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Três cavalos e uma égua grávida são encontrados mortos no Distrito Federal

Arquivo Pessoal

Quatro animais, sendo três cavalos e uma égua grávida, foram encontrados mortos na tarde da última quarta-feira (02) no Distrito Federal. Os corpos estavam em uma área de invasão na QNR 5 do Setor O.

Após saber das mortes, a advogada do Fórum de Proteção e Defesa Animal, Ana Paula Vasconcelos, esteve no local e constatou os maus-tratos. O caso é investigado pelas autoridades.

“É uma área de invasão em que funciona um curral comunitário, onde carroceiros deixam os animais à noite”, disse a advogada ao portal Metrópoles.

“Chamou minha atenção o fato de serem quatro cavalos, um próximo ao outro, e em estado de decomposição que parece diferente. Uma égua ainda estava prenha”, completou.

A advogada denunciou o caso por meio de um boletim de ocorrência registrado na 24ª Delegacia de Polícia (Setor O). Segundo ela, outros animais vivem no local, expostos a “péssimas condições” por falta de abrigo adequado.

“Tem porco, ganso, galinha. É uma situação social muito complicada. Há pessoas em situação de vulnerabilidade e animais em situação de maus-tratos”, lamentou.

Para a advogada, o caso revela a falta de fiscalização do poder público para coibir os crimes praticados contra os animais. “Mostra a ausência de políticas públicas no DF sobre a regulamentação no uso de carroças, que está proibida por lei, mas continua a todo vapor na capital do país”, concluiu.


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Égua grávida é resgatada após cair em buraco de três metros de profundidade

Uma égua grávida de oito meses caiu em um buraco de três metros de profundidade na madrugada de segunda-feira (24) em Montes Claros, no estado de Minas Gerais. O Corpo de Bombeiros foi acionado por um proprietário de um fazenda da comunidade de Campos Elísios.

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O homem chamou os bombeiros após perceber que o animal desapareceu. Encontrada dentro de uma fossa seca, que estava desativada há meses, a égua foi resgatada. As informações são do G1.

Um sistema de redução de força para o resgate, por meio de um tripé e de polias, foi utilizado pelo Corpo de Bombeiros para retirar o animal do buraco.

De acordo com a corporação, o trabalho de resgate durou cerca de 40 minutos. O tutor da égua não sabe informar como ela foi parar no local, mas suspeita que ela tenha passado pela varanda da casa da propriedade onde vive e caído no buraco, que fica aos fundos do imóvel.

Ao final do resgate, a égua foi devolvida ao tutor sem ferimentos.


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