De olho no planeta

Pesquisa revela perigos de pesticidas e recomenda o fim do uso da substância

Uma pesquisa revelou informações surpreendentes sobre os perigos da pulverização de pesticidas, chamados organofosfatos, em alimentos e em comunidades.

De acordo com o relatório, publicado recentemente na revista especializada PLOS Medicine, não existe um nível seguro de exposição a organofosforados para mulheres grávidas.

Mesmo a menor exposição a esses produtos químicos pode causar graves impactos negativos nas crianças durante o desenvolvimento fetal, e que podem então ficar com eles por toda a vida.

Como os pesquisadores apontaram, várias revisões sistemáticas e estudos epidemiológicos nos Estados Unidos e no exterior revelaram os terríveis impactos que a exposição a esses pesticidas entre as mulheres grávidas pode ter para seus filhos.

Especificamente, isso resultou em crianças que desenvolvem distúrbios que vão desde perda de memória a habilidades mentais e motoras, até autismo, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

Pesquisa revelou perigos dos pesticidas, principalmente para mulheres grávidas e seus bebês (Foto: Pixabay)

À luz desses sérios riscos, os oito pesquisadores que criaram o artigo estão pedindo uma imediata eliminação internacional dos organofosforados em todos os ambientes, tanto agrícolas como não agrícolas.

De acordo com o conselho dos principais pesquisadores de agrotóxicos, a EPA estava planejando recentemente expandir a proibição de um desses pesticidas notoriamente perigosos, o clorpirifos, para as milhares de fazendas dos Estados Unidos que ainda pulverizam o produto químico nas lavouras.

No entanto, o então administrador Scott Pruitt reverteu essa ação, permitindo que esses pesticidas perigosos continuassem sendo usados ​​e ameaçando a saúde pública.

Ao longo dos anos, numerosos estudos científicos descobriram os muitos efeitos desagradáveis ​​da saúde humana que podem ser ligados diretamente ao uso generalizado desses produtos químicos tóxicos, demonstrando como é realmente importante que uma ação seja tomada.

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Segundo terapeuta, colecionadores não têm consciência de que causam sofrimento aos animais

Por Por John Grand Emeigh
Tradução por Natalia Cesana (da Redação)

Foto: s/c

O terapeuta Chris Quigley afirma que uma combinação de desordens pode levar ao sofrimento animal. Enquanto existem várias teorias, Quigley afirmou ainda que o distúrbio pode acontecer quando a pessoa passa por uma experiência de perda traumática, como a morte de um parente ou divórcio. Isso torna a pessoa extremamente apegada aos animais. As informações são do jornal Billings Gazette.

Os colecionadores de animais podem também passar por transtornos de apego, o que lhes confere uma ligação doentia com os animais. “Essas pessoas tentam preencher o espaço que está faltando em suas vidas e são incapazes de levar uma relação humana”, explicou o terapeuta.

Colecionadores também acreditam que estão salvando ou resgatando animais. Inicialmente, não há danos, mas conforme a população de animais aumenta, eles começam a sofrer, pois isso envolve má nutrição, doenças e moradia em condições insalubres.

Um dos sintomas de um colecionador é que a pessoa não nota que os animais estão sofrendo. Quigley pensa que este sinal é provocado por uma desordem focal, um delírio, em que o colecionador não percebe o que é óbvio para todo mundo.

Pessoas assim podem ser tratadas com antidepressivos e com terapia cognitiva de comportamento, ou “terapia da conversa”, um processo de discussão direta com o paciente e suas questões em que se tenta reformular suas crenças sobre ele mesmo.

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Notícias

Forçar um animal selvagem a conviver com humanos causa distúrbios comportamentais

Os coalas são conhecidos pela sua docilidade. Foto: Getty Images

Muitos animais selvagens chamam a atenção pela docilidade, por parecerem não se importar com o contato humano, como os pandas ou coalas. Mas, se esses animais forem salvos da extinção, eles poderiam virar animais domésticos? Segundo a médica veterinária e doutora em psicologia Ceres Berger Faraco, que estuda o comportamento dos animais, mesmo que esses animais sejam passíveis de domesticação, não devem ser retirados de seu habitat natural.

Segundo Ceres, primeiro temos que diferenciar os termos “domesticar” e “amansar”. O segundo se refere a um animal selvagem que está domado pelo ser humano, como ocorre em casos isolados, mas a domesticação envolve toda a espécie por diversas gerações. Mesmo os animais amansados têm problemas de comportamento e podem ser imprevisíveis.”Para a domesticação manter-se, deverá ser forçosamente caracterizada por um processo contínuo, constante e renovado sem cessar. Isto é que irá impedir o retorno dos animais ao estado selvagem. Este processo é focado na espécie e não no indivíduo”, diz a veterinária.

A especialista afirma ainda que a tentativa de domesticar uma espécie acarreta outros problemas a esses animais. “O panda e o coala, embora seu reconhecimento como símbolos de animais dóceis e potencialmente domesticáveis, pertencem a espécies de vida selvagem. Neste sentido, não podemos esquecer as consequências inexoráveis da retirada do ambiente selvagem, tais como estresse, alterações comportamentais por resposta às mudanças de habitat e a impossibilidade de expressar seu comportamento natural.

“Ceres explica que os animais precisam ter assegurado seu ambiente natural – física e socialmente – para ter atendidas suas necessidades e manifestarem seu comportamento típico. “Além disto, é sabido que o estresse devido a manipulação humana pode desencadear agressões inesperadas, e isto ocorre, mesmo em animais reconhecidamente dóceis como os pandas e coalas.

No caso dos coalas por exemplo, apesar de sua aparência infantil, sua docilidade e fragilidade existe a possibilidade de tornarem-se agressivos quando famintos ou por defesa já que são muito territoriais.”Segundo a veterinária, forçar um animal a conviver com o homem pode acabar com muitos problemas e acabar com seu bem estar.

“O resultado é o sofrimento e a evidência de alterações comportamentais – estereotipias. Para os animais de vida selvagem o espaço e o ambiente físico e social empobrecido são fatores de maus-tratos e incompatíveis com uma vida normal.”Por fim, a especialista afirma que o que devemos fazer é observar esses animais em seu habitat natural, e não forçar uma aproximação. “Admirar animais plenamente sadios a distância é não optar pela convivência forçada com animais que serão sempre uma sombra do que poderiam ser.”

Fonte: Terra

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Destaques, Notícias

Knut poderá ser sacrificado em função dos distúrbios psicológicos causados por confinamento em zoo

Por Giovanna Chinellato (da Redação)

Foto: Metro UK

Nascido em um zoológico, em Berlim, o urso-polar Knut agora está enfrentando sérios problemas psicológicos em função do confinamento e do contato forçado com seres humanos.

De acordo com reportagem do jornal Metro, um médico disse que Knut “precisa ser sacrificado” pois está apresentando sinais de distúrbios psicológicos. Exemplos de seu estado mental frágil incluem vagar incessantemente pelo seu cercado e ficar colocando a língua para fora da boca, o que faz mais de 200 vezes ao dia.

De acordo com a People for Ethical Treatment of Animals (PETA), Knut é o urso-polar mais problemático dentre outros 34 animais vítimas do confinamento, que foram observados em 11 zoológicos alemães.

“Knut é o mais psicologicamente perturbado. Os humanos fizeram isso com ele”, disse o Dr. Edmund Haferback, da PETA. E Haferback pede que o urso seja sacrificado a fim de que “seu tormento acabe”.

O doutor diz que Knut vaga obsessivamente pelo seu cercado. “É o que psicólogos chamam de hospitalism. Quando pessoas ficam trancadas em instituições, como hospícios ou prisões, andam para baixo e para cima no espaço de confinamento.”

Entretanto, outros argumentam que seu comportamento deve-se ao tédio e ele precisa apenas de mais estímulos para ficar saudável.

Knut virou celebridade internacional quando foi abandonado, ainda filhote, e adotado por um tratador em 2006.

Muitos argumentam que a natureza precisava seguir seu curso e o filhote devia ter sido deixado para morrer. Em vez disso, o ursinho trouxe no mínimo seis milhões de euros para o zoológico de Berlim por meio de visitantes e propaganda.

Agora, a PETA alega que o pequeno está pagando o preço pela interferência humana.

“Ele chora ou grunhe se vê que ninguém está olhando para ele”, disse o tratador Markus Roebke. “O problema é que ele se acha um humano, não um urso-polar.”

Nota da Redação: Esta triste situação é o resultado de um conjunto de ações humanas. Para um animal nascer em um zoo, a sua mãe precisa ter sido retirada da natureza ou ter nascido já confinada. No caso de Knut, sua mãe já havia sido vítima do confinamento. Os distúrbios desse pobre animal, cujo confinamento vem sendo agravado por várias gerações, são, portanto, fruto dessa cadeia de violência e desrespeito à vida e à liberdade desses seres. O correto seria que todos os animais vivessem em liberdade, junto a suas famílias, em seus habitats. Mas a brutalidade e a ganância humanas condenam, mais uma vez, a vida desses animais à tristeza e ao sofrimento.

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Cachorros também podem sofrer de estresse

Foto: Reprodução/Plug Pet

Este problema psicológico em cão é mais comum do que os tutores imaginam. Não são apenas os humanos que sentem estresse. O cachorro, quando tem uma relação de dependência muito intensa com o seu tutor, também está propício a desenvolver problemas psicológicos, que ocorrem por vários fatores na vida dele.

Podemos citar alguns exemplos que levam o cão a desenvolver estresse:

. Quando as pessoas próximas dele ficam ausentes por dias.

.  Não receber carinho o suficiente do tutor.

. Falta ou excesso de exercícios.

. Sua vida se transformar em rotina.

. Ambiente agitado.

. Participação em exposições e competições.

As principais atitudes que o cão poderá apresentar quando estiver estressado são: lamber as próprias patas, cavar, uivar, latir excessivamente, chorar e, muitas vezes, urinar e defecar em locais inapropriados, onde ele não estava acostumado a fazer.

Segundo especialistas, para combater o problema, o tutor precisa primeiro identificar a origem e, posteriormente, mudar a rotina do amigo de quatro patas. Procurar um profissional em comportamento canino também é aconselhável.

Fonte: Portal da Cinofilia

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Tutores são responsáveis por sobrepeso em animais de estimação

Foto: Laílson Santos
Foto: Laílson Santos

Yuri

Idade: 8 anos

Raça: vira-lata

Peso: 11,9 quilos

Peso ideal: 6 quilos

Males atribuídos à obesidade: artrose, problemas respiratórios e triglicérides e colesterol altos

Má alimentação, sedentarismo, castração e predisposição genética são os vilões do sobrepeso. Assim como nos seus tutores, a obesidade é um distúrbio grave em animais: é fator de risco para problemas respiratórios e cardiovasculares e ainda predispõe a dores nas articulações. “O mais difícil é convencer os tutores de que a situação é séria e requer tratamento. Em muitos casos, o animal corre risco de morrer”, diz o veterinário Roberto de Andrade Bordin, especialista em nutrição animal.

“Os tutores são os principais culpados pela obesidade dos seus bichos”, afirma Márcia Jericó, diretora do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi. Uma pesquisa feita pela ONG inglesa The Blue Cross indica que as pessoas que comem demais e se exercitam pouco costumam ter animais de estimação acima do peso. Elas repetem nos bichos seu (mau) comportamento. “Muitas desconhecem que a ração atende às necessidades nutricionais e exageram nos petiscos e nos alimentos de gente”, diz.

Antes de encher a barriga de seu bicho de estimação e se orgulhar das formas arredondadas que ele exibe, saiba o que dizem os especialistas sobre os principais erros cometidos pelos tutores de cães e gatos gordos e como mudar de atitude.

Má alimentação

Em que os tutores erram: petiscos e refeições desbalanceadas estão entre os problemas mais apontados pelos veterinários como causa da obesidade, sobretudo a canina. “Apenas 30% dos guardiões oferecem exclusivamente ração ao animal”, alerta Roberto Bordin. Hoje há cães que comem até salgadinhos e fast-food. Também é comum abusar de biscoitos, bifinhos e ossinhos, como se eles não fossem calóricos (e são).

O que fazer, segundo os especialistas: se for dar petiscos especialmente fabricados para cachorros, o ideal é de um a dois por dia, no máximo. Ao contrário da embalagem das rações, a dos petiscos não informa as calorias de cada unidade. “Um biscoito médio em forma de ossinho, por exemplo, tem cerca de 90 calorias. Isso corresponde a quase um terço das necessidades diárias de um poodle médio”, explica Márcia Jericó. É importante ainda seguir a quantidade de ração recomendada pelo fabricante, no rótulo, ou pelo veterinário antes de despejá-la sem parcimônia. Considere a possibilidade de trocar a ração convencional por uma light – há várias opções menos calóricas no mercado. Com teor de gordura mais baixo e ricas em fibras e substâncias como a l-carnitina, as versões light ajudam a controlar a obesidade.

Sedentarismo

Em que os tutores erram: cada vez mais confinados, os animais acompanham o estilo de vida do tutor. Mal saem de casa – se o fazem, é só no momento das necessidades – e passam praticamente o dia todo deitados ou dormindo. Quanto mais eles engordam, mais sedentários ficam, já que a dificuldade de se locomover aumenta. Entre os gatos, o sedentarismo é o principal fator de risco para a obesidade.

O que fazer, segundo os especialistas: se o tutor não tem tempo de passear com o animal, deve contratar alguém que o faça ao menos duas vezes ao dia. E não conta como passeio aquela andadinha breve até o poste mais próximo. No caso dos cães, existem serviços que oferecem trilhas ecológicas e aulas de natação e esteira de uma a duas vezes por semana. Exercitar o gato doméstico é um pouco mais difícil – ele dorme em média dezesseis horas por dia. O tutor deve criar situações que o estimulem a se deslocar, como espalhar bolinhas, arranhadores e novelos de lã pela casa. Para que ele se movimente em busca de comida, vale esconder a ração dentro de um rolo de papel toalha, em caixas de papelão suspensas ou embaixo do cesto de roupa.

Castração

O que muitos tutores não sabem: cães e cadelas castrados apresentam o dobro da probabilidade de se tornar obesos – o distúrbio é mais frequente entre as fêmeas. Com a castração, elas deixam de produzir hormônios que atuam na inibição do apetite. No caso dos machos, a retirada dos testículos interrompe a produção de hormônios andrógenos, importantes para instigá-los a se movimentar. Nos gatos castrados, o risco de se tornarem obesos é de três a quatro vezes maior. Em geral, os machos são mais afetados, por questões metabólicas.

O que fazer, segundo os especialistas: é importante que o animal siga uma dieta sob medida e seja estimulado a se exercitar. Já existem no mercado rações para animais castrados, com teor calórico mais baixo.

Presdiposição genética

Em que os tutores erram: cães de algumas raças como labrador, golden retriever, collie, cocker spaniel, beagle e dachshund têm predisposição a engordar. Há alterações nos hormônios que controlam a saciedade, como a leptina, produzida pelas células adiposas. Cães e gatos obesos têm resistência à substância. A maioria dos gatos obesos pertence às raças domésticas – especialmente aqueles que têm pelo curto.

O que fazer, segundo os especialistas: a alimentação correta deve começar desde cedo. O filhote que come muito mais do que precisa acaba produzindo mais células adiposas, e isso é um facilitador da obesidade na fase adulta.

Foto: Lailson Santos
Foto: Lailson Santos

Pepita

Idade: 7 anos

Raça: basset hound

Peso: 31kg

Peso ideal: 23 quilos

Males atribuídos à obesidade: dificuldade para se locomover e problemas dermatológicos como assadura nas dobras

Fonte: Veja

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Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade em Animais e Florais de Bach

“E possa eu sempre ter gratidão no meu coração pelo Grande Criador, que em toda Sua glória, colocou as ervas nos campos para a nossa cura.” – Dr. Edward Bach.

DDAH caracteriza-se pela dificuldade, em se concentrar em um estímulo (adestramento difícil) – o animal dá a impressão de estar prestando atenção em tudo ao mesmo tempo. É um distúrbio neurobiológico, com causas genéticas, comportamentais ou nutricionais. Os sintomas podem ser: desatenção, inquietude, impulsividade, distração em relação a estímulos externos, grau de atividade maior (choramingar, latir ou miar incessantemente, destruir móveis e objetos, etc.), hiperatividade. Acomete o filhote, e pode continuar na idade adulta.

Nos animais, o sintoma mais comum é a hiperatividade. Causas da hiperatividade:

– fatores comportamentais:
estresse, (por exemplo, o gato hiperativo por estresse, muitas vezes, não aceita carinho e pode “atacar” o pé ou a mão do dono) etc.;

– fatores genéticos:
pesquisa da Universidade de Columbia, EUA, publicada na revista científica inglesa, “Nature Genetics”, concluiu que a ausência ou mau funcionamento de uma região do cromossomo 22 (em humanos e animais), responsável pelo controle de processos bioquímicos no cérebro, estaria relacionada à ansiedade, à depressão, ao autismo, às desordens de memória, e à hiperatividade;

– fatores nutricionais:
intolerâncias alimentares e/ou alergia aos corantes vermelho e/ou amarelo. Dê preferência às rações menos coloridas.

Não existe um exame que possa determinar ou detectar a hiperatividade. O diagnóstico e tratamento são realizados pelo médico veterinário. Não há cura, mas há controle – a castração pode melhorar muito os sintomas.

O que o guardião pode fazer:

– consultar o médico veterinário;
– conversar com o médico veterinário sobre a castração do animal;
– dar mais atenção e afeto ao bichinho;
– promover mais brincadeiras e exercícios físicos;
– consultar o terapeuta holístico (Florais de Bach, Aromaterapia, etc. – conjuntamente ao tratamento do médico veterinário).

Florais de Bach

O Dr. Edward Bach (1886 – 1936), foi um médico clínico de origem galesa. Dedicou sua vida à pesquisa de métodos mais naturais de cura. Insatisfeito com as limitações da medicina ortodoxa e de como se concentrava na análise de sintomas, passou a procurar um tratamento mais eficaz que atingisse a causa das doenças, estudando Imunologia e tornando-se um bacteriologista.

Em 1928 chegou à conclusão que as pessoas se enquadram em grupos de tipos distintos (os animais também), e que, cada um destes grupos reage à doença de uma forma particular. Possuindo experiência no preparo de vacinas orais, passou a associar tipos de temperamento a plantas específicas e, obteve, em pouco tempo, resultados surpreendentes. Seu trabalho culminou com o desenvolvimento de 38 essências florais que, cobriam todos os aspectos da natureza humana (e animal), e todos os estados mentais negativos que acompanham as enfermidades.

Os Florais de Bach atuam através do tratamento do indivíduo (animais e humanos) e não da doença, harmonizando sua condição emocional para que, através da transformação em estados mais positivos, possa ser estimulado seu próprio potencial de auto cura.

São compostos energéticos das flores, cujos princípios ativos não são químicos, mas eletromagnéticos.
O Dr. Bach experimentou a medicação floral em animais e concluiu que as essências para os sintomas deles são as mesmas dos humanos. Ele tratava seu cachorro Lulu, um cocker spaniel com elas, assim como Nora Weeks, sua colaboradora e assistente cuidava dos vários gatos que pertenciam a ela.

As essências não são tóxicas, não possuem efeitos colaterais nem contra-indicações, não causam dependência, não há risco de super dosagem nem de interação medicamentosa.

Essências florais que podem ajudar o tratamento do veterinário, para animais com hiperatividade:
vervain, impatiens, cherry plum, heather, agrimony, sweet chestnut, white chestnut e outras essências, de acordo com o temperamento do animal.

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Puro distúrbio

É muito grave quando um jornal de enorme repercussão peca por falta de informação. Já deveria ter me acostumado aos absurdos da imprensa, mas ainda me assusto com matérias como a intitulada “Vegetarianismo pode esconder distúrbios alimentares em adolescentes”, publicada dia 11/05 pela Folha de S.Paulo.

A primeira frase já mostra que imparcialidade passou muito longe dali:
“Você passou a vida ouvindo sermão de vegetarianos sobre como quem não come carne é mais saudável? Contra-argumente: 20% dos jovens que se dizem vegetarianos na verdade sofrem de distúrbios alimentares, aponta uma pesquisa da Universidade de Minnesota (EUA).”
 
Mas a matéria não era sobre vegetarianos, mas sobre adolescentes que sofrem distúrbios alimentares como bulimia e adotaram a dieta sem nenhuma orientação. Imaginam que, ao tirar a carne do cardápio, perderão peso e pronto. Nesse caso, não é preciso ser médico pra saber que terão deficiências nutricionais. Com certeza esses adolescentes já as tinham antes de adotar a dieta mambembe, com poucas calorias e seguida de vômito depois.
 
Uma das fontes entrevistadas diz ser vegana para ir dos seus atuais 95 kg para 70 kg. Ela já tomou remédios inibidores de apetite e tem um blog, no qual conta sua luta contra a balança. Quando come três pães franceses, desculpa-se com suas leitoras. Ou seja, essas pessoas sofrem de problemas psicológicos e, apoiadas por jornalistas irresponsáveis, prejudicam o vegetarianismo.
 
Para mostrar-se ética, a matéria é finalizada com um garoto de 16 anos que, embora vegetariano desde que nasceu, tem “força o suficiente” para competir na natação. A diferença de comportamento é gritante! Enquanto este se alimenta muito bem, os demais estão doentes e devem ser anêmicos há muito tempo.
 
“Vender” a ideia de que 20% de todos os adolescentes e jovens vegetarianos nos EUA sofrem de distúrbios alimentares é um equívoco gritante. O fato de usarem o vegetarianismo para encobrir a péssima alimentação deveria ser citado na matéria, claro, já que não deixa de ser mais um ponto de atenção aos pais na descoberta de um distúrbio. Porém, essa informação foi totalmente distorcida. Como se fizermos uma pesquisa com adolescentes e jovens obesos nos EUA para descobrir distúrbios alimentares e o nosso universo fosse pessoas com sobrepeso que comem carne cinco vezes por dia, vão a churrascarias pelo menos quatro vezes por semana, sofrem de hipertensão e estão com o colesterol nas alturas. É óbvio que o resultado mostraria que muito mais de 20% dos adolescentes onívoros escondem distúrbios alimentares.
 
Uma pena que essa matéria tenha sido publicada em um caderno direcionado a jovens, cuja vontade de mudar o mundo pode ser o empurrão à dieta vegana. Quando conseguirmos unir a ciência real ao jornalismo ético, o veganismo vai ganhar peso.

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Manchetes sensacionalistas podem causar distúrbios dietéticos

Um novo estudo na edição desse mês do Journal of the American Dietetic Association causou preocupação desnecessária sobre dietas vegetarianas. O estudo de mais de 2.500 jovens do sexo feminino entre 15 e 23 anos de idade constatou que aquelas que se identificaram como vegetarianas tinham uma tendência maior a ter um peso saudável e melhores hábitos alimentícios do que aquelas que comiam carne. Mas o estudo encontrou também um índice maior de comportamentos ligados a distúrbios alimentares entre essas jovens.

Motivo para preocupação? Na verdade, não. Vários estudos anteriores chegaram a conclusões parecidas, mas mostraram que a maioria dessas adolescentes haviam desenvolvido distúrbios alimentares antes de se tornar vegetarianas. Especialistas do campo já determinaram que algumas adolescentes adotam dietas vegetarianas como uma forma de acobertar suas tentativas de comer menos. É uma das muitas táticas que as adolescentes com distúrbios alimentares usam.

Além do mais, o estudo foi baseado em hábitos dietéticos definidos pelos respondentes. Uma porcentagem alta das meninas que disseram ser vegetarianas não eram, pois comiam galinha e peixe. Quando se analisam dados disponíveis sobre o assunto com mais atenção, não há indicação de que adolescentes vegetarianas tenham mais tendência a desenvolver distúrbios alimentares do que as que são onívoras.

Quando as adolescentes decidem tornar-se vegetarianas ou veganas, geralmente o fazem por razões éticas. Uma consequência positiva é que as vegetarianas adolescentes desfrutam de algumas vantagens ligadas à saúde. Adolescentes que evitam carne e bebem leite de soja em lugar de leite de vaca podem diminuir o risco vitalício de desenvolver câncer de mama.

Os pais devem ficar alertas aos sinais vermelhos dos distúrbios alimentares: preocupação com o peso, rituais elaborados em torno da comida, perda de peso e exercício excessivos, negação da fome, falta de emotividade. Estes, e não uma dieta vegetariana, são os sinais de distúrbios alimentares.

Fonte: http://www.examiner .com/x-5670- Seattle-Vegan- Examiner~ y2009m4d2- Vegan-and- vegetarian- diets-dont- promote-eating- disorders

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