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Roma oferece viagens de metro gratuitas em troca de garrafas plásticas para reciclagem

Foto: Reuters
Foto: Reuters

Os cidadãos que utilizam transporte público em Roma, na Itália, podem viajar em forma gratuitas no metrô se reciclarem garrafas de plástico. O movimento faz parte de uma iniciativa ambiental para estimular a pratica da reciclagem e diminuir o impacto da poluição por plásticos no planeta.

Até o momento, mais de 350 mil garrafas foram recicladas em máquinas especiais instaladas em três estações da cidade.

A iniciativa, lançada em julho, será expandida em toda a rede de metro e permanecerá em operação até julho de 2020, segundo o Plant Based News.

Recicle para viajar

Garrafas de plástico podem ser usadas para comprar tempo de viagem, na Itália o valor das passagens está relacionado ao trecho utilizado, cada garrafa é equivalente a um crédito de 0,05 euros (cerca de 20 centavos de real). Os passageiros precisam inseri-las nas máquinas.

Os interessados em participar da iniciativa também devem baixar um aplicativo, que registra quanto tempo de viagem acumularam. Totens instalados nas estações podem ler as informações direto do aplicativo, eliminando a necessidade de bilhetes em papel.

Envolvendo pessoas

Segundo a Reuters, Roma tem um “problema crônico de coleta de lixo” e “a no país reciclagem é irregular e ineficiente”.

Como resultado, os moradores receberam muito bem a campanha, Claudio Perelli um morador local disse: “Se você usa dinheiro para envolver pessoas (na reciclagem), mesmo aqueles que não têm senso cívico reciclam, é uma forma de estímulo e que alcança resultados sólidos”.

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Nações sul-africanas ameaçam abandonar pacto global de proteção à vida selvagem

Um rinoceronte branco no parque nacional de Etosha, Namíbia. Foto: Arterra/Getty Images
Um rinoceronte branco no parque nacional de Etosha, Namíbia. Foto: Arterra/Getty Images

A Namíbia ameaçou liderar nações do sul da África, lar da maior parte dos rinocerontes e elefantes do mundo, a sair da CITES, uma convenção global que regula o comércio de plantas e animais silvestres e seus produtos.

O país do sudoeste da África se enfureceu depois de perder uma tentativa de afrouxar os controles sobre os produtos (partes) de sua população de rinocerontes brancos, que conta com mais de mil animais ameaçados de extinção. A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES) que está reunida em Genebra, na Suíça (de 17 a 28 de agosto), decidiu manter restrições ao comércio das partes dos animais.

“Existem países que mantêm pontos de vista que não são baseados em ciência. Em vez de aplicar a ciência, eles estão apenas politizando todo o assunto”, disse Pohamba Shifeta, ministro do Meio Ambiente da Namíbia, aos jornalistas em Genebra. “Como região da Comunidade de Desenvolvimento da África do Sul, a região com a maior população de espécies de rinocerontes, reconsideraremos a permanência na CITES, se for o caso. Nós vamos ter uma reunião e vamos fazer uma declaração.”

A SADC (Southern African Development Community) tem 16 estados membros, incluindo a Namíbia, a África do Sul, o Botsuana, a Tanzânia e a República Democrática do Congo.

Os países do sul da África, geralmente considerados como tendo os melhores programas de conservação no continente, ficaram irritados com as decisões tomadas na CITES este ano. As nações membros da convenção internacional se recusaram a facilitar o controle sobre o marfim de elefantes para permitir que várias nações vendam seus estoques e proibiu a exportação de elefantes selvagens fora do alcance onde eles ocorrem naturalmente depois que o Zimbábue vendeu animais para zoológicos na China e outros países.

A Namíbia queria também que sua população de rinocerontes brancos fosse rebaixada para o Apêndice II, que afirma que, diferentemente do Apêndice I, os animais não estão ameaçados de extinção, mas o comércio precisa ser limitado para manter suas populações sustentáveis. O uso do chifre de rinoceronte como uma suposta cura para o câncer no leste da Ásia levou a um surto de caça na África do Sul e em outros países e a uma proibição mundial do comércio. Um comércio ilegal floresce continuamente entretanto.

Kitso Mokaila, ministro do Meio Ambiente de Botswana, disse na mesma conferência de imprensa que os argumentos na CITES foram motivados por emoções e o impacto que a vida selvagem teve sobre os africanos que vivem nas zonas rurais não foi levado em consideração.

“Se a CITES realmente não nos ajuda a conservar nossos animais selvagens, mas frustra aqueles que estão tentando fazer o bem, acho que não há necessidade de permanecermos na conferência”, disse Shifeta.

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Jornalismo cultural, Notícias

Açougueiros oferecem alternativas à carne em resposta à demanda no Reino Unido

Por David Arioch

“Se eles estão olhando para a sua ingestão de carne e estão procurando algo diferente, então esta é uma ótima alternativa” (Foto: Divulgação)

O que até alguns anos atrás parecia improvável, hoje já é uma realidade cada vez mais comum. Em resposta à demanda, açougueiros no Reino Unido estão comercializando também alternativas à carne. Um exemplo é a Thurston Butchers, de Suffolk, que desde ontem (13) começou a estocar e oferecer os produtos da marca THIS, que diz criar “a alternativa à carne mais realista do mundo”.

Entre os produtos oferecidos pela empresa, e que têm atraído a atenção dos açougueiros, estão substitutos de bacon e de frango. “As pessoas provavelmente acham que é absurdo um açougueiro vender produtos veganos. Mas eu vejo isso como uma alternativa – nós realmente recebemos muitas solicitações de alternativas vegetarianas ou veganas de nossos clientes”, explica Alistair Angus, que comanda a Thurston Butchers.

Fundada por Andy Shovel e Pete Sharman, a THIS surgiu com o objetivo de incentivar o consumo de mais alimentos à base de plantas. “Fiquei francamente surpreso quando a Thurston Butchers entrou em contato. Não é todo dia que uma marca baseada em plantas consegue o endosso de tradicionalistas amantes da carne”, diz Andy Shovel.

“Se eles estão olhando para a sua ingestão de carne e estão procurando algo diferente, então esta é uma ótima alternativa”, justifica o açougueiro Alistair Angus. A THIS destaca que sua missão é conquistar principalmente os amantes da carne, e que seus produtos, que têm ervilha como um dos ingredientes principais, resultam de dois anos de pesquisa e desenvolvimento em parceria com especialistas em texturas e aromatizantes – mas sem o impacto ético ou ambiental da carne.

Os produtos da THIS já estão sendo comercializados em alguns açougues no Reino Unido e também na Holland & Barret, Ocado, Patty & Bun e Chilango.

De olho nos veganos, açougues canadenses comercializam “carnes vegetais”

A demanda por proteínas de origem vegetal está crescendo no Canadá, e assim como no Reino Unido, os açougues estão comercializando “carnes vegetais” – e não se trata de açougues veganos ou vegetarianos, mas de açougues convencionais mesmo.

Em vez de declarar guerra ao veganismo, como tem acontecido em algumas regiões do Reino Unido e da França, onde já ocorreram conflitos entre veganos e açougueiros, há quem prefira se adaptar a uma nova realidade. Exemplo disso é a Meridian Meats & Seafoods, que tem compartilhado em sua conta no Instagram as suas opções de “carnes vegetais” disponíveis em todos os seus açougues.

Ao Daily Hive, o presidente e CEO da Meridian Farm Market, Josh Penner, justificou que o papel deles é vender boa comida, que vá ao encontro dos valores pessoais dos clientes. “Eles nos dizem o que querem e estamos sempre ouvindo”, explica e acrescenta que as novas opções podem também conquistar o paladar de quem não é vegano nem vegetariano.

Essa mudança de comportamento no mercado canadense também foi estimulada recentemente pela última atualização do Guia Alimentar do Canadá, desenvolvido por médicos nutrólogos e nutricionistas.

No guia, o governo canadense qualifica oficialmente a “dieta vegana” ou “vegetariana estrita”, em referência a uma dieta sem alimentos ou ingredientes de origem animal, como saudável. Além disso, destaca a importância do consumo de vegetais e encoraja a drástica redução do consumo de alimentos de origem animal.


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Projeto prevê divulgação de animais para doação em site da prefeitura

Divulgação

Projeto que será votado na Câmara Municipal, prevê campanhas contra maus-tratos de animais e divulgação de doação no site e nas redes sociais da Prefeitura de Campo Grande (MS).

Conforme o texto, o município fica autorizado a disponibilizar, online, em conjunto com o Centro de Controle de Zoonoses, fotos e histórico de todos os animais recolhidos para doação e que estão em suas dependências. Também poderá divulgar campanhas sobre posse responsável, maus-tratos e abandono, vacinação, entre outros.

A justificativa do projeto, de autoria do presidente da casa de leis, vereador João Rocha (PSDB), é adotar mais uma ferramenta para agilizar o processo de adoção de animais. Já que, traz o texto, é “notória” a facilidade e agilidade que a internet proporciona aos usuários, os quais usam este mecanismo para vários serviços.

“Nada mais é que um gesto de carinho online. Estes animais encontram-se, muitas vezes, esquecidos no Centro de Controle de Zoonoses do nosso município”, afirma. O projeto prevê que os animais sejam identificados, fotografados e terão suas fichas cadastradas no site do CCZ ou da prefeitura.

A proposta, no entanto, somente autoriza o município, não o obriga a implantar.

Fonte: Campo Grande News

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Plataforma Terráqueos

O silêncio dos responsáveis

Desde o ano de 1981 estudo e trabalho com educação, exercendo dentro da escola várias funções. Nunca presenciei, durante esse período, em lugar algum, inclusive dentro da universidade, qualquer discussão sobre a ética no trato com os animais ou sobre os seus direitos. Isso não é nenhum absurdo, levando-se em conta que, apenas recentemente, esses temas estão conquistando e despertando o interesse das pessoas.

Alguma coisa, sim, sobre “tratar bem os animais”, mas sempre numa referência restrita aos domésticos ou em extinção. Essa ausência não é o mesmo que dizer que os animais estiveram ou estão fora dos currículos escolares. Nos interessa aqui é saber como esses seres são apresentados e quais representações sobre os mesmos ajudamos a construir por diversos meios, seja nos livros didáticos; na existência de viveiros e seus pássaros cativos; nas aulas práticas dos laboratórios de ciências ou de biologia; nas excursões aos zoológicos; nos alimentos comercializados pelas cantinas; ou mesmo, nas aulas sobre “alimentação saudável”, quando, então, anunciamos uma dependência completa e inquestionável da proteína animal.

Aproximar desses temas com abertura e criticidade, buscando transformá-los ou “propor que o sistema de exploração animal, para fomento dos interesses e negócios humanos, seja abolido”, é mexer em “pregas morais” e dogmas, como brilhantemente exposto por Sônia T. Felipe  (2010,p.12). A meu ver, essas dobras profundas permanecem intactas até agora, devido aos altíssimos muros, inclusive com isolamento acústico, que nos separa do interior das “indústrias” que transformam a “matéria prima” (animais) em peças, acessórios da moda, cardápios, ingredientes culinários, além de outras “utilidades”.

Sabendo disso pergunto como desnaturalizar a forma como a questão animal é abordada nos currículos, explícitos e ocultos, dentro da escola? A resposta é muito complexa, pois estamos diante de um estranhamento daquilo que culturalmente aprendemos na família e na escola, para citar duas grandes referências de nossa socialização primária. Essas duas instituições contribuem, mesmo que de forma inconsciente, para a manutenção de um sistema produtivo muito bem estabelecido com seus valores entranhados em cada um de nossos poros.

Ele oculta, maquia e embala o produto final, da forma mais limpa possível, para que esse nos seja apresentado como algo saudável, clean e sofisticado. Somos, então, poupados de assistir às incômodas etapas do processo produtivo que, invariavelmente, é perverso, cruel e repugnante. Afinal, longe dos nossos olhos, das nossas mentes e dos nossos ouvidos, fica mais palatável e mais fácil apreciar e consumi-los na forma de produtos e alimentos. É melhor desconhecer o que se passa no interior do sistema, pois à medida que o conhecemos, a responsabilidade recai sobre nós.

Ao longo de nossa história, aprendemos e nos aperfeiçoamos pela dor, pelo frio, pelo medo, pela fome. Essas experiências marcantes constituíram uma memória e foram elas que fizeram com que a humanidade evitasse certas experiências e descobrisse outras formas de viver. Nessa perspectiva, todo afastamento, silêncio e a maquiagem em torno do sofrimento animal, imposto pela indústria, contribuem para que não haja em nós memória, sensibilidade e referência, e, com isso, não haja mudança. Contudo, nossas percepções, sensibilidades e mesmo o nosso senso moral e de justiça, são passíveis de mudanças, para melhor ou para pior.

Norbert Elias (1994), sociólogo alemão, autor do livro Processo Civilizador: a história dos costumes – analisa, partindo do século XIII, como os homens se tornaram educados e começaram a tratar-se com boas maneiras. (Ressalto que o termo processo não significa necessariamente evolução ou progresso. Afirma Elias que não há um modo de se fazer civilizado ou incivilizado, mas que esse conceito “expressa a consciência que o Ocidente tem de si mesmo”). Demonstra que o padrão de comportamento humano muda gradualmente, como por exemplo, o sentimento de vergonha e delicadeza, aquilo que a sociedade exige e proíbe e como no conjunto move-se o patamar do desagrado e do medo. Observa também que muitas mudanças vieram de pessoas isoladas e, apesar disso, deram origem a instituições e formações que nem foram pretendidas ou planejadas.

A escola, mesmo com as suas limitações, pode dar início a grandes mudanças. Ela trabalha com ferramentas mentais que deveriam suscitar em seus estudantes, o espírito investigativo, a reflexão, a criticidade, a problematização e o estranhamento em todas as áreas, inclusive no trato com os animais não humanos. O seu silêncio não é inocente, já que hoje dispomos de informações e conhecimentos que podem fazer um contraponto a atual situação. Luc Ferry  (2009, p.75, nota10) observa que a literatura americana e alemã sobre o direito dos animais é de uma abundância e riqueza impressionantes, citando, inclusive que, uma bibliografia recente precisou de mais de seiscentas páginas para recenseá-la.

Para finalizar, lembro um fato que ocorreu em um auditório repleto de alunos do Ensino Médio. Acionei o contador de animais mortos por segundo (disponível em www.plataformaterraqueos.org.br ou em outros sites de busca). Avisei aos alunos o que iria acontecer e, no momento em que se iniciou a contagem em tempo real, houve um alvoroço no auditório. Os alunos pareciam estar diante de uma grande novidade. Deram-se conta da carnificina diária em que estamos mergulhados. Qual a razão do espanto? Até então, não conseguiam fazer a conexão entre a necessidade de tantas mortes e o estilo de vida que adotavam.

Fui demonstrando que a partir do momento que acordamos, durante os sete dias da semana, em tudo que comemos e utilizamos para o conforto e prazer, depende da morte ou da escravidão de um animal. Tenho certeza que muitos precisaram apenas desse empurrãozinho da escola para, a partir dali, com mais autonomia, buscar conhecer sobre o assunto.

Sobre tudo o que abordei, Leon Denis  (2010, p.172), profere um questionamento desafiador: “Teriam os direitos animais força pedagógica para reverter esse processo de banalização do mal e coisificação da vida?”. Respondo a essa indagação com um responsável e categórico sim.

Referências:

FELIPE, Sônia T. Direitos Animais: desdobramentos das pregas morais. In: ANDRADE, Silvana (org).Visão Abolicionista: Ética e Direitos Animais. São Paulo. Libra Três, 2010.

FERRY, Luc. A nova Ordem Ecológica: a árvore, o animal e o homem. Rio de Janeiro:DIFEL,2009.

DENIS, Leon. Direitos Animais: um novo paradigma na educação. In: ANDRADE, Silvana (org).Visão Abolicionista: Ética e Direitos Animais. São Paulo. Libra Três, 2010.

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"Dia sem cuecas" é realizado contra a castração de porcos na Bélgica

A associação protetora dos animais Gaia convidou todos os homens da Bélgica a participar, no dia 9 de Setembro, na jornada “Um Dia Sem Cuecas”, como forma de protesto contra a castração dos porcos, noticia o jornal Correo.

Sob o lema “Deixe-as cair”, a associação incentiva os homens a não usarem cuecas nesse dia como “gesto de solidariedade” para com os cerca de cinco milhões de porcos que todos os anos são castrados na Bélgica sem qualquer anestesia, revela a associação no seu website.

Esta prática cirúrgica tem como finalidade evitar que os porcos tenham comportamentos agressivos ou para evitar cheiros e sabores desagradáveis quando a carne é cozida.

A organização, que convida também as mulheres a comprometerem-se com a luta, escondendo num “lugar secreto” a roupa interior dos companheiros, explica que “há alternativas não dolorosas” à castração.

O presidente da associação, Michael Vandenboshc, referiu à imprensa belga que uma participação massiva nesta jornada de protesto obrigará os supermercados a deixarem de vender carne de porco castrado.

Fonte: JN

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Incêndio mata 30 animais em Portugal

Foto: Diogo Pinto

Trinta animais morreram e centenas de fardos de palha foram destruídos num incêndio que ocorreu na madrugada desta quinta-feira, num armazém das Caldas da Rainha, em Portugal.

O alerta foi dado pelas 04h50 e 19 bombeiros, apoiados por cinco viaturas, deslocaram-se ao local mas, à sua chegada, o “fogo já lavrava com grande intensidade”, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha, José António Santos.

O armazém, situado no bairro das Morenas, uma zona urbana da cidade, servia para armazenamento de palha e para alojamento de animais.

Além de 24 filhotes de ovelhas, o incêndio provocou a morte de duas vacas e um carneiro.

Fonte: CM

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Você é o Repórter

Cadela abandonada por tutores que se mudaram precisa ser resgatada em SP

Luiz Antonio Faria
guitindio@globo.com

Foto: Divulgação

Essa é a Lully uma cadela Poodle , que foi abandonada em São Paulo, capital, os seus tutores mudaram e a deixaram à mingua. Ela é muito dócil e muito querida.

Eu e os vizinhos cuidamos dela, na medida do possível. Com a falta de cuidados ela já pegou sarna e também está em depressão e não quer comer mais. Ela fica na porta da casa  na rua esperando os seus tutores, é de cortar o coração.

Se alguém puder fazer alguma coisa ou adota-la, entre em contato comigo no email acima.

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