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Veterinários do National Geographic explicam comportamentos estranhos de gatos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/MitsuakiIWago
Reprodução/MitsuakiIWago

Não importa a proximidade entre gatos e humanos, esses animais permanecem misteriosos. Por isso, o National Geographic, em sua sessão semanal dedicada a perguntas sobre animais, decidiu responder algumas questões do público sobre gatos.

Corina Sansone e seu marido se mudaram há cerca de dois anos e meio e temem que isso tenha deixado o gato traumatizado. Ele, temporariamente, parou de comer e começou a andar e miar pela casa à noite.

No novo bairro, o gato já se envolveu em várias brigas com outros gatos e guaxinins e, por isso, precisou ser levado ao veterinário. Agora ele passa mais tempo em casa e nada o acalma.

Segundo os veterinários John Bradshaw, da Universidade de Bristol, e Carlo Siracusa, da Escola de Medicina Veterinária da Universidade de Pensilvânia, para excluir qualquer dor física, é preciso levar o animal ao veterinário.

Outra possibilidade, diz Bradshaw, é o gato ter se tornado surdo, possivelmente devido a uma infecção no ouvido, e “não poder ouvir seu próprio miado”.

Siracusa afirma que a causa mais provável desse comportamento se deve a uma questão territorial. “O miado pode ser territorial, como se ele dissesse ‘’Eu estou aqui, vai embora”, diz ele.

Os especialistas dizem que é melhor manter o gato dentro de casa do que ao ar livre para que ele não se incomode com o cheiro e com os sons de outros animais.

Já o leitor Pat pergunta por que um gato iria para a casa de um estranho, onde não há outros gatos e correria diretamente para o quarto.

De acordo com Siracusa, um cheiro específico pode atrair o gato. Além disso, os quartos têm armários cheios de grandes esconderijos e o felino pode saber disso.

Qualquer gato “pode ocasionalmente investigar a possibilidade de expandir seu território”, afirma Bradshaw.

Ambos dizem que não há motivo para preocupação e que esse comportamento é um sinal da natureza independente dos felinos.

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Veterinário orienta quem está em dúvida sobre qual animal adotar

Adote Cão
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Várias são as dúvidas de quem está querendo adotar um animal doméstico: desde a hora da escolha do “melhor amigo” até os cuidados diários que o animal necessita. Segundo os veterinários, a pessoa tem que ter consciência de que está adquirindo um ser vivo, que requer atenção, carinho e cuidados específicos, como alimentos de boa qualidade, vacina e medicamentos.

Existem muitas opções de animais, desde os tradicionais até os mais exóticos, e são vários os fatores a serem analisados antes de permitir que a rotina da família seja completamente alterada. Afinal, é necessário ter tempo de sobra para os cuidados que o animal vai precisar. O espaço físico, a raça e o tamanho do animalzinho também devem ser considerados.

De acordo com o veterinário de um hospital de animais, em Sorocaba (SP), Roberto Comitre, para quem quer brincar, as aves não são uma boa opção. “As aves não interagem tanto quanto um cão ou gato. Elas são mais reservadas”, explica.

Aísne Rocha sempre teve animais, principalmente gatos. Ela é tutor de dois cães: Lilly, uma Yorkshire de dois anos; e Carlota Joaquina, uma Pug de dois meses. A estudante de enfermagem conta que cachorro faz muito bem, principalmente para a saúde mental. “O cachorro tem uma coisa com o tutor. Ele é muito dependente da gente ao extremo, ele sente a sua falta. Então, esse amor que ele transmite para a gente faz muito bem. Quando eu peguei a Lily, eu estava numa fase muito ruim na minha vida, estava quase entrando em depressão e ela fez muito bem para mim”.

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Apartamento e animais
O veterinário explica quais fatores devem ser considerados por quem mora em apartamento. “O ideal são animais de pequeno porte, com baixo nível de energia e que não precisem de muito espaço para correr. Não existe uma metragem padrão do ambiente. Se o cão for de grande porte, é necessário levá-lo para passear de uma a duas vezes ao dia”, comenta o especialista.

Ainda de acordo com Comitre, se o animal for de pequeno porte, não será necessário levá-lo para se exercitar. “Se eu estivesse morando numa casa, eles poderiam usar o quintal para fazer as necessidades, mas tenho tapete higiênico e troco uma vez por dia. Já o passeio tem que ser duas vezes por dia” , conta a estudante de enfermagem.

Ela explica também que é bom pesquisar antes. “A raça que eu peguei tem muitos problemas de saúde, mas eu já tinha pesquisado bem antes para saber, conversava com pessoas que tinham, eu procurava muito sobre a raça.”

O cuidado com os felinos tem que ser o mesmo, orienta o veterinário. Quem mora em apartamento precisa instalar a caixa de higiene, que é o local em que os gatos farão suas necessidades, e colocar também proteção nas janelas. Ainda de acordo com o especialista, é importante distribuir brinquedos e instalar prateleiras, para que o gato possa “escalar” e melhorar o bem-estar físico e psicológico.

Comitre fala da relação de gatos com crianças. “Se a criança é muito pequena, não acredito que gato seja a melhor opção, caso seja, o importante é conscientizar as crianças de que deve-se respeitar os limites dos gatos porque eles podem arranhar caso se sintam aprisionados ou ameaçados.”

O veterinário comenta sobre a facilidade nos cuidados com gatos. “Eu sempre brinco dizendo que os gatos já nascem prontos e são ‘autolimpantes’, se adequam bastante para pessoas que possuem uma vida mais corrida, até porque eles já sabem onde fazer as necessidades.”

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Comprar ou adotar?
Caso a pessoa queira comprar um animal, é importante que procure os criadores, indo até o local para conhecer as condições de higiene, instalações, a ninhada e verificar se os filhotes estão espertos, brincando e alegres.

Roberto Comitre explica que adotar ou comprar é uma questão pessoal. “Muitas ONGs fazem feiras de adoção e se dedicam ao resgate de animais de rua ou vítimas de maus-tratos”. Ele também dá dicas sobre o comportamento de algumas raças. “São bastante tranquilas as raças Spitz Alemão, Shih Tzu, Lhasa Apso, Maltês e Pug. Cães de grande porte que são bastantes calmos são Golden Retriever e Akita, com temperamento reservado, mas não são considerados cães brincalhões”, completa.

Ele explica que, com aumento de animais exóticos criados como domésticos, deve-se pesquisar antes de adquiri-los. “Cada espécie necessita de cuidados diferentes, as cobras, por exemplo, necessitam de grandes espaços, não fazem barulho e o intervalo entre as refeições são bastante prolongados.” Por fim, o veterinário conta que a aquisição deve ser legal e autorizada pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) ou por outro órgão competente.

Fonte: G1

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Centro de Controle de Doenças americano criou uma página com perguntas e respostas sobre Ebola e Animais

O CDC Americano (Centro Controle Doenças) criou uma página com perguntas e respostas sobre o Ebola e Animais. Confira abaixo:

Como são animais envolvidos em surtos de Ebola?

Porque o hospedeiro natural do vírus Ebola ainda não tenha sido confirmado, a maneira na qual o vírus aparece em primeiro lugar um ser humano, no início de um surto é desconhecido. No entanto, os cientistas acreditam que o primeiro paciente é infectado através do contato com um animal infectado, como um morcego ou primatas, o que é chamado de um evento de spillover. Transmissão pessoa-a-pessoa segue e pode levar a um grande número de pessoas afetadas. Em alguns surtos de Ebola passadas, os primatas também foram afetados pelo Ebola, e vários eventos de repercussão ocorreram quando as pessoas foram tocadas ou comeram primatas infectados. Na atual epidemia do Oeste Africano, os animais não são considerados um fator de transmissão contínuo de Ebola.

Como o Ebola se espalha?

Quando ocorre a infecção em seres humanos, o vírus pode propagar-se em vários aspectos. Ebola é transmitido através do contato direto (através da pele machucada ou membranas mucosas, por exemplo, os olhos, nariz ou boca) com sangue ou fluidos corporais (incluindo mas não limitado a urina, saliva, suor, fezes, vômito, leite materno e sêmen) de uma pessoa que está doente com Ebola e objetos (como agulhas e seringas) que foram contaminados com o vírus.

Ebola não é transmitido pelo ar ou pela água, ou, em geral, pelos alimentos. No entanto, na África, Ebola pode ser espalhado como resultado da manipulação da carne de caça (animais selvagens caçados para alimentação) e contato com morcegos infectados.

Apenas algumas poucas espécies de mamíferos (por exemplo, seres humanos e macacos) têm demonstrado a capacidade de se infectar com o vírus Ebola e espalhar. Não há evidência de que os mosquitos ou outros insetos podem transmitir vírus Ebola.

Os cães podem ser infectados ou adoecerem com Ebola?

Neste momento, não houve relatos de cães ou gatos que adoeceram com Ebola ou que foram capazes de espalhar o vírus a pessoas ou outros animais. Mesmo em áreas da África onde Ebola está presente, não houve relatos de cães e gatos adoecerem com Ebola. Há evidência limitada de que os cães se infectam com o vírus Ebola, mas não há nenhuma evidência de que eles desenvolvem a doença.

Macacos podem espalhar Ebola?

Sim, os macacos estão em risco de Ebola. Os sintomas da infecção em macacos Ebola incluem febre, perda de apetite, e morte súbita. Macacos não devem ser autorizado a ter contato com qualquer um que pode ter Ebola. Macacos saudáveis ​​que já vivem nos Estados Unidos e sem exposição a uma pessoa infectada com o vírus Ebola não correm o risco de propagação de Ebola.

Morcegos podem espalhar Ebola?

Morcegos frugívoros na África são consideradas um reservatório natural para o vírus Ebola. Os morcegos na América do Norte não são conhecidos por ter Ebola e assim o CDC considera o risco de um surto de Ebola de morcegos que ocorrem nos Estados Unidos muito baixo.

Onde posso encontrar mais informações sobre o Ebola e os cães e gatos?

CDC está atualmente trabalhando com o Departamento de Agricultura dos EUA, a American Veterinary Medical Association, e muitos outros parceiros para desenvolver orientações adicionais para a população animal dos Estados Unidos.

Fonte: Mural Animal

 

 

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A doença Ebola e os cães

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Nesta semana tivemos contato com a primeira notícia sobre um cão supostamente infectado com o vírus Ebola. O caso aconteceu na Espanha, onde um animal de propriedade de uma enfermeira espanhola com a doença teve que ser eutanasiado, causando muita consternação e preocupação com a possibilidade de animais domésticos participarem da disseminação do vírus. Como se trata de uma doença emergente, há muitas dúvidas, que podem gerar medo e medidas precipitadas. A desinformação é o maior perigo na disseminação da maioria das doenças.

Existe uma preocupação com os cães e outros animais domésticos no papel de transmissores do vírus, mas somente em regiões endêmicas da África. No atual cenário mundial da doença, a probabilidade de um cão fora da África, inclusive no Brasil, transmitir o vírus é muito remota, pois existiria a necessidade de contato direto com pessoas infectadas ou com sintomas do Ebola.

Apesar de existirem evidências de que os cães podem ser infectados, não há nenhum indício de que eles possam desenvolver a doença. Segundo pesquisadores da Universidade de Guelph, em Ontario (Canadá), um estudo com cães em uma comunidade na África, onde um surto do vírus Ebola estava em andamento, 27% dos cães saudáveis tinham anticorpos séricos contra o vírus (ou seja, tiveram contato com o vírus Ebola), mas nenhum tinha o vírus detectável em circulação.

Sinais de exposição ao vírus não surpreendem, pois o contato dos cães com os humanos é muito íntimo e provavelmente um cão de uma pessoa com Ebola tenha contato direto com secreções corpóreas contendo o vírus. Mas independentemente do fato de cães terem sido expostos à doença, não há atualmente nenhuma evidência de que animais infectados podem disseminá-la.

No caso muito improvável de um cão de estimação brasileiro ter contato com uma pessoa com suspeita de Ebola, os serviços públicos de saúde, incluindo veterinários, devem investigar todos os contactantes e isolar esse animal em quarentena. Acreditamos que esforços coordenados estão em andamento para desenvolver orientações para a gestão dos cães expostos a indivíduos com infecção pelo vírus Ebola em todo o mundo.

A falta de informação sobre a contaminação de cães pelo vírus torna difícil o desenvolvimento de práticas baseadas em evidências. No entanto, dada a informação disponível sobre o vírus Ebola em cães, recomendações podem ser desenvolvidas para o evento, mesmo diante da baixa probabilidade de que cães ou outros animais de estimação expostos à doença sejam, a partir daí, uma fonte de preocupação no controle e disseminação da mesma. Mesmo assim, preocupações sobre cães e vírus Ebola não podem ser descartadas e muito menos subestimadas. Elas devem fazer parte de todos os esforços para promover o controle da doença e conter sua disseminação entre os continentes.

*Marcelo Quinzani é médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.

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As maiores dúvidas de quem quer adotar um animal doméstico

Foto: Divulgação/Internet
Foto: Divulgação/Internet

As dúvidas de um tutor de primeira viagem são muito comuns. Adotar um animal é uma decisão maravilhosa, mas precisa ser pensada seriamente, já que o novo melhor amigo precisará de atenção e cuidados. Veja as perguntas mais frequentes de tutores que acabam de adotar um novo animal doméstico:

Um animal só pode ser adotado se estiver castrado?
Sim. Prevista pela lei 12.327/97, esta é uma condição imposta às ONGs. A regra, em vigor desde 2000, instituiu a Campanha de Controle da Natalidade de Cães e Gatos no Município de São Paulo. Mais do que inibir o aumento de animais abandonados, a castração colabora com a boa saúde e qualidade de vida deles. Também é lei que o animal venha com o microchip implantado sob a pele. A tecnologia permite armazenar informações como, por exemplo, a origem e o endereço dos tutores.

Como prever o comportamento e o tamanho de um animal se não conheço sua origem?
Antes de ser colocado para adoção, ele é tratado, vacinado e castrado. Durante esse processo, a entidade responsável passa a conhece-lo. Quando há um traço de personalidade que possa implicar dificuldades de relacionamento, os futuros tutores são avisados. Em relação ao tamanho que irá atingir, não se pode afirmar com precisão. Profissionais estimam as medidas futuras do animal a partir do tamanho da pata – mas é sempre uma aposta. Se estatura for uma questão importante para você, adote um adulto, que já passou da fase de crescimento.

Animais que já sofreram maus-tratos são mais agressivos?
Não. Pode acontecer de o animal associar algum comando ou atitude do tutor à época dos maus-tratos e, nesse caso, ficar bravo para se defender. As ONGs de adoção realizam trabalhos para recuperar animais traumatizados. Exercícios de adestramento também ajudam. É preciso apenas saber que atitude desencadeia a reação negativa e evitá-la.

É melhor adotar um adulto ou um filhote?
Filhotes são como crianças: dão mais trabalho no início, porém, se forem espertos e tiverem incentivo positivo, aprenderão rapidamente. Adultos podem ter adquirido certos hábitos, mas são altamente adaptáveis, tendo muitas vezes a mesma facilidade de aprendizado de um filhote. Enquanto os filhotes precisam gastar energia, os adultos são mais calmos. Independente da idade, o temperamento determina o sucesso do adestramento. Alguns são mais rápidos, outros mais lentos. O importante é sempre respeitar o tempo do animal e presenteá-lo com recompensas.

Como saber se o animal está realmente saudável?
Secreção nos olhos, pelagem opaca, descamação na pele, odor na boca e nas orelhas são sinais de que há algo errado com a saúde de seu amigo. Se ele não apresentar nada disso, ainda assim solicite os laudos médicos. Muitos animais disponíveis para adoção foram vítimas de violência ou passaram por tratamentos de saúde. Na carteira de vacinação de cães devem constar as vacinas tomadas.

O animal que já teve outro tutor vai gostar de mim?
Sim. Cães e gatos são adaptáveis e vivem o momento presente. Ao chegarem em uma nova casa não pensarão em seus tutores anteriores ou no lugar em que costumavam ficar. Sendo bem tratados, ficarão calmos e felizes no novo lar.

E se eu não me adaptar ao animal ou vice-versa?
Adotar é um compromisso sério. Mas podem, sim, ocorrer problemas. Algumas ONGs criaram alternativas para isso. O Clube dos Vira-Latas permite que você passe um tempo com o animal e teste a adaptação. Caso surjam contratempos incontornáveis, a instituição o aceita de volta. Na Natureza em Forma é feito o acompanhamento pós-adoção por telefone e e-mail. Desistir do animal não deve ser uma opção: ele sofre com isso. Para a Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal, a Arca Brasil, quem deseja tutelar animais mas não tem certeza pode ser um “tutor transitório”. Enquanto o animal não encontrar um lar definitivo, o voluntário toma conta dele temporariamente. Basta ter espaço, tempo e recursos para bancar a saúde e a alimentação do hóspede.

Já tenho um cão ou gato em casa e quero adotar mais um. Como pode ser feita a integração entre dois animais da mesma espécie?
O processo de adaptação pode ser longo e exigir paciência. Profissionais recomendam que cães se conheçam fora de casa, em território neutro. Saia para passear com um deles e peça a outra pessoa que traga o outro. Deixe que se cheirem e estabeleçam a hierarquia. No caso de um ficar agressivo, repreenda-o, mas não deixe de confortar ambos, demonstrando sua vontade de que convivam bem juntos. Na casa, cada um deve ter brinquedos e tigelas próprios. Com felinos, o processo é parecido. Traga o novo gatinho e deixe-o em um ambiente separado. O gato mais velho sentirá o cheiro e, aos poucos, ambos poderão conviver.

Qual é o procedimento para adotar um animal?
Cada centro de adoção tem suas regras, mas há medidas comuns a todos. O adotante precisa ser maior de idade e apresentar CPF, RG e comprovante de residência. Antes de levar o animal para casa, passará por entrevista em que será possível verificar se realmente tem condições de adotar. Feito isso, é preciso assinar um termo de responsabilidade, declarando assumir os cuidados com ele. Alguns locais, como o Centro de Controle de Zoonoses e a ONG Natureza em Forma, cobram taxas de adoção.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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Você é o Repórter

Dois grandes nomes do vegetarianismo no Brasil esclarecem dúvidas em bate-papo em Porto Alegre (RS)

Juliano Zabka
JZABKA@unisinos.br

Tudo o que você queria saber sobre vegetarianismo mas não tinha para quem perguntar

– Vegetarianos ingerem proteína suficiente?
– Como substituir os derivados de animais na dieta?
– Crianças e grávidas podem abdicar da carne?
– E o leite, é mesmo necessário?

Dois grandes nomes do vegetarianismo nacional – Dr. Eric Slywitch* e Marly Winckler** – estarão em Porto Alegre em um bate-papo com você, para tirar todas as suas dúvidas sobre alimentação vegetariana.

Para garantir sua vaga, inscreva-se pelos telefones:
3072-8637
9151-8633

Quando: no próximo sábado, dia 19 de fevereiro
Onde: Café Bonobo (Rua Castro Alves esq. Felipe Camarão – Bom Fim) – Porto Alegre
Horário: 19h30
A entrada é gratuita.

*O Dr Eric Slywitch é médico (formado pela Faculdade de Medicina de Jundiaí); Mestre em Nutrição (pela UNIFESP/EPM); Especialista em Nutrologia (pela ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia); Especialista em Nutrição Parenteral e Enteral (pela SBNPE – Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral);
Pós-graduado em Nutrição Clínica (pelo GANEP – Grupo de Apoio de Nutrição Enteral e Parenteral); Docente dos cursos de especialização (pós-graduação lato sensu):
GANEP (Grupo de Apoio de Nutrição Enteral e Parenteral), IPCE (Instituto de Pesquisa, Capacitação e Especialização), Faculdades CBES (Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos); Coordenador do Departamento de Medicina e Nutrição da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira); Autor dos livros Alimentação Sem Carne e Virei vegetariano. E agora?.

**Marly Winckler é presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira

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