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Fotógrafo captura retratos intimistas de animais resgatados de matadouros

Ao contrário de cães e gatos, muitos animais de fazenda são destinados ao matadouro. A maioria de suas espécies vive e morre em fazendas industriais, onde nunca sai para respirar ar fresco; frequentemente, eles são mantidos em condições tão confinantes que nem conseguem se virar.

O fotógrafo Traer Scott contempla em seu novo livro Radiant: Farm Animals Up-Close and Personal um outro olhar desta história: os animais que foram resgatados do sofrimento e são acolhidos e respeitados.

Foto: Traer Scott

Uma nova vida

Igual a todos os animais domésticos, os animais de fazenda têm personalidades, sentimentos e desejos. Alguns dos animais apresentados no Radiant são tímidos, possivelmente devido à crueldade no passado, mas outros são extrovertidos e curiosos.

A maioria de nós nunca terá a chance de conhecer e nutrir um búfalo – ou vaca, ovelha, porco, lhama, galinha, pato ou peru -, mas através do Radiant podemos dar um passo mais perto para entender esses animais esquecidos.

Foto: Traer Scott
Foto: Traer Scott

Traer comenta sobre a intenção de seu mais novo trabalho:
“É impossível falar sobre animais de fazenda sem ter uma discussão sobre o que comemos, e a agricultura industrial é o elefante (ou, neste caso, a vaca) na sala. No entanto, Radiant não pressupõe ou exige que o leitor seja vegetariano ou vegano, atual ou aspirante. Estes são simplesmente retratos de criaturas que são frequentemente negligenciadas no escopo da expressão “eu amo animais” e geralmente vistas como um número e não como um indivíduo. Eles podem não ser tão emotivos externamente quanto os cães, tão fofinhos quanto os gatos, ou tão humanos quanto os humanos, mas qualquer fazendeiro pode dizer que eles têm tanta personalidade, mesmo que sejam um pouco menos portáteis e talvez um ácaro mais fedido.”


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Fotógrafo faz ensaio para mostrar amizade entre sua avó e cachorro

As imagens, que comoveram os internautas, retratam o forte laço de afeto criado pela idosa e o cachorro


O fotógrafo japonês Yasuto decidiu fazer um ensaio fotográfico para retratar a amizade que sua avó fez com o cachorro da família.

Foto: Yasuto

As imagens, divulgadas nas redes sociais, comoveram internautas. Nelas, é possível ver a idosa passeando com o animal por diversos locais e fazendo carinho nele.

A raça do cachorro, que é um shiba inu, é conhecida por ter bastante energia, mas também por ser carinhosa e inteligente. Uma companhia perfeita, assim como qualquer cão.

De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, 90% dos cerca de mil idosos entrevistados que tutelam animais se sentem mais felizes e amados.

A pesquisa revelou ainda que 80% dos idosos afirmaram que a companhia dos animais ajuda a diminuir o estresse.

Confira mais fotos da dupla:

Foto: Yasuto
Foto: Yasuto
Foto: Yasuto
Foto: Yasuto
Foto: Yasuto

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Xuxa usa camiseta com palavra “vegan” em ensaio e fala sobre veganismo durante show

A iniciativa da apresentadora foi elogiada por seus seguidores nas redes sociais


A apresentadora Xuxa aproveitou sua passagem à Porto Alegre (RS), onde fez um show, para conscientizar as pessoas sobre veganismo. Durante o ensaio, ela usou uma camiseta com a palavra “vegan” e abordou o assunto no show, realizado no ginásio esportivo Gigantinho.

Reprodução/Instagram/Xuxa Meneghel

No Instagram, rede social na qual a apresentadora tem mais de 10 milhões de seguidores, Xuxa publicou uma foto do momento em que entrou no palco vestindo a camiseta. A iniciativa foi elogiada pelos seguidores. “Obrigado por dar sua voz tão importante aos animais!”, escreveu um internauta. “Rainha dos baixinhos e dos bichinhos”, disse outro.

No show, embora não tenha usado novamente a camiseta, Xuxa falou sobre direitos animais. Num primeiro momento, a apresentadora exibiu um recado de Rita Lee nos telões, nos quais a cantora pediu que os fãs de Xuxa falassem algumas frases, como “bicho não é coisa”, “não à caça” e “vamos salvar a Amazônia”.

Xuxa também falou sobre as pessoas que decidem parar de comer carne e pediu respeito. “A gente fala disso muito hoje e temos que respeitar, sabe? Se respeitássemos o ser vivo, seria tudo mais fácil. Vamos respeitar as diferenças, a diversidade. Não é levantar a bandeira, é respeito. Se alguém quiser beijar alguém do mesmo sexo, se a pessoa não quer mais comer carne vermelha, tem que aceitar, tem que respeitar! Não vamos criticar, vamos respeitar”, afirmou.


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Fotógrafo faz ensaio para exaltar beleza de cães com deficiência

O fotógrafo Alex Cearns decidiu que precisava fazer algo para combater o preconceito contra animais com deficiência. Para isso, ele fez um ensaio fotográfico.

Nas fotos, Alex exalta a beleza desses animais. Como Bali Pip, um cachorro resgatado em Bali, na Indonésia, com falhas no pelo devido à sarna.

Foto: Alex Cearns

Shazza é outro animal que foi fotografado. Ele é cego. Com paralisia parcial, Raul lida com várias dificuldades, e também foi parar no ensaio do fotógrafo que, depois, deu origem a um livro.

Nas fotografias, Alex mostra não só a beleza de cada um dos cães com deficiência, mas também a força e a doçura deles. As informações são do portal Bored Panda.

“Um de meus objetivos como um fotógrafo de animais é capturar as sutilezas adoráveis que fazem com que as criaturas sejam únicas e preciosas. Amo todos os animais e tenho o privilégio de fotografá-los. Porém, os que são percebidos como diferentes têm um lugar especial no meu coração. Esses são cachorros que perderam uma perna, nasceram sem olhos, ou convivem com cicatrizes dos abusos que sofreram”, afirmou o fotógrafo.

“A maioria das “aflições” não criam morada nos animais. Eles adaptam seus corpos sem reclamar e sobrevivem com determinação. Eles continuam, sempre, querendo ser incluídos e envolvidos em tudo e querem fazer tudo que um animal ‘normal’ faz. A perseverança dos animais em superar as adversidades sempre me deixa maravilhado. Eles tiram o melhor da vida e, com eles, aprendi muito sobre ver o lado positivo de todas as situações sem desistir”, completou.

O livro que reúne as fotografias recebeu o nome de “Perfeita Imperfeição – Retratos de Resiliência de Cachorros”.  Parte do valor arrecadado com as vendas será destinado à Fundação Australiana de Câncer Animal.

Confira mais fotos abaixo:

Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns
Foto: Alex Cearns

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Fotógrafa faz ensaio com animais idosos sobreviventes de fazendas de criação

Pete, 34 anos | Foto: Isa Leshko
Pete, 34 anos | Foto: Isa Leshko

Quando a fotógrafa Isa Leshko conheceu Petey, um cavalo malhado de 34 anos de idade, havia algo no animal da raça appaloosa, que sofria de uma espécie de artrite que a cativou.

Seus olhos estavam cobertos de catarata, seu pelo era duro e grosseiro, e ele se movia com dificuldade e rigidez enquanto a seguia pelo pasto. Hipnotizada pelo gentil animal, Leshko correu para dentro para pegar sua câmera.

“Eu não tinha certeza do por que eu estava tão atraída por ele, mas continuei tirando fotos. Fazia muito tempo desde que eu senti pela última vez esse tipo de emoção ao segurar uma câmera”, diz Leshko.

Leshko e sua irmã estavam cuidando de seu pai, que havia combatido com sucesso o câncer bucal de estágio 4, e sua mãe, que estava lidando com a doença de Alzheimer em estágio avançado.

“Quando analisei os negativos de minha tarde com Petey, percebi que tinha encontrado uma maneira de encarar minha dor e medo decorrentes da doença de mamãe, e sabia que tinha que encontrar outros animais idosos para fotografar”, diz Leshko. “Eu não estava pensando em embarcar em um projeto de longo prazo. Eu estava buscando catarse”.

Mais de uma década depois, aquele encontro com Petey resultou no lançamento do livro de Leshko, “Allowed to Grow Old: Portraits of Elderly Animals from Farm Sanctuaries” Permitidos a Envelhecer: Retratos de Animais Idosos de Santuários-Fazendas” (University of Chicago Press, 2019). O trabalho apresenta imagens de cavalos, vacas, galinhas, cabras, porcos e outros animais de fazenda que foram resgatados e estão vivendo seus últimos dias em segurança.

“A experiência teve um efeito profundo em mim e me obrigou a enfrentar minha própria mortalidade”, diz Leshko. “Estou com medo de envelhecer e comecei a fotografar animais idosos para ter uma visão inflexível desse medo. Como conheci animais de fazenda resgatados e ouvi suas histórias, minha motivação para criar esse trabalho mudou. Tornei-me uma defensora apaixonada desses esses animais e queria usar minhas imagens para falar em nome deles. ”

Foto: Isa Leshko
Pete, 34 anos | Foto: Isa Leshko

Os sortudos

Os animais fotografados por Leskko viviam em santuários de animais em todo o país. Alguns foram abandonados durante tempestades ou outros desastres naturais. Outros foram resgatados de fazenda de criação em escala idustrial ou de operações de criação de quintal. Alguns foram encontrados vagando pelas ruas depois que eles escaparam no caminho para o matadouro. Alguns raros eram animais domésticos cujas pessoas não podiam mais cuidar deles.

“Quase todos os animais de fazenda que conheci para este projeto sofreram abusos e negligências horríveis antes de seu resgate. No entanto, é um eufemismo enorme dizer que eles são os sortudos”, diz Leshko. E como Melissa observou em Treehugger, “A questão é que não temos a oportunidade de conhecer muitos animais velhos, eles morrem antes”.

“Cerca de 50 bilhões de animais terrestres são criados em fazendas industriais mundialmente a cada ano. É um milagre estar na presença de um animal de fazenda que conseguiu atingir a velhice. A maioria de seus parentes morrem antes de completarem 6 meses. Retratando a beleza e a dignidade de animais de fazenda idosos, eu convido a todos para refletir sobre o que é perdido quando esses animais não podem envelhecer”.

Foto: Isa Leshko
Foto: Isa Leshko

Memórias dolorosas

As imagens costumavam ser emocionalmente difíceis para a fotógrafa.

“Eu chorei ao fotografar os animais, particularmente depois que aprendi sobre os terríveis traumas que eles sofreram antes de serem resgatados“, diz ela. “Às vezes um animal me lembrava da minha mãe, que também sentiu muita dor.”

Na introdução do livro, Leshko descreve encontrar um peru cego que ela diz se assemelha a sua mãe depois que ela se tornou catatônica:

“Um dos animais que conheci para este projeto foi um peru cego chamado Gandalf, que vivia no santuário Safe Haven em Sultan, Washington. Por ele ser cego, seus olhos muitas vezes tinham uma cor branca impressionante. Estava um dia muito abafado quando eu o conheci pela primeira vez, e Gandalf – como a maioria dos perus – se refrescava respirando com o bico aberto “, escreve ela.

“Seu olhar vazio somado a sua boca escancarada me transportou para o leito da minha mãe durante seus últimos meses, quando ela estava catatônica. Eu fugi do recinto de Gandalf em lágrimas depois de passar alguns momentos com ele. Foram necessárias mais algumas visitas antes que eu finalmente conseguisse ver Gandalf e não minha mãe quando eu olhava para ele através do meu visor. Fiquei impressionada com a natureza gentil e digna do pássaro, e me concentrei nesses atributos enquanto o fotografava”.

Foto: Isa Leshko
Foto: Isa Leshko

Impacto emocional

Os retratos amáveis e ao mesmo tempo imponentes de Leshko costumam ter bastante impacto sobre as pessoas que os vêem.

“Muitas pessoas choram. Recebi centenas de e-mails profundamente pessoais de pessoas de todo o mundo, compartilhando comigo a tristeza por um pai que está morrendo ou um animal de estimação amado e doente”, diz ela.

“Nas inaugurações de exposições, recebo rotineiramente abraços de pessoas totalmente estranhas que compartilham suas histórias de perda. Estou profundamente comovida pelo fato de meu trabalho ter afetado as pessoas em um nível tão emocional. Sou grata pela manifestação de amor e apoio que recebi. para este trabalho, mas às vezes esses encontros têm sido dolorosos também, particularmente quando eles aconteceram enquanto eu estava de luto pela morte de meus pais”.

“Passar tempo com animais de fazenda que desafiaram todas as probabilidades de atingir a velhice me lembrou que o envelhecimento é um luxo, não uma maldição”, diz Leshko. “Eu nunca vou deixar de ter medo do que o futuro tem reservado para mim.

“Mas eu quero enfrentar o meu declínio final com o mesmo estoicismo e graça que os animais nestas fotografias mostraram.”

Foto: Isa Leshko
Foto: Isa Leshko

Inflexível nos detalhes

Ao fotografar os animais idosos, Leshko diz que queria que eles fossem “inflexíveis em detalhes”, mas não frios ou cruéis. Ela fotografou a maioria dos animais enquanto estava no chão ao seu nível em um celeiro ou pasto para fazê-los sentirem-se mais confortáveis.

Os animais têm diferentes razões para esconder sinais de envelhecimento.

“Alguns animais disfarçam sinais de doença ou se camuflam para evitar ser uma presa fácil. Muitas espécies alteram sua aparência física para atrair parceiros. Mas isso não significa que os animais são autoconscientes de sua aparência da mesma maneira que os humanos”. ela diz. “No entanto, ao editar minhas imagens para este projeto, eu cuidadosamente considerei se as imagens que eu selecionei eram respeitosas com os animais que eu havia fotografado.”

Embora ela tenha clareado um pouco os olhos dos animais para aumentar os detalhes, ela pouco fez para mudar o que fotografou.

“Muitos dos animais que eu conheci perderam muitos dentes e babaram muito. Eu sofri para decidir incluir a baba nas minhas imagens ou para editá-las no Photoshop ou escolher uma imagem totalmente diferente. Eu decidi incluí-las em minhas imagens porque eu não queria impor normas antropocêntricas a esses animais. Eu queria respeitar o fato de que meus sujeitos são animais não humanos e não são seres humanos em pelos e penas”.

Foto: Isa Leshko
Foto: Isa Leshko

Testamentos à sobrevivência e resistência

A maioria dos animais que aparecem no livro de Leshko morreu dentro de seis meses a um ano depois que ela os fotografou. Em alguns casos, um animal morreu no dia seguinte ao seu encontro.

“Essas mortes não são surpreendentes, dada a natureza deste projeto, mas elas têm sido dolorosas, no entanto”, diz ela.

Desde que ela começou o projeto, ambos os pais faleceram, ela perdeu dois gatos domésticos para o câncer e um amigo próximo morreu depois de uma queda.

“O luto inicialmente inspirou este trabalho, e tem sido meu companheiro constante, já que trabalhei neste livro”, diz Leshko, que, em vez de ficar desanimada com sua experiência, encontrou um motivo para ser elevado. “Eu prefiro pensar neles como testamentos de sobrevivência e resistência”.

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Fotógrafo captura as últimas imagens “rainha dos elefantes”

Foto: Will Burrard-Lucas
Foto: Will Burrard-Lucas

O fotógrafo Will Burrard-Lucas acaba de lançar uma série de fotografias com um dos últimos representantes dos elefantes chamados “tusker” (com presas de marfim mais longas que os demais), espécie que acredita-se que restem menos de 20 animais na Terra.

A “rainha dos elefantes” como o fotógrafo a chamava, morreu logo após ele ter tirado as fotos. Ela vivia em Tsavo, na região do Quênia (África).

Elefantes africanos são chamados de “tuskers” ou “big tuskers” quando possuem longas presas de marfim, tão compridas que chegam a alcançar o chão.

“Esse tipo de elefante é muito raro nos dias de hoje, exatamente porque são suas presas enormes que fazem deles os principais alvos dos caçadores de troféus”, disse Mark Jones, da ONG Born Free Wildlife, à BBC.

Foto: Will Burrard-Lucas
Foto: Will Burrard-Lucas

“Como esses animais são frequentemente mortos antes de chegarem ao seu auge reprodutivo, os genes das presas longas estão sendo eliminados das populações de elefantes, e nós poderíamos muito bem estar vendo o último deles nessa imagens”, revela ele.

Há apenas dois anos caçadores mataram um elefante de 50 anos que era um dos últimos, com presas longas, que vivia nessa mesma região.

É notável, então, que esta elefanta tenha vivido mais de 60 anos e ainda morrido de causas naturais.

“Ela sobreviveu a períodos terríveis de caça e foi uma vitória que sua vida não tenha sido encerrada prematuramente por uma armadilha, bala ou flecha envenenada”, escreveu Burrard-Lucas em um post no seu blog.

Foto: Will Burrard-Lucas
Foto: Will Burrard-Lucas

“Se houvesse uma rainha dos elefantes, certamente teria sido ela”

Graças a colaboração da organização de conservação da vida selvagem Tsavo Trust e do Kenya Wildlife Service, Burrard-Lucas conseguiu rastrear a elefanta após vários dias de buscas de carro e um avião de reconhecimento.

Burrard-Lucas usou sua BeetleCam (câmera besouro, na tradução livre), construída por ele mesmo e operada por controle remoto, para conseguir fotos em close da elefanta.

Foto: Will Burrard-Lucas
Foto: Will Burrard-Lucas

“Eu olhei para a visualização ao vivo do meu monitor sem fio e tive que me beliscar”, escreveu ele.

“Foi uma sensação de privilégio e euforia que vai ficar comigo para sempre”.

Burrard-Lucas publicará imagens da rainha dos elefantes e outros elefantes de presas longas em seu livro “Land of Giants” (Terra de Gigantes, na tradução livre), que será lançado em 20 de março no Reino Unido.

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Campanha fotográfica estimula adoção de animais no Sertão de PE

Entre bolas coloridas, lacinhos e enfeites natalinos, cães e gatos se divertiram. Os clicks fazem parte da campanha de adoção realizada pelo Centro de Controle de Zoonoses de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. São cerca de 40 animais, entre adultos e filhotes, que aguardam um lar.

(Foto: Jonas Santos/arquivo pessoal)

A campanha com fotografias mais trabalhadas é para tentar facilitar a adoção responsável dos animais disponíveis no CCZ. “Volta e meia a gente publica na nossa página fotos dos animais que ficam aqui, mas uma foto mais trabalhada chama mais atenção”, disse a coordenadora do CCZ, Graziella Correia.

De banho tomado, todos foram levados para o estúdio de fotos e se soltaram. As fotos estão sendo publicadas na página do Centro de Controle de Zoonoses. “Lançamos esta campanha virtual. Mas estamos pensando também em fazer uma exposição das fotos”, disse a coordenadora.

Chegada dos animais ao CCZ

Os animais chegam ao CCZ de várias formas. Segundo a coordenadora do centro, muitas vezes pela própria irresponsabilidade e falta de compromissos dos tutores.

“Recebemos muito animais que envelheceram e o pessoal quer se desfazer. As pessoas querem levar pra casa, mas não querem gastar dinheiro caso o animal adoeça. Então soltam na rua e não têm consciência. Por isso, a gente tem muito animal errante. Infelizmente as pessoas não se responsabilizam, não têm real noção e por qualquer motivo soltam na rua”, disse. Por dia, em média, chegam ao CCZ cinco cães.

Adoção responsável

Mas o encantamento pelos animais não pode ser simplesmente por causa do trabalho das fotografias. A pessoa que pensa em adotar um animal precisa ter a consciência da responsabilidade. É preciso ter noção do trabalho que um animal dá. Para isso, antes de querer adotar um animal é preciso observar se existem condições para isso. “A gente tem um registro de todas as adoções. Ela deixa conosco os dados como comprovante de residência, RG e telefone. A gente conversa com a pessoa, procura saber o porquê de estar querendo o animal, então fazemos a nossa triagem”, contou Graziella.

E mesmo com tanto cuidado, o CCZ já resgatou animais que tinham sido adotados no local. Todos os animais que passam pelo Centro são castrados, vermifugados, vacinados e microchipados.

Como adotar?

O Centro de Controle de Zoonoses fica na Avenida Jatobá, bairro Pedra do Bode. Para adotar um animal é preciso ter idade mínima de 18 anos e apresentar documentação como RG, CPF e comprovante de residência. É necessário também preencher um formulário com as informações e passar por uma entrevista. O horário de funcionamento é das 8h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta-feira. Outras informações pelo telefone 087 38674774.

Confira mais fotos da campanha:

(Foto: Jonas Santos/arquivo pessoal)
(Foto: Jonas Santos/arquivo pessoal)
(Foto: Jonas Santos/arquivo pessoal)
(Foto: Jonas Santos/arquivo pessoal)
(Foto: Jonas Santos/arquivo pessoal)

Fonte: G1

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Ensaio sobre a dor dos animais é selecionado para o Festival Paraty em Foco no RJ

A fotógrafa Verônica Marques Martins, 22 anos, estudante de Fotografia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), assina um ensaio sobre o sofrimento animal que foi um dos 10 trabalhos selecionados para o 13º Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco, que será realizado de 13 a 17 de setembro no Rio de Janeiro.

A fotógrafa retrata o sofrimento dos animais aprisionados (Foto: Verônica Marques Martins / Divulgação)

O ensaio Contraversão busca espelhar no corpo humano o sofrimento dos animais que abastecem a indústria alimentícia. Verônica, que é vegana, posa de modelo no ensaio.

As fotografias foram criadas com a proposta de provocar o sentimento de empatia em quem as vê, fazendo com que o espectador se coloque no lugar dos animais destinados ao consumo humano, que são tratados de forma cruel sem que sejam considerados seus direitos. Entre eles, o primordial: o direito à vida.

Verônica é fotógrafa e também modelo de ensaio (Foto: Verônica Marques Martins / Divulgação)

Provocativo, o ensaio ficará exposto ao lado de outros trabalhos vencedores nas ruas de Paraty.

O tema da causa animal na fotografia raramente é abordado, por essa razão a estudante encontrou poucas referências para a idealização do próprio trabalho. As informações são do portal Zero Hora.

Sofrimento dos peixes é reproduzido pela fotógrafa (Foto: Verônica Marques Martins / Divulgação)

Veja o ensaio completo clicando aqui.

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Fotógrafa faz ensaio emocionante em homenagem ao seu cachorro

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Depois de mais de uma década de amizade, a fotógrafa Catherine Panebianco percebeu que o inevitável estava chegando: a passagem do tempo dava cada vez mais sinais em seu cão, Benny. Foi então que ela decidiu registrar momentos da parceria entre os dois, resultando em uma série emocionante.

Benny Was a Good Boy (ou “Benny Era um Bom Garoto”) foi toda capturada usando o celular em vez da câmera profissional. “Escolhi fotografar assim para capturar momentos íntimos e especiais de nossa relação”, explica. “Usar uma câmera não teria o mesmo efeito de imediatismo e conexão”.

A série fotográfica começou a ser feita cerca de um ano e meio antes de Benny morrer, e a maioria das imagens foi capturada durante os passeios dos dois. “Ele sabia que aqueles eram nossos momentos especiais”, relembra a fotógrafa. “Ele podia fazer o mesmo caminho todo dia, cheirar os mesmos pedaços de grama e fazer parecer que era o melhor que ele já havia cheirado. Para Benny, todo dia era um ótimo dia”.

O cão se despediu de Catherine dois anos e meio atrás, e ela levou bastante tempo para superar o luto e conseguir selecionar as imagens para a série. Ela diz ainda chorar às vezes, mas as fotografias agora a fazem lembrar não do que perdeu, mas do que teve. As imagens são apresentadas em pares, uma forma de a artista comunicar a relação de troca entre os dois, que davam e recebiam carinho ao outro. Confira:

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Fonte: Hypeness

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Animais resgatados em busca de lar participam de ensaio fotográfico em Goiânia (GO)

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O 19º Evento de Adoção, realizado pelo Grupo Miau Auau no Shopping Estação Goiânia, será promovido neste domingo (27), das 9h às 14h, com uma novidade: um desfile com os animais resgatados.

Além de estarem disponíveis para adoção, desta vez em torno de 80 cães e gatos resgatados pela associação sem fins lucrativos desfilarão figurinos criados pela estudante de Design de Moda da Universidade Federal de Goiás (UFG), Jovanna Caceres.

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Os animaizinhos desfilarão looks em clima natalino, como as fantasias de Papai e Mamãe Noel da Cantinho de Cachorro, e criações de Jovanna Caceres, que desenvolveu uma coleção especialmente para a ocasião, intitulada “Guardiões”, com peças fofas nas cores azul e branco, que remetem à figura de anjos. “Já queria seguir carreira no mercado pet e quando surgiu a oportunidade de participar do evento vi que usar essa temática seria ideal. Pretendo mostrar que ter um animal ao seu lado é algo divino”, conta.

Além de curtir o desfile, quem passar pelo shopping neste domingo ainda poderá adotar um novo amigo. Todos os animais resgatados pelo Grupo Miau Auau foram abandonados ou vítimas de maus-tratos e são castrados, vacinados e vermifugados pelos voluntários.

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Como adotar um animal implica em uma série de responsabilidades, entre as quais alimentação adequada e visitas periódicas ao veterinário, o grupo impõe alguns critérios: ter mais de 18 anos, levar documentos pessoais e comprovante de endereço, e passar por uma triagem.

Assim, é possível saber se o animal será bem cuidado e não voltará para a rua. Também é cobrada uma taxa de R$ 30, revertida para os trabalhos do próprio Miau Auau.

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O coordenador de marketing do Shopping Estação Goiânia, Ulisses Borges, ressalta a relevância do trabalho que o Grupo Miau Auau presta para a sociedade e lembra que o centro de compras faz questão de sediar os eventos de adoção. “Os voluntários fazem um lindo trabalho ao resgatar e cuidar desses cães e gatos. Nós do shopping queremos ajudá-los nessa importante tarefa de encontrar uma casa para eles”, afirma.

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Fonte: Curta Mais

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Cães que sofreram maus-tratos estrelam ensaio fotográfico

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Conhecido por seu trabalho no mundo da moda, o fotógrafo Richard Phibbs se sensibilizou com a causa da ONG Humane Society de Nova York e ofereceu seu serviço como voluntário.

O resultado deu origem à exposição “Rescue me” (Resgate-me), que mostra os cães abandonados nas ruas ou que sofreram maus-tratos recolhidos pela ONG na esperança de encontrar um novo tutor para eles.

As fotos são tocantes e mostram em os animais, que tiveram uma vida de dor e sofrimento, em poses capazes de derreter até os corações mais duros. Veja:

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Fonte: Ego Globo

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Fotógrafa faz ensaio com gatinhos cegos para que sejam adotados

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O trabalho da fotógrafa Casey, de Los Angeles, é irresistivelmente fofo e, ao mesmo tempo, sério e importante para quem mais precisa: ela utiliza seu talento para incentivar não só a adoção de animais em abrigos, como especialmente dos animais com necessidades especiais.

Casey trabalha diretamente com abrigos, e recentemente percebeu um aumento substancial na presença e permanência de gatos cegos vivendo nos locais – e assim decidiu que esse seria o tema especial de seu mais recente ensaio.

Em parceria com a ONG Milo’s Sanctuary, Casey decidiu por iluminar a dificuldade que os animais com necessidades especiais atravessam para serem adotados. A ONG acredita que todo animal merece uma nova chance, e tornou-se especializada em justamente cuidar e abrigar de animais idosos, doentes ou necessitados – aqueles que mais precisam de um lar amoroso e humanos carinhosos. Assim, o trabalho de Casey encaixou-se perfeitamente.

A ideia é não só incentivar a adoção desses gatos, como também as doações para a ONG, único meio de renda para o abrigo, que funciona por trabalho voluntário, sem qualquer tipo de remuneração, somente na base do amor – justo o que esses e quaisquer outros animais mais precisam. No instagram de Casey há um irresistível desfile de fofuras peludas e amorosas como essas. No Brasil, a ONG Adote um Gatinho realiza importante trabalho nesse mesmo assunto – vale a visita e, quem sabe, a adoção dessa fonte de amor sobre quatro patas.

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Fonte: Meio Norte

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