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Navio com 6 mil vacas afunda em meio a tufão na costa do Japão

Foto: Handout / 10th Regional Coast Guard Headquarters / AFP

Um navio que transportava cerca de 6 mil vacas afundou na costa do Japão em meio a um tufão. Quarenta e três pessoas também estavam na embarcação.

De acordo com o único sobrevivente resgatado até o momento, o motor da embarcação parou de funcionar e uma onda causou um capotamento seguido de naufrágio.

Antes de afundar, o navio “Gulf Livestock 1” emitiu um pedido de socorro na madrugada de quarta-feira (2). No momento do alerta, a embarcação estava a 185 km da ilha japonesa Amami Oshima, no sudoeste do país.

O homem resgatado na noite de quarta-feira é um filipino de 45 anos que trabalhava no cargo de chefe de oficiais e foi salvo pela Guarda Costeira do Japão. Segundo informações da AFP, ele vestiu um colete salva-vidas, chamou seus colegas que estavam a bordo e pulou no mar.

O filipino relatou não ter visto outros tripulantes enquanto aguardava o resgate. E embora um barco inflável tenha sido avistado nas proximidades, a Guarda Costeira não confirmou qualquer relação com o naufrágio.

No navio estavam 39 filipinos, dois neozelandeses e dois australianos, além de 5.800 vacas, que provavelmente morreram afogadas. A viagem tinha como destino um porto na China.

Três embarcações da Guarda Costeira, cinco aviões e mergulhadores estão trabalhando na operação de resgate.


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Navio que naufragou com 5 mil bois vivos deve ser retirado de rio no Pará

Foto: Divulgação

O navio Haidar, que naufragou com 5 mil bois vivos em sua dependência, deve ser retirado do Rio Pará. O anúncio do resgate da embarcação foi feito pela Prefeitura de Barcarena.

O naufrágio ficou marcado pelo sofrimento ao qual os bois, que morreram afogados, foram submetidos e expôs também os riscos da exportação de animais vivos. Confinados em pequenos espaços, animais são transportados aos milhares, em condição de extremo estresse. Cercados pelos próprios excrementos, sem ventilação adequada, muitas vezes agredidos por meio de picanas elétricas usadas para forçá-los a entrar na embarcação, esses animais sofrem por semanas dentro das embarcações. Os que não morrem em acidentes ou durante o percurso, por não suportarem os maus-tratos, perdem suas vidas ao chegar no país de destino.

Na última sexta-feira (12), o resgate do navio Haidar foi confirmado após reunião realizada entre representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e da Prefeitura de Barcarena. O objetivo é iniciar o procedimento em 1º de julho.

Uma empresa foi contratada para realizar o serviço. A única questão que ainda está pendente é a emissão, por parte da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semas), de uma licença ambiental necessária à operação.

Após a empresa contratada pelo DNIT apresentar o plano de controle ambiental para a flutuação do navio, o documento foi analisado pela Semas, que solicitou informações complementares sobre a segurança ambiental do serviço que será prestado.

Foto: Reprodução/TV Liberal

Morte lenta e dolorosa

Os 5 mil bois vivos transportados pelo navio Haidar, vítimas do paladar humano, morreram em 6 de outubro de 2015, quando a embarcação afundou no porto de Vila do Conde, em Barcarena. Impactos ambientais graves, comprovados em laudos, foram causados pelo acidente, que poderia ter sido evitado não fosse a sede por lucro de pecuaristas e o costume de consumir produtos de origem animal.

Muitos dos bois morreram presos à embarcação. A luta pela própria vida não resultou em nada além de desespero para esses animais, que foram condenados a uma morte cruel. Sem conseguir sair do navio, certamente foram expostos não só ao sofrimento físico, pela ingestão de grandes quantidades de água, mas também ao tormento psicológico.

Para combater a crueldade animal, além de proibir as exportações de animais vivos, é necessário que, individualmente, as pessoas mudem seus hábitos, deixando de consumir produtos de origem animal.


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Barco é retiro pela polícia durante investigação sobre baleia mutilada em SC

Foto: Reprodução/ NSC TV

Um barco foi retiro pela Polícia Federal na marina de Itajaí, em Santa Catarina, nesta quarta-feira (27) como parte das investigações sobre o caso da baleia que teve sua cauda mutilada no litoral do estado. O objetivo é descobrir se o animal foi vítima de um acidente ou de um crime ambiental.

Um vídeo divulgado na internet mostra a cauda do animal decepada, amarrada a um barco, e pescadores falando sobre a aproximação da baleia.

Um pescador envolvido no caso foi identificado. O delegado da PF em Itajaí Oscar Biffi explicou ao G1 que o homem e a embarcação são da cidade de Navegantes.

A mutilação é investigada também através de processo administrativo de autoria do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), que tenta localizar a baleia. A capitania dos portos também está colaborando.

Na opinião do oceanógrafo Roberto Wahrlich, que é professor na Univali, em Itajaí, a baleia foi vítima de um acidente. Ao G1, o especialista afirmou que acredita que o animal marinho ficou preso entre os cabos da rede e acabou sendo mutilado.

Foto: Reprodução/ Redes sociais

A mutilação da cauda da baleia, segundo o pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, poderá levá-la à morte por inanição.

De acordo com Wahlich, acidentes do tipo já ocorreram no passado envolvendo barcos pesqueiros – o que revela, sob o ponto de vista abolicionista da ANDA, o quão nociva é a prática da pesca, que além de matar peixes de maneira direta, tira a vida de baleias e também de golfinhos e tartarugas, que frequentemente morrem após ficarem presos em redes de pesca.


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Polícia identifica pescador envolvido no caso de baleia que teve cauda mutilada

Foto: Reprodução/ Redes sociais

Um pescador envolvido no caso da baleia que teve a cauda mutilada em Santa Catarina foi identificado pela Polícia Federal do estado. Um inquérito apura se o animal foi vítima de um acidente ou de um crime ambiental.

O delegado da Polícia Federal em Itajaí, Oscar Biffi, informou ao G1 que o pescador e a embarcação são da cidade de Navegantes. Um vídeo (veja abaixo) mostra a cauda do animal arrancada. Nas imagens, pescadores falam sobre a aproximação da baleia com o barco.

Paralelamente à investigação policial, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) também está apurando o caso, que conta com a colaboração da capitania dos portos.

Na opinião do oceanógrafo Roberto Wahrlich, que é professor na Univali, em Itajaí, a baleia foi vítima de um acidente. Ao G1, o especialista afirmou que acredita que o animal marinho ficou preso entre os cabos da rede e acabou sendo mutilado.

A mutilação da cauda da baleia, segundo o pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, poderá levá-la à morte por inanição.

De acordo com Wahlich, acidentes do tipo já ocorreram no passado envolvendo barcos pesqueiros – o que revela, sob o ponto de vista abolicionista da ANDA, o quão nociva é a prática da pesca, que além de matar peixes de maneira direta, tira a vida de baleias e também de golfinhos e tartarugas, que frequentemente morrem após ficarem presos em redes de pesca.


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Condenados ao sofrimento, 20 mil bois vivos são embarcados em navio no RS

Vinte mil bois vivos estão sendo embarcados em um navio no Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, desde o último sábado (28). A previsão é que o embarque seja finalizado na terça-feira (31). Condenados a intenso sofrimento, os animais serão levados até a Jordânia, em uma viagem longa, exaustiva e cruel.

Bois mantidos no navio NADA, em 2018, com os corpos repletos de fezes e urina (Foto: Magda Regina)

A previsão para o final do embarque foi divulgada pela empresa Sagres Agenciamentos Marítimos, responsável pela operação, em parceria com o Estaleiro Rio Grande.

A superintendência do porto informou que este é o maior embarque de bois vivos da história do Rio Grande do Sul. Nem mesmo a pandemia de Covid-19 que assola o país impediu que esses animais fossem colocados na embarcação para serem transportados.

Os bois serão levados à Jordânia pelo navio Bader III. A embarcação conta com 204 metros de comprimento e 26,5 metros de largura, com capacidade para carregar até 26 mil toneladas.

O tamanho do navio deixa claro que os bois viverão dentro dele momentos de tortura, já que os animais terão que ser transportados amontoados, em espaços reduzidos, para que a embarcação consiga confinar um número tão grande de bois. Nestas viagens, os animais costumam ficar em meio à grande quantidade de fezes e urina, em ambiente insalubre.

A crueldade presente nesse tipo de transporte já foi comprovada por imagens feitas no início de 2018 no navio NADA, atracado no Porto de Santos (SP) com mais de 27 mil bois em suas dependências. Na época, um laudo veterinário, produzido pela médica veterinária Magda Regina, concluiu “que a prática de transporte marítimo de animais por longas distâncias está intrínseca e inerentemente relacionada à causação de crueldade, sofrimento, dor, indignidade e corrupção do bem-estar animal sob diversas formas”. A inspeção foi realizada pela veterinária após determinação da Justiça Federal.


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Cachorro nada por 11 horas em busca de ajuda após barco de tutor afundar

Divulgação

O cãozinho Heidi tem uma incrível história de heroísmo. O cachorro, da raça pastor alemão, veleja tranquilamente com o seu tutor no litoral de Queensland, na Austrália. Tudo ia muito bem, mas algo inesperado aconteceu: a embarcação ficou sem energia e o barco começou a afundar, deixando o cão e seu tutor literalmente à deriva.

Divulgação

O homem, se agarrou onde pode enquanto a embarcação não naufragava completamente, mas Heidi sabia que o socorro não chegaria por conta própria e se pôs a nadar sem parar em busca de ajuda. Ele nadou por cerca de 11 horas até que encontrou um pescador, que rapidamente percebeu que o cachorro estava visivelmente angustiado.

Divulgação

O pescador acionou as autoridades e rapidamente uma operação de resgate foi montada. Barcos, jet skis e helicópteros fizeram extensas rondas até encontrar o homem, que, felizmente, ainda estava vivo. A situação era grave e tinha tudo para dar errado, mas graças a coragem e determinação de Heidi a história teve um final feliz.


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Operação de resgate de ovelhas presas em navio naufragado é encerrada

A associação de proteção animal Arca Animal Rescue Camp Care afirmou que o tombamento do navio “foi um pesadelo” para os animais


A operação montada para resgatar as ovelhas que ficaram presas em um navio que afundou no Mar Negro, na costa da Romênia, foi encerrada no último domingo (1º). Em cinco dias 254 animais foram resgatados.

Reprodução/Facebook/Animals International

O navio naufragou logo após sair do porto de Midia. Não se sabe o que fez a embarcação, que seguiria para a Arábia Saudita, afundar. As informações são da agência de notícias France Presse.

A associação de proteção animal Arca Animal Rescue Camp Care afirmou que o tombamento do navio “foi um pesadelo” para os animais. Na opinião da entidade, se as equipes de resgate tivessem sido mais ágeis, “milhares de ovelhas poderiam ter sido salvas”.

Entidades que defendem os direitos animais alertam frequentemente para as péssimas condições nas quais os animais são mantidos enquanto são exportados para outros países e abordam também os riscos das viagens.


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Sobe para 119 o número de ovelhas resgatadas após navio tombar

Após o navio tombar, milhares de ovelhas morreram afogadas. As sobreviventes estão sendo encontradas em condições deploráveis


O número de ovelhas resgatadas após o tombamento do navio Queen Hind, na Romênia, subiu para 119. A equipe tem feito buracos nas laterais da embarcação e espera conseguir salvar mais animais com vida.

FOUR PAWS/ARCA

A embarcação virou após deixar o porto de Midia, com 14,6 mil ovelhas sendo transportadas. Voluntários da associação Four Paws estiveram no local na quarta-feira (27) e participaram dos resgates. As informações são do portal Notícias ao Minuto.

Os animais estão sendo encontrados em situação deplorável. No entanto, a expectativa, segundo o jornal Daily Mail, é de que existam mais sobreviventes.

Após o navio tombar, milhares de ovelhas morreram afogadas. Dentre as sobreviventes, três foram fotografadas pela Four Paws, que divulgou a imagem nas redes sociais.

“Ainda há animais vivos a bordo. Cada vez que quase desistimos, a perna de uma ovelha subitamente se mexe na nossa frente. Juntos temos conseguido retirar os animais para fora daquele cemitério e para a luz do dia”, disse a ONG.

Logo após o naufrágio, as pessoas que estavam no navio foram retiradas, assim como 32 ovelhas. A embarcação tinha como destino a Arábia Saudita.


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Após navio tombar, 60 ovelhas são resgatadas com vida na Romênia

Ativistas pelos direitos animais afirmaram que as embarcações que transportam ovelhas são “navios da morte”


Após um navio com 14,6 mil ovelhas tombar no domingo (24) na Romênia, equipes de resgate conseguiram retirar 60 animais com vida da embarcação.

Foto: Claboo Media/Reuters

A operação de resgate continua, segundo a agência de notícias romena Agerpress. “Os animais são removidos do navio e transportados à costa, de onde são levados por veterinários e avaliados em tendas aquecidas”, informou.

O navio Queen Hind saiu da costa da Romênia através do porto de Midia e tinha como destino a Arábia Saudita. As causas do tombamento da embarcação ainda não foram apontadas.

Para ativistas pelos direitos animais, as embarcações que transportam ovelhas são “navios da morte” que não só estão sujeitos a tombamentos, como também condenam os animais a suportar temperaturas quentes no verão, fazendo-os sofrer.

O diretor da Animals International, Gabriel Paun, afirmou que a ONG suspeita que “excesso de carga no navio e má distribuição de peso levaram à inclinação decisiva do navio e, finalmente, à emborcação”.

De acordo com a entidade, o motor do Queen Hind quebrou no Mar de Mármara, em dezembro de 2018, deixando a embarcação à deriva por dias. Após esse episódio, transportes de animais vivos foram feitos pelo navio saindo da Romênia com destino à Jordânia, Arábia Saudita, Dubai, nos Emirados Árabes, e Catar.

Foto: Animals International / amateur sources

A Romênia é o terceiro maior criador de ovelhas da União Europeia, ficando atrás apenas do Reino Unido e da Espanha. O país é também um dos principais exportadores. Os animais são transportados principalmente para o Oriente Médio.

Em julho, o então comissário europeu Vytenis Andriukaitis, encarregado da saúde e segurança alimentar, exigiu que Bucareste suspendesse a exportação de 70 mil ovelhas para países do Golfo Persa por motivos de bem-estar animal.

Para que sejam exportados, os animais suportam viagens longas e estressantes, em ambientes superlotados, sem espaço para que possam se locomover e descansar, e muitas vezes em local insalubre, no qual viajam envoltos nos próprios excrementos.


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Navio com mais de 14 mil ovelhas vira e animais ficam presos na embarcação

Não há informações sobre o que fez o navio tombar. O caso será investigado pelas autoridades


O navio Queen Hind, que transportava mais de 14 mil ovelhas, tombou nesta segunda-feira (25) nas proximidades do porto de Midia, na Romênia. A embarcação estava a caminho da Arábia Saudita.

Reprodução/Facebook/Animals International

De acordo com a BBC, as pessoas que estavam na embarcação foram retiradas, mas os animais ficaram presos. Algumas ovelhas se afogaram. Pelo menos 32 delas foram vistas nadando perto do navio e foram resgatadas.

A ONG Animals International passou a acompanhar as ações de resgate dos animais.

Reprodução/Facebook/Animals International

Não se sabe o que motivou o acidente. Autoridades romenas prometem investigar o caso que, segundo entidades como a Animals International e a Acebop, expõe a crueldade da exportação de animais vivos.

“Nossa associação está chocada com este desastre”, comentou Mary Pana, chefe da Acebop, à BBC. “Se não conseguimos proteger animais durante viagens de longa distância, deveríamos banir este tipo de exportação”, completou.

Reprodução/Facebook/Animals International

Navio com bois vira no Brasil

Um navio que transportava cerca de 5 mil bois tombou no Brasil em 2015. De bandeira libanesa, a embarcação Haidar virou no cais do porto de Vila do Conde, em Barcarena, no Pará.

Após o tombamento, muitos animais subiram na lateral da embarcação, que ficou parcialmente submersa. A Capitania dos Portos e o Corpo de Bombeiros se uniram para resgatar os bois sobreviventes.


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Polícia Federal aponta navio grego como suspeito de derramar óleo no Nordeste

O navio Bouboulina tem 276 metros de comprimento e pode transportar até 164 mil toneladas


Uma investigação da Polícia Federal concluiu que o navio mercante Bouboulina é o principal suspeito de derramar óleo no Nordeste. A embarcação, de bandeira grega, pertence à empresa Delta Tankers LTD.

Reprodução

A suspeita acerca do navio consta em uma decisão do juiz federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14ª Vara Federal em Natal.

O magistrado determinou que seja executada uma ação de busca e apreensão na empresa Witt O Brien’s e na Lachmann Agência Marítima, que atuou como agente marítimo da Delta Tankers no Brasil. As duas têm sede na região central da cidade do Rio de Janeiro. As informações são do jornal O Globo.

De acordo com documento da Marinha enviado à Polícia Federal, o navio grego ficou quatro dias detido nos Estados Unidos por “incorreções de procedimentos operacionais no sistema de separação de água e óleo descarga no mar”.

A PF informou que dois mandados de busca estão sendo cumpridos em sedes de representantes e contatos da empresa grega responsável pela embarcação. As ações estão sendo executadas nesta sexta-feira (1) no Rio de Janeiro.

Investigações concluíram que o navio atracou na Venezuela em 15 de julho e que o óleo teria sido derramado pela embarcação a 700 quilômetros da costa brasileira entre os dias 28 e 29 de julho.

Participaram das investigações uma empresa privada do ramo de geointeligência, a Marinha, o Ministério Público Federal, o Ibama, a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Estadual do Ceará (UEC).

A embarcação foi construída em 2006 e o nome dado a ela é uma homenagem a Laskarina Bouboulina, uma heroína da Guerra da Independência Grega. Com 276 metros de comprimento, o navio pode transportar até 164 mil toneladas e seu porto fica na cidade de Pireu, ao lado de Atenas.

De acordo com sites especializados em rotas navais, a embarcação atracou na Cidade do Cabo, na África do Sul, vindo do Norte, e agora segue rumo ao Sul, em direção ao Cabo da Boa Esperança.


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Vídeo flagra grupo de mais de 100 golfinhos nadando junto a barco

Um grupo imenso de golfinhos foi filmado nadando em conjunto ao longo da costa da Califórnia no domingo, emocionando os espectadores que tiveram a sorte de testemunhar a rara visão, com suas acrobacias e mergulhos.

Chuck Patterson e seus amigos pegaram o barco para sair para uma sessão de hydrofoil surf quando os golfinhos apareceram nas águas perto de Laguna Beach. O grupo começou a seguir o barco e cercou a embarcação. Os golfinhos nadaram ao lado do barco e saltavam para fora da água enquanto corriam ao lado do barco.

“Absolutamente incrível testemunhar este enorme grupo de jovens golfinhos nadando pela costa de Laguna Beach hoje”, escreveu Patterson no Facebook. “As maravilhas surpreendentes da Mãe Natureza nunca decepcionam.”

Patterson disse à Reuters que provavelmente havia mais de 100 golfinhos que nadaram junto ao barco pela costa oceânica.

“Eles pareciam super felizes, você realmente podia sentir a energia”, Patterson disse ao se referir aos golfinhos.

Embora incomuns, os observadores de baleias relataram alguns avistamentos de mega grupos de golfinhos, informou o Orange County Register.

“O sul da Califórnia tem a maior densidade de golfinhos por milhas quadradas que em qualquer outro lugar da Terra”, de acordo com o grupo de observação de golfinhos e baleias Capt. Dave’s Dolphin and Whale Watching, em Dana Point.

O site da organização diz que a área abriga quase 450 mil golfinhos comuns, com mega grupos que chegam a 10 mil golfinhos cada.

No Brasil

Imagens feitas por pesquisadores do Laboratório de Mamíferos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) na última sexta-feira (12) mostram mais de 500 golfinhos pintados do Atlântico nadando na orla da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

De acordo com o professor José Lailson, essa espécie de golfinho é comum no mar da cidade, mas os pesquisadores nunca tinham visto um grupo tão grande nadando junto.

Foto: Reprodução/ TV Globo
Foto: Reprodução/ TV Globo

Os animais acompanharam o barco dos pesquisadores e, durante o passeio, ainda encontraram uma baleia Jubarte e brincaram com ela em alto mar.

Ainda segundo o professor, a baleia tem cerca de três anos de idade e mede 11 metros. A espécie costuma passar pelo litoral fluminense nessa época do ano rumo ao Nordeste, onde vai se reproduzir. Apenas na sexta, os pesquisadores encontraram dez baleias.

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