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Elefanta Bambi supera traumas e explora santuário: ‘curiosa e corajosa’

Elefanta Bambi tomando um banho refrescante (Foto: SEB)

Os maus-tratos que marcaram a vida da elefanta Bambi ficaram no passado. Aos poucos, os traumas gerados pelo sofrimento vivido durante décadas de exploração para entretenimento humano também estão sendo superados. No Santuário de Elefantes Brasil (SEB), Bambi já deixou a área de tratamento, onde foi colocada após chegar ao local no final de setembro, e passou a explorar o vasto território, repleto de vegetação.

“Bambi continua veloz, curiosa e corajosa de diversas maneiras”, informou o SEB. Os funcionários do santuário abriram o portão entre os recintos 1 e 5 e dirigiram um quadriciclo para incentivá-la a segui-los. Funcionou.

“Ela disparou atrás de nós da mesma forma que disparou para fora da caixa quando chegou há uma semana. Bambi geralmente fica animada quando ouve o quadriciclo. Ela gosta de comida e é muito motivada por comida. Não demorou muito para perceber que o quadriciclo significa lanches ou refeições, então ela vem rapidamente quando ouve o quadriciclo. Frequentemente, brincamos que os elefantes reagem ao quadriciclo como as crianças reagem ao ouvir o caminhão de sorvete. Neste vídeo, o Bambi está em pleno modo ‘caminhão de sorvete'”, escreveu o SEB.

No santuário, Bambi desfruta da liberdade que lhe foi roubada no passado. Com cerca de 58 anos de idade, a elefanta foi explorada pela indústria circense por quase toda a vida e passou pelo Zoológico de Leme antes de ser transferida, em 2014, para Ribeirão Preto, onde vivia em condições degradantes até ser transferida, no dia 26 de setembro, para o SEB.

“Colocamos feno e lanches em alguns locais para ela, mas na maioria das vezes estamos dando a ela tempo e espaço para explorar independentemente. Agora que ela está em um recinto maior, não sabemos o que ela está fazendo a cada segundo do dia, e isso faz parte da liberdade dada aos elefantes. Nós as acompanhamos, Bambi particularmente com mais frequência, já que tudo é tão novo, mas para que ela ganhe confiança, ela tem que fazer algumas coisas por conta própria. Ela desfrutou de um banho no bebedouro e depois caminhou ao redor do lago para explorar”, contou o santuário.

De acordo com a instituição, uma região próxima ao lago que parece ser o local preferido dos outros elefantes do santuário foi descoberta por Bambi e se tornou o espaço predileto dela também. “É um bom local sombreado com muitas árvores e arbustos menores. Assim como Lady, Bambi parece gostar de ficar no meio dos arbustos, e é onde ela passa uma boa parte da manhã”, disse.

Lady em primeiro plano, observando Bambi ao fundo (Foto: SEB)

Por conta do calor escaldante, os elefantes do SEB têm passado o dia dormindo e tomando banho. De noite, ficam mais ativos devido à queda na temperatura. Com a chegada de Bambi, o restante dos animais têm se adaptado a ela e vice-versa.

“Ontem pela manhã [quinta-feira, 1º de outubro], depois de passar um dia e meio com Rana e Mara, Maia voltou ao recinto 5, perto da cerca em comum com o recinto 1. Bambi passou grande parte do dia no recinto 1. As duas passaram muito tempo próximas, mas não observamos nenhum tipo de toque. Elas parecem visivelmente interessadas uma na outra”, escreveu o santuário.

“Lady ainda está observando Bambi através da cerca. As duas não parecem estar tão visivelmente interessadas uma na outra quanto Bambi e Maia. No entanto, sabemos que Lady está intrigada com a nova chegada, porque a observamos indo embora e depois voltando para conferir Bambi. Ela mantém uma distância “tipica de Lady”, e periodicamente cochila à sombra entre os intervalos de observação de Bambi. Bambi parece contente em assistir Lady de longe”, completou.

 

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Após anos aprisionada em zoo, elefanta Bambi inicia transferência para santuário

Foto: Carlos Trinca/EPTV

A elefanta Bambi iniciou sua viagem com destino ao Santuário de Elefantes do Brasil, em Mato Grosso, na tarde da última quinta-feira (24). O trajeto, do zoológico de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, até a Chapada dos Guimarães, deve ser percorrido até sábado (26).

A transferência da elefanta teve que ser adiada duas vezes porque Bambi teve dificuldade de adaptação à caixa de transporte. As equipes do zoo e do santuário respeitaram o tempo da elefanta e, por isso, a viagem demorou mais do que o previsto para ser iniciada.

Alimentos foram usados para atrair a elefanta, que entrou e saiu da caixa diversas vezes. A estrutura foi mantida com as extremidades abertas para facilitar a movimentação de Bambi e deixá-la mais segura.

Na quinta-feira (24), em uma nova tentativa das equipes, a elefanta se adaptou à caixa. “Nós retomamos o trabalho hoje pela manhã mantendo novamente a caixa aberta. Ela foi entrando e saindo, melhorando em relação à resistência que ela estava oferecendo à caixa. A gente até estava pensando em outras estratégias para hoje a tarde, mas como ela melhorou muito, nós resolvemos insistir no procedimento e às 15h ela entrou na caixa”, explicou o diretor do zoológico de Ribeirão Preto, Alexandre Gouvêa.

Durante o trajeto, estão previstas paradas para alimentar a elefanta, que será monitorada através de uma câmera. “O tempo de viagem vai depender de como ela vai se comportar no trajeto. Como ela acabou resistindo um pouco, muito mais do que os outros elefantes que a gente já fez transferência, pode ser que ela tenha um comportamento que a gente precise dar uma atenção maior. Isso não é um problema, está previsto, mas quanto mais cedo a gente chegar no Santuário, melhor para a Bambi. É a última vez que ela vai passar por esse processo”, afirmou Daniel Moura, diretor do SEB.

Ao final da viagem, Bambi será examinada por veterinários e permanecerá em uma área de três hectares no santuário. Após um período de adaptação, ela começará a ter contato com os outros elefantes que vivem no SEB, onde poderá desfrutar de um território com 30 hectares, com riacho, lago, árvores e lama.

Disputa judicial

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a transferência da elefanta Bambi do Zoológico Municipal Dr. Fábio Barreto para o Santuário de Elefantes Brasil (SEB).

Com cerca de 56 anos de idade, Bambi foi explorada pela indústria circense por quase toda a vida e passou pelo Zoológico de Leme antes de ser transferida, em 2014, para Ribeirão Preto, onde vivia em condições degradantes.

Ao decidir pela transferência, o desembargador Roberto Maia reconheceu os maus-tratos impostos à elefanta. “Em sede de cognição sumária e provisória, destaco a existência de imagens e laudos técnicos dando a plausibilidade às alegações de maus-tratos, robustecida pela insatisfação popular, além do perigo existente, desde o próprio prolongamento do sofrimento em si, como possível morte do elefante e a especialização do SEB para acolhimento deste espécime”, diz trecho da liminar.

Foto: Alexandre Gouvêa / Arquivo Pessoal

A advogada da ANDA, Letícia Filpi, explicou que o pedido de transferência para o santuário foi feito à Justiça “em virtude das condições degradantes do zoológico e da inoperância em tratar uma elefanta que, além de idosa, estava doente”. Visivelmente magra, Bambi está cega de um olho, sente muitas dores e vive em um recinto de concreto no zoo – realidade bem distante do que é necessário para um animal silvestre.

Filpi lembrou ainda que a ação movida pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal em prol da elefanta contou com a importante participação da ANDA, que desempenhou o papel de “amicus curiae” – isso é, o responsável por fornecer informações aos tribunais para que os magistrados tenham base para tomar suas decisões.

“A ANDA entrou como ‘amicus curiae’ neste processo. Nós fizemos uma primeira petição para o juiz endossando a petição inicial. Pedimos a transferência de Bambi em virtude das condições degradantes do zoológico”, explicou a advogada.


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Elefanta Bambi inicia transferência para santuário após décadas de exploração

Foto: Marcelo Moraes / EPTV

A transferência da elefanta Bambi do Bosque e Zoológico Municipal Dr. Fábio Barreto, em Ribeirão Preto (SP), ao Santuário de Elefantes do Brasil, na Chapada dos Guimarães (MT), foi iniciada nesta terça-feira (22). A previsão é que Bambi esteja em seu novo lar na noite de quarta-feira (23).

Um compartimento especial colocado em cima de um caminhão foi providenciado para a viagem da elefanta. Inicialmente, planejou-se que a viagem se iniciasse pela manhã, mas Bambi não conseguiu entrar na caixa onde será transportada até 15h. Por essa razão, a transferência deve ser realizada durante a tarde.

Diretor do SEB, Daniel Moura contou ao G1 que não é possível afirmar quantas paradas serão feitas durante a viagem. Uma câmera foi colocada na caixa da elefanta para monitorar seu comportamento durante o trajeto de 1.270 quilômetros. Veterinários e biólogos acompanharão o animal.

“A gente tem várias paradas programadas para alimentar e dar água. Ela quem vai ditar o ritmo. Se a gente perceber que ela precisa de mais paradas, a gente para mais. Mas se ela estiver tranquila, a gente segue viagem”, explicou Moura.

Foto: Alexandre Gouvêa / Arquivo Pessoal

Disputa judicial

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a transferência da elefanta Bambi do Zoológico Municipal Dr. Fábio Barreto para o Santuário de Elefantes Brasil (SEB).

Com cerca de 56 anos de idade, Bambi foi explorada pela indústria circense por quase toda a vida e passou pelo Zoológico de Leme antes de ser transferida, em 2014, para Ribeirão Preto, onde vivia em condições degradantes.

Ao decidir pela transferência, o desembargador Roberto Maia reconheceu os maus-tratos impostos à elefanta. “Em sede de cognição sumária e provisória, destaco a existência de imagens e laudos técnicos dando a plausibilidade às alegações de maus-tratos, robustecida pela insatisfação popular, além do perigo existente, desde o próprio prolongamento do sofrimento em si, como possível morte do elefante e a especialização do SEB para acolhimento deste espécime”, diz trecho da liminar.

Foto: Alexandre Gouvêa / Arquivo Pessoal

A advogada da ANDA, Letícia Filpi, explicou que o pedido de transferência para o santuário foi feito à Justiça “em virtude das condições degradantes do zoológico e da inoperância em tratar uma elefanta que, além de idosa, estava doente”. Visivelmente magra, Bambi está cega de um olho, sente muitas dores e vive em um recinto de concreto no zoo – realidade bem distante do que é necessário para um animal silvestre.

Filpi lembrou ainda que a ação movida pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal em prol da elefanta contou com a importante participação da ANDA, que desempenhou o papel de “amicus curiae” – isso é, o responsável por fornecer informações aos tribunais para que os magistrados tenham base para tomar suas decisões.

“A ANDA entrou como ‘amicus curiae’ neste processo. Nós fizemos uma primeira petição para o juiz endossando a petição inicial. Pedimos a transferência de Bambi em virtude das condições degradantes do zoológico”, explicou a advogada.


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Justiça determina transferência imediata da elefanta Bambi para santuário

Reprodução/Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a elefanta Bambi seja transferida do Zoológico Municipal Dr. Fábio Barreto, em Ribeirão Preto (SP), para o Santuário de Elefantes Brasil (SEB), na Chapada dos Guimarães (MT). A liberdade tão esperada finalmente chegou para a elefanta, que carrega um histórico de exploração e maus-tratos.

Com cerca de 58 anos de idade, Bambi foi explorada pela indústria circense por quase toda a vida e passou pelo Zoológico de Leme antes de ser transferida, em 2014, para Ribeirão Preto, onde vivia em condições degradantes.

Ao decidir pela transferência, o desembargador Roberto Maia reconheceu os maus-tratos impostos à elefanta. “Em sede de cognição sumária e provisória, destaco a existência de imagens e laudos técnicos dando a plausibilidade às alegações de maus-tratos, robustecida pela insatisfação popular, além do perigo existente, desde o próprio prolongamento do sofrimento em si, como possível morte do elefante e a especialização do SEB para acolhimento deste espécime”, diz trecho da liminar.

A advogada da ANDA, Letícia Filpi, explicou que o pedido de transferência para o santuário foi feito à Justiça “em virtude das condições degradantes do zoológico e da inoperância em tratar uma elefanta que, além de idosa, estava doente”. Visivelmente magra, Bambi está cega de um olho, sente muitas dores e vive em um recinto de concreto no zoo – realidade bem distante do que é necessário para um animal silvestre.

Filpi lembrou ainda que a ação movida pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal em prol da elefanta contou com a importante participação da ANDA, que desempenhou o papel de “amicus curiae” – isso é, o responsável por fornecer informações aos tribunais para que os magistrados tenham base para tomar suas decisões.

“A ANDA entrou como ‘amicus curiae’ neste processo. Nós fizemos uma primeira petição para o juiz endossando a petição inicial. Pedimos a transferência de Bambi em virtude das condições degradantes do zoológico”, explicou a advogada.

Filpi relatou ainda que, após o juiz de primeiro grau negar o pedido feito pelas entidades, um agravo foi apresentado à Justiça. “O juiz de primeiro grau negou o nosso pedido, então o Fórum Animal entrou com um agravo. A ANDA não pôde fazer o mesmo porque é ‘amicus curiae’ e, por isso, não tem esse poder, mas nós ajudamos enviando um e-mail extrajudicial ao desembargador. E então vimos que o desembargador é uma pessoa aberta à questão ambiental e que, inclusive, tem até pós-graduação em Direito Ambiental. Quando enviamos o e-mail, ele foi atencioso conosco e começamos a pensar que talvez ele estivesse demorando para decidir sobre o agravo por estar sofrendo uma possível pressão política. Imaginamos que ele estivesse a favor da transferência da elefanta, já que se ele fosse contra, já teria dado a negativa”, contou.

Diante dessa situação, a advogada e outros ativistas pelos direitos animais se uniram em uma campanha em prol da libertação de Bambi. “Decidimos dar o apoio do qual ele precisava. E então foi iniciada, no último final de semana, a campanha. Nós mobilizamos a imprensa vegana – Vegazeta e ANDA – e os coletivos Nação Vegana, Brasil Contra a Farra do Boi, Vozes em Luto e Bendita Adoção. E então, nesta terça-feira, saiu a decisão”, afirmou.

Em nota, o Fórum Animal relembrou os horrores sofridos por Bambi ao ser “submetida a todos os tipos de tortura em seus ‘treinamentos'” no circo e os maus-tratos impostos a ela pelo zoológico. “Desde 2014, ela vive confinada em um recinto pequeno, úmido e inadequado no Zoológico Municipal de Ribeirão Preto Dr. Fábio Barreto, no estado de São Paulo. Sua degradação física é visível, ela está cega de um olho e sente muitas dores”, afirma o texto.

A entidade citou ainda que, no Santuário Elefantes do Brasil (SEB), Bambi “poderá receber tratamento veterinário especializado e viver em local de mata preservada, aprendendo a ser uma elefanta novamente”. De acordo com o Fórum Animal, a transferência da elefanta não é um apelo apenas das ONGs e dos ativistas, mas também da sociedade como um todo, que se mobilizou para aderir a um abaixo-assinado em prol da liberdade do animal. O engajamento resultou em mais de 230 mil assinaturas.

Para a advogada que representou o Fórum Animal na ação, Ana Paula de Vasconcelos, a decisão evidencia a positivação do Direito Animal com o cumprimento da Constituição Federal, em consonância com os valores mais caros da sociedade, de humanidade e respeito por toda forma de vida.

A união daqueles que se compadecem com o sofrimento animal, segundo Letícia Filpi, também tem grande valia nesse processo do uso da Justiça como ferramenta garantidora dos direitos animais. “A união de todos com foco no animal sempre dá certo. Todos torcendo pela Bambi, fazendo de coração, e funcionou. Conseguimos a vitória! Esse é o espírito da causa animal”, concluiu.

Segundo o Fórum Animal, “em pouco tempo a elefanta será transferida para o santuário”.


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Após anos de exploração, elefanta Lady tem sua história contada em documentário

Reprodução/YouTube/Wieden Kennedy SP

Explorada para entretenimento humano em circos e em um zoológico, Lady conheceu de perto a ganância humana, que condena os animais a sofrimento inimaginável. Resgatada do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, em João Pessoa (PB), onde viveu após ser tirada de um circo, a elefanta foi levada para um santuário e agora tornou-se protagonista de um documentário (veja o vídeo ao final da reportagem).

“Cativeiro”, como é chamado o curta-metragem, tem apenas 12 minutos de duração e está disponível no YouTube. O filme acorda os conceitos de confinamento e liberdade ao contar a história sofrida da elefanta.

Lady foi levada para o Santuário de Elefantes do Brasil (SEB), no Mato Grosso, após o Ministério Público Federal abrir um inquérito civil para investigar as condições as quais o animal era submetido no zoológico. A investigação se iniciou por conta de denúncias de maus-tratos.

A elefanta foi explorada por circos durante quase 40 anos, sendo forçada a fazer longas viagens pelo país para as apresentações. Nascida em cativeiro, Lady foi impedida de viver na natureza, junto de outros animais da espécie, desfrutando da liberdade. Foi explorada pelo Circo Europeu Internacional até ser doada à Prefeitura de João Pessoa.

Com cinco capítulos, o filme traz reflexões importantes. Conforme explicou ao G1 Mariana Borga, diretora de criação da W+K e uma das roteiristas da obra, “apesar de o projeto ter começado com o resgate da elefanta Lady em 2019 e ser bem anterior às políticas de distanciamento social provocadas pela pandemia, é inegável a pertinência que a circunstância do confinamento dá a nossa mensagem”.

O diretor de cena Fabrício Brambatti, também conhecido como Urso Morto, explicou que “o filme é um convite para refletir os nossos cativeiros, não existe certo e errado aqui. Cada um cria seu próprio cárcere em sua cabeça e por isso a obra traz diferentes exemplos, aparentemente desconexos, que traduzem diferentes percepções de enclausuramento, destino e liberdade”.

Sofrimento no cativeiro

Lady foi levada para o santuário após a Justiça determinar, em 31 de outubro de 2019, a transferência do animal. O inquérito aberto pelo MPF apurou as condições que a elefanta era submetida no zoológico de João Pessoa após denúncias apontarem que ela havia derrubado uma cerca e escapado da área protegida do zoo. Foi relatado ainda que Lady sofreu abuso psicológico por parte de um antigo tratador.

Consta em um laudo produzido por veterinários que Lady sofria por conta da estrutura inadequada do zoológico, pela falta de capacitação dos funcionários e por ser submetida à negligência veterinária e administrativa.

Apesar da direção do zoo negar os maus-tratos, o Santuário de Elefantes do Brasil publicou nota, em outubro, antes da transferência do animal, por meio da qual demonstrou profunda preocupação com a “grave situação” da elefanta. Foi através desse comunicado que o SEB se prontificou a fazer do santuário o novo lar de Lady.


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Elefanta Mara chega à santuário e inicia nova vida após décadas de exploração

Reprodução/Diário de Cuiabá

A elefanta Mara chegou na última quarta-feira (13) ao Santuário de Elefantes Brasil (SEB), em Mato Grosso. Ela percorreu mais de 2,5 mil quilômetros do zoológico onde vivia na Argentina até a Chapada dos Guimarães, onde passa a viver ao lado das elefantas Maia, Rana e Lady.

Assim que chegou, a elefanta comeu beterrabas, goiabas e abóboras, e jogou terra sobre seu corpo, tomando o que é conhecido como um banho dentre animais da espécie.

“A Mara parece estar um pouco cansada, mas foram vários dias de viagem. Ela parece estar bem e se alimentou bem durante a viagem”, disseram representantes do santuário através das redes sociais.

Para que a viagem fosse possível, a fronteira entre a Argentina e Brasil, que está fechada como medida de segurança contra o coronavírus, foi aberta exclusivamente para a passagem do caminhão que transportou o animal.

Mara tem entre 50 e 54 anos e, segundo informações divulgadas pelo Diário de Cuiabá, nasceu na Índia. Posteriormente, foi levada a um zoológico na Alemanha para ser exposta como se fosse um objeto. Em 1970, foi tratada como mercadoria ao ser vendida e trazida para a América do Sul, onde continuou a ser explorada para entretenimento humano, mas dessa vez em circos.

Com a aprovação de um decreto que proibiu a exploração de animais em circos, Mara foi levada, em 1995, para um zoológico em Buenos Aires, onde permaneceu sendo explorada para entreter o público.

O sofrimento de Maia, no entanto, acabou. Com sua chegada ao santuário, inicia-se uma nova fase em sua vida. Daqui para frente, a elefanta terá seus direitos respeitados, será tratada como o ser senciente que é e não mais será vista como fonte de lucro ou objeto em exposição. A exploração e a objetificação ficaram no passado.

O santuário que a recebeu é o único neste segmento em toda a América Latina. E o acolhimento aos elefantes fez bem não apenas aos animais, mas também ao meio ambiente. Isso porque o local no qual o SEB atua há três anos era utilizado para pastagem e depois que passou a ser habitado pelos elefantes teve sua fauna e flora restabelecidas.

Além de Maia, Rana, Lady e, agora, Mara, o santuário também já abrigou Guida e Ramba, que morreram no ano passado. O SEB tem licença de operação emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) para acolher até seis animais em uma área de mais de 20 hectares – situação completamente inversa aos zoológicos, que aprisionam os animais em pequenos recintos.

Recentemente, o santuário solicitou à Sema licença para abrigar até 10 elefantes.


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Fronteira entre Brasil e Argentina é aberta para passagem de elefanta a caminho de santuário

Foto: Christian Rizzi/PRF

Explorada durante toda a vida, a elefanta Mara poderá finalmente viver uma vida digna. Isso porque a fronteira entre Foz do Iguaçu (PR) e Puerto Iguazu, na Argentina, que está fechada por conta da pandemia de Covid-19, foi reaberta na última segunda-feira (11) exclusivamente para a passagem do caminhão que está levando Mara para seu novo lar.

Nascida em cativeiro na Índia, a elefanta foi comercializada, como se fosse um objeto, para outro cativeiro na Alemanha. Em 1970, quando tinha poucos anos de vida, Mara foi levada para o Uruguai, onde passou a ser explorada para entretenimento humano pelo Circo África.

A vida de exploração continuou quando ela foi encaminhada ao Circo Sulamericano, na Argentina, onde ficou até o estabelecimento falir. Dali em diante, Mara passou a viver no zoológico de Buenos Aires, tratada como uma atração, objetificada e aprisionada.

Foto: Christian Rizzi/PRF

Como a introdução de Mara à natureza é impossível por conta de seu triste histórico, o caminho mais viável e digno para a elefanta é a vida em um santuário. Retirada do zoológico, ela está sendo transportada para o Santuário dos Elefantes, na Chapada dos Guimarães (MT), onde poderá desfrutar de um espaço grande, longe dos cárceres que a aprisionaram durante toda a vida.

A viagem da elefanta conta com a escolta da Polícia Rodoviária Federal. Ela está sendo transportada em um compartimento com janelas, que tem três metros de altura por cinco metros de largura. Especialistas acompanham e monitoram o animal.

A previsão é de que Mara, que tem entre 50 e 54 anos de idade, chegue ao santuário na quarta-feira (13). A viagem se iniciou no sábado (9).

Foto: Christian Rizzi/PRF

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Fronteiras fechadas impedem viagem de elefanta da Argentina para santuário em MT

A elefanta Mara, que vive no Ecoparque de Buenos Aires, na Argentina, teve sua transferência para o Santuário dos Elefantes, na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, adiada por conta do fechamento de fronteiras ocasionado por conta do combate ao coronavírus.

Mara aguarda fim da quarentena para ser levada ao santuário (Foto: Santuário dos Elefantes/Divulgação)

O santuário pretendia trazer a elefanta para seu novo lar neste mês, mas os planos foram impossibilitados pela quarentena. Assim que o isolamento social acabar e as fronteiras forem reabertas, segundo informações concedidas ao G1, a viagem deve ser feita o mais rápido possível.

Com 50 anos de idade, Mara não poderá viajar por conta das medidas implementadas pelo governo argentino. Apesar do adiamento de sua transferência, ela está sendo examinada e recebendo os cuidados necessários para que se mantenha saudável.

No santuário, vivem atualmente Rana, Lady e Maia. A região, que era coberta de pastagem, transformou num habitat rico em diversidade, propício para outras espécies de animais, graças à vivência das elefantas no local. Conforme explicou a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), a presença das três influenciou na recomposição e regeneração da natureza.

Elefantas no santuário em MT (Foto: Santuário dos Elefantes/Divulgação)

Rana, Lady e Maia foram vítimas da ganância e da maldade humana. Exploradas por circos e depois levadas a zoológicos, elas sofreram boa parte da vida, mas foram resgatadas e hoje vivem livres, em um ambiente vasto, porém controlado, para segurança delas.

O Santuário dos Elefantes é o único do tipo na América Latina. No mundo todo, existem seis. A escolha do Mato Grosso para ser o novo lar de Mara se deve a sua posição geográfica.

Com licença de operação emitida pela Sema para abrigar até seis animais, o santuário tem mais de 20 hectares. Recentemente, o local solicitou ao órgão ampliação da licença para abrigar até 10 elefantes. O pedido está em fase de análise.


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Elefanta morre após viver décadas aprisionada em zoológico no RS

Um exame de necropsia deve indicar a causa da morte de Pink. O prazo para divulgação do resultado é de 45 dias


A elefanta Pink, que vivia aprisionada no Parque Zoológico de Sapucaia do Sul (RS), morreu na quarta-feira (26). Com 55 anos, o animal de origem asiática era explorado para entretenimento humano pelo zoo desde a década de 1970.

Após o animal morrer, a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do Estado publicou uma nota dando explicações sobre o caso.

Mila e Pink (Foto: Sérgio Bavaresco/Jornal VS)

“Pink passou mal na manhã desta quarta-feira (26), foi atendida pela equipe veterinária, porém não resistiu. No momento do falecimento, a elefanta estava cercada pelos seus biólogos, veterinários e tratadores, que lamentaram a morte. Uma equipe de patologia da Veterinária da Ufrgs esteve no local para fazer a necropsia. Os exames que irão confirmar a causa da morte devem sair em até 45 dias”, informou a Secretaria.

Em julho de 2017, outro elefante-indiano que vivia aprisionado no Zoo morreu. A elefanta Mila chegou ao local em 2008, após ser trazida do Beto Carreiro World, em Santa Catarina, onde também era explorada para gerar entretenimento aos visitantes. Um tumor uterino tirou a vida da elefanta, que tinha cerca de 40 anos.

Cerca de mil animais silvestres vivem em condição de aprisionamento no Parque Zoológico, inaugurado em 1962. Dentre eles, aves, mamíferos e répteis de 130 espécies. As informações são do Jornal VS.

Zoológicos são locais que mantêm animais em confinamento para gerar entretenimento para as pessoas que os visitam. Além dos animais que chegam adultos aos zoos, o nascimento de filhotes nesses lugares é frequente, o que os condena à privação de liberdade desde o início de suas vidas.

O caráter exploratório e cruel dos zoológicos é o que motiva ativistas pelos direitos animais a pedirem o boicote a esses lugares, já que a manutenção dessas prisões depende da presença de visitantes.


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Elefanta Mara será transferida da Argentina para santuário no Mato Grosso

A viagem de Mara levará quase uma semana em um caminhão


 

(foto: Divulgação/Santuário de Elefantes )

Mara é elefanta que provavelmente vai fazer a sua última viagem pelo mundo. O animal está com 54 anos e já passou da Índia para a Alemanha, antes de ingressar em circos em Montevidéu e Buenos Aires, na Argentina, onde viveu os últimos 25 anos.

Agora, a elefanta está se preparando para uma nova viagem, antes de percorrer  2.700 km, de Buenos Aires até a sua nova casa perto da cidade de Chapada dos Guimarães, estado do Mato Grosso, no Brasil, em uma santuário especialmente projetado para elefantes.

A viagem de Mara levará quase uma semana em um caminhão, durante o trajeto, o animal será alojado em uma grande caixa e será acompanhado por zeladores, que cuidarão de sua segurança.

Guillermo Wiemeyer, um médico veterinário que trabalha com Mara, disse que a equipe já estava se preparando para a viagem há muito tempo, fazendo exames de rotina na elefanta, para garantir que ela pudesse viajar segura e saudável.

“O que esperamos é que ela entre na caixa por vontade própria, porque não viajará sob anestesia ou qualquer tipo de sedativo”, disse ele à Reuters.

Wiemeyer também disse que a nova casa de Mara, o Santuário de Elefantes no Brasil, vai proporcionar grandes espaços para o animal, como gramados, riachos, colinas íngremes, além da oportunidade de Mara conhecer outros elefantes asiáticos que já vivem na reserva.

“O ambiente em que ela vive passará de alguns milhares de metros quadrados a hectares”, disse ele, acrescentando que “o vínculo com a terra, a água e outros elefantes será incomparável”.

Antes de viajar, Mara passará por um período de quarentena, que será provavelmente no final do mês de março, a fim de garantir as burocracias das autoridades da Argentina e do Brasil, para que o animal possa viver legalmente no santuário.

“Certamente sentiremos saudades. Mas temos certeza de que as portas de uma nova vida serão abertas, um local onde ela vai poder fazer as próprias escolhas”, concluiu Wiemeyer.


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Notícias

Elefanta foge de circo para brincar na neve

O episódio ocorreu quando os exploradores de animais tentavam levar Karla e seu companheiro, Ranni, para fora dos palcos, após a apresentação dos animais


Foto: Siberian Times

Karla é mais um dos animais que são explorados diariamente para apresentações de circo. No entanto, recentemente,  a elefanta  resolveu desafiar seus treinadores em Ecaterimburgo, na Rússia. O animal conseguiu escapar do cativeiro após um show e aproveitou o momento de liberdade para brincar na neve.

O episódio ocorreu quando os exploradores de animais tentavam levar Karla e seu companheiro, Ranni, para fora dos palcos, e assim colocá-los novamente nos caminhões de transporte, após a apresentação dos animais.

No entanto, mesmo com os homens tentando empurrá-la de volta, o animal correu pela rua, em direção a uma grande área de neve. Foi quando os expectadores começaram a pegar seus telefones e gravar vídeos e tirar fotos. No vídeo, o animal aparece rolando na neve.

De acordo com o site da entidade de direitos animais, PETA, desta terça-feira (28), Ranni, também resistiu em ser levado para o caminhão, talvez encorajado pela companheira mas, infelizmente, a liberdade dos dois durou pouco, e logo em seguida, os treinadores dos animais colocaram cordas nas pernas de Karla e puxaram ela de volta para o caminhão.

O site acredita que logo após o episódio, o animal foi espancado por desobedecer os treinadores, uma vez que os animais de circo são ensinados desde filhotes que se não obedecerem punições severas ocorrerão.

Confira o vídeo da elefanta correndo para brincar com a neve:


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Notícias

Elefanta cega dança ao ouvir música tocada por músico em floresta

A elefanta, que é cega quase a vida toda, vive em um santuário de elefantes na Tailândia


O vídeo de uma elefanta cega dançando ao ouvir um músico tocar piano em uma floresta comoveu internautas nas redes sociais. Apesar de terem sido publicadas no YouTube pelo músico Paul Barton em 2018, as imagens viralizaram nesta sexta-feira (24).

Reprodução/Universa/UOL

Ao ouvir a música, a elefanta começou a balançar seu corpo. De acordo com Barton, a elefanta Lam Duan, de 62 anos, vive na Tailândia, na sede da organização ElephantsWorld, e passou quase a vida toda sem a visão. As informações são do portal Universa, da UOL.

O músico teve a ideia de tocar piano para o animal ao passear pelo rio Kwai e conheceu esse santuário que abriga animais idosos, machucados e com deficiência.

Barton tocou para a elefanta músicas de Frédéric Chopin, Johann Sebastian Bach, Franz Schubert e Erik Satie. O som também chamou a atenção de outros elefantes do santuário.

Confira o vídeo:


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