigenação da água. “As sardinhas e as savelhas por serem mais fracas sumiram há muito tempo daqui.”

Fonte: Terra

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Bancários limpam riacho para evitar extinção de espécie de peixe

Foto: Adriano Miranda
Foto: Adriano Miranda

Cerca de cinquenta trabalhadores de uma empresa que gere cartões bancários limparam ontem as margens de um trecho do rio Alcabrichel, em Torres Vedras, para evitar a extinção da boga do oeste, uma espécie de peixe característica da região.

“Fizemos o corte de um conjunto de canas que abrangem as margens desta ribeira e as canas retiradas vão depois cobrir parte das margens para garantir que fiquem estabilizadas, em vez de se utilizar o habitual concreto”, explicou Francisco Ferreira, dirigente da associação ambientalista Quercus, que promoveu a iniciativa. Praticamente extinta nos rios da região devido à poluição provocada pelos esgotos domésticos e pelas suiniculturas, a boga do oeste só continua existindo – ainda que de forma escassa – nos rios Alcabrichel e Sizandro, ambos em Torres Vedras.

A Quercus se propõe a desenvolver outras ações de limpeza e despoluição do rio Alcabrichel além do plantio de vegetação característica nas margens para combater a erosão.

Fonte: Ecosfera

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