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Carnaval em cidade italiana é ecológico e homenageia Greta Thunberg

“Salvemos a Terra! O único planeta que tem Carnaval” dizia o cartaz de um dos carros alegóricos


Foto: Giovanna de Castro

No dia 16/02, foi realizado um desfile de Carnaval em Laives, Bolzano, na Itália. O evento, diferentemente dos que ocorrem no Brasil, não explora o meio ambiente e nem os animais – muito pelo contrário, os cães são bem-vindos e acompanham a festa, enquanto aproveitam para passear e socializar com os demais.

Os desfiles duram cerca de três horas e ocorrem ao longo da avenida estadual, enquanto as pessoas acompanham as danças e os temas politizados e culturais que passam pela avenida. O público se estabelece e fica nas calçadas ou nas bordas delas (espaço também reservado a eles). As crianças também fazem presença marcante no evento.

Um dos desfiles proporcionados pelo evento homenageou a ativista ambiental sueca, Greta Thunberg (17). O carro – de origem modesta – foi decorado como se fosse um barco, fazendo referência a preservação do meio ambiente e a sobrevivência dos animais marinhos.

Além disso, contou com a encenação de uma menina interpretando Greta, que erguia um cartaz que dizia: “Salviamo la Terra! L’unico pianeta che hail Carnavale” (Salvemos a Terra! O único planeta que tem Carnaval), e discursos gravados de Greta, ao fundo, clamando para a salvação do planeta.

Foto: Giovanna de Castro

O Carnaval nesta região também é conhecido pela alegria e simplicidade, além de possuir uma acústica em bom tom – sem exageros. O comércio também não é incitado, apenas doces tradicionais da época são vendidos, como o grostoli (conhecido como ‘cueca virada’ no Brasil) e o krapfen (uma espécie de ‘sonho’, no Brasil). No final da festa, o carro de limpeza é chamado imediatamente, e o lixo produzido, é separado e reciclado.

Os italianos são ensinados desde crianças a reciclarem o lixo e espaços para a separação dos mesmos estão disponíveis na maior parte das ruas do país, eles também preservam a água e se preocupam com o desperdício de alimentos.


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Cerca de 23% dos americanos comeram menos carne em 2019

Os principais motivos são a preocupação com a saúde e com o meio ambiente


Mittmac/Pixabay

Pesquisas indicam que 23% dos nascidos nos Estados Unidos da América (EUA) – estão comendo menos carne. Os dados foram coletados em setembro de 2019 pela empresa de análise Gallup. Foram 2.431 entrevistas feitas por telefone com pessoas com idade superior a 17 anos. A maior parte dos entrevistados também informou adotar uma dieta flexitariana e ingerindo mais alimentos à base de plantas.

A pesquisa dividiu os grupos por gênero e cor. Os resultados mostram que as mulheres são duas vezes mais propensas que os homens a cortar a carne da alimentação diária. Já os não brancos (indígenas, amarelos e negros) têm taxa de redução maior que os brancos. A principal alternativa citada pelos entrevistados foi a substituição da carne por vegetais e outros ingredientes, representando a opção de 71% deles. Destes, 69% removeram completamente a carne de algumas de suas refeições.

Segundo informações do site Livekindly (4), a mudança na alimentação dos americanos possui dois principais fatores. O primeiro é a preocupação com a saúde, citado por 60% dos participantes. O segundo motivador é a preocupação ambiental, argumento de 49% dos entrevistados. Estes dois fatores são validados pela Comissão EAT-Lancet através da publicação “Comida, Planeta e Saúde”.

Para a Comissão, a melhora da saúde pessoal e planetária requer ao menos 50% de redução do consumo de carne vermelha e açúcar, além do aumento do consumo de frutas, legumes e leguminosas. No ano passado, o Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas afirmou que comer menos carne resultaria em grande impacto na redução das mudanças climáticas.

Outra pesquisa neste sentido foi realizada pela empresa de inteligência de mercado Numerator. Para ela, 80% dos entrevistados afirmaram que gostariam de trocar a carne por alternativas veganas. Já a Nielsen, empresa de medição de dados, observou que a venda de carne à base de vegetais aumentou 10,2% em 2019. Este aumento está sendo relacionado àqueles que optaram por reduzir o consumo de carne e aos flexitarianos, termo utilizado para nomear os vegetarianos flexíveis. Ainda de acordo com a pesquisa da Nielsen, a carne vegana é o produto vegetal mais popular do mercado.


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‘Você não pode ser um protetor do planeta sem ser vegano’, diz Joaquin Phoenix

A entrevista ocorreu durante uma ação do Earthlings Experience, que promoveu um evento sobre a crise climática e os direitos animais, no centro de Londres


Photo: Jo-Anne McArthur / Animal Equality

Recentemente, Joaquin Phoenix (45), disse que as pessoas não podem ser protetoras do meio ambiente, sem serem veganas.

O ator vegano, que vem recebendo grandes prêmios por sua atuação de protagonista no filme no Coringa, fez esse comentário durante uma entrevista ao site Plant Based News (4).

A entrevista ocorreu durante uma ação do Earthlings Experience, que promoveu um evento sobre a crise climática e os direitos animais, no centro de Londres. Durante a ação, os ativistas que usavam máscaras seguravam uma tela exibindo imagens do documentário Earthlings (Terráqueos),  filme que mostra como funcionam as fazendas industriais, relatando a dependência da humanidade sobre os animais para obter alimentaçãovestuário,  diversão e experimentos científicos. Outros ativistas realizaram atividades de divulgação, dialogando respeitosamente com os passageiros e distribuindo folhetos com informações nas ruas.

Klaus Mitchell, da Plant Based News, observou que o Phoenix tem estado cada vez mais ativo a respeito da defesa de direitos animais e questionou o por quê da mudança. O ator respondeu que sempre foi assim, mas que agora as pessoas estão percebendo isso, provavelmente por conta do sucesso do filme Coringa.

“Eu sempre tive dificuldade em impor minhas crenças pessoais aos outros, nunca quis fazer isso, mas as coisas estão realmente terríveis. Há um vínculo incontestável entre a indústria de carnes e laticínios e as mudanças climáticas “, disse Phoenix.

E completou: “Eu acho que é algo que as pessoas estão acordando, elas percebendo que não podem ser protetores do meio ambiente, sem serem veganas”, concluiu ele.

Confira a entrevista:


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Vaca Apocalíptica: o documentário que os ambientalistas que comem carne devem ver

O longa-metragem mostra a destruição ambiental com a produção de carne e também menciona a carne cultivada em laboratório


 

Christian B./Pixabay

O documentário Apocalypse Cow (Vaca Apocalíptica), de George Monbiot, é o documentário que todo ambientalista que come carne deveria assistir porque pode mudar a maneira como alguns deles veem a carne. A produção liga o consumo de carne e agropecuária às mudanças climáticas.

Segundo o site Livekindly, George, produtor do documentário, é vegano, e seu longa-metragem mostra a destruição ambiental com a produção de carne e também menciona a carne cultivada em laboratório, como substituição para o caos ‘apocalíptico’ que o planeta está sofrendo, além disso, o autor também sugere que essa nova tecnologia (da produção de carnes em laboratório), seja tecnologia livre de patentes a fim de permitir uma distribuição mais ampla.

“Muitas pessoas estão justamente preocupadas com a expansão urbana”, relatou Monbiot no The Guardian. “Mas a expansão agrícola – que cobre uma área muito maior – é uma ameaça muito maior para o mundo natural”, completa ele.

Ainda sobre a produção em laboratório, ele declara ao site: “Estamos à beira da maior transformação econômica, de qualquer tipo, há 200 anos “, escreveu ele. “Em pouco tempo, a maioria dos alimentos não virá de animais nem plantas, mas da vida unicelular”, reiterando.

Ainda segundo o site Livekindly, o produtor do documentário também é um defensor da re-silvicultura – conservação em larga escala para a criação de áreas de biodiversidade. Ele argumenta em sua produção, que as concessões governamentais que apoiam a agropecuária deveriam ser usadas em projetos de conservação, como o plantio de árvores.

Cada hectare de terra usado pela agropecuária é um hectare não usado para a vida selvagem e sistemas vivos complexos”, fecha Monbiot.

Confira o documentário aqui:


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poluição cobre a cidade de Londres, na Europa
De olho no planeta, Notícias

Poluição pode matar mais de 160 mil pessoas no Reino Unido

De acordo com a British Heart Foundation, todos os anos, cerca de 11 mil mortes por doenças cardíacas e circulatórias são atribuídas à poluição do ar

poluição cobre a cidade de Londres, na Europa
Poluição em Londres | Foto: Conexão Planeta

A poluição do ar pode levar mais de 160 mil pessoas à morte nos próximos dez anos, a não ser que o governo local inicie alguma medida preventiva, como alerta uma grande instituição de caridade no Reino Unido.

De acordo com a British Heart Foundation,todos os anos, cerca de 11 mil mortes por doenças cardíacas e circulatórias são atribuídas à poluição do ar.

Jacob West, Diretor Executivo de Inovação em Saúde, declarou ao site Plant Based News: “Não se engane – nosso ar tóxico é uma emergência de saúde pública, e não fizemos o suficiente para enfrentar essa ameaça a nossa sociedade”.

Ademais, West também pediu que leis sejam adotadas para proteger a nação: “Os tomadores de decisão em todo o país devem isso às gerações futuras para ajudar a impedir que essa situação alarmante se torne realidade”, acrescentou.

Ainda de acordo com o site, a British Lung Foundation é a única instituição do Reino Unido que cuida dos pulmões do país, investindo no ano passado, mais 1,8 milhões de libras em pesquisas vitais sobre doenças pulmonares. A instituição declara: “Com seu apoio, garantiremos que um dia todos respirem ar limpo com pulmões saudáveis”.


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