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Animais acolhidos pela GPA contam com nebulização para tratamento de doenças respiratórias

Foto: Reprodução
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Durante este mês, a ocorrência de animais apresentando problemas respiratórios é frequente. Os bichinhos que são acolhidos e atendidos pela Gerência de Proteção dos Animais contam com suporte terapêutico para tratamento destes casos por meio de nebulização.

De acordo com o veterinário José Simonal, o tratamento com aparelhos de nebulização é uma maneira eficiente de administrar medicamentos para os animais com doenças respiratórias, pois facilita o transporte dos fármacos diretamente aos pulmões do animal de forma rápida, auxiliando na fluidificação e expectoração de secreções, o que favorece a ação direta sobre a infecção e, consequentemente, mais rapidez na recuperação, além de maior conforto ao respirar.

A nebulização constitui um tratamento de suporte para as infecções respiratórias dos cães e gatos e é realizada após avaliação clínica, pelo médico veterinário, que pode recomendar sua utilização, bem como os medicamentos empregados, suas concentrações, tempo e intervalo de uso.

Fonte: Prefeitura de Caruaru

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Animais domésticos sofrem com baixas temperaturas em Mato Grosso do Sul

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Com as baixas temperaturas e o tempo seco em Mato Grosso do Sul nos últimos dias, os animais domésticos sofrem. Esta época do ano é a mais propícia para que os bichos fiquem doentes. A veterinária Ariany Lanzarini fala sobre as principais doenças de inverno e como prevenir os animais de estimação.

“No caso dos cachorros tem a cinomose, que é uma virose que se propaga com maior facilidade nesse clima frio e seco. O método para a gente evitar que os animais acabem se infectando seria a vacina anual. No caso dos gatos, é muito comum a rinotraqueíte, que é um vírus transmitido de forma aérea. Não podemos esquecer da tosse dos canis, específica de cachorros, que pode contaminar os outros animais da casa, se houver”, explica a veterinária.

Pet shops oferecem uma grande variedade de roupas e agasalhos, e tem até uma cama que vira uma toca pra proteger o animal do vento. Para evitar dar banho com água fria, há a opção de usar uma espuma. Em hotéis para bichos há cobertores para encarar as baixas temperaturas e lâmpadas para deixar o ambiente mais aquecido.

Fonte: G1

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Animais devem ser hidratados constantemente para evitar a hipertermia

A cidade de São Paulo entrou em estado de alerta nesta última quarta-feira, 25 de agosto, depois que a umidade do ar ficou em torno de 19% no período da tarde, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. E com o ar seco, principalmente os mais sensíveis, como crianças e idosos, tendem a sofrer. Mas não são apenas os seres humanos que precisam recorrer aos umidficadores de ar e hidratação para driblar o calor.

Crédito: Flickr/ CC – Sister72

De acordo com o médico veterinário Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Sena Madureira, é importante que cães e gatos sejam bem hidratados, oferecendo água fresca e abundante ao longo do dia. “Colocar toalhas molhadas no ambiente também é recomendável para auxilar no aumento da umidade através da evaporação da água”, completa.

Assim como o recomendável para a população em geral, os umidificadores de ar também devem ser adotados para os bichinhos, sobretudo, os que sofrem de bronquite ou asma. O dr. Mário ressalta ainda que animais com predisposição a doenças respiratórias também merecem atenção redobrada, sendo preferível que evitem passeios entre às 11h e 18h, recomendação que pode ser adotada para todos os cachorros.

Os principais sintomas de animais que estão sofrendo com o clima seco são dificuldades respiratórias, cansaço e ofegação. Nesses casos, o dr. Mário explica que, especialmente os que já sofrem de doenças respiratórias devem ser levados ao veterinário para que um possível reajuste na medicação seja feito.

Hipertermia

Caracterizada pelo aumento excessivo da temperatura corporal, a hipertermia é um problema grave que pode causar convulsões, edema pulmonar, parada cardíaca e até a morte. Apesar de resistentes, os cães tendem a sofrer bastante com o calor, sobretudo, os mais peludos. Nesse sentido, as tosas e os banhos devem ser mais frequentes.

Lembrando ainda que deixar o cão dentro do carro, seja lá por quanto tempo for, é uma das principais causas de morte devido à hipertermia. Em dias muito quentes e ensolarados, se ficarem dentro de automóveis, não são necessários mais que poucos minutos para que os animais comessem a apresentar sintomas do problema, como convulsão, prostração e taquicardia.

Recentemente, um casal foi condenado no Reino Unido justamente por deixar seu Pequinês dentro do carro por 45 minutos, tempo suficiente para o animal falecer devido ao calor.

Fonte: PetMag

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