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Mongólia cancela licença de caça do leopardo-das-neves

A espécie está em extinção. Foto: Steve Winter/National Geographic.

Os defensores de animais aplaudiram a decisão da Mongólia de cancelar a permissão de caça do leopardo-das-neves, animais extraordinários conhecidos como ‘fantasmas da montanha’ devido à sua natureza esquiva. “(…) É o caminho certo para a espécie e para o país,” declarou George Schaller, vice-presidente da organização Panthera ao site Tree Hugger.

Schaller, juntamente com o diretor do programa Snow Leopard, pediram ao ministro do ambiente e turismo mongol para “reconsiderar a sua decisão de emitir licenças que permitiam a caça de quatro leopardo-das-neves (possivelmente muito mais), em nome da investigação.” Junto a esta carta foram anexadas cerca de 3500 assinaturas recolhidas em apenas dois dias.

A população desses felinos está distribuída por 12 países, em zonas com condições hostis e temperaturas frequentemente abaixo de 0ºC, nas montanhas da Ásia Central.

A destruição do seu habitat, caça e conflitos com pastores são as principais ameaças leopardo-das-neves .

A organização Panthera tem realizado diversas ações para proteger estes felinos ameaçados. Destacam-se a investigação ecológica, treino de biólogos de campo, proteção do habitat, trabalho junto das comunidades locais para mitigar os conflitos e ajuda ao governo para criar planos de acção nacionais para o leopardo-das-neves.

O grupo está no momento realizando o primeiro estudo ecológico deste felino a longo prazo, na Mongólia, para identificar as populações e regiões-alvo para os seus esforços de conservação.

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Canadá autoriza o assassinato de 268 mil filhotes de foca em 2011

( da Redação)

Quase 269 mil bebês foca serão assasinados este ano no Canadá. Foto: sem crédito

A ministra da Pesca do Canadá, Gail Shea, anunciou que em 2011  podem ser mortas é de 468,200 focas. Este o número mais alto de mortes autorizadas desde que o sistema de cotas foi instituído.

Tal como tem feito todos os anos (com exceção de 2010), a ANIMAL, ONG portuguesa de defesa dos direitos animais, protestará contra o horror acima descrito. Para além do protesto simbólico que promoverá no próximo dia 14 de abril, entre às 13h e  14h, em frente à Embaixada do Canadá em Lisboa, Portugal, a ANIMAL está fazendo uma campanha também por e-mail.

A crueldade contra inocentes e indefesos filhotes não pode continuar existindo. Foto: sem crédito

A ONG ANIMAL sugere que as pessoas indignadas com o assassinato de centenas de mlhares de bebês focas escrevam sua própria mensagem, ou copie a carta abaixo e envie-a para:

lsbon@international.gc.ca
Com cc a: campanhas@animal.org.pt

To The Ambassador to the Embassy of Canada in Portugal,

Mrs. Anne-Marie Bourcier,

Excellency,

It was with a feeling of shock and disbelief that I have learned that Canada still goes on hunting and killing helpless animals, namely seals, and that the quote established for 2011 has risen to  the incredible number of 468,200. This means that 468,200 individuals will be brutalized, for no justifiable reason. Modern science – and also common sense-, tells us that there is no evidence that such a killing is needed, and I, as a compassionate and civilized person, choose to boycott Canada and Canadian products as long as this cruel activity lasts, and I am asking all my friends and family to do the same.

I hope that Canadian authorities put their morals over their interests and make the decision to stop such an appalling activity. The world is watching Canada, and more and more countries are joining the boycott.

I urge you to pass Portuguese people’s message to Canadian officials: we will boycott Canada until the killing ends.

Respectfully,

Name:

City:

E-mail:

Para saber mais sobre esse cruel e massivo assassinato de animais,visite: http://www.harpseals.org/index.php .

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Burra atirada de paraquedas morre de ataque cardíaco em decorrência do estresse sofrido

Anapka morreu em decorrência da crueldade sofrida. Foto: reprodução

Lembra-se da burra de nome Anapka que ficou conhecida por ter feito paraquedismo no verão passado sobre o Mar de Azov, no sul da Rússia? Ela morreu esta semana em Moscou devido a um ataque cardíaco.

Segundo a veterinária Iúlia Dobrovolskaia, a morte do animal pode ter sido causada devido ao estresse extremo que o voo de paraquedas provocou ao sistema nervoso da burra Anapka. A veterinária revelou que a Anapka vinha a Moscou para fazer um tratamento de reabilitação, o que não estava a resultar já que o animal deixou de comer.

Segundo Olga Bogdanova, diretora de uma clínica veterinária da capital russa, “Fazer voar um animal sem anestesia é uma tortura e provoca forte estresse e pode mesmo levar à morte. Isso não traz satisfação ao animal, nem pode ser agradável”, afirma.

Este voo visava fazer publicidade a uma empresa, o que deixou furiosos as entidades das defesas dos animais, que já estão preparando processos em tribunal contra o tutor do animal.

Fonte: IP

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