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Lutador vegano conquista 9º título mundial em campeonato de Jiu-jitsu brasileiro

O lutador veterano vegano, David Meyer, adicionou à sua incrível lista de conquistas o título mundial no Campeonato da IBJJF (Federação Internacional de Jiu-Jitsu Brasileiro). A vitória foi ainda mais impressionante porque o jogador de 56 anos lutou em duas categorias.

Competindo em Anaheim, Califórnia (EUA), o atleta perdeu uma final apertada para conquistar o bronze em sua própria categoria de peso (peso médio), além de ganhar ouro na categoria de Peso Aberto para sua faixa etária, Mestre 6.

A vitória é seu nono título mundial em uma carreira que continuou até a meia-idade, graças a uma alimentação vegana, diz Meyer.

“Moralmente comprometido em não prejudicar animais”

“Eu era vegetariano desde 1985 e experimentei passar a comer principalmente de forma vegana, e sou totalmente vegano desde 2000”, disse ele a revista Great Vegan Athletes.

“Minha motivação é toda para não prejudicar os animais. Eu experimentei e descobri que é uma maneira extremamente saudável de se alimentar. Além de me dar mais energia, também é melhor para o meio ambiente. Estou moralmente comprometido em não prejudicar os animais”.

Primeiras conquistas veganas

Meyer foi o primeiro americano a vencer uma competição de faixa preta no Brasil e o primeiro americano a ganhar uma medalha em um campeonato mundial de faixa preta. Ele espera que suas conquistas ajudem as pessoas a ver o valor de uma dieta baseada em vegetais.

Ele disse: “Espero que, à medida que mais e mais pessoas ouvirem sobre o veganismo, estejam abertas a considerá-lo e perceberem que é uma maneira natural e inteligente de comer”.

“Quando as pessoas param pra analisar o consumo de animais, aprendem que os animais têm o direito de viver”, concluiu o atleta. As informações são do Plant Based News.

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Cães fazem com que as crianças se tornem mais ativas

Segundo um estudo realizado no Reino Unido, os pequenos cujas famílias têm cães são muito mais ativos.

Os investigadores da Universidade de Londres avaliaram mais de duas mil crianças com nove e dez anos e verificaram que aquelas que convivem com cães apresentam maiores níveis de atividade física. De acordo com a equipe, ter um cão encoraja as crianças a se mexerem mais, o que ajuda no combate à obesidade.

A equipe, liderada por Christopher Owen, professor de epidemiologia, usou monitores para anotar os movimentos diários de crianças de 78 escolas em Londres, Birmingham e Leicester, ao longo de sete dias. Do total de participantes, cerca de 200 (10%) tinham cães. E os resultados, publicados na revista American Journal of Public Health, mostraram que as crianças com cães passam, em média, 325 minutos praticando atividade física por dia.

Além disso, as crianças gastam ainda menos 11 minutos em comportamentos sedentários todos os dias. Ao fim do mês, o valor supera os 300 minutos.

“O estilo de vida mais ativo das crianças com cães é realmente interessante”, diz Christopher Owen. “Mas será que ter um cão torna as pessoas mais ativas ou são as mais ativas que escolhem ter um cão? É quase como a pergunta de quem apareceu primeiro, se a galinha ou o ovo. São necessários estudos a longo prazo para responder à questão, mas a resposta pode ter um pouco dos dois”, acrescenta.

De acordo com Owen, outros estudos já tinham apontado no sentido de que as famílias que adquirem cães tornam-se mais ativas. “A novidade deste estudo é provar que o mesmo acontece com as crianças”.

Fonte: Destak

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Alpinista vegetariano é exemplo de ética e disposição

(Imagem: Reprodução/Vista-se)
(Imagem: Reprodução/Vista-se)

Escalar montanhas não é fácil. Escalar as “grandes” montanhas é mais difícil ainda. A medida em que o alpinista sobe, cada vez há menos oxigênio disponível, os músculos são solicitados a trabalhar durante horas e horas ininterruptas e a ingestão dos carboidratos necessários nunca é suficiente.

É o comum o gasto de 1500 calorias por hora (uma pessoa “normal” necessita de cerca de 2500 calorias por dia), ou seja o desgaste físico é descomunal. Escalar uma montanha de 7000 metros de altura é equiparável a correr 3 ou 4 maratonas seguidas. Perde-se cerca de 4 a 6kg em um único “ataque ao cume” em cerca de 15 a 20 horas de atividade física.

Davi Augusto Marski Filho é um alpinista vegetariano e afirma que ainda existe  “uma grande falácia que permeia o imaginário popular e também de muitos profissionais da saúde: A de que o vegetariano possui carência de proteínas, que é propenso a “anemias” ou do estereótipo do vegetariano raquítico”.

“Sou vegetariano e estou em plena forma física e meus exames médicos apenas indicam saúde e vigor. E escalo de forma intensa montanhas de mais de 5000m durante várias semanas ao ano. E não sou raquítico nem possuo carências alimentares”, reforça o alpinista.

imagem do alpinista entre as montanhas cobertas de gelo

Em seus cursos de escalada de “alta montanha”, os alunos são convidados a conhecerem uma dieta vegetariana, rica em variedade e sabor e deixa de forma bem explícita que não cozinharão nem haverá qualquer tipo de carne no cardápio de montanha.

“Passadas algumas resistências iniciais, fico feliz em ouvir frases do tipo : ‘não imaginei que fosse tão fácil’ ou então ‘me sinto melhor e mais disposto!’. E não sou uma exceção. Há grandes exemplos de atletas de renome que são vegetarianos”, conta o atleta.

Ser vegetariano mais do que uma questão de saúde, é uma questão de amor e respeito à natureza e aos animais.

Davi Augusto Marski Filho é alpinista há quase 20 anos tendo escalado várias montanhas no continente americano e algumas montanhas na Europa. Entre suas escaladas destacam-se algumas expedições ao Aconcágua (a maior montanha das Américas), Mont Blanc e Matterhorn, além de várias escaladas em montanhas da Patagônia, Argentina, Chile, Peru e Bolívia.

Ele pode ser encontrado em seu site : www.marski.org ou em seu blog, onde mescla notícias de escalada com ambientalismo, consumo consciente e direitos dos animais: www.blog.marski.org.

 

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