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Projeto para combater o calazar encoleira cães em bairros de Gurupi (TO)

Foto: Reprodução
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As ações de combate e prevenção contra a leishmaniose visceral, o calazar, está sendo feito em vários bairros de Gurupi, sul do Tocantins. Este trabalho faz parte da segunda etapa do projeto-piloto do Programa Federal de Controle da Leishmaniose Visceral – Calazar realizado em outras cidades do país que está encoleirando cães.

O próximo bairro a receber o encoleiramento dos cães será o setor Sol Nascente. Os profissionais do CCZ estarão atendendo de 29 a 31 de janeiro, no Colégio Estadual Dr. Joaquim Pereira da Costa, das 8 às 12h, sendo que no dia 31 de janeiro, o horário será estendido até as 16h. No setor a previsão é que mais de 700 cães irão receber o assessório.

Para realizar o encoleiramento, o morador deve ir até o local onde os agentes do Centro de Controle de Zoonoses irão colocar as coleiras nos animais. O  tutor do animal deve apresentar o comprovante de endereço e no local os animais serão cadastrados para que seja feito um acompanhamento da saúde dos cães.

O coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, Henrique Alencar Araújo, conta com o apoio da população para que a leishmaniose seja controlada no município. “Estamos passando pelos bairros onde os índices foram mais altos da doença e esperamos ter a adesão da população para haver uma queda no número de cães e humanos doentes com o calazar”, esclarece.

Na primeira etapa do encoleiramento de cães ocorrida em maio de 2014 foram disponibilizadas duas mil coleiras. Este ano, segundo a previsão da Prefeitura de Gurupi, o número deve chegar a quatro mil, sendo que o setor Parque das Acácias foi o último bairro a receber o projeto na última segunda-feira (26). Ao todo quase 250 animais receberam o encoleiramento.

Segundo levantamento feito pela Secretaria de Saúde de Gurupi, dez pessoas contraíram calazar em 2013 e seis em 2014.

Coleira

É indicada para o controle do mosquito transmissor do calazar (leishmaniose visceral canina), moscas e como auxiliar no controle de carrapatos e pulgas. As coleiras são distribuídas gratuitamente pelo CCZ em parceria com o Ministério da Saúde.

Fonte: G1

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Secretaria de Saúde segue com encoleiramento de cães em Gurupi (TO)

A Secretaria Municipal de Saúde de Gurupi, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), dá sequência a ação de encoleiramento de cães, com coleiras especiais para o controle da leishmaniose visceral. Anteriormente, a ação foi realizada no bairro Alto da Boa Vista. Desta feita, o alvo serão os cães do Conjunto Residencial Parque das Acácias. Os profissionais do CCZ estarão atendendo nesta quinta-feira (22) e na sexta-feira (23), na Escola Municipal Dr. Ulysses Guimarães, no período das 08 às 12 horas. É importante que o tutor do animal apresente comprovante de endereço.

O trabalho faz parte da segunda etapa do projeto-piloto do Programa Federal de Controle da Leishmaniose Visceral – Calazar, e tem o objetivo de evitar que os animais tenham a doença.

Segundo o coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, Henrique Alencar Araújo, na primeira etapa do encoleiramento de cães, ocorrida e maio do ano passado, foram disponibilizadas duas mil coleiras. Este ano, porém, o numero chega a quatro mil.

A coleira é indicada para o controle do mosquito transmissor do Calazar (Leishmaniose Visceral Canina); moscas e como auxiliar no controle de carrapatos e pulgas. As coleiras são distribuídas gratuitamente pelo CCZ, numa parceria com o Ministério da Saúde.

Fonte: Surgiu

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Secretaria de Saúde inicia a segunda etapa do encoleiramento de cães

Foto: Reprodução
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O município de Gurupi participa nesta quinta-feira (15) da segunda etapa do projeto-piloto do Programa Federal de Controle da Leishmaniose Visceral, o Calazar. O projeto visa controlar a doença com uso de coleira com deltametrina, repelente e inseticida recomendado pela Organização Mundial da Saúde como uma das principais formas de controle da doença.

A Secretaria Municipal de Saúde de Gurupi, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), dará início à segunda etapa do trabalho no período das 8 às 12 horas, que deverá encoleirar mais de 400 cães do bairro Alto da Boa Vista. A concentração dos profissionais da saúde se dará nas dependências da Escola Municipal Lenival Correia Ferreira. Já na sexta-feira, os trabalhos prosseguem no mesmo horário, porém, no sábado (17), os atendimentos serão realizados até as 16 horas.

O Coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, Henrique Alencar Araújo, informou que a primeira etapa dessa ação aconteceu em maio passado, e é uma parceria do município com o Ministério da Saúde para o controle à leishmaniose no em Gurupi.

A coleira é indicada para o controle do mosquito transmissor do Calazar (Leishmaniose Visceral Canina); moscas e como auxiliar no controle de carrapatos e pulgas. As coleiras serão distribuídas gratuitamente pelo CCZ; uma parceria com o Ministério da Saúde.

Henrique Alencar disse ainda eu é importante levar o comprovante de endereço do tutor do animal. Depois do bairro Alto da Boa Vista, será feito o encoleiramento dos cães do Setor Sol Nascente e, posteriormente, do residencial Parque das Acácias.

Fonte: Surgiu

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Votuporanga (SP) recebe coleiras para controle de doença em cães

Votuporanga (SP) tem sido referência no cuidado e prevenção da leishmaniose. As ações de combate a doença têm ganhado reforços importantes, um deles foi a chegada das coleiras com deltametrina para serem colocadas em todos os cães existentes na cidade. A medida integra um projeto científico desenvolvido pela parceria do Instituto Adolfo Lutz e Prefeitura de Votuporanga, por intermédio da Secretaria de Saúde, e conta ainda com a participação de outras instituições de pesquisa, ensino e serviço, como, por exemplo, a Unifev. O Ministério da Saúde é o principal financiador deste projeto.

Coleira que será utilizada nos cães em Votuporanga
Coleira que será utilizada nos cães em Votuporanga

Segundo o médico veterinário do Secez (Setor de Endemias e Zoonoses), Elcio  Sanchez Estevez Junior, o encoleiramento deve abranger 100% dos cães na cidade  e terá duração de dois anos. “Precisamos muito da colaboração da população para  combater essa doença e a participação de todos neste projeto é fundamental, se  não conseguirmos encoleirar todos os cachorros a eficácia do projeto não será a  mesma e a doença vai continuar matando animais e colocando também em risco a  vida de diversas pessoas”.

O encoleiramento será feito junto com o Censo Animal (cadastramento de todos os  animais realizado a cada dois anos) e começa ainda em janeiro. “Serão montados  quatro postos de atendimento que percorrerão todos os bairros, porém, devemos  concluir todo o processo dentro de 60 dias para não diminuir a eficácia da ação de  combate”, explicou o veterinário. A coleira de deltametrina tem validade por seis  meses e é considerada a forma mais eficaz de proteger os cães contra os flebótomos (mosquito transmissor da leish-maniose), moscas e auxilia também no controle dos carrapatos e pulgas. Imediatamente após a sua colocação no pescoço do cão, começa a liberação do seu princípio ativo que se distribui de forma rápida e uniforme pela pele até atingir todo o corpo. “Sendo assim, após seis meses desta primeira etapa teremos que trocar as coleiras de todos os cachorros que receberam, e assim acontecerá por dois anos, por isso a importância da colaboração e comprometimento da população”, alertou Elcio Sanchez.

Segundo o último Censo Animal, realizado em 2011, Votuporanga contava com 13 mil cães. “Porém, sabemos que a doença já matou muitos animais. Teremos o número atual com o Censo que iniciaremos em janeiro, mas temos coleira para todos os cães”, afirmou o médico.

Combate

O encoleiramento faz parte de uma série de ações no combate a doença, entre elas estão ainda o manejo ambiental, castrações e pulverização. “Os tutores de animais devem tomar diversos cuidados para prevenir a doença como, por exemplo, não soltar o animal para passear sozinho; manter casa e quintal sempre livre de materiais orgânicos; não criar galinhas e porcos em área urbana; recolher constantemente frutas, folhas de árvores, fezes de animais e restos de madeira – pois esses materiais acumulam umidade e favorecem a criação do mosquito transmissor; embalar e recolher o lixo corretamente”.

Os sinais e sintomas em cães são: lesões cutâneas, descamação e queda de pelos; úlceras na pele em orelhas, focinho, cauda e articulações; pelo opaco; crescimento anormal das unhas; aumento dos gânglios; conjuntivite; coriza; diarreia; perda de apetite; apatia e emagrecimento, lembrando que eles podem ficar assintomáticos por anos. Já em pessoas os sintomas são: febre com duração prolongada; emagrecimento; fraqueza; anemia; hemorragias; palidez e queda do estado geral.

Para mais informações, entre em contato pelo telefone 0800- 770-9786 ou pelo (17) 3405-9786.

Fonte: A cidade

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Cães abandonados receberão coleira contra a leishmaniose

(da Redação)

Milhares de vidas serão poupadas com esta medida (Foto:s/c)

Neste semestre,  o Ministério da Saúde dará início a um estudo, em vinte municípios, com duração de  trinta meses, sobre a efetividade da utilização em massa da  coleira impregnada com princípio ativo repelente e inseticidacontra a leishmaniose, o que indica a adoção da política sugerida pela UIPA, em representação oferecida ao Ministério Público Federal, em maio de 2010, que solicitou providências contra a matança de cães, como pretensamedida de controle da leishmaniose, denunciando a ausência de uma políticas públicas eficazes contra o avanço da doença.

Apresentando inúmeros argumentos e estudos, em um arrazoado de 63 laudas, cuja pesquisa de dados e estudos apresentados teve a colaboração da jornalista Regina Macedo, a entidade contestou a tese defendida pelo Ministério da Saúde, que insistia em recomendar a morte de dezenas de milhares de cães, há décadas, sem respaldo científico algum, contra todas as evidências de que a eliminação de cães soropositivos em nada repercute na incidência da doença, que mantém-se elevada e em expansão pelo país, a despeito de todo o sacrifício promovido.

Após o acolhimento da representação, a UIPA enviou  ao Ministério Público Federal inúmeros estudos realizados em outros países sobre a eficácia  do encoleiramento, utilização em massa da  coleira Scalibor, impregnada comdeltametrina a 4%, que é o  princípio ativo repelente e inseticida, recomendado pela Organização Mundial da Saúde contra a leishmaniose.

A presidente da UIPA, com o apoio e acompanhamento do Deputado FederalRicardo Trípoli, foi a Brasília, solicitar a inclusão do encoleiramento em massa ao Ministério da Saúde que, logo no início da audiência, anunciou que, em 2011, realizaria o encoleiramento em alguns municípios para fins de estudo de sua efetividade

O encoleiramento em grande escala produz o denominado “efeito rebanho”, queé a extensão  de efeito protetor também aos não encoleirados, reduzindo-sea força de infecção pela barreira imposta pela coleira. Tendo em vista que o poder de infectar, os insetos pode persistir no animal tratado, o encoleiramento permitirá pleitear a liberação do  tratamento terapêutico (a coleira  evita a aproximação dos insetos; sem ser picado, o cão não transmite a infecção).

O encoleiramento em massa ainda reduz a pulverização de inseticidas, prejudiciais ao meio ambiente, além de representar gastos bem menores do que os despendidos com a censurável eliminação da vida de animais.

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Você é o Repórter

Encoleiramento de cães será avaliado pelo Ministério da Saúde

UIPA
uipasp@uol.com.br

Autoridades do Ministério da Saúde anunciaram que, em 2011, avaliarão o encoleiramento em massa de cães como medida de controle da leishmaniose visceral. Inicialmente, serão selecionadas de 6 a 10 cidades endêmicas, onde os índices da doença são elevados tanto em cães quanto em humanos, para distribuição gratuita de coleiras impregnadas com deltametrina a 4%, princípio ativo repelente e inseticida, recomendado pela Organização Mundial da Saúde como forma de controle da doença.

A decisão foi anunciada em audiência agendada, no Ministério da Saúde, para a entrega de documento que reivindica a inclusão do encoleiramento em massa no programa federal contra a Leishmaniose Visceral Americana.

Subscrito pela presidente da UIPA (União Internacional Protetora dos Animais) Vanice Orlandi, pelo coordenador do Projeto Focinhos Gelados Fowler Braga, e pelo deputado Federal Ricardo Tripoli (PSDB/SP), o documento foi dirigido ao Secretário da Vigilância Sanitária Gérson Penna, e entregue à diretora de Vigilância Epidemiológica Dra. Carla Magda Domingues e à coordenadora de Vigilância das Doenças Transmitidas por Vetores e Antropozoonoses Dra. Ana Nilce Elkhoury.

Ao contrário da política adotada pelo Ministério da Saúde como única alternativa possível ao controle da doença – a eutanásia, a presidente da UIPA, Vanice Orlandi, explica que a prevenção é a principal arma existente.

“A eutanásia é pouco aceitável e tem baixa eficiência devido à alta taxa de reposição dos cães. Está provado por estudos científicos que, com essa medida, a incidência de leishmaniose visceral humana se mantém elevada e em expansão pelo País. Portanto é ineficaz”, enfatiza. E acrescenta: “Além disso, a eliminação de animais ainda se presta a desviar o verdadeiro foco da questão, que é o combate ao vetor, responsável pela transmissão da doença”.

Para evitar que os cães sejam infectados, a solução é preveni-los. “Por isso, após diversos estudos, concluímos que o encoleiramento em massa dos cães é a melhor solução para evitar com que fiquem doentes. Com essa medida, haverá uma consequente diminuição da incidência de casos de leishmaniose canina e também no número de eutanásias”, ressalta Vanice.

Diversos estudos nacionais e internacionais comprovam a eficácia da coleira impegnada com deltametrina como uma das ferramentas que auxilia na prevenção da leishmaniose. Além deste benefício, a presidente da UIPA enumera que, com o encoleiramento, haverá uma melhor relação custo X benefício para o governo e à população, por ser uma medida mais barata aos cofres públicos. “Além de ter mais efetividade, o governo gastará menos dinheiro com a compra das coleiras do que matando os cães infectados, atitude que, além de cara é ineficaz”, argumenta.

Para finalizar, Vanice Orlandi informou que as autoridades do Ministério da Saúde anunciaram uma campanha publicitária abrangente de conscientização sobre prevenção à leishmaniose, que deve atingir todo o país. “De nada adianta fazermos um programa de encoleiramento se as pessoas não adotarem outras atitudes simples para ajudar a combater a doença, como, por exemplo, a limpeza de quintais com a remoção de fezes e restos de folhas e frutos em decomposição, uma vez que o mosquito que transmite a doença ao cão e ao homem coloca os ovos em locais ricos em matéria orgânica em decomposição”, informa a presidente da UIPA.

Primeiro passo: o encoleiramento em massa

Para tentar diminuir a incidência da doença nos seres humanos e a prevalência canina, o Ministério da Saúde, por meio da Portaria 1.426/2008, proíbe o tratamento de cães infectados com medicamentos humanos. Isso vem impossibilitando os cuidados com os animais, já que não existem medicamentos veterinários registrados no Brasil, que viabilizem o tratamento da leishmaniose canina. Com isso, a prevenção continua sendo a principal arma no controle e combate à leishmaniose.

Como os cães são os principais reservatórios da doença, mesmo que tutores burlem a lei e façam o tratamento, eles continuarão sendo transmissores. Vale ressaltar que o tratamento do cão elimina os sintomas, mas não o parasita.

Com o encoleiramento, os cães não serão infectados e, por possuir efeito inseticida, a coleira ainda ajudará a eliminar o vetor – o mosquito palha, transmissor da leishmaniose visceral. “O encoleiramento em grande escala produziria o denominado “efeito rebanho”, que é a extensão de efeito protetor também aos não encoleirados, reduzindo-se a força de infecção pela barreira imposta pela coleira”, finaliza a presidente da UIPA, Vanice Orlandi.

O início da proposta

Há 10 anos a UIPA trabalha contra a eliminação injustificada de animais. Desde 2005 à frente da presidência, Vanice Orlandi, ativista há 18 anos, fez uma pesquisa na literatura existente sobre o controle da leishmaniose visceral na América Latina e concluiu que o número crescente de casos verificados e sua expansão por regiões anteriormente não afetadas colocam em dúvida a eficácia das medidas de controle empregadas contra a doença como, a eutanásia dos cães soropositivos.

Com isso, em maio de 2010, Vanice protocolou representação no Ministério Público Federal solicitando providências contra a eliminação em massa de cães como medida de controle da Leishmaniose Visceral, além da implantação de ações eficazes de prevenção da doença. “Nos cães, a medida preventiva mais eficaz, segundo os estudos técnicos, é o encoleiramento em massa, com a coleira, impregnada com deltametrina a 4%, princípio ativo repelente e inseticida, recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

Decerto que o encoleiramento importa em gastos bem menores do que os empregados com a matança, que é cruel, além de dispendiosa para os cofres públicos”, afirma Vanice Orlandi, advogada e presidente da UIPA.

Além disso, a eliminação de cães soropositivos não vem contendo o avanço da doença. O deputado Ricardo Tripoli ressalta que a falta de eficácia das atuais medidas preventivas está prejudicando e matando não somente animais, mas humanos em todo o País. “Não justifica continuar fazendo o que comprovadamente é caro, ineficaz e cruel. Vamos lutar, ao lado da UIPA e de todas as entidades que defendem e protegem os animais, para sensibilizar o Governo e pedir medidas mais eficazes, que atinjam todos os Estados; medidas que não incluam a dor e o sofrimento”, garante o parlamentar ambientalista.

Sobre a leishmaniose visceral

A leishmaniose visceral, também conhecida como calazar, é uma doença causada por um parasita – o protozoário Leishmania chagasi – que se multiplica nas células de defesa do organismo causando alterações importantes nos rins, fígado, baço e medula óssea. É uma doença que tem grande importância para a saúde pública por se tratar de uma zoonose de alta letalidade. Ela é transmitida ao homem e ao cão, principalmente, através da picada de um mosquito conhecido popularmente como “mosquito palha”. O cão tem um importante papel na manutenção da doença no ambiente urbano visto que pode permanecer sem sintomas, mesmo estando doente.

Considerada um problema de saúde pública mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a leishmaniose visceral registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos. Hoje já são 12 milhões de pessoas infectadas no mundo. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos. É a segunda doença parasitária que mais mata no mundo, atrás da malária. Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90% dos casos acontecem no Brasil, onde, em média, 3.500 pessoas são infectadas e o número de óbitos é de aproximadamente 200, anualmente.

A doença que até a década de 90 estava concentrada no Nordeste do país, hoje, está se expandindo para as outras regiões. Por exemplo, as regiões Norte, Sudeste e Centro Oeste, que na década de 90 representavam menos de 10% do total de casos, passaram a representar 26% do total de casos em 2001 e mais de 52% do total de casos em 2008.

Sobre a UIPA

A UIPA, União Internacional Protetora dos Animais, é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1895, que instituiu o Movimento de Proteção Animal no País, lutando contra a crueldade e o abandono que vitimam os animais.

Além do trabalho jurídico e político que realiza na área de proteção animal, a UIPA abriga cerca de mil e quinhentos animais abandonados, muitos dos quais foram resgatados pela própria entidade por terem sofrido maus-tratos. Mais informações: www.uipa.org.br

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