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Cachorro compartilha comida com gato abandonado e vídeo viraliza

Reprodução/YouTube/The Paper 澎湃新闻

Um cachorro deu uma verdadeira lição de altruísmo ao compartilhar sua comida com um gato em situação de rua na China. O gesto caridoso foi registrado em um vídeo que viralizou nas redes sociais (confira abaixo).

Nas imagens, é possível ver a comida no chão, diante do gato, que observa desconfiado. Ao perceber o medo que o animal sentia, o cachorro se afasta e abana o rabo, como quem diz: “pode pegar, eu trouxe para matar sua fome”.

Se sentindo mais seguro, o gato se aproxima, pega a comida e vai embora. A todo momento, ele é observado pelo cachorro, que mora na cidade chinesa de Weifang.

As imagens foram divulgadas no TikTok, rede social de compartilhamento de vídeos. A cena, que serve de lição para muitos, gerou comoção na internet. Um internauta lembrou que o cão demonstrou ter “mais humanidade do que as pessoas nesses dias atuais”.

A tutora do cachorro informou às mídias locais que pensou inicialmente que Pudim, como é chamado o cão, estava fazendo uma armadilha para tentar brigar com o gato. Ela se surpreendeu ao perceber que, na verdade, o animal estava sendo solidário e compassivo e que sua intenção era apenas de ajudar o gato faminto.


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Cadela cobre cachorra doente com cobertor e ato solidário emociona tutores

Arquivo Pessoal/Guia Medianeira

Amora, de 4 anos, usou um cobertor para proteger sua companheira Doralice, de 10 anos, do frio que atingia no domingo (24) a cidade de Medianeira, no Paraná. O ato de amor foi registrado pela câmera de monitoramento da casa onde os animais moram (veja o vídeo abaixo).

Ao entrar no canil para medicar Doralice, Claudemir Conti não entendeu o que havia acontecido quando encontrou a cadela coberta. Para descobrir, pediu para sua esposa observar as imagens registradas pela câmera. O que o vídeo revelou surpreendeu o casal.

“Pensando bem, muitas vezes, o ser humano não tem essa sensibilidade, de dar um agasalho e um alento para alguém que está passando frio. Naquele momento o animalzinho viu a situação e quis cobrir a irmãzinha. Essa atitude da Amora foi bem emocionante para a gente”, contou Conti ao G1.

O tutor das cadelas costuma medicar Doralice, que é doente, e depois cobri-la. Ele não imaginava, porém, que Amora pudesse aquecer sua amiga da mesma forma.

“O que me surpreendeu foi o entendimento e sensibilidade por parte dela. Ela viu que a Doralice estava com frio, precisava de ajuda e se prontificou em cobri-la”, disse.

A atitude de Amora está relacionada a um comportamento de proteção, segundo a veterinária Anne Caroline Capponi. Ela explicou que o animal pode ter aprendido a fazer isso ao observar o tutor.

“Eles aprendem muito rápido. Você consegue ensinar o animal a se cobrir, principalmente, o cachorro. No vídeo dá para perceber que ela estava tremendo bastante e o animal percebe que o outro não está bem. Ele faz isso com o instinto de proteção”, explicou.

Foto: Claudemir Conti/Arquivo pessoal

Na casa de Conti e de sua esposa, Franciele Crestani, há quatro cães, todos adotados. “Não tem como explicar, a gente adora cachorro, é um sentimento de amor. Adoramos ter a companhia deles e esperamos poder dar o melhor para eles”, disse o tutor.

Por conta do frio, os cuidados foram redobrados. A câmera, inclusive, foi colocada no canil para que o casal pudesse manter a vigilância sobre os animais para cuidar deles da melhor forma possível.

Além de Amora e Doralice, cachorros em situação de rua também são ajudados pelo casal, que colocou um comedouro e um bebedouro em frente à casa onde moram.

“Coloco ração e os cachorros da rua sempre aparecem para comer. Eles também sentem frio, fome. Eles já tiveram uma história e a gente se sensibiliza”, concluiu.


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Empresa de cosméticos doa 300 mil dólares para a luta pelos direitos animais e ambientais

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

A marca de beleza amigável aos veganos, LUSH Cosmetics, doará cerca de 300 mil dólares para organizações que lutam pelos direitos dos animais, humanos e ambientais em 3 de dezembro – conhecida como “Giving Tuesday” (Terça-feira de Doação), uma contrapartida para “Black Friday”, data símbolo do consumismo.

A marca doará 150 mil dólares próprios a cada 150 mil dólares em venda sobre o preço de compra da sua loção vegana Charity Pot, cujos recursos serão distribuídos para apoiar as organizações parceiras.

Este ano, a LUSH escolheu cinco entidades parceiras que trabalham para combater a crise climática global, incluindo a organização de jovens eleitores The Sunrise Movement, o grupo ambiental Amazon Watch, a organização de plantio de árvores Retreat, a iniciativa de sustentabilidade Aliados e a Climate Action Network Canada – um grupo que trabalha para trazer as mudanças climáticas para a vanguarda da política canadense.

“Na LUSH, acreditamos que é nossa responsabilidade defender continuamente os animais, as pessoas e o planeta e retribuir às organizações localmente e ao redor do mundo”, afirmou a empresa em um comunicado. “Desde o lançamento do nosso programa Charity Pot em 2007, doamos 45 milhões de dólares para mais de 2.800 organizações”.

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Estudo revela que cabras podem identificar as emoções umas das outras com base em seus balidos

Foto: Brian Squibb
Foto: Brian Squibb

Cabras podem ler as emoções de outros membros de seu rebanho por meio de mudanças sutis em suas vocalizações, de acordo com uma nova pesquisa.

Mais ainda, essa compreensão tem um efeito sobre o seu próprio humor – mostrando uma capacidade humana de empatia.

Isso pode melhorar os laços sociais e impulsionar a cooperação, dizem os cientistas.

As descobertas notáveis acrescentam somam-se às demais evidência de que a reputação de estupidez do animal, alegada por algumas pessoas, é extremamente injusta.

Foto: Marianne Mason
Foto: Marianne Mason

O líder do estudo Dr. Alan McElligott, da Universidade de Roehampton, sudoeste de Londres, disse: “Perceber o estado emocional de outro indivíduo através de suas vocalizações e ser afetado por eles tem implicações importantes na forma como cuidamos dos animais domésticos e em particular das espécies como bois, vacas, porcos e cabras”.

As cabras foram as primeiras espécies de animais entre bois vacas e porcos a serem domesticadas, cerca de 10 mil anos atrás. Existem 100 mil cabras só na Grã-Bretanha e um bilhão em todo o mundo, mas sua inteligencia começou a ser descoberta e estudada apenas recentemente.

A frase preconceituosa “tão idiota quanto uma cabra” é usada em muitos países do mundo como um insulto.

Então, o psicólogo experimental Dr. McElligott e seus colegas mediram as mudanças comportamentais e fisiológicas nos animais enquanto escutavam diferentes chamados (balidos) ligados a sentimentos positivos e negativos.

Foto: Alan McElligott
Foto: Alan McElligott

Eles descobriram até mudanças sutis e súbitas no som o que os levou a procurar a origem daquele som – sugerindo que as cabras estavam identificando as emoções de outras cabras.

O estudo publicado na revista Frontiers in Zoology também mostrou que a variação no tempo entre os batimentos cardíacos de cada indivíduo era maior para as chamadas positivas do que negativas.

É a primeira evidência forte de que as cabras podem captar o humor de outros animais do grupo e isso também pode fazê-los felizes ou tristes.

O principal autor do estudo, Luigi Baciadonna, estudante de doutorado na Universidade Queen Mary de Londres, disse: “Apesar de sua importância evolutiva, a comunicação social de emoções em animais não humanos ainda não é compreendida em sua totalidade”.

“Nossos resultados sugerem que animais não humanos não são apenas atenciosos, mas também podem ser sensíveis aos estados emocionais de outros indivíduos”.

Muitos animais sociais vivem sob condições de ambientes onde os indivíduos nem sempre estão em contato visual uns com os outros durante o dia ou a noite.

Portanto, eles poderiam adquirir uma vantagem evolutiva através da discriminação do conteúdo emocional das chamadas de outros de sua espécie.

A co-autora do estudo, Dra. Elodie Briefer, agora na Universidade de Copenhague, disse: “Expressar emoções usando vocalizações e ser capaz de detectar e compartilhar o estado emocional de outro animal pode facilitar a coordenação entre os indivíduos em um grupo e fortalecer social vínculos e coesão do grupo”.

A equipe internacional registrou comunicações (balidos) de cabras que transmitiam emoções positivas ou negativas.

Eles então tocaram um através de um alto-falante para outra cabra, antes de expô-la a uma ligeira variação do mesmo tipo de balido associado à emoção oposta. Isto foi seguido por um chamado final que foi selecionado aleatoriamente.

Os pesquisadores também controlaram outras variáveis frequentemente negligenciadas neste campo de pesquisa, avaliando o estado emocional tanto do emissor quanto do receptor do balido (comunicação).

Além disso, apenas as chamadas de contato entre as cabras eram usadas para que a reação do receptor fosse puramente dependente das emoções codificadas, em vez da função de vocalizações.

Autor Dr. Livio Favaro, da Universidade de Turim, disse: “Estes resultados podem contribuir para a nossa compreensão da evolução da percepção emocional em animais não humanos.”

No ano passado, outro estudo conduzido pelo Dr. Alan McElligott, na época na Universidade de Queen Mary em Londres, descobriu que cabras se dirigiam à humanos com expressões faciais felizes.

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Três razões pelas quais o veganismo é mais próximo das pessoas do que elas acreditam

Foto: Adobe
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Muitas pessoas estão começando a entender que o veganismo, mais do que uma mera escolha alimentar, é uma maneira de pensar e viver.

Aqui estão três razões pelas quais você já pensa como um vegano e não sabe disso:

1. Você ama animais

Você tem grande admiração por animais que conhece pessoalmente: seu gato é mais zen do que você jamais poderia imaginar e o cachorro de seu amigo está sempre atraindo seus carinhos.

Em algum momento de sua vida, você sentiu uma conexão comovente com seu animal de companhia ou cm o animal doméstico de outra pessoa. Uma conexão profunda que é mais facilmente descrita como “amor”, mas que, de certa forma, vai além dessa palavra usada em excesso; é um tipo de amor puro e reverente que não se importa com reciprocidade: incondicional.

Você descobriu que, ao observar animais – selvagens ou domésticos, na vida real ou mesmo através de uma grade ou janela – você está testemunhando uma vida interior complexa.

Quando você vê um vídeo de um humano intervindo para salvar um tubarão encalhado, seu coração se enche de alívio e orgulho na raça humana. Mesmo que no caso seu instinto seria nadar em outra direção se você visse um tubarão nadando ao seu lado.

Foto: Adobe
Foto: Adobe

2. Você se sente frustrado com a falta de ação contra a mudança climática

Você entende perfeitamente que o tempo está passando e nós temos que encontrar soluções rápidas e poderosas para consertar os danos que já causamos como espécie.

Você deseja que seus os seres humanos mostrem um sinal de união coletiva voltada para o cuidado com o planeta, nosso lar compartilhado.

Você não consegue nem imaginar a catástrofe que nos espera se não agirmos todos juntos.

3. Você está exausto por todo o sofrimento do mundo

Evitar ler as notícias porque sabe que o conteúdo delas vai trazer tristeza e preocupação é sinal de que você esta antenado com a situação do mundo.

Você se desespera porque a paz parece tão ilusória no mundo e você sonha com um futuro em que as coisas sejam diferentes.

Você teme em pensar nos animais sendo abusados e mantidos em gaiolas.

Da mesma forma, você fica enojado ao ouvir sobre seus outros companheiros animais humanos que sofrem fome ou abuso.

Em tempos difíceis, você tem empatia consigo mesmo e se sente solitário ou incompreendido.

Você sente todas essas coisas porque a empatia está arraigada em todos nós. Esse sentimento está no coração da experiência humana; quando deixamos de abordar emoções que ela invoca em nós, nos desumanizamos.

Flexibilidade psicológica

“Quando você olha pra si mesmo de um modo compassivo, bondoso e amoroso, a vida se abre e então você consegue se voltar para o significado e propósito da vida e percebe como você é capaz de trazer amor, contribuição, beleza e bondade para a vida dos outros.”

Essas palavras são proferidas pelo professor de psicologia Dr. Steven Hayes em sua palestra no TED de 2016. Como o amor transforma a dor em propósito. Hayes considera a capacidade de se envolver e responder ativamente às emoções dos outros de “flexibilidade psicológica”.

“Basicamente, isso significa permitir que pensamentos e sentimentos apareçam, depois, de forma ponderada, atentar para o que o ajuda a se mover na direção que valoriza”.

Mova-se na direção que você valoriza

Se você já está pensando como um vegano, tente viver como um por um mês ou dois e veja se você desenvolve um relacionamento melhor consigo mesmo.

Pode parecer impossível no começo, mas é fácil quando você já sabe como agir. Você logo descobrirá que há muito mais a ser ganho do que sacrificado.

Se você está procurando orientação, pesquise no Facebook por uma comunidade vegana local. Os veganos adoram compartilhar dicas e quase todos começaram não-veganos, para que eles saibam de onde você está vindo.

Ninguém espera que você faça isso e se transforme de uma vez, e partindo do nada. Mas você aprenderá muito ao longo do caminho, e um dia, muito em breve, olhará para trás e terá orgulho de ter sido corajoso o suficiente para se apropriar de seus valores em um mundo que não o encoraja a fazer isso.

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Jornalismo cultural, Notícias

Projeto de lei quer tornar obrigatório o socorro a animais atropelados no Brasil

Por David Arioch

O argumento de Sabino é que muitos animais, domesticados ou silvestres, poderiam ser salvos se recebessem socorro em tempo hábil (Foto: SunnyS/Fotolia)

De autoria do deputado Celso Sabino (PSDB-BA), o Projeto de Lei 1362/19 quer tornar obrigatório o socorro a animais atropelados. A matéria do PL também prevê alteração no Código de Trânsito Brasileiro, que versa apenas sobre seres humanos enquanto vítimas.

O argumento de Sabino é que muitos animais, domesticados ou silvestres, poderiam ser salvos se recebessem socorro em tempo hábil. Com a aprovação do PL 1362/19, quem atropelar um animal terá de pagar multa, “caso não constitua elemento de crime mais grave”.

O deputado aponta que há casos em que a vítima pode ser um animal silvestre e, temendo pela própria segurança, o condutor resolve não fazer nada. No entanto, ele destaca que é responsabilidade do condutor entrar em contato com autoridades que possam fazer algo a respeito, também evitando mais acidentes no mesmo local.

O projeto de lei elaborado em março deve ser encaminhado em breve para as Comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Constituição e Justiça e de Cidadania.

475 milhões de animais mortos nas estradas brasileiras em 2018

Aproximadamente 475 milhões de animais foram mortos nas estradas brasileiras em 2018. A estimativa do atropelômetro do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE) é de que 15 animais silvestres foram mortos por segundo, chegando a 1,3 milhão de mortes por dia. Os maiores índices de atropelamentos se concentram em rodovias federais de pista simples.

A região Sudeste responde pelo maior número de mortes de animais por atropelamento, seguida pelas regiões Sul, Nordeste e Centro-Oeste. Cerca de 430 milhões de vítimas são animais de pequeno porte. Os de médio porte correspondem a 40 milhões e os de grande porte a cinco milhões, segundo o CBEE.

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Vídeo flagra porco correndo para salvar seu companheiro da morte

Foto: Reprodução/YouTube
Foto: Reprodução/YouTube

Porcos são criaturas notavelmente inteligentes e emocionais capazes de formar laços sociais verdadeiros. Sua capacidade mental é tão avançada que cientistas comparam sua inteligência à de um humano de três anos de idade.

Ainda segundo os cientistas porcos têm a capacidade emocional de sentir empatia, vídeos de porcos confortando-se mutuamente em momentos de angústia, como nas fazendas de criação ou em um caminhão de matadouro, são provas de que os porcos possuem uma capacidade de compreensão e cognição muito mais avançada e complexa do que a maioria das pessoas imagina.

No vídeo acima, é possível observar mais uma prova de que os porcos são, sem sombra de dúvida, inteligentes e empáticos e capazes de criar laços sociais sólidos. A cena perturbadora mostra uma operação em um matadouro, enquanto um porco luta contra o destino de uma morte cruel, outro porco corre para o resgate! Gritando e correndo em direção aos assassinos, ele avança para os assassinos, que pulam e se afastam assustados, claramente o porco está tentando salvar a vida de seu amigo.

Apesar de difícil de assistir, esse vídeo mostra o que acontece com porcos pelo mundo todos os dias, esses seres inteligentes e emocionais, capazes de compreender o ambiente a sua volta são submetidos aos piores sofrimentos. Muitas pessoas insistem em diminuir o valor desses belos animais a nada mais do que um produto, uma mercadoria. Porcos são vidas e como todos os seres que habitam o planeta tem direito a viver.

Ao trazer o assunto à discussão, compartilhar vídeos e disseminar a conscientização coletiva é possível influenciar outros a desenvolver a compaixão e compreender que os animais sao tão dignos de direitos e de amor quanto os seres humanos.

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Ativistas do mundo inteiro realizam jejum em empatia a animais explorados para consumo humano

Em homenagem ao 36º Dia Mundial dos Animais de Criação, ativistas dos direitos animais em todo o mundo estão jejuando hoje.

O objetivo da data é demonstrar compaixão, empatia e solidariedade a animais explorados em fazendas e matadouros em todo o planeta. Ela é uma iniciativa do Movimento dos Direitos Animais de Fazenda (FARM), que trabalha para “acabar com o uso de animais para alimentação através de educação pública e ativismo de base”.

Em solidariedade, ativistas veganos estão realizando jejum para animais de fazenda de criação (Foto: Pixabay)

“Há 160 milhões de animais a cada dia que sofrem com o transporte para uma morte prematura. Esses seres sencientes são negados às necessidades básicas por dias, enquanto sofrem nas sombras”, disse Ally Hinton, diretora de marketing da FARM.

“Os ativistas jejuam em solidariedade neste Dia Mundial dos Animais de Criação com os 70 bilhões de animais de criação que enfrentarão esse destino em 2018”, ela completa.

O Dia Mundial dos Animais de Criação ocorre anualmente, por volta de 2 de outubro, em concordância com o aniversário de Mahatma Gandhi. Ele acreditava que “a grandeza de uma nação e seu progresso moral podem ser julgados pelo modo como seus animais são tratados“.

 

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Atriz Evanna Lynch faz discurso em defesa dos direitos animais em Londres

A atriz vegana Evanna Lynch, conhecida pelo seu papel no filme Harry Potter, fez um breve discurso na Marcha dos Direitos Animais de Londres.

Lynch discutiu as realidades “difíceis de enfrentar” de atividades que abusam e exploram animais para atender demandas humanas.

Ela ainda ofereceu sugestões para a dinâmica do movimento vegano, reforçando que é importante manter a coerência demonstrando compaixão por animais humanos e não-humanos.

“Agora é hora de praticar a extensão do nosso círculo de empatia, mais do que antes, porque é a qualidade mais necessária neste mundo”, ela afirma.

A atriz também defendeu que deve-se construir pontes, e não muros, entre veganos e não-veganos. De acordo com ela, esse seria o caminho para a evolução:

“Eu também gostaria de dizer que devemos estender a empatia para nossos companheiros humanos. Pela nossa indignação com animais oprimidos pela humanidade, é um ato de equilíbrio difícil de atingir, mas é vital em nossa busca pela liberação animal”.

A atriz Evanna Lynch defendeu que devemos ter compaixão e empatia por animais e humanos (Foto: Plant Based News)

Sobre a marcha

A Marcha Oficial dos Direitos Animais reuniu cerca de 10 mil ativistas percorrendo cerca de cinco quilômetros pelas ruas do centro de Londres. O evento visou conscientizar sobre a situação dos animais.

No ponto final da marcha, os participantes tiveram a oportunidade de ouvir discursos apaixonados de defensores de animais.

Entre eles, estavam Ed Winters, mais conhecido como Earthling Ed.

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Nova realidade virtual retrata a vida aos olhos de bezerros nascidos e criados em fazendas de laticínio

Consumidores de laticínios em Saint Paul, no estado de Minnesota, foram recentemente desafiados a dar uma olhada em como é a vida de um bezerro nascido em uma fazenda de gado leiteiro. A People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), organização mundial de defesa dos direitos animais, realizou uma exposição interativa na capital do estado que usou a experiência da realidade virtual para aumentar a conscientização sobre questões de bem-estar animal na indústria de laticínios.

O projeto, intitulado “Eu, Bezerro”, usava imagens filmadas combinadas com animação por computador para contar a história verdadeira de “uma vaca mãe desesperada para proteger seu filhote”.

Reprodução | LiveKindly

Na situação real, a ex-vaca leiteira Clarabelle deveria ser enviada à morte desde que sua produção de leite havia caído; No entanto, horas antes de ser morta, ela foi resgatada por um santuário australiano. Quando Clarabelle chegou ao santuário, descobriu-se que ela estava grávida.

Uma semana antes da data marcada, os voluntários descobriram que Clarabelle tinha dado à luz em segredo e escondido o bezerro recém-nascido em uma seção de grama alta, com medo de que o bebê fosse removido, como é típico na indústria de laticínios.

“Eu, o bezerro” já apareceu em outras cidades americanas contando histórias semelhantes. Uma exposição em Houston permitiu que os participantes experimentassem a verdadeira história de uma vaca que deu à luz gêmeos. A nova mãe levou apenas um bezerro de volta ao fazendeiro e escondeu o outro, sabendo que o fazendeiro a separaria de seus filhos. O segundo bezerro foi escondido no pasto até que o fazendeiro notou que ela reduziu a produção de leite e encontrou o bebê.

Reprodução | LiveKindly

“Todos os dias, milhares de bezerros são arrancados de suas mães para que a indústria de laticínios possa tentar vender aos humanos o leite destinado aos bezerros”, afirmou em comunicado Tracy Reiman, vice-presidente executivo da PETA.

“A experiência de realidade virtual da PETA está abrindo os olhos das pessoas para o coração partido por trás de cada copo de leite, recipiente de iogurte e uma fatia de queijo”, acrescentou.

“Eu, Bezerro” faz parte da turnê nacional da PETA de “Eu, Animal”, experiências de realidade virtual que incluíram histórias como “Eu, Orca” e “Eu, Frango.” Os filmes atraíram muita atenção até agora, com mais de 87.500 visualizações. Falando sobre as experiências de realidade virtual da PETA, um patrono disse: “esta exposição pode ser capaz de ensinar empatia às pessoas”.

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Cão salva a vida de ciclista mantendo-o aquecido enquanto aguardava resgate

O ciclista Martin Ion estava fazendo uma viagem sozinho pelas montanhas Semenic, no oeste da Romênia. Em determinada altura do passeio, ele caiu e deslocou o quadril. Não conseguia se levantar, e começou a ficar com hipotermia enquanto permanecia deitado no chão frio esperando os paramédicos chegarem para ajudá-lo. Foi então que um cão em situação de rua deitou ao seu lado, mantendo-o aquecido.

Reprodução | The Daily Mail

De acordo com Ion, o cão acompanhava a sua bicicleta ao longo da estrada coberta por névoa, e o fez por várias horas até que ultrapassou o rapaz. Mas o animal parou assim que Ion caiu e, ao vê-lo no chão, mesmo sem entender exatamente o que fazia, se deitou ao lado dele e manteve seu corpo aquecido por tempo suficiente para que ele fosse resgatado vivo.

“Eu passei por um buraco na trilha, não vi e fui jogado para fora da bicicleta, sem conseguir me mover. Foi quando ele também parou de correr e sentou ao meu lado”, ele relembra. Era como se o animal precisasse ajudar e proteger aquela pessoa bondosa que o divertira por algum momento, e que parecia em uma situação vulnerável.

Reprodução | The Daily Mail

Assim que o resgate chegou, Ion foi levado às pressas para a seção de ortopedia do Hospital de Emergências do Condado de Timisoara para reparar seus ossos quebrados e deslocados. “Quando chegamos, o cachorro não saiu do seu lado e ficou lá até a ambulância chegar”, disseram os paramédicos em entrevista ao The Daily Mail. Tão cuidadoso foi o animal que fez questão de se certificar de que Ion recebia todo o cuidado necessário, e que sairia do local vivo e acompanhado.

Reprodução | The Daily Mail
Reprodução | The Daily Mail

O cachorro tão cuidadoso e leal chamou a atenção das pessoas que participaram do resgate, e acompanharam tudo nas redes sociais. Tanto é que, posteriormente, ele foi adotado por Ionut Mihai Popovici, funcionário público do Conselho do Condado de Caras Severin. Agora ele não mora mais na rua. Ganhou uma casa e um nome: Max.

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Cães acompanham velório, enterro e vão à missa em Petrópolis, no RJ

Para uns, o cachorro é considerado o melhor amigo do homem, enquanto para outros, apenas um animal doméstico. Em Petrópolis, alguns cães despertam a atenção da população, até mesmo em um momento difícil da vida, como a morte. No Cemitério Municipal, por exemplo, há os que acompanham velórios, enterros e vão à missa todos os dias.

Reprodução | Diário de Petrópolis

De acordo com Antônio Ligeiro, dono de uma das funerárias, os três cachorros comparecem a praticamente todos os velórios.

“Não sabemos o nome deles, mas, o fato é que estão por aqui há anos. As pessoas cuidam, dão alimentação e prezam pelo carinho e cuidado que esses cães demonstram a todos. Por aqui, quando não tem velório, não tem cachorro, pois eles ‘somem’. O mais interessante é que ficam no velório, saem com a família para o sepultamento e depois voltam para ficar com outras famílias”, contou.

Antônio ainda disse que um dos animais começou a ter uma mania, que precisou ser impedida imediatamente. “Quando terminava algum enterro, o cachorro entrava no carro, sentava no banco do carona e queria voltar à funerária no veículo. Ensinamos que isso não era permitido e ele acatou a nossa ordem”, brincou o dono.

Dos três cachorros, dois são identificados como “preto” e outro como “marrom”. Bem idosos e gordos, são exemplos de respeito por onde andam. De acordo com o frei Jorge Paulo Schiavini, da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, os cães vão à missa por quase todos os dias.

“Vim de Duque de Caxias e estou há dois anos em Petrópolis. Para mim foi uma grande surpresa quando cheguei e vi que os cachorros vinham sempre à missa. Há poucos dias, por exemplo, um estava ao meu lado durante a celebração da missa. Acredito que eles tenham certa sensibilidade para perceber cada momento da nossa vida. Para os fiéis, essa cena já era comum, pois as pessoas são simpáticas com isso de forma geral. Fiquei surpreso e feliz”, disse.

Ainda no que se refere ao comportamento dos animais, o fator é positivo em todos os sentidos. Para Daiana de Fátima Barreto, auxiliar de serviços gerais, a presença dos animais nos velórios é algo enigmático.

“É muito interessante, pois eles possuem um amor muito grande. Eles não latem, ficam quietos. Tem um que não saiu em nenhum instante de perto da família durante o velório e o enterro de hoje. Depois, voltou para acompanhar o outro sepultamento”, disse.

Diante dos mais variados relatos, um despertou a atenção e foi constatado pela equipe do Diário.

“Durante o cortejo, se algum motociclista quiser ultrapassar, eles tentam impedir a passagem deles. Os cachorros andam na frente do carro, param, esperam a família e acompanham até o final. Ou seja, demonstram um carinho por pessoas que nem conhecem” concluiu Rodrigo Pereira Peixoto, motorista da floricultura.

Fonte: Diário de Petrópolis

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