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Ministério Público investiga exploração de galgos em corridas no RS

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O Ministério Público de Bagé (RS) acolheu na última segunda-feira (21) a denúncia do Instituto Sulamericano de Estudos e Defesa Animal (i-Seda) contra as corridas de galgos.

Associada a maus-tratos com os animais, a prática será investigada e contará com o apoio do MP, que colocou-se a disposição das autoridades policiais para contribuir nas investigações

“É um grande passo para a proteção animal”, comentou o advogado e professor Rogério Rammé. O profissional possui vasta experiência em casos desse tipo, em que os animais são utilizados para entretenimento. Em uma de suas atuações, no Rio Grande do Sul, Rammé reconheceu um porquinho como sujeito de direitos.


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Amor e perdão: animais são os melhores professores neste novo ano que se inicia

Foto: Pinterest
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O Dia Mundial da Paz é uma data comemorativa criada pela Igreja Católica Romana dedicada à paz universal e celebrada anualmente em 1 de janeiro. O papa Paulo VI estabeleceu o evento em 1967.

Logo após o Reveillon, o Dia Mundial da Paz inicia o ano com os votos de uma das ambições mais perseguidas pela humanidade: a paz.

Segundo a ONU, existem atualmente 30 regiões do mundo com a presença de conflitos armados. A maior parte destes conflitos envolve disputas por território e inclui, dentre as motivações, diferenças étnicas, religiosas e o controle de recursos naturais. Além dos conflitos em andamento, existem ainda zonas de grande tensão geopolítica, como é o caso da Coreia do Norte e do Irã. Outros casos incluem a presença de movimentos separatistas de intensidade variável, mas que criam instabilidades políticas e econômicas regionais, como os casos do Quebec (Canadá), País Basco e Catalunha (Espanha) e Irlanda do Norte.

Foto: Pinterest
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Ou seja, a intolerância, o ódio, as diferenças culturais, a ambição e até o local de nascimento, são motivos para que os seres humanos se matem aos milhares nos inúmeros conflitos ao redor do planeta.

Além de tirar a vida de seus semelhantes, o ser humano agride o planeta, exausto de ser explorado e violado ao extremo em seus recursos, dá sinais claros de que não suporta mais. Degelo no Ártico, crise climática, incêndios sem precedentes, inundações catastróficas, secas nunca presenciadas, calor e frio ao extremo, perdas irreversíveis de habitats e florestas, causando a perda de vidas por todo o globo.

O planeta precisa de paz, assim como nós e mais ainda os animais.

Foto: Pinterest
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Esses seres sencientes, cujo único objetivo é viver pacificamente em seus habitats junto aos demais e entre os seus, convivendo em harmonia com a humanidade – desde que não agredidos – são vítimas da ambição e prepotência humanas.

Exemplo de amor incondicional, comprovadamente capazes de sentir emoções, criar vínculos, amar, sofrer, se alegrar, ficar tristes e construir consciência, esses seres são ao mesmo tempo os professores e alvos da humanidade.

Foto: Pinterest
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Em vez de permanecer com suas famílias, criar seus filhos e viver pacificamente em seus ambientes naturais, aos quais são destinados, eles são capturados, afastados de seus entes queridos e mantidos em cativeiro para entretenimento em zoos, corridas, circos, rinhas, shows ou explorados por seus corpos, seja para obtenção de carne, ovos, leites, lã, bile, marfim, pele e demais produtos oriundos do sofrimento e da anatomia de algum animal.

Cães, gatos e outros animais tidos como domésticos são muitas vezes abandonados por tutores como se fossem objetos e passam a viver nas ruas a mercê da própria sorte.

Foto: Pinterest
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Selvagens ou domésticos, os que tem a sorte de serem resgatados de suas vidas de sofrimento, não demostram nada além de gratidão e carinho pelas mesmas mãos humanas que um dia foram suas algozes. Perdão, amor, bondade.

Valores que são aliados indispensáveis na busca pela paz e sem os quais é impossível sequer almejá-la.

Que este primeiro dia do ano possa trazer reflexão e serenidade aos nossos corações e que a paz deixe de ser apenas um ideal e uma esperança, para se tornar uma prática diária em nossas vidas.

Foto: Pinterest
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ONG de proteção animal luta pelo fim de um dos maiores rodeios australianos

Foto: Facebook/Carrieton Rodeo
Foto: Facebook/Carrieton Rodeo

A RSPCA, a mais antiga e maior ONG do Reino Unido, luta para que um dos maiores rodeios noturnos do sul da Austrália não aconteça, mas os organizadores dizem que vão em frente.

Além dos maus-tratos e da crueldade com os animais a organização líder em bem-estar animal usou o argumento do calor excruciante que vem atingindo o país com temperaturas girando em torno dos 40°, mas a organizadora do evento, Carrieton Rodeo, se negou a cancelar ou reagendar seu evento marcado para a noite de sábado (28).

“Nas condições previstas, é provável que alguns animais sofram e não suportem esse estresse por calor, mas será difícil verificar quantos sofreram ou até que ponto”, disse Rebekah Eyers, da RSPCA.

“Para demonstrar que o bem-estar animal é uma prioridade, esperávamos que a Associação Profissional Australiana de Rodeio e os organizadores do evento seguissem o exemplo de outras organizações que usam animais para entretenimento e cancelassem ou reagendassem o evento”.

O presidente da associação, Daniel Williams, disse que o 67º rodeio anual estava “seguindo em frente”, esperando até 3 mil pessoas para comparecer ao evento e injetar dinheiro na cidade atingida pela seca.

Foto: Facebook/Carrieton Rodeo
Foto: Facebook/Carrieton Rodeo

“Está um dia absolutamente lindo. Temos um pulverizador de água à mão, se necessário, e temos a opção de adiar se o calor for extremo ”, disse Williams à AAP.

“Os cavalos são mantidos em excelentes condições, tratados como a realeza, e até conseguem correr por aí”.

“A RSPCA é um grupo ativista com o qual ninguém se preocupa atualmente, seu objetivo declarado é encerrar os rodeios”, disse presidente da associação de rodeios

A temperatura na cidade do extremo norte do sul da Austrália deve atingir 36°C no início da noite que é quando o rodeio começa, antes de esfriar rapidamente, disse o Bureau of Meteorology (Birô de Meteorologia).

Foto: Facebook/Carrieton Rodeo
Foto: Facebook/Carrieton Rodeo

“Essa temperatura de 36°C é bastante razoável para essa hora do dia, mas esfria muito rapidamente, e à meia-noite uma temperatura de 24°C é esperada”, disse uma porta-voz do departamento.

“Quando o sol se pôr, tudo ficará bem e eles receberão ajuda da brisa do mar”.

Não há temperatura máxima legalmente aplicável para impedir que os animais se apresentem em rodeios em todo o estado, infelizmente os rodeios são eventos legais no país.

Rodeios são alguns dos exemplos mais óbvios de crueldade com animais para entretenimento, derrubados, laçados, vítimas de choques, esses animais são explorados tem seus ossos quebrados e muito morrem nesses eventos bárbaros.

Mesmo que a temperatura caia, a RSPCA ainda tem preocupações sobre o transporte e manuseio de animais para e do evento, risco de estresse por calor e demais tipos de estresse físico.

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Bebê elefante é forçado a entreter hóspedes em festa na piscina de resort

Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket
Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket

Esta imagem chocante mostra um bebê elefante asiático sendo forçado a receber convidados em um hotel cinco estrelas na Tailândia. Pelas imagens parece que o animal ameaçado está sendo levado pela área ao redor da piscina, que está cheia de crianças e outros convidados brincando na água.

O corpo do elefante é coberto por uma roupa branca enquanto os convidados se aproximam e acariciam sua cabeça durante a festa na piscina. A foto foi tirada no resort Mövenpick Bangtao, em Phuket (Tailândia), que compartilhou a imagem em sua página no Facebook.

As imagens logo foram criticadas por ativistas dos direitos animais, que alertaram que os elefantes asiáticos não são produtos a serem usados como “enfeites ridículos em festas”. O protesto levou o hotel a excluir a foto e pedir desculpas.

Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket
Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket

Um porta-voz do hotel insistiu que eles não usavam animais para se divertir, mas que um hóspede levou o elefante à piscina para um “evento privado”.

A ativista Amy Jones, da ONG Moving Animals, disse: “Os elefantes são animais sensíveis e inteligentes, e não objetos para serem usados como um acessório de enfeite em eventos”.

“O Mövenpick Resort Bangtao Beach não deve promover e apoiar tal crueldade, e esse golpe será indubitavelmente ruim para os negócios, pois mais e mais turistas se afastam de atividades que exploram elefantes.” Ela acrescentou: “Nenhum elefante deve sofrer com esse tipo de abuso, e Phuket deve tomar medidas para garantir a proteção desses belos animais”.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

O hotel, que faz parte do grupo de hotéis Accor, tem uma classificação média de 8,8 (nota) no site de hospedagem Booking.com, que o descreve como “luxuoso” e uma “ das melhores escolhas” para se hospedar em Phuket. Um porta-voz do grupo Accor disse ao Metro.co.uk: “Esse foi um incidente isolado que ocorreu quando um hóspede trouxe um elefante para a propriedade como parte de um evento privado”.

“Nossos hotéis não utilizam animais para entretenimento e esse incidente nos permitiu reforçar em toda a nossa rede a importância de garantir a segurança e o bem-estar dos animais que possam entrar em suas instalações”.

“Pedimos sinceras desculpas por esse incidente e estamos comprometidos em fazer melhor no futuro para aumentar a conscientização sobre a importância de tratar todas as criaturas de maneira ética. Trabalharemos com nossa equipe, convidados e parceiros para garantir sua compreensão dos impactos negativos desse tipo de tratamento de animais e podem ter certeza de que estamos nos comunicando imediatamente com toda a nossa rede para garantir que esse incidente não ocorra no futuro”.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

“Como grupo, estamos comprometidos com uma forte postura ambiental e social para proteger o planeta, a população e os animais, estamos tratando esse problema com a maior importância”.

O tratamento de elefantes em Phuket chamou atenção internacional no início deste ano, quando um filhote de elefante “esquelético” chamado Dumbo morreu. O elefantinho de três anos passou a vida inteira no zoológico de Phuket, onde os ativistas o filmaram sendo forçado a “se apresentar e entreter” os turistas.

Os veterinários disseram que ele ficou tão desnutrido que suas duas patas traseiras quebraram com o peso do próprio corpo. Mas, segundo a lei tailandesa, o zoológico de Phuket não fez nada de ilegal e as autoridades disseram que eles estavam livres para “adquirir” outro bebê, se quisessem.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

Segundo o WWF, o elefante asiático está “ameaçado de extinção” e as principais causas dessa classificação são a perda de habitat, a caça e o tráfico de animais.

O WWF alertou que os elefantes estão sendo procurados particularmente para “trabalhar” nas indústrias de turismo.

Em Mianmar, os filhotes de elefantes são frequentemente retirados de suas mães na natureza e contrabandeados pela fronteira para a Tailândia e toda a Ásia.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

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PETA critica exploração dos animais para entretenimento na abertura do zoo de Sydney

Inauguração Sudney Zoo | Getty Images
Inauguração Sudney Zoo | Getty Images

A abertura do zoológico de Sydney, na Austrália, causou uma onda de críticas de ativistas dos direitos animais, que ressaltaram que os animais não deveriam ser mantidos em cativeiro para entretenimento de humanos.

Chamado de Parque Bungarribee, e localizado perto de Blacktown, no oeste da cidade, o zoo foi inaugurado no sábado (07) e manterá em cativeiro, explorando para entretenimento, uma grande variedade de animais.

Antes da festa de inauguração, a PETA disse que a abertura do novo zoológico “não é motivo de comemoração”.

Babuínos Maimunah e Santan vieram da África e estarão para zoológico de Sydney | Foto: PR Image
Orangotangos Maimunah e Santan vieram da África para zoológico de Sydney | Foto: PR Image

“Mesmo nas melhores circunstâncias do melhor zoológico, os animais selvagens sofrem tremendamente, tanto física quanto mentalmente”, disse Emily Rice, porta-voz da PETA.

“Devido à frustração da vida em cativeiro, eles geralmente exibem comportamento neurótico, como estimulação incessante, oscilação e mordem as barras de suas jaulas ou gaiolas”.

Ela disse que os zoológicos estão enganando o público ao fazer as pessoas acreditarem que os animais acabariam sendo liberados na natureza.

“Os zoológicos colocam a justificativa para o crime de afastar animais selvagens de seu habitat, na conservação das espécies. Nenhum leão, chita, chimpanzé ou outro animal nascido nessas instalações jamais será liberado na natureza”, disse ela.

Mary, a chimpanzé vinda da África para o zoológico de Sydney | Foto: PR Image
Mary, a chimpanzé vinda da África para o zoológico de Sydney | Foto: PR Image

O lema da PETA é: “Os animais não são nossos para que sejam explorados como entretenimento ou abuso de qualquer outra maneira”.

Eles pediram que as pessoas não comparecessem ao zoológico e doassem dinheiro para organizações que trabalham para proteger os animais.

“No final do dia, o público pagante pode voltar para casa, mas os animais permanecem em cativeiro como exposições vivas usadas para atrair multidões até o dia em que morrem”, disse Rice.

O zoológico é o primeiro a ser construído em Sydney em mais de um século e manterá em cativeiro répteis, elefantes e macacos.

O Daily Mail Australia entrou em contato com o Sydney Zoo para comentar.

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Dois cavalos morrem um uma semana em pista de corridas elevando para 14 as mortes no ano

Foto: Twitter/Sandown
Foto: Twitter/Sandown

As corridas de cavalos estão expostas publicamente, à medida que o público percebe a crueldade por trás do chamado “esporte”, em que cavalos são submetidos às piores torturas para alimentar a sede humana por lucro e entretenimento.

Ativistas pelos direitos animais há muito se manifestam contra as táticas cruéis de “melhorias de desempenho”, criação (reprodução) perigosa e matança impiedosa dos animais envolvidos, mas o número crescente de mortes através do mundo é preocupante.

Na Austrália, estão em andamento investigações sobre cavalos de corrida em matadouros. Há evidências de que os cavalos não são apenas enviados para serem mortos, mas são também cruelmente abusados, torturados e moídos para serem usados em alimentos para animais (ração). E nos Estados Unidos, o número de cavalos morrendo nas pistas de corrida continua a subir.

Em apenas alguns meses, mais de 30 cavalos morreram no Hipódromo de Santa Anita, na Califórnia (EUA). No entanto, as corridas não apenas continuam, mas também são realizados grandes eventos como a Copa dos Criadores. As mortes não estão ocorrendo apenas no local. Em apenas uma semana, dois cavalos morreram enquanto corriam no Laurel Park, em Maryland (EUA).

Aikenetta, uma égua de cinco anos, morreu em Laurel Park e no Dia de Ação de Graças (na mesma semana) Bo Vuk, um cavalo castrado de seis anos, sofreu uma “lesão fatal” e precisou ser sacrificado.

Esses dois casos elevam o total para 14 mortes de cavalos na pista de corrida apenas em Maryland este ano. Isso sem falar nos números ultrajantes do Autódromo de Santa Anita, estamos falando de definitivamente muitas mortes.

O diretor executivo da ONG Animal Wellness Action, Marty Irby, diz: “Não há desculpa para as mortes continuadas nas corridas de cavalos americanas. Nossa sociedade moderna não tolerará mais a morte desses equinos icônicos para entretenimento – essa não é a Roma Antiga, estamos em 2019”.

Para se manifestar contra a indústria das corridas de cavalos, assine esta petição que será enviada ao congresso americano pedindo que o “esporte” seja banido nos Estados Unidos. As informações são do One Green Planet em matéria de 06/12.

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Escravidão: oportunidade de reflexão sobre todos que padecem sob o jugo humano

Foto: abeatingheart.com
Foto: abeatingheart.com

O Dia Internacional da Abolição da Escravidão é comemorado todos os anos em 2 de dezembro desde 1986 quando foi instituído pela Assembleia Geral da ONU. Embora legalmente banida, a escravidão não é apenas uma relíquia histórica. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo são vítimas da escravidão moderna.

O termo “escravidão” é usado para definir práticas como trabalho forçado, servidão por dívida, casamento forçado e tráfico de seres humanos. Essencialmente, refere-se a situações de exploração em que a vítima não pode recusar ou abandonar devido a ameaças, violência, coerção, engano e/ou abuso de poder.

Foto: Soapbox
Foto: Soapbox

Há um tipo de escravidão silenciosa, tão cruel como as que sofrem os seres humanos, ou talvez ainda mais abusiva, devido à fragilidade e impossibilidade de defesa de suas vítimas: os animais.

Colocando-se em uma situação de superioridade sobre esses seres que não pertencem a mesma espécie, os humanos aplicam aos animais todas as definições usadas para o termo escravidão: explorados por seus corpos, forçados a realizar tarefas, mantidos em cárcere, privados de sua liberdade e mortos para atender às finalidades designadas por seus algozes seja comida, entretenimento, lucro e outros tantos motivos que infringem o direito à vida desses seres sencientes.

Foto: Soapbox
Foto: Soapbox

Tendo sua capacidade de sentir, amar, formar vínculos, sofrer e compreender ignorada convenientemente, os animais abastecem indústrias construídas sobre a dor e o sangue dessas vidas preciosas e indefesas. Capacidade essa, comprovada cientificamente por inúmeros estudos e pela assinatura da Declaração de Cambridge em 2012 em que cientistas especializados em várias áreas do conhecimento humano atestaram um documento comprovando a senciência animal.

Dado esse que só torna o abuso infligido a esses seres ainda mais brutal e covarde. Muitos deles passam suas vidas trancados em compartimentos pequenos e superlotados, onde mal podem se mexer, para atender aos interesses humanos, seja a produção de ovos, leite, carne para consumo, lã e pele para roupas, etc.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Outros são obrigados a se apresentarem para plateias em troca de comida, muitas vezes passando por treinamentos que envolvem espancamentos, choques e privações de todo tipo. Tudo para “quebrar seus espíritos”. Golfinhos, orcas, elefantes, leões e tantos outros animais selvagens capturados na natureza são exemplos clássicos dessa escravidão.

Há ainda aqueles criados e preparados para um determinado e doloroso fim, que sempre envolve ambição e dinheiro, como é o caso dos cavalos de corrida, que têm seus tornozelos dolorosamente “enfaixados” desde cedo para que sintam dor ao tocar o chão com as patas e assim corram de forma mais veloz nas pistas de corrida, onde comumente morrem em pleno exercício de suas exploração.

Os que não morrem nas pistas são enviados a matadouros para ter sua carne comercializada quando não são mais “úteis”.

Foto: Animal Liberation
Foto: Animal Liberation

Leões são criados na África para alimentar uma indústria cruel de entretenimento humano. Eles servem de presa para caçadores que pagam fortunas pela oportunidade de matá-los em cercados limitados onde seu destino está selado. Muitos deles vivem em condições terríveis, adoecem e quando não morrem em cativeiro são mortos para que seus ossos sejam vendidos no mercado paralelo para a medicina chinesa.

Tantos outros exemplos de sofrimentos atrozes e silenciosos se espalham pelo mundo todo, sem qualquer proteção legal, ao contrário disso, legitimados pelas regulamentações de uma sociedade especista e arbitrária, que favorece somente aqueles que pertencem a mesma espécie, tendo o ser humano como superior a todos os demais habitantes do planeta e, por isso, passível de decidir sobre seu destino e sua vida como bem entender.

Foto: Independent
Foto: Independent

Que este dia de celebração pela abolição da escravidão humana, seja uma oportunidade de reflexão e mudança para todos aqueles que padecem sob o jugo de todos os tipos de escravidão, e que assim como os seres humanos, sofrem, choram e anseiam por sua liberdade.

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Destaques

Touro assustado e perseguido pula cerca e invade arquibancada em festival espanhol

Foto: CEN/Toros de Fiesta
Foto: CEN/Toros de Fiesta

Imagens flagram o momento em que um touro perseguido e assustado salta sobre uma cerca em um evento das cruéis corrida em touros, atingindo a plateia. No vídeo é possível ouvir grupos de espectadores gritando apavorados. O incidente deixou quatro pessoas feridas.

Os eventos de corridas de touros espanhóis são flagrantes de abuso e crueldade explícita, o desrespeito com a vida dos animais indefesos é recorrente. Os touros são alvos de chutes, socos, bebidas alcoólicas e provocações, tudo em nome do “entretenimento”.

No vídeo os espectadores são vistos tentando controlar o animal, que atravessa um pequeno espaço entre a divisória da arena e os assentos da plateia, acertando em cheio dezenas de pessoas que assistiam ao evento.

O incidente ocorreu durante a corrida de touros chama de “encierro”, que é parte das festividades locais na cidade de Cortes, na região de Navarra, no norte de Espanha.

Na filmagem, um touro pode ser visto correndo ao redor da praça de touros, quando de repente ele pula sobre a cerca de proteção e entra nas arquibancadas de supetão.

As pessoas presentes podem ser ouvidas gritando e alguns espectadores ajudam a puxar aqueles que ficaram presos perto da cerca para fora do local.

O touro perdido e sem direção pode ser visto correndo do lado de fora da cerca e depois voltando para a praça de touros, obviamente sem saber para onde fugir, na arena um homem com uma capa vermelha tenta distraí-lo.

Foto: CEN/Toros de Fiesta
Foto: CEN/Toros de Fiesta

O animal assustado então, corre em direção ao homem que foge antes que o touro pule a cerca protetora novamente enquanto outro touro entra na arena.

Ambos os touros acabam no ringue juntos, um segundo vídeo mostra como o touro alcançou as arquibancadas depois de pular a cerca.

Relatos indicam que uma mulher de Bunuel, em Navarra, e um homem de 74 anos de Mallen, em Saragoça, ficaram feridos, juntamente com outras duas pessoas que não foram identificadas nos relatórios.

O idoso teve que ser levado ao hospital em estado muito grave e foi submetido a uma cirurgia urgente.

Os organizadores decidiram remover o touro da arena e o evento foi cancelado para ajudar os paramédicos a atender os feridos. O touro, segundo os organizadores, não sofreu ferimentos.

Acuado mediante as provocações e agressões sofridas o intuito do animal era claramente o de fugir do local onde era maltratado, procurando a liberdade e distância de seus algozes. Animais são seres sencientes, capazes de sofrer, sentir, criar vínculos profundos e entender o mundo ao seu redor.

Chamar de entretenimento a diversão obtida à custa do sofrimento de outro ser vivo é no mínimo um equívoco grotesco.

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Elefantes que o Projeto de Direitos Não-humanos tentava proteger morrem após anos de exploração

Elefantas morrem após anos de exploração por empresas do ramo no entretenimento.


Por Heloiza Dias


Aos 54 anos de idade, a elefanta Beulah faleceu após desmaiar repetidas vezes em uma feira que ocorre em Massachusetts, nos Estados Unidos.

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Foto por: Gigi Glendinning

A feira “The Big E” utiliza animais para entretenimento do seu público e há anos trava uma batalha judicial com a Nonhuman Rights Project (Projeto de Direitos Não-humanos) que exige a libertação de animais, como Beulah.

A Nonhuman Rights Project é uma organização norte-americana sem fins lucrativos que busca mudar o status legal de animais que são mantidos como propriedade de pessoas, com o objetivo de garantir a saúde e a liberdade deles.

“Ela nunca teve a chance de viver”, disse o Nonhuman Right Project em comunicado em seu site.

A organização argumenta que Karen também morreu sob cuidados do zoológico de Commerford. Beulah, Karen e Minnie foram vítimas de empresas que só visam o lucro em cima da vida animal.

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Foto por: Gigi Glendinning

Nenhum desses animais teve a chance de viver livremente, como elefantes por exemplo. Todos eles foram condicionados a situações de extrema crueldade, servindo apenas para exploração dessas empresas.

“Nossa luta é para garantir o reconhecimento do direito à liberdade desses animais, para que eles possam ser enviados a um santuário, antes que a liberdade deles seja encontrada somente na morte.”


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França proíbe atração com urso doente após denúncias

Autoridades francesas proibiram os tutores de um urso de explorarem o animal em atrações depois de uma inspeção que constatou graves problemas de saúde e maus-tratos.

O urso com uma focinheira de metal e olhar triste, sendo segurado por um homem com uma corrente
Foto: Associated Press Photo

Mischa, o urso macho e adulto que é exibido em feiras que imitam a era medieval e em shows particulares da França, foi defendido por ativistas em defesa dos direitos animais, que pressionaram o Ministério do Meio Ambiente para que tomasse providências.

Exames foram realizados e constataram que Mischa estava muito doente. Seus tutores receberam ordens do ministério para tratar adequadamente o urso. Uma nova inspeção será realizada em poucos dias para constatar se a ordem está sendo respeitada. Caso contrário, os tutores perderão a guarda de Mischa.

O urso caído no chão com a focinheira de metal
Foto: Associated Press Photo

Arnauld Lhomme, responsável pela investigação dos maus-tratos, disse para a Associated Press que os grupos franceses de proteção animal conhecem Mischa há anos. Seus tutores possuem outros dois ursos, mas apenas Mischa é considerado calmo para fazer parte das atrações.

O urso dentro de uma jaula enferrujada e apertada
Foto: Associated Press Photo

Lhomme disse não acreditar que as autoridades querem realmente proteger o urso e criticou o fato de terem dado um prazo para que os tutores possam tentar se redimir dos péssimos tratamentos destinados a Misha até agora.

One Voice, um grupo em defesa dos direitos animais, pediu para que os três ursos fossem libertados e criou uma petição que foi assinada por 36 mil pessoas.

“Até agora, o ministério não seguiu o que pedimos há anos: a proibição das atrações com os animais”, concluiu Lhomme.


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Bezerros são torturados até a morte por adolescentes em escolas de touradas

Uma menina de 15 anos é filmada treinando golpes no touro jovem que é perfurado sete vezes por uma lança antes de desfalecer agonizante no chão


 

Foto: Pen News
Foto: Pen News

Além de serem torturados cruelmente nas arenas, com sua morte servindo de entretenimento para a plateia, os touros mais jovens, muitos apenas bezerros, são usados para ensinar adolescentes a matar em escolas de touradas.

As escolas de touradas na Espanha são verdadeiros palcos de tortura onde jovens, mal saídos da infância, são ensinados a matar touros. As imagens flagram o momento em que uma menina de 15 anos fere com sete golpes de “banderilla” (espécie de lança comprida e afiada e enfeitada usada por toureiros) um filhote de touro até matá-lo

Imagens do cruel evento que ocorreu em Esquivias, na Espanha, foram divulgadas por ativistas do grupo de defesa animal Animal Guardians com o objetivo de conscientizar o público e expor o sofrimento a que são submetidos os touros.

No vídeo, o jovem touro exausto já está perfurado por quatro bandarilhas quando a garota tenta espetá-lo com uma espada.

Mas sua inexperiência a impede de dar um golpe mortal, forçando o animal a suportar pelo menos mais sete facadas antes que ele desmaie.

A filmagem também mostra crianças recebendo troféus grotescos – orelhas arrancadas dos filhotes de touro agonizantes, cada um com menos de dois anos de idade.

No passado, os ativistas só podiam especular a idade dos jovens participantes, mas desta vez eles conseguiram confirmar que a menina tinha 15 anos e que um outro garoto que participava tinha 17 anos.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

Marta Esteban, do Animal Guardians, disse que esses eventos podem distorcer a maneira como os jovens entendem a violência.

Ela disse ao Daily Mail: “Consideraríamos uma forma de entretenimento ver meninos e meninas torturando cães e gatos ou até ovelhas? Por que é diferente com touros? Claramente não é”.

“Permitir que crianças torturem e matem animais, causando um sofrimento imenso a esses seres, especialmente como um espetáculo público, é um atentado à sua integridade física e mental.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

“Esse tipo de ‘treinamento’ acaba com a empatia deles com o sofrimento alheio e abre a porta para mais violência – mesmo que seja apenas para entretenimento”.

“Isso também anula os direitos da criança de viver em um ambiente livre de violência.”

A mais recente indignação com esses episódios sádicos ocorreu nas redes sociais com a onda de revolta pelo uso de matadores que são nada mais que crianças, em que o comediante e ativista pelos direitos animais, Ricky Gervais, classificou a academia de touradas como uma escola de m**** em um post na internet.

Foto: Pen News
Foto: Pen News

O sangrento espetáculo em Esquivias, a cerca de 34 quilômetros ao sul de Madri, foi realizado para “homenagear” as mulheres da cidade, mas teve pouca participação do público.

Carmen Ibarlucea, presidente do movimento contra touradas La Tortura No Es Cultura (Tortura não é Cultura), rejeitou publicamente a homenagem.

“Homenagens às mulheres – desse tipo, como as touradas – são uma tradição a ser extinta”, disse ela.

“Exibir menores de idade exercendo violência contra animais não é uma maneira de promover a igualdade, e isso contraria a proteção das crianças que a Espanha assumiu o compromisso de defender”.

Foto: Pen News
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Esteban disse que o programa foi realizado com o apoio do estado, acusando o governo da região e o conselho da cidade de apoiá-lo.

Ela continuou: “Como estamos sendo ignorados, pedimos aos cidadãos de todo o mundo que nos ajudem e escrevam para embaixada da Espanha de seus países e exijam o fim dessas práticas”.

“Do nosso lado, continuaremos a expor esses eventos cruéis e denunciá-los a instâncias mais elevadas até sermos ouvidos”.

O governo regional de Castilla-La Mancha e o conselho da cidade de Esquivias foram contatados para comentar pelo Daily Mail porém não se posicionaram até o fechamento da matéria.

Foto: Pen News
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Destaques

Tigre é morto após fugir de circo onde era explorado para entretenimento

Foto: Rebecca Shepperd
Foto: Rebecca Shepperd

Um tigre escapou da jaula em que era mantido preso durante uma apresentação no circo que o explorava para entretenimento, na China, e fugiu para liberdade  .

As imagens mostram os espectadores do “show” fugindo apavorados, deixando o recinto às pressas, com medo de serem vítimas do animal selvagem. O incidente ocorreu na sexta-feira última (6).

O animal é visto saltando para o topo do picadeiro, que estava descoberto, antes de saltar para fora do circo, que se apresentava na província central de Henan, na China.

O animal, considerado um tigre jovem, foi atropelado por carros depois de fugir dos funcionários do circo e morreu, segundo informações do zoológico local que atendeu o felino.

O tigre iniciou a fuga desesperada por volta das 9h da sexta-feira, durante um show no condado de Yuanyang, em Xinxiang, segundo o Daily Mail.

O animal teria fugido para um milharal próximo depois de escapar da jaula, disse o departamento de propaganda do comitê do partido comunista de Yuanyang.

O tigre foi encontrado após uma busca que levou mais de 12 horas realizada pela polícia e pelas autoridades locais.

Os policiais usaram drones e câmeras termográficas para ajudar a localizar o animal.

Foto: Weibo
Foto: Weibo

O tigre recebeu anestesia geral após ser encontrado deitado no milharal e depois levado ao zoológico de Xinxiang para atendimento.

Nenhuma lesão foi relatada como resultado do incidente.

O espetáculo de circo, realizado em uma vila, não havia sido aprovado pelas autoridades, informou o jornal local The Paper.

Um porta-voz do zoológico de Xinxiang disse ao Dahe Daily local que o tigre já estava morto quando foi levado ao zoológico.

O porta-voz suspeitou que o animal havia sido morto ao ser atropelado por algum carro enquanto corria na estrada.

O incidente ainda está sendo investigado pelas autoridades locais.

Foto: Thepaper.cn
Foto: Thepaper.cn

Os dois diretores do grupo de circo foram detidos e estão aguardando a conclusão investigação policial.

Milhares de usuários das mídias sociais expressaram apoio ao tigre e revolta contra o circo, escrevendo que o animal deve ter sofrido muito, com muitos comentários de pessoas pedindo a proibição de circos com animais na China.

“Os tigres não pertencem a gaiolas ou jaulas, eles pertencem a natureza”, escreveu uma pessoa no Weibo

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