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Relembre os melhores documentários de temática ambiental de 2018

Documentários são armas poderosas para mostrar os fatos e verdades sobre um determinado assunto. No quesito meio ambiente, as obras se fazem ainda mais importantes, já que podem influenciar seus espectadores a mudarem seus hábitos e costumes em relação à natureza.

O site OneGreenPlanet listou as produções que tiveram destaque ao longo do ano de 2018. Elas foram divididas em três categorias: Animais, Comida e Saúde. Eles discutem a Indústria Alimentícia, a forma com que o ser humano se alimenta, sua saúde, o meio ambiente e direitos dos animais.

Animais

1. Dominion

O documentário australiano Dominion expõe a crueldade da pecuária através de drones e câmeras escondidas. A produção mostra as condições em que os animais são mantidos e a maneira que são tratados.

2. Eating Animals

Baseado no livro Comer Animais, de Jonathan Safran Foer, o filme discute as questões de produção de animais e alimentação sustentável. Natalie Portman, que narra o documentário, afirmou que a obra de Foer fez com que ela se tornasse uma ativista vegana, após 20 anos de vegetarianismo.

3. H.O.P.E. What You Eat Matters

HOPE mostra como a indústria de alimentos considera o bem-estar animal em sua produção. Além disso, o documentário aborda os impactos de uma alimentação com carne para a saúde e meio ambiente.

Comida e saúde

1. Rotten

A série documental da Netflix, que em português significa “Podre”, conta com seis episódios. Rotten aborda questões de fraude e corrupção na indústria alimentícia, além das consequências desse setor para a saúde mundial.

2. Vegan 2018

O portal de notícias Plant Based News lançou, em novembro deste ano, o documentário Vegan 2018. Ele mostra o crescimento do veganismo além de destacar os benefícios de uma dieta baseada em plantas. A obra também discute direitos animais e conservação ambiental.

3. The Game Changers

O documentário, dirigido por James Cameron, estreou no Festival de Sundance em 2018 e será lançado ao público geral apenas em 2019. A obra retrata o dia-a-dia de atletas veganos, mostrando como a sua força, velocidade e bem estar melhoraram após a adoção de uma dieta vegana.

Menções honrosas

O site responsável pela lista não deixou de citar filmes que não forma lançados neste ano, mas que ainda tem uma temática atual. Cowspiracy, Live and Let Live e What The Health, disponíveis no catálogo brasileiro da Netflix, entraram nas menções honrosas do OneGreenPlanet.

Além disso, alguns documentários disponíveis na íntegra (nem todos em português) no youtube foram mencionados. Vegucated, de 2011, Land of Hope and Glory, de 2017, e Terráqueos de 2005.

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Série de documentários destaca os benefícios da alimentação vegetariana

Foto: Plants Interrupted/Reprodução

Recentemente, a Panera Bread, cadeia de restaurantes com mais de duas mil unidades nos Estados e no Canadá, lançou uma série de documentários intitulada “Food Interrupted”, dividida em seis partes. Em uma, que recebeu o nome de “Plants Interrupted”, são apresentados os benefícios de uma alimentação vegetariana.

O episódio é pautado no estilo de vida do ativista e bombeiro vegano Rip Esselstyn que, com a ajuda do especialista em alimentação saudável Kevin Curry, aceita o desafio de motivar um grupo de bombeiros a adotarem uma dieta sem alimentos ou ingredientes de origem animal. Ele explica que, por uma questão cultural, esse infelizmente é um meio onde as pessoas acreditam muito que se uma refeição não tiver pelo menos um pedaço de carne não é uma refeição completa.

Ainda assim, Esselstyn tem conseguido mudanças bem significativas por parte dos bombeiros com quem ele tem contato, provando como a alimentação sem carnes, ovos e laticínios pode ser saudável. Sobre a justificativa para um episódio enaltecendo a alimentação vegetariana, a Panera argumenta: “Acreditamos que a alimentação à base de vegetais pode ter um impacto positivo na saúde das pessoas e no meio ambiente. Por isso, oferecemos essas opções em todo o nosso cardápio.” O episódio “Plants Interrupted” está disponível aqui.

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Assembleia de SP exibe filmes sobre exploração e crueldade animal

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) exibirá, através da iniciativa de ativistas, documentários que retratam, entre outras questões, a exploração e a crueldade as quais são submetidos os animais que são vítimas do agronegócio.

Na próxima quinta-feira (16), das 15h às 17h, na sala Franco Montoro, serão apresentados os documentários “Exportando vidas” e “A carne é fraca”. O primeiro aborda, por meio de declarações de especialistas, os aspectos econômicos, jurídicos, ambientais, sanitário e éticos da exportação de animais vivos. Já o filme “A carne é fraca” expõe as consequências do consumo de carne, sejam elas ambientais, sociais ou relativas à saúde humana e aos direitos animais.

“Dominion” será o terceiro documentário exibido. A apresentação será feita na próxima sexta-feira (17), às 19h, no Auditório Paulo Kobayashi. O longa-metragem dirigido por Chris Delforce e co-produzido pelo diretor de Earthlings, Shaun Monson, foca em como os animais são explorados ​​e abusados ​​na Austrália. Entre os narradores do filme está uma série de celebridades veganas, incluindo Joaquin Phoenix, Rooney Mara, Sia, Sadie Sink e Kat Von D.

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo está localizada na avenida Pedro Álvares Cabral, 201, Paraíso.

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Vídeo capta alegria de macaco no momento em que é resgatado de circo

Gratidão. Era isso que expressava Pepe, o macaco-aranha, no mais próximo de um sorriso que conseguia esboçar. Uma câmera acompanhou o exato momento em que a corda que prendeu o animal por cerca de 8 anos em um circo no Peru foi enfim retirada de seu pescoço.

Enquanto a equipe de resgate da organização Animal Defenders Intenational (ADI) desatava os laços que atavam o animal a uma vida de exploração e maus-tratos, Pede olhava diretamente nos olhos deles, com uma mistura de esperança e confiança.

“Com a maioria dos macacos você realmente tem que imobilizar e dizer: ‘Farei isso o mais rápido que puder'”, explica o vice-presidente da ADI, Tim Phillips, durante o filme. “Tudo acontecia e ele estava olhando fixamente nos nossos olhos. Isso é muito raro. Havia confiança real lá”.

O vídeo comovente é parte de uma série que foi ao ar neste mês pela Animal Planet do Reino Unido, a Dodo Heroes. O intuito é mostrar o dia a dia de organizações, grupos ou pessoas que doam as suas vidas para defender e lutar pelos direitos animais – sem esperar nada além de um olhar ou sorriso de gratidão em troca.

Neste episódio, os fundadores da Animal Defenders International, Jan Creamer e Tim Phillips, foram filmados em viagens épicas à América do Sul, em uma operação chamada Operação Spirit of Freedom. Eles foram acompanhados enquanto rastreavam circos e salvavam animais, às vezes ao lado de equipes da SWAT ou até mesmo de movimentações populares.

Pepe com olhar sincero e singelo para as pessoas que o resgatavam da vida de sofrimentos (Reprodução | Express.uk

Soltar as imagens de Pepe antes do programa ir ao ar foi importante porque, de acordo com a própria organização, “Pepe define tudo pelo que estamos lutando. Ele viveu oito anos em uma cadeia. É um abuso terrível; é pior do que qualquer surra que esses animais recebam, esse nível de privação”.

O macaco foi submetido a cirurgias dentárias de emergência porque, além de ter vivido amarrado no circo, ele também teve seus dentes possivelmente arrancados, como forma de “manter o controle” dos animais.

Depois dos procedimentos cirúrgicos e de uma série de cuidados e exames de rotina, ele foi reunido a outro macaco-aranha antes de voltar para a floresta amazônica. Nas cenas finais do vídeo, Pepe está de mãos dadas com seu salvador, e é possível ver a sua carinha de alívio e felicidade por, enfim, conhecer a liberdade.

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Veja uma seleção de documentários sobre veganismo lançados neste ano

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Reprodução, Plant Based News

O ano de 2017 parece promissor para documentários sobre veganismo. Já foram lançados dois filmes inovadores e uma série de outros estão em andamento. Veja uma seleção de cinco filmes sobre o tema.

Eating You Alive

Foto: Reprodução, Plant Based News

Esse documentário foi lançado recentemente e aborda questões de saúde. Ele apresenta especialistas médicos e pesquisadores e lança um olhar científico nas razões pelas quais as pessoas ficam doentes e como podemos utilizar a alimentação vegetal para combater doenças crônicas. Veja mais informações aqui.

Carnage

Foto: Reprodução, Plant Based News

Segundo divulgado pelo Plant Based News, “Carnage” será transmitido na BBC iplayer no dia 19 de março e é dirigido pelo britânico Simon Amstell. O filme apresenta uma utopia que ocorre em 2067 e analisa o passado, uma época em que os seres humanos comiam outros animais.

The Game Changers

Não existem muitas informações sobre esse documentário, mesmo que tenha sido filmado há mais de dois anos. O que sabemos é que ele foi produzido pelo famoso diretor de cinema James Cameron e mostra vários atletas que adotaram uma dieta vegana.

“Um documentário de longa-metragem que será lançado em 2017 … Do UFC Octagon em Las Vegas e do laboratório de antropologia em Dartmouth, para um ginásio em Berlim e as florestas do Zimbábue, “The Game Changers” irá apresentar o mundo a atletas de elite, cientistas visionários, ícones culturais e heróis cotidianos – cada um com a missão de criar uma mudança sísmica no modo como comemos e vivemos”, diz o site do projeto.

Eating Our Way To Extinction

Foto: Reprodução, Plant Based News

Os criadores por trás do clipe viral que Leonardo DiCaprio descreveu como “o vídeo que as futuras gerações desejarão que todos vissem hoje” estão trabalhando no documentário de longa metragem “Eating Our Way to Extinction”.

Por meio de renomados cientistas, pesquisadores, líderes globais e celebridades, o filme traz à tona a realidade do verdadeiro custo de nosso relacionamento atual com os animais. O filme analisa profundamente a compaixão, o meio ambiente, a saúde e a economia.

What the Health

Foto: Reprodução, Plant Based News

Poucos documentários recentes dividiram tantas opiniões como “Cowspiracy”, produzido em 2014 por Leonardo DiCaprio. O filme obteve tanto críticas positivas quanto ferozes por retratar o papel da agropecuária nas mudanças climáticas.

Agora os diretores do filme produziram o melhor documentário sobre saúde até agora, “What the Health”, que segue Kip Andersen conforme ele descobre os impactos negativos dos alimentos de origem animal.

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Blog lança “Netflix do veganismo” com conteúdo ativista

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/VegNews
Reprodução/VegNews

O blog Your Daily Vegan (YDV) lançou recentemente o portal “Flicks Vegan”, que é uma coleção de filmes veganos que parece um Netflix para as pessoas que adotaram esse estilo de vida.

No portal, há documentários, programas de televisão e videoclipes dispostos para facilitar a visita do internauta e acompanhados de descrições, comentários e recomendações para outros filmes, relata a revista VegNews.

Os clipes estão disponíveis para streaming no site ou um link é fornecido para direcionar os usuários para outros locais nos quais possam assistir ao filme.

KD Angle-Traegner começou o blog em 2009 “para trazer a evolução vegana para as massas.”

Atualmente, o Vegan Flicks disponibiliza filmes como “Food Inc”., “Terráqueos”, “Cowspiracy” o novo curta “Food Chains” entre outros.

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Conheça 5 documentários para discutir preservação dos animais

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Em 2013, quando o documentário “Blackfish – Fúria Animal” estreou, o público e a indústria de parques de entretenimento ficaram abalados com as acusações feitas contra o SeaWorld, grupo que opera parques aquáticos nos Estados Unidos.

O filme acompanha a trajetória de Tilikum, uma orca mantida em cativeiro por anos e que, segundo o documentário, foi responsável pela morte de vários treinadores. A história levantou diversas questões sobre o tema: por que ainda existem parques de entretenimento com animais? Seria prudente manter orcas e outras espécies em confinamento e fora da natureza?

“Blackfish” faz parte da seleção de documentários disponíveis no Netflix que abordam temas relacionados aos direitos dos animais – e as possíveis consequências à humanidade se não começarmos a discuti-los. Entre os selecionados da lista também está o doc “The End Of The Line”, que mostra o impacto que a pesca desenfreada pode ter na vida de todos nós.

“Blackfish – Fúria Animal”

Blackfish acompanha a vida de Tilikum, uma baleia performática que matou várias pessoas quando estava em cativeiro. O documentário investiga o tratamento cruel que os animais recebem em seus treinamentos e as pressões da multibilionária indústria dos parques aquáticos.

“Virunga”

Documentário aborda o Parque Nacional de Virunga, espaço localizado na República Democrática do Congo, que abriga o restante dos gorilas da montanha existente no mundo. Uma pequena equipe de guardas florestais protege o parque contra milícias, das empresas interessadas em petróleo e de desastres naturais.

“The End Of The Line”

Este alarmante documentário analisa a iminente extinção do atum-rabilho e o impacto que a pesca desenfreada exerce sobre a fauna marinha.

“Mission Blue”

Neste documentário, a oceanógrafa e ecoativista Sylvia Earle divulga as condições dos oceanos. A produção é de Fisher Stevens, vencedor do Oscar por “A Enseada”, e Bob Nixon, indicado ao Oscar. Perecendo rapidamente devido à poluição, pesca predatória e acidificação, os oceanos caminham para uma catástrofe ecológica com impacto devastador sobre a vida na Terra.

“Preguiças em Perigo”

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Por meio de sua fundação para combater o tráfico de animais, uma colombiana assume a causa do bicho-preguiça, uma espécie ameaçada pela ação ilegal.

Nota da Redação: Recomendamos que cada um assista a esses e a outros documentários com um olhar diferente, se inserindo nessas realidades e percebendo que todo ser humano pode ter algum tipo de responsabilidade a respeito das práticas abordadas nos filmes. Se você vai a aquários, se você pesca ou consome peixes – e todos os outros animais e seus derivados -, se colabora para a poluição ou possui animais silvestres, repense seus hábitos e perceba que tais crueldades contra os animais dependem da ação humana – direta ou indireta –  para que aconteçam. 

Fonte: Catraca Livre

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Documentário acompanha fotógrafa de animais em jornada global

A faceta mais cruel do sistema de exploração de animais é torná-los invisíveis. O bife empacotado em plástico no supermercado, o couro, a lã … todos esse produtos são apresentados como se existissem espontaneamente, e não como partes dos corpos de animais explorados. Essa distanciação é o antídoto ideal para a compaixão que muitas pessoas sentiriam se o nexo produto/animal fosse mais evidenciado.

Um novo documentário sugestivamente chamado The Ghosts in Our Machine, protagonizado pela fotógrafa Jo-Anne McArthur, familiariza o espectador com um elenco de animais não-humanos. O filme segue Jo-Anne ao longo de um ano quando ela fotografa para várias histórias sobre animais nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Cada história é uma janela para as indústrias globais de exploração animal: moda, comida, entretenimento e pesquisa.

“A conexão que eu tenho com os animais que fotografo é de empatia. Existe um nível de mau-tratos e desigualdade entre animais humanos e não-humanos que é muito grande, e isso está sempre no topo dos meus pensamentos,” a fotógrafa no material publicitário.

No elenco estão animais que ainda vivem dentro do sistema de opressão ou que foram resgatados dele.

O filme está sendo exibido mundo a fora e trata-se de mais um projeto cinematográfico fundamentas à luta pelos direitos animais.

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Parceria entre ONGs rende trabalho educativo em prol dos Direitos Animais

(da Redação)

O Grupo Fauna, entidade de Defesa dos Direitos Animais e Ambientais de Ponta Grossa, no Paraná, há 3 anos atua em parceria com a Ativismo Vegetariano (Ativeg PG).

As duas entidades, pautadas na Libertação Animal, sempre tiveram os documentários do Instituto Nina Rosa (INR) como material de apoio em suas atividades educativas. Trechos da animação “Vegana”, a mais recente produção do INR, foram exibidos a convite da Sociedade Espírita Francisco de Assis (SEFAN), para crianças dos Cursos de Evangelização, no dia 27 de março, em Ponta Grossa.

A União Libertária Animal (ULA), do Rio de Janeiro, possibilitou mais um avanço nas ações educativas do Grupo Fauna e da Ativeg PG. A ULA liberou os direitos de impressão da Cartilha “Ulinha! Direitos Animais para Crianças”, que foram impressas em papel reciclado e doadas para as atividades de evangelização da SEFAN sobre o respeito à Natureza.As crianças da SEFAN foram as primeiras contempladas com trechos da animação “Vegana” e com a Cartilha “Ulinha!”, em Ponta Grossa.

O Grupo Fauna e a Ativeg PG pretendem ampliar a impressão das cartilhas para a distribuição em mais espaços de educação formal e não-formal, onde forem convidadas.Temas como guarda responsável, comercialização de animais, animais em circos e zoológicos e alimentação vegetariana são abordados pelos militantes da Libertação Animal em Ponta Grossa, agora com o apoio de materiais de qualidade para crianças, criados e disponibilizados pelo INR e pela ULA.O Grupo Fauna e a Ativeg PG estão buscando apoio para a ampliação da impressão das Cartilhas “Ulinha!” para todas as escolas de Ponta Grossa.

Para saber mais acesse:

Instituto Nina Rosa: http://www.institutoninarosa.org.br/produtos-inr

União Libertária Animal: http://www.uniaolibertariaanimal.com/projeto-ulinha/cartilha-infantil

Contatos:

Ativeg PG: pontagrossa@ativeg.org
Grupo Fauna: grupofauna@gmail.com

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Entidades promovem seminário sobre alimentação natural, vegetarianismo e direito animal em Natal (RN)

As entidades PAV – Proteção Animal Vegetarianismo e Nossos Bichos, com apoio da Casa do Bem, vão promover nos próximos dias 8 e 9 de dezembro no miniauditório da IFRN, em Natal (RN)  o Seminário sobre Alimentação Natural e Vegetariana e Direito Animal – Direito de Não Ser Escravo da Humanidade. Com palestras a partir das  19h, o evento vai apresentar a nutricionistas Gabrielle Mahara M. Azevedo e Karen Camila F. de Oliveira, abordando o tema: “O segredo para viver bem”.

O acesso é gratuito e vão ser exibidos documentários e entregue material impresso. A PAV – Proteção Animal Vegetarianismo – Amigos Solidários dos Animais – é uma associação sem fins lucrativos de educação humanitária, proteção animal e divulgação do vegetarianismo.

Mais informações com Johanns pelos telefones (83) 8849-6478 ou (83) 9637-0976.

Fonte: Robson Carvalho

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Manifestantes realizam ações para impedir exibições do documentário The Cove

Imagem do cartaz. Foto: Divulgação

“The Cove,” documentário ganhador do Oscar sobre a pesca de golfinhos no Japão, pareceria ser um candidato ideal aos cinemas daqui. Porém, a distribuidora ainda não encontrou nenhuma sala para exibir o filme. Se Shuhei Nishimura e seus compatriotas da ala nacionalista do Japão tiverem sucesso, nenhuma sala jamais o exibirá.

Num país que treme em desarmonia e permanece cauteloso em relação ao histórico de violência da extrema direita, os comícios de ativistas, as difamações online, os telefonemas intimidantes e as ameaças veladas de violência estão forçando os cinemas a cancelar as projeções de “The Cove” – que não só retrata a caça aos golfinhos numa perspectiva desfavorável, mas também adverte sobre os altos níveis de mercúrio nos peixes, revelação perturbadora para um país apaixonado por frutos do mar.

Esse é, também, um exemplo absoluto de como o debate público sobre temas considerados delicados aqui pode ser facilmente abafado por uma pequena minoria, a mais ativa delas sendo os dez mil direitistas que sustentam posições de linha-dura em disputas contra vizinhos de Tóquio.

Outras áreas que foram eficientemente transformadas em tabu pela direita incluem a família real japonesa, os direitos para minorias étnicas, a ocupação de Tóquio em partes da Ásia no último século, o papel do país na Segunda Guerra Mundial e os grupos do crime organizado, muitos dos quais possuem estreitas ligações com a extrema direita.

Grupos como a Sociedade Nishimura pela Restauração da Soberania, que possui apenas um punhado de membros principais, recentemente assumiu como missão combater as críticas nacionais de práticas como a pesca de baleias e golfinhos.

Em inúmeras manifestações, os membros da sociedade argumentaram que as caçadas são tradições japonesas honradas que precisam ser protegidas da condenação ocidental, e “The Cove” passou a ser seu alvo número um.

“Se você orgulho de seu país, não exiba este filme”, urrou Nishimura pelos alto-falantes, num protesto diante do Yokohama New Theater, com cerca de 50 manifestantes empunhando cartazes e bandeiras do sol nascente. “Você envenenaria a alma do Japão?” “The Cove” traz cenas, muitas delas filmadas furtivamente, de pescas de golfinhos na vila de Taiji, sudoeste de Tóquio.

Um grupo de ativistas comandados por Ric O’Barry, que treinou golfinhos para a série televisiva “Flipper”, testemunha as violentas caçadas numa lagoa isolada, onde pescadores encurralam golfinhos, selecionam alguns para capturar vivos e usam arpões para matar os restantes, deixando a lagoa vermelha de sangue.
As matanças, segundo os ativistas, são estimuladas por um lucrativo comércio de golfinhos vivos para aquários, além de um mercado local para a carne do animal – que está contaminada com mercúrio.

A pesca comercial de baleias foi criminalizada mundialmente em meados dos anos 1980, mas a proibição não cobre mamíferos marinhos menores, como os golfinhos. O Japão mata cerca de 13 mil golfinhos por ano, de acordo com a Fisheries Agency, dos quais aproximadamente 1.750 são capturados em Taiji. A maioria dos animais mortos nessa região é conhecida como golfinhos-comuns, que não estão em extinção.

O filme gerou reações também nos Estados Unidos, embora de um tipo bem diferente. Após algum trabalho de dissimulação pelos produtores do filme – programado para coincidir com a cerimônia do Oscar -, investigadores invadiram em março um restaurante japonês em Santa Monica, na Califórnia, e acusaram seus proprietários de servir carne da baleia-sei, espécie em extinção. Depois de um pedido de desculpas, o restaurante logo fechou suas portas, aparentemente num ato de haraquiri gustativo.

Defensores da livre expressão encorajaram os cinemas a resistir às ameaças e exibir o documentário, realizado pelo cineasta norte-americano Louie Psihoyos. Muitos japoneses não sabem que as pescas de golfinhos ocorrem aqui, onde o consumo de carne de golfinho é raro, e críticos afirmam que já está na hora de um debate público.

Alguns negócios estão resistindo à pressão dos nacionalistas. A empresa de internet Niwango planeja uma exibição gratuita do filme, mesmo que para apenas dois mil espectadores. Ainda assim, três cinemas cancelaram suas exibições do filme no começo de junho, depois que o grupo de Nishimura advertiu, em seu site, que realizaria manifestações do lado de fora de dois cinemas no centro de Tóquio. Outros vinte e três ainda estão considerando se exibem ou não o filme. Nenhum cinema o colocou em cartaz.

Yoshiyuki Hasegawa, gerente do Yokohama New Theater, disse que estava adiando as projeções do filme. “É claro que isso me incomoda”, afirmou ele, “mas preciso pensar nos problemas que isso traria aos meus vizinhos”.

Embora o filme não tivesse sido programado para um grande lançamento no Japão, os organizadores agora temem que a projeção simplesmente nunca aconteça. “Eu tinha uma sensação de missão”, disse Takeshi Kato, presidente da distribuidora do filme no Japão, a Unplugged. “Já sabia, no momento em que assisti ao filme, que esse era um assunto sobre o qual os japoneses precisavam ver e pensar profundamente”.

Há dois anos, protestos nacionalistas fizeram com que alguns cinemas cancelassem projeções de um documentário, realizado por um cineasta chinês, sobre o Santuário Yasukuni, um controverso memorial de guerra que honra os japoneses mortos em guerras, incluindo criminosos de guerra.

“Todos estão com muito medo”, disse Tatsuya Mori, autor e diretor que tem sido um crítico especialmente aberto dos protestos da extrema direita – e dos cinemas, por recuar tão rapidamente. “Os japoneses tendem a imaginar cenários pessimistas, mas precisamos nos lembrar de que eles são, na verdade, um número muito pequeno de pessoas”, disse ele.

O temor público em relação à extrema direita é derivado de rompantes de violência ao longo dos anos que, quando isolados, permanecem profundamente gravados na mente nacional. Houve o assassinato em 1960 de um legislador socialista, Inejiro Asanuma, por um simpatizante da extrema direita com uma espada, por exemplo, e o ataque – no ano seguinte – ao presidente da Chuokoron, a editora de uma revista que publicava uma sátira da família real.

Em 2006, um direitista incendiou a casa de um membro do parlamento, depois que este criticou as visitas do primeiro-ministro Junichiro Koizumi ao Santuário Yasukuni. No mesmo ano, um grupo de direita arremessou uma bomba incendiária nos escritórios do “The Nikkei”, um importante jornal diário, depois que foram publicados relatos sobre a opinião do imperador sobre o santuário.

A mais recente campanha direitista foi uma das mais resolutas até hoje, embora existam evidências de que o interesse público no filme tenha aumentado com a cobertura da mídia sobre suas dificuldades no Japão. Mais de 700 pessoas se amontoaram para comparecer a uma projeção única no centro de Tóquio, organizada por defensores da liberdade de expressão. Cerca de 100 pessoas ficaram de fora por falta de espaço.

“Estou contente por ter visto”, disse Tamaki Iijima, um construtor de 53 anos de Saitama, oeste de Tóquio. “Vivemos numa sociedade que esconde as coisas sujas. Ficar sabendo é um primeiro passo muito grande”.

Fonte: Yahoo Notícias

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Nova Friburgo sedia 1ª mostra de filmes sobre direitos animais

(da Redação)

Na próxima quarta-feira (19), a partir das 18h, será realizada no Centro de Arte de Nova Friburgo (RJ), a 1ª mostra de filmes sobre direitos animais na cidade. A exibição de filmes e documentários é promovida pelo Instituto Univida com apoio da Sociedade Vegetariana Brasileira (Grupo Serrana) e da Secretaria de Cultura (Departamento Centro de Arte) do município.

Segundo os organizadores, os vídeos foram escolhidos com o objetivo de levar ao conhecimento do público a triste realidade vivida pelos animais e que são desconhecidas da sociedade, a partir daí as pessoas podem agir para modificar a maneira como os animais são tratados.

A mostra será realizada até o mês de dezembro com a exibição de um filme por mês. O primeiro, será “A Enseada” (The Cove), documentário que ganhou o Oscar 2010 na categoria narra a matança dos golfinhos no Japão.

O Centro de Arte de Nova Friburgo fica localizado na Praça Getúlio Vargas, nº 71, Centro. A entrada é gratuita. No final de cada exibição, haverá um debate sobre o tema abordado.

Calendário de exibição:
19/05 (quarta-feira) – “A Enseada”
10/06 (quinta-feira) – “A Carne é Fraca”
22/07 (quinta-feira) – “Terráqueos”
18/08 (quarta-feira) – “Vida de Cavalo”
02/09(quinta-feira) – “Segredos do Pedigree”
28/10 (quinta-feira)- “Não Matarás”
18/11 (quinta-feira)- “Nação Fast Food”
09/12(quinta-feira)-“O Reino Pacífico”
16/12(quinta-feira) – “Migração alada”

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