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Relatório revela: empresas de carne são as maiores poluidoras de água do planeta

O setor de carnes representa uma das ameaças mais significativas ao suprimento global de água, de acordo com um novo relatório da organização sem fins lucrativos com foco em sustentabilidade, Ceres. A edição de 2019 do relatório “Feeding Ourselves Thirsty”, analisa de perto como 40 das maiores empresas de alimentos gerenciam a utilização e o risco da água em suas operações e na cadeia de suprimentos global.

De acordo com o relatório, o setor de carnes – que foi analisado em adição aos setores de produtos agrícolas, bebidas e alimentos embalados – é responsável por um terço das retiradas de água doce e da descarga de toneladas de poluentes perigosos nas hidrovias anualmente.

Em média, o relatório constatou que o setor está fazendo o mínimo para reduzir de forma proativa esses riscos. A Sanderson Farms – o terceiro maior produtor de aves dos Estados Unidos – obteve a menor pontuação na análise e não conseguiu estabelecer nenhum tipo de meta para reduzir o uso da água.

O relatório da Ceres sugere que essas grandes empresas precisam adotar práticas muito mais fortes e decisivas para reduzir sua demanda e impacto sobre os recursos hídricos limitados do planeta.

“Cultivar e processar os alimentos que ingerimos é um negócio que consome muita água, chegando a demandar mais de 70% dos recursos hídricos cada vez mais escassos do mundo”, disse Brooke Barton, vice-presidente de Inovação e Avaliação da Ceres e co-autora do relatório.

“No entanto, como nosso relatório revela, o C-suite (coletivo para gerentes de nível executivo) ainda vê a água como um insumo barato e ilimitado, ignorando seu papel central na lucratividade de seus negócios. Apesar da percepção mais ampla, somos encorajados pelo crescente reconhecimento dos riscos da água e acreditamos que qualquer ação tomada para avançar no gerenciamento interno de riscos da água é um passo na direção certa. Ainda assim, há um longo caminho a percorrer para muitos dos maiores usuários e poluidores de água do setor”.

À medida que a indústria de carne continua pressionando os recursos do mundo, marcas de carne de origem vegetal, como Beyond Meat e Impossible Foods, estão explodindo em popularidade.

De acordo com um relatório de sustentabilidade divulgado pela Impossible Foods, são necessários 75% menos água (além de 95% menos terras e 87% menos emissões de gases de efeito estufa) para produzir seu principal produto, o Impossible Burger, em comparação com um hambúrguer tradicional de origem animal.


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Homem se muda para abrigo para ajudar cachorrinha rejeitada a ser adotada


Queen é uma cadelinha linda e adorável, porém, ao ver seus companheiros todos ganharem um lar e ela ficando para trás, a cachorrinha acabou ficando depressiva, mas um gesto nobre pode mudar isso em breve


Foto: Facebook
Foto: Facebook

Scott Poore, morador do Kansas, nos Estados Unidos, se mudou para o canil de um abrigo para ajudar uma cachorrinha rejeitada a encontrar um lar e uma família após saber que ela ficou sozinha e deprimida por não conseguir ser adotada.

Poore, que dirige a empresa, Mission Driven, comovido com a situação de Queen, uma cachorrinha sem raça definida de três anos de idade, sabia que precisava fazer algo para ajudá-la a ter um final feliz.

Queen vive no abrigo Great Plains SPCA há mais de um ano e está lentamente mergulhando em uma depressão perigosa, de acordo com o canal de notícias Fox 4 KC.

Foto: Fox/KC
Foto: Fox/KC

Felizmente para Queen, Poore, que desistiu de seu trabalho corporativo para ajudar os animais de abrigo a serem adotados, ouviu sua história e imediatamente entrou em ação.

“Nos últimos dois meses, ela começou a perder a esperança, e foi isso que me motivou a tomar essa atitude. Não vou deixá-la perder a esperança” – ele disse ao canal Fox.

Poore começou seu projeto se mudando para o canil de Queen. Ele então enfeitou e redecorou seus novos aposentos.

O empresário disse que seu objetivo é mostrar aos adotantes em potencial como Queen é carinhosa e afetuosa, na esperança de tirá-la do abrigo o mais rápido possível.

“Ela é a cachorrinha mais afetuosa e adorável com quem já lidei. Ela tem muita energia – disse Poore à emissora. Ele disse também que Queen é “gentil e amorosa”.

Foto: Fox/KC
Foto: Fox/KC

Enquanto Poore está vivendo com Queen, ele aproveita a oportunidade e a publicidade para pedir doações para o abrigo no mês de setembro.

O empresário disse que seu objetivo é mostrar aos adotantes em potencial como Queen é carinhosa e afetuosa, na esperança de tirá-la do abrigo e conseguir-lhe um lar amoroso o mais rápido possível.

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Histórias Felizes, Notícias

Cachorrinha é abandonada presa em gaiola em parque público

Ao notar a situação estranha e cruel em que o animal se encontrava, as pessoas chamaram a polícia que a libertou, dócil e carente, a cachorrinha agradeceu com lambidas e pulos de felicidade


 

Foto: Facebook/Politie Nieuwegein
Foto: Facebook/Politie Nieuwegein

Quando um grupo de pessoas chegou a um ponto de coleta de caronas em Nieuwegein, na Holanda, no fim de semana, imediatamente eles perceberam que havia algo errado ali. Ao lado do ponto, na beira de uma área arborizada próxima, havia uma cachorra trancada dentro de uma gaiola, sozinha, sem ninguém à vista ou tutor próximo a ela.

Entendendo a situação, as pessoas que encontraram o animal, ligaram para a polícia imediatamente, que de pronto foi ao local. Os policiais ficaram tão pasmos quanto os demais quando viram a cachorrinha toda confusa e assustada presa na gaiola, esperando apenas alguém para ajudá-la, de acordo com o The Dodo.

Ela parecia doce e carente, como se quisesse que alguém a ajudasse, então os policiais libertaram o cachorrinha da gaiola.

Ela ficou imediatamente tão grata por estar livre e perto das pessoas novamente, que agradeceu aos socorristas com um grande sorriso, saltos adoráveis próprios de filhotes e muitos “lambeijos”. Ela ficou muito feliz em ver todo mundo ao seu redor e parecia não ter medo das pessoas, apesar de tudo o que havia passado.

Os policiais levaram a cachorrinha para um abrigo próximo, onde funcionários determinaram que ela era uma mistura de pastor que tinha em torno de 2 anos e, infelizmente, não era microchipada.

Foto: Facebook/Politie Nieuwegein
Foto: Facebook/Politie Nieuwegein

Ao que tudo indicava, quem a deixara naquela gaiola pretendia mesmo abandoná-la, e ninguém consegue entender por que alguém iria querer deixar para trás uma cachorra tão doce e amorosa.

“Recebemos várias pistas nas quais estamos trabalhando”, escreveu o departamento de polícia de Nieuwegein em um post no Facebook sobre o resgate.

Muitas pessoas que viram o post já se ofereceram para adotar a cachorrinha feliz, e a polícia tem direcionado todos para o abrigo, que tentará encontrar a melhor família para a cachorrinha.

As pessoas também expressaram sua indignação com quem fez isso, mas a polícia foi rápida em lembrar a todos permanecessem calmos. O mais importante é que a cachorra esteja segura agora, graças às pessoas que a encontraram e aos policiais que a libertaram.

“Entendemos uma resposta emocional a esta mensagem e também rejeitamos a ação do tutor irresponsável, e é por isso que gostaríamos de encontrar essa pessoa”, escreveu a polícia.

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Gatinha rejeitada por ter manchas no rosto é vítima de preconceito

Daisy tem nove anos e vive atualmente em um abrigo para animais abandonados, ela aguarda por uma família, mas os possíveis adotantes a recusam alegando que suas manchas são “desagradáveis”


 

Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook
Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook

Por Eliane Arakaki

Daisy é uma adorável gatinha da raça ragdoll. Ela é peluda, muito fofa e, provavelmente, nada é mais agradável para ela do que “aconchegar-se em qualquer coisa quente, feliz em ver o tempo (e o mundo) passar”.

Assim sendo, seria é lógico concluir que os amantes de gatos deveriam estar ansiosos para adotar a gatinha que vive em um abrigo.

No entanto, Daisy tem manchas faciais que segundo o centro de resgate da Mini Kitty Commune em Sydney, na Austrália, as pessoas (possíveis adotantes) consideram “desagradáveis”, explicando ainda que, embora “alguns digam que ela tenha marcas faciais infelizes”, eles a chamam de “única”.

Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook
Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook

As pessoas podem ser cruéis.

Descrevendo ainda mais a doce felina, o centro escreve: “A bela Daisy está pronta para adoção. Daisy tem nove anos e espera ansiosamente para gastar seu tempo aconchegando-se em seu novo tutor ou tutora junto à sua nova família”.

“Ela é muito simpática e não quer muita coisa, Daisy adora companhia de humanos, mas também já esteve com outros gatos, por isso convive bem com todos após as devidas e corretas apresentações”.

Apesar das pessoas aparentemente estarem tirando sarro de seu rosto, Daisy ainda é uma gata amigável que não faz ideia de que suas marcas são motivo de preconceito.

Na verdade, em resposta à publicação do abrigo feita no Facebook, muitas pessoas apontaram que as marcas da gatinha pareciam muitas outras coisas.

“Parece um coração de amor alongado”, escreveu um fã.

“Huh … parece mais asas de anjo para mim”, acrescentou outro.

Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook
Foto: Mini Kitty Commune Rescue/Facebook

Assim como Daisy milhões de outros gatinhos, cachorros e animais domésticos aguardam por um lar e uma família, muitos deles são preteridos por serem deficientes, idosos ou doentes.

Assim como os seres humanos, animais podem sentir, sofrer e se alegrar, animais não são produtos para serem vendidos e comprados. São vidas e merecem respeito.

Não compre um animal, adote. Ter um membro de quatro patas na família exige responsabilidade e compromisso, pois eles dependem de nós, mas são capazes de uma lealdade, companheirismo e amor únicos e incondicionais.

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Gatinho de professora de piano não deixa os alunos tocarem para receber carinho

Jasper aprendeu desde cedo que o piano seria seu grande concorrente em relação a atenção dos alunos de seu tutor, então ele desenvolveu um método particular de vencer essa competição


 

Foto: laurajaneelliott_/Instagram
Foto: laurajaneelliott_/Instagram

Por Eliane Arakaki

Recentemente, Heather Parry decidiu aprender a tocar piano, um instrumento que leva bastante tempo e dedicação para ser dominado.

Então, ela se inscreveu em algumas aulas de música – mas logo se deparou com um adorável impedimento ao seu progresso.

O nome dele é Jasper.

Jasper é o querido animal doméstico da nova professora de piano de Parry, Laura Elliott. Parry é uma grande fã de gatos, então o fato de um gatinho estar lá para cumprimentá-la quando ela chegou para a primeira aula, foi uma grande vantagem.

“Eu me apaixonei imediatamente”, disse Parry ao The Dodo.

Parry nunca poderia ter adivinhado, no entanto, que Jasper faria mais do que apenas ficar nos bastidores assistindo. Acontece que Jasper adora receber atenção mais do que tudo – e está disposta a fazer o que for preciso para obtê-la.

Aqui está o vídeo de Jasper em ação:

O barulho das teclas do piano é como uma música de alerta – avisando Jasper para interromper as aulas de seu dono.

“Hoje ele estava do lado de fora no jardim da frente, mas entrou pela janela mais alta quando me ouviu tocando”, disse Parry.

Mas Parry não é o única aluna a se distrair com o doce gato.

Jasper sem dúvida recebe muitos carinhos e chamegos dos alunos antes e depois das aulas, mas eles parecem ter se acostumado a suas interrupções durante a aula que já podem até continuar apesar delas.

Foto: laurajaneelliott_/Instagram
Foto: laurajaneelliott_/Instagram

No entanto, para o gato que procura atenção, ainda vale a pena tentar.

Embora ele possa desacelerar as aulas às vezes, simplesmente ter Jasper por perto torna toda a experiência muito melhor.

“Este é um bônus enorme”, disse Parry, “e significa que agora nunca poderei desistir de aulas de piano”.

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Você é o Repórter

Cãozinho deficiente vive dentro de uma caixa em SP

Divulgação

Um cãozinho ficou paraplégico após cair de uma laje depois de se assustar com os fogos. Ele mora na região de Santo Amaro, zona Sul de SP e tem apenas seis meses de vida. Ele foi levado a um hospital veterinário e após muitos exames foi sugerida a indução à morte.

Infelizmente os tutores do filhote não quer escolher essa opção, mas também não tem condições de cuidar dele. Ele precisa ser resgatado e acolhido por alguém ou alguma instituição que tenha condições de dar uma segunda chance para ele. Atualmente ele vive em uma caixa.

Quem puder ajudar entre em contato com a Solange através do telefone: (11) 9 6767-5466.

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Você é o Repórter

Doce cachorrinho busca adotantes amorosos em Osasco (SP)

Carolina Borges Duarte
carolinabduarte@hotmail.com

Divulgação

O doce e querido cachorrinho da imagem é carinhosamente chamado de Davi. Ele tem aproximadamente quatro anos e não possui raça definida. Ele foi resgato e acolhido após ter sido vítima de um atropelamento. Ele foi operado, está saudável e em breve estará disponível para adoção responsável no bairro Jardim das Flores, no Osasco (SP). Davi já está castrado e vacinado. Interessados em se candidatarem a dar um lar para o Davi entrem em contato com a Carolina através do telefone: 11 97416-8505.

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Você é o Repórter

Confeitaria ética e vegana é tema de curso no Rio

Cristina Ganda
cristina@cakevegancake.com

Reprodução
Reprodução

Bolo sem ovo e sem leite cresce e fica gostoso? Juliana Gondo, fundadora da Cake Vegan Cake – Rio, tem a resposta na ponta da língua: “Claro! Fica ainda melhor!…”

Com 3 anos bem vividos no mercado carioca, a chef executiva da Cake (para os íntimos) inicia um tour pelo Brasil afora ensinando as técnicas de confeitaria vegana de uma maneira didática e descomplicada.

A próxima aula no Rio de Janeiro será no dia 31 de julho, domingo, de 13:30 às 16:30, no Hostel Santa Terê (Rua Santo Amaro, 292).

O investimento é no valor de R$300,00 e as inscrições devem ser feitas através do e-mail: cristina@cakevegancake.com ou (31) 98866-1577. As vagas são limitadas.

Saiba mais na página da iniciativa no Facebook.

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Notícias

Nova confeitaria vegana por delivery aposta em produtos artesanais para atrair consumidores

Por Natália Prieto (em colaboração para a ANDA)

Foto:  Ana Paula Lima Fotografia
Foto: Ana Paula Lima Fotografia

Com o objetivo de provar às pessoas que doces feitos com ingredientes vegetais podem ser atrativos e saborosos, a recém-inaugurada confeitaria Vovó Vegana, que desenvolveu seus produtos com inspirações da culinária nacional e internacional, trabalha com encomendas simples, festas, cestas e eventos corporativos.

Entre os produtos da empresa estão o pão de melado (carro-chefe), bolos tradicionais (como cenoura e laranja), bolos decorados, docinhos, cookies, trufas, cupcakes e bem casado/nascido. As entregas são feitas para a região da Grande São Paulo.

Foto:  Ana Paula Lima Fotografia
Foto: Ana Paula Lima Fotografia

Além do pão de melado, que ao invés de levar mel é adoçado com o melado extraído da cana, outro destaque da confeitaria é o sistema de entrega de cestas. Com temáticas para café da manhã, tarde, aniversários e amor, os preços variam de R$70 a R$120.

O nome Vovó Vegana surgiu da ideia de oferecer às pessoas doces veganos artesanais, tradicionais e saborosos, remetendo à lembrança dos doces carinhosamente preparados pelas avós. Para isso, a confeitaria trabalha com um mix de leites vegetais, açúcar orgânico e frutas frescas.

Foto:  Ana Paula Lima Fotografia
Foto: Ana Paula Lima Fotografia

O valor mínimo de pedido para entrega é de R$30 e a taxa do delivery é fixa para qualquer região da capital paulista (R$10). Os pedidos podem ser feitos por e-mail ou telefone e o pagamento é realizado pelo PagSeguro, que aceita cartões de crédito, boleto bancário, débito online e depósito em conta.

Serviço

Local: São Paulo

Site

Telefone: (11) 2476-0065

E-mail: contato@vovovegana.com.br

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Boa Notícia

Campeonato de doce vegano

Uma deliciosa competição italiana promovida pela ONG AgireOra está fazendo muita gente comer com os olhos. Até o dia 26 de julho é possível escolher pela internet a sobremesa vegana mais bonita da Itália. São 296 doces  diferentes que podem ser votados nessa página aqui, onde você encontra o link para ver a galeria de fotos.

Em maio desse ano, essas delícias disputaram o concurso regional italiano de doces veganos, realizado por pequenos grupos em várias cidades italianas diferentes, como Roma, Milão e Torino, e com o apoio da AgireOra. No total, segundo a ONG, o público participante foi de 1.171 pessoas e os doces inscritos no campeonato chegaram a 331.

Entre os ganhadores locais está o bolo Free Farm (Fazenda livre), da boleira vegana Stefania Palazzi, de Roma, que agora disputa com todas as outras sobremesas o primeiro lugar de doce mais bonito da Itália. “É importante realizar eventos como esse para mostrar que um grande número de pessoas não considera normal trucidar animais para fazer um doce ou outra receita qualquer. Com iniciativas como esta, comunicamos às pessoas que deixar de explorar os animais é algo muito simples que podemos fazer com a nossa vontade”, disse SilviaVoltolini, organizadora do evento.

Como realizar

Para os veganos que quiserem colocar a ideia em prática no Brasil, a organização do evento é simples, desde que uma ONG ou associação promova o evento em âmbito nacional.  Localmente, basta que um pequeno grupo informal de pelo menos dois voluntários se disponibilize a organizar o campeonato na sua cidade. Esses voluntários serão responsáveis por encontrar um lugar para a realização do evento, por receber as inscrições dos participantes, pela contabilização dos votos, pela premiação e pelas fotos de divulgação dos doces concorrentes. Obviamente, os organizadores locais também devem cuidar da divulgação, que inclui chamar os doceiros para a disputa e atrair um maior número possível de “juízes degustadores”, que na competição italiana pagaram 5 Euros para dar um voto.

Os prêmios para os três primeiros lugares ficam a critério dos organizadores. Pode ser, por exemplo, uma cesta de produtos veganos, um vale-compra em uma loja interessante, utensílios para a cozinha ou que o grupo achar mais conveniente. Depois que a competição local é realizada, uma segunda disputa é feita pela internet para eleger o doce mais gostoso e o mais bonito de todo o país. Todo mundo que tem acesso à internet pode votar. Pelas regras italianas, o doce eleito como o mais gostoso receberá um vale-presente no valor de 300 Euros pra gastar com os produtos disponíveis na loja virtual da AgireOra. Enquanto o doce mais bonito, receberá um vale-presente de 100 Euros.

Além dos prêmios aos doceiros concorrentes, a AgireOra oferece aos organizadores locais: divulgação do evento no site da ONG, na mídia e nas páginas de Facebook e Twitter; cartazes de divulgação; material informativo para colocar à disposição do público e consultoria.

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