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Protetoras criam campanha para construir novo abrigo para cães e gatos no RJ

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

O Abrigo de Anchieta, situado na cidade do Rio de Janeiro, criou uma campanha online para arrecadar fundos para a construção de um novo abrigo e assim poder continuar o trabalho de resgate de animais em situação de abandono e maus-tratos no Rio de Janeiro.

Segundo a advogada e ativista em defesa dos direitos animais Margaret Rodrigues Bahia, 51 anos, o abrigo pretende conseguir aproximadamente de R$ 65 mil reais para construir esse novo espaço de acolhimento de animais. Atualmente, o Abrigo de Anchieta acolhe 84 animais, dos quais são 74 são cachorros e 10 gatos, todos resgatados do abandono.

“O espaço atual é pequeno e precário, fazemos muitos resgates e muitas vezes temos que colocar os filhotes em lar temporário por causa das condições de super lotação”, disse Margaret em um comunicado.

Além do pequeno espaço, o abrigo, localizado no bairro Chapadão, Zona Norte do RJ, encontra mais dois problemas sociais para a continuação do trabalho de resgate de animais em situação de vulnerabilidade: a violência e as enchentes.

“Atualmente, o abrigo se encontra em uma rua onde o tráfico toma de conta, onde a criminalidade é altíssima, o bairro onde estamos localizados é um dos bairros onde tem mais assalto na cidade do Rio de Janeiro”, disse em entrevista à ANDA.

A ativista pontua ainda que os desastres naturais também são um desafio frequente. “Enfrentamos constantes enchentes causadas pelo rio Pavuna, o que já nos causou muitas perdas de rações e muitas vezes, as vidas de nossos cãozinhos”, complementou.

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Início

Segundo Margaret, o Abrigo de Anchieta foi criado em 2014, com um acumulador de animais que resgatava os cachorros em situação de rua e os abrigava sem controle dentro de casa.

“Quando comecei o trabalho de resgate dos animais em conjunto com esse acumulador, a situação era bem pior. Esse acumulador simplesmente pegava os animais, colocava dentro de sua casa, mas não cuidava. Hoje, com as minhas orientações, a situação está bem melhor”, declarou.

Além de resgatar os animais em situação de abandono e maus-tratos, o abrigo também realiza o trabalho de castração dos animais, além de cuidar da parte médica levando-os ao veterinário para realização de exames que possam detectar alguma doença, além da aplicação de vacinas para proteger os cachorrinhos de possíveis doenças.

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Após todo o processo de recuperação dos animais, os cachorrinhos e gatinhos são colocados para adoção. “Eu coloco em um site as informações dos cachorrinhos e gatinhos, quando as pessoas se interessam por algum animal eu faço um pré-cadastro com todas as informações e termos necessários para saber se essa pessoa está adequada para adotar o animal”, ressaltou a ativista.

Nova casa

O Abrigo de Anchieta está de mudança. Segundo a organizadora da instituição, o sonho da nova casa própria está para ser realizado. No fim de maio, umas das pessoas que acompanha o trabalho do abrigo doou um terreno 15×35 totalizando uma área de 525 metros quadrados, situado no bairro Prados Verdes, em Nova Iguaçu, na Região Metropolitana no RJ.

Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

“Nós fomos agraciados com esse terreno e para mim o mais importante é a qualidade de vida dos animais. Então, decidi criar uma vaquinha on-line para angariar fundos para construir o abrigo nesse novo espaço”, salientou Margaret.

Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Segundo a protetora, além da vaquinha online, a doação de materiais de construção como: cimento, areia, tijolos, será de grande valia para a construção da obra. Quem puder doar os os materiais pode entrar em contato com Margaret Rodrigues pelo número (21) 96440-4110.

Já para doar pela vaquinha online, pode clicar aqui. Também é possível fazer doações pela conta bancaria: Agência 2378- C/C: 14854-7 – Banco Bradesco.

E quem quiser acompanhar o trabalho do Abrigo de Anchieta, pode acessar os links abaixo com as redes sociais da entidade.

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Bombeiros usam barco para salvar animais em chácara alagada

Galinhas, carneiros e cabras foram levadas em embarcação que atravessou o Rio Barreiro

Resgate de animais que viviam em chácara. Foto Corpo de Bombeiros de Tocantins

Uma cena inusitada foi protagonizada pelo Corpo de Bombeiros de Tocantins na última segunda-feira (16). Os militares retiraram de uma chácara alagada, na zona rural de Araguatins, galinhas, carneiros e cabras utilizando uma embarcação. Eles ainda levaram pertences da família e sacos de adubo, para evitar que caíssem na água poluindo o rio Barreiro, que transbordou com as fortes chuvas.

A propriedade que fica no Projeto de Assentamento Água Amarela, cerca de 18 km do centro de Araguatins, e a embarcação foi cedida pelo dono da chácara, segundo matéria do G1.

Máquinas como um trator e outras usadas para adubar as plantações ficaram submersas. Não havia pessoas no local quando o rio invadiu a chácara. O resgate levou toda a manhã para ser concluído.

O norte do Tocantins tem recebido grandes volumes de chuva desde o fim da semana passada. Durante o fim de semana, famílias tiveram que ser retiradas das próprias casas e socorridas pela Defesa Civil. Elas estão alojadas em escolas até que o nível dos rios baixe.

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muitas casas alagadas
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Além dos incêndios, Austrália sofre com inundações catastróficas

Embora a chuva não apague todos os incêndios, certamente ajudará bastante na contenção, segundo o Corpo de Bombeiros


muitas casas alagadas
Mesmo com os incêndios que permeiam a Austrália, inundações repentinas também acometem o país. É o que revela o site Plant Based News deste domingo (19). Houve inundação e o fechamento de uma grande rodovia em Queensland e pelo menos 50 casas ficaram inundadas em Brisbane, grandes cidades às margens do Rio Brisbane, sul do país.  Um parque que abriga coalas também foi atingido.

Ainda de acordo com o site, para o veículo The Independent ,  a secretária do Bureau de Meteorologia da Austrália, Kimba Wong, disse que em algumas áreas 300 milímetros de chuva caíram em apenas algumas horas. “O total mais alto que registramos é de 330 milímetros em Loder Creek, na Costa Dourada, então algumas chuvas foram muito fortes lá”, relata ela.

O site também diz que embora as inundações tenham apagado alguns incêndios, nos estados de Nova Gales do Sul, mais de 2 mil casas foram destruídas.

“Um alívio para vários bombeiros que trabalham em toda a NSW. Embora essa chuva não apague todos os incêndios, ela certamente ajudará bastante na contenção”, twittou o Corpo de Bombeiros Rural de Nova Gales do Sul.


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Equipes de resgate salvam filhote de rinoceronte que se afogava em inundação

Foto: AccuWeather
Foto: AccuWeather

Guardas florestais indianos resgataram um filhote de rinoceronte que estava se afogando durante uma inundação violenta na terça-feira última em Kaziranga, na Índia.

O filhote, que tem apenas três meses de idade, estava tentando alcançar sua mãe quando perdeu o equilíbrio e caiu nas águas que inundaram o Parque Nacional Kaziranga, localizado no estado de Assam, no nordeste do país.

Um vídeo mostra as equipes de resgate transportando o bebê rinoceronte em seu barco, que foi levado para o Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW). O filhote está sob vigilância 24 horas até que sua condição se estabilize.

“Em circunstâncias comuns envolvendo indivíduos jovens, tentativas (algumas com duração de semanas) são feitas para reuni-los com suas mães, antes de serem considerados pacientes para reabilitação a longo prazo”, disse Gail A’Brunzo, gerente de resgate da IFAW.

O IFAW disse que está atualmente cuidando de outros oito rinocerontes que foram deslocados pelas enchentes.

As inundações provocadas pelas monções devastaram partes do nordeste da Índia durante a semana passada, deixando milhões de desabrigados em todo o país e nos países vizinhos: Nepal, Paquistão e Bangladesh.

Foto: AccuWeather
Foto: AccuWeather

Mais de 4,2 milhões de pessoas foram diretamente afetadas pelas inundações apenas em Assam, de acordo com a CNN, e mais de 100 pessoas morreram até agora. Espera-se que as fortes chuvas continuem nos próximos dias.

Kaziranga, que abriga a maior população do mundo de rinocerontes indianos, foi particularmente atingida pelas tempestades. Estima-se que 90% do parque esteja submerso e pelo menos 19 pessoas morreram na área até agora. A enchente já matou pelo menos dois rinocerontes.

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Mudanças climáticas são responsáveis pelo aumento de furacões, tempestades e inundações

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

A mudança climática está aumentando o número de furacões, tempestades tropicais e inundações, de acordo com um novo estudo que analisou 120 anos de dados para as pesquisas mais recentes para confirmar uma ligação entre a atividade humana e a dramática ascensão de eventos climáticos extremos.

O aumento das temperaturas não só torna as ondas de calor mais extremas e os incêndios florestais mais prováveis, como também alteram os padrões climáticos, tornando as tempestades mais intensas.

Como parte do estudo, os cientistas analisaram três tempestades na Carolina do Norte nos últimos 20 anos – os furacões Floyd, Matthew e Florence.

Eles descobriram que a probabilidade deles ocorrerem aleatoriamente em um curto período de tempo é de apenas 2%.

“A Carolina do Norte possui uma das zonas de maior impacto de ciclones tropicais do mundo, e temos esses registros cuidadosamente guardados, eles nos mostram que os últimos 20 anos de eventos de precipitação estão fora dos padrões e previsões”, disse o professor Hans Paerl, principal autor do estudo publicado na revista Scientific Reports.

Foto: Reuters
Foto: Reuters

Os cientistas analisaram registros de ciclones tropicais e chuvas associadas às tempestades na costa da Carolina do Norte desde 1898.

Eles descobriram que seis dos sete maiores furacões, tempestades tropicais e inundações ocorreram nos últimos 20 anos. Essa freqüência é provavelmente causada pelo “aumento da capacidade de transporte de umidade dos ciclones tropicais devido ao aquecimento do clima”, segundo o estudo.

Assim como mais tempestades, a Carolina do Norte também experimentou níveis sem precedentes de chuvas desde o final dos anos 90. A longo prazo, também houve um aumento na precipitação de tempestades tropicais nos últimos 120 anos.

Isso é cada vez mais problemático, já que o estado abriga mais de 10,3 milhões de pessoas e a mudança climática já está causando um impacto devastador na vida das pessoas.

“O preço que estamos pagando é que estamos tendo que lidar com níveis crescentes de inundações catastróficas”, disse o professor Paerl, do Instituto de Ciências Marinhas da Universidade da Carolina do Norte.

“As bacias hidrográficas costeiras estão tendo que absorver mais chuva. Vamos voltar ao furacão Floyd em 1999, que inundou metade da planície costeira da Carolina do Norte. Então, tivemos o furacão Matthew em 2016. Recentemente, tivemos o furacão Florence em 2018. Esses eventos estão causando uma enorme quantidade de sofrimento humano, danos econômicos e ecológicos ”.

O aumento da precipitação resulta em mais escoamento para águas costeiras e estuários. Isso resulta em perdas de matéria orgânica e nutrientes da erosão do solo, o que por sua vez, resulta em danos às florações de algas.

Foto: Reuters
Foto: Reuters

“Nós somos em parte responsáveis pelo que está acontecendo no contexto das emissões provenientes da combustão de combustíveis fósseis que estão levando ao aquecimento global”, disse Paerl. “O oceano é um enorme reservatório que está absorvendo calor e vendo mais evaporação. Com mais evaporação vem mais chuvas.

No final do ano passado, pesquisas descobriram que eventos climáticos extremos custam bilhões de dólares nos últimos 12 meses.

O relatório da Christian Aid identificou 10 dos desastres naturais mais caros que ocorreram em 2018, todos os quais custaram pelo menos 1 bilhão de dólares cada.

Os custos estabelecidos para esses eventos tendem a ser subestimados, já que muitas vezes incluíam apenas perdas seguradas e não levavam em conta os custos de longo prazo para a produtividade.

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Inundações matam 12 rinocerontes raros na Índia

Foto: Associated Press
Foto: Associated Press

Pelo menos 12 rinocerontes de um chifre, uma espécie ameaçada de extinção, morreram como resultado das enchentes que alagaram um parque nacional no nordeste da Índia, disseram autoridades.

Onze deles se afogaram enquanto tentavam escapar das inundações e um deles caiu em uma vala enquanto tentava escalar para um local mais alto, disse um funcionário do Parque Nacional de Kaziranga, no estado de Assam, no nordeste da Índia.

O imenso parque de 430 quilômetros quadrados foi classificado como Patrimônio Mundial da UNESCO e abriga dois terços da população mundial do Rhinoceros Unicornis – mais comumente conhecido como o rinoceronte indiano.

Na última contagem, em 2015, o parque tinha uma população de 2401 rinocerontes.

As recentes inundações afetaram cerca de 90% da área do parque, forçando os animais a fugir para um lugar mais alto.

Pelo menos 141 animais selvagens morreram desde o dia 13 de julho. Entre eles rinocerontes, um elefante, javalis e diferentes espécies de veados, disse o diretor do parque, P Sivakumar.

A maioria deles se afogou enquanto alguns foram atingidos por veículos quando atravessaram uma rodovia que cruza o parque para chegar nas colinas de Karbi Anglong.

Pelo menos 60 animais foram resgatados e a maioria deles soltos na natureza. Embora as águas da inundação tenham começado a recuar, cerca de 60% do parque ainda está inundado.

Muitos dos animais buscaram abrigo em outeiras artificiais construídas para tais situações, disse Sivakumar.

A temporada de monções da Índia, de junho a setembro, registra fortes chuvas que são uma tábua de salvação para os agricultores, mas muitas vezes deixam um rastro de morte e destruição.

Mais de 200 pessoas morreram em incidentes relacionados à chuva na Índia em julho, uma grande parte deles em Assam e no leste do estado de Bihar.

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Mais de um milhão de bezerros morrem nas inundações recordes que atingiram o país

Animais sofrem como vítimas das inundações | Foto: Jamie Schomp
Animais sofrem como vítimas das inundações | Foto: Jamie Schomp

As condições meteorológicas extremas vistas no último mês levaram um número impressionante de animais a serem engolidos pelas águas geladas. Aqueles que sobreviveram provavelmente morrerão pela falta de comida e água potável ou serão enviados para o matadouro, de acordo com a PETA.

A ONG está colocando dois outdoors para aumentar a conscientização da população em torno dos cerca de um milhão de bezerros que morreram como resultado das inundações nos estados do Meio-Oeste americano nas últimas semanas.

O New York Times descreveu as condições climáticas extremas de março como “enchentes recordes”, dizendo que elas estavam causando um “estrago devastador para fazendeiros e pecuaristas em um momento em que eles tem menos recursos para arcar com isso”, em função da crise da indústria leiteira.

Mas a organização que atua em prol dos direitos animais, PETA, diz que enquanto os humanos que seriam afetados pelo ciclone e as inundações “tiveram aviso prévio e ajuda para evacuar as residências, os animais presos em fazendas de carne e laticínios não tiveram essa chance”.

Animais afogados

“Muitos desses animais se afogaram ou sofreram outras mortes dolorosas e terríveis nas enchentes, incluindo cerca de 700 porcos em apenas uma fazenda e mais de 1 milhão de bezerros”, conforme informações da PETA.

Foto: Beth Vavra
Foto: Beth Vavra

“Os bezerros, a maioria dos quais estavam sendo criados pela indústria de carne, foram arrastados para as águas congeladas e apareciam mortos pelas margens dos rios. As vacas que sobreviveram às enchentes provavelmente morrerão como resultado da falta de comida e água potável ou serão enviadas para o matadouro”, lamentou a ONG.

Outdoors Veganos

Agora, a ONG está colocando outdoores nas regiões afetadas pelas enchentes, que segundo ela, buscam alertar para o fato de que situações como estas vão ocorrer novamente e demonstram “como é possível evitar futuros desastres como este”.

Os outdoors mostram vacas em paisagens e dizem: “Parem de comer carne! Elas morrem por seu hábito cruel e sujo”.

“Se esta mensagem de compaixão inspirar apenas uma pessoa a deixar as vacas e bois de fora do seu prato, isso já contribuirá para que o número de milhões de animais que sofrem uma morte aterrorizante todos os anos não aumente ainda mais, seja em um matadouro ou em um desastre natural”, disse o vice-presidente executivo da ONG, Tracy Reiman, em um comunicado.

“O outdoor da PETA incita os carnívoros a ouvirem a enxurrada de razões pelas quais eles deveriam mudar seus hábitos e abraçar uma alimentação vegana e compassiva”.

Mortes de animais por inundação

Esses afogamentos seguem o número de mortos do furacão Florence em setembro passado, onde mais de 3,4 milhões de animais foram deixados para morrer, trancados em instalações de fazendas de onde seria impossível escapar, por fazendeiros que por sua vez, fugiram para se salvar.

O furacão – uma tempestade de categoria 4 – causou inundações recordes. Ativistas veganos da ONG que atua pelos direitos animais Direct Action Everywhere (DxE) e o Brother Wolf Animal Sanctuary, além de ativistas independentes, entraram em fazendas industriais inundadas após o furacão Florence para mostrar a extensão da devastação.

“Ativistas encontraram celeiros com milhares de galinhas afogadas e lixeiras cheias de centenas de leitões mortos, assim como porcos adultos”, disse um porta-voz da DxE em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“Esses animais são indivíduos sensíveis e inteligentes, mas as corporações intencionalmente os negligenciam fazendo com que sofram mortes brutais como essas por causa da linha de produção”, acrescentou o ativista Arwen Carlin.

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Notícias

Enchentes na Austrália matam cerca de 500 mil animais

Embora as chuvas tenham chegado ao fim, ainda é possível encontrar centenas de carcaças de gado abandonadas e queimando ao sol (Acervo: The Guardian)

As enchentes que começaram a atingir o norte do estado de Queensland no final do mês passado mataram cerca de 500 mil bois e vacas na Austrália, segundo a rede de TV australiana Seven News, afiliada da CNN.

Embora a chuva e o vento tenham chegado ao fim, ainda é possível encontrar muitas carcaças de gado abandonadas e queimando ao sol. Além dos animais mortos, outros estão prestes a morrer em decorrência de uma forte pneumonia desencadeada pela chuva intensa.

Arrastados pela enchente e pelo vento, alguns corpos continuam pendurados em árvores, cercas, pontes e linhas de trem. A fazendeira Rachel Anderson relatou à Seven News que encontraram animais mortos e amontoados em um canto. Alguns morreram após serem atropelados pelos próprios companheiros na hora do desespero pela sobrevivência.

“São imagens difíceis de ver”, declarou Rachel. Há animais que sobreviveram, mas que agora estão em áreas consideradas inacessíveis – o que significa que o resgate pode depender prioritariamente de uma avaliação de “custo-benefício”, o que é muito comum quando se trata de animais criados para consumo.

Fonte: Vegazeta

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De olho no planeta

Europa deve ter aumento de enchentes em decorrência do aquecimento global

 

Foto: Flickr

Uma pesquisa avaliou os impactos das inundações para três cenários de – de 1,5 ° C, 2 ° C e 3 ° C de aquecimento – e revelou que a maior parte da Europa Central e Ocidental terá um aumento substancial do risco de enchentes em todas as faixas de aquecimento. Quanto maior o aquecimento, maior o risco.

Os danos causados pelas enchentes  na Europa devem ser mais do que duplicados, de um aumento médio de 113%  – se o aquecimento for mantido para 1,5 ° C –  para 145%  em um aquecimento de 3 ° C.

Em relação à população afetada, o aumento projetado varia de 86% a 123%. Embora o padrão para a Europa Central e Ocidental tenha sido um aumento consistente no risco de enchentes, a pesquisa revelou que esse risco pode cair com temperaturas maiores em alguns países da Europa Oriental, os resultados também são muito incertos.

De maneira semelhante, em alguns países do Sul da Europa (Espanha, Portugal, Grécia), o aumento inicial de 1,5 ° C resulta em previsões mais incertas para maiores temperaturas por causa de uma redução substancial da precipitação anual. As conclusões são o resultado de uma análise do CCI, publicada no Climate.

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Notícias

Agentes resgatam animais em enchente em Lages (SC)

Os agentes da Polícia Militar Ambiental (PMA) de Lages, em Santa Catarina foram acionados nesta segunda-feira (05) para resgatar duas famílias no bairro de Várzea. Eram, ao todo, nove pessoas, sendo cinco crianças que estavam presas pela enchente que havia tomada suas casas.

Mas um garotinho chamou a atenção dos agentes: Gabriel Borba não soltava seu gatinho Mimo, abraçando-o todo o tempo para que nada acontecesse com o animal.

Gabriel abraça o gato filhote com um pano enrolado no animal para protegê-lo
Gabriel fez de tudo para que o gatinho Mimo fosse salvo com sua família (Foto: Marcos William Brasil / PMA Lages)

Sensibilizados com a atitude do mini-tutor, os agentes decidiram ajudar a resgatar o gatinho. O animal foi conduzido com todas as pessoas salvas até um abrigo organizado pela prefeitura.

No mesmo bairro, os agentes também ajudaram um casal de idosos a sair de sua casa acompanhados de seus dois cães e três gatos.

“Mesmo com a casa quase totalmente inundada, as pessoas se apegam aos animais, não os deixam sozinhos na enchente, e só saem se os levarem junto. Isso também faz parte do nosso trabalho, e sempre que possível, procuramos socorrer os animais, até mesmo soltando alguns que ficam presos na água”, conta o sargento Edson Oliveira Dias, policial ambiental há 12 anos.

 

 

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Você é o Repórter

Vereador lança campanha para ajudar animais vitimas de enchentes

Reprodução | UOL

“Eles também sofrem e precisam de ajuda!”. Esse é o tema da campanha que o vereador do Recife Romero Albuquerque (PP) lançou em suas redes sociais para arrecadar alimentos e água para os animais que também foram vítimas das fortes chuvas que atingiram 13 municípios do estado de Pernambuco neste fim de semana.

No texto da publicação, o parlamentar solicita que as pessoas também se lembrem dos animais e que deixem ração ou água. “Vamos ajudar todas e todos que estão precisando. Muitas das pessoas vítimas das fortes chuvas também estão sem condições de alimentar os seus animais domésticos e dessa forma podemos suprir e ajudá-los”, destaca o vereador.

As doações podem ser entregues no gabinete do parlamentar na Câmara Municipal do Recife. “Ajudar é preciso! Se você não pode adotar, colabore de outra forma, dê água e ração para os animais vítimas das chuvas”, conclui.

📍Rua Princesa Isabel número 410 – Boa Vista – Gabinete 16. Câmara Municipal do Recife.

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Em meio à crise hídrica, cãozinho carrega balde para pedir água no Peru

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Fonte: Reprodução/Youtube

Em meio à crise hídrica que Lima, no Peru, está enfrentando, um cão muito inteligente parece ter encontrado uma boa técnica para se manter hidratado. O animalzinho foi flagrado andando com seu balde na boca pedindo água, no distrito de Chorrillos.

Veja a seguir o vídeo do flagrante:

Grandes instalações foram colocadas nas ruas com água potável para que as pessoas compartilhem. Enquanto isso, o cãozinho astuto já encontrou sua forma de não ser afetado.

Mas a questão é muito séria e está causando a morte de dezenas de pessoas e animais e fez com que mais de um milhão de pessoas abandonassem suas casas. A crise ocorre devido à suspensão de água potável por parte da empresa Sedapal, após ter sido confirmado que a água estaria contaminada com lama por conta das enchentes que tem acontecido na região.

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