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Hospital Público Veterinário de São Paulo muda de endereço

O Hospital Público Veterinário de São Paulo mudou de endereço. O atendimento agora é realizado na Av Salim Farah Maluf, esquina com a Rua Ulisses Cruz, no Tatuapé, Zona Leste.

O novo espaço é maior que o anterior e possui sala de espera adequada aos tutores e pacientes. A grande demanda, entretanto, não mudou. Em abril, a Vigilância Sanitária autuou o antigo espaço e determinou a readequação da estrutura. A Secretaria Municipal da Saúde, entretanto, afirma que a mudança já estava prevista.

Elisa esperou por horas para fazer uma radiografia na cadela Sofia (Foto: André Porto / Metro)

Elisa Martins, 34 anos, esperou a tarde toda por uma radiografia para a cadela Sofia. “É bom estar maior, mas cheguei às 6h e só fui atendida no fim do dia. Preciso voltar daqui dez dias e vou perder mais um dia de trabalho”, reclamou.

O cientista da computação Ivair de Almeida, de 49 anos, levou a sobrinha Rafaela ao local. Ela precisava de uma consulta para o cachorro Rabito. Eles chegaram ao local às 4h30, mas, segundo informações do Metro, só foram atendidos às 17h.

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Delegacia dos animais de Campinas (SP) ganha sede própria e mais estrutura

(da Redação)

A Delegacia de Defesa dos Animais de Campinas (SP) agora está em novo local e com estrutura de uma verdadeira delegacia. A boa notícia foi transmitida pela delegada, Dra. Rosana Mortari, promovida a titular do SAC (Setor de Arquivos Criminais) da Polícia Civil e, nesta nova função, levou com ela a Delegacia de Defesa dos Animais, cujo nome oficial na estrutura da polícia é Setor de Defesa e Proteção dos Animais.

“É uma vitória para nós”, comentou a delegada, que desde o dia 3 de fevereiro está trabalhando no novo endereço, no bairro Nova Campinas, na rua Odila Maia Rocha Brito, 8, (fone 19-3254-2633), atrás do Tribunal do Trabalho.

Antes, a Delegacia de Defesa dos Animais funcionava no 4º Distrito Policial, no Taquaral. Mas esta não é a única novidade. Se até agora a delegada precisava contar com a ajuda e colaboração de escrivães e investigadores, a nova equipe oficial está formada com 3 investigadores e um escrivão somente para a Delegacia de Defesa dos Animais.

A autonomia significa um trabalho mais rápido e eficiente, inclusive com nomes conhecidos na causa animal, como o investigador Juarez, muito atuante e respeitado entre as ONGs. O Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais parabeniza a Dra. Rosana pelo novo cargo e pela nova estrutura da Delegacia de Defesa dos Animais.

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Ibama convive com falta de espaço para abrigar animais

Com o aumento das fiscalizações, número de apreensões triplicou
e não há local para manter os animais

Foto: TV Globo/ Reprodução

Com o aumento das apreensões, o Ibama está enfrentando um problema de super lotação no centro de triagem. Além de apertado, o local onde ficam os animais recolhidos é inadequado e o mesmo usado há mais de 20 anos.

Os animais que chegam ao local, em geral, foram vítimas do tráfico de animais silvestres, do comércio ilegal nas feiras livres, sofreram maus-tratos e alguns viveram durante anos em cativeiro. Mas, nem depois de resgatados eles conseguiram o tratamento adequado.

Ao chegar no centro de triagem de animais silvestres do Ibama, eles encontraram pouco espaço, muito aperto e instalações inadequadas para a recuperação. “Uma vez que se olhe e veja que o espaço é inadequado por ser no meio da cidade, que nós sabemos que não é bom, e que seja pequeno, mesmo assim, estamos conseguindo fazer um trabalho bem feito”, destaca Edson Andrade, biólogo do Centro de Triagem do Ibama.

Oito papagaios da Amazônia, apreendidos com traficantes, dividem a mesma gaiola. O aperto é regra geral. As jandaias também não escaparam e há bichos maiores nos pequenos cubículos.

A quantidade de animais aumentou tanto que foi preciso improvisar um espaço do lado de fora do centro de triagem. Lá estão 70 saguis à espera da hora de voltar para casa. Enquanto esse dia não chega, eles se juntam a outros inquilinos da superlotação cada vez maior.

O problema é que as apreensões se multiplicaram com a atuação das brigadas ambientais dos municípios da Região Metropolitana do Recife (PE)o espaço é o mesmo de 22 anos atrás. Antes, 3 mil animais passavam pelo centro de triagem por ano. Em 2010, o número saltou para 9 mil.

Técnicos do Ibama definiram o local ideal para levar todos estes moradores: uma área da Prefeitura do Recife, ao lado do Jardim Botânico, onde funcionava o incinerador da empresa de limpeza urbana. Só falta agora a liberação do endereço.

“Precisamos que as autoridades do Estado e do município também percebam que é uma responsabilidade governamental e que precisa haver essa parceria. É um investimento muito grande que nós temos, que vai desde tratadores, pessoa de limpeza, biólogo, veterinário, medicação, alimentação. Então, realmente, precisa de uma parceria grande para que nós possamos compartilhar as responsabilidades”, afirma Ana Paula Pontes, superintendente do Ibama.

Caso a situação não for resolvida, a direção do Ibama estuda até uma medida radical: parar de receber os animais apreendidos.

A assessoria de comunicação da Secretaria de Meio Ambiente do Recife informou que já houve uma conversa com o Ibama sobre a doação do terreno, mas que a negociação ainda está no começo.

Fonte: NE TV

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Em um ano, todos os cães deverão ter microchip em cidade da Espanha

Por Raquel Soldera (da Redação)

O microchip canino tem o tamanho de um grão de arroz e é implantado na parte esquerda do pescoço. A identificação eletrônica, que será voluntária para os gatos, deverá ser implantada em todos os cães de Extremadura, na Espanha, com o objetivo de evitar que se percam, erradicar o abandono e também fixar responsabilidades aos tutores pelas ações dos animais.

Chip: do tamanho de um grão de arroz. (Imagem: Javi Caldera/El Periódico)
Microchip (Imagem: Javi Caldera/El Periódico)

O decreto foi apresentado nesta terça-feira (1) pela Diretora Geral de Explorações Agrárias, María Curiel, faltando ser publicado oficialmente no Diário Oficial para entrar em vigor. A partir de então, os tutores terão um prazo de 12 meses para identificar seus animais de estimação.

O dispositivo eletrônico é ligado a um código numérico para a criação de uma base de dados que confirmará o registro dos animais de estimação, e que será um censo confiável para programas sanitários e de prevenção de doenças, explicou Curiel.

Isabel Zancada, veterinária e especialista na implantação e gestão deste sistema, defende que é uma medida de segurança. “O responsável por um cachorro tem uma responsabilidade civil sobre o animal”.

Veterinaria Isabel Zancada examina um cão. (Imagem: Javi Caldera/El Periódico)
Veterinaria Isabel Zancada examina um cão. (Imagem: Javi Caldera/El Periódico)

O custo da implantação do microchip ainda não está estabelecido, mas ficará em torno de 30 euros, segundo os veterinários da região.

Com a norma, os veterinários poderão acessar a base de dados e com um leitor de microchip – um dispositivo eletrônico que decifra os dados que o chip tem armazenado – será possível saber o endereço e telefone do tutor de qualquer cão. “É uma alegria enorme para o tutor encontrar seu cão quando está perdido”, diz Isabel Zancada.

O regulamento, que levou sete anos para ser aprovado, recebe algumas críticas. Petições pedem a ampliação do prazo para 24 meses, que o regulamento inclua os gatos, e que se estude uma forma de subsídio de 20% a 30% do custo.

Esta medida já foi implantada por Curiel, que anunciou a possibilidade de auxílio econômico aos tutores de cães nos primeiros meses do sistema.

Com informações de El Periódico

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