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Suzano (SP) passa a oferecer atendimento emergencial gratuito a animais

Exames, cirurgias, internações e outras intervenções serão oferecidas através de duas clínicas veterinárias que firmaram parceria com a prefeitura


A Prefeitura de Suzano (SP), através da Secretaria de Meio Ambiente, passou a oferecer atendimento emergencial gratuito a animais vítimas de acidentes e maus-tratos tutelados por famílias de baixa renda ou mantidos por ONGs, cuidadores e protetores de animais cadastrados na pasta.

Duas clínicas veterinárias parceiras do projeto irão atender os animais. Serão disponibilizados exames, cirurgias, internações e outras intervenções.

Pixabay/Konevi/Imagem Ilustrativa

As famílias de baixa renda precisam comprovar sua condição financeira com o número de identificação social (NIS) e o cadastro único para ter direito ao benefício. As entidades, cuidadores e protetores de animais só terão direito caso estejam credenciados pela secretaria.

O secretário de Meio Ambiente, Edson Gianuzzi, afirmou que o serviço é destinado a casos de emergência, como atropelamentos, envenenamento, espancamento ou qualquer outro tipo de violência.

“Todo o atendimento vai amparar o animal que está em estado de sofrimento, dando suporte para o animal ficar bem”, explicou ao G1 a diretora de Meio Ambiente, Solange Wuo.

Vistorias técnicas são realizadas pela prefeitura para que se verifique o histórico dos protetores de animais. Em caso de ausência de situações de urgência, a pasta disponibiliza visitas dos veterinários para avaliação.

A protetora de animais Edelurdes Bergamini cuida de 30 gatos e 6 cães com o valor de sua aposentadoria. Ela atua na proteção animal de maneira independente há 10 anos. Mensalmente, Edelurdes investe R$ 800 em ração e vê suas despesas aumentarem quando os animais precisam de cuidados médicos.

“Eu estou endividada com o cartão de crédito, principalmente por gastos com veterinário. Nós parcelamos em diversas vezes só para não deixar o animal morrer. Agora, com essa oportunidade de pronto atendimento, ajudará muito quando resgatarmos os animais”, afirmou.

“Eu fico até emocionada, porque eles que me fazem levantar da cama, eles que me motivam, principalmente os que eu preciso socorrer. Eu esqueço de todos os problemas”, completou.

Para requerer o benefício, os interessados que se enquadram nos requisitos determinados pela prefeitura devem procurar o setor de bem-estar animal através do telefone (11) 4745-2055 ou comparecer no Centro Unificado de Serviços (Centrus), localizado na Avenida Paulo Portela, 210, centro de Suzano.


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Cachorrinho passa por cirurgia de emergência após comer 80 cm de fita de enfeite natalino

Foto: PA
Foto: PA

Um cachorrinho da raça pastor alemão foi levado às pressas ao veterinário depois de comer quase um metro de enfeites de Natal. Benji, de oito anos de idade, teve que se submeter a uma cirurgia de grande porte após as radiografias mostrarem cerca de 80 cm da fita de decoração brilhante, conhecida também como ouropel, dentro dele.

Olivia Mullen, de 24 anos, diz que ficou chocada e surpresa que seu cachorro comesse os enfeites de natal, pois segundo ela, o animal não é dado a comer nada estranho dentro de casa. A tutora disse: “É a primeira vez que ele faz algo assim. Ele nem procura sapatos ou brinquedos, então foi uma surpresa total”.

A árvore ainda não estava levantada e ele realmente estava torcendo para ganhar uma caixa para brincar. Eu estava trabalhando e minha mãe me ligou para dizer que ele havia comido os enfeites de Natal.

Olívia, que é assistente de cuidado com animais, disse: “Eu vejo animais mal diariamente no meu trabalho, mas quando se tratou do meu próprio cachorro, eu fique completamente perdida, me senti tão chateada e preocupada ao mesmo tempo, mas sabia que ele estava nas melhores mãos possíveis”.

Foto: PA
Foto: PA

Felizmente, os ferimentos de Benji estão se curando bem e ele está agora em casa. Mas David Owen, veterinário de emergência do hospital Vets Now na cidade de Manchester (Inglaterra), alerta que o ouropel brilhante pode ser “muito atraente para cães e gatos” e qualquer corpo estranho pode ser “extremamente perigoso” se ingerido, ainda mais os pegajosos.

Ele acrescentou: “Na medicina veterinária, chamamos isso de corpo estranho linear. Se o ouropel se ancorar no estômago, ele não pode passar pelo intestino e pode lentamente cortar o tecido como um fio de queijo. Isso pode causar danos graves ao trato intestinal do animal”.

“Se você suspeita que seu cão ou gato tenha engolido enfeites de Natal ou qualquer coisa semelhante, como fita ou linha, não espere que apareçam sinais ou sintomas antes de agir, procure imediatamente um serviço de emergência veterinária”, alerta o especialista.

O hospital veterinário Vets Now afirma que terá um aumento de 70% nos casos desse tipo por volta do Natal e Ano Novo.

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Vídeo sobre o veganismo se torna viral e atinge mais de um milhão de visualizações

Foto: ONG VIVA!
Foto: ONG VIVA!

Um vídeo vegano, que promove a adoção de uma alimentação à base de vegetais para salvar o meio ambiente e o planeta, tornou-se viral.

O vídeo intitulado “Vegan Now” (Vegano Agora), da ONG que atua pelos direitos animais, Viva!, (produzido por Robbie Lockie, da PBN), conquistou até o momento 1.014.046 visualizações desde o seu lançamento no final de setembro.

O vídeo destaca o impacto prejudicial que a criação de animais para consumo está causando no meio ambiente – e como o planeta está alcançando um “ponto sem retorno” em termos de devastação ambiental.

“O tempo está se esgotando”

“Estamos no meio de uma emergência ambiental. Nossas florestas estão queimando, nosso ar está poluído, nossos oceanos estão sendo envenenados, nosso solo degradado e nossa vida selvagem extinta. Nunca antes na história da humanidade vimos uma devastação ecológica chegar a esse ponto. Se não agirmos em breve, não haverá futuro pelo qual lutar”, diz a ONG Viva!.

“A criação de animais está no centro da crise climática. O impacto de comer produtos de origem animal vai muito além da carne que as pessoas comem ou do que se imagina. O ato de comer animais está contribuindo para a sexta extinção em massa do mundo e nos levando a um aumento catastrófico de temperatura de até 5°C até o final deste século”.

“O tempo está acabando. As mudanças climáticas descontroladas e a destruição de habitats se tornaram os desafios mais profundos de nossa era. Ainda temos tempo antes de passarmos ao ‘ponto sem retorno retorno’ se agirmos agora. Tornar-se vegano é a melhor atitude que podemos tomar para reduzir nosso impacto ambiental. Comece sua jornada hoje”. As informações são do Plant Based News.

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Parlamento europeu declara emergência climática e ambiental

Foto: Euronews
Foto: Euronews

O Parlamento Europeu declarou estado de “emergência climática e ambiental” na Europa e no mundo, na esteira da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas ou COP25, que se iniciou segunda-feira, 2 de dezembro, em Madri, na Espanha.

O encontro internacional sobre o clima também fez com que a EU (União Europeia) submetesse sua estratégia de combate à crise climática à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas para alcançar a “neutralidade em relação ao clima” o mais rápido possível – com um prazo até 2050, o mais tardar.

“Posição ambiciosa”

A declaração de emergência climática e ambiental foi aprovada no parlamento com 429 votos a favor, 225 votos contra e 19 abstenções. Já na COP25, o Parlamento Europeu adotou a resolução com 430 votos a favor, 190 votos contra e 34 abstenções.

“O Parlamento Europeu acaba de adotar uma posição ambiciosa em vista da próxima COP 25 em Madri”, disse Pascal Canfin, presidente da Comissão de Meio Ambiente, Saúde Pública e Segurança Alimentar – durante o debate na semana passada.

“Uma mensagem forte”

“Dada a emergência climática e ambiental, é essencial reduzir nossas emissões de gases de efeito estufa em 55% até 2030”.

“Também envia uma mensagem clara e oportuna à Comissão algumas semanas antes da publicação da Comunicação sobre o Acordo Verde”.

Segundo o The Guardian, Pascal Canfin, o deputado que elaborou a resolução de emergência climática, disse: “O fato de a Europa ser o primeiro continente a declarar emergência climática e ambiental, pouco antes da COP25, quando a nova comissão toma posse, e três semanas depois Donald Trump ter confirmado que a retirada dos Estados Unidos do acordo de Paris é uma forte mensagem enviada aos cidadãos e ao resto do mundo”.

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Secretário geral da ONU avisa que a mudança climática se aproxima de um “ponto sem retorno”

Foto: Independent
Foto: Independent

O secretário-geral da ONU alertou que o planeta está próximo de um “ponto sem volta” e classificou os esforços globais para combater as mudanças climáticas de “totalmente inadequados”, enquanto os líderes mundiais se reúnem para uma conferência vital sobre o Acordo de Paris.

Antonio Guterres deu o aviso contundente antes da conferência da ONU sobre mudança climática (COP25), que se iniciou segunda-feira (02) e vai durar duas semanas, em Madri, na Espanha.

Governantes e delegados de quase 200 países tentarão firmar os compromissos assumidos em 2015, estabelecer novas regras internacionais para o comércio de emissões de gases e intermediar sistemas de compensação para os países mais pobres já afetados pelo aquecimento global.

A Aliança dos Pequenos Estados Insulares, representando as nações em maior risco com a subida do mar, vê as negociações como a última chance de evitar uma potencial catástrofe, enquanto a organização Save the Children (Salve as Crianças) adverte que 33 milhões de crianças africanas estão enfrentando a fome como resultado de ciclones e secas mais provável pelas mudanças climáticas.

“O ponto sem retorno das mudanças climáticas não está mais no horizonte”, disse Guterres a repórteres em Madri. “Ele já está à vista e avançando em nossa direção”.

“Observando que o mundo tem conhecimento científico e os meios técnicos para limitar o aquecimento global, o secretário da ONU denunciou a falta de ação dos formuladores de políticas diante de uma “emergência climática global”.

Guterres disse: “Os sinais de esperança estão se multiplicando. A opinião pública está despertando em todos os lugares, os jovens estão mostrando liderança e mobilização notáveis”.

“Mais e mais cidades, instituições financeiras e empresas estão se comprometendo com um caminho de 1,5°C (nível de aumento temperatura que não deve ser ultrapassado), o que ainda falta é vontade política”.

“Vontade política de colocar um preço no carbono. Vontade política de interromper os subsídios aos combustíveis fósseis. Vontade política de parar de construir usinas a carvão a partir de 2020. Vontade política de mudar a tributação da renda para o carbono. Tributando a poluição em vez das pessoas”.

Ele disse que, o fato dos líderes de todos os países, mostrarem “algo menos” que prestação de contas e responsabilidade, além de disposição para se comprometer com metas ambiciosas, “seria uma traição a toda a nossa família humana e a todas as gerações vindouras”.

Mas ele insistiu que sua mensagem era “uma fala de esperança, não de desespero. Nossa guerra contra a natureza deve parar e sabemos que isso é possível”.

Cerca de 70 países – muitos deles entre os mais vulneráveis às mudanças climáticas – se comprometeram a parar de emitir mais gases de efeito estufa até 2050. Mas alguns dos maiores emissores do mundo ainda o fazem.

O chefe da ONU disse esperar que a reunião de Madri leve os governos a almejarem emissões líquidas zero até 2050, antes do prazo para fazê-lo na COP26 em Glasgow no próximo ano.

Na semana passada, a Organização Meteorológica Mundial das Nações Unidas alertou que o nível de gases de efeito estufa havia atingido outra máxima histórica, “sem sinais de desaceleração e muito menos de declínio”.

Quatro anos após o Acordo de Paris, os negociadores ainda devem abordar a questão controversa da criação de um mercado mundial de emissões – um elemento-chave do sexto artigo do acordo de 2015.

“Estamos aqui para encontrar respostas para o artigo seis, não para encontrar desculpas”, disse Guterres.

Embora essas conversas representem a última chance dos países manterem o Acordo de Paris vivo, firmando suas metas para 2050 após um período de carência de cinco anos, a conferência também marca a primeira desde o anúncio de Mike Pompeo de que os EUA recusariam o acordo, como Donald Trump havia ameaçado há muito tempo.

Os EUA serão representados por Marcia Bernicat, a secretária de Estado assistente para assuntos ambientais internacionais, enquanto a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, também liderará uma delegação de legisladores democratas.

Os organizadores esperam cerca de 29 mil visitantes no total, incluindo 50 chefes de estado e de governo para a abertura na segunda-feira (02), além de cientistas, negociadores experientes e ativistas durante a reunião de duas semanas.

As conversações seriam inicialmente organizadas no Chile, mas protestos violentos contra o governo em Santiago fizeram a conferência ser transferida para a Espanha.

Greta Thunberg está atravessando o Atlântico em um catamarã (barco) para participar das negociações e deve chegar em Lisboa na terça-feira (03) de manhã. As informações são do Indepedent.

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Conselho de Veneza é inundado minutos após rejeitar ação de combate à crise do clima

Foto: Andrea Zanoni/Facebook
Foto: Andrea Zanoni/Facebook

Os conselheiros estavam debatendo o orçamento regional para 2020 no Palácio Ferro Fini, em Veneza, Itália, na terça-feira (12), quando a água começou a entrar e subir por volta das 22h (horário italiano).

Andrea Zanoni, vereador do Partido Democrata e vice-presidente da comissão de meio ambiente, foi ao Facebook falar sobre as inundações.

Ele escreveu: “Ironicamente, a sala inundou dois minutos após a Liga Majoritária, os Irmãos da Itália e a Forza Italia terem rejeitado nossas emendas para combater as mudanças climáticas”.

Combate ao aquecimento do clima

Segundo Zanoni, as emendas incluíam “financiamento proposto para fontes renováveis, para colunas elétricas, para a substituição de ônibus a diesel por outras alternativas mais eficientes e menos poluentes e para financiar os pactos dos prefeitos para garantir energia sustentável e combater as mudanças climáticas, além de reduzir o impacto do plástico, etc”.

Ele acrescentou que todas essas emendas estavam sendo propostas porque o presidente regional do Veneto, Luca Zaia, membro do Partido da extrema direita, estava apresentando um orçamento “sem ações concretas para combater as mudanças climáticas”.

“’Uma mentira”

O presidente do Conselho, Roberto Ciambetti, do Partido da Liga, negou essas acusações em comunicado à CNN, dizendo: “Além da propaganda e da leitura enganosa, estamos votando (a favor) um orçamento regional que gastou € 965 milhões nos últimos três anos na luta contra o ar. poluição, poluição atmosférica, que é um fator determinante nas mudanças climáticas.

“Dizer que não fazemos nada é mentira. Somos uma região que após a enchente de 2010 lançou um plano para salvaguardar a segurança hidrogeológica por um custo total de 2,6 bilhões de euros, um valor exorbitante para as finanças regionais”.

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Ônibus batizado de “Arca de Noé” ajuda a salvar mais de 150 animais de incêndios

Foto: Kieron Smedley
Foto: Kieron Smedley

Mais de 150 animais doentes e feridos foram evacuados de um santuário de vida selvagem depois que incêndios atingiram florestas próximas.

O resgate ocorreu no Cooberrie Park Wildlife Sanctuary, em Yeppoon, Queensland, Austrália, no sábado (09) à noite.

O grupo de voluntários e funcionários agruparam coalas, wombats, cangurus, macacos, crocodilos, cobras, lagartos e pássaros em um ônibus para salvá-los das chamas que tomavam conta da região.

“Basicamente, tínhamos um ônibus que se tornou uma verdadeira Arca de Noé”, disse o guarda-florestal Kieron Smedley à ABC News.

Foto: Cooberriepark/Instagram
Foto: Cooberriepark/Instagram

O grupo trabalhou das 21h30 às 2h30, transportando os animais selvagens para um lugar seguro.

Smedley descreveu o horror do fogo que se aproximava como “chamas que pareciam lamber as copas das árvores próximas”.

“Tínhamos brasas brilhantes ao nosso redor. No final da estrada, você podia ver chamas subindo nas árvores, o que foi muito intimidador”.

Os funcionários não foram instruídos a evacuar, mas quando viram as chamas soprando na direção do santuário, eles não podiam arriscar e ficar mais tempo ali.

O ônibus “Arca de Noé” foi projetado para evacuação de animais, mas nunca havia sido usado antes.

Foto: Kieron Smedley
Foto: Kieron Smedley

Durante a caótica e desesperada evacuação, o grupo não conseguiu pegar comida para os animais, mas um heroico habitante local arriscou sua vida para levar leite aos filhotes cangurus.

Karl Jennings e a colega Louise Watson passaram por três bloqueios policiais para levar o leite aos animais.

“Fomos ao primeiro bloqueio policial e explicamos que era uma emergência e dissemos a eles para onde estávamos indo, assim eles nos deixaram passar”, disse Jennings à 9News.

“Então fomos ao segundo bloqueio e eles nos deram uma escolta policial por todo o caminho até o santuário”.

Eles viram casas sendo reduzidas a cinzas enquanto dirigiam.

“A parte mais difícil foi ver a devastação”, disse Jennings.

O casal enfrentou o perigo e conseguiu levar a comida para os animais.

Os animais retornaram ao santuário 48 horas depois. A propriedade havia conseguido evitar maiores danos causados pelo incêndio.

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Leonardo DiCaprio elogia documentário vegano que aborda o impacto do consumo de carne no planeta

Foto: PLant Based News Reprodução
Foto: PLant Based News Reprodução

O aguardado documentário “Eating Our Way to Extinction” (Comendo Nosso Caminho para a Extinção, na tradução livre) estará disponível para exibição após o Ano Novo, de acordo com a equipe de produção.

O filme, que tem como objetivo “expor o verdadeiro custo de comer animais”, enfoca questões relacionadas à compaixão, meio ambiente, saúde e economia. A produção tem apoiadores de destaque, incluindo Leonardo DiCaprio, que descreveu um clipe viral do filme como “o vídeo que as futuras gerações desejam que todos assistam hoje”.

Produzido por Otto e Ludo Brockway, o filme é narrado pela atriz Kate Winslet.

“Quase lá”

“Estamos quase chegando lá”, revelou comunicado da equipe de produção. “Acabamos de concluir nossa primeira rodada de testes de cinema, graças a Curzon Cinemas, Soho House e todas as pessoas que apareceram, tivemos alguns comentários muito positivos e muito necessários”.

“Faremos algumas pequenas mudanças e ajustes nas próximas semanas e, enquanto isso, nosso produtor executivo Magnus Hollo está exibindo o filme para vários distribuidores com o objetico de avaliar o interesse atual no filme em sua forma atual. Tivemos alguns comentários positivos da Universal Pictures feitos com base em uma exibição na semana passada”.

“Se tudo correr como planejado, algum tempo depois do Ano Novo, o filme estará amplamente disponível para assistir. Depois de assistir ao filme em vários cinemas e com todo o feedback de nossas exibições de teste, sentimos que temos um filme poderoso que se tornará uma ótima ferramenta para inspirar e educar milhões de pessoas sobre o impacto que a criação industrial de animais tem em nosso belo planeta”.

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Mais de 100 animais são retirados de santuário para escapar do fogo na Califórnia

Alpacas no Centro de Resgate e Santuário de Animais Isis Oasis Retreat Center
Alpacas no Centro de Resgate e Santuário de Animais Isis Oasis Retreat Center | Foto: Divulgação

Com a ameaça crescente dos incêndios que atingem o estado da Califórnia, Estados Unidos, chamados de “Kincade Fire”, avançando em direção ao condado de Geyserville, o Centro de Resgate e Santuário de Animais Isis Oasis Retreat Center teve que tomar providências urgentes para proteger os animais.

A responsável pelo Centro, Traci Regula, recebeu uma visita das autoridades as 6h30 da manhã de quinta-feira (24): “Hora de sair”, disseram os policiais, de acordo com o San Francisco Chronicle.

Emas | Foto: Centro de Resgate e Santuário de Animais Isis Oasis Retreat Center
Emas | Foto: Centro de Resgate e Santuário de Animais Isis Oasis Retreat Center

Segundo Traci, as mais de 100 emas, alpacas, jaguatiricas, pássaros e outras criaturas podiam sentir vagamente que algo estava acontecendo de incomum. Mas a situação requeria ação imediata e a equipe do Centro entrou em ação.

Nas várias horas seguintes, com a ajuda de mais de uma dúzia de voluntários, ela carregou todos os animais para dentro de trailers e carros e os tirou do perigo – todos os animais, exceto dois: as alpacas Bambi e Capitão Jack.

“O barulho, as sirenes e a comoção eram demais para eles”, disse Regula na quinta-feira. “Eles não nos deixaram pegá-los. Tínhamos que sair com todo mundo, mas sabíamos que voltaríamos por eles”.

Ema no galpão de eventos | Foto: Centro de Resgate e Santuário de Animais Isis Oasis Retreat Center
Ema no galpão de eventos | Foto: Centro de Resgate e Santuário de Animais Isis Oasis Retreat Center

E ela voltou mesmo, assim que retirou o resto dos animais, os colocou em segurança e obteve permissão das autoridades federais e locais para voltar à zona de evacuação. Às 14h sua equipe conduziu as alpacas a um trailer com destino ao galpão de eventos do condado de Sonoma, onde a maioria dos animais foi abrigada. Eles estão a salvo do perigo ao menos por agora.

“Foi uma operação bastante complicada. Eu pessoalmente lutei para que essas emas pudessem ser resgatadas”, disse Traci. “Elas podem ser bem ferozes. As emas avançam e podem derrubar um coiote se atacarem”.

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Prefeitos das maiores cidades do mundo assumem compromisso de reduzir o consumo de carne

Foto: Livekindly
Foto: Livekindly

As autoridades responsáveis por quatorze das maiores cidades do mundo se comprometeram a reduzir a quantidade de carne servida em prédios públicos.

Os signatários da “C40 Good Food Cities Declaration” (Declaração C40 sobre cidades com comida de qualidade) se comprometeram a trabalhar com os cidadãos para alcançar a “Dieta pela Saúde do Planeta”, enfatizando o projeto no consumo de refeições nutritivas, orgânicas e à base de vegetais, e com o mínimo de alimentos processados.

Ao aderir à nova “Dieta pela Saúde do Planeta”, os indivíduos consumirão menos de 300g de carne – aproximadamente o mesmo que dois bifes – por semana.

Cada cidade integrará a nova estratégia ao seu plano de ação de maneira inclusiva, equitativa e acessível. A “Declaração C40 sobre cidades com comida de qualidade” foi assinada em Copenhague, na Dinamarca, na quinta-feira (24), em uma cúpula climática com a participação de mais de 50 prefeitos das maiores cidades do mundo.

Os signatários incluíram Copenhague, Guadalajara, Lima, Barcelona, Los Angeles, Milão, Oslo, Paris, Cidade Quezon, Seul, Estocolmo, Londres, Tóquio e Toronto. Essas 14 cidades servem cerca de 500 milhões de refeições por ano em edifícios públicos como escolas e hospitais.

“A ‘Dieta pela Saúde do Planeta’ poderia salvar 11 milhões de vidas a cada ano se adotada universalmente”, diz o C40 Cities Climate Leadership Group. “Ao mesmo tempo em que reduz drasticamente as emissões e é capaz de alimentar uma população global de 10 bilhões de pessoas”.

Alimentação baseada em vegetais pelo planeta

Os consumidores estão se tornando cada vez mais conscientes das considerações relacionadas à saúde, meio ambiente e ética, que cercam o consumo de carne. Globalmente, muitas pessoas estão adotando dietas flexitárias e comprando alternativas veganas no lugar de produtos de origem animal.

O C40 Cities divulgou uma pesquisa em junho que revelou que os alimentos são uma das maiores fontes de emissões derivadas do consumo nas cidades. O sistema alimentar é responsável por cerca de um quarto de todas as emissões que impulsionam a emergência climática global.

A adoção da “Dieta pela Saúde do Planeta” pode salvar cerca de 11 milhões de vidas a cada ano e reduzir as emissões relacionadas a alimentos em 60%. Segundo a Comissão Eat-Lancet (ONG que trabalha com alimentos, saúde e meio ambiente), a “Dieta pela Saúde do Planeta” também poderia fornecer uma dieta equilibrada para 10 bilhões de pessoas, se adotada universalmente.

A “Declaração C40 sobre cidades com comida de qualidade” refere-se especificamente à importância de promover alimentos à base de vegetais para uma melhor nutrição e sustentabilidade. Pesquisas mostram que reduzir o consumo de produtos de origem animal pode ajudar a mitigar os efeitos da crise climática.

“Sem mudanças substanciais na maneira como produzimos, transportamos, consumimos e descartamos alimentos, as emissões do setor de alimentos devem aumentar em quase 40% até 2050″, alerta C40 Cities.

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Ator Woody Harrelson e cantora Billie Eilish se unem em vídeo sobre as mudanças climáticas

A dupla de celebridades explica de que forma a mudança climática está arruinando muitas vidas no planeta e postando as medidas que as pessoas podem tomar para ajudar a combatê-la


 

Foto: YouTube/Greenpeace
Foto: YouTube/Greenpeace

As celebridades veganas Billie Eilish e Woody Harrelson gravaram um vídeo juntos pedindo aos fãs que façam a sua parte para salvar o planeta.

No vídeo intitulado “Our House Is On Fire” (Nossa casa está em chamas), criado pela organização ambiental Greenpeace, os dois listam algumas maneiras pelas quais as pessoas podem ajudar o meio ambiente.

A mudança inclui a retirada de carne e laticínios da alimentação e a adesão aos protestos contra as mudanças climáticas em todo o mundo.

“Ação imediata”

“Nossa Terra está se aquecendo e nossos oceanos estão subindo de nível. A mudança climática está ameaçando milhões de vidas”, diz Eilish no vídeo, ressaltando que “não podemos permitir” que essa emergência climática “aconteça diante de nossos olhos sem fazer nada”.

“Até 1.000.000 de espécies estão se extinguindo por causa das ações da humanidade e o tempo está acabando”, acrescenta ela.

Harrelson diz: “A história nos mostra que quando um número suficiente de pessoas se levanta e exige mudanças, os que estão no poder não têm escolha a não ser agir”.

‘Vá para as ruas’

A dupla aponta como milhões de pessoas estão saindo às ruas para exigir que os líderes mundiais escutem a ciência e façam algo em relação às mudanças climáticas.

Os artistas então listam algumas das maneiras de “retomar o poder” – que incluem “votar em líderes que se preocupam com o futuro do nosso planeta”, além de se juntar a movimentos ambientais como o Greenpeace ou a iniciativas como a Fridays for Future (Sextas-feiras pelo Futuro), movimento iniciado por Greta Thunberg ano passado.

O movimento começou depois que a estudante e ativista sueca protestou em frente ao parlamento de seu país por três semanas em 2018 para chamar a atenção para a emergência climática. Inspirados por seu exemplo, outros estudantes de todo o mundo começaram a organizar seus próprios protestos.

“E fazendo o que podemos para viver em um estilo de vida mais verde”, acrescenta Eilish. “Como cortar carne e laticínios em sua alimentação e reduzir o uso de plástico”.

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Universidade mais antiga de Portugal proíbe a venda de carne em seus restaurantes

A Universidade de Coimbra, anunciou a medida para reduzir seu impacto ambiental. A instituição ressalta que a pecuária contribui para a crise do clima


 

Foto: Livekindly/Reprodução
Foto: Livekindly/Reprodução

A Universidade de Coimbra, em Portugal, anunciou a proibição da carne bovina, em uma tentativa de reduzir seu impacto ambiental.

A universidade, criada em 1290, anteriormente servia cerca de 20 toneladas de carne bovina em suas 14 cantinas universitárias todos os anos.

A proibição – que entrará em vigor em janeiro de 2020 – faz parte dos esforços da universidade para ser a primeira universidade neutra em carbono em Portugal até 2030.

“Estamos enfrentando uma emergência climática e precisamos impedir essa catástrofe ambiental projetada”, disse o reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, em um discurso.

“Acho que o maior impacto é feito ao conscientizar as pessoas sobre o problema. O mais dramático é que os líderes mundiais não entendem que o futuro do planeta e de nossos jovens, filhos e netos está em jogo e que é muito preocupante não avisar sobre o tamanho do problema, mesmo que sejam pequenos gestos”. Falcão explicou.

O reitor também anunciou uma “política rígida contra o desperdício de alimentos”, que incluirá a introdução de caixas para restos de comida em residências universitárias. A universidade também está descartando canudos de plástico descartáveis em favor dos de papel e introduzindo um programa de plantio de árvores.

O problema com a carne

Além da questão óbvia da crueldade animal, a produção de carne bovina gera quantidades enormes de emissões de gases de efeito estufa, o que contribui muito para as mudanças climáticas. A análise mais abrangente do impacto da pecuária no planeta, concluída por pesquisadores da Universidade de Oxford no ano passado, constatou que mesmo a carne com menor impacto ambiental gera seis vezes mais gases de efeito estufa do que a proteína de origem vegetal.

Até 105 kg de gases de efeito estufa são emitidos para produzir 100 g de carne, segundo o estudo. Para produzir a mesma quantidade de tofu, são gerados menos de 3,5 kg de gases de efeito estufa.

A produção de carne bovina utiliza uma grande quantidade de recursos. O site Environment Calculator Water Calculator observa que a pegada hídrica da carne bovina fica em torno de 1.800 galões por libra. “Em média, a pegada hídrica de um vegano ou vegetariano é cerca de metade da de um comedor de carne”, diz o documento.
A produção de carne bovina também consome 36 vezes mais terra do que a produção de uma proteína à base de vegetais, como ervilhas.

Universidades que proíbem carne bovina

A Universidade de Coimbra não é a primeira a remover a carne bovina de seu campus. A Goldsmiths, da Universidade de Londres, anunciou no mês passado que não ofereceria mais carne em seus restaurantes e cafés por razões ambientais.

“Declarar uma emergência climática não pode ser um termo vazio”, disse Frances Corner, a nova diretora da Goldsmiths, em comunicado. “O crescente apelo global para que as organizações levem a sério suas responsabilidades pela interrupção das mudanças climáticas é impossível de ser ignorado”.

A Universidade de Cambridge, no Reino Unido, não oferece carne bovina ou de cordeiro desde 2016, e os cafés do campus da Universidade de Edimburgo são 40% livres de carne. Seu objetivo é tornar seus cardápios 50% livres de carne no futuro.

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