Lobo
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Lobos são baleados e eletrocutados para terem as peles vendidas em zoo

Por US$ 20, os visitantes podem acariciar filhotes de lobos, mas, depois que esses bebês envelhecem, eles desaparecem misteriosamente, ou seja, são baleados, eletrocutados e esfolados.

Lobo
Foto: Pexels

Suas peles são vendidas na loja de presentes do zoo, juntamente com peles de lince, coiotes e raposas, enquanto outras peles são comercializadas diretamente a taxidermistas e outros indivíduos.

Os pesquisadores descobriram que os lobos explorados no local não possuem mais do que cinco anos, apesar de os animais viverem até os 17 anos em cativeiro.  O zoo atua no mercado desde 2007.

Além disso, a Fur-Ever Wild é negligente com os animais. Investigações descobriram inúmeros animais com infecções e ferimentos não tratados, água potável verde, abrigo inapropriado e nutrição inadequada (os animais são alimentados com cachorros-quentes). Eles também exibem sintomas de zoochosis, andando repetidamente em jaulas estreitas.

Segundo o One Green Planet, os lobos cinzentos são considerados uma espécie ameaçada e são protegidos pela Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção e o Animal Legal Defence Fund apresentou uma ação judicial contra o zoo devido às suas violações da lei.

Ainda existe um caminho a percorrer antes que Fur-Ever Wild feche oficialmente e uma petição no Care2 foi criada para protestar contra o estabelecimento.

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Filhote é pego pelo rabo
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Filhotes de raposas são eletrocutados em fazendas de pele

Mais de 110 milhões de animais são assassinados em fazendas de pele todos os anos segundo o Animal Defenders International (ADI), uma organização  de proteção animal.

Filhote de raposa em fazenda de pele
Foto; ADI

A ADI colocou câmeras escondidas em uma fazenda de pele polonesa para expor a brutalidade da indústria. O filme “A Lifetime” acompanha a vida de uma família de raposas, especialmente de três filhotes chamados Borys, Eryk e Aleska. Ao longo do vídeo, os bebês são mantidos em uma pequena jaula de arame até o dia de seus assassinatos.

As cenas mostram os filhotes sendo amamentados pela mãe e Aleska dando seus primeiros passos. Após algumas semanas, a mãe é retirada do local e os filhotes em fase de crescimento exploram seu pequeno mundo e brincam juntos. Conforme seus pelos se tornam brancos  e espesso para protegê-los durante o inverno, seus dias de vida estão contados.

Filhote é pego pelo rabo
Foto; ADI

Com menos de sete meses, Borys e Eryk são arrastados da jaula pelos rabos, pendurados de cabeça para baixo e eletrocutados. Aleska testemunha a morte de seus irmãos apavorados. Ela será forçada a ter bebês no ano seguinte para que eles sejam mortos pela indústria de pele.

A atriz Joanna Lumley, que apoia a campanha, disse: “Se sinta confortável com a sua própria pele e não com um animal pobre e indefeso enjaulado e morto para fornecê-la. Diga não à pele e sim à ajuda dessas vítimas da moda. Ajude a ADI a acabar com esse comércio brutal”.

Raposas esfoladas pela indústria de pele
Raposas esfoladas pela indústria de pele/ Foto; ADI

De acordo com o Daily Mail, os dados comerciais do Reino Unido revelam que produtos de peles avaliados em quase US$ 4,5 milhões foram importados da Polônia para o país em 2016.

As exportações da Europa representam mais de 994 milhões de euros, sendo que a Itália, a Grécia, a França, a Alemanha e o Reino Unido têm o maior valor de exportação.

Apesar da proibição dessas fazendas, o Reino Unido é um dos maiores exportadores de peles na Europa e envia vestuários de mais de 25 milhões de libras esterlinas todos os anos. O país importou mais de £ 4,5 milhões de peles e vestimentos da China em 2016.

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Elefante em apresentação de circo
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Eletrocutados e desnutridos: os horrores suportados por elefantes e jacarés explorados em circo

O ex-funcionário detalhou diversas situações mostrando o sofrimento dos animais explorados pelo local e que, frequentemente, não são vistos pelo público.

Elefante em apresentação de circo
Foto: Reprodução/Youtube, PETA

Eletrocutados, com sangramentos e deixados em um caminhão durante dias

Ele disse que o adestrador do Carson & Barnes Circus (fornecedor de elefantes para o Garden) Habib Omar puxava os elefantes Libby e Bunny com uma ferramenta afiada chamada bullhook ou os eletrocutava antes de eles subirem ao palco. O informante percebeu que os choques elétricos foram usados porque o abuso não causaria derramamentos de sangue, que seriam vistos antes de um show.

Ele descreveu elefantes regularmente sangrando atrás das orelhas durante a turnê do show de 2016. No mesmo ano, o informante disse que uma das elefantas exibidas pelo adestrador Anthony Frisco de Carson & Barnes ficou extremamente doente e deprimida.

De acordo com ele, ela se deitou por longos períodos sem se levantar enquanto outro elefante a observava, emitindo vocalizações e acariciando-a com a tromba. Embora a elefanta tenha ficado doente por dias, nenhum veterinário a examinou.

Quando o circo viajou com o expositor de elefantes Brian Franzen, foi usado apenas um elefante asiático chamado Okha, embora houvesse três elefantes no total. Foi informado que Franzen deixou os outros dois no caminhão durante longos períodos, às vezes por até quatro ou cinco dias por vez. Depois de dias de confinamento, eles saíam do caminhão cobertos por fezes. Okha foi trancado em um caminhão durante 20 a 21 horas diariamente.

Camelos gritando e truques estúpidos

Durante um incidente que ocorreu após uma apresentação de 2016 em Palm Beach, na Flórida, o ex-integrante do circo testemunhou o adestrador Hoosier Camel Encounter, Evan Wall, espancando e chutando um camelo chamado Cash. A agressão continuou por um período entre 10 e 15 minutos, mas ninguém tentou impedir o abuso. O camelo emitiu um som tão alto devido aos golpes que seus gritos podiam ser ouvidos no palco.

Muro chicoteava os pés dos camelos – às vezes até sangrarem – para fazer os animais correrem mais rapidamente ao entrarem no ringue. O ex-funcionário descreveu as instruções do gerente do circo Zack Garden sobre como lidar com camelos como realmente violentas, mas disse que o circo ignorava o sofrimento dos animais.

No início deste ano, a PETA enviou um vídeo (publicado pela Animal Defenders International) ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de uma llama chamada Poncho tropeçando e caindo de costas após não conseguir pular nas costas de um camelo.

Os ativistas descobriram que a llama caía quase todos os dias. Eventualmente, ela parou de tentar fazer o truque sem sentido. Simultaneamente ao envio do vídeo para o USDA, o expositor foi intimado depois que um treinador repetidamente chicoteou a llama no palco quando ela se recusou a realizar um truque e cuspiu ele de tanto estresse.

No início deste ano, o circo viajou com um bebê búfalo chamado Tatonka, que sempre foi mantido em um caminhão, exceto quando ele era obrigado a se apresentar por alguns minutos.

Os treinadores arrastavam o bebê aterrorizado para o local de exibição com uma corda presa a uma argola colocada no seu septo. Assim, qualquer pressão sobre a corda provocaria dor. O informante notou que o búfalo era muito vocal quando estava preso dentro do veículo e enquanto era arrastado pelo nariz.

Segundo ele, quando Tatonka se recusou a andar, o adestrador gritou e utilizou todo o peso do corpo para puxar a corda presa no nariz do animal. Quando o búfalo finalmente entrou no ringue, ele ficou apavorado e começou a correr em círculos. Eventualmente, Tatonka e Poncho foram enviados para um zoológico itinerante, onde permanecerão aprisionados e serão privados de qualquer coisa que se assemelhe a uma vida natural.

Jacarés famintos e mortos

Com a crueldade do Garden Bros. Circus, não é nenhuma surpresa que o circo incentive encontros com animais selvagens. De acordo com a fonte da PETA, alguns trabalhadores foram autorizados a usar jacarés e cobras para vender fotografias com os animais visando apenas ao lucro.

A fonte relatou que, em 2016, o circo geralmente tinha dois ou três jacarés para explorar em fotos e os mantinha nos bastidores em uma caixa de plástico sem água e com a boca selada. Ele foi informado que a comida para esses animais era limitada para evitar que eles ficassem muito grandes.

Os animais morreram depois de somente duas semanas, mas novos jacarés foram enviados ao circo. O ex-funcionário observou que o Garden Bros também permitia que a equipe oferecesse encontros com cobras que geralmente eram compradas em circunstâncias obscuras de locais como o Craigslist.

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Camundongos torturados em testes
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Camundongos são eletrocutados e mortos em universidade

O experimentador queria observar os efeitos do azeite sobre as habilidades de memória e aprendizado dos animais.

Camundongos torturados em testes
Foto: PETA

Então ele os dividiu em dois grupos: um que recebeu uma alimentação com azeite virgem extra e o outro que foi alimentado sem o óleo. Todos os camundongos foram submetidos à mesma tortura.

Os camundongos vulneráveis foram colocados em novos ambientes com pisos eletrificados e eletrocutados repetidamente.

Em outros experimentos, os animais, que não gostam de nadar, foram jogados na água e obrigados a nadar até encontrarem uma plataforma elevada para conseguir algum alívio da situação extremamente angustiante.

Em seguida, eles foram assassinados e seus cérebros examinados.

Toda a brutalidade ocorreu apenas para comprovar o que a pesquisa em seres humanos mostrou há anos: que o azeite é ótimo para o cérebro.

Até mesmo o explorador do estudo admitiu que as pessoas que possuem  uma dieta mediterrânea, que é rica em azeite, apresentam menor risco de desenvolver demência. Com essa alimentação, deficiências cognitivas leves também possuem menos chances de progredir para doenças neurodegenerativas mais graves.

Novamente, os camundongos provaram ser pobres substitutos para os seres humanos com Alzheimer.

A taxa de falha clínica para novas drogas para tratar a enfermidade é de 99,6%. Em uma década de experiências, não houve novas descobertas que possam retardar a progressão da doença, reportou a PETA.

Acredita-se que a principal razão para este fracasso é a insistência dos cientistas em explorar camundongos como “modelos”. A  maioria das drogas que funciona em camundongos simplesmente não têm o mesmo resultado em seres humanos.

Nenhum animal deveria ter que suportar uma vida de tortura em laboratórios estéreis. Persistir no uso de seres inocentes quando há cada vez mais métodos livres de crueldade e com uma eficácia maior mostra a covardia e o retrocesso da ciência.

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Investigação expõe a tortura suportada por porcos eletrocutados em matadouro

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: L214

Imagens perturbadoras capturadas pela organização francesa L214 em uma nova investigação expõem a brutalidade da indústria da carne.

As cenas divulgadas pela imprensa país mostram funcionários de um matadouro no departamento de Yvelines, perto de Paris.

Os funcionários podem ser vistos chutando e espancando violentamente os porcos, bem como usando hastes elétricas para obrigá-los a subir a rampa rumo ao dispositivo de gás.

Foto: L214

A L214 publicou um comunicado anunciando que prestou queixas e está processando o estabelecimento por maus-tratos de animais no tribunal de Versalhes.

O grupo denuncia os atos de crueldade que foram capturados no matadouro: “Há mais porcos no matadouro do que a capacidade do local e os animais ficam apertados sem sequer ser capazes de deitar e dormir. A agressão e os gritos ecoam pelo edifício ininterruptamente”, diz.

Vincent Harang, diretor do matadouro, alegou querer dar o exemplo ao público instalando câmeras em torno das possíveis zonas violentas no matadouro. Jornalistas de um programa de televisão perguntaram-lhe sobre sua reação à filmagem e ele alegou que estava surpreso:

“É chocante. Há sofrimento real. Se eu tivesse visto isso, as coisas não teriam sido assim. O homem tem dificuldade em fazer o seu trabalho e o problema é a sua raiva – ele não está mais no seu estado normal”, declarou.

“As imagens foram vistas pelo diretor do matadouro, que já não pode ignorar as práticas manipuladoras utilizadas nos porcos em seu estabelecimento”, afirmou a L214.

Foto: L214

A organização também informou que o matadouro já havia sido inspecionado em abril de 2016. A direção do Departamento para Proteção das Populações da Região havia sinalizado “alguns gestos inadequados” feitos pelos funcionários.

“A maioria dos atos cruéis revelados nesta nova investigação tinha sido vista e reconhecida por veterinários encomendados pelo Estado durante a última inspeção, mas nada foi feito sobre isso. […] Enquanto os vídeos estiverem escondidos do público, não podemos esperar um controle eficiente “, concluiu a L214.

A L214 criou um site dedicado inteiramente a esta nova investigação. Eles estão convocando candidatos à presidência nas eleições francesas, que acontecerão em maio deste ano, para autorizar o acesso à vigilância por vídeos dentro dos matadouros, segundo o Holidog Times.

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Bezerros são eletrocutados em rodeios na Nova Zelândia

Por Filype Ruiz/ Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Supplied

O Ministério das Indústrias Primárias iniciou investigações após descobrir filmagens de bezerros sendo eletrocutados no norte da Nova Zelândia.

Lynn Charlton, da Anti-Rodeo Action (Ação Anti-Rodeio), capturou as cenas de crueldade recentemente. Chris Rodwell, chefe de ministério da Animal Welfare Compliance, diz que não pode comentar sobre a filmagem devido à investigação.

Marty Deans, presidente da associação Rodeo Cowboys da Nova Zelândia, negou que houve qualquer uso de choque em bezerros. De acordo com Martyn, o homem que aparece na filmagem próximo a um bezerro não teria de fato usado o aparelho de choque.

Porém, outra filmagem mostra cenas de um bezerro sendo violentamente laçado durante uma competição, outro bezerro ferido depois de uma montaria, um cavalo sendo puxado pela crina para parar de pular e uma vaca se rastejando enquanto tentava fugir.

Junto às organizações do bem-estar animal SAFE e SPCA, Charlton está usando as imagens em esforços para banir os rodeios na Nova Zelândia.

Em 2016, alegando que o código de conduta do rodeio era suficiente, o Ministério das Indústrias Primárias e o Comitê de Consulta do Bem-Estar Animal rejeitaram uma petição com 60 mil assinaturas pedindo o fim da prática bárbara.

Mas Charlton discorda: “Em várias cenas eu pensava que o animal ia morrer, por conta da forma que ele caia ou se deitava. Não há dúvidas que isso é uma brecha na lei do bem-estar animal, que declara que animais não devem ser submetidos à dor desnecessária ou aflição sem motivo. Qualquer pessoa com bom senso consegue ver que eles passam por isso apenas por entretenimento”, disse.

Arnja Dale, da SPCA, destaca que a prática de laçar bezerros devia ser banida, assim como o próprio rodeio. A filmagem foi mostrada para mais de 20 pessoas e apenas duas delas se mostraram contrárias à proibição.

“Não é preciso ser um especialista para saber que esses animais não estão em situações agradáveis e isso não é certo. Se não fazemos isso com cães e gatos, por que fazer com esses animais?”, questionou uma das pessoas.

Com a petição rejeitada pelo governo, a SAFE está pedindo às pessoas que boicotem os patrocinadores de rodeios.

A agência de turismo House of Travel obrigou uma de suas lojas a parar de patrocinar um rodeio, alegando preocupações éticas, considerando que rodeio não se encaixa nos valores da rede.

Ao ser questionado se a realização de rodeios faz parte de seus valores éticos, Keith Neiderer, gerente da LJ Hooker e patrocinador atual, declarou que “a empresa tem coisas mais importantes para se preocupar”.

A temporada de rodeios termina em 25 de março. Ainda há 15 deles para acontecer até lá, segundo a Radio NZ.

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Tragédia: milhares de cães são eletrocutados e incendiados em mercado de carne na Coreia do Sul

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Mirror
Reprodução/Mirror

Os rostos aterrorizados de dezenas de cachorros olham, atrás das barras de ferro, percebendo a tragédia que está prestes a acontecer com eles.

Destinados para o matadouro, a parada final destes animais é um mercado clandestino frio, úmido e esquálido chamado Gupo em Busan, sul da Coreia do Sul. Nesse lugar terrível, em uma pequena cidade do país, milhares de cães são massacrados por sua carne a cada ano.

Apesar de a geração mais jovem tentar convencer suas famílias a deixar de comer a carne de cachorro, esta prática obscura ocorre no mercado subterrâneo. Imagens secretas mostram cães desesperados amontoados em gaiolas com até 20 animais.

Reprodução/Mirror
Reprodução/Mirror

Alguns claramente possuem coleiras, um sinal infalível de que os comerciantes implacáveis roubaram um animal muito amado de uma família. Cães de diferentes raças, formas e tamanhos ficam enrolados e angustiados, famintos e desidratados durante os seus dias finais após serem transportados de uma fazenda para serem assassinados.

Em outra filmagem secreta, um filhote de cachorro, com não mais do que um ano, pode ser visto na laje de um carniceiro após ser eletrocutado e ter seus pelos arrancados com um maçarico antes de ser esfolado para a “preparação”.

Em um freezer aberto, as moscas alimentam-se das carcaças de cães sem raça definida, desmembrados em cortes e oferecidos aos clientes.

Os primeiros cortes da carne de cachorro custam até £ 200 e os outros pedaços são usados para fazer uma sopa disponível por apenas £ 5. Os compradores podem até comprar a cabeça e cada pedaço do cão ao solicitar um dos animais vivos.

Reprodução/Mirror
Reprodução/Mirror

O animal assustado e desesperado é então levado brutalmente para fora da gaiola e tirado de vista antes de ter uma vara de metal colocada atrás de sua cabeça e ser morto eletrocutado.

Às vezes, minutos se passam até os cães morrerem e há relatos de ativistas de que alguns açougueiros esmagam seus crânios com um martelo para finalmente matá-los.

“O que o Daily Mirror capturou mostra claramente cães assustados espreitando por detrás das barras de sua gaiola enquanto veem os restos mortais de seus companheiros”, disse Wendy Higgins, da Humane Society International.

“Esses cães sofrem o trauma de ver outros mortos em sua frente ou de ouvir os gemidos daqueles que são eletrocutados nos bastidores. Esse é um lembrete de que cada cão em cada fazenda na Coreia do Sul está destinado a acabar em um mercado ou matadouro como este”, completou ela, segundo o Mirror.

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Animais morrem eletrocutados em área de mata de Maceió (AL)

Animais de várias espécies estão morrendo em uma área de mata no bairro Chã da Jaqueira, em Maceió (AL), segundo denúncia ao portal Gazetaweb, no inicio desta semana. Ademir Moreira da Silva, morador da região, explicou que uma fiação exposta vem causando a morte de macacos, preguiças, saguis e morcegos, que não encontram barreiras para chegar ao poste.

Foto: Conexão Penedo
Foto: Conexão Penedo

De acordo com Ademir, a cena vem se repetindo desde o carnaval. Várias espécies acabam presas na rede de energia e a comunidade fica receosa em retirar os animais do poste. “Somente quando eles caem, a população dá um destino, mas ninguém da Secretaria do Meio Ambiente chega aqui para verificar a cena triste. Fui lá e pediram para eu entrar em contato com a Eletrobras, mas preferi falar com a imprensa”, disse o morador.

Ao todo, macacos, preguiças, saguis e morcegos são as vítimas da fiação. “É terrível ver a morte dos animais, inclusive em meio ao lixo que toma conta do local, bem perto da Secretaria do Meio Ambiente. Alguém tem que tomar uma providência”, alertou Ademir, emocionado.

Foto: Conexão Penedo
Foto: Conexão Penedo

Fonte: Conexão Penedo

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Bichos-preguiça morrem ao tomar choque em rede elétrica de Maceió (AL)

Os bichos-preguiça usam a rede elétrica como galhos de árvores. (Foto: Carolina Sanches/ G1)
Os bichos-preguiça usam a rede elétrica como galhos de árvores. (Foto: Carolina Sanches/ G1)

Moradores do bairro do Bebedouro, parte baixa de Maceió (AL), encontraram, nesta terça-feira (12), dois bichos-preguiça eletrocutados na fiação da Rua Marquês de Abrantes. O bairro é margeado pela Lagoa Mundaú e fica perto do Parque Municipal onde há extensa área verde.

Moradores dizem que sempre encontram animais eletrocutados na rede elétrica. (Foto: Carolina Sanches/ G1)
Moradores dizem que sempre encontram animais eletrocutados na rede elétrica. (Foto: Carolina Sanches/ G1)

O morador do bairro Jesse Rodrigues da Silva disse que funcionários do parque municipal estiveram no local, mas não puderam retirar os animais mortos porque eles estão grudados ao fio de alta tensão. “Disseram que os bichos-preguiça só seriam retirados se viesse alguém da Eletrobras”, afirma.

Edson Soua da Silva, que também mora no bairro, diz que é comum encontrar animais presos nos fios. “Isso não acontece só com as preguiças, muitos saguis e outros animas também morrem assim”, diz.

A Eletrobras informa, por meio da assessoria de comunicação, que uma equipe já foi enviada ao local para retirar os animais. A empresa alerta ainda que ninguém deve tentar resgatar bichos-preguiça ou saguis da rede elétrica porque é muito perigoso e orienta que a população, quando houver casos semelhantes, ligue no número 0800-082-0196.

Fonte: G1

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Projeto previne que mamíferos silvestres sejam eletrocutados

(da Redação)

Bugio resgatado pelo Santuário Rancho dos Gnomos após ter sofrido choque elétrico (Foto: Divulgação)

Com objetivo de proteger os mamíferos silvestres, que frequentemente são mutilados ou mortos devido aos choques com fios de alta tensão, o deputado Feliciano Filho protocolou um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). A proposta, apresentada nesta terça-feira, 28 de junho, obriga as concessionárias de energia elétrica a inserirem cones, ou dispositivos similares, nos postes de fiação instalados nas margens de zonas rurais, áreas florestadas, unidades de conservação, reservas legais, fragmentos florestais e áreas de preservação permanente. A iniciativa dispõe também sobre a criação de corredores ecológicos em áreas de trânsito de mamíferos silvestres previamente determinadas pela Secretaria do Meio Ambiente.

Se a proposta se tornar Lei, as concessionárias terão o prazo de até dois anos para se adequarem às normativas. O descumprimento implicará na aplicação de multas de aproximadamente R$ 6.980 por poste não adaptado. Este valor poderá ser dobrado em caso de reincidência e será revertido às entidades de proteção dos animais estabelecidas no local da infração ocorrida. Caso não haja nenhuma entidade desta natureza no município, a verba será destinada às instituições congêneres mais próximas.

O projeto de lei será encaminhado às comissões de análise da ALESP, antes de ser incluído na ordem do dia para votação.

Para conferir mais informações sobre casos de animais que foram vítimas de choques elétricos, acesse aqui.

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Dois cavalos morrem eletrocutados na Grã-Bretanha

Dois cavalos que iam participar em uma corrida em Newbury, sul da Grã-Bretanha, morreram no momento em que os jóqueis iam montá-los e as autoridades desconfiam que eles tenham morrido devido a um choque elétrico.

Fenix Two e Marching Song se encontravam no gramado quando, de repente, caíram mortos no chão. Outros cavalos sentiram o choque, mas conseguiram sobreviver.

“Ele tombou no chão. Deu a impressão de que foi eletrocutado”, contou o treinador de Marching Song, Andy Turnell.

Alguns jóqueis e trenadores afirmaram ter sentido uma espécie de choque ao pisar no gramado, mas o fato aparentemente os animais não apresentaram sinais de queimadura.

As autoridades, incapazes de oferecer uma explicação para o incidente, abriram uma investigação.

Fonte: AFP

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Mais de 500 coelhos são resgatados de residência no Canadá

Por Raquel Soldera (da Redação)

Uma família de Edmonton, no Canadá, é acusada de maus-tratos a animais depois que mais de 500 coelhos foram resgatados de sua casa.

De acordo com a porta-voz da Humane Society de Edmonton, Shawna Randolph, os coelhos foram resgatados da residência, em meio a uma completa sujeira, com montes de fezes e urina. Os coelhos mastigavam fios elétricos, correndo o risco de morrerem eletrocutados, e viviam em dutos de ar e armários de despensa.



Residência onde mais de 500 coelhos foram resgatados (Foto: Calgary Sun)



Segundo vizinhos, a casa era ocupada por uma mulher, sua filha, e seu neto. Todos viviam reclusos, sem muito contato com a vizinhança.

Os vizinhos também afirmaram que esta é a segunda vez que coelhos são resgatados da residência. Há três anos, cerca de 200 animais já haviam sido resgatados.

A data do julgamento da família ainda não foi definida.

Com informações de Calgary Sun

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